Quando chegaram na altura onde ela estava, perto do meu ponto de gravação, o mais novo parou o pai.
— Olha só aquilo — disse apontando pra Natalia. Dali dava pra ver claramente a tanga deslocada e toda a buceta dela exposta.
— Puta merda, olha a dona — disse o mais velho.
— E olha a garrafa. Essa puta se embebedou e apagou. Tô com vontade de cobrar uns desaforos dela — disse o jovem, passando a mão na virilha.
— Na verdade, ela bem que merecia. Além do mais, ela tá tão carente de pica que acho que não vai ficar brava se a gente der uma boa dose. Pelo menos ela vive reclamando que o marido não dá atenção.
— Será que ela tá sozinha? — perguntou o jovem.
— O carro do filho da puta não tá aqui, então deve estar trabalhando. Ele nem sonha com os chifres que tão por vir — disse o velho, já bem excitado.
— É tua, pai. Vai você primeiro — disse o jovem.
O velho se despiu rapidamente, de costas pra onde eu estava. Pude ver que, apesar da idade, não tinha um pingo de gordura e o corpo era musculoso, provavelmente do trabalho. De costas pra câmera, começou a se masturbar devagar, como pra se preparar.
Naquele momento, enquanto isso rolava no parque, ouvi um carro chegando e vi o Richard entrando em casa. Fiquei gelada. Uma tragédia estava prestes a acontecer e só eu podia impedir, mas como? Me limitei a continuar filmando.
O velho se aproximou sorrateiramente da espreguiçadeira. Chegando lá, começou devagar a acariciar a Natalia. Primeiro as pernas e depois subindo na contramão até chegar na buceta dela, que, como eu disse, tava molhada. E ali, um dos dedos dele começou a brincar com os lábios da vagina e a separá-los. Na hora percebeu que a umidade era mais que suficiente pro que queria fazer.
Natalia, dormindo e bêbada, gemia com as carícias cada vez mais possessivas do macho.
Um movimento quase imperceptível das cortinas no andar de cima me fez afastar um pouco o zoom pra incluir aquela janela no quadro. Lá, Richard se espiou e a cara de surpresa dele com o que via era digna de quadro. Na hora, ele se escondeu atrás da cortina pra não ser visto, só espiando com os olhos.
Depois de alguns minutos desse tratamento, o velho pegou as pernas da Natalia e puxou ela pra ponta da espreguiçadeira, fazendo os joelhos dela apoiarem na grama, deixando o centro do corpo bem acessível pro que vinha. Nesse momento, ele se virou e levantou o polegar pro filho, tipo, tudo certo. Só aí consegui ver ele inteiro. O bicho tinha uma pica de uns 20 cm no mínimo. E grossa igual um spray. Nunca tinha visto uma ferramenta dessas ao vivo, e claro, muito menos tinha enfiado uma dessas pra dentro. Não devia ser fácil de encaixar. Além disso, tava dura que nem um poste. Claramente, nem todo homem com mais de 50 tinha problema de ereção igual o Richard. Eu senti que comecei a me molhar só de imaginar a cena.
Quando ele deixou ela de joelhos e com o corpo deitado na espreguiçadeira, ele se ajoelhou atrás dela, com uma mão segurou a pica e com a outra abriu os lábios da buceta dela pra facilitar a entrada. Quando tudo tava pronto, ele só avançou uns centímetros.
A Natalia, meio dormindo, gemeu de dor ou de prazer, isso não dá pra garantir.
— Voltou, pussy — ela disse, ainda sonolenta.
O velho, sem responder nada, avançou mais um pouco.
— Uhhh, parece que os remédios tão fazendo efeito, meu amor. Tá dura que nunca — ela falou.
Mais um avanço e agora já era óbvio que não era a pica miniatura do marido dela. Ela devia se sentir cheia como nunca. Dessa vez, ela só gemeu sem dizer mais nada.
O jovem se aproximou pelo lado pra não perder nenhum detalhe do que tava rolando, e devagar começou também a se despir.
O velho, já com mais da metade da pica dentro da minha amiga, se apossou dos peitos dela, forçando ela a arquear o corpo. Nesse momento, a Natalia abriu os olhos e a primeira coisa que viu foi o jovem, que só tava de cueca, já bem inchada.
— Pai — ela disse. O jovem da piscina está nos olhando, e naquele momento ela olhou para baixo e viu duas mãos negras apalpando os peitos dela. Ali ela entendeu que não era o marido que estava subjugando ela.
— O que vocês estão fazendo? — conseguiu dizer, bem antes de o velho enfiar a ferramenta inteira no corpinho dela. O grito de Natalia foi de arrepiar.
— Ahhh, você me rasga, me rasga — disse ela, bem antes de o jovem, já pelado e com um pau herdado do pai, enfiar na boca dela.
— Silêncio, senhora. Chupe e aproveite, vamos, paus assim não se veem todo dia — disse o rapaz com seu sorriso perverso de sempre, dessa vez, totalmente justificado.
Não sei se Natalia tentou resistir, porque o jovem pressionava a nuca dela e metade do pau entrava e saía da boca dela, enquanto o velho começou uma metida e tirada bestial que a dominou por completo.
Naquele momento, foquei na janela do primeiro andar e a imagem me paralisou. Richard, espiando por entre as cortinas, estava batendo uma punheta pro pau pequeno dele, se deliciando com o jeito que estavam empalando a mulher dele. A cara de prazer que ele tinha era nítida. Voyeur, corno manso e conivente. Tudo numa pessoa só.
A parada foi decidida a favor dos perpetradores bem rápido. Depois de uns dois minutos de vai e vem, Natalia gozou que nem uma porca, do jeito que certamente não gozava há tempos, se é que já tinha gozado daquele jeito. O jovem se afastou pra deixar ela curtir o orgasmo.
Quando ela se recuperou, o velho começou a aceleração final.
— Não goza dentro, filho da puta — disse Natalia.
— Nem Deus me tira daqui, puta — disse o velho, enfiando até o fundo e começando a gozar que nem um animal.
— Não, não, não — repetia Natalia, que com certeza sentia aquele sêmen queimando por dentro.
Por fim, o velho caiu de costas nela. Depois de uns minutos, ele se retirou. Ouviu-se um barulho como se estivessem abrindo uma garrafa, e entre as pernas abertas de Natalia começou a escorrer um rio esbranquiçado e cheio de grumos.
— Vai, Com a senhora, disse o velho.
- Agora já está pronta, disse o jovem assumindo a posição.
Ele a levantou do chão e a deitou de barriga para cima na espreguiçadeira. Natália ainda estava em choque com o que tinha acontecido, então não ofereceu resistência nenhuma.
O jovem abriu as pernas dela, levantou-as e se posicionou entre elas, apoiando as mãos ao lado da cabeça dela e os pés no chão. A vara dele estava apontada direitinho para a buceta da Natália. Por um minuto, invejei o que ele estava prestes a comer.
Um tremor na cortina fez com que eu aproximasse a imagem do primeiro andar. Uma mancha que não deixava dúvidas sobre a origem apareceu na cortina na frente do Richard. O corno estava aproveitando como um porco.
Lentamente, o jovem se deixou cair sobre a Natália, até cobrir o corpo dela por completo. A conjunção foi total. Minha amiga tinha se tornado rapidamente uma expert em alojar paus colossais.
O velho olhava enquanto se masturbava lentamente a salsicha dele, que, magicamente e de forma inesperada, começava a endurecer de novo. Nunca imaginaria isso de um velho. Parece que a cena era de alto voltagem não só pra mim e pro corno do marido.
- Faz ela girar, disse o velho.
O filho dele, lentamente, a cada estocada, ia girando ela na espreguiçadeira, até conseguir que a cabeça dela finalmente ficasse pendurada. Nesse momento, o velho se ajoelhou e, pegando a cabeça dela, enfiou a cabeça do pau dele na boca dela. Na posição em que a Natália estava, a cada estocada o velho ia até o fundo. Dava pra ver claramente que pelo menos uns 15 cm de pau entravam até o fundo da garganta da minha amiga.
Eram duas máquinas que a perfuravam agora ritmicamente. O jovem metia até o talo e o velho fazia o mesmo. A Natália mal conseguia respirar, e dava pra ver como os orgasmos dela se encadeavam um após o outro, até que ela praticamente perdeu a consciência diante da fúria sexual que a estava arrasando. Não sei se ela percebeu quando os garanhões se Esvaziaram. Não sei quanto o velho deu pra ela, mas ela engoliu tudo, enquanto a buceta dela transbordava de porra daquele jovem tão viril.
Por fim, os dois se retiraram, deixando ela largada na espreguiçadeira.
Se vestiram e, como se nada tivesse acontecido, foram trabalhar no parque.
Minha amiga demorou um pouco pra se recompor.
Na janela do andar de cima, as cortinas estavam fechadas e o barulho de um carro indicava que Richard tinha ido embora pra não ser pego olhando.
Natalia mergulhou na piscina, com certeza pra tirar de cima o cheiro de macho que a envolvia e também pra lavar o sêmen que transbordava no corpo dela.
Fiquei ali esperando a reação da Natalia. Com certeza ela ia fazer alguma coisa assim que o efeito da bebida passasse de vez.
— Olha só aquilo — disse apontando pra Natalia. Dali dava pra ver claramente a tanga deslocada e toda a buceta dela exposta.
— Puta merda, olha a dona — disse o mais velho.
— E olha a garrafa. Essa puta se embebedou e apagou. Tô com vontade de cobrar uns desaforos dela — disse o jovem, passando a mão na virilha.
— Na verdade, ela bem que merecia. Além do mais, ela tá tão carente de pica que acho que não vai ficar brava se a gente der uma boa dose. Pelo menos ela vive reclamando que o marido não dá atenção.
— Será que ela tá sozinha? — perguntou o jovem.
— O carro do filho da puta não tá aqui, então deve estar trabalhando. Ele nem sonha com os chifres que tão por vir — disse o velho, já bem excitado.
— É tua, pai. Vai você primeiro — disse o jovem.
O velho se despiu rapidamente, de costas pra onde eu estava. Pude ver que, apesar da idade, não tinha um pingo de gordura e o corpo era musculoso, provavelmente do trabalho. De costas pra câmera, começou a se masturbar devagar, como pra se preparar.
Naquele momento, enquanto isso rolava no parque, ouvi um carro chegando e vi o Richard entrando em casa. Fiquei gelada. Uma tragédia estava prestes a acontecer e só eu podia impedir, mas como? Me limitei a continuar filmando.
O velho se aproximou sorrateiramente da espreguiçadeira. Chegando lá, começou devagar a acariciar a Natalia. Primeiro as pernas e depois subindo na contramão até chegar na buceta dela, que, como eu disse, tava molhada. E ali, um dos dedos dele começou a brincar com os lábios da vagina e a separá-los. Na hora percebeu que a umidade era mais que suficiente pro que queria fazer.
Natalia, dormindo e bêbada, gemia com as carícias cada vez mais possessivas do macho.
Um movimento quase imperceptível das cortinas no andar de cima me fez afastar um pouco o zoom pra incluir aquela janela no quadro. Lá, Richard se espiou e a cara de surpresa dele com o que via era digna de quadro. Na hora, ele se escondeu atrás da cortina pra não ser visto, só espiando com os olhos.
Depois de alguns minutos desse tratamento, o velho pegou as pernas da Natalia e puxou ela pra ponta da espreguiçadeira, fazendo os joelhos dela apoiarem na grama, deixando o centro do corpo bem acessível pro que vinha. Nesse momento, ele se virou e levantou o polegar pro filho, tipo, tudo certo. Só aí consegui ver ele inteiro. O bicho tinha uma pica de uns 20 cm no mínimo. E grossa igual um spray. Nunca tinha visto uma ferramenta dessas ao vivo, e claro, muito menos tinha enfiado uma dessas pra dentro. Não devia ser fácil de encaixar. Além disso, tava dura que nem um poste. Claramente, nem todo homem com mais de 50 tinha problema de ereção igual o Richard. Eu senti que comecei a me molhar só de imaginar a cena.
Quando ele deixou ela de joelhos e com o corpo deitado na espreguiçadeira, ele se ajoelhou atrás dela, com uma mão segurou a pica e com a outra abriu os lábios da buceta dela pra facilitar a entrada. Quando tudo tava pronto, ele só avançou uns centímetros.
A Natalia, meio dormindo, gemeu de dor ou de prazer, isso não dá pra garantir.
— Voltou, pussy — ela disse, ainda sonolenta.
O velho, sem responder nada, avançou mais um pouco.
— Uhhh, parece que os remédios tão fazendo efeito, meu amor. Tá dura que nunca — ela falou.
Mais um avanço e agora já era óbvio que não era a pica miniatura do marido dela. Ela devia se sentir cheia como nunca. Dessa vez, ela só gemeu sem dizer mais nada.
O jovem se aproximou pelo lado pra não perder nenhum detalhe do que tava rolando, e devagar começou também a se despir.
O velho, já com mais da metade da pica dentro da minha amiga, se apossou dos peitos dela, forçando ela a arquear o corpo. Nesse momento, a Natalia abriu os olhos e a primeira coisa que viu foi o jovem, que só tava de cueca, já bem inchada.
— Pai — ela disse. O jovem da piscina está nos olhando, e naquele momento ela olhou para baixo e viu duas mãos negras apalpando os peitos dela. Ali ela entendeu que não era o marido que estava subjugando ela.
— O que vocês estão fazendo? — conseguiu dizer, bem antes de o velho enfiar a ferramenta inteira no corpinho dela. O grito de Natalia foi de arrepiar.
— Ahhh, você me rasga, me rasga — disse ela, bem antes de o jovem, já pelado e com um pau herdado do pai, enfiar na boca dela.
— Silêncio, senhora. Chupe e aproveite, vamos, paus assim não se veem todo dia — disse o rapaz com seu sorriso perverso de sempre, dessa vez, totalmente justificado.
Não sei se Natalia tentou resistir, porque o jovem pressionava a nuca dela e metade do pau entrava e saía da boca dela, enquanto o velho começou uma metida e tirada bestial que a dominou por completo.
Naquele momento, foquei na janela do primeiro andar e a imagem me paralisou. Richard, espiando por entre as cortinas, estava batendo uma punheta pro pau pequeno dele, se deliciando com o jeito que estavam empalando a mulher dele. A cara de prazer que ele tinha era nítida. Voyeur, corno manso e conivente. Tudo numa pessoa só.
A parada foi decidida a favor dos perpetradores bem rápido. Depois de uns dois minutos de vai e vem, Natalia gozou que nem uma porca, do jeito que certamente não gozava há tempos, se é que já tinha gozado daquele jeito. O jovem se afastou pra deixar ela curtir o orgasmo.
Quando ela se recuperou, o velho começou a aceleração final.
— Não goza dentro, filho da puta — disse Natalia.
— Nem Deus me tira daqui, puta — disse o velho, enfiando até o fundo e começando a gozar que nem um animal.
— Não, não, não — repetia Natalia, que com certeza sentia aquele sêmen queimando por dentro.
Por fim, o velho caiu de costas nela. Depois de uns minutos, ele se retirou. Ouviu-se um barulho como se estivessem abrindo uma garrafa, e entre as pernas abertas de Natalia começou a escorrer um rio esbranquiçado e cheio de grumos.
— Vai, Com a senhora, disse o velho.
- Agora já está pronta, disse o jovem assumindo a posição.
Ele a levantou do chão e a deitou de barriga para cima na espreguiçadeira. Natália ainda estava em choque com o que tinha acontecido, então não ofereceu resistência nenhuma.
O jovem abriu as pernas dela, levantou-as e se posicionou entre elas, apoiando as mãos ao lado da cabeça dela e os pés no chão. A vara dele estava apontada direitinho para a buceta da Natália. Por um minuto, invejei o que ele estava prestes a comer.
Um tremor na cortina fez com que eu aproximasse a imagem do primeiro andar. Uma mancha que não deixava dúvidas sobre a origem apareceu na cortina na frente do Richard. O corno estava aproveitando como um porco.
Lentamente, o jovem se deixou cair sobre a Natália, até cobrir o corpo dela por completo. A conjunção foi total. Minha amiga tinha se tornado rapidamente uma expert em alojar paus colossais.
O velho olhava enquanto se masturbava lentamente a salsicha dele, que, magicamente e de forma inesperada, começava a endurecer de novo. Nunca imaginaria isso de um velho. Parece que a cena era de alto voltagem não só pra mim e pro corno do marido.
- Faz ela girar, disse o velho.
O filho dele, lentamente, a cada estocada, ia girando ela na espreguiçadeira, até conseguir que a cabeça dela finalmente ficasse pendurada. Nesse momento, o velho se ajoelhou e, pegando a cabeça dela, enfiou a cabeça do pau dele na boca dela. Na posição em que a Natália estava, a cada estocada o velho ia até o fundo. Dava pra ver claramente que pelo menos uns 15 cm de pau entravam até o fundo da garganta da minha amiga.
Eram duas máquinas que a perfuravam agora ritmicamente. O jovem metia até o talo e o velho fazia o mesmo. A Natália mal conseguia respirar, e dava pra ver como os orgasmos dela se encadeavam um após o outro, até que ela praticamente perdeu a consciência diante da fúria sexual que a estava arrasando. Não sei se ela percebeu quando os garanhões se Esvaziaram. Não sei quanto o velho deu pra ela, mas ela engoliu tudo, enquanto a buceta dela transbordava de porra daquele jovem tão viril.
Por fim, os dois se retiraram, deixando ela largada na espreguiçadeira.
Se vestiram e, como se nada tivesse acontecido, foram trabalhar no parque.
Minha amiga demorou um pouco pra se recompor.
Na janela do andar de cima, as cortinas estavam fechadas e o barulho de um carro indicava que Richard tinha ido embora pra não ser pego olhando.
Natalia mergulhou na piscina, com certeza pra tirar de cima o cheiro de macho que a envolvia e também pra lavar o sêmen que transbordava no corpo dela.
Fiquei ali esperando a reação da Natalia. Com certeza ela ia fazer alguma coisa assim que o efeito da bebida passasse de vez.
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