Encontrei este relato e quis compartilhar com todos vocês. Meu nome é Maria Jesus e estou casada há 15 anos com meu marido Luis. Temos dois filhos de 12 e 9 anos. Meu esposo Luis trabalha numa pequena empresa como administrativo, e eu, até dois anos atrás, era vendedora numa loja de roupas, mas a crise obrigou a reduzir o quadro de funcionários e eu fui uma das prejudicadas. Tenho 38 anos, a mesma idade do meu marido. Nós dois casamos muito jovens, com apenas 23 anos recém-completados e pouca experiência de vida. No amor, Luis tinha sido o único homem com quem eu tinha estado. Nos conhecíamos desde os 18 anos e, embora nunca tenha perguntado, acho que também fui a primeira mulher dele. Aos 38 anos, posso dizer que sou uma mulher gostosa, mesmo que pareça mal eu falar isso. Tenho 1,60m e peso 50 quilos. Tenho uma cabeleira loira que chega até as costas e, apesar de nunca ter sido muito esportista, sempre tive um metabolismo rápido, então não é difícil me manter sexy, mesmo estando perto dos quarenta. Minha pele é bem branca e meus olhos são azuis, algo que sempre encantou meu marido. Ele, por sua vez, sempre foi um homem bonito e atraente, e embora os anos não tenham sido tão gentis com ele quanto comigo, ele ainda é charmoso, apesar de ter uma barriguinha. Nossa vida sexual nunca foi lá essas coisas. Meu marido nunca foi excepcionalmente ativo na cama e, com o tempo, a coisa foi esfriando, principalmente depois da minha segunda gravidez. Agora, transamos no máximo umas duas vezes por mês, mas, como nunca tive outro parceiro sexual, não posso reclamar, já que não tenho com quem comparar. Quanto ao tamanho, bem, pelo que minhas amigas comentam sobre seus maridos, posso dizer que meu esposo Luis está dentro da média. O dia que mudou minha vida foi uma quarta-feira. Meu marido me ligou do trabalho para dizer que tinha tido uns problemas e que precisava ficar até mais tarde, então não... Pô, eu podia ir buscar as crianças na escola, ela falou pra eu pegar um táxi, mas achei que era jogar dinheiro fora e resolvi levar o carro. Isso é algo que faço raríssimas vezes e que meu marido odiava, já que eu não tenho carteira de motorista. A real é que sempre que peguei o carro foi no nosso bairro, pra fazer umas coisinhas rápidas, e nunca tinha dado nada até o dia que mudou minha vida. Tava voltando de buscar os meninos na escola quando, numa distração, mandando meu filho sentar direito no banco de trás, passei um sinal vermelho e bati na traseira de um carro. O motorista era um cara de uns 55 anos, cabelo bem grisalho, gordo e fortão, que saiu do carro uma fera. Quando olhei pro veículo, vi que era um desses carros de luxo, uma Ferrari que eu só tinha visto em filme, porque na cidade pequena onde a gente morava nunca tinha visto uma. Eu tava morrendo de medo, sem carteira e, claro, sem seguro no meu nome. Contei tudo pra aquele homem, que queria chamar a polícia, e não sei como consegui convencer ele a não fazer isso. Falei que ia dar um jeito de resolver e que, claro, pagaria o conserto do carro. O tal Ricardo aceitou, mas pediu meu RG pra ter certeza de que os dados que eu passei eram certos. Meus filhos começaram a chorar, assustados com a situação, e quando consegui acalmá-los, fomos pra casa. Guardei o carro na garagem. Tinha combinado com Ricardo que no dia seguinte ele traria a conta do veículo, e como eu sabia que meu marido quase não usava o carro, só queria ganhar tempo pra não ter que contar o que tinha acontecido por enquanto. No dia seguinte, pedi pra minha vizinha o favor de levar as crianças na escola, pra que o Luis não precisasse pegar o carro. Quando ele foi trabalhar, fiquei sozinha em casa. casa e lá pelas 11:00 da manhã, bem pontual, o Ricardo chegou em casa, como a gente tinha combinado no dia anterior. "Bom dia." "Bom dia, entra e senta, por favor." O Ricardo entrou e sentou na nossa sala. "Aqui está a nota, senhora." Quando ele me passou, quase caí no chão, era uma conta de 100 mil euros. Eu não entendia de carros e, mesmo sabendo que era uma Ferrari, nunca imaginei que o conserto custasse isso. "Eu nunca vou conseguir pagar isso." "Senhora, então receio que vou ter que chamar a polícia. Quando a senhora foi embora, eu peguei os dados de várias testemunhas do acidente, então posso provar que a senhora teve a culpa." "Mas pelo amor de Deus, não é que eu não queira pagar, é que não tenho esse dinheiro. Meu marido não sabe de nada, nem sabe que nosso carro também está todo amassado. Ele sempre me fala pra não pegar o carro, mas..." "Deveria ter ouvido seu marido, senhora. Como a senhora entende, eu não tenho culpa e não vou arcar com 100 mil euros só porque a senhora é uma irresponsável que dirige sem carteira." Eu fiquei em choque, só pensava no Luis e na cara que ele ia fazer quando descobrisse tudo aquilo e visse aquela conta. Ele mal ganhava 1000 euros por mês e a gente ainda tinha que pagar 10 anos de hipoteca da nossa casa. Nossas famílias eram da classe trabalhadora e não poderiam nos emprestar uma grana dessas. Só de pensar em perder nossa casa e em tudo que ia acontecer por causa da minha decisão idiota de pegar a porra do carro naquele dia, comecei até a passar mal. "Mas, se a senhora quiser, talvez tenha uma opção." "Uma opção? Não entendi, faria qualquer coisa..." "Até eu pagaria o conserto do seu carro hoje mesmo. Talvez seu carro ficasse pronto antes mesmo de seu marido voltar pra casa." "Mas como o senhor vai..." "Muito simples. A senhora, vai ser minha puta." Eu estava tão nervosa que achei que tinha entendido errado. Minha mente tinha me pregado uma peça, não podia estar me propondo isso. "Desculpa, acho que não entendi." "É bem fácil. Se a senhora É minha puta. Eu pago o conserto do carro dela e os 100 mil euros do conserto do meu." Por mais surpreendente que aquilo me parecesse, não era uma piada nem uma jogada suja da minha mente. Aquele porco estava me propondo transar com ele. "Que buceta se acha, sai da minha casa agora!" "Não se faça de digna, só estava te dando uma oportunidade." "Que tipo de porco você é pra me propor uma coisa dessas, seu filho da puta? Sou uma mulher casada, sai da minha casa agora ou chamo a polícia!" "Você mesma disse há um minuto que faria de tudo pra sair dessa." "Não me referia a isso, e sim a pagar aos poucos." "Hahaha, aos poucos? Cê acha que sou um banco, porra? Vai me pagar 100 mil euros parcelado? E quando você acha que ia terminar de pagar, sua estúpida? Daqui a 15 anos?" "Já chega, vou chamar a polícia, seu filho da puta!" "Adoraria ver isso." "Como?" "Que adoraria ver você chamar a polícia." "Como você ousa, eu..." "Vai, chama a polícia. Aí eu digo que você bateu na minha traseira depois de furar um sinal vermelho, que não tem carteira de motorista e que ainda me causou danos físicos com uma chicotada cervical por me acertar por trás. Entre os danos médicos, o conserto do meu carro e a multa, capaz de você ter que vender sua casa, a da sua sogra e a da sua mãe pra cobrir tudo." As palavras daquele babaca me trouxeram de volta à realidade. Não era mais uma questão do meu marido descobrir o acidente, mas sim que o dinheiro que teríamos que pagar poderia destruir nossas vidas por completo. Que futuro teriam nossos filhos? Que futuro nos esperava por causa da minha ideia idiota de economizar a grana do táxi? "Então, você chama a polícia ou eu chamo?" Ainda não sei por que falei aquilo nem como aconteceu, mas aconteceu. "Vou fazer o que você disse." "Como é que é, senhora?" "Que vou fazer." "O que você vai fazer? Quero ouvir claramente." "VOU SER SUA PUTA, SEU FILHO DA PUTA!" "Acho que já não tô mais a fim." Aquele cara puxou um Pegou o celular e começou a discar uns números: “Bom dia, queria denunciar um acidente”. Ricardo estava ligando pra polícia, não sabia o que fazer, não sabia como agir naquela situação. Se me denunciasse, não teria solução, então fiz a única coisa que me veio à cabeça. Eu estava usando uma camiseta do meu marido, que usava pra andar em casa, e uma calça de moletom. Tirei a camiseta e a calça na frente do Ricardo, ficando só de roupa íntima diante daquele velho. Mesmo estando na frente dele com uma calcinha de renda rosa e um sutiã combinando, semitransparente, aquele filho da puta não desligou e continuou falando com a polícia no telefone. Eu estava morrendo de medo, é difícil explicar aquela situação e a montanha de sensações que eu estava sentindo, seminua na frente daquele desconhecido que estava me chantageando daquele jeito tão vil e rasteiro. Não sei de onde tirei forças pra fazer aquilo, mas levei as mãos às costas e soltei o gancho do meu sutiã, deixando ele cair aos meus pés, liberando meus peitos da pressão do sutiã. Agora nada impedia o Ricardo de contemplar meus peitos nus. Dessa vez, Ricardo desligou o telefone e guardou de novo: “Belos peitos, vagabunda, vejo que estamos nos entendendo”. Apesar da minha idade e das minhas duas gestações, meus peitos ainda são firmes. Não são grandes, mas também não são pequenos. Meu marido adora eles porque sempre disse que são do tamanho exato das mãos dele, nem falta nem sobra. Como sou muito branca, meus mamilos se destacam bastante, são bem rosados, assim como minhas auréolas, também bem rosadas e não muito grandes. Aquele filho da puta era o segundo homem em meus 38 anos a contemplar meus peitos, depois do meu marido. “Quando seu marido volta do trabalho?” “Daqui a algumas horas.” “Bom, temos tempo para o primeiro pagamento.” Dando como certo que eu tinha aceitado o trato, aquele homem começou a se despir. Levantou do sofá onde tinha ficado sentado o tempo todo. E aí ele tirou a jaqueta e a gravata que tava usando, começou a desabotoar a camisa, deixando eu ver os pelos que cobriam a barriga toda, além de uma barriga grande e também peluda. Ele soltou o cinto e a calça do terno, baixou a calça e jogou pro lado com o pé. "Olha só o que suas tetas provocaram." Isso ele falou apontando pro volume enorme que tava marcando na cueca, que ele ainda não tinha tirado. Eu baixei a cabeça, envergonhada, e ele aproveitou pra baixar também a cueca. "Levanta a cabeça, mulher, assim você vai ver o que vai comer daqui a pouco." Levantei a cabeça e pude ver que o pau daquele cara tinha a mesma grossura que o do meu marido, mas era diferente no comprimento — pelo menos uns 5 centímetros maior que o do meu Luís. Tinha um monte de pelo pubiano e, apesar da barriga grande, o pau dele duro aparecia por cima da barriga, o que mostrava que era bem comprido. Embaixo do pau, tinha dois ovos bem gordos e, como o resto, cobertos de pelo. Ele pegou nos próprios ovos e disse: "O que você acha das minhas bolas?" Eu não falei nada, aí ele me ameaçou de chamar a polícia de novo e acabar com o nosso acordo. "São gordas", eu falei. "Claro que são gordas, tão cheias de porra pra você, putinha, hahaha." Ricardo chegou perto de mim e levantou as mãos. Eu me encolhi pra trás, mas ele continuou avançando, e logo eu não conseguia mais recuar porque minhas costas bateram na parede. O velho colocou as mãos nas minhas tetas e começou a apertar devagar, como se tivesse brincando com elas. Depois passou os dedos nos meus bicos, como se apertasse uns botões. "Sempre gostei das tetas macias e firmes das mulheres de meia-idade. Não têm a dureza das tetas mais novas, mas também não tão começando a cair como as das mulheres mais velhas. São as tetas perfeitas." Ricardo chegou ainda mais perto de mim e tentou me beijar, mas eu virei a cabeça e consegui que ele desistisse de me beijar na boca. Não deu pra evitar que ela baixasse a cabeça até meus peitos e começasse a me dar mordidinhas neles, pra depois lamber e chupar meus mamilos. Apesar dos meus desejos, não consegui evitar que meus mamilos ficassem duros, o que Ricardo aproveitou pra começar a beijá-los enquanto eu sentia a vara dura dele roçando meu quadril e meu umbigo. "Tira a calcinha que quero ver essa buceta de casada que você tem." Eu não me mexi, então ele se ajoelhou na minha frente e puxou minha calcinha pra baixo até deixá-la nos meus tornozelos. O porco, brincando comigo, baixou minha calcinha com os dentes, se deliciando naquela situação tão humilhante pra mim. Depois ficou ali parado, olhando pra minha xota. "Isso tá meio descuidado, Maria Jesús. Seu marido não deve dar muito uso." Eu fiquei vermelha que nem um tomate, morta de nojo, vergonha e humilhação. Minha xota tava bem peluda, como já disse, a vida sexual com meu marido é meio parada, então não depilo lá embaixo com frequência. "Ia te chupar a buceta, mas não gosto de peluda." Ele se levantou e foi pro sofá. Eu respirei aliviada, só de pensar naquele velho me lambendo lá embaixo me dava vontade de vomitar. Sexo oral era algo que só tinha feito com meu marido umas poucas vezes, e pensar naquele babaca provando minhas partes íntimas me horrorizava. "Vem aqui e fica de joelhos." Eu ainda tava do outro lado do quarto, com as costas coladas na parede, completamente nua e sem me mexer. "Maria Jesús, eu tenho todo o tempo do mundo, mas acho que você não quer que seu marido chegue do trabalho e nos veja assim, né?" Aquelas palavras foram como um chicote que me acordou. Só de pensar no meu marido entrando em casa e encontrando aquele homem pelado no sofá dele, comigo nua por perto, revirou meu estômago. Então me afastei da parede e, quando cheguei perto do Ricardo, parei. "Agora, de joelhos." Me ajoelhei na frente do Ricardo, que tava sentado no nosso sofá com a vara dele apontando pro teto. "Vai, faz um masturbação" — Eu estava morrendo de nojo, estendi minha mão direita e, com meus dedos, rocei a glande da pica daquele sem-vergonha. "Vai, caralho." Decidi agarrar o pau duro dele com minha mão e comecei a bater uma punheta devagar, sem tirar os olhos do chão. Era como uma boneca, movendo minha mão lentamente pra cima e pra baixo, sem levantar a cabeça do chão nem por um segundo. "Desde que você me disse que não tinha carteira de motorista, eu soube que mais cedo ou mais tarde ia te ter de joelhos, pelada na minha frente." Aquele porco estava confirmando que já tinha pensado nessa chantagem suja desde ontem, quando eu achava que tinha encontrado um homem decente com quem poderia chegar a um acordo razoável — ele já estava planejando como me forçar. Que tipo de sátiro eu tinha na minha frente? "Sabe, Maria Jesús, um homem com tanto dinheiro quanto eu pode ter tudo o que quer, mas nunca gostei das putas comuns. Prefiro as esposas fiéis e boas mães de família, dispostas a tudo pra proteger os seus. Qualquer um pode ter uma puta romana chupando a pica dele, mas só homens como eu podem ter mulheres como você de joelhos, mamando pau, hahaha." Aquele porco não perdia chance de me humilhar, e pelas palavras dele, deduzi que não era a primeira vez que ele submetia uma pobre mulher a algum tipo de chantagem tão nojenta quanto a que eu estava sofrendo naquele momento. Quando ele se cansou de eu bater uma pra ele, pediu que eu colocasse na boca. Eu ainda não olhava pra aquele cara, muito menos pro rosto dele. Com meus joelhos cravados no chão, me inclinei em direção à pica do Ricardo, que ainda estava na minha mão, mas agora parada. Fechei meus olhos e coloquei a glande na boca. Naquele instante, entrou na minha boca a segunda pica de toda a minha vida. Em 15 anos de casamento, eu tinha dado uns boquetes no meu marido, mas com certeza não tantos quanto se poderia imaginar. Além disso, minha falta de experiência com homens... Exceto meu marido, Ricardo não deixou passar despercebido. "Vejo que seu marido não te ensinou direito, vamos ter que resolver isso fazendo você usar essa boca com mais frequência." A pica do Ricardo pode não ser exageradamente grande, mas considerando que eu só tinha visto de perto a do meu marido, aquele pau me parecia enorme. Ricardo não estava satisfeito com minhas habilidades de chupar, então agarrou minha cabeça e empurrou o pau na minha garganta. Além disso, o filho da puta me obrigou a olhar nos olhos dele, dizendo que... "Não tem nada melhor na vida do que ver os olhos de uma mulher casada te encarando enquanto te chupa." Não sei por quê, mas naquele instante pensei como a vida de uma pessoa pode mudar num piscar de olhos por causa de uma decisão errada. Ontem eu peguei o carro para economizar 30 euros de táxi, e hoje estava de joelhos chupando a pica de um homem que não era meu marido, na minha própria casa, com uma dívida de 100 mil euros. Nunca me senti tão envergonhada e humilhada como naquele momento, com a pica daquele filho da puta dentro da minha boca. Eu só pensava em acabar com aquilo o mais rápido possível. Lamber e chupar a pica do Ricardo, que estava dura como uma rocha, e eu mal conseguia enfiar mais da metade na boca. Minha intenção de fazê-lo gozar logo me fez me esforçar para chupar aquele pau, e parecia estar funcionando. Ricardo gemia de prazer enquanto apoiava a mão na minha cabeça e acariciava meu cabelo com aquela mão nojenta. Às vezes, ele apertava com a mão, tentando enfiar mais pica na minha garganta, o que me fazia babar tanto que a saliva escorria pelo canto dos meus lábios, enquanto o pau dele chapinhava ao entrar e sair da minha boca. Eu continuei chupando a pica do Ricardo, lambia a cabeça, chupava o tronco inteiro do pau dele e depois enfiava de novo na boca. Eu queria que ele terminasse, mas aquele filho da puta tinha mais resistência do que eu esperava. "Não esquece das minhas bolas peludas, Maria Jesús." Com a mão dele na minha cabeça. Me forcei a descer até as bolas cobertas de pelo dele, que tive que lamber e chupar, mesmo com o nojo que aqueles pelos me davam, que eu sentia perfeitamente na minha língua e na minha boca. "Adoro como você lambe minhas bolas, Maria Jesús, sua língua faz cócegas, hahaha." Usei todas as energias que me restavam para continuar chupando aquela pica, desejando que aquilo tudo acabasse logo, que aquele porco gozasse de uma vez por todas e meus problemas chegassem ao fim. "Você não faz isso muito com seu marido, né?" "Isso não é da sua conta", respondi, tirando a pica da boca. "Hahaha, então acho que vou te dar algo que seu marido nunca te deu." Logo entendi o que ele queria dizer. Eu continuava engolindo aquela pica enquanto comecei a masturbá-lo rapidamente, pensando que assim tudo terminaria. Ricardo começou a gemer, e eu senti o sangue pulsando naquela barra de carne, percebendo que a gozada estava prestes a acontecer. Tirei a pica da boca e tentei me afastar dos joelhos dele, mas Ricardo agarrou a própria pica e começou a bater uma punheta, enquanto com a outra mão me segurava pelo pescoço e enfiava minha cabeça entre as pernas dele, esfregando meu nariz nas bolas dele. Agora entendia o que ele quis dizer com me dar algo que meu marido nunca tinha me dado. Não sabia como aquele porco podia imaginar aquilo, mas ele queria gozar na minha cara, algo que nunca deixei meu marido fazer porque me dava muito nojo. Logo tudo terminou. Ricardo gozou como um louco, espalhando sua porra abundante no meu cabelo, na minha testa e no meu rosto. Aquelas bolas enormes tinham uma quantidade enorme de sêmen que, para meu azar, agora estava toda na minha cara. "E aí, seu marido nunca gozou na sua cara, né?" Eu não disse nada. "Hahaha, então ele não sabe o que está perdendo. Acho que você é a típica santinha que acha que gozar na cara é coisa de puta. Pois bem, você tem razão, é coisa de puta, e agora você é minha putinha, hahaha. Está Gostosa, com meu gozo cobrindo sua carinha de esposa fiel." Quando ele me soltou, saí correndo pro banheiro pra limpar o rosto o mais rápido possível. Quando voltei pra sala, Ricardo já estava vestido. Eu coloquei minha calcinha e comecei a me vestir. "Já conseguiu o que queria, filho da puta. Agora cumpre sua parte do trato e não me incomoda mais." "Hahaha, fica tranquila que já vou mandar alguém buscar seu carro. Não deixa seu marido entrar na garagem até as 20:00, que até lá vai estar arrumado. Eu sempre cumpro minha palavra. Quem trouxer o carro também vai trazer um contrato pra formalizar nosso acordo." "Um contrato? Que contrato? Isso acabou." "Acabou? Hahaha, olha, querida, seu boquete não foi nada demais, mas nem se você fosse a rainha dos boquetes e a Angelina Jolie, você acharia que eu ia perdoar 100 mil euros por um boquete, né?" "Mas... eu pensei..." "Pois não pensa tanto, querida. Agora seu trabalho vai ser chupar e dar. Você é minha putinha. Vou ser generoso e vou descontar 300 euros pelo boquete de hoje. E, como prova de boa fé, não vou cobrar juros. Você pode me pagar parcelado, como queria, mas de um jeito especial. Cada vez que você me fizer gozar, vou descontar uma parte da dívida. Claro, no contrato que você vai ver depois, tudo vai estar bem explicado, deixando de lado, é claro, o jeito especial de pagar esses 300 euros, lógico." "Você não acha que eu vou continuar..." "Se não concordar, posso sempre chamar a polícia e resolver do jeito tradicional. Você arca com o conserto dos carros e pronto. Me diverte a ideia de transformar uma mãe e esposa casada na minha putinha particular, mas, se você preferir outra coisa, ligo agora pra polícia." Era uma idiota. Achava que tudo aquilo tinha acabado, mas na verdade tinha só começado. Depois de chupar o pau daquele bastardo, já não tinha opções. Eu tinha virado a putinha dele. Chamar a polícia não era uma opção. e muito menos agora que já tinha me submetido aos caprichos daquele velho chupando a pica dele. Agora só conseguia pensar numa coisa: quantas vezes teria que satisfazer aquele filho da puta pra pagar os 99.700 euros que ainda devia pra ele.
4 comentários - Vadia por acidente. Parte 1