Antes de tudo, muito obrigado por comentar, deixar pontos assim incentiva essa saga de contos. Aqui vai o link do primeiro cap pra quem não tá por dentro do fio dessa história de incesto.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3010847/El-secreto-de-mama-la-abogada-Cap-2.html
Enquanto eu estava deitado na cama, pensava, só pensava em como avançar com a minha mãe, com o medo constante da rejeição, de destruir nossa relação familiar por um instinto que parecia que só eu tinha. Naquela mesma noite, por volta das 3 da manhã, sem conseguir dormir, resolvi navegar na internet. Entrei em alguns blogs de incesto, mas dessa vez não era para me tocar, e sim para entender como isso funcionava. Consegui encontrar alguns relatos que diziam ser reais, de vários "filhos" que tinham conseguido estabelecer relações de amantes com suas mães, mas com cada um que tentei contato, não deu certo, não obtive resposta. Num desses sites, apareceu de novo uma propaganda chata de um comprimido de virilidade, etc., mais uma daquelas que prometiam até o impensável só para você clicar. Depois de mais um tempo no PC, resolvi ir para a cama. Algo naquele anúncio tinha chamado minha atenção, mas eu ainda não sabia por quê, até que a ideia veio à cabeça: "É ISSO, PÍLULAS, eu poderia sedar a minha mãe para finalmente ter uma primeira aproximação com ela." Só de pensar na situação, fiquei excitado. Saber que poderia tê-la à minha mercê para o que fosse. Naquele momento, lembrei que a mãe de um amigo tomava uns comprimidos para as dores de cabeça que a atormentavam há anos. Depois de 20 minutos de tomar, ela caía na cama, o que permitia que ela tivesse um descanso confortável.
Pra minha sorte, não foi difícil convencer o Maxi a me vender um par delas. Usei a desculpa de que ia usar como calmante pra uma lesão no futebol. Ele até falou que era exagero, que tava arriscando minha saúde me automedicando, mas topou na hora quando viu os 800 conto. Em troca, me entregou seis comprimidos.
Naquela mesma noite, voltei pra casa todo empolgado. Minha mãe, como quase sempre, tava trancada no escritório, com a mesma roupa formal que usava no tribunal quase todo santo dia. A única diferença é que ela tinha tirado os saltos e desabotoado dois botões da camisa. Isso já foi o suficiente pra minha cabeça viajar no sutiã dela, nos peitinhos dela com os bicos que, mesmo assim, marcavam por baixo do corpete, e que tavam cada vez mais perto de serem meus.
Pra minha desgraça, naquela mesma noite, minha mãe não fez nada além de ir dormir cedo. Passei os dias seguintes planejando esconder o comprimido triturado em alguma bebida, mas toda vez que a situação aparecia, por algum motivo, algo dentro de mim não me deixava fazer isso. Fiquei uns dias brigando com meu inconsciente até que chegou a quinta-feira. Minha mãe começou o dia cancelando todos os compromissos de trabalho porque estava se sentindo no limite de uma gripe. Ela não podia se dar ao luxo de ficar tanto tempo longe dos clientes, então preferiu prevenir. Naquele dia, trabalharia de casa. Sem dar muita importância, segui minha rotina como qualquer outro dia, quando perto do meio-dia recebi uma mensagem da minha mãe, perguntando se eu não podia passar numa dietética pra comprar umas ervas que a amiga dela, Sandra, tinha recomendado, que supostamente descongestionavam o peito. Não acredito muito nessas coisas, mas sem mais, à noite passei pra comprá-las a caminho de casa. Quando cheguei, encontrei minha mãe de roupão vendo TV. Quando ela se levantou pra me cumprimentar, o roupão abriu com o movimento, e pude ver que por baixo ela só estava de lingerie. Ela puxa conversa:
Valeu, Mateu, por comprar as ervas pra mim. Acabei de sair do banho pra ver se melhoro um pouco. Agora vou deitar.
—Fala, mãe, tranquilo se eu ficar de passagem. Precisa de mais alguma coisa..?
-É, acho que não vou jantar hoje, mas cê não me levaria um chá na cama com o que te mandei comprar..?
Sinceramente, eu nem tinha prestado atenção no que ela tinha me falado, tava hipnotizado pelo contorno daqueles peitos que apareciam. Fui pro meu quarto um tempo pra estudar umas anotações quando ouvi um grito vindo do outro quarto: "MATEO, NÃO ESQUECE DO CHÁ!" Aí lembrei do que minha mãe tinha me falado um pouco antes. Ao mesmo tempo, o WhatsApp começa a tocar sem parar, era um grupo da faculdade passando o conteúdo da próxima prova, etc. Fui pra galeria do meu celular e foi aí que, sem querer, vi de novo as imagens que eu tinha enviado pra mim mesmo do celular da minha mãe. Ver de novo como ela tava molhada e como levava os fluidos pra boca me deixou de pau duro.
Foi aí que pensei que era minha chance, a tesão me cegava, não conseguia vê-la como minha mãe, só via como uma MILF que eu morria de vontade de comer. Então decidi que ia picar os comprimidos que comprei do Maxi pra disfarçar com o gosto do chá. Na cozinha, comecei os preparativos, decidi que por precaução usaria só metade de um comprimido, me certifiquei de que a água tava bem quente pra dissolver tudo direitinho. Depois de preparar o chá de "Ervas", levei numa bandeja pra mãe na cama. Foi aí que ela agradeceu e disse:
—Que sabor estranho, é horrível esse chá, forte, mas segundo a Sandra é mágico.
— Devem ser as ervas, mãe. Além disso, tem pouco açúcar. Tenta descansar.
Pareceu uma eternidade, eu só ficava olhando as horas a cada instante, com um ponteiro que parecia nunca avançar até que, finalmente, depois daqueles 20 minutos, tentei criar coragem pra entrar de novo no quarto. Decidi primeiro bancar o desentendido e ir pegar a bandeja, foi quando soltei um "Mãe, tá acordada?" sem receber resposta nenhuma. Aí intervim de novo, tocando no ombro dela, mas ainda nada — tudo estava indo espetacular.
Eu tava tão excitado que não sabia por onde começar. Pela primeira vez, teria aquela pedaço de puta que eu chamava de "mãe" à minha disposição, aquela que tantas vezes tinha se masturbado em silêncio naquela mesma cama. Como contei, ela se deitou só de calcinha e sutiã, um conjunto preto combinando, nada fora do normal. Ela tava de bruços. Primeiro, me assegurei de novo de que ela tava num transe completo. Dessa vez, mais arriscado pela situação, confirmei batendo com meu pau ereto no rosto dela — uns tapinhas leves que ela nunca reagiu. Depois disso, cego pelo tesão, peguei ela pelas bochechas com a mão esquerda enquanto, com a direita, enfiava meu pau na boca dela. Dava pra sentir aquela saliva na minha glande, tava me deixando louco. Assim, fodi a boca dela por um bom tempo — ninguém nem nada me apressava. Agora, com as duas mãos na nuca dela, puxando ela pro meu pau, primeiro devagar, depois com um pouco mais de ritmo, até terminar com uma garganta profunda que me fez tirar o pau rapidinho pra não gozar de tanta excitação.
aí fui e tirei a roupa dela pra ver aquela vista perfeita, ela tava deitada nas pernas da minha mãe, com o pau duro pra fora da calça e aquele cu virgem na minha frente, era isso que sempre me deixava com tesão durante tantas punhetas. aí comecei a me tocar devagar, subindo e descendo a mão no meu pau ereto enquanto olhava pra aquilo, claro que não rolou nada até eu decidir tirar a calcinha dela de lado. tive uma visão em close do cu fechado/alisado dela e um pedaço da buceta dela bem cuidada mas sem depilar, com a quantidade certa de pelos pra dar pra ver tudo. não me segurei mais, então decidi começar pelo cu dela, levei o dedão na boca e cuspi pra lubrificar, fui o primeiro a entrar naquele cu, incrivelmente apertado, exatamente como eu imaginava. não aguentei de tesão enquanto me masturbava e soltei vários jatos de porra direto nas nádegas dela, ainda com o pau duro/banhado em fluidos, decidi meter na buceta dela até o pau amolecer. até hoje não encontrei satisfação maior do que encher a minha velha de porra, enquanto eu me mexia meu pau começou a endurecer de novo mas como só tinha dado meia pílula pra ela, não sabia quanto tempo o efeito ia durar, então não quis arriscar. mesmo com a nova ereção, arrumei a roupa da mamãe, sai correndo pro banheiro e voltei com papel pra limpar ela, o que me deixou ainda mais excitado. tentei deixar tudo como ela lembrava e fui descansar, coisa que nem preciso dizer que foi impossível por causa da adrenalina do que aconteceu, aliás naquela mesma noite bati mais uma punheta lembrando do que rolou.

Depois de um tempo, decido me aproximar da porta do quarto. Aí pude perceber que ela ainda estava dormindo, mas agora tinha mudado de posição: estava abraçando o travesseiro. Na manhã seguinte, levanto pra tomar café quando cruzo com minha mãe, já pronta pra sair pro trabalho. Aí pergunto:
—E aí, se sentiu melhor, mãe?
— Você não sabe, devo tudo pra Sandra, esse remédio é mágico, além disso dormi como há muito tempo não conseguia.
-Genial, você se safou!
Ao que se despede de mim com um beijo inocente na bochecha, não pude evitar dar um sorriso que saiu do fundo do meu peito. Tudo estava indo ainda melhor do que eu esperava. Quem diria que aquela profissional, mãe de família, respeitada por todo o bairro, ia ser uma puta insaciável que se divertia com o vibrador dela. Mais ainda, quem diria que era a submissa que o próprio filho enchia de porra.segredo que para o meu tesão até ela desconhecia... ou pelo menos por enquanto.
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5 comentários - O segredo da mamãe, a advogada. Cap 3