Olá, hoje vim contar minha experiência mais recente com uma travesti em Constitución. Sou da zona sul da grande Buenos Aires, precisei resolver uns documentos em CABA e terminei cedo, tava meio na vontade de fuder. Dei umas voltas pela segura, vi umas putas bonitas, dominicanas, outras paraguaias, mas não tinham me convencido muito. Dei outra volta perto de Santiago del Estero e Cochabamba (perto do hotel pintado de vinho na Santiago...).
Dava pra ver de longe que era travesti pelo corpo, mas não pelo rosto, uma venezuelana chamada Jamie, legging verde, top decotado e uns 3 casaquinhos finos, tava morrendo de frio, coitada, haha... Ela me fala: 500 a meia hora, 800 a hora... Falei: beleza, vamos e vemos. Entramos no hotel, ela pergunta meu nome, umas besteiras do dia a dia, começamos a conversar, e ela se empolgou pra caralho falando, e eu já tava no tesão, pensando em quanto ia pagar. O tempo do hotel era 1h30 por 110 pesos...
Apalpo ela um pouco, ela me beija, queria continuar conversando e fala: "Desculpa, mas hoje ainda não fiquei com ninguém, tô com frio e você é muito legal, sempre me tocam 'como vocês falam, uns babacas' (com um sotaque centro-americano lindo)". Falei que tudo bem, mas que pra ela e pra mim aquilo era um negócio. Ela começou a rir, me beijou, me fez deitar, me beijava, pedia pra eu beijar os peitos dela. Eu já queria um bom boquete e meter naquele rabo voluptuoso, cheio de silicone ou sei lá... Quando chega a parte do boquete, ela pergunta quando foi a última vez que eu fudi e com quem. Contei que foi com minha mulher, há uma semana, e a gente se cuidou com camisinha. "Por quê?" Ela fala algo tipo: "Eu não chupo nem faço sexo sem camisinha". Falei: perfeito, tem que se cuidar. Ela diz: "Mas quero chupar sua pica sem camisinha". Falei: vai fundo. Comecei a chupar o cu dela, a dedar, beijei um pouco a pica escura dela, ficamos uns minutos nessa. Ela pede pra eu chupar a pica dela e se deita. Beleza, chupo um pouco a pica dela, dedo, tudo gostoso. Ela fala: "Vem, me beija, chupa meus peitos". Me aproximo na mesma direção e sinto como nossas picas se chocavam, que nem uma batalha de Piratas do Caribe, haha. Ela me pergunta de novo se era sério, se eu não tava mentindo que nunca tinha comido sem camisinha com outra trans, porque as outras não se cuidam, mentem. Ela diz que não mentia, que era verdade, que fazia muitos meses que não comia sem camisinha. Tirou um papel da carteira, tipo me provando que tava limpa. Eu parei o carro na boa e falei que queria usar, coloquei uma camisinha. Até que entrou meio que broxei um pouco. Ela tirou a camisinha e começou a me chupar de novo, dessa vez eu deitado. Ela pergunta: "Posso sentar aqui?" E me ganhou. Enfiou minha pica no cu dela no pelo. Ficamos quase 40 minutos metendo, boquete, tudo. Ela pede pra eu gozar na bunda dela, eu gozo. Quando vou tirar, ela pede pra deixar mais um pouco, pra eu bater uma até ela gozar. Impressionante como aquela próstata e aquele cu apertavam minha pica meio mole, tanto que nos 5 minutos seguintes continuei comendo ela, não aguentava mais de tesão. Ela gozou e me fez gozar de novo de tanto que apertava o cu. Trocamos WhatsApp. Naquela noite, ontem e hoje ela continua pedindo pra gente se ver. Ela reafirma que só quer transar comigo e que não me cobra, que eu só pague o hotel ou se eu animar de ir na casa dela. Ela mora com outra travesti. Pode ser que role um compartilhamento. Ela pede pra eu ser o macho dela, não quer dinheiro, só sexo e conversa como no outro dia. Ela adorou conversar comigo e como fui "doce" com ela. Hoje fui de manhã e comi de novo. Aquele cu apertado, limpo, deixei sujo, aberto e cheio de porra de novo. Conselhos sobre isso? Eu contei que tenho família, que não queria foder minha vida, muito menos a da minha parceira. Ela disse pra eu ficar tranquilo, que se algo na vida amorosa dela mudar, ela me avisa e a gente não transa sem camisinha. Ela pede a mesma honestidade de mim porque também não quer pegar doença sendo tão jovem. Ela tem 29 anos. O que vocês fariam nessa situação? Além de se prevenir e se cuidar, continuariam indo no encontro ou parariam tudo? Aí? Foder, meter como uma deusa, é simpática, limpinha, não me cobra, é trans, claro...
Dava pra ver de longe que era travesti pelo corpo, mas não pelo rosto, uma venezuelana chamada Jamie, legging verde, top decotado e uns 3 casaquinhos finos, tava morrendo de frio, coitada, haha... Ela me fala: 500 a meia hora, 800 a hora... Falei: beleza, vamos e vemos. Entramos no hotel, ela pergunta meu nome, umas besteiras do dia a dia, começamos a conversar, e ela se empolgou pra caralho falando, e eu já tava no tesão, pensando em quanto ia pagar. O tempo do hotel era 1h30 por 110 pesos...
Apalpo ela um pouco, ela me beija, queria continuar conversando e fala: "Desculpa, mas hoje ainda não fiquei com ninguém, tô com frio e você é muito legal, sempre me tocam 'como vocês falam, uns babacas' (com um sotaque centro-americano lindo)". Falei que tudo bem, mas que pra ela e pra mim aquilo era um negócio. Ela começou a rir, me beijou, me fez deitar, me beijava, pedia pra eu beijar os peitos dela. Eu já queria um bom boquete e meter naquele rabo voluptuoso, cheio de silicone ou sei lá... Quando chega a parte do boquete, ela pergunta quando foi a última vez que eu fudi e com quem. Contei que foi com minha mulher, há uma semana, e a gente se cuidou com camisinha. "Por quê?" Ela fala algo tipo: "Eu não chupo nem faço sexo sem camisinha". Falei: perfeito, tem que se cuidar. Ela diz: "Mas quero chupar sua pica sem camisinha". Falei: vai fundo. Comecei a chupar o cu dela, a dedar, beijei um pouco a pica escura dela, ficamos uns minutos nessa. Ela pede pra eu chupar a pica dela e se deita. Beleza, chupo um pouco a pica dela, dedo, tudo gostoso. Ela fala: "Vem, me beija, chupa meus peitos". Me aproximo na mesma direção e sinto como nossas picas se chocavam, que nem uma batalha de Piratas do Caribe, haha. Ela me pergunta de novo se era sério, se eu não tava mentindo que nunca tinha comido sem camisinha com outra trans, porque as outras não se cuidam, mentem. Ela diz que não mentia, que era verdade, que fazia muitos meses que não comia sem camisinha. Tirou um papel da carteira, tipo me provando que tava limpa. Eu parei o carro na boa e falei que queria usar, coloquei uma camisinha. Até que entrou meio que broxei um pouco. Ela tirou a camisinha e começou a me chupar de novo, dessa vez eu deitado. Ela pergunta: "Posso sentar aqui?" E me ganhou. Enfiou minha pica no cu dela no pelo. Ficamos quase 40 minutos metendo, boquete, tudo. Ela pede pra eu gozar na bunda dela, eu gozo. Quando vou tirar, ela pede pra deixar mais um pouco, pra eu bater uma até ela gozar. Impressionante como aquela próstata e aquele cu apertavam minha pica meio mole, tanto que nos 5 minutos seguintes continuei comendo ela, não aguentava mais de tesão. Ela gozou e me fez gozar de novo de tanto que apertava o cu. Trocamos WhatsApp. Naquela noite, ontem e hoje ela continua pedindo pra gente se ver. Ela reafirma que só quer transar comigo e que não me cobra, que eu só pague o hotel ou se eu animar de ir na casa dela. Ela mora com outra travesti. Pode ser que role um compartilhamento. Ela pede pra eu ser o macho dela, não quer dinheiro, só sexo e conversa como no outro dia. Ela adorou conversar comigo e como fui "doce" com ela. Hoje fui de manhã e comi de novo. Aquele cu apertado, limpo, deixei sujo, aberto e cheio de porra de novo. Conselhos sobre isso? Eu contei que tenho família, que não queria foder minha vida, muito menos a da minha parceira. Ela disse pra eu ficar tranquilo, que se algo na vida amorosa dela mudar, ela me avisa e a gente não transa sem camisinha. Ela pede a mesma honestidade de mim porque também não quer pegar doença sendo tão jovem. Ela tem 29 anos. O que vocês fariam nessa situação? Além de se prevenir e se cuidar, continuariam indo no encontro ou parariam tudo? Aí? Foder, meter como uma deusa, é simpática, limpinha, não me cobra, é trans, claro...
21 comentários - Trans em Constitucion gostosa
Abrazo!