O verão estava sendo pra caralho longo e quente. Sair antes das sete da tarde na rua era um suicídio, e nem a água da piscina nem a da praia ajudavam a aliviar essa sensação. Diante daquela situação, Gonzalo e eu tínhamos chegado a um acordo pra matar as tardes até o sol dar uma trégua e a gente poder sair na rua. Nós dois morávamos num condomínio de casas geminadas nos arredores de Málaga, e os dois tínhamos todos os nossos amigos na cidade, então antes de encontrar o resto da galera, todo dia depois do almoço a gente se juntava pra jogar videogame nas nossas casas. Um dia eu ia na casa dele, no dia seguinte ele vinha na minha. Assim durante o verão inteiro, desde que terminamos o vestibular. Gonzalo e eu nos conhecemos na escola com três anos e desde então éramos unha e carne, nossas famílias se conheciam pra caramba e não tínhamos problema nenhum em ir de uma casa pra outra sem avisar. Então, num dia qualquer de agosto, eu apareci na casa dele às três da tarde, esperando continuar nossa treta no GTA V. Quem abriu a porta foi a mãe dele, o que já me estranhou de cara, e eu, sem esperar o convite dela, entrei direto. — Gonzalo não tá… Acabou de sair pra… Na real, não sei pra onde ele foi. — Ah, é? — respondi sem graça — Então é melhor eu ir embora. — Ou, se quiser, espera ele aqui, não sei quanto tempo vai demorar, mas acho que não foi longe. E a Sonia, que era o nome dela, fechou a porta na hora. Dei de ombros e fui pra sala. Sentei no sofá e liguei a TV. A Sonia entrou atrás e sentou do meu lado com o celular na mão. Fiquei vendo o noticiário por uns minutos num silêncio de dar medo, porque a Sonia não tirava os olhos do telefone. Peguei o meu, decidido a ligar pro Gonzalo e perguntar onde caralhos ele tava, e foi nessa hora que vi uma mensagem dele, recebida um pouco mais de meia hora atrás, dizendo pra eu não passar na casa dele naquela tarde, que tinha surgido uma parada foda e que depois ele me contava. Enfiei o celular no bolso e quando fui me levantar, já que tava claro que o Gonzalo não ia aparecer e eu tava perdendo tempo, a Sônia me fez uma pergunta que me deixou gelado. —O que significa… MILF? Olhei ela de cima a baixo. Sabia que ela teve o Gonzalo muito nova, entre os dezesseis ou dezessete anos, intuía que ela não chegava aos quarenta e nunca tinha conhecido ela com um parceiro. Ela tinha cabelo castanho, ondulado e comprido, combinando com os olhos cor de mel e a pele morena natural que realçava ainda mais com a camisola branca de alcinha que tava vestindo. Da minha posição, via pelo decote que ela não tava de sutiã e via quase os peitos dela por completo. Por fora, os bicos marcavam durinhos contra a camisola e eu terminava de ver o resto das tetas bonitas dela que não alcançava. Tinha uma barriguinha leve, mas igualmente gostosa, e a camisola que terminava um pouco abaixo da cintura me deixava ver as pernas lindas dela cruzadas e umas coxas que eu lambuzaria de saliva a qualquer momento. Até os pés dela, calçados com umas sandálias chinesas e as unhas pintadas de vermelho intenso, eram atraentes. Com certeza ela era uma MILF. Já tinha batido uma pensando nela, embora o fato de ser a mãe do meu melhor amigo me fizesse segurar um pouco nos pensamentos impuros. Acho que fiquei vermelho sem saber o que responder. A Sônia olhou de novo pro celular e repetiu. —Eme, i, ele, efe. Milf. O que significa isso? E cravou o olhar no meu esperando resposta. —Significa… —Falei com a voz fraca— Mother I’d like to fuck —Falei de uma vez e com o sotaque mais carregado que consegui. —Em português, que de inglês eu não entendo nada —E o olhar dela continuou fixo em mim. Sentia a perna nua dela roçando na minha e isso me deixava mais acelerado ainda. —Já viu American Pie? —Perguntei inocente, e ela balançou a cabeça que não— então naquele filme eles traduzem como MQMF. —E o que é? Engoli seco. —Mãe que eu fo…de…ria —E voltei a Engoli a saliva. —Como assim? Quer dizer… —Que ela não precisa ser mãe— falei tentando consertar— Pode ser mais velha, ou madura, mais que o cara que é mais novo, por isso é, digamos, algo, mais que ele porque aí já não seria isso…—Eu nem sabia o que tava falando, a perna dela continuava roçando na minha e pra piorar, meu pau começou a se mexer por baixo da cueca por causa das vistas que ela tava me dando. —Isso excita vocês? Ela ser mais velha que… —Shhhh— Tentei falar que sim, mas quase não saía voz. Concordei com a cabeça. —Quer dizer, eu, por exemplo, seria uma MILF dessas pra você? Pela cara dela, acho que perguntou sem pensar e só no momento em que terminou a pergunta percebeu o que tinha acabado de me perguntar. —Não to dizendo se você vai me fo…der… digo que… Meus olhos iam inevitavelmente pro decote dela e meu pau começava a bater contra a calça pedindo liberdade. Quase a mesma que os bicos dos peitos dela pediam através da camisola. A gente se encarou de novo. Sonia mordeu os lábios… e se jogou em mim. Enfiou uma mão no meu cabelo e juntou os lábios dela com os meus. Nossas línguas se entrelaçaram e começaram uma puta troca de saliva. A outra mão dela pousou de leve no meu volume, quase com medo. Eu passei um braço na cintura dela e deixei a mão no começo da bunda dela. —Te excito?— Ela perguntou separando os lábios. Aquilo parecia um maldito filme pornô. Tava claro que eu ia foder ela ali mesmo e, pra completar, nunca tinha tido que me esforçar tão pouco pra comer uma buceta na minha vida. —Se me excita? Olha. Tirei a mão dela do meu volume pra desabotoar a calça e baixar a cueca, deixando meu pau aparecer, totalmente duro e grosso, com as veias quase estourando. —Porra, cara…— Ela riu nervosa, agarrando meu pau e me beijando de novo. Começou a me bater uma punheta suave, quase no mesmo ritmo que mexia a língua dentro da minha boca. Dessa vez eu me dediquei a apalpar a bunda e os peitos dela com as duas mãos. —Vamos pra cima, vamos pro teu quarto— Sugeri quase ordenando. — Quer que a gente vá pra minha cama, hein? Ela saiu na minha frente pra subir as escadas que levavam ao segundo andar, onde ficavam os quartos. Caminhei segurando minha calça com o pau pra fora até que a bunda dela ficou na altura do meu rosto enquanto subíamos as escadas. Aproveitei aquele momento pra levantar a camisola dela por trás e ver suas nádegas lindas com uma calcinha fio dental branca no meio. — Que rabão, tia… Quando terminamos de subir, agarrei ela pela cintura, virei ela e beijei, empurrando ela contra uma parede. Agarrei a bunda dela com as duas mãos, enfiando meu pau contra a barriga dela. Ela me devolveu o beijo e envolveu minha cintura com as pernas, ficando completamente no ar. Deixei minha calça e cueca caírem, tirando com a ajuda dos pés e deixando no chão. — Fica sabendo que você é uma pedaço de MILF e vou ficar super à vontade te fodendo— Eu tava empolgado. Caminhei até o quarto dela com ela em cima de mim e joguei ela na cama, deixando ela de pernas abertas com os pés apoiados no meu peito. Sônia esticava os braços pra alcançar e massagear meu pau. — Vai, tá esperando o quê pra foder essa MILF?— Ela me provocava. Agarrei os tornozelos dela e comecei a beijar um por um dos dedinhos do pé dela. — Primeiro vou te comer inteirinha, Sônia. Fui descendo, beijando as panturrilhas dela até chegar nos joelhos. Naquele momento, deixei ela de pernas abertas e me ajoelhei no chão. Subi lambendo as coxas dela até chegar na virilha e sentir no meu nariz o cheiro dela de mulher no cio. — E vou comer essa bucetinha até você ficar a ponto de gozar, e depois vou meter inteira de uma vez. — Uff, vai, come ela, que tesão você me deu. Cheirei a ppk dela de novo e beijei por cima da calcinha, sentindo o quanto ela já tava molhada. Lambi a calcinha dela, aspirando o gosto, e levei um dedo pra afastar de lado. — Espera!— Gritou Sônia, puxando meu cabelo e afastando a ppk dela de mim— Ouvi alguma coisa. Ela se levantou correndo da cama e abaixando a camisola. —Entra no banheiro, entra no porra do banheiro que eu ouvi a porta. Ele me empurrou pra dentro do banheiro privativo que tinha no quarto dele. —Minha roupa, porra, tá no corredor— consegui falar. A Sonia saiu correndo, pegou a roupa e entrou no banheiro comigo, trancando a porta e levando as mãos à cabeça. —É meu filho, porra… O que a gente tá fazendo? —Calma, fica tranquila… Eu me visto e a gente sai como se nada tivesse acontecido. —Não! Escuta… ele não tá sozinho. A gente encostou o ouvido no chão e, de fato, ouvimos que ele não tava sozinho. Eu logo reconheci a outra voz. —É a Bea. É da nossa sala. O Gonzalo passou o ano inteiro atrás dela. Ele trouxe ela pra casa com você aqui? —Não, porra… eu falei que ia no centro fazer compras, porra… que merda. Por sua culpa, idiota, que você me… Porra… —Eu? Você que se jogou pra passar a mão no meu volume. —Eu sei, porra, me deixa, tô muito nervosa. —Então não vou te falar que você trouxe minha calça, mas deixou minha cueca largada no corredor. A Sonia ficou pálida. Se jogou no chão onde tinha deixado minha calça amassada e começou a procurar desesperadamente minha cueca entre elas. —Não tá, eu já olhei. Sai e pega pra mim. Tarde demais. Naquele momento, ouvimos os passos do Gonzalo junto com a Bea subindo a escada de madeira. A Sonia ficou no chão com cara de choro, os olhos marejados. Eu vesti a calça e sentei do lado dela, abraçando e tentando acalmar. —Fica calma. Assim que seu filho começar a pegar pesado com essa mina, com certeza eles vão embora e a gente pode sair. E com certeza eles tão tão afim que nem vão ver minha cueca. Repeti frases assim várias vezes enquanto a Sonia me olhava com cara de preocupada, provavelmente pensando que de algum jeito o filho dela ia perceber. A desesperação dela tinha virado desolação. —A propósito— falei sussurrando— Por que aquela pergunta? De onde você tirou esse negócio de MILF? —Quer que eu conte? Bom, já que não importa mais… Tava lendo um conto erótico e vi lá. Por isso que perguntei. Perguntei sem maldade. —Ahh, e sobre o que era o relato? —Você não vai acreditar. Era sobre uma divorciada que está em casa com o melhor amigo do filho e dá pra ele na cozinha. Reconheço que me senti um pouco identificada com o relato e… —E quando você me viu como sou irresistível, me deixou com tesão, hehe. Consegui arrancar um sorriso dela bem na hora que os gritos do filho dela nos assustaram. —CHUPA MINHA PORRA, SUA CADELA DE MERDA! Ouvimos pela porta. Pessoalmente, nunca tinha visto o Gonzalo assim. Eu e a Sônia nos olhamos assustados. —ME CHUPA, VAGABUNDA, QUE VOCÊS SÃO TODAS UMAS PUTAS! —VAI TOMAR NO CU, RETARDADO, QUE TUA MÃE TE FODA, SEU MALDITO! Ouvimos uns dois tapas na parede e alguém descendo as escadas de repente. —PUTA! VAGABUNDA! VOU CONTAR PRA TODO MUNDO QUE PUTA VOCÊ É! Ouvimos um portão batendo lá longe e o Gonzalo continuando a gritar pela casa toda, chamando todas as mulheres de putas repetidas vezes. Depois de alguns minutos, ouvimos ele descer as escadas e sair de casa, dando mais um portão. —Pega sua cueca e vaza agora mesmo — Sônia me disse na hora. —Não vamos ver o que…? —Fora da minha casa. Vaza. Corri pra minha casa com um saco doendo pra caralho. Entrei no banheiro sem cumprimentar ninguém e comecei a bater uma, ainda com o cheiro da buceta da Sônia no meu nariz. Ficava pensando em como eu teria fodido ela ali mesmo na cama dela, quando meu celular começou a vibrar sem parar no bolso. Chamada do Gonzalo. O filho da puta primeiro fodeu minha transa e agora ia foder minha punheta. Não tive escolha a não ser atender. Visivelmente nervoso pelo telefone, ele me pediu se a gente podia se encontrar urgente no bar do condomínio. Claro. Adiei minha punheta pra noite e fui pro bar. Quando cheguei, o Gonzalo já tava na quarta cerveja. —Qual é, mano? Cadê você hoje? — Cumprimentei ele com um tapa no ombro e sentei na frente dele. —Tô há uma semana enrolando com a Bea. —Filho da puta! No final você conseguiu, hein?— respondi fingindo um sorriso. —Hoje minha mãe ia fazer compras, então combinamos de vir aqui em casa pra foder... —Pffff, espero que você tenha deixado ela bem acabada... —Não. Não fizemos nada. Sabe por quê? Entrei em casa e vi umas cuecas no chão. As minhas. Fingi surpresa. —Você não comeu ela porque tinha deixado umas cuecas no chão? Ela é tão exigente assim?— perguntei, me fazendo de bobo. —Não eram minhas. —Não? Então... —São de algum filho da puta que tá comendo a puta da minha mãe— Arregalei os olhos o máximo que pude e abri a boca, tentando parecer ainda mais surpreso. —Eu surtei e descontei na Bea, chamei ela de puta e tudo mais sem merecer, e ela vazou sem foder, mas agora isso é o que menos me importa. Esse filho da puta que tá comendo minha mãe na minha própria casa, vou pegar ele e encher de porrada. Juro— Ele terminou dando um soco na mesa. —E o que você vai fazer? —Por enquanto, vou seguir minha mãe até no banheiro. Esses dias você vem pra minha casa de tarde. Ela não vai ficar sozinha nem um segundo. Meu objetivo de comê-la ficou complicado. Quando voltei pra casa à noite e, na intimidade do meu quarto, lembrei da tarde com a Sonia, mesmo com as palavras do meu amigo Gonzalo na cabeça, tive que bater uma como um macaco. Eu comia a Sonia no banheiro dela enquanto o Gonzalo nos procurava pela casa toda. Me sentia meio mal pela situação do meu parceiro, mas ao mesmo tempo o tesão era insuportável. Como combinamos, no dia seguinte fui na casa dela. Tava meio nervoso, porque não sabia como a Sonia ia me tratar nem qual era a situação exata entre mãe e filho. Quem abriu a porta foi a Sonia, com uns shorts pretos e uma regata laranja. Não consegui evitar devorar ela com os olhos. Ela me recebeu numa boa e falou que o Gonzalo tava na sala. Entrei e sentei com ele. —Fiquei de olho nela o celular e nada, nem uma mensagem do filho da puta daquela vagabunda — foi assim que ela me batizou —, nem uma ligação nem nada, só whatsapp com umas vadias iguais a ela — Ele disse baixinho. — Você não tá exagerando? Cara, pensa que… Você também tá comendo todas que pode, traz elas aqui quando dá… Ela também deve ter… necessidades, sei lá… — Falei tentando amenizar. — Não. Minha mãe não vai se comportar como uma puta na minha própria casa — Ele sentenciou. E a verdade é que o machismo exagerado dele me dava ainda mais vontade de partir pra cima da mãe dele e meter nela em todas as posições possíveis. Toda vez que ela passava pelo corredor, meu olho desviava pra admirar aquele corpão e aquelas pernas lindas que eu já tinha percorrido com a língua e morria de vontade de percorrer de novo. Depois de um tempo vendo TV, percebi que ela entrou na cozinha, então dei um jeito de ir até lá. — Me traz um copo d'água, filho da puta. — Não sou seu escravo, otário, vai você buscar, sabe onde é a cozinha. — Que jeito de tratar seus convidados — Levantei satisfeito e fui pra cozinha. Lá estava a Sônia de costas, com a geladeira aberta. Cheguei por trás e agarrei com força a bunda dela. — Que rabo de MILF… Custe o que custar, vou te comer fodendo. E saí da cozinha, deixando ela com a respiração ofegante. Ficamos mais um tempo na sala e decidimos subir pro quarto dele pra jogar PlayStation. Depois de umas duas horas vidrados, precisei da minha dose de Sônia de novo e, com a desculpa de que tinha que carregar o celular, desci pra sala. Lá encontrei a Sônia de novo, dessa vez deitada vendo TV. Sem perder tempo, peguei a cabeça dela e beijei quase de surpresa. — Quero chupar sua buceta até você gozar. Não esquece. E voltei pra cima com o Gonzalo, enquanto a Sônia suspirava no sofá. Não consegui chegar mais perto da Sônia pelo resto do dia por causa do filho dela que não largava. Nos dois dias seguintes, a rotina foi parecida. Aproveitava os poucos segundos que eu tinha a sós com a Sonia quando a encontrava no corredor ou em algum cômodo pra passar a mão nela, apalpar ela e sussurrar alguma sacanagem no ouvido. Ela nunca respondia, mas balançava a bunda quando eu chegava por trás e deixava ela sentir meu volume contra ela, ou passava a mão no meu pau disfarçadamente, deixando claro que ela queria tanto quanto eu. Minha chance chegou no último dia da semana. Eu tava vendo TV lá embaixo na sala com o Gonzalo quando ele levantou de repente. —Porra de feijão, vou entupir o banheiro com a cagada que vou soltar. Reagi rápido e falei. —Porra, eu ia ir agora, posso usar o banheiro de cima? —É que se você não for e cagar no sofá, eu te mato. Perfeito. Gonzalo se trancou no banheiro de baixo e eu subi atrás da Sonia, sabendo que tinha pelo menos uns dois minutos. Encontrei o quarto dela fechado, então abri sem hesitar. A Sonia tava lá dentro. Deitada na cama de barriga pra cima. Numa mão segurava o celular, com a outra ela se masturbava por baixo do shortinho de pijama. Subi na cama e fiquei de joelhos entre as pernas dela. Apoiei minhas mãos nas coxas dela. —Qual é a história de hoje? De outra divorciada que come um jovem igual a mim? —É de uma professora de colégio... Que faz uma orgia com quatro alunos. Me deixei cair sobre ela, ficando a poucos centímetros do rosto dela. —Você gosta tanto assim de paus jovens? Vou realizar suas fantasias... —Cadê meu filho? —Tá no banheiro, então temos uns dois minutos. —Não podemos fazer nada enquanto ele estiver aqui, ele desconfia de algo, fica o tempo todo atrás de mim... —Eu sei, por isso tenho um plano pra tirar ele de casa. Deixa sua bucetinha pronta pro dia chegar. Beijei os lábios dela com carinho e desci de uma vez pros peitos dela, mordi um por cima da camiseta e peguei a mão que ela tinha debaixo do short pra puxar e chupar os dedos molhados dela. —Delicioso— Levei a mão dela pro meu pau— Tenho que Vou indo já, olha que duro você me deixou e eu tenho que descer isso antes que seu filho saia do banheiro. Fica… preparada. Levantei da cama e fui até a porta. —Tira ele de casa logo, por favor— ouvi nas minhas costas. “Assim que puder”, pensei. Desci pra sala e, depois de cinco minutos, me reuni com Gonzalo de novo. —E aí… Como é que tão as coisas com a Bea? —Nem me fala dela… Ela me bloqueou de tudo, não atende minhas ligações, não responde às mensagens… nada de nada. Zero absoluto. Você não pode falar com ela? Vocês se davam bem… —A gente se dava cordialmente… Mas se você quiser, eu tento falar com ela. —Me faria um puta favor. Sabe que eu tava a fim dela pra valer… E quando finalmente ela era minha, a gostosa da minha mãe fode tudo… —Vou falar com ela, vou falar… Muda de canal, vai, que isso aqui é uma merda. “Claro que vou falar com ela. E enquanto você fica com ela pra pedir desculpas, eu como sua mãe nesse mesmo sofá.” Pensei comigo. Coloquei a mão no ombro dele e animei como um bom amigo deve fazer. No dia seguinte, acordei cedo, limpei a casa toda e fiz os banheiros. Era a condição que meus pais sempre colocavam pra me deixar usar o carro por uma hora. Liguei pra Bea e, depois de insistir um pouco, dizendo que a gente precisava conversar urgentemente, ela topou se encontrar comigo, com a condição de que eu não falasse do Gonzalo. Prometi que não ia mencionar o nome dele (sim, claro) e saí de carro pro centro. Peguei ela na frente da casa dela e, enquanto procurava um lugar pra estacionar, acabei puxando o nome do meu amigo. —Queria falar sobre o Gonzalo— fui direto. —Lá vem você com esse idiota… —Olha, me escuta, deixa eu falar e depois você responde— falei enquanto estacionava num estacionamento aberto enorme— No outro dia, quando vocês foram na casa dele, o que realmente aconteceu é que o Gonzalo viu que a mãe dele es… —Não me importa nada do que você quer me dizer. Que porra você quer que eu faça? Que eu fique com ele, me arraste pedindo desculpas e depois mande ele tomar no cu? Sim, era exatamente isso que eu queria. —Deixa eu terminar, a mãe dele es... E de repente a Bea me agarrou pela gola da camiseta e me deu um beijão. —Você não é tão bundão de vir até aqui só pra falar do seu amigo, né? Os lábios carnudos dela grudaram nos meus. Baixei o olhar quase com vergonha e meus olhos cravaram no decote dela, que mostrava umas tetas enormes espremidas uma na outra, parecendo que iam estourar. —Se seu amigo fala que sou uma puta, então vou ter que ser um pouco, né? A mão dela desceu direto pra minha virilha e, com uma habilidade incrível, soltou o botão da minha calça e puxou o zíper. Ela já tinha soltado o cinto de segurança com a outra mão e se ajeitou no banco, pronta pra tudo. Puxou minha cueca pra baixo, deixando meu pau mole livre, abaixou a cabeça e enfiou ele inteiro na boca. Senti o calor da boca dela e a saliva escorrendo em mim, e em frações de segundo meu pau começou a endurecer. —Depois você conta pro seu amigo o que ele perdeu por ser um idiota. Meu pau já enchia a boca dela toda. A verdade é que nunca tinha reparado muito na Bea, primeiro por ser o amor platônico do meu amigo e segundo pela estética de periguete dela, com as extensões no cabelo, os piercings de ouro na cara e a falta de classe ao falar, mas porra, aqueles lábios em volta do meu pau eram uma maravilha. Ela subia e descia a cabeça com uma arte totalmente inesperada pra uma garota de dezoito anos. Quantas pirocas ela já tinha chupado, me perguntei. Coloquei uma mão na cabeça dela e me deixei levar. —Porra, Bea, qualquer um pode te ver aqui... —Mmm, foda-se— respondeu ela com meu pau na boca. No ritmo que subia e descia a cabeça, sugando com os lábios, ela se masturbava com uma mão e espalhava a saliva que soltava por todas as minhas bolas. E se a Bea fazia isso comigo, o que não seria capaz de fazer uma boca experiente como a da Sônia... E o tesão que eu tava, graças aos meus roços com a tal da Sônia, a imagem dela passando pela minha mente... Naquele momento, com aquela mamada foda que a Bea tava me dando, não demorei muito pra gozar. Apoiei as duas mãos na cabeça dela pra garantir que ia gozar na boca dela e não sujar nada, e avisei: — Bea… Bea… vou gozar. Senti a língua dela rodeando minha cabecinha e a mão acelerando o ritmo da punheta até eu começar a jorrar dentro da boca dela. Não sei quanto de porra eu soltei, mas foi pra caralho, e em nenhum momento precisei fazer força com as mãos, porque a Bea não tentou escapar da minha gozada, pelo contrário, recebeu meu leite com gratidão. Tive os últimos espasmos no lugar enquanto a Bea terminava de limpar meu sabre e recolher até a última gota de porra das minhas bolas. — Porra, Bea… — suspirei enquanto ela guardava minha rola e amarrava minha calça. — Vou encontrar com o Gonzalo, mas só pela satisfação de ver ele chorar e depois mandar ele pastar. Que se foda. Adoro quando os planos dão certo. Voltei pro condomínio com um sorriso de orelha a orelha e, depois de almoçar como sempre, fui na casa do Gonzalo esperar novidades. — Você falou com a Bea? — ele perguntou assim que abriu a porta. — Ela me ligou antes. Combinamos de nos ver amanhã à tarde pra conversar sobre o que aconteceu outro dia. — Da puta da sua mãe, né? — me joguei pra abraçar ele. — Não sei. O que eu faço? Não posso ir embora e deixar minha mãe trazer aquele, você sabe quem, o filho da grande puta… — Cara, acho que você tá errando a estratégia. Se você fica atrás da sua mãe o dia inteiro, nunca vai pegar o filho da grande puta. — É, mas pelo menos ele não come ela. Posso confiar em você pra uma coisa? Amanhã, quando eu for, passo na sua casa e deixo minhas chaves pra você vir aqui vigiar. Se você ver que ela trouxe alguém pra casa, entra e dá uma surra nele por mim. — Claro. Você é mais que um amigo, é um irmão. Pode contar comigo pro que precisar. Sonia, finalmente você ia ser minha, e ainda por cima eu entraria na sua casa com as chaves do seu filho. Tava subindo pelas paredes. — Vai, liga o play aí, vou mijar. Falei. Gonzalo bateu palma comigo e subiu pro quarto dele. Esperei até ele subir toda a escada e fui atrás da Sônia, que tava pintando as unhas do pé na cozinha. Peguei o pé que ela tinha apoiado num banquinho e coloquei na minha virilha. — Tô te avisando que amanhã seu filho vai te deixar sozinha à tarde. Esfreguei o pé dela no meu volume e coloquei de volta no banquinho. Me virei e subi com meu parceirão. Passei o dia todo ansioso. De noite, na solidão do meu quarto, mesmo tendo prometido não bater uma pra ir bem carregado pra Sônia, não consegui evitar e me masturbei. Mesmo assim, de manhã acordei de pau duro e tive que morder os punhos pra não cair na tentação e fazer outra. Era o grande dia. Às quatro da tarde, Gonzalo bateu na minha porta, me deixou as chaves e mandou eu ir o mais rápido possível vigiar a casa dele por fora. Até me trouxe uma bolsa térmica com umas cervejas e uma cadeira dobrável. Desejei sorte pra ele e ele foi embora. Tava ansioso pra caralho. Respirei fundo e me acalmei, me enchi de colônia e saí de casa pronto pra realizar meu sonho. Caminhei até a porta da casa dele, enfiei a chave com todo cuidado e entrei. Fui arrastando os pés pra fazer o menor barulho possível e pegar ela de surpresa. Enquanto procurava ela no térreo, ouvi barulhos lá em cima, então tirei os sapatos e subi as escadas com cuidado. No meio do caminho, tirei a camiseta e a calça, deixando penduradas no corrimão da escada. Andei pelo corredor até a porta do quarto dela, que tava entreaberta, e fiquei paralisado. Deitado na cama, tinha um cara de barriga pra cima, pelado, com o pau apontando pro teto. Do lado dele, a Sônia, só vestindo a mesma calcinha fio-dental branca da primeira vez, tava chupando a boca dele e masturbando ele devagar. Sônia se levantou, ficou de joelhos na cama, e eu pude ver pela primeira vez os peitos redondos e perfeitos dela. O cara se levantou e também ficou de joelhos. Eu conhecia ele! Fiquei gelado. Era Fernando, colega de classe e amigo de infância tanto meu quanto do Gonzalo. Filho da grande puta. A Sônia ficou de quatro e engoliu toda a pica do Fernando, fina mas comprida. Da minha posição, eu via a bunda da Sônia empinada apontando pra mim e a parte superior do corpo do Fer, que pela cara de prazer dele tava se divertindo como um condenado. — Tava com saudade da minha pica, hein? — Ele exclamou. Não acreditei e não entendia nada. Aquele filho da puta já devia ter comido ela antes e agora ia estragar meu sonho? De novo? E ela? Me esquentando todo dia pra agora se jogar pra outro? Quase me senti traído, acho que já tinha me acostumado com a ideia de que ela era só minha. Pensei nas opções: entrar e dar a surra prometida no Gonzalo, ou entrar e entrar na festa finalmente comendo a Sônia. Entrei andando devagar. Senti o coração do Fernando parar quando me viu. Caminhei até a beirada da cama e coloquei uma mão em cada nádega da Sônia, separando elas. Quando sentiu minhas mãos, a Sônia levantou a cabeça assustada e virou pra mim. — Continua chupando — Ordenei. Eu e Fernando nos olhamos com cara de cumplicidade. — Isso aí — Disse Fernando pegando ela com carinho pelo cabelo e levando a cabeça dela de volta pra pica dele — Continua chupando, amor, que hoje em vez de uma pica, você vai ter duas. Abaixei a cabeça e beijei as nádegas dela. Depois dei umas mordidas, uma de cada lado, e coloquei minha boca na calcinha fio dental dela. Tava de novo no mesmo ponto da outra vez quando o Gonzalo nos interrompeu, mas dessa vez nada nem ninguém ia me parar. Peguei a calcinha fio dental pelos lados e puxei até os joelhos, deixando na minha frente a buceta linda e depilada dela e um cuzinho rosa e fechadinho. Aspirei o cheiro antes de esticar a língua e dar uma lambida do clitóris até o cu dela, fazendo ela soltar um gemido através da pica do Fernando. A boceta molhada dela era um manjar pra mim. Separei com meus Peguei nos lábios da buceta dela e enfiei minha língua o mais fundo que pude. Levei todos os sucos dela pra boca e puxei os lábios dela, mordendo com os meus. Meti dois dedos na buceta dela e levei minha língua até o cu. Desenhei círculos com a língua nele antes de beijar e cuspir. Voltei pra buceta dela e foquei em chupar o clitóris enquanto enfiava os dedos. —Engole tudo… que bom que você faz isso, gatinha…—Eu ouvia o Fernando falar. Levantei a cabeça, apertada entre aquelas duas maravilhas de bunda, pra ver o Fernando guiando com as mãos a cabeça da Sonia, fazendo ela engolir quase o pau inteiro, e senti uma certa inveja. Tirei a camiseta, a calça e a cueca, ficando totalmente nu. Meu pau tava enorme. Duro como um mastro e grosso como nunca. Peguei ele pela base e bati em cada nádega com ele. —Vamos trocar, Fer, deixa eu ficar na boquinha dela um pouco. —É, melhor, porque se continuar assim, vou gozar antes do tempo. Ele saiu da cama pra ocupar minha posição, e eu subi pra ocupar a dele. Fiquei na frente dela e olhei nos olhos dela pela primeira vez. Segurei o queixo dela enquanto colocava minha cabecinha na beirada dos lábios dela e murmurei um "finalmente" ansioso. A Sonia beijou a cabecinha que eu oferecia e, sem piscar, abriu a boca e foi enfiando meu pau centímetro por centímetro. O calor da boca dela era de tirar o fôlego. Era maravilhoso, e o movimento da língua dela percorrendo meu tronco enquanto ela chupava era indescritível. Coloquei minhas mãos na cabeça dela pra ajudar, igual meu amigo tinha feito antes. Enquanto isso, o Fer já tava deitado de barriga pra baixo debaixo da Sonia e chupava a buceta dela de um jeito bem barulhento. Naquele momento, o silêncio do quarto só era quebrado pelo Fernando comendo, meus suspiros e os da Sonia abafados no meu pau. Vi que, de repente, o Fernando se levantou, procurou alguma coisa na calça dele e colocou uma camisinha. Sem aviso, ele colocou o pau dele sobre A entrada da Sonia e eu empalei ela até o fundo. Os olhos dela se arregalaram como se fossem saltar das órbitas até a buceta dela se adaptar ao novo convidado e, fruto das investidas que Fernando começava a dar, ela começou a bater o nariz na minha barriga, engolindo meu pau por completo. Essa situação era melhor do que eu tinha imaginado. O balanço dos peitos dela era hipnótico, e Fernando furando ela por trás, mais ainda. Tão grande era o meu tesão que senti vontade de gozar e não fiz nada para evitar, pois sabia que meu pau não ia baixar tão fácil. Apertei a cabeça dela contra o meu corpo até sentir minha cabecinha no fundo da garganta dela e deixei o leite jorrar de mim. A Sonia não teve escolha senão engolir tudo enquanto o corpo dela tremia no que eu imaginei ser o primeiro orgasmo dela. Meu pau continuou enfiado na boca dela, porque Fernando não parava de tentar partir ela ao meio com as estocadas, então ela não tinha como se livrar de mim e continuou me chupando. Por alguns minutos, minha rola deu uma leve murchada, mas logo voltou ao máximo esplendor. Não tinha quem derrubasse aquilo. O Fernando desocupou a buceta da Sonia entre suspiros. —Come ela um pouco você, que eu preciso de um respiro. E eu, um respiro era exatamente o que eu não precisava, eu precisava foder ela de uma vez por todas. —Não se mexe, rainha, que de quatro você está estupenda— falei com doçura pra Sonia. Fiquei atrás dela e, sem mais delongas, agarrei os quadris dela e penetrei de uma vez. Foi como entrar no paraíso. —Você não vai colocar camisinha, mano?— Fernando me perguntou. —Eu como ela no pelo. O Fernando tinha se sentado na cama na frente da Sonia e oferecia os ovos dele pra ela beijar enquanto, de vez em quando, dava uma roçada de pau na cara dela. Eu me dedicava a destruir aquela buceta suculenta que tinha encharcado toda a minha barriga com os fluidos que ela jorrava igual uma cachoeira. Eu beliscava a bunda dela e, num determinado momento, comecei a bater nela, o que fez ela se reativar e O vai e vem das minhas penetradas, Sonia começou a rebolachar como se fizesse círculos com os quadris, fazendo meu pau quase se partir no meio. Era a foda mais selvagem que eu já tinha dado. — Deita na cama, tronco, deixa ela te comer, que tive uma ideia. Ardendo de vontade de saber a ideia do Fernando, saí de Sonia e me deitei na cama de pau duro. Sonia rapidamente subiu em cima de mim e sentou de forma perpendicular. Quando pensei que meu amigo ia meter o pau nela de novo, ele empurrou ela pelas costas, e ela caiu em cima de mim, esmagando os peitos com os mamilos eriçados contra o meu peito. Fernando se posicionou atrás e, pela primeira vez no dia, ouvi Sonia falar. — Vocês vão me partir no meio, vão me matar! — Exclamou com um certo medo. Fernando estava prestes a arrebentar a bunda dela, e Sonia prestes a receber uma dupla penetração. De repente, começaram os gritos de dor misturados com alguns de prazer. Eu sentia uma pressão enorme ao redor do meu pau. Além das paredes da buceta dela, tinha o pau do Fernando, que deixava tudo lá embaixo mais apertado. Para nós três, ficou mais complicado nos mover pra entrar e sair, mas a sensação de estar prestes a explodir compensava tudo. Levei minhas mãos aos peitos de Sonia no momento em que vi ela virar os olhos, no que imaginei ser o segundo orgasmo dela na tarde. Ela mordeu os lábios e tremeu com aqueles dois paus enfiados nela. — Vamos gozar na cara dela, que eu não aguento mais! — Disse Fernando, levantando de repente e jogando a camisinha pro alto. Peguei Sonia, que recuperava o fôlego, pelos braços e joguei ela na cama de barriga pra cima. Cada um ficou de um lado e começamos a bater punheta bem em cima da cara dela. Dois segundos depois, Fernando expeliu tudo que tava guardado e tingiu a cara cansada de Sonia de branco. A testa e as bochechas dela ficaram cheias de porra branca como neve. Acelerei o ritmo da minha punheta pra gozar e, depois de um minuto, eu também gozei na cara dela, terminando de cobrir de porra o pouco que tinha escapado da gozada do Fernando. Fernando se levantou entre gritos de empolgação e saiu do quarto com o celular na mão. Sônia se levantou e foi pro banheiro dela limpar o rosto. Eu fiquei deitado na cama me recuperando daquela foda do caralho. A saída da Sônia do banheiro coincidiu com a volta do Fernando pro quarto. —Acabei de ligar pro Gonzalo e ele ainda vai demorar um pouco, então com a permissão de vocês, vou tomar um banho— disse Fernando. Abriu um armário, pegou uma toalha e entrou no banheiro. Sabia onde as toalhas estavam. Quantas vezes ele já tinha estado ali? Apontei pra Sônia com o dedo até ela perceber e fiz um sinal pra ela vir pra cama comigo. —Sabia que você gostava de picas jovens, mas não tanto assim. Tanto que você gosta de dar pros amigos do seu filho? Sônia baixou a cabeça, envergonhada. —Eu… tenho minhas necessidades e, bom… sim, me dá muito tesão… —E eu entendo que você tenha, adora se sentir desejada e adora ter essas picas de dezoito anos duras o dia todo, mas hoje ia ser meu dia e só meu. Não gosto de dividir, ainda mais você. —Eu não planejei isso, tava esperando só você. —Você é tão gostosa que dessa vez vou deixar passar, mas no próximo dia quero você só pra mim. Ela concordou com a cabeça, com cara de culpa. Quando Fernando saiu do banho, eu já tinha me vestido e me preparado pra ir embora. Esperei ele se vestir também pra sairmos da casa juntos. Lá fora, Fernando me deu um soco no braço de brincadeira e veio na minha direção. —Porra, mano, não sabia que você também tava comendo ela… —Pois é, haja vista. Que puta gostosa— respondi entre risadas— Faz quanto tempo que você come ela? —Quanto? Uns dois meses, haja vista. É uma longa história. Lembra daquele dia que viemos estudar pro vestibular na casa do Gonzalo? Quando vi a mãe dele… Deus, Como eu fiquei. Então, sabe o que eu fiz? Lembra que a gente saiu um pouco pra tomar algo no bar? Pois antes de ir, deixei em cima da mesa uns contos eróticos que tinha escrito com a Pamela, a professora de História... —Porra, outra igual a essa? —Pois é, né? Eu tenho um fetiche por coroas... mas voltando. Deixei os contos e quando voltei, notei que ela não parava de olhar pro meu pacote, então uns dois dias depois apareci na casa dela quando tava sozinha, dizendo que tinha esquecido uma coisa, e quando entrei, ZASCA! Meti o pau nela a tarde inteira haha E desde então, faz dois meses que como ela dia sim, dia não, quando o Gonzalo vai pra sua casa, aproveito pra passar na dela haha —Porra haha... E você mostrou mais contos pra ela? — perguntei curioso. —Sim, sim, costumo escrever e mandar pra deixar ela com tesão haha, já sabe, aquela mãe divorciada que pega os amigos do filho, aquela médica que recupera os pacientes jovens na base de boquetes, tudo nesse estilo, milfs e novinhos haha —Quer saber como eu fiz pra comer ela? — falei me achando —Peguei ela toda molhada lendo um conto erótico, aposto que era um dos seus! Acho que te devo um favor, mano haha. Sabe de uma coisa? —Fala. —Você é um filho da puta de primeira. A gente se despediu e fui pra casa esperar o Gonzalo. Quando ele chegou, falei que a tarde tinha sido tranquila, e ele me contou todo feliz que tinha se enrolado com a Bea e que tinham acabado se masturbando no cinema. Combinamos de nos ver no dia seguinte na casa dele. Passou o dia e apareci na casa dele de novo. Quem me recebeu foi o Gonzalo com a mãe dele, tão gostosa como sempre. —Ainda te digo — falei pro Gonzalo quando ficamos a sós — que você tá errando na estratégia. Se quer pegar ela, deixa sua mãe sozinha um dia. Amanhã a gente se vê na minha casa, confia em mim. Depois de pensar a tarde inteira, ele acabou aceitando minha ideia e no dia seguinte foi o Gonzalo quem apareceu na minha casa. Dava pra ver que ele tava nervoso pra caralho. Eu só escutava o que ele dizia e não acertava uma no videogame. —Se você vai ficar mais tranquilo, a gente faz uma visita surpresa na sua casa. Não precisei falar mais nada pra que Gonzalo se levantasse e saísse correndo pra casa dele comigo atrás. Ele andou rápido e, ao chegar e abrir a porta, se deparou com quem eu já sabia que estaria lá: Fernando. No meio do corredor, só de shorts. —SEU FILHO DA PUTA! —Gritou Gonzalo antes de se jogar em cima dele e dar um soco na cara que o mandou pro chão. No chão, ele se sentou em cima e continuou dando porrada pra todo lado. Eu me joguei em cima do Gonzalo, enfiei meus braços por baixo dos dele e consegui tirá-lo de cima do Fernando, empurrando ele pra fora na base do tranco. Lá no chão ficou Fernando, com a cara toda desfigurada e o corpo coberto de sangue. Algum vizinho deve ter visto a confusão, porque uma ambulância com um carro da polícia não demorou a aparecer. A entrada da casa logo ficou cheia de curiosos e, depois de uma hora tomando depoimentos de todo mundo, o carro da polícia foi embora com Gonzalo dentro, e a ambulância com Fernando. Assim que eles foram, os vizinhos voltaram pras suas casas. A porta da casa do Gonzalo ainda estava escancarada. Entrei, fechei e fui pelo corredor, pulando a poça de sangue no chão. Subi as escadas e fui pro quarto da Sonia. Os lençóis bagunçados da cama mostravam bem como ela e Fernando tinham se divertido. Ouvi soluços vindo do banheiro e bati com os nós dos dedos. —Abre pra mim, Sonia. Sou eu. Tô sozinho. Depois de alguns segundos, Sonia, só de calcinha e sutiã, abriu a porta com lágrimas escorrendo pelo rosto. —O que aconteceu? —Ela perguntou. —Calma, tá tudo bem. Não chora. A única coisa que aconteceu é que… Ficamos sozinhos— Segurei o rosto dela com as duas mãos— Vira de costas. Quero provar sua buceta.
5 comentários - A mãe gostosa do meu melhor amigo