Minha sogrinha gostosa

Tudo começou quando surgiu a oportunidade de comprar a casa ao lado da dos meus sogros. Uma casa daquele tamanho, naquele bairro e por aquele preço era algo que não dava pra deixar passar, então fiz de tudo pra comprar. A única coisa que me incomodava um pouco era a proximidade excessiva com a casa dos meus sogros e a presença constante deles na nossa casa, com certeza.

Não me enganei. Pouco tempo depois, minha sogra praticamente morava na nossa casa, embora meu sogro não, ele era bem mais na dele. De manhã, de tarde, de noite, a qualquer hora, minha sogra fazia da nossa casa um segundo lar. Várias vezes reclamei com minha mulher sobre isso, principalmente quando descobri que ela até tinha dado uma cópia das chaves pra ela.

Não que eu tivesse problemas com minha sogra, pelo contrário, me dava muito bem com ela. Além disso, ela ajudava na limpeza da casa, trazia comida, às vezes até cozinhava pra gente, etc. Mas era chato não ter privacidade, ter que me vestir pra ir ao banheiro ou à cozinha na minha própria casa. Cheguei a falar pra minha mulher que um dia a gente ia estar transando e a mãe dela ia aparecer na nossa casa. E, de novo, não me enganei.

Foi numa manhã de sábado. Acordei com o pau duro que nem pedra. Minha mulher estava com a bunda de fora, uma delícia. Comecei a acariciar, a me esfregar nela e acabei metendo devagarzinho. Aos poucos fomos esquentando e terminamos transando com tudo. Nisso, me pareceu ouvir a porta da rua. Obviamente, imaginei que era minha sogra. Minha mulher não ouviu nada.

Fiquei puto com a situação, aquela intromissão na minha vida privada. E, como que pra dar uma lição na minha sogra, pra ela se sentir envergonhada e nunca mais entrar na minha casa sem bater, aumentei ainda mais o fogo com a Claudia, metendo com tudo. Minha mulher acabou de quatro na cama, gritando de prazer, recebendo minhas investidas furiosas. Com toda a força, eu fodia a minha mulher. mulher, concentrada em dar um puta show pra mãe intrusa dela, pra ela ir embora e parar de entrar assim sem avisar, esperando o som da porta quando ela se fechasse, mas isso não acontecia. Que estranho, será que minha sogra tava nos espiando?

Sabendo que minha sogra intrometida tava ouvindo, isso deu um tesão diferente no encontro, me excita saber que ela tava com certeza no corredor ouvindo o que rolava a poucos metros dela. Me sentindo espiado, como um grande ator, deixei o sexo mais fogoso e minha mulher pagou o pato, não dei trégua. Por um bom tempo meti e meti com força, até fazer ela gozar entre gemidos fortes, mas eu não gozei, tava mais concentrado em dar um belo show pra fofoqueira da minha sogra, imaginava ela no corredor excitada, se tocando, o que me deixava mais tarado, então continuei metendo na minha mulher bem forte, por um longo tempo. Depois terminei escandalosamente, no meio dos gritos e ofegos, até que pareceu que ouvi a porta da rua se fechar de novo e depois a porta do portão. Minha mulher, completamente satisfeita e surpresa, me perguntou o que tava rolando, que eu tinha acordado tão tarado. Eu só ri, dizendo que tinha amanhecido com muita vontade, pensando que com isso, minha sogra não ia mais aparecer assim de repente na nossa casa.

Mas meu ato teve uma reviravolta completamente inesperada, desde aquele dia, minha sogra começou a agir estranho comigo. Um olhar diferente, um sorriso safado, o jeito dela de se comportar, até notei um certo interesse da parte dela. Com o tempo, fui percebendo que minha sogra me olhava com outros olhos, e a verdade, eu também comecei a ficar de pau duro pela mãe da minha mulher.

Minha sogra é uma mulher bem robusta, de costas largas, um peitão enorme, claro que uns quilos a mais, com uma bunda grande e pernas grossas. Comecei a fantasiar em ficar com uma mulher assim, tão grande, big brest e big. buceta. As coisas foram rolando aos poucos. Um dia saí do chuveiro e ouço barulho na cozinha. Sabia que pelo horário não era minha esposa e achei que fosse minha sogra, já que meu sogro nunca entrava em casa daquele jeito. Só de imaginar estar sozinho em casa com aquela mulher, meu pau já acordou. Fiz ele crescer de tamanho, coloquei uma toalha pequena e fui pelo corredor até a cozinha. Coloquei ela bem baixa, de um jeito que desse pra ver um pouco da minha pelagem, e me toquei um pouco pra aumentar o volume. Quando entrei na cozinha, fingi surpresa ao vê-la lá, reparando como meu jeito de vestir não passou despercebido por ela. Sorrindo, ela disse que tinha vindo deixar uns pratos nossos que estavam na casa dela, e eu notei como o olhar dela ia direto pra toalhinha minúscula. Brincando, falei que ela quase me pegava pelado, que não sei o que deu em mim de colocar aquela toalha, que se não tivesse, ela teria levado uma baita surpresa, enfatizando a palavra "baita".

Do jeito que imaginei, longe de se incomodar, ela sorriu e disse que era uma pena, que com certeza teria sido um belo espetáculo. Entrei na brincadeira, conversando com uma mão segurando a toalha, enquanto ela não parava de falar, parecendo meio nervosa, admirando o corpo semi-nu do genro. Foi uma conversa muito interessante, trocamos umas piadas de duplo sentido, fizemos umas insinuações dos dois lados, bem disfarçadas, mas sem dúvida deu pra sentir uma tensão sexual de ambas as partes.

Depois daquele encontro, vieram vários outros, não tão desinibidos, mas rolaram umas insinuações escondidas em conversas bestas, que já faziam pressentir o que estava por vir. Acho que a mais reveladora foi uma vez que estávamos na minha casa com minha esposa e os pais dela. Minha mulher tinha plantado umas ervas no fundo, e quando minha sogra foi no quintal pegar algumas, eu estava bem perto. Quando ela se abaixou pra pegar, aquele decote generoso me mostrando suas tetonas enormes penduradas, realmente grandes. Inevitavelmente meus olhos grudaram nelas, acho que ela sabia que estava se exibindo pra mim, porque demorou pra tirá-las, quando nisso, ela levanta o olhar e encontra meus olhos colados nos seus atributos enormes. Ao me ver surpreso, já com a intimidade e as indiretas que tínhamos trocado, antes que ela dissesse algo, solto um elogio: que ela tava muito gostosa naquela posição. Ela sorrindo com meu elogio, sabendo perfeitamente que eu tava me referindo aos peitos dela, me diz "quem olha sofre, quem toca goza", só isso, pegando as ervas, me lançando um olhar e um sorriso, que com aquilo, já me dizia tudo. Era mais que óbvio que a gente tava se desejando e com o que ela falou, deixou bem claro o interesse dela por mim. Me deixou muito excitado com aquela frase que repeti mil vezes na minha cabeça. Só tinha que esperar o momento certo, que não demorou pra chegar. Uma tarde, minha mulher comenta, na frente da mãe dela (que, pra variar, tava na minha casa), que no dia seguinte precisava ir à capital, a trabalho, resolver uns documentos. "Vai me deixar sozinho", falei no meio da frase, dando uma olhada pra minha sogra, que na hora, acho que sacou minhas intenções. No dia seguinte, com minha mulher fora de casa, fiquei na expectativa, esperando minha sogra aparecer com qualquer desculpa besta. Ela sabia bem que minha mulher só voltaria à tarde e que eu tava sozinho em casa. Olhava nervoso pela cortina de vez em quando, pensando comigo mesmo: se ela vier, é porque quer alguma coisa. Passou um tempão e nada da minha sogra. Já era quase meio-dia e nem sinal dela, pensei que devia ter pensado melhor, que era a filha dela e que devia ter se arrependido, quando nisso, me pareceu ouvir o barulho característico do portão de grade. E depois a porta da rua. Eu tava só de cueca boxer, esperando no meu quarto, quando Sinto que ela estava na cozinha. Vou até lá e vejo ela de costas, lavando uns copos que tinham ficado. Ela me cumprimenta toda sorridente e a mentirosa, me diz que achava que eu não estava. Eu servi um copo d'água, roçando nela por trás, tocando na cintura dela, dizendo que não tinha nenhum programa divertido pra sair, que estava meio entediado. Ela deu umas ideias bestas, tipo cortar a grama ou arrumar a casa, e eu ri, dizendo que aquilo não era nada divertido. Ela me pergunta, secando as mãos, que coisa divertida eu gostaria de fazer, enquanto olhava pro meu torso nu. Eu falei que tinha muitas coisas divertidas que eu gostaria de fazer, mas que infelizmente não podia fazê-las, dando um olhar sugestivo pra ela.

Naquele dia, minha sogra estava com um vestido branco de verão, de uma peça só, tava uma delícia, com alças que mostravam os ombros nus e as tetas fabulosas dela, além da bunda que tava impressionante, marcando a calcinha. Aos 60 anos, minha sogra tava bem gostosa, era bonita de rosto, pele branca, olhos verdes, cabelo loiro, comprido. Se tinha um sobrepeso notável, mas isso era algo que me chamava mais atenção, além do tesão do proibido. Nós dois nos queríamos, era evidente, e era a hora de matar essa vontade.

Ela ficou me olhando bem devagar pro meu corpo, quando faz o comentário que eu tava muito bem, que tava bem definido. "A senhora acha, sogra?", levantando os braços pra mostrar meus músculos. Ela concordou, balançando a cabeça, e eu respondi com a mesma frase que ela tinha me deixado pensando: "bom, como a senhora disse, 'quem olha sofre, quem toca goza'". Ela riu e me disse que aí tava errado com ela, que ela não gostava de sofrer, me olhando de um jeito sugestivo. Ali ela já tinha dito tudo, me aproximo dela dizendo que eu também não gosto e vou com as duas mãos agarrar as tetas dela.

Ela se mostrou surpresa, tirando minhas mãos dos peitos dela na hora, dizendo que não podíamos. Mas não se corri, o que me levou a abraçá-la e confessar que a deseava como mulher. Ela disse que não, desviando meu beijo, até que confessou que também me desejava, mas que não podíamos fazer aquilo. Continuei insistindo, tentando beijá-la, dizendo que seria nosso segredo, e ela me abraçava forte, dizia que não e que não, até que falou que estava morrendo de vontade, que só uma vez e que depois disso nada mais.

Nós nos beijamos em pé na cozinha, descendo minhas mãos na hora, segurando pela primeira vez com as duas mãos aquela bunda enorme que me deixava louco há tempos. Surpreendentemente, ela fez o mesmo, me agarrou pelas nádegas, me apertando contra ela, nos beijando apaixonadamente, até que parou de me beijar e confessou que estava com tesão há um tempão, que não parava de pensar em mim como homem. Peguei na mão dela e a levei até o quarto, onde comecei a beijá-la de novo, percorrendo o corpo dela com minhas mãos, e ela fazia o mesmo comigo. Meu pau já levantava uma barraca enorme dentro da minha cueca folgada, quando ela sentou na cama, baixou minha cueca e meteu na boca, me dando uma chupada espetacular, com vontade, com desejo. Lá estava eu, com minha sogra sentada, se engasgando com meu pau, prontos para matar de uma vez por todas a vontade acumulada.

Levantei ela e tirei o vestido, vendo o corpo robusto dela de lingerie, depois desabotoei rápido o sutiã, onde os peitões enormes caíram, realmente grandes, lindos, muito brancos, com uns bicos grandes e rosados e auréolas gigantescas. Finalmente os tinha nas minhas mãos, confessando que há muito tempo queria apalpar eles. Ela repetiu que seria só uma vez, mas que eu fizesse tudo que quisesse. Tirei toda a roupa dela e deitei ela na minha cama, ainda sem fazer nada. Me perdi nos peitos dela, chupando com gosto, enquanto ela mesma segurava um e colocava na minha boca, me amamentando. Eu apalpava a bunda, os peitos, as pernas, até que enfiei a mão entre elas. começando a masturbar uma pussy peluda e molhada enorme. Ela não soltava minha cock, acariciava ela suavemente uma e outra vez, elogiando sua forma, dureza, me implorando pra deixar ela chupar.

Ela se ajoelhou do meu lado e se dedicou a chupar ela por um longo, longo tempo, enquanto eu, deitado de costas, me deixava querer, esticando as mãos, acariciando os peitos dela, vendo minha sogra com a bunda empinada se deliciando com o que tinha na boca. Depois ela se colocou entre minhas pernas, deitada de boca, sem parar de mamar nem um segundo, me dizendo que era uma delícia, que morria de vontade de ter ela na boca, enquanto passava a língua nas minhas bolas, metendo elas na boca, acariciando elas, uffff que vontade de cock minha sogrinha tinha e como ela gostava de chupar.

Até que eu fiz ela subir, ela montou em mim, colocando as pernas grossas uma de cada lado, coxas grandes, admirando os peitos enormes balançando de um lado pro outro, enquanto ficava na posição, com uma cara de prazer, sorrindo, mordendo os lábios. Ela pegou minha cock desde a base e colocou na entrada da buceta dela, e desceu a bunda enorme, enterrando ela aos poucos, aproveitando cada centímetro que entrava, até descer completamente, deixando ela dentro, jogando a cabeça pra trás. Começou a se mover suavemente, de trás pra frente, me dizendo de novo que amava minha cock, enquanto eu esticava as mãos procurando os peitos dela. Ela colocou eles na minha cara, subindo e descendo, enterrando minha cock, enquanto os peitos enormes eram chupados com força.

Era ela que estava me fodendo, eu fiquei parado, com minha sogra enorme montada em mim, aproveitando minha cock, se movendo deliciosamente. Ela apoiou os peitos no meu peito e me beijou, deixando a bunda levantada. Eu agarrei ela com força e comecei a me mover agora, metendo num ritmo calmo, agarrado nas nádegas grandes dela que nessa posição, eu acho que devem ter chegado a quase um metro de lado a lado. Nenhum dos dois se apressava, a gente tinha tempo e queria que o encontro durasse o máximo possível. Parecia que fazia tempo que não davam pica pra minha sogra, ela se mexia e curtia como uma puta, balançando ritmicamente pra frente e pra trás, gemendo sem parar. Mudando de posição, deixei minha sogra agora de costas na cama, fiquei brincando com os peitos dela, enquanto aproximava a pica de novo da boca dela pra ela me chupar. Era excitante ver aquela mulher madura e volumosa, com as pernas grossas recolhidas e abertas, curtindo igual uma louca a pica do genro. Depois me meti entre as pernas dela e comi a buceta com gosto, fiz ela bufar de prazer, sentia minha cara toda molhada, enfiando a língua por todo lado. Aí montei nela e comecei a meter com força, apoiado só nos meus braços, ela com as mãos pra trás, completamente entregue, com as pernas abertas o máximo que dava e os peitos espalhados pros lados, balançando no ritmo dos meus movimentos. Exatamente como tinha pegado minha mulher de quatro, agora tinha a mãe dela nessa posição, com aquele rabo enorme empinado, recebendo minhas estocadas, que faziam as carnes das nádegas dela tremerem gelatinosas, enfiando com força minha pica. Meti e meti sem dar trégua, batendo contra aquelas nádegas enormes, até que fiz ela gozar. Mas eu não gozei e continuei castigando a bunda grande da minha sogra por um bom tempo. Minha pica já entrava sem problema nenhum na buceta molhada escorrendo sucos, que não oferecia resistência pra violação brutal. Aquele rabo enorme que me deixava tão tesudo tava nas minhas mãos e eu ia aproveitar ao máximo. Ela já não aguentava mais, tava completamente satisfeita, só com a bunda levantada, entregando pro genro fazer o que quisesse. Até que eu me soltei, agarrado naquelas cadeiras largas, fodendo ela como se fosse a última vez. Um pedaço de carne, me descarreguei com muita força dentro dela, gemendo como um touro, enchendo a buceta dela com meus fluidos, deixando enterrado até o fundo. Só aí eu soltei ela, vendo meu sêmen escorrendo da buceta da minha sogra, caindo na cama. A gorda ficou uns segundos assim e depois se espalhou na cama, de bruços, com a bunda toda molhada, recuperando o fôlego. Era tão excitante ver a mãe da minha mulher pelada na minha cama, com os peitos amassados sobrando pros lados, com aquela bunda enorme que tinha sido minha. Deitei do lado dela, acariciando a bunda dela, dizendo que finalmente tinha tirado a vontade que tava acumulada. Ela também confessou que fantasiava em ficar comigo, que achava que eu era bom de cama, mas nunca tanto, me dizendo que fazia muitos anos que não aproveitava tanto, elogiando meu desempenho. Tomou um banho rápido, sem molhar o cabelo, pra evitar que meu sogro desconfiasse. Depois se vestiu, até arrumou minha cama e me disse que depois dessa vez, nunca, mas nunca mais ia rolar de novo, que a gente fingisse que isso nunca tinha acontecido, me fazendo prometer que jamais contaria pra ninguém. Todo mundo sabe que esse nunca, nunca mais… “nunca” acontece…Minha sogrinha gostosa
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3 comentários - Minha sogrinha gostosa

Muy bueno.Van 10 y saludos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Está bueno...!! pero no me hagas el verso...la de la foto no es ni por joda...ja!