Comi o cu da minha nora (contado por um amigo)

Isso que vou contar aconteceu comigo há exatamente um ano, eu estava fazendo 51 anos. Não ia revelar, mas sei lá, acho que preciso compartilhar. A história toda é verdadeira e estou transcrevendo exatamente como aconteceu. Fazia dois anos que eu tinha viuvado. Na mesma época, por causa da venda da casa, me mudei por dois meses pra casa do Roberto, meu filho, que morava com a mulher dele, a Laura, nos arredores (até me entregarem um apartamento que eu tinha comprado na Cidade de Buenos Aires). Eles tinham morado na minha casa por mais de dois anos, quando recém casaram (dividimos a casa até eles comprarem essa onde moram agora). Ele é engenheiro de uma empresa de pavimentação, desde antes de casar com a Laura (vive viajando, o trabalho dele é nas estradas e ruas, seja perto ou longe). Eu trabalho fornecendo emulsionantes para empresas alimentícias. Tentei, enquanto estava lá, incomodar o mínimo possível. Uns dez dias depois que estava com eles, comecei a achar que, quando o Roberto não estava, a Laura agia estranho, não tirava os olhos de mim e vivia provocativa. Eu não dava bola, mas ela foi aumentando a situação. Minha nora era uma mulher com uma bunda, uns peitos, um corpo muito bem cuidado. Num desses dias que o Roberto não estava, ela saiu quase nua do banho pra eu olhar pra ela. Por mais que fosse quem era, eu era homem! Fiquei de pau duro e vermelho; ela, sem cerimônia, me olhou, riu e foi pro quarto dela. No dia seguinte, quando eu ia sair com minha caminhonete, ela me pediu pra dar uma carona até o centro, e eu levei. Durante o trajeto, eu estava desconfortável. Ela, bem soltinha, me disse: "Você é o homem dos meus sonhos." Eu respondi: "Sou seu sogro, Laura." Ela disse: "Queria que você me fizesse um amor do jeito que você sabe." Eu perguntei: "O que você sabe sobre como eu faço amor?" Ela respondeu: "É o que você pensa, mas eu sei mais do que imagina. Primeiro, você tem um pedaço que me enlouqueceu, quando eu te espiava nas noites que morei na sua casa e via como você fazia a Zulema (falecida) gemer. Lembro que uma noite acordei com calor e fui pegar água na cozinha. Vocês estavam com a porta aberta, você segurava a Zulema agarrada na cabeceira da cama e metia e tirava aquele pedaço de carne no cu dela, ela gritava e os peitos balançavam, pedia mais e mais. Aí, sem fazer barulho, fiquei vendo você tirar ela e colocar na beirada da cama, as pernas dela nos seus ombros, e você metia e metia, ela gemia, gritava. Eu me lambia toda e enlouqueci quando você virou ela, colocou seu pau entre os peitos dela e serrou, enquanto ela chupava o saco das suas bolas. Você gozou um monte de porra. Eu olhava atônita, com todos os detalhes ele me descreveu tudo, e a nostalgia me invadiu. Ele continuou me dizendo que deu tanto tesão que fui no banheiro enfiar os dedos, me molhei toda igual uma louca. Daí, sem fazer barulho, quando estava sozinha, eu levantava pra espiar. Lembro de outra noite que você tinha a Zulema com as mãos na parede e metia nos dois buracos, ela gemia, gemia, se mexia, e você com força penetrava, tirava e metia de novo com força. Eu enlouquecia, queria ser quem estava no lugar dela e sentir aquele pedaço me rasgando. Depois, quando eu transava com o Roberto (que não sei de quem puxou), ele dava uns dois bombadas e acabava, eu ficava frustrada e cheia de tesão. Nunca consegui ter nem um quarto do que vi com você e sua falecida. Quase tinha esquecido, até você vir morar com a gente, que comecei a reviver tudo e fazer as fantasias que tinha quando estava com vocês. "Seu filho é bonzinho, mas é um bosta na cama, ele goza e eu me fodo." Fiquei perplexo e calado, nem olhava pra ela. Ela disse: "Quero viver sua experiência, nem que seja um pouco, mas você tem que me fazer feliz." Olhei pra ela e falei: "Você é louca, como vou trair meu filho?" Ela disse: "Te peço por favor. Sabia que você ia falar isso. Vou ser direta: se você não fizer, eu nunca traí ele, mas tô te falando. O índio me acordou e eu vou fazer com ela e vou te contar pra você saber. — Me deixou louco da cabeça. Por uns dias tentei não ir na casa deles, fiquei na casa de uns amigos, voltei quando calculei que ele tava, mas ele chegou e foi embora por causa de um problema. Eu, inquieto pra caralho, não saí do quarto. De madrugada, dormindo, sinto umas mãos no meu pedaço, massageando. Olhei, era a Laura, toda pelada, me batendo uma punheta. Tentei tirar ela, falei que ela era louca, ela continuou. Meu pau subiu, tirei ele (me entreguei), levei até a boca dela, ela começou a roçar com a língua, os lábios molhando devagar minha cabecinha, deixou ele duro igual pedra. Ela montou em mim, enfiou devagar meu pedaço até o fundo, sentiu o atrito na primeira enfiada. Ela começou a cavalgar e a gritar que nem uma louca, enquanto cada vez mais forte entrava e saía (já tinha esquecido que era minha nora). Virei ela, coloquei de quatro e meti com força, ela reclamava, mas sentia como ela ficava molhada e ofegava. Meti muito forte, senti que ela teve um orgasmo profundo e longo, se contraiu umas três vezes. A bunda dela me convidava a meter, tirei e quando ia colocar, ela confessou que nunca tinha feito por ali. Falei: "Tá me zoando, né? Não tô." Mandei ela trazer um creme. Ela saiu correndo e voltou com um pote. Nisso, já tinha esfriado. Ela tava disposta, porque pegou meu pau e chupou até ele endurecer de novo. Coloquei ela na beira da cama, com a raba pra fora, eu de pé atrás dela. Passei creme e comecei a tarefa de arrombar o cu dela. Fui devagar, os gritos dela enquanto entrava na caverna eram terríveis, mas continuei. Ela dizia: "Como dói". Falei: "Isso é até você dilatar, depois vai adorar." Meti sem piedade, fui firme entrando e saindo. Tirei, passei mais creme e rapidão enfiei de novo. Ela gritava e gemia, mas começou a rebolar a bunda e balançar os peitos, até que enchi o cu dela de porra, apertando com minhas mãos a bunda dela contra minha pélvis. E deixei ele lá dentro por um bom tempo, até que... Tirei ela flácida, com um pouco de sangue. No dia seguinte, ela tava toda animada, me disse que a bunda dela tava doendo. Saí de lá mal, mas fazer o quê, no fim ficou tudo em família. Até hoje, não moro com eles quando ele não tá. Ela me faz reviver os velhos tempos, os mais empolgantes, desde que eu comi o cu dela, ela ficou viciada em sexo anal. Que, segundo ela, só divide comigo.Comi o cu da minha nora (contado por um amigo)

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