A gostosa da irmã do meu pai

Minha tia, irmã do meu pai, trabalha como enfermeira no hospital. Às vezes ela consegue remédios pra mim ou me recomenda alguns. Ela se chama Juana, tem 37 anos, é branquinha, peitos médios, meio magrinha e tem uma raba enorme, um cuzão. Minha tia trai meu tio, e é verdade, tenho que dizer que ela é uma puta. Ela conta tudo pra minha mãe. Às vezes eu escuto quando ela fala que foi transar na praia com o amante, ou que foi pro hotel transar com ele. Eu ouço tudo. Às vezes ela fala na minha frente sem se importar. Tenho que admitir que ouvir esse tipo de coisa da boca da minha tia me faz fantasiar com ela.

Meses depois, eu fiz uma cirurgia numa das minhas pernas, e minha tia se ofereceu pra cuidar de mim pra minha mãe não precisar faltar no trabalho. Assim que saí do hospital, ela me levou pra casa, me ajudou a deitar, me trouxe água e meu computador pra eu não ficar entediado. Tudo estava perfeito até o terceiro dia que ela estava cuidando de mim. Ela me deu comida, levou meu prato pra cozinha e perguntou se podia deitar comigo. Eu disse que sim. Ela se deitou do meu lado e me abraçou, levando minha cabeça até os peitos dela. Não falei nada, só retribuí o abraço. O problema começou aí. Quando abracei ela, minhas mãos ficaram na bunda dela. Ela não disse nada, mas eu fiquei sem graça e tirei as mãos. "Não me quer mais? Por que parou de me abraçar?", ela perguntou. "Não, tia, eu quero sim", respondi. "Então me abraça", ela disse. Abracei ela de novo, sem me importar que minhas mãos ficassem na bunda gostosa dela, e assim dormi com as mãos naquele cuzão e o rosto nos peitos dela.

No dia seguinte foi um pouco melhor. Ela estava usando um shortinho curto e uma regata que deixava ver um pouco dos peitinhos dela. Do mesmo jeito, me deu comida, levou meu prato pra cozinha, se deitou do meu lado e me abraçou, pegando minha cabeça e levando até os peitos dela, que eu podia ver melhor por causa da blusa que ela usava. E ela me disse pra abraçar ela. De novo, minhas mãos foram parar na bunda dela. que desta vez eu podia senti-las um pouco melhor graças ao short que eu tava usando, comecei a acariciar suavemente as bundas dela e ela não falava nada. Depois de uns minutos passando a mão na bunda da minha tia, meu pau ficou duro, a sorte é que ela não podia ver nem sentir. Me virei, e a ponta do meu pau encostou na perna dela, ela não falou nada, só dormimos os dois. No dia seguinte, sem dúvida foi o melhor. Cheguei em casa e ela tava usando uma minissaia pequena e também uma blusinha de alcinha, dessa vez sem sutiã, dava pra ver um pouco os biquinhos dela. Ela me deu comida e levei meu prato pra cozinha. Ela chegou, se deitou do meu lado, me abraçou levando minha cabeça até os peitos dela que dessa vez eu podia sentir e ver os biquinhos gostosos, e me pediu pra abraçar ela de novo, deixando minha mão nas bundinhas gostosas dela que dessa vez eu podia sentir um pouco mais. Depois de uns minutos abraçados, comecei a enfiar a mão por baixo da saia dela e acariciar a bunda dela pelada, sentir a pele dela me excitou, ela claro não falou nada. Comecei a levantar a calcinha fio dental dela, brincava com a calcinha e tocava no cuzinho gostoso dela de vez em quando, ela não falava nada. Sabia que ela tava excitada, dava pra sentir nas batidas do coração dela e nos biquinhos que cada vez ficavam mais duros. Me virei e meu pau encostou na perna dela, ela não falou nada, só levantou, tirou a saia e depois a calcinha fio dental e a blusa, ficou completamente pelada. Me abraçou de novo e eu só lambia os peitos dela enquanto dedava a buceta dela, ela não falava absolutamente nada, até começou a fingir que tava dormindo. Aproveitei e tava tocando ela sem parar, lambia os peitos dela, acariciava as bundinhas gostosas dela e dedava a buceta dela. Dei um beijo na boca dela e ela correspondeu, até mordeu meus lábios. Minha tia, a putinha, tava prestes a ser minha. Falei pra ela subir em cima de mim pra me cavalgar, ela não falou nada, só me obedeceu. Em cima de mim, ela foi colocando meu pau na buceta dela devagar e começou a cavalgar como a putinha que é, gemia e gemia mas sem falar uma palavra, eu Aproveitando ao máximo foder minha tia piranha, mesmo sabendo que ela é uma piranha, nunca faltei com respeito, pelo contrário, trato ela melhor. Depois de 10 minutos montada na minha pica, ela desceu, pegou ela e começou a chupar, tava devorando, chupava bem gostoso minha pica, tava brilhando. Ela babava bem gostoso, dava pra ver que ela tava feliz chupando minha pica. "Cê gosta da minha pica, tia?", perguntei. Ela respondeu com a cabeça que sim. Eu, excitado pra caralho, falei se a gente podia fazer o 69. Ela não falou nada, só se posicionou e começou a chupar minha pica de novo, enquanto eu abria os lábios da buceta dela pra dar uns beijinhos na bucetinha gostosa dela. Ela gemia e pedia mais. Fiquei excitado e comecei a comer como um louco a bocetinha peluda dela. Ela tava quase gozando, então falei pra ela montar na minha pica de novo. Ela obedeceu e em uns 3 minutos gozou. Como eu ainda não tinha gozado, ela começou a chupar de novo até que em menos de um minuto tirei todo o leite e joguei na carinha dela. "Tia, você é a melhor, suas nádegas são demais", falei. "Você é o melhor sobrinho, merecia isso", ela respondeu. A gente se beijou como se fosse namorados por mais de meia hora enquanto eu segurava a bunda gostosa dela, até que ela foi tomar banho. Saiu, deitou do meu lado e a gente se abraçou como sempre fazia, com meu rosto nos peitos dela e minha mão na bunda dela, e dormimos até minha mãe chegar. Aí minha tia foi embora. No dia seguinte ela não veio porque minha mãe tava de folga. No mesmo dia, minha mãe me levou no médico e ele me deu alta. Minha mãe falou com minha tia pra dizer que não precisava mais cuidar de mim porque eu já tinha alta. E desde então, eu e minha tia temos uma relação melhor de tia e sobrinho, embora não tenhamos conseguido transar de novo. De vez em quando eu dou uns amassos nela, pego na bunda ou até nos peitos, e até já nos beijamos na boca. Espero que tenham gostado. Valeu.A gostosa da irmã do meu pai
vadia
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