Passaram menos de 15 dias e eu ainda tinha a lembrança fresca da Natalia na minha maca, quando vou pro meu consultório de terça-feira passo pela minha secretária e ela me entrega a lista de pacientes e os papéis e receitas que tenho que fazer. O primeiro da lista de biópsias era "Natalia". Senti aquelas borboletas no estômago que com os anos vão descendo pra outras partes, e li o resultado inteiro. Escrevi pra ela na hora e falei: "Oi Natalia, já saiu seu exame, quando puder passar aqui pra eu te entregar." Ela não respondia. Fiquei indignado e tive que começar o atendimento, um dia daqueles tediosos com histórias monótonas e chatas, e a cada 5 minutos olhava meu WhatsApp pra ver a resposta. Depois, não queria parecer desesperado, então esperei. Quando já tinha perdido a esperança, chega a mensagem que eu tava esperando: "Oi doc!!! Que ótimo, eu tenho a ultrassom e o resultado dos exames, posso passar hoje? Minha sogra tá em casa, então pode ficar com os meninos e eu consigo ir..."
Acho que a paciente que tava na minha frente percebeu minha cara de idiota quando li a mensagem na tela do computador (era WhatsApp web). Respondi: "Tenho um buraco às 19:30, vem sem medo." Ela respondeu: "Perfeito, estarei lá."
Me apressei pra terminar a consulta rápido e ficar livre naquela hora. Juntei todos os papéis, arrumei o consultório, levei todas as coisas pra secretária que normalmente passa pra pegar depois da última paciente. Me despedi e falei que ia ficar no consultório terminando os prontuários. Falei pra Natalia passar direto pro consultório, que era só entrar.
Deu 19:30 e eu tava pronto no consultório, tinha ido me lavar um pouco. E tinha uns preservativos, era o momento esperado. Embora confesse que o que mais me pegava era sentir aquele nervoso que não sentia desde a adolescência. Tenho 37 anos e a verdade é que já vivi de tudo um pouco, mas isso era voltar a sentir aquela adrenalina.
Bateram na porta e eu falei: "Pode entrar!" Obviamente me prossegui em direção ao idiota como se não estivesse esperando por ela desde o dia em que me despedi com aquele beijo no canto da boca dela. Ela passou e entrou com aquele sorriso que iluminava meu consultório, e eu disse: "Oii, uhh já são 19:30, entra, senta aí." Comecei a procurar o resultado e ela dizia: "Que lindo que está aqui, está um calor horrível lá fora." Eu falei: "É, tá muito quente esses dias. Bom, e me conta como estão suas coisas? Seus filhos? Sua mãe? .. seu marido?" Ela respondeu: "Todos bem, meu marido a mesma coisa de sempre, esse aí acho que não muda." "É, a vida é assim, Nati", falei com um ar de compreensão, "mas você é muito jovem e gostosa, não tem por que ficar amargurada." Ela sorriu daquele jeito que me encantava, fechava os olhinhos quando ria, com uma mistura de vergonha e inocência. Entreguei os resultados do papanicolau dela e ela me entregou as ecografias. Falei: "Está tudo perfeito, então se cuida, porque você está uma delícia pra engravidar de novo." Ela respondeu: "Nem louca, não quero outra gravidez. Além do mais, foi do Espírito Santo, faz um tempão que não transo com meu marido, não tenho vontade." Eu precisava falar algo na hora, era minha chance, e saiu: "Uhhhh... É, a verdade é que fui um baita idiota. O que eu disse, era um adolescente perto dessa mulher, não sei o que me dava." Mas ela salvou a situação e disse: "A última vez que transei foi com você, bom, com seus dedos..."
Aí o sorriso sumiu do rosto dela e eu vi uma puta, perfeita, astuta e sedenta. Levantei da minha cadeira e dei um beijo nela como se não houvesse amanhã, daqueles beijos que cortam a respiração, que você precisa se desgrudar pra tomar um fôlego e continuar. Senti a respiração dela aumentar, ficar mais rápida. Fui até a porta e tranquei. Peguei na mão dela e levantei da cadeira. Eu sentei e comecei a acariciar ela por trás, enfiei a mão por baixo do vestido dela e subi devagar desde os pés, passando por aquela bunda que me deixava louco, até as costas dela. Ela tremia e gemia só com minhas mãos. Comecei a descer agora até encontrar a calcinha fio dental dela, levantei o vestido dela completamente e puxei ela pra mim, a bunda dela ficava quase na altura do meu rosto, não podia acreditar que tinha meu objeto de desejo na minha cara, só pra mim finalmente. Dei muitos beijos e lambi primeiro, até puxar a calcinha dela pra baixo, e enfiei meu nariz entre as nádegas dela, procurando desesperadamente o cuzinho dela. Era perfeito, rosado, apertado e virgem. Beijei muito, roçava com minha língua e umedecia com minha saliva. Ela só gemia e se arrepiada. Continuei assim por um tempo e podia ver como a buceta rosada dela estava encharcada, escorrendo pelo interior das coxas dela.
Continuei chupando aquele cuzinho lindo, e comecei a meter 2 dedos naquela buceta faminta e molhada, estava quentinha e linda. Os gemidos dela ficavam mais profundos, às vezes eram gritos. Eu adorava e me excitava a ideia de sermos descobertos. Continuei mais um tempo assim e encontrei aquele ponto exato onde as mulheres gostam de ser tocadas de forma firme e constante ao mesmo tempo, o tal ponto G. Quando estimulei ali, as pernas dela começaram a fraquejar e os gemidos viraram gritos. Me levantei, abaixei minha calça e a cueca que estava encharcada, e tirei meu pau. Coloquei entre as nádegas dela pra sentir minha ereção, o que ela causava em mim. Ela se virou e me sentou, e me deu um boquete espetacular. Não tinha percebido como o rosto daquela garota quase inocente que entrou no consultório tinha se transformado, agora era uma gata insaciável, sedenta pela porra de um macho. Ela chupava meu pau até as bolas, engolia tudo como uma expert até ter ânsia, eu adorava, ela tirava só pra sorrir.
Peguei ela pela mão e coloquei de pé enquanto terminava de despir ela, tirei o sutiã e soltei aqueles peitos enormes com auréolas grandes e rosadas. Ela ainda amamentava os filhos de 6 meses, então saía um pouco de leite se eu chupasse, e ela me disse: "Quando eu fico com tesão também sai leite", e realmente estava encharcada. Não aguentei a tentação e voltei a ser um bebê por um tempo. Era delicioso ver como ela gostava e ver ela chupando meus peitos. Falei pra ela: "Quando você amamentar seus filhos, vai lembrar de mim." Ela sorriu de novo, meio envergonhada.
Levei ela até minha maca e deitei ela de costas. Era hora de comer aquela buceta encharcada, não podia perder mais tempo. Queria devorar aquela buceta e tomar todo o seu mel. Foi assim que, de imediato, minha cabeça se perdeu entre as pernas dela. Ela me puxou pelo cabelo e dizia: "Ai, doutor, siiiim, continua, continua, não para, por favor, que bem que chupa, doutor, pelo amor de Deus." Isso me deixava ainda mais duro. Encontrei o ritmo e a intensidade que a enlouqueciam, então continuei assim por mais um tempo. Enfiei 2 dedos primeiro e depois 3 na buceta dela, para estimular o ponto G. Quando senti que ela ia explodir, tirava os dedos rápido para estimular a saída, várias vezes, até que ela teve um gozo espetacular. Ela se contorcia na maca, não sabia o que tinha acontecido, era a primeira vez dela terminando daquele jeito. Ela me pediu desculpas, achando que tinha mijado na minha cara. Falei que não, que não se preocupasse, que aproveitasse, que não era urina. Ela não fazia ideia do que tinha acontecido. Meu pau estava muito duro e encharcado. Peguei um preservativo, coloquei e comecei a meter, de um jeito que continuava estimulando ela. Natália achava que ia morrer. Adoro levar a pessoa até esse ponto, curtir esse momento, é mágico.
Quando estava pronto pra gozar, tirei e fui até o rosto dela. Tirei a camisinha e enfiei na boca dela. Ela chupou sedenta por leite. Disse: "Me dá, me dá tudo." Foi assim. Senti encher a boca dela com meus jatos de porra. Pensei que fosse cuspir, mas não. Como uma boa putinha, limpou bem meu pau, até a última gota. Ficou exausta. Dei um beijo carinhoso no final e acariciei o rosto dela. Ela pegou minha mão, beijou e disse: "Definitivamente, o senhor é um divino, é o melhor."
E desde então... A Natalia vai toda primeira terça-feira do mês, às 19:30, buscar a receita dos remédios dela, e se sentir viva por um instante.
Acho que a paciente que tava na minha frente percebeu minha cara de idiota quando li a mensagem na tela do computador (era WhatsApp web). Respondi: "Tenho um buraco às 19:30, vem sem medo." Ela respondeu: "Perfeito, estarei lá."
Me apressei pra terminar a consulta rápido e ficar livre naquela hora. Juntei todos os papéis, arrumei o consultório, levei todas as coisas pra secretária que normalmente passa pra pegar depois da última paciente. Me despedi e falei que ia ficar no consultório terminando os prontuários. Falei pra Natalia passar direto pro consultório, que era só entrar.
Deu 19:30 e eu tava pronto no consultório, tinha ido me lavar um pouco. E tinha uns preservativos, era o momento esperado. Embora confesse que o que mais me pegava era sentir aquele nervoso que não sentia desde a adolescência. Tenho 37 anos e a verdade é que já vivi de tudo um pouco, mas isso era voltar a sentir aquela adrenalina.
Bateram na porta e eu falei: "Pode entrar!" Obviamente me prossegui em direção ao idiota como se não estivesse esperando por ela desde o dia em que me despedi com aquele beijo no canto da boca dela. Ela passou e entrou com aquele sorriso que iluminava meu consultório, e eu disse: "Oii, uhh já são 19:30, entra, senta aí." Comecei a procurar o resultado e ela dizia: "Que lindo que está aqui, está um calor horrível lá fora." Eu falei: "É, tá muito quente esses dias. Bom, e me conta como estão suas coisas? Seus filhos? Sua mãe? .. seu marido?" Ela respondeu: "Todos bem, meu marido a mesma coisa de sempre, esse aí acho que não muda." "É, a vida é assim, Nati", falei com um ar de compreensão, "mas você é muito jovem e gostosa, não tem por que ficar amargurada." Ela sorriu daquele jeito que me encantava, fechava os olhinhos quando ria, com uma mistura de vergonha e inocência. Entreguei os resultados do papanicolau dela e ela me entregou as ecografias. Falei: "Está tudo perfeito, então se cuida, porque você está uma delícia pra engravidar de novo." Ela respondeu: "Nem louca, não quero outra gravidez. Além do mais, foi do Espírito Santo, faz um tempão que não transo com meu marido, não tenho vontade." Eu precisava falar algo na hora, era minha chance, e saiu: "Uhhhh... É, a verdade é que fui um baita idiota. O que eu disse, era um adolescente perto dessa mulher, não sei o que me dava." Mas ela salvou a situação e disse: "A última vez que transei foi com você, bom, com seus dedos..."
Aí o sorriso sumiu do rosto dela e eu vi uma puta, perfeita, astuta e sedenta. Levantei da minha cadeira e dei um beijo nela como se não houvesse amanhã, daqueles beijos que cortam a respiração, que você precisa se desgrudar pra tomar um fôlego e continuar. Senti a respiração dela aumentar, ficar mais rápida. Fui até a porta e tranquei. Peguei na mão dela e levantei da cadeira. Eu sentei e comecei a acariciar ela por trás, enfiei a mão por baixo do vestido dela e subi devagar desde os pés, passando por aquela bunda que me deixava louco, até as costas dela. Ela tremia e gemia só com minhas mãos. Comecei a descer agora até encontrar a calcinha fio dental dela, levantei o vestido dela completamente e puxei ela pra mim, a bunda dela ficava quase na altura do meu rosto, não podia acreditar que tinha meu objeto de desejo na minha cara, só pra mim finalmente. Dei muitos beijos e lambi primeiro, até puxar a calcinha dela pra baixo, e enfiei meu nariz entre as nádegas dela, procurando desesperadamente o cuzinho dela. Era perfeito, rosado, apertado e virgem. Beijei muito, roçava com minha língua e umedecia com minha saliva. Ela só gemia e se arrepiada. Continuei assim por um tempo e podia ver como a buceta rosada dela estava encharcada, escorrendo pelo interior das coxas dela.
Continuei chupando aquele cuzinho lindo, e comecei a meter 2 dedos naquela buceta faminta e molhada, estava quentinha e linda. Os gemidos dela ficavam mais profundos, às vezes eram gritos. Eu adorava e me excitava a ideia de sermos descobertos. Continuei mais um tempo assim e encontrei aquele ponto exato onde as mulheres gostam de ser tocadas de forma firme e constante ao mesmo tempo, o tal ponto G. Quando estimulei ali, as pernas dela começaram a fraquejar e os gemidos viraram gritos. Me levantei, abaixei minha calça e a cueca que estava encharcada, e tirei meu pau. Coloquei entre as nádegas dela pra sentir minha ereção, o que ela causava em mim. Ela se virou e me sentou, e me deu um boquete espetacular. Não tinha percebido como o rosto daquela garota quase inocente que entrou no consultório tinha se transformado, agora era uma gata insaciável, sedenta pela porra de um macho. Ela chupava meu pau até as bolas, engolia tudo como uma expert até ter ânsia, eu adorava, ela tirava só pra sorrir.
Peguei ela pela mão e coloquei de pé enquanto terminava de despir ela, tirei o sutiã e soltei aqueles peitos enormes com auréolas grandes e rosadas. Ela ainda amamentava os filhos de 6 meses, então saía um pouco de leite se eu chupasse, e ela me disse: "Quando eu fico com tesão também sai leite", e realmente estava encharcada. Não aguentei a tentação e voltei a ser um bebê por um tempo. Era delicioso ver como ela gostava e ver ela chupando meus peitos. Falei pra ela: "Quando você amamentar seus filhos, vai lembrar de mim." Ela sorriu de novo, meio envergonhada.
Levei ela até minha maca e deitei ela de costas. Era hora de comer aquela buceta encharcada, não podia perder mais tempo. Queria devorar aquela buceta e tomar todo o seu mel. Foi assim que, de imediato, minha cabeça se perdeu entre as pernas dela. Ela me puxou pelo cabelo e dizia: "Ai, doutor, siiiim, continua, continua, não para, por favor, que bem que chupa, doutor, pelo amor de Deus." Isso me deixava ainda mais duro. Encontrei o ritmo e a intensidade que a enlouqueciam, então continuei assim por mais um tempo. Enfiei 2 dedos primeiro e depois 3 na buceta dela, para estimular o ponto G. Quando senti que ela ia explodir, tirava os dedos rápido para estimular a saída, várias vezes, até que ela teve um gozo espetacular. Ela se contorcia na maca, não sabia o que tinha acontecido, era a primeira vez dela terminando daquele jeito. Ela me pediu desculpas, achando que tinha mijado na minha cara. Falei que não, que não se preocupasse, que aproveitasse, que não era urina. Ela não fazia ideia do que tinha acontecido. Meu pau estava muito duro e encharcado. Peguei um preservativo, coloquei e comecei a meter, de um jeito que continuava estimulando ela. Natália achava que ia morrer. Adoro levar a pessoa até esse ponto, curtir esse momento, é mágico.
Quando estava pronto pra gozar, tirei e fui até o rosto dela. Tirei a camisinha e enfiei na boca dela. Ela chupou sedenta por leite. Disse: "Me dá, me dá tudo." Foi assim. Senti encher a boca dela com meus jatos de porra. Pensei que fosse cuspir, mas não. Como uma boa putinha, limpou bem meu pau, até a última gota. Ficou exausta. Dei um beijo carinhoso no final e acariciei o rosto dela. Ela pegou minha mão, beijou e disse: "Definitivamente, o senhor é um divino, é o melhor."
E desde então... A Natalia vai toda primeira terça-feira do mês, às 19:30, buscar a receita dos remédios dela, e se sentir viva por um instante.
4 comentários - Consultório Íntimo, Capítulo 3, Final