Já faziam 2 meses desde que assinei o contrato que me transformava na putinha do Ricardo, e nossos encontros tinham sido dos mais variados. Naquela época, meus três buracos já tinham recebido várias doses do esperma dele, e a relação com meu marido tinha se reduzido ao mínimo. Praticamente ele não falava comigo e, claro, nunca mais me tocava. Eu mantinha um caderninho com meus encontros com o Ricardo, assim sabia que já tinha pagado 9.000 euros da nossa dívida, mas sabia que meus buraquinhos ainda teriam que trabalhar muito pra ficar livres. Naqueles 2 meses, Ricardo tinha me submetido a todo tipo de humilhação. A imaginação dele não tinha limites, e cada dia ele inventava algo novo pra me rebaixar ainda mais, eu e meu marido. Algumas das situações mais pesadas foram essas…
**AS LIGAÇÕES DA MAMÃE**
Desde o dia em que minha mãe ligou enquanto eu tava chupando ele, Ricardo descobriu uma nova mina de ouro pra brincar comigo. Ele adorava que, enquanto me comia por qualquer um dos meus buracos, eu mantivesse conversas telefônicas com meus parentes, minha sogra, amigos. Ele adorava me comer de cu enquanto me fazia ligar pra minha mãe perguntar como tinha sido o dia dela, e nunca deixava eu desligar até ele gozar. Claro, eu tentava que ninguém do outro lado percebesse o que tava rolando, abafava meus gemidos e falava o mínimo possível. Acho que ninguém sacou, exceto uma amiga minha que, numa dessas ligações, riu e disse que da próxima vez eu terminasse de foder com o Luis antes de ligar pra ela. Se ela soubesse…
**SEXO EM LUGARES PÚBLICOS**
No começo, ele só me comia em casa, mas logo começou a me tirar de lá como se fôssemos um casal normal. Às vezes, ele até gostava de fazer o Luis vir junto. Ele adorava que eu batesse uma punheta pra ele entre dois carros no estacionamento do shopping, com meu marido dentro do carro. Outras vezes, ele me levava no carro dele pra buscar os... Levei as crianças pra escola e ele me fazia chupar ele no carro, até perto do portão da escola, momentos antes dos pequenos entrarem no veículo. Outra vez fomos ao cinema também com meu marido, que nunca tinha se negado a obedecer nenhuma ordem do Ricardo. Sentamos na última fileira e lá ele me fez chupar ele e montar nele enquanto alguns no cinema viravam e percebiam tudo. Na saída, vimos eles rindo e olhando pro meu marido de um jeito estranho. Um dia, o Ricardo, estando em casa, disse que íamos sair pra comer pizza com as crianças. Por sorte, era tarde e quase não tinha gente na pizzaria. Lá, ele me mandou ir ao banheiro e chupar ele até ele gozar na minha cara. Sem deixar eu me limpar, me fez jantar com a porra no rosto, tendo que aguentar os olhares do garçom e do casal na mesa ao lado. Como não tinha praia, o Ricardo também me comeu no vestiário de uma piscina pública onde fomos com meu marido e meus filhos. Lá, ele me fez usar o biquíni mais minúsculo que consegui encontrar, que não deixava muito pra imaginação. Eu ouvia os outros usuários da piscina fazendo todo tipo de comentário quando passava perto. Quando voltei do vestiário, a cara do Luís era um poema, sabendo o que tinha rolado lá dentro. Desde que conheci ele, nunca mais usei calcinha nem sutiã, então situações constrangedoras aconteciam direto. Lembro de uma vez que, experimentando uns sapatos, a saia que eu usava subiu e o moleque que vendia os sapatos estava de joelhos me provando os sapatos, mas sem parar de olhar pra minha buceta, que da posição dele dava pra ver perfeitamente. VISITAS EM CASA Se recebíamos visita em casa, ele me deixava me vestir, mas gostava de ficar pra eu apresentar ele como um bom amigo. Mas quando não me deixava vestir era quando vinha algum entregador, o carteiro ou o motoboy da pizza. em casa, se ele estivesse em casa, eu não podia vestir nada pra abrir a porta e morria de vergonha quando, ao abrir a porta completamente nua, via aqueles homens me olhando de cima a baixo, a maioria com cara de desejo, como se pensassem: “Que putinha”. Outra coisa que ele adorava era que eu avisasse quando tivéssemos visita de amigos ou familiares em casa, pra poder me foder até segundos antes de elas chegarem. Assim, ele gozava na minha cara, no meu cabelo, nos meus peitos e no meu corpo inteiro. Em duas ocasiões, nossos convidados já estavam entrando em casa enquanto eu ainda limpava o esperma do Ricardo de cima de mim, trancada no quarto, sem ninguém suspeitar do que tinha acontecido instantes antes. O mais humilhante durante uma dessas visitas foi quando minha sogra apareceu de surpresa. Quando meu marido abriu a porta e viu que era a mãe dele, teve que dizer que precisava sair e que eu não estava em casa, sendo mentira. Eu estava em casa, sim, de quatro na cama, chupando a pica do Ricardo. Ouvindo a voz da minha sogra do nosso quarto, ele ficou tão excitado que gozou na minha cara enquanto meu marido saía de casa e fechava a porta, levando minha sogra embora, enquanto o esperma escorria pelo meu rosto.
EM CASA
Em nossa casa, as humilhações eram constantes. O Ricardo adorava ligar pro meu marido, o Luís, no trabalho pra contar o que eu estava fazendo naquele momento. Ele não deixava ele desligar o telefone até contar com todos os detalhes como eu batia uma pra ele, como eu lambia as bolas dele, como ele me empurrava contra a parede ou me comia pelo cu como a putinha dele. Outra vez, meu marido tinha que ir trabalhar à tarde e o Ricardo estava me comendo pelo cu na sala quando, antes de ele sair pro trabalho, o Ricardo mandou ele ir buscar as crianças na escola, já que, como ele podia ver… “Sua mulher tá muito ocupada e não vai poder ir”. Ele adorava minhas punhetas e meus boquetes. que naquela altura já eram melhores do que as de muitas putas profissionais, ele adorava que eu lambuzasse o pau dele de chocolate, chantilly, que eu jogasse porra ou cerveja na ferramenta dele e depois chupasse, e quando a gente comia macarrão, ele adorava jogar a massa em cima do pau pra eu, de joelhos, ter que comer a massa diretamente no pau dele. Claro, várias vezes minha comida vinha com o "molho especial" dele, como ele chamava, que obviamente não era nada além do esperma dele. Naquela altura eu já tinha me acostumado com o gosto e a textura, e embora no começo tenha vomitado umas duas vezes, já não custava mais engolir a porra dele no meu café, na torrada ou na salada. Teve uns dias que eu terminei exausta, porque quando ele tomava mais Viagra do que precisava, ficava muito tarado e não tinha jeito de aquilo baixar até que, no mesmo dia, ele tivesse gozado na minha boca, na minha buceta e no meu cu. Nesses dias eu dormia assim que deitava, porque a maratona sexual tinha sido pesada. Outra vez, meu marido entrou na cozinha enquanto eu tava chupando o pau do Ricardo e perguntou se eu podia ir buscar as crianças na escola. Ele riu e respondeu: "Isso depende da pressa que a sua mulher tiver em comer o Luís, hahaha." Outro dia, ele me fez passar horas com duas verduras enfiadas na minha buceta e no meu cu, as mesmas que depois eu tive que usar na salada do jantar do meu marido Luís. Claro que não preciso comentar que naquela época eu já conseguia enfiar o pau do Ricardo no meu cu com uma facilidade impressionante. Ele também me comprou vários brinquedos eróticos, adorava que eu andasse pela casa com bolas chinesas dentro da buceta ou que, enquanto a gente comia, eu ficasse com um vibrador enfiado em algum dos meus buracos. Meus filhos viam a presença do Ricardo com toda naturalidade e começaram a falar com ele quase tanto quanto comigo ou com o pai, de tanto vê-lo em casa. Pelo menos o Ricardo não tratava mal as crianças, embora uma vez ele tenha me feito chupar ele por umas um aspirador de pó e colocar toda minha habilidade em boquetes em prática, porque ele disse que não me deixaria ir buscar as crianças na escola até que eu fizesse ele gozar na minha boca três vezes. Eu estava começando a me acostumar com tudo aquilo, embora às vezes reclamasse e pedisse um descanso ao Ricardo, logo aprendi a não fazer isso, porque toda vez que eu reclamava, ele me premiava com uma enrabada de castigo. Ele me comeu em todos os cômodos da casa, até no jardim. Morávamos numa casa geminada pequena, e quando ele me fez cavalgar no jardim, passei um perrengue danado com medo dos vizinhos ou do filho dele verem o que eu tava fazendo. Ele também me comeu várias vezes no quarto dos meus filhos, uma das vezes com as crianças em casa, e meu filho mais novo batia na porta pedindo pra eu abrir porque queria pegar a mochila dele pra fazer o dever. Eu não podia abrir, porque tava com as pernas nos ombros do Ricardo enquanto ele enfiava na minha buceta na caminha da minha filha, rodeada de bichinhos de pelúcia. Um dia, meus buracos tavam tão cansados que implorei pra ele deixar eu fazer uma punheta. Ele deixou, mas o filho da puta me obrigou a fazer na frente da janela da nossa casa. Por sorte, pelo horário, nenhum vizinho passou, mas eu vi o carteiro e uns dois caras que tavam correndo me verem batendo uma pro Ricardo até ele gozar na minha cara, algo que eu agradecia, porque já devia ter engolido litros do esperma dele. OS POSTERS Um dia, Ricardo trouxe uma câmera fotográfica e me fotografou em várias posições sexuais, não adiantou nada eu implorar pra ele não fazer. Depois de alguns dias, ele veio com algo na mão e pediu pra mim, meus filhos e meu marido entrarmos na cozinha até ele nos chamar pra dar uma surpresa. Quando ele avisou e a gente pôde entrar, eu quase comecei a chorar. Teria chorado se não fosse porque já não tinha mais lágrimas. Ricardo tinha tirado os quadros da salão, os que minha mãe tinha nos dado de presente de casamento, eram cinco e ele os substituiu por cinco pôsteres de pelo menos um metro de comprimento, em cada um deles dava pra ver em tamanho gigante uma das fotos que ele tinha tirado e em cima da foto uma espécie de título como se fosse uma exposição fotográfica. No primeiro, eu aparecia de joelhos com as mãos nas costas e a pica do Ricardo dentro da minha boca, ele aparecia em pé olhando pra câmera e com o dedo levantado em sinal de vitória, o título era "Maria Jesús bebendo porra". Na segunda foto, eu aparecia de quatro enquanto o Ricardo me comia no cu por trás, agarrado nas minhas tetas, dava pra ver minha cara em close com uma expressão horrível que qualquer um podia confundir com prazer, o título era "Maria Jesús adora sexo anal". Na terceira foto, eu aparecia em cima do Ricardo, ele me segurava pelas nádegas e na foto dava pra ver a gente de pé, eu de costas pra ele e eu olhando pra câmera, o título era "Até as bolas", numa referência clara à imagem que dava pra ver em close onde o Ricardo me tinha enfiada na pica dele e a única coisa que se via por fora eram as bolas dele. Na quarta foto, dava pra ver minha cara coberta de esperma com o título "Novo creme facial". E na última, eu aparecia em cima dele com a janela ao fundo e o sol se pondo com o título "Cavalgando ao entardecer". "Bom, o que acharam das fotos?" perguntou o porco do Ricardo. Minha filha, na sua santa inocência, disse "Eu gostei, os quadros da vó eram muito feios e a mamãe sai muito gostosa nas fotos". Meu filho, se referindo à foto em que eu aparecia engolindo o esperma do Ricardo, afirmou que "Não via eu bebendo nenhum copo de porra naquela foto". Claro que meu marido e eu não falamos nada. Mas o pior de tudo foi a visita da minha irmã Sônia...
**AS LIGAÇÕES DA MAMÃE**
Desde o dia em que minha mãe ligou enquanto eu tava chupando ele, Ricardo descobriu uma nova mina de ouro pra brincar comigo. Ele adorava que, enquanto me comia por qualquer um dos meus buracos, eu mantivesse conversas telefônicas com meus parentes, minha sogra, amigos. Ele adorava me comer de cu enquanto me fazia ligar pra minha mãe perguntar como tinha sido o dia dela, e nunca deixava eu desligar até ele gozar. Claro, eu tentava que ninguém do outro lado percebesse o que tava rolando, abafava meus gemidos e falava o mínimo possível. Acho que ninguém sacou, exceto uma amiga minha que, numa dessas ligações, riu e disse que da próxima vez eu terminasse de foder com o Luis antes de ligar pra ela. Se ela soubesse…
**SEXO EM LUGARES PÚBLICOS**
No começo, ele só me comia em casa, mas logo começou a me tirar de lá como se fôssemos um casal normal. Às vezes, ele até gostava de fazer o Luis vir junto. Ele adorava que eu batesse uma punheta pra ele entre dois carros no estacionamento do shopping, com meu marido dentro do carro. Outras vezes, ele me levava no carro dele pra buscar os... Levei as crianças pra escola e ele me fazia chupar ele no carro, até perto do portão da escola, momentos antes dos pequenos entrarem no veículo. Outra vez fomos ao cinema também com meu marido, que nunca tinha se negado a obedecer nenhuma ordem do Ricardo. Sentamos na última fileira e lá ele me fez chupar ele e montar nele enquanto alguns no cinema viravam e percebiam tudo. Na saída, vimos eles rindo e olhando pro meu marido de um jeito estranho. Um dia, o Ricardo, estando em casa, disse que íamos sair pra comer pizza com as crianças. Por sorte, era tarde e quase não tinha gente na pizzaria. Lá, ele me mandou ir ao banheiro e chupar ele até ele gozar na minha cara. Sem deixar eu me limpar, me fez jantar com a porra no rosto, tendo que aguentar os olhares do garçom e do casal na mesa ao lado. Como não tinha praia, o Ricardo também me comeu no vestiário de uma piscina pública onde fomos com meu marido e meus filhos. Lá, ele me fez usar o biquíni mais minúsculo que consegui encontrar, que não deixava muito pra imaginação. Eu ouvia os outros usuários da piscina fazendo todo tipo de comentário quando passava perto. Quando voltei do vestiário, a cara do Luís era um poema, sabendo o que tinha rolado lá dentro. Desde que conheci ele, nunca mais usei calcinha nem sutiã, então situações constrangedoras aconteciam direto. Lembro de uma vez que, experimentando uns sapatos, a saia que eu usava subiu e o moleque que vendia os sapatos estava de joelhos me provando os sapatos, mas sem parar de olhar pra minha buceta, que da posição dele dava pra ver perfeitamente. VISITAS EM CASA Se recebíamos visita em casa, ele me deixava me vestir, mas gostava de ficar pra eu apresentar ele como um bom amigo. Mas quando não me deixava vestir era quando vinha algum entregador, o carteiro ou o motoboy da pizza. em casa, se ele estivesse em casa, eu não podia vestir nada pra abrir a porta e morria de vergonha quando, ao abrir a porta completamente nua, via aqueles homens me olhando de cima a baixo, a maioria com cara de desejo, como se pensassem: “Que putinha”. Outra coisa que ele adorava era que eu avisasse quando tivéssemos visita de amigos ou familiares em casa, pra poder me foder até segundos antes de elas chegarem. Assim, ele gozava na minha cara, no meu cabelo, nos meus peitos e no meu corpo inteiro. Em duas ocasiões, nossos convidados já estavam entrando em casa enquanto eu ainda limpava o esperma do Ricardo de cima de mim, trancada no quarto, sem ninguém suspeitar do que tinha acontecido instantes antes. O mais humilhante durante uma dessas visitas foi quando minha sogra apareceu de surpresa. Quando meu marido abriu a porta e viu que era a mãe dele, teve que dizer que precisava sair e que eu não estava em casa, sendo mentira. Eu estava em casa, sim, de quatro na cama, chupando a pica do Ricardo. Ouvindo a voz da minha sogra do nosso quarto, ele ficou tão excitado que gozou na minha cara enquanto meu marido saía de casa e fechava a porta, levando minha sogra embora, enquanto o esperma escorria pelo meu rosto.
EM CASA
Em nossa casa, as humilhações eram constantes. O Ricardo adorava ligar pro meu marido, o Luís, no trabalho pra contar o que eu estava fazendo naquele momento. Ele não deixava ele desligar o telefone até contar com todos os detalhes como eu batia uma pra ele, como eu lambia as bolas dele, como ele me empurrava contra a parede ou me comia pelo cu como a putinha dele. Outra vez, meu marido tinha que ir trabalhar à tarde e o Ricardo estava me comendo pelo cu na sala quando, antes de ele sair pro trabalho, o Ricardo mandou ele ir buscar as crianças na escola, já que, como ele podia ver… “Sua mulher tá muito ocupada e não vai poder ir”. Ele adorava minhas punhetas e meus boquetes. que naquela altura já eram melhores do que as de muitas putas profissionais, ele adorava que eu lambuzasse o pau dele de chocolate, chantilly, que eu jogasse porra ou cerveja na ferramenta dele e depois chupasse, e quando a gente comia macarrão, ele adorava jogar a massa em cima do pau pra eu, de joelhos, ter que comer a massa diretamente no pau dele. Claro, várias vezes minha comida vinha com o "molho especial" dele, como ele chamava, que obviamente não era nada além do esperma dele. Naquela altura eu já tinha me acostumado com o gosto e a textura, e embora no começo tenha vomitado umas duas vezes, já não custava mais engolir a porra dele no meu café, na torrada ou na salada. Teve uns dias que eu terminei exausta, porque quando ele tomava mais Viagra do que precisava, ficava muito tarado e não tinha jeito de aquilo baixar até que, no mesmo dia, ele tivesse gozado na minha boca, na minha buceta e no meu cu. Nesses dias eu dormia assim que deitava, porque a maratona sexual tinha sido pesada. Outra vez, meu marido entrou na cozinha enquanto eu tava chupando o pau do Ricardo e perguntou se eu podia ir buscar as crianças na escola. Ele riu e respondeu: "Isso depende da pressa que a sua mulher tiver em comer o Luís, hahaha." Outro dia, ele me fez passar horas com duas verduras enfiadas na minha buceta e no meu cu, as mesmas que depois eu tive que usar na salada do jantar do meu marido Luís. Claro que não preciso comentar que naquela época eu já conseguia enfiar o pau do Ricardo no meu cu com uma facilidade impressionante. Ele também me comprou vários brinquedos eróticos, adorava que eu andasse pela casa com bolas chinesas dentro da buceta ou que, enquanto a gente comia, eu ficasse com um vibrador enfiado em algum dos meus buracos. Meus filhos viam a presença do Ricardo com toda naturalidade e começaram a falar com ele quase tanto quanto comigo ou com o pai, de tanto vê-lo em casa. Pelo menos o Ricardo não tratava mal as crianças, embora uma vez ele tenha me feito chupar ele por umas um aspirador de pó e colocar toda minha habilidade em boquetes em prática, porque ele disse que não me deixaria ir buscar as crianças na escola até que eu fizesse ele gozar na minha boca três vezes. Eu estava começando a me acostumar com tudo aquilo, embora às vezes reclamasse e pedisse um descanso ao Ricardo, logo aprendi a não fazer isso, porque toda vez que eu reclamava, ele me premiava com uma enrabada de castigo. Ele me comeu em todos os cômodos da casa, até no jardim. Morávamos numa casa geminada pequena, e quando ele me fez cavalgar no jardim, passei um perrengue danado com medo dos vizinhos ou do filho dele verem o que eu tava fazendo. Ele também me comeu várias vezes no quarto dos meus filhos, uma das vezes com as crianças em casa, e meu filho mais novo batia na porta pedindo pra eu abrir porque queria pegar a mochila dele pra fazer o dever. Eu não podia abrir, porque tava com as pernas nos ombros do Ricardo enquanto ele enfiava na minha buceta na caminha da minha filha, rodeada de bichinhos de pelúcia. Um dia, meus buracos tavam tão cansados que implorei pra ele deixar eu fazer uma punheta. Ele deixou, mas o filho da puta me obrigou a fazer na frente da janela da nossa casa. Por sorte, pelo horário, nenhum vizinho passou, mas eu vi o carteiro e uns dois caras que tavam correndo me verem batendo uma pro Ricardo até ele gozar na minha cara, algo que eu agradecia, porque já devia ter engolido litros do esperma dele. OS POSTERS Um dia, Ricardo trouxe uma câmera fotográfica e me fotografou em várias posições sexuais, não adiantou nada eu implorar pra ele não fazer. Depois de alguns dias, ele veio com algo na mão e pediu pra mim, meus filhos e meu marido entrarmos na cozinha até ele nos chamar pra dar uma surpresa. Quando ele avisou e a gente pôde entrar, eu quase comecei a chorar. Teria chorado se não fosse porque já não tinha mais lágrimas. Ricardo tinha tirado os quadros da salão, os que minha mãe tinha nos dado de presente de casamento, eram cinco e ele os substituiu por cinco pôsteres de pelo menos um metro de comprimento, em cada um deles dava pra ver em tamanho gigante uma das fotos que ele tinha tirado e em cima da foto uma espécie de título como se fosse uma exposição fotográfica. No primeiro, eu aparecia de joelhos com as mãos nas costas e a pica do Ricardo dentro da minha boca, ele aparecia em pé olhando pra câmera e com o dedo levantado em sinal de vitória, o título era "Maria Jesús bebendo porra". Na segunda foto, eu aparecia de quatro enquanto o Ricardo me comia no cu por trás, agarrado nas minhas tetas, dava pra ver minha cara em close com uma expressão horrível que qualquer um podia confundir com prazer, o título era "Maria Jesús adora sexo anal". Na terceira foto, eu aparecia em cima do Ricardo, ele me segurava pelas nádegas e na foto dava pra ver a gente de pé, eu de costas pra ele e eu olhando pra câmera, o título era "Até as bolas", numa referência clara à imagem que dava pra ver em close onde o Ricardo me tinha enfiada na pica dele e a única coisa que se via por fora eram as bolas dele. Na quarta foto, dava pra ver minha cara coberta de esperma com o título "Novo creme facial". E na última, eu aparecia em cima dele com a janela ao fundo e o sol se pondo com o título "Cavalgando ao entardecer". "Bom, o que acharam das fotos?" perguntou o porco do Ricardo. Minha filha, na sua santa inocência, disse "Eu gostei, os quadros da vó eram muito feios e a mamãe sai muito gostosa nas fotos". Meu filho, se referindo à foto em que eu aparecia engolindo o esperma do Ricardo, afirmou que "Não via eu bebendo nenhum copo de porra naquela foto". Claro que meu marido e eu não falamos nada. Mas o pior de tudo foi a visita da minha irmã Sônia...
5 comentários - Vadia por acidente. Parte 5 final
Los que nos comimos leer la zaga, podemos pedir un final... saludos.