Muito boa tarde a todos, este é meu primeiro conto. Escrevi ele há vários anos para outro site, mas o sistema não deixou eu postar, então deixei guardado no computador. Por acaso encontrei e estou postando exatamente como escrevi na época, espero que gostem.
Bom, essa é uma história bem excitante que aconteceu comigo e minha ex-namorada. Só esclarecendo que essa história é 90% real e o resto é fantasia minha ou situações que imaginei pra dar um toque mais erótico possível pro leitor, embora as ações passionais tenham realmente acontecido e sejam a base dessa história. Vou começar nos descrevendo: me chamo Héctor, tenho 28 anos, sou professor num colégio público do centro do México, tenho 1,75 m de altura, um pouco encorpado sem ser gordo graças à prática quase diária de basquete, e longe de ser um galã, mas acho que não sou tão feio assim. Ela se chama Laura, é uma mina de 23 anos, foi mãe da minha filha aos 20, demorou mas conseguiu recuperar o corpo que tinha antes da gravidez e que me deixava louco. Ela é magra, tem 1,60 m, o rosto é de uma garota normal, embora pra mim seja bonitinha, cabelo preto liso na altura das costas, peitos médios que cresceram graças à maternidade, cintura fina e o maior atributo dela sempre foi a bunda: um par de nádegas firmes, bem desenhadas e empinadas, com um quadril que combina perfeitamente, que quando ela veste legging ou calça justa não tem homem que não vire pra olhar.
Agora sim, pra história que nos distrai: éramos um casal jovem com a firme convicção de formar uma família estável, ainda mais com a chegada da nossa filha. Porém, uma série de situações, principalmente financeiras, nos fez voltar cada um pra casa dos nossos pais. Por vergonha do fracasso financeiro, decidimos que o motivo oficial da separação seria uma traição minha, e isso trouxe o ódio da família dela. Resumindo, a separação não nos afastou também. Sentimentalmente, e dois anos depois, já com meu trabalho de professora e uma projeção melhor pro futuro, me aproximei dela e da minha filha de novo, mas com dúvidas sobre nós, dúvidas que ela também tinha e me deixou saber. Só convivia com minha filha e ninguém dizia ou fazia nada pra voltarmos a morar juntos, mas rolavam umas insinuações sexuais entre a gente, até que um dia ficamos sozinhos sem a nossa filha e acabamos num hotel com uma sessão de sexo sem freio, como se quisesse extravasar todo o tesão acumulado. Continuamos assim com nossos encontros e entendemos que o que nos unia era o sexo, não queríamos ficar juntos como casal, mas sim saciar a vontade. Viramos uma espécie de amigos com benefícios, e aos poucos fomos intimando mais nesses roles, mais do que quando éramos casados.
Foi aí que essa relação deu uma virada. Certo dia, depois de uma deliciosa sessão de putaria, ela deitada no meu peito, começamos a conversar sobre o tempo que ficamos separados e o que perdemos de bom sexo. Aí rolou a seguinte conversa:
H: Me fala a verdade, no tempo que ficamos separados, você não deu pra outro?
L: Claro que não, porque a separação me afetou e, principalmente, a amamentação da menina me prejudicou muito. Você viu como eu fiquei esquelética, ninguém mais chegava perto de mim como antes.
Aí eu captei na hora a insinuação. Sei que talvez foi sem querer, mas me despertou a curiosidade e, por que não, o tesão de saber se ela tinha transado com mais alguém, quando éramos namorados ou até quando morávamos juntos.
H: Então, antes da gravidez, quando vários caras chegavam em você, principalmente no trabalho, você deu pra alguém?
L: Claro que não! Por quem você me toma?
H: Olha, acho que nossa relação nos permitiu ter ainda mais confiança do que antes. Não podemos ter ciúmes porque não somos um casal, e combinamos de, em algum momento, compartilhar nossas fantasias, aquelas que como marido e mulher talvez nunca tivemos. se tivéssemos revelado. E uma das minhas é te ver ou saber que você fez com outro, não importa se foi quando estávamos juntos. Vai, me conta os detalhes e prometo que não vai ouvir um único puxão de orelha meu.
L: Ok, vou contar. Lembra daquele fornecedor que vivia me chamando pra sair, e que quando contei que tinha casado, em vez de desistir, ele insistia ainda mais? E você disse que ia falar com ele, mas nunca fez, e agora entendo por quê — ela disse com um sorrisinho maroto —, acontece que numa das muitas vezes que você não foi me buscar por causa do seu trampo na época, ele me chamou de novo, só que naquele dia a gente tinha brigado, então aceitei ir tomar um café com ele. Achei que ele fosse se jogar em cima de mim, tentar me seduzir ou algo assim, mas não, foi cavalheiro e respeitoso. No fim, só pediu meu número e se podia me chamar de novo, e eu respondi que talvez.
O cara em questão se chama Rafael, na época era um homem já nos 40, alto, bem conservado, bonitão pra falar a verdade e tinha boa aparência, era agente de vendas e a imagem conta muito pros clientes. Resumindo, depois de muita conversa, chegou a parte interessante.
H: O que mais rolou? Você transou com ele?
L: Depois de ele insistir pra sairmos de novo, falei que não porque poderiam me ver e me causar problemas com você. Ele, muito esperto, me convidou pro apartamento que alugava quando vinha pra cidade. Com dúvidas, aceitei. Quando cheguei, me ofereceu uma taça de vinho e aceitei. Começamos a conversar sobre nossas vidas, ele me contou que era casado, mas a família dele morava em outra cidade, o filho mais velho tinha 18 anos. Até brinquei que ele poderia ser meu sogro, porque na época eu tinha 19 anos, a gente tinha acabado de casar. Mas com um sorriso safado, ele disse que seria uma tentação danada ter uma nora tão linda e gostosa como eu.
Eu, ansioso, perguntava quase desesperado.
H: E aí? De um gole só, tomei o vinho e pedi outra taça. O cara me serviu de boa e a gente continuou conversando. Agora sobre mim, ele começou a fazer perguntas bestas, até que chegou nas perguntas íntimas. Fiquei ainda mais nervosa, mas as três ou quatro taças de vinho que já tinha tomado me soltaram um pouco. Contei que a gente virou namorados enquanto você cursava a faculdade e eu o ensino médio, que você foi o primeiro homem na minha vida e que eu te amava e era feliz contigo porque você era o melhor. Ele me perguntou como eu podia saber se você era o melhor se nunca tinha ficado com mais ninguém. Ele tinha razão, não falei nada e baixei os olhos. Nisso, vi a virilha dele, com um volume bem evidente. Não sei se ele percebeu meu olhar ali, mas me pegou pelo queixo, olhou direto nos meus olhos e perguntou se eu não tinha curiosidade de ficar com outro homem pra ter uma conclusão definitiva. O olhar dele, o vinho e o momento me deixaram muito excitada, então só fechei os olhos e deixei ele fazer o que tinha que fazer. E, como eu imaginei, ele me beijou. Primeiro um beijo suave, que foi aumentando de intensidade aos poucos, até virar um beijo apaixonado. A gente praticamente se devorava, enquanto ele começou a me apalpar por cima da roupa. Naquela hora, eu parei. Falei que não era certo, que tinha que ir embora. Mesmo estando extremamente molhada, levantei e saí do apartamento dele.
H: Você realmente foi embora naquela hora?
L: Sim, foi assim que aconteceu. Você não tem motivo pra duvidar de mim.
Perguntei incrédulo e falei que se tinha que duvidar, porque eu sei que quando ela fica excitada é difícil se arrepender. Se eu sei disso! Além do mais, aquela combinação com vinho deixa ela puta de tesão. Então insisti pra ela me contar a verdade, mas não consegui. Então resolvi não insistir. O que importava naquele momento era aliviar a grande ereção que eu tinha. Então me joguei nela e comecei a beijá-la desesperadamente, tocando a buceta dela completamente molhada. Não tinha dúvida de que a história dela a tinha excitado.
H: Olha como você tá, a sua própria história também te deixou com tesão. E isso que você não me contou tudo.
Ela não disse nada, só fechou os olhos e aproveitou meus dedos na buceta dela e meus beijos nos peitos, que por sinal é um dos pontos fracos dela, quando chupo dando pequenas mordidas nos bicos duros, ela geme como se eu tivesse metendo e se solta completamente. Mas eu queria castigar ela por não ter me contado a verdade.
L: Já, Héctor, já enfia, eu preciso.
H: Não até você me contar tudo, e quero a verdade.
L: Não tem mais nada pra contar — ela se endireitou, olhando direto nos meus olhos — se não acredita em mim, melhor parar por aqui.
Sabia que ela tava mentindo, mas não quis que o momento acabasse.
H: Ok, acredito em você — continuei com as carícias pra esquentar ela de novo — que molhada você tá, quer que eu meta a pica, sua putinha? — ela adora quando falo palavras pesadas na hora do sexo.
L: Sim, enfia, me come!
H: Mas primeiro chupa, quero ver meu pau na sua boca e você olhando nos meus olhos.
Ela não fez questão de esperar e já se ajoelhou de quatro entre minhas pernas pra começar o oral, que ela também sabe fazer bem. Começou dando beijos na ponta, com a língua passando pelo tronco uma e outra vez até enfiar tudo na boca, e eu senti o calor dela, enquanto levantava o olhar pra me encarar, com um olhar cheio de tesão. Como adoro ver ela assim, e sei que também deixa ela com muito fogo. Ainda com a excitação da história dela, quis testar um jogo pra ver se ela colaborava.
H: Do que seu amigo perdeu, você faz tão bem, pena que ele não pôde aproveitar sua boquinha mamadora.
Ao ouvir o que eu disse, ela parou a chupada, mas não tirou o pau da boca, e com o olhar mostrou que claramente tava se perguntando qual era a intenção do meu comentário.
H: Acredito que não rolou nada — claro que não acreditei — mas não vai me negar que seu amigo te esquentou e que você teria adorado transar com ele, te conheço e sei que você deseja isso — ela continuava parada com meu pau na boca — então vamos brincar, imagina que Esse pau que você tem na boca é o dele.
Peguei ela pela cabeça e fiz ela continuar chupando, ela só fechou os olhos e seguiu com o trabalho dela, com ainda mais capricho, se é que isso era possível. Era fato: ela adorava o jogo. Depois de alguns minutos me fazendo ver estrelas com a habilidade oral dela, ela subiu em cima de mim pra montar no meu pau, que já tava doendo de tão duro.
L: Huuum!! – gemeu ao sentar de vez.
H: Cê gosta, sua puta? Era isso que você queria?
L: Siiiiim, eu te queria tanto, Rafa, precisava ter você dentro de mim.
H: Vai, rebola, me mostra do que cê é capaz, do jeito que cê faz com teu marido – eu falava, totalmente no personagem do amante da minha esposa.
L: É isso que cê quer? Vou te mostrar do que sou capaz.
Ela se virou em cima de mim, de costas, pegou meu pau com a mão, se inclinou pra frente e começou a brincar com ele na entrada da buceta dela. Eu não aguentava mais e deixei claro.
H: Vai, gostosa, se continuar assim, vou gozar.
L: Não, coração, cê parece um coroa que sabe se controlar e que vai me dar o que eu preciso até me deixar satisfeita – eu sabia que ela era muito fogosa na hora de transar, mas as respostas dela, pensando que era outro, me surpreendiam e me deixavam com mais tesão.
Ela se endireitou e se deixou cair no meu pau, soltou um gemido e começou a rebolar deliciosamente, do jeito que ela sabe: em círculos, pra frente e pra trás, pulando no meu pau. Putz, ela é fogo puro.
Quando o ritmo diminuiu por causa do cansaço, puxei ela pra perto de mim pra poder pegar nos peitos dela, que são o ponto fraco dela. Como eu disse, não são grandes, mas cabem bem na minha mão, e se eu beliscar os bicos dos peitos dela enquanto ela tem o pau dentro, é orgasmo na certa. E dessa vez não foi diferente.
H: Toma, sua puta casada, que adora transar enquanto o marido trabalha. Quem te vê, nem imagina que cê é tão puta.
Eu falava isso porque sabia que excitava ela, enquanto agora eu bombava de baixo pra cima com toda a força, beliscando os bicos dos peitos dela. Provocando uma deliciosa sinfonia de gemidos e frases. que de lembrar delas me acendem, pra terminar com um grande orgasmo que eu grito com toda minha força.
L: aaaaaahhhhh, sim Rafa, come essa puta casada que trai o marido com um coroa casado que fode gostoso pra caralho, aaaaaahhhhhhh.
L: Mais, buceta, mais, me come, enfia com força essa tua piroca que já vai vir, ahhhhhhhhh papiiiiiiiiiiii gostoso não paraaaaaa, aaaaaaaahhhhhhhhhhhh.
Quando ela terminou de gozar, tive que parar pra não gozar também, tinha que aproveitar ela na posição que mais gosto, mal tava se recuperando, deitei ela de bruços, e por trás dela, puxando ela pra mim pra que ela levantasse bem essa rabuda gostosa que ela tem, ela só se deixava fazer, não perdi nem um segundo e enfiei até o fundo.
H: Toma, rabuda, vou te deixar bem aberta pro teu marido saber que você anda de puta dando a bunda pra outros.
L: Aaahhh sim, pai, me castiga por ser puta, mas só contigo, com nenhum outro eu traí meu marido, me dá Rafa, como você me esquenta, buceta, me dá gostoso.
Plafff, dei um tapa numa das bundinhas gostosas dela.
L: Mmmmmmm sim, pai, delicioso.
Dei mais uns tapas, e ela só respondia com gemidos que me excitavam cada vez mais.
H: Vou gozar, putinha, vou gozar, onde você quer?
L: Dentro, pai, quero sentir dentro de mim, me dá tudo mmmm.
Mais uma vez não esperava a resposta, tava ciente que era um jogo, mas me perguntava se ela deixou ou deixaria o Rafael gozar dentro dela. São pensamentos que passam na velocidade da luz, e assim deixei eles irem e me preparei pra dar o que ela pedia.
H: Tomaaaaaaa, ahhhhhhhhhh.
L: Siiiii, que porra gostosa, deixa tudo, não tira.
E ela começou a mexer o quadril em círculos, com um ritmo que parecia que tava espremendo até a última gota do meu néctar.
Com meu pau ainda um pouco duro, dei uma última enfiada que arrancou um gemido gostoso dela.
L: aaaaaaaahhhhhhhhh, que gostoso você come, Rafita, amei. ser sua puta.
E ela se jogou na cama, eu fiz o mesmo, sem dúvida foi a melhor foda em muito, muito tempo. Tava exausto porque já tínhamos transado antes da conversa que desencadeou essa luxúria.
O que veio depois foi uma conversa que só vai entediar o leitor.
Essa história tem três partes, e como adiantamento posso dizer que ela me concedeu a fantasia de vê-la transando com outro. Se o leitor gostou e quer saber como termina, me avisem para continuar, aceito de boa recomendações para melhorar a escrita das minhas histórias. Valeu.
A da imagem não é ela, mas é muito parecida em corpo, rosto e cor de pele, caso queiram imaginá-la.
Bom, essa é uma história bem excitante que aconteceu comigo e minha ex-namorada. Só esclarecendo que essa história é 90% real e o resto é fantasia minha ou situações que imaginei pra dar um toque mais erótico possível pro leitor, embora as ações passionais tenham realmente acontecido e sejam a base dessa história. Vou começar nos descrevendo: me chamo Héctor, tenho 28 anos, sou professor num colégio público do centro do México, tenho 1,75 m de altura, um pouco encorpado sem ser gordo graças à prática quase diária de basquete, e longe de ser um galã, mas acho que não sou tão feio assim. Ela se chama Laura, é uma mina de 23 anos, foi mãe da minha filha aos 20, demorou mas conseguiu recuperar o corpo que tinha antes da gravidez e que me deixava louco. Ela é magra, tem 1,60 m, o rosto é de uma garota normal, embora pra mim seja bonitinha, cabelo preto liso na altura das costas, peitos médios que cresceram graças à maternidade, cintura fina e o maior atributo dela sempre foi a bunda: um par de nádegas firmes, bem desenhadas e empinadas, com um quadril que combina perfeitamente, que quando ela veste legging ou calça justa não tem homem que não vire pra olhar.
Agora sim, pra história que nos distrai: éramos um casal jovem com a firme convicção de formar uma família estável, ainda mais com a chegada da nossa filha. Porém, uma série de situações, principalmente financeiras, nos fez voltar cada um pra casa dos nossos pais. Por vergonha do fracasso financeiro, decidimos que o motivo oficial da separação seria uma traição minha, e isso trouxe o ódio da família dela. Resumindo, a separação não nos afastou também. Sentimentalmente, e dois anos depois, já com meu trabalho de professora e uma projeção melhor pro futuro, me aproximei dela e da minha filha de novo, mas com dúvidas sobre nós, dúvidas que ela também tinha e me deixou saber. Só convivia com minha filha e ninguém dizia ou fazia nada pra voltarmos a morar juntos, mas rolavam umas insinuações sexuais entre a gente, até que um dia ficamos sozinhos sem a nossa filha e acabamos num hotel com uma sessão de sexo sem freio, como se quisesse extravasar todo o tesão acumulado. Continuamos assim com nossos encontros e entendemos que o que nos unia era o sexo, não queríamos ficar juntos como casal, mas sim saciar a vontade. Viramos uma espécie de amigos com benefícios, e aos poucos fomos intimando mais nesses roles, mais do que quando éramos casados.
Foi aí que essa relação deu uma virada. Certo dia, depois de uma deliciosa sessão de putaria, ela deitada no meu peito, começamos a conversar sobre o tempo que ficamos separados e o que perdemos de bom sexo. Aí rolou a seguinte conversa:
H: Me fala a verdade, no tempo que ficamos separados, você não deu pra outro?
L: Claro que não, porque a separação me afetou e, principalmente, a amamentação da menina me prejudicou muito. Você viu como eu fiquei esquelética, ninguém mais chegava perto de mim como antes.
Aí eu captei na hora a insinuação. Sei que talvez foi sem querer, mas me despertou a curiosidade e, por que não, o tesão de saber se ela tinha transado com mais alguém, quando éramos namorados ou até quando morávamos juntos.
H: Então, antes da gravidez, quando vários caras chegavam em você, principalmente no trabalho, você deu pra alguém?
L: Claro que não! Por quem você me toma?
H: Olha, acho que nossa relação nos permitiu ter ainda mais confiança do que antes. Não podemos ter ciúmes porque não somos um casal, e combinamos de, em algum momento, compartilhar nossas fantasias, aquelas que como marido e mulher talvez nunca tivemos. se tivéssemos revelado. E uma das minhas é te ver ou saber que você fez com outro, não importa se foi quando estávamos juntos. Vai, me conta os detalhes e prometo que não vai ouvir um único puxão de orelha meu.
L: Ok, vou contar. Lembra daquele fornecedor que vivia me chamando pra sair, e que quando contei que tinha casado, em vez de desistir, ele insistia ainda mais? E você disse que ia falar com ele, mas nunca fez, e agora entendo por quê — ela disse com um sorrisinho maroto —, acontece que numa das muitas vezes que você não foi me buscar por causa do seu trampo na época, ele me chamou de novo, só que naquele dia a gente tinha brigado, então aceitei ir tomar um café com ele. Achei que ele fosse se jogar em cima de mim, tentar me seduzir ou algo assim, mas não, foi cavalheiro e respeitoso. No fim, só pediu meu número e se podia me chamar de novo, e eu respondi que talvez.
O cara em questão se chama Rafael, na época era um homem já nos 40, alto, bem conservado, bonitão pra falar a verdade e tinha boa aparência, era agente de vendas e a imagem conta muito pros clientes. Resumindo, depois de muita conversa, chegou a parte interessante.
H: O que mais rolou? Você transou com ele?
L: Depois de ele insistir pra sairmos de novo, falei que não porque poderiam me ver e me causar problemas com você. Ele, muito esperto, me convidou pro apartamento que alugava quando vinha pra cidade. Com dúvidas, aceitei. Quando cheguei, me ofereceu uma taça de vinho e aceitei. Começamos a conversar sobre nossas vidas, ele me contou que era casado, mas a família dele morava em outra cidade, o filho mais velho tinha 18 anos. Até brinquei que ele poderia ser meu sogro, porque na época eu tinha 19 anos, a gente tinha acabado de casar. Mas com um sorriso safado, ele disse que seria uma tentação danada ter uma nora tão linda e gostosa como eu.
Eu, ansioso, perguntava quase desesperado.
H: E aí? De um gole só, tomei o vinho e pedi outra taça. O cara me serviu de boa e a gente continuou conversando. Agora sobre mim, ele começou a fazer perguntas bestas, até que chegou nas perguntas íntimas. Fiquei ainda mais nervosa, mas as três ou quatro taças de vinho que já tinha tomado me soltaram um pouco. Contei que a gente virou namorados enquanto você cursava a faculdade e eu o ensino médio, que você foi o primeiro homem na minha vida e que eu te amava e era feliz contigo porque você era o melhor. Ele me perguntou como eu podia saber se você era o melhor se nunca tinha ficado com mais ninguém. Ele tinha razão, não falei nada e baixei os olhos. Nisso, vi a virilha dele, com um volume bem evidente. Não sei se ele percebeu meu olhar ali, mas me pegou pelo queixo, olhou direto nos meus olhos e perguntou se eu não tinha curiosidade de ficar com outro homem pra ter uma conclusão definitiva. O olhar dele, o vinho e o momento me deixaram muito excitada, então só fechei os olhos e deixei ele fazer o que tinha que fazer. E, como eu imaginei, ele me beijou. Primeiro um beijo suave, que foi aumentando de intensidade aos poucos, até virar um beijo apaixonado. A gente praticamente se devorava, enquanto ele começou a me apalpar por cima da roupa. Naquela hora, eu parei. Falei que não era certo, que tinha que ir embora. Mesmo estando extremamente molhada, levantei e saí do apartamento dele.
H: Você realmente foi embora naquela hora?
L: Sim, foi assim que aconteceu. Você não tem motivo pra duvidar de mim.
Perguntei incrédulo e falei que se tinha que duvidar, porque eu sei que quando ela fica excitada é difícil se arrepender. Se eu sei disso! Além do mais, aquela combinação com vinho deixa ela puta de tesão. Então insisti pra ela me contar a verdade, mas não consegui. Então resolvi não insistir. O que importava naquele momento era aliviar a grande ereção que eu tinha. Então me joguei nela e comecei a beijá-la desesperadamente, tocando a buceta dela completamente molhada. Não tinha dúvida de que a história dela a tinha excitado.
H: Olha como você tá, a sua própria história também te deixou com tesão. E isso que você não me contou tudo.
Ela não disse nada, só fechou os olhos e aproveitou meus dedos na buceta dela e meus beijos nos peitos, que por sinal é um dos pontos fracos dela, quando chupo dando pequenas mordidas nos bicos duros, ela geme como se eu tivesse metendo e se solta completamente. Mas eu queria castigar ela por não ter me contado a verdade.
L: Já, Héctor, já enfia, eu preciso.
H: Não até você me contar tudo, e quero a verdade.
L: Não tem mais nada pra contar — ela se endireitou, olhando direto nos meus olhos — se não acredita em mim, melhor parar por aqui.
Sabia que ela tava mentindo, mas não quis que o momento acabasse.
H: Ok, acredito em você — continuei com as carícias pra esquentar ela de novo — que molhada você tá, quer que eu meta a pica, sua putinha? — ela adora quando falo palavras pesadas na hora do sexo.
L: Sim, enfia, me come!
H: Mas primeiro chupa, quero ver meu pau na sua boca e você olhando nos meus olhos.
Ela não fez questão de esperar e já se ajoelhou de quatro entre minhas pernas pra começar o oral, que ela também sabe fazer bem. Começou dando beijos na ponta, com a língua passando pelo tronco uma e outra vez até enfiar tudo na boca, e eu senti o calor dela, enquanto levantava o olhar pra me encarar, com um olhar cheio de tesão. Como adoro ver ela assim, e sei que também deixa ela com muito fogo. Ainda com a excitação da história dela, quis testar um jogo pra ver se ela colaborava.
H: Do que seu amigo perdeu, você faz tão bem, pena que ele não pôde aproveitar sua boquinha mamadora.
Ao ouvir o que eu disse, ela parou a chupada, mas não tirou o pau da boca, e com o olhar mostrou que claramente tava se perguntando qual era a intenção do meu comentário.
H: Acredito que não rolou nada — claro que não acreditei — mas não vai me negar que seu amigo te esquentou e que você teria adorado transar com ele, te conheço e sei que você deseja isso — ela continuava parada com meu pau na boca — então vamos brincar, imagina que Esse pau que você tem na boca é o dele.
Peguei ela pela cabeça e fiz ela continuar chupando, ela só fechou os olhos e seguiu com o trabalho dela, com ainda mais capricho, se é que isso era possível. Era fato: ela adorava o jogo. Depois de alguns minutos me fazendo ver estrelas com a habilidade oral dela, ela subiu em cima de mim pra montar no meu pau, que já tava doendo de tão duro.
L: Huuum!! – gemeu ao sentar de vez.
H: Cê gosta, sua puta? Era isso que você queria?
L: Siiiiim, eu te queria tanto, Rafa, precisava ter você dentro de mim.
H: Vai, rebola, me mostra do que cê é capaz, do jeito que cê faz com teu marido – eu falava, totalmente no personagem do amante da minha esposa.
L: É isso que cê quer? Vou te mostrar do que sou capaz.
Ela se virou em cima de mim, de costas, pegou meu pau com a mão, se inclinou pra frente e começou a brincar com ele na entrada da buceta dela. Eu não aguentava mais e deixei claro.
H: Vai, gostosa, se continuar assim, vou gozar.
L: Não, coração, cê parece um coroa que sabe se controlar e que vai me dar o que eu preciso até me deixar satisfeita – eu sabia que ela era muito fogosa na hora de transar, mas as respostas dela, pensando que era outro, me surpreendiam e me deixavam com mais tesão.
Ela se endireitou e se deixou cair no meu pau, soltou um gemido e começou a rebolar deliciosamente, do jeito que ela sabe: em círculos, pra frente e pra trás, pulando no meu pau. Putz, ela é fogo puro.
Quando o ritmo diminuiu por causa do cansaço, puxei ela pra perto de mim pra poder pegar nos peitos dela, que são o ponto fraco dela. Como eu disse, não são grandes, mas cabem bem na minha mão, e se eu beliscar os bicos dos peitos dela enquanto ela tem o pau dentro, é orgasmo na certa. E dessa vez não foi diferente.
H: Toma, sua puta casada, que adora transar enquanto o marido trabalha. Quem te vê, nem imagina que cê é tão puta.
Eu falava isso porque sabia que excitava ela, enquanto agora eu bombava de baixo pra cima com toda a força, beliscando os bicos dos peitos dela. Provocando uma deliciosa sinfonia de gemidos e frases. que de lembrar delas me acendem, pra terminar com um grande orgasmo que eu grito com toda minha força.
L: aaaaaahhhhh, sim Rafa, come essa puta casada que trai o marido com um coroa casado que fode gostoso pra caralho, aaaaaahhhhhhh.
L: Mais, buceta, mais, me come, enfia com força essa tua piroca que já vai vir, ahhhhhhhhh papiiiiiiiiiiii gostoso não paraaaaaa, aaaaaaaahhhhhhhhhhhh.
Quando ela terminou de gozar, tive que parar pra não gozar também, tinha que aproveitar ela na posição que mais gosto, mal tava se recuperando, deitei ela de bruços, e por trás dela, puxando ela pra mim pra que ela levantasse bem essa rabuda gostosa que ela tem, ela só se deixava fazer, não perdi nem um segundo e enfiei até o fundo.
H: Toma, rabuda, vou te deixar bem aberta pro teu marido saber que você anda de puta dando a bunda pra outros.
L: Aaahhh sim, pai, me castiga por ser puta, mas só contigo, com nenhum outro eu traí meu marido, me dá Rafa, como você me esquenta, buceta, me dá gostoso.
Plafff, dei um tapa numa das bundinhas gostosas dela.
L: Mmmmmmm sim, pai, delicioso.
Dei mais uns tapas, e ela só respondia com gemidos que me excitavam cada vez mais.
H: Vou gozar, putinha, vou gozar, onde você quer?
L: Dentro, pai, quero sentir dentro de mim, me dá tudo mmmm.
Mais uma vez não esperava a resposta, tava ciente que era um jogo, mas me perguntava se ela deixou ou deixaria o Rafael gozar dentro dela. São pensamentos que passam na velocidade da luz, e assim deixei eles irem e me preparei pra dar o que ela pedia.
H: Tomaaaaaaa, ahhhhhhhhhh.
L: Siiiii, que porra gostosa, deixa tudo, não tira.
E ela começou a mexer o quadril em círculos, com um ritmo que parecia que tava espremendo até a última gota do meu néctar.
Com meu pau ainda um pouco duro, dei uma última enfiada que arrancou um gemido gostoso dela.
L: aaaaaaaahhhhhhhhh, que gostoso você come, Rafita, amei. ser sua puta.
E ela se jogou na cama, eu fiz o mesmo, sem dúvida foi a melhor foda em muito, muito tempo. Tava exausto porque já tínhamos transado antes da conversa que desencadeou essa luxúria.
O que veio depois foi uma conversa que só vai entediar o leitor.
Essa história tem três partes, e como adiantamento posso dizer que ela me concedeu a fantasia de vê-la transando com outro. Se o leitor gostou e quer saber como termina, me avisem para continuar, aceito de boa recomendações para melhorar a escrita das minhas histórias. Valeu.
A da imagem não é ela, mas é muito parecida em corpo, rosto e cor de pele, caso queiram imaginá-la.
2 comentários - Minha ex, primeira parte