Transando de 8 meses como uma gata

Olha, isso aconteceu quando eu tava grávida. Eu me masturbava direto, porque a gravidez aumentou minha libido pra um nível absurdo. Comentei isso baixinho com uma amiga no mercado, e ela disse que às vezes o desejo sexual aumenta durante a gravidez, mas em outras mulheres diminui, depende de cada corpo. Naquele dia, pedi pra ele consertar o negócio da água, mas ele recusou. Aí falei que ia chamar o encanador pra arrumar. Ele concordou, então no dia seguinte, de manhã, chamei um vizinho meu que fazia reparos de vários tipos. É um moleque novo, de vinte anos, moreno, um metro e oitenta de altura, bem musculoso. Um adonis negro, como as mulheres diriam. Eu, de altura mediana, branca, cabelo castanho e uma barriga de oito meses de gravidez.

Quando ele chegou, mostrei o que precisava ser consertado. Ele começou a trabalhar, e eu fiquei observando como ele fazia. O moleque era realmente bem feito. Quando terminou, o coitado teve a má sorte de sujar a roupa. Fiquei com muita pena porque ele sujou toda a roupa que tava usando. Ofereci pra ele tomar um banho em casa e trocar de roupa, não dava pra deixar ele ir sujo pra casa dele, mesmo sendo vizinho, a casa dele ficava a algumas ruas da minha. Ele aceitou, foi pro banheiro, enquanto eu fui pegar uma toalha e umas roupas do meu marido pra emprestar. Quando voltei, vi que a porta do banheiro não tava bem fechada, uma frestinha pequena deixava ver o interior. Um tesão me invadiu de repente, e a vontade de olhar me encheu de empolgação.

Dava pra ouvir o barulho do chuveiro, e sem pensar muito, com o coração batendo a mil, olhei pela fresta pra ver o que via. Consegui ver a água caindo no corpo de ébano dele, costas largas, bunda firme, pernas bem torneadas. Minha buceta encheu de tesão, mas o auge foi quando ele se virou. Eu vi a pica mais grande que já tinha visto na vida. sonhado. Negra,
grossa e tipo uns vinte centímetros de comprimento, e tava mole, não quis pensar
como ficaria dura. Me recomponho como pude, bati na porta, e falei que
tinha as roupas. Um braço preto e musculoso saiu de trás dela, pegando a
toalha e a roupa, agradecendo pelo gesto. Minha cabeça explodia de várias
sensações e sentimentos. Na minha vida honesta, era a primeira vez que
eu ultrapassava os limites do permitido.
Me senti uma puta, olhando outro homem, admirada por uma pica que não era a
do meu marido. Quando o Rodney foi embora, fiquei doida. Queria muito ter algo com
ele. Mas era iludida, com minha barriga, a dias de ser mãe de primeira viagem,
como podia achar que esse moreno ia reparar em mim. Quando entrei no banheiro, pra
limpar, depois que o Rodney tinha ido embora, descobri que ele tinha esquecido
a cueca. Levantei ela, e num impulso levei até meu
rosto, sentindo os cheiros de macho, de uma boa pica preta. Me despi no
banheiro, sentei na borda do bidê, e me masturbei que nem uma louca. Levantei e
vesti a cueca do Rodney, num ato de fetichismo sem noção. Me masturbei
através da cueca do moreno, molhando ela com meus sucos, louca pra sentir
o mesmo pano onde tinha se apoiado a pica mais linda do mundo.
Uma série de orgasmos veio dentro da peça, litros de sucos vaginais
encharcaram a cueca dos meus desejos. Tirei ela, molhada, esfreguei na minha
barriga, nos meus peitos, na minha língua ávida pra lamber alguma coisa.
Fui pro quarto, me joguei pelada na cama, com minha barriga de grávida
pra cima, enfiando vários dedos na minha buceta. Peguei o vibrador
que usei como uma pica de mentira, um
vibrador que acalmasse meus desejos de transar, de me sentir uma mulher desejada,
mesmo estando prenha. Aquela noite não consegui dormir, e lembrei do meu marido.
Por um lado me sentia culpada, mas por outro era uma mulher que o
marido não atendia como devia. O prato da balança pendeu pra isso último, então decidi que tinha que matar essa vontade de transar, e o escolhido, como sou recatada, era o Rodney. Planejava fazer dele meu amante secreto, que me enchesse de prazeres. Então no dia seguinte inventei um curto-circuito, e chamei o Rodney. O moreno jovem veio cedo. Começou a trabalhar, e eu não sabia como ia fazer pra fisgá-lo. Principalmente estando grávida, talvez ele não gostasse da minha figura. Aí me veio uma ideia bem morbosa, fui pro meu quarto, tirei a calcinha de renda que tava usando, e vesti a cueca dele. Assim a mensagem ia ser bem direta.

Numa pausa, convidei ele pra tomar algo gelado, ele aceitou, sentamos no quintal dos fundos, frente a frente. Eu tava com um vestido de futura mamãe, bem curto, não chegando nos meus joelhos. Meus peitos começavam a inchar de tanta excitação que eu sentia, da vontade de me jogar em cima daquele negro gostoso e muito bem dotado. Minha barriga avantajada, pra frente, bem grande e com a pele esticada. Comecei a abrir minhas pernas, pra ele me observar. Apoiei minhas mãos na barriga, massageando a pança, dando carícias suaves na minha pele esticada, abrindo as pernas de vez em quando, pra ele ver como eu tava usando a cueca esquecida dele. Cada vez mais eu abria as pernas, pra que em algum momento os olhos dele se fixassem na minha pussy. Demorou uns minutos, mas ele mordeu a isca, porque de repente começou a ficar nervoso, e tentou ir embora, com a desculpa de que tinha um compromisso. Claramente ele tinha notado que eu tava usando a cueca dele, e a mensagem que eu tava mandando era bem direta. Não quero nem imaginar o que passou pela cabeça do Rodney, porque tava se oferecendo uma mulher, uma mulher com oito meses de gravidez. Eu o segurei, pedi pra ele não ir, que terminasse o trabalho.

Ele insistia em ir embora, e num surto de loucura passional, peguei no braço forte dele, virei ele e um beijo estampei na boca dele. Seus lábios grossos. Minha língua lutava pra invadir a boca dele. Minha barriga de grávida apertava contra a barriga dele, e meus braços estavam enroscados no pescoço dele. Ele tentou resistir, mas não era de ferro, então de repente nossas línguas se cumprimentaram, quebrando o gelo. Os braços dele foram pras minhas costas e de lá pro meu rabo. Ele massageava minhas nádegas, tentava entrar entre minhas bandas. A boca dele desceu pro meu pescoço, e a saliva dele era espalhada pela língua na minha pele. Uma das minhas mãos foi pro míssil de carne dele, apalpei, e tinha um tamanho que assustava: comprida, grossa e bem cabeçuda. Parecia a pica de um burro. O negão tinha esquentado de tesão, e o fato de eu estar grávida não era motivo pra não me desejar. Não resisti, peguei na mão dele e levei pro meu quarto. Tranquei a porta com chave, porque uma sessão de sexo esperada por meses pra mim ia rolar. Tirei a roupa dele, primeiro a camisa, curti o tato no torso dele, o corpo de ébano cheio de músculos. Minha língua percorria os mamilos dele, chupando, depois enfiei no umbigo dele com paixão. Abaixei e tirei os shorts que ele tava usando, os sapatos, e por último, como se fosse a inauguração de uma estátua, a cueca dele, que eu tirei com os dentes, aspirando o cheiro de pica que vinha de dentro. Como uma mola, uma pica enorme, com uma cabeça vermelha escura brilhante, e um tronco preto como carvão. Minha boca não resistiu, e minha língua atrevida percorreu a cabeça dele, enquanto minhas mãos brigavam pra bater uma praquela pica descomunal. Um gemido abafado tomou conta do Rodney enquanto a cabeça dele caía pra trás, como se estivesse curtindo um puta prazer. Chupei a pica dele como sabia fazer, porque no meu marido eu costumava fazer (na cama sou bem puta), saboreando os líquidos pré-seminais dele, batendo uma com minhas mãozinhas, cobrindo e descobrindo a cabeça com o prepúcio dele. A pica dele era bem gostosa, soltava muito suco pré-seminal que se misturava com minha saliva. vadia faminta. Chupei ele, acariciando suas bolas pesadas,
bem pretas e cheias de leite. As mãos dele na minha nuca acompanhavam o movimento de trás pra frente que minha
boca fazia no pau dele, chupando como uma gostosa no cio. Quando percebi
que ele ia gozar, não tirei a boca dali, e mamando como uma bezerra, pude
sentir jatos de porra grossa e quente enchendo minha boca, engolindo aquele
néctar da vida. As mãos dele apertavam minha nuca, segurando minha boca, descarregando
o esperma, sem deixar eu largar o serviço. Um grito de prazer escapou da
garganta do Rodney, porque ele teve o orgasmo na gozada. Quando ele afrouxou,
o pau mole saiu de entre meus lábios, bem grande e grosso.
O negão tava entregue, e uma prenha tinha deixado ele de fogo.
É a primeira vez que chupam meu pau assim! – disse o Rodney. Porque
é a primeira vez que uma grávida chupa ele, meu amor! – respondi no
tesão. Ele se jogou na cama, com o mastro preto começando a endurecer
de novo. Comecei a me despir, passo a passo, como num strip-tease, primeiro
meu vestido curto de futura mamãe, que deixei cair, devagar e eroticamente,
entre meus pés. O Rodney deu um sorriso, e era óbvio porque essa grávida
tava usando as cuecas dele. De costas pra ele, com a bunda empinada, tirei
elas, joguei no ar e caindo na cara do moreno falei: Acho
que isso é seu! Me virei, nua da cintura pra baixo, com minha
buceta bem peluda, de pelos escuros compridos. Passei a mão na minha barriga, apertei
meus peitos com as mãos, cobertos por um sutiã de renda branca. Dava pra ver
meus bicos escuros através da transparência do sutiã. O pau do negão
ficava cada vez mais duro e grande.
Tirei ele, sugestiva e eroticamente. Tava totalmente nua, com meus
cabelos soltos, meus peitos gordos cheios de leite, minha barrigona bem grande,
que eu acariciava com as mãos. Você gosta de como eu tô, neguinho lindo? Cê gosta de me ver assim, bem prenha, só pra você, meu bombom de chocolate? – perguntava toda safada pro Rodney. Hoje a gente vai se divertir pra caralho. O negão ficou bem tarado, se punhetando devagar, curtindo o nu de uma mulher grávida. O pau dele tinha crescido pra um tamanho impressionante, parecia que ia explodir a qualquer hora. Apertei meus bicos, e uns jatos de leite amarelado saíram dali. Umas semanas atrás começou a sair colostro, e o gosto era bem doce. Cê precisa de lubrificante! – falei pro meu amante de ébano. Me aproximei, coloquei meus peitos perto do pau dele, e apertando minha teta direita, com o bico apontando pra cabeça do pau dele, um jato do meu colostro foi molhando o pau e a mão dele, enquanto ele se punhetava de prazer. O negão gemeu de tesão, sentindo a umidade entre os dedos e no pau. Tirou a mão e lambeu a mistura de colostro com líquido pré-gozo. Quero provar seu leite! – disse o Rodney. Dá a teta, mamãe, me dá esse leite gostoso, sou seu bebê, amor! – completou desesperado. Gozei e deixei o moreno saborear meu leite. Ele pegou meus peitos cheios com as mãos, louco pra mamar nas minhas tetas, procurando com os lábios um bico, igual um cachorrinho. Mamou igual um bezerro, a língua dele apertando meu bico, tirando leite. Eu acariciava os crespos dele, morrendo de prazer, inchada de desejo sexual sem freio. Era a primeira vez que eu amamentava alguém na vida. Um orgasmo me pegou, porque enquanto ele mamava, uma das mãos dele fuçava minha buceta peluda e ensopada, apertando meu clitóris, me levando a um clímax espetacular. Chega de leite, agora quero o meu! – falei imperativa. Tirei meus peitos da boca dele, eles ainda continuavam vazando leite sozinhos. O moreno resistiu, mas eu desmamei ele mesmo assim, deixando os lábios dele molhados do meu próprio leite materno. Rodney, de costas, com o pau preto, enorme, grosso, molhado dos fluidos dele e do meu colostro, tava pronto, a ponto de trabalhar, preparado. para
entrar na buceta de uma mulher grávida. De cócoras, apesar da minha
trapalhada, por causa da minha gravidez, me ajeitei, pronta pra me deixar penetrar por aquela
pica dos sonhos. Abri meus lábios vaginais, rocei
meu clitóris na glande dela, com um pouco de líquido pré-ejaculatório na ponta. Aos poucos
fui guiando a pica em direção ao meu buraco de prazer, a buceta que só meu marido
tinha comido e engravidado, deslizando essa pica preta pra dentro de mim. Senti
como a grossura dela perfurava minha vulva, o roçar das veias esfregando as paredes internas
da minha buceta. Bateu no fundo e, surpreendentemente, me senti cheia de uma massa
de carne de vinte e cinco centímetros de comprimento por cinco de diâmetro. Comecei a
subir e descer, cavalgando essa pica. O negro, com as mãos, tocava minha barriga,
curtindo comer uma grávida.
O sobe e desce foi aumentando, fechando meus olhos de prazer. Meus fluidos e os
dele misturados numa poça, faziam a penetração ficar bem lubrificada,
molhada, escorregadia. O moreno gozava, e gemíamos como animais no cio. Aumentei
as penetrações, e vi que Rodney estava prestes a gozar. "Vai gozar?"
– perguntei. Um gesto afirmativo, com os olhos fechados de êxtase, me deram
o sinal. Num ritmo violento, entrando e
saindo a pica dele da minha buceta dilatada, com minha barriga de oito meses sobre a
barriga dele, senti que ele começou a gozar. O orgasmo veio pra mim também, e
nossos sexos se fundiram, sentindo o gozo quente e grosso enchendo minha
buceta, escorrendo pelos meus lábios vaginais, nos beijando de prazer e enchendo de
gritos orgásmicos o quarto. "Ahhhh, assim, papai, enche minha buceta de leite,
ahhhhh, a puta que gostoso que é sua pica, meu pretinho lindo!" – gritei num
orgasmo apoteótico. "Toma, puta grávida, toma meu leite, ahhhh, que gostoso,
comendo uma branca bem prenha, ahhhh, que gostoso, meu amooooor!!!!" – gritou
Rodney na explosão orgásmica. Pequenos movimentos se aconteceram enquanto o negão terminava de gozar dentro da buceta da grávida.Transando de 8 meses como uma gata

8 comentários - Transando de 8 meses como uma gata

Me calentaste demasiado putita te quiero chupar tus tremendas lolad y llenarte de leche la vagina y el ano
Que lindo relato divina. Me encantan tus relatos, pero más me gustan tus tetas y tú culito
te gusta mucho mis tetas
buen ralato @samhamantha igual esta hermosa tan bien para mi es una fantasia coger embarazada
van + 10 puntos para ti cielo besos 😉😘
gracias por tu mensaje
gracias por tu mensaje
Sin lugar a dudas sos la mejor de todas reina hasta preñada estas mas fuerte aun, que hermosas lolas por dios!!!! ahi van puntos
Quisiera saber si puedo hacerte un pedido por favor??
cual?
Gracias por responder, simplemente, poder tener una foto tuya y de tus lolas para el día de mi cumple el 18/07. Porque conocerte creo sería tocar el cielo y uno esta viejito ya jajajaja
que buen relato me has dejado caliente tienes un hermoso cuerpo lo deseo