Minha prima e eu parte 3

Bom, essa é a parte 3 desse post. Minha prima não deixa eu tirar foto dela, mas quando ela descuidar, eu mostro pra vocês. Vou deixar vocês com o post, sem mais enrolação:
Tudo começou numa tarde de primavera. A família toda estava no sítio, curtindo um dia lindo, comendo, tomando cerveja, etc. — a típica reunião de família.Minha prima insistiu pra gente subir numa roda-gigante antiga, de onde dava pra ver a cidade inteira.Ficamos um tempão lá e nos beijamos com paixão. O clima esquentou de vez e minha prima queria fazer ali em cima.
Eu falei que não tinha camisinha e que ainda estávamos no topo da roda-gigante, podíamos cair e morrer.
— Que covarde você é, priminho! — ela diz. — A roda-gigante é estável, não vamos cair.
O barulho que a cabine fazia, aberta em cima, não era nada bom e não passava confiança nenhuma na estabilidade, além de estar toda enferrujada.
Ela sobe em cima de mim e se esfrega.
— Olha, já te falei que não trouxe camisinha.
— Mas eu trouxe, olha. E me mostrou uma camisinha texturizada. — Olha, diz ela, para estimulação total do homem e da mulher. Assim a gente goza mais, priminho.
— Não tô seguro de fazer aqui. Isso é instável demais.
— Melhor com o balanço. Ela tira meu pau e me chupa mais devagar que das outras vezes. Ela se delicia em cada chupada e logo fico duro.
Ela continua me chupando e eu gozo na boca dela rapidinho. Ela se lambe toda, igual uma putinha. Peço pra fazer algo nela.
Chupo a buceta dela como nunca fiz, e ela continua com meu gozo na boca. Fica louca enquanto eu como ela. Os sucos dela escorrem pelo meu rosto e a gente geme como dois animais no cio. A cabine balançava de um lado pro outro e depois de um tempo estabiliza, e minha prima fode e coloca a camisinha texturizada e enfia meu pau, e a gente começa a transar meio vestidos como estamos.
A camisinha faz efeito e me dá muito prazer, minha prima geme como uma louca, embora não fale nada, nem primo nem nada. Continuamos assim por um bom tempo, com minha prima me montando como uma doida, e então ela sai e fica de costas, do jeito que sabe que eu gosto, e eu inclino ela pra frente.
Um ventinho começa a soprar no meu rosto e naquele instante eu gozo forte. Aaaaaaahhhh!
Enquanto minha prima continua me fodendo, porque a camisinha tá deixando ela louca. Depois de meia hora ela goza e eu tô exausto.
— Primo, ufff, vamos fazer sempre com camisinha texturizada. hahaha.
- Você tá louca, vamos descer daqui.

A roda-gigante tem um mecanismo que ainda funciona e nos desce devagar, mas chegamos lá embaixo. Minha prima insistiu em passar a tarde ali e transar em todos os brinquedos que desse. O próximo é o polvo, uma atração que funcionava como um polvo com tentáculos que giravam em volta de si mesmos. Parecia menos perigoso que a roda-gigante, à primeira vista, e minha priminha começou a subir. Embora a vista da bunda dela subindo fosse muito gostosa, eu não me sentia com energia pra outro round.

Logo estávamos lá em cima e minha prima, tão tarada quanto antes, começa a fazer carinhos em mim e um striptease insinuante. Mesmo assim, eu continuava mole, meu pau não subia e logo ela cansou de dançar.

- Ei, primo, o que foi? Já não te excito mais?
- Claro que sim, Lucia. Você me excita pra caralho e agora somos namorados.
- Então anima, sou toda sua.

Eu abraço ela forte e beijo na boca, ela me beija atrás das orelhas e eu começo a reagir. Tiro a blusa dela e o sutiã e chupo os peitos dela. Primeiro um, depois o outro, alternando. Ela já tava muito molhada e eu também, com uma ereção que ia estourar minha calça, quando percebi que não tínhamos mais camisinhas.

Falei pra ela, mas não parecia se importar, tava tão tesuda que não ligava. Mas eu ligava, não queria ser pai tão cedo e tão novo. Já tínhamos transado várias vezes sem camisinha, mas dessa vez podia engravidar ela.

Ela continuava insistindo em fazer e me disse pra gente gozar fora.
- Como? Você sabe que gozar fora não adianta nada, né?
- Ah, mas agora tô igual uma puta no cio. Vamos tentar algo novo, ela fala. Sexo anal.
- Comoooo? Você já me propôs uma vez e eu não quis.
- Vai, gostoso, não me deixa assim, que você me deixa louca. Agora não pode me deixar na mão. Olha, minha bunda é toda sua.

Ela tira a calça e a calcinha e coloca a bunda na minha cara, abre as nádegas e me mostra o cuzinho. — Olha, ela tá te chamando: cê tá ouvindo?
— Kkkkk, comecei a rir, naquela posição ficou meio ridículo, mas depois pensei: por que não? Soltei meu pau e, com uma cuspida no dedo, enfiei no cu dela e comecei a dilatar.
Meu pau tava ardendo e depois de um tempo ela já tava pronta. Lambi meu pau também e me preparei pra penetrar.
Fui devagar, minha cabeça entrava fácil, mas o resto doeu nela.
— Aaaai.
— Viu? Tá doendo, vamos parar.
— Não, primo, continua devagar, por favor.
Ela me olhou com uma cara que eu não resisti e fiz o que ela pediu. Daí a pouco o cu dela já tava bem dilatado e meu pau tava bombando num ritmo bom. Nós dois gemíamos igual uns loucos e a cabine do polvo balançava pra frente e pra trás. Minha prima se segurava na barra de apoio e na hora gozou que nem uma doida. Eu aguentei mais um pouco e depois gozei também com um grito, enchendo o cu dela com meu leite.
Saí com cuidado e minha prima ficou ali, olhando pro horizonte.
— Cê gostou?
— Sim, gostei pra caralho. Depois vou ter que cagar seu leite, kkkk, ela fala. Vamos embora pra casa, que eu tô exausta.
Saímos já de noite do parque e fomos pra casa. Esther tava andando meio forçada. O cu dela devia doer, mas ela não falou nada. Chegamos em casa e, depois de um banho, ela ficou pra jantar. Não sabia se ela ia dormir comigo ou na casa dela.
Jantamos pra caramba e conversamos sobre tudo um pouco, e meu pai brincou sobre quando a gente ia casar.
— Casar? É muito cedo, falamos quase ao mesmo tempo.
O jantar acabou e minha prima decidiu dormir na nossa casa. Meus pais nos olharam com malícia, mas minha prima se adiantou aos pensamentos deles dizendo que tava exausta do passeio e que não ia fazer nada comigo.
Dormimos cada um na sua cama e lá pela uma da manhã, os roncos dela me acordaram. Ela tinha ficado descoberta e a visão do cu dela empinado me excitou, e já acordado, comecei a bater uma.
Ela se virou, dormindo, e ficou de frente pra mim. A visão, nesse caso, da sua virilha, com aquela calcinha rosa, que eu tanto gostava, fez com que eu fosse até ela e gozasse na calcinha dela.
Quando ela acordasse no dia seguinte, perceberia que eu tinha gozado na calcinha dela. Não achei que ela se importaria.
Levantei cedo e ela já estava tomando banho. Entrei no chuveiro com ela, mas ela me rejeitou.
— Sai, porco! Não tô a fim. Tô com o cu doendo.
— Você quis fazer assim.
— Sim, e gostei pra caralho, mas tá doendo. Anda, me deixa, depois você toma banho.
Quando ela saiu, tomei banho e bati mais uma punheta, dessa vez pensando na cara de safada dela enquanto a gente transava.
Limpo e perfumado, desci pra tomar café. Ela tinha se sentado do outro lado da mesa, sendo que antes sempre queria sentar do meu lado. O que será que tava rolando?
Depois do café, tive minha resposta. Agora tinham decidido largar o jogo da roleta e, embora soubessem do nosso love, queriam continuar com nossa relação incestuosa, então minha mãe e minha tia — e não sei se minha prima também — queriam me testar de novo.
Meu pai e meu tio esperariam a vez deles e me perguntaram se eu tava afim de foder elas, depois do café.
— Claro, falei. Se a Lucia não se importar de me dividir agora, claro.
— Claro que não, priminho, quando você quiser.
Então fomos pro quarto e nos preparamos pra isso.
Beijo as três e a gente se pelou. Logo elas ficam excitadas e se agacham.
Tenho minhas três mulheres de cócoras: minha tia, minha mãe e minha prima. Eu me ajoelho na frente delas.
Duro do jeito que tô, coloco uma camisinha e penetro primeiro minha mãe, que tá no meio, e começo a foder ela. Quando ela tá quase gozando, passo pra minha tia e fodo ela também. Quando minha tia também tá quase lá, passo pra minha prima e deixo ela no ponto também.
Agora tenho as três no limite, loucas pelo meu pau e com a bunda empinada. O que eu faço? me pergunto. Com qual das três eu termino primeiro? Decido penetrar minha mãe de novo. Meto com força e, enquanto bombeio, masturbo com a mão esquerda minha tia e com a direita na minha prima.
Enquanto como minha mãe, minha tia chupa a boca dela de um lado e minha prima do outro. Depois, passam a chupar os peitos dela, minha tia o esquerdo e minha prima, claro, o direito. Minha mãe não aguenta mais, entre a chupada de peitos que tão dando nela e eu comendo ela, tá quase gozando.
Eu seguro mais um pouco, mesmo com a visão da minha bunda empurrando a bunda da minha mãe e as três se comendo mutuamente, me deixa a 200 por hora. Daqui a pouco, gozo com um grito: ungggggg!!!! aaaaahh!!!
Saio dela e as três tão extasiadas. Deito um pouco pra me recuperar e depois coloco outra camisinha e vou comer minha tia. Penetro ela bem forte e seguro na cintura dela, puf, puf, puf, começo a ofegar. Minha mãe então chupa a boca da minha tia como antes e minha prima chupa a boca da mãe dela.
Agora eu masturbo minha mãe e minha prima, enquanto elas chupam os peitos uma da outra, igual antes, só que trocando os turnos.
Como gozei faz pouco, não aguento muito e gozo de novo rápido. Tô cansado e deito pra descansar, mas claro, falta minha prima pra comer e não vou deixar ela assim.
Elas continuam na delas, agora as três se esfregam e se beijam mutuamente, esqueceram as regras de que éramos casais hétero.
Depois de um tempo, tô um pouco recuperado e vou finalizar com minha prima. Como ela de ladinho e nos beijamos, meu pau reage um pouco, mas não fica duro de vez. Minha prima, compreensiva, se abaixa e me faz um boquete gostoso, que termina de recuperar meu pau e já tô pronto pra comer ela.
Ela pede pra eu comer ela de frente, e eu obedeço. Enquanto meto nela, ela continua tocando minha mãe e minha tia. Coloco ela contra o espelho que tem no quarto e destruo ela nele. Finalmente vai ter minha gozada dentro. O ruim é que depois de duas gozadas, a terceira é pouca, sinto pouco prazer, embora minha prima goze como uma louca.
Saio dela e tiro a camisinha.
— Que tal, priminho? Muito cansado?
— Sim, ufa, já não tenho nem uma gota de leite. Porra. Tiraram tudo de mim, hehe.
Beijo as três, que tão doidas por mim. Minha mãe sorri e me olha com tesão, sei que não quer falar nada porque as duas tão perto dela, mas adora que eu como ela, dá pra ver no olhar. Sou o filhinho dela.

Resolvemos beliscar algo enquanto meu pai e meu tio estavam fora, tinham saído pra comprar coisa enquanto a gente transava. Rimos enquanto comíamos, cúmplices da nossa safadeza. Também brincamos um pouco com a comida.

Depois de umas duas horas, meu pai e meu tio chegaram. Tinham comprado o jantar. Preparamos tudo juntos e fomos jantar. Depois da janta, uma coisa levou à outra e lá fomos nós foder de novo.

Minha prima gostou do que eu e meu pai fizemos com minha mãe, e quis experimentar a dupla penetração, como a gente tinha contado que fez.

— Tem certeza? — perguntou meu pai.
— Sim, tio. Quero que seja você quem mete no meu cu. Meu primo na frente.

Sem mais delongas, eu e meu pai tiramos a roupa. Minha prima também. Minha mãe trouxe óleo lubrificante que minha prima tinha pedido e ela passou no corpo todo.

Minha prima começou a bater punheta pra nós dois, nossos paus ficaram duros na hora. Meu pai explicou pra minha prima como iam fazer. Ele sentaria na cama e minha prima de costas pra ele. Eu de frente pra ela, com as pernas abertas.

Meu pai começou a dilatar o cu da minha prima com o dedo e óleo lubrificante. Quando tava no ponto, colocou uma camisinha grossa e foi guiando minha prima pra sentar no pau dele, até enfiar tudo.

— Ufa, tio. — ela disse.
Ainda devia doer um pouco o cu dela.

Eu fiquei na frente dos dois e meti na buceta dela, como combinamos. Aí começou a parte boa: minha prima subia e descia, ajudada pelo meu tio que segurava os ombros dela, enquanto eu socava forte.

Minha prima fazia uma cara de prazer que era a coisa mais linda de ver. Nós dois comíamos ela ao mesmo tempo e daqui a pouco ela gozou com um grito.

Eu e meu pai aguentamos firme. Por um bom tempo, minha prima continuou sentando em cima da gente, embora eu já percebesse que ela tava meio cansada. Meu pai disse pra ela que ele já tava empurrando e que ela não precisava se preocupar com nada, só em aproveitar. Meia hora depois, meu pai gozou dentro do cu da minha prima, grunhindo que nem um louco, igual tinha feito daquela vez com a minha mãe. Eu queria segurar mais um pouco, mas não consegui e gozei na hora. Me apoiei nos peitos da minha prima, depois que meu pai saiu dela. Aí olhei pra cara dela e ela sorriu pra mim, e a gente se beijou que nem uns malucos. — Priminho, foi a melhor coisa. Ufa, tô cansada, mas super satisfeita. — Que bom que você gostou. Falei. Meu tio, minha tia e minha mãe também se pelaram. Minha tia quer experimentar a dupla penetração também. Ela é a única que falta pra testar. Meu tio quer meter no cu dela, mas falta quem meta na frente. Meu pai me incentiva a ser eu. No fim, não tem mais homem na família. Meu tio se abaixa e come o cu da minha tia. Ele segura as nádegas dela e lambe o ânus com gosto. Eu me aproximo e, enquanto chupo os peitos dela, masturbo ela com meus dedos. Minha tia diz que quer meu pau dentro dela agora mesmo. Falo pra ela ficar calma, que já já ela vai ter. Como sou o terceiro na parada, tenho que me encaixar de novo entre os dois, porque meu tio vai penetrar ela pelo cu e a gente volta praquela posição de antes. Enquanto a gente tá metendo nela, minha mãe se masturba olhando pra gente, enquanto meu pai não faz nada no começo. Nisso, minha prima se aproxima e começa a chupar o pau do meu pai, ele segura a cabeça dela enquanto ela chupa. Eu consigo ver, enquanto como minha tia, que minha mãe também quer um pouco. Então meu pai beija minha mãe e masturba ela, enquanto minha prima continua chupando o pau dele. Meu pai goza logo na cara da minha prima e ela engole um pouco de sêmen. Ela passa a língua nos lábios de tão safada que é. Aí ela se levanta e minha mãe e minha prima beijam meu pai. Ele fica doido e começa a chupar os peitos delas alternadamente.
Os três estão super tarados, enquanto a gente continua fodendo minha tia. Meu pai não aguenta mais e se deita na cama de barriga pra cima, enquanto minha mãe se prepara pra ser penetrada por ele e minha prima coloca a buceta dela ao alcance da boca dele. Enquanto ele chupa ela, minha mãe enfia o pau meio duro do meu pai — lembrando que ele acabou de gozar — e começa a cavalgar nele.
O espetáculo é o máximo. Três pessoas ao mesmo tempo, em grupos de três, fodendo igual bichos, sem se importar com nada. Somos uma família incestuosa, e nossos gritos e gemidos tomam conta de tudo, sem nada, como eu disse, que importe.

Demoramos um pouco pra gozar. Eu gozo antes do meu tio, enchendo a buceta da minha tia de porra — dessa vez não usei camisinha. Meu tio dá uns últimos empurrões e também termina gozando no cu da minha tia.

Olho pro trio que formam meu pai, minha mãe e minha prima. Minha mãe continua cavalgando meu pai num ritmo bom, enquanto ele masturba minha prima, que ele parou de chupar a buceta. Os sucos da minha prima molharam a cara do meu pai. Ele vira a cabeça pra trás. Vejo que o orgasmo dele tá próximo, e minha mãe segura as mãos dele. Ele não aguenta mais e goza também com um grito.

Enquanto minha tia limpa o cu — meu tio também não usou camisinha —, minha mãe sai de cima do meu pai e fala que ele não pode deixar minha prima assim.
Ele olha pra ela e vê a cara de safada que minha prima tem. Ela abre os lábios e diz que quer o pau dele dentro. Meu pai fica parado um momento, mas logo reage e, depois de beijar ela, penetra sem camisinha, mesmo com o pau ainda mole.

— Tá sentindo, filha?
— Não, tio, tá muito mole. Mas não se preocupa, você acabou de gozar na tia, é normal que esteja assim.

Minha prima olha pra ele com paixão e começa a apertar o pau dele com a buceta dela, igual fez comigo uma vez.

— Assim, vai ver como é bom, tio. Tá sentindo?
— Tô, sobrinha, muito bom, tá endurecendo mais.
— Agora vou apertar mais. Tira um pouco. Momento.
Meu pai tira ela e minha prima dá pra ele, só coloca a ponta e deixa ali parada. Aperta a base da glande e o pau do meu pai volta ao tamanho normal.
— Agora já pode meter tudo.
Ele empurra e, de uma vez, penetra ela por completo.
— Vamos, vai fundo. — Ela incentiva.
Meu pai começa a bombar, mas para logo depois. Olha pra mim e pede pra eu passar o óleo lubrificante. Dou pra ele, e ele espalha na minha prima e também passa no próprio corpo. Agora os corpos deles estão oleosos e ele volta a bombar.
Os corpos escorregadios se roçam na trepada, e minha prima começa a gemer que nem uma louca. Meu pai tá no limite, e com o pau já recuperado da ereção, tá metendo como um doido. As molas rangem, enquanto minha prima goza com um grito, como sempre, arranhando as costas do meu pai.
Como ele já gozou faz pouco, meu pai aguenta como um campeão e continua metendo forte na minha prima.
Ela já não aguenta mais e goza pela segunda vez. Parece que vai desmaiar de tanto prazer. Num instante, ela olha pra mim e depois pro meu pai.
Aí geme o nome dele e continua arranhando as costas. Meu pai aguenta mais um minuto e goza. Fica um tempo dentro dela e depois sai. Os dois estão oleosos e decidem tomar um banho.
Minha prima convida ele pra tomar banho junto, mas meu pai diz que tá moído e que não consegue mais ter outra ereção, e que desculpa, porque não vai poder foder ela de novo hoje.
Ela diz que não tem problema, que foi bom por hoje, mas que precisava gozar mais uma vez.
— E você, papai? Teria vontade de me foder?
— Sim, filha, mas tô acabado, pergunta pro teu primo.
— Primo, o que acha? Vai me comer?
— Ufa, prima, a oferta é tentadora, mas tô cansado igual os outros.
— Ah, vai, mais uma rapidinha, só por hoje.
Ela abre os lábios e mostra a bucetinha rosada. Não consigo resistir à tentação e, mesmo moído, falo que posso tentar dar pra ela.
— Vamos pro chuveiro então.
Eu sigo ela, e enquanto ela vai pro chuveiro, olho pra Cu balançando e meu pau começa a se animar de novo.
Ela entra no chuveiro e abre a torneira. Vira as costas pra mim, como se me ignorasse, e se abaixa pra pegar o sabonete. A visão da bunda dela empinada faz meu pau endurecer na hora e eu meto a mão na cintura dela.
— Prima, como você me deixa, falo.
— Você também, mas seu pai e o meu me comem superbem, você é o melhor, priminho.
— Valeu.
Me abaixo e abro as coxas dela, enquanto a água cai sobre nós, chupo a buceta da minha prima e ela treme. Igual daquela vez que a gente fez no chuveiro, a sensação é maravilhosa. Eu chupando tudo, enquanto ela se apoia na parede e a água cai sobre nós.
Continuo chupando e logo ela goza.
— Aaaah, primo! Aaaaah! Geme.
Dessa vez, não ligamos se nos ouvirem. Olho meu pau molhado e, sem mais delongas, meto com força.
— Uf, primo. Com calma.
— Não tô afim de fazer devagar. Respondo. Já gozei várias vezes hoje, mas ainda tô muito excitado e quero dar o melhor pra minha priminha.
Começamos com ela de costas, apoiada na parede. Peço pra ela se inclinar um pouco pra uma penetração melhor e assim estimular melhor o ponto G dela.
Continuamos assim por mais um tempo, mas eu acabo gozando. A verdade é que não tenho mais muito sêmen hoje.
Agora ela pede pra fazer igual daquela vez, com ela por cima de mim. Obedeço, embora avise que tô acabado e não tenho mais sêmen nenhum.
— Nada, fica tranquilo, relaxa e curte, eu cuido de tudo. Ela fala.
Ela sobe em cima de mim e com meu pau meio mole, já não consigo mais endurecer hoje, ela enfia e quica um pouco em cima de mim e, depois de alguns minutos, goza de novo. Sinto um pequeno gostinho, mas sem sair sêmen. Mesmo assim, ela fica satisfeita e, depois de nos lavarmos, encerramos a foda por hoje.

2 comentários - Minha prima e eu parte 3

viendo los anteriores relatos y este diria que no es tuyo, de hecho esta es la tercera parte de una saga que no estan las dos primeras. Este relato esta publicado en todorelatos por otro usuario. Si vas a poner esta historia al menos pon todo lo anterior.
Este no sirve ni pa relatar, ni inventar y se me hace que mucho menos cojer