Vanesa

VanesaVanesa, pele branca contrastando com as bochechas sempre coradas, dois anos mais velha que eu, mas ela é bem baixinha, 1,65m, eu tenho 1,84m. Lembro do dia em que saí do ensino médio, como de costume no México, eu tinha que levar uma madrinha pra minha formatura. Ela, sobrinha do meu cunhado, aceitou ser minha madrinha. Quando olhei pra ela ao passar pra buscá-la, não consegui evitar uma ereção. A saia justa destacava as nádegas grandes e as coxas grossas e fortes dela. Umas meias transparentes cobriam mal as pernas torneadas até chegar nuns saltos altos azul-céu. Uma blusa vermelha, devo dizer que não precisava de decote, porque os peitos dela são tão grandes, duros, redondos, perfeitos, diria, e se destacavam na blusa.

No caminho pra cerimônia, notei que ela estava mais provocante e brincalhona comigo. A gente já se conhecia antes, mas nunca tinha conversado como naquele dia. Acabou o evento, meus pais foram arrumar o que faltava pra minha "festa", me deixando sozinho com a Vane. Eu não conseguia parar de olhar praquele corpaço gostoso. Ela me pediu pra levar ela em casa antes de ir pro almoço. Quando abri a porta pra ela subir, olhei de perto aquela bunda, e ela, não sei como, me olhou e só falou: "Ei, você gostou?" Eu sorri nervoso, mas não consegui evitar dizer "sim". Ela só sorriu. Subi no carro, e quando entrei, ela continuou: "Minhas nádegas te agradam?" E eu respondi de novo só "sim". Liguei o carro e, quase na esquina, ela me pegou pela camisa do uniforme de surpresa e me beijou, tão gostoso, tão apaixonado, que imediatamente outra ereção apareceu debaixo da minha calça. Ela notou e a mão dela tocou meu pau, o que fez ele endurecer ainda mais. Continuamos nos beijando, e eu dirigi até um morro, porque aqui onde eu moro é serra. Quando chegamos, continuei beijando ela, sentia a mão dela no meu pau, e eu percorria a saia dela até que coloquei a mão e acariciei a coxa dela. Ela desabotoou minha calça, deixando meu pau ereto sair. Senti tanta adrenalina e excitação. "Chupa ele", foi só o que consegui falar. Ela começou a percorrer meu pau com a língua devagar, os lábios dela beijavam a ponta, de repente... todo o meu pau desaparecia na boca dela, sentindo a língua dela se enrolando nele. os minutos passaram até que puxei o cabelo dela pra ver o rosto dela — ela tava com cara de tesuda, excitada. a carinha de anjo, de menina boazinha, tinha virado a de uma puta. a saliva escorrendo nos lábios dela, o rímel borrado. coloquei a cabeça dela de volta no meu pau e, sem avisar, empurrei até o fundo da boca dela, gozando na garganta. "não deixa sair nada", falei. tirei o pau e ela sorriu. "é seu presente de formatura", ela disse, e eu respondi: "só isso?" meu pau ainda tava duro quando ela soltou: "me leva pra minha casa, por favor". não dava pra acreditar, era só isso. levei ela meio puto e ainda com uma ereção. quando chegamos, a família dela tava lá. eu tava indo pra minha casa, sozinho, quando não hesitei em pegar a cintura dela e começar a beijá-la. levantei a saia dela, apertava aquela bunda que me enlouquecia. sem dizer nada, rasguei a meia-calça dela, deixando a bunda dela à mostra. enfiei a mão, roçando a buceta quente e molhada dela. peguei ela e joguei no sofá, de costas pra mim. rapidinho ela arrumou a bunda, se oferecendo. desci até a buceta dela, abri as nádegas, vi o cuzinho rosa e a buceta do mesmo tom, depilada. comecei a lamber, sentir os fluidos dela na minha boca, que eu tirava e deixava na entrada do cu dela. sem mais, puxei meu pau — tava duro, quente — e, sem avisar, enfiei de uma vez. ela tentou se soltar, mas foi inútil, porque apertei a cintura dela contra o meu corpo. um grito saiu da boca dela, seguido de vários outros, porque comecei a foder ela. os gritos dela se misturavam com gemidos de prazer. dava tapas tão fortes na bunda que ela tava vermelha. sentia a buceta dela molhando meu pau, e de repente senti um jorro de fluidos seguido de um orgasmo. tirei o pau e vi o orgasmo dela escorrendo, molhando o sofá, escorrendo pelas coxas dela. e de novo enfiei rapidamente. tava fodendo minha "madrinha", e ela gozou de novo. levei ela pro quarto, coloquei de bruços, subi em cima, juntei as pernas dela e mandei ela abrir a bunda. ela obedeceu, e de novo meti meu pau, que tava ardendo de tão quente e duro. fiquei assim por um tempo até... que recarregue todo o meu ser no dela, penetrando fundo no ouvido, eu disse "onde você quer meu sêmen?" ela respondeu "me enche por dentro" não sei por que ela fez isso ou se estava tão excitada, mas não me importei e gozei fundo na buceta dela. tirei meu pau e abri as nádegas dela, não tinha nenhum vestígio de sêmen. dei meu pau pra ela limpar com a boca, ela fez. "vou tomar banho, temos que ir pra sua comida" ela foi pro quarto e saiu nua, ainda não tinha visto o corpo completo dela pelado, aqueles peitos me fizeram ficar duro de novo e sem pensar me despi e andei atrás dela. ela se surpreendeu mas aceitou que eu entrasse com ela no chuveiro. abriu a torneira, sentíamos a água, minhas mãos percorriam os peitos dela molhando-os, tocando os mamilos rosados e duros. meu pau roçava nas nádegas dela até ficar completamente duro. senti a mão dela pegar meu pau e encaixar. dessa vez era diferente, não parecia a entrada da buceta dela, era o cu dela. tive que me abaixar um pouco pra conseguir meter meu pau no cu apertado dela. comecei a penetrar, apertava meu pau, ela gemia devagar, apertando com força as torneiras da água. "mete tudo de uma vez" ela disse quando a ponta estava dentro. peguei a cintura dela e empurrei meu pau. senti o cu dela se abrir e um grito saiu dela, depois outro e outro, muitos gritos. meu pau no fundo do cu dela e ela tentando se soltar, de novo com mais força e de novo não conseguiu por causa dos meus braços na cintura dela. depois de um momento comecei a mover meu pau até sair completamente, mas sem dar tempo pra nada, penetrei de novo. era doloroso, dava pra notar. decidi perguntar se ela queria que eu tirasse meu pau e não metesse mais, ao que ela respondeu "não, continua, já me arrombou o cu" e comecei a meter e tirar. os gemidos dela eram de dor mas depois eram de prazer. ela pedia mais e mais. o som do meu corpo batendo nas nádegas dela era forte por causa da água. depois de um tempo não aguentei mais, penetrei com força até o fundo, gozando de novo, agora no cu dela. tirei meu pau, ela abriu as nádegas e eu olhei aquele cu aberto. beijei ela, tomamos banho. quando ia se vestir, me mostrou de novo e a bunda dela tava vermelha, mais fechada, mas ainda aberta. foi daí que começou minha história com minha "madrinha

3 comentários - Vanesa

Muy buen relato, me puso la pija muy caliente y dura. . . 😜😏
¡Ufff! Nos encantó la foto, si peudes date una vuelta por nuestro perfil.
Claro con gusto
genial amigo, me encantó, por eso van mis +10, más historias con ella.