Deixando minha mina

Essa história começa como muitas outras, mas peço que leiam pelo menos até a linha 20 e verão que a coisa não tem nada de comum.
Viviana é uma linda morena de 23 anos, 1,65m, magra, com curvas maravilhosas. Podem ver fotos dela no perfil dela. Eu tenho 28 anos.
Estamos namorando (não moramos juntos) há 5 anos.
Desde que comecei a namorar com ela, não consegui largar meu hábito de dar uma escapada de vez em quando e sabia que provavelmente ela, em algum momento, faria o mesmo. Tenho a ideia de que em todos os casais isso mais cedo ou mais tarde acontece.
Foi assim que um dia conversamos sobre o assunto e combinamos que, se algum dia quiséssemos transar fora do relacionamento, contaríamos um ao outro e não trairíamos a confiança do outro.
A primeira a ter uma proposta tentadora foi ela.
Um amigo que ela tinha desde antes de começarmos a namorar (só amigos, nunca tinha rolado nada) tinha ligado "pra ver como ela estava" e eles tinham se reaproximado. Ela tinha passado o MSN dela e, depois de algumas conversas triviais, ela tinha percebido que o cara estava dando em cima dela.
Ela sempre tinha se atraído por esse cara, então ela me contou. Como havíamos combinado, não houve escândalos nem brigas quando ela se encontrava com o cara para curtir momentos na cama, sem que o amigo dela soubesse que o namorado estava por dentro de tudo.
Depois, um dia chegou a minha vez, com uma "amiga" antiga com quem restabeleci contato.
Até aí tudo normal e nada tem de estranho em relação ao que acontece em muitos casais hoje em dia...
A história entra em caminhos escabrosos quando um dia, pelo Contactossex, um senhor de 47 anos de Córdoba nos manda mensagem, interessado em conhecê-la.
Nós não queríamos contato com gente de fora por questões de praticidade, então dissemos que não estávamos interessados em pessoas de fora (somos de Bs As). O homem continuou insistindo, principalmente com a Viviana, até que um dia ela me diz que tem algo pra me contar:

Ela me conta que esse senhor (Gerardo) tinha... Ele sugeriu que a gente fosse no próximo feriado prolongado (faltavam 15 dias) passar 4 dias em Carlos Paz, que ele tinha uma casa de fim de semana na cidade e nos convidava, pagando as passagens e as despesas.
Conversei com a Viviana, ela tinha visto fotos do Gerardo e não desgostava nada dele, e a ideia de passar um fim de semana em Carlos Paz sem gastar um tostão também era interessante. Então entrei em contato com o Gerardo para acertar os detalhes (nesse tipo de coisa sempre tem que acertar os detalhes).
Quando conversei com ele pelo MSN, meio que dei uma recuada na ideia. O Gerardo não queria que a gente fosse os dois só pra provavelmente fazer um trio ou, na melhor das hipóteses, os dois aproveitarem os encantos da Viviana. A proposta dele era outra.

*Ele queria que a Viviana fizesse o papel de esposa ou namorada dele durante esses 4 dias, e eu seria como um convidado na casa.
*Ele dormiria com a Viviana num quarto, e eu dormiria sozinho em outro.
*Eu não poderia ter contato íntimo com a Viviana nesses 4 dias.

Ele disse que tava nos propondo isso porque sabia que era mais ou menos a nossa vibe, e porque eu, no chat, tinha comentado que me excitava a Viviana sair e transar com outros caras.
Ele falou que gostava de transar com mulheres casadas e que a ideia do que ele tava propondo o atraía muito.

Eu já tinha compartilhado a Vivi com outros homens, mas seria a primeira vez que ela ficaria com alguém sozinha. Mas fazer isso num fim de semana inteiro, comigo lá, já era diferente.
A Viviana gostou da ideia e, como tava tão empolgada, acabou me convencendo (vou dizer que não foi muito difícil, porque eu também tava meio atraído pela ideia).

Os dias passaram rápido e, quando a gente percebeu, tava descendo do ônibus na rodoviária de Córdoba, onde ele nos recebeu. Era um cara que não aparentava a idade que tinha, parecia uns 10 anos mais novo. Era simpático, gente boa e muito conversador. Os nervos que a gente tava Foram. Carregamos as malas no carro dele e saímos para a cidade de Carlos Paz. Chegamos por volta das 7 da noite e começamos a conversar sobre nossas vidas. Por volta das 10, pedimos algumas pizzas e jantamos. A hora da verdade chegou sem que eu percebesse que era "A HORA DA VERDADE". Em um momento, ele se levantou e disse à minha namorada: _Bom, Viviana, vamos dormir? Minhas pernas tremeram, metade tesão, metade surpresa. Eu e Viviana nos olhamos, ele pegou a mão dela e ela ainda conseguiu me dar um beijo na bochecha antes que os dois subissem para o quarto que ficava no andar de cima. Fiquei olhando enquanto minha namorada subia as escadas de mãos dadas com Gerardo. Eu também subi para o meu quarto, que ficava ao lado do deles, no andar superior. Quando passei pela porta do quarto deles, ouvi que estavam conversando. Passaram uns 10 minutos e eu ouvia as vozes deles enquanto conversavam. Depois percebi que havia silêncio, não se ouvia nada por um tempo que me pareceu uma eternidade, mas que certamente não foram mais do que alguns minutos. Então comecei a perceber um barulho de rangido de cama, claramente estavam transando. Meu coração quase saiu pela garganta, e foi ainda pior quando comecei a ouvir os gemidos da minha namorada. Ela geme quando está gozando ou quando a penetração é forte e profunda. Uma coisa é ouvir os vizinhos fazendo sexo, outra bem diferente é ouvir a pessoa que você ama gozando com outro homem. É uma mistura de tesão, ciúmes e uma sensação de que você tem que fazer alguma coisa, mas não sabe o quê. Os barulhos se acalmaram no quarto ao lado. Passou um tempo e pude ver minha namorada pela porta entreaberta do meu quarto, passando em direção ao banheiro. Fiquei parado na porta do meu quarto esperando ela sair. Quando saiu, estava vestindo apenas uma camiseta dele e chinelos. Perguntei se estava tudo bem. Ela disse: _Sim, meu amor, está tudo bem. Nos vemos amanhã, te amo. E entrou novamente no Quarto.
Naquela noite, por mais que afiasse o ouvido, não escutei mais nenhum barulho até cair no sono.
Percebi na minha namorada uma cara de pervertida, muito típica nela quando me vê com ciúmes, antes de ela entrar no quarto. Percebi que ela estava curtindo transar com o Gerardo e estava curtindo me deixar com ciúmes.

Na manhã seguinte, levantei por volta das 10, bati na porta e o Gerardo respondeu de dentro:

_ Já estamos saindo!!!!

Demoraram mais meia hora para sair.
A Viviana preparou o café da manhã, e notei nela uma mudança de atitude em relação à noite anterior, que certamente se devia ao fato de terem conversado sobre a perversão dela de me dar chifre, a minha perversão de ser corno e a perversão do Gerardo de comer mulheres dos outros.
Ela estava mais à vontade com ele, qualquer um que os visse certamente diria que eram namorados ou marido e mulher, e que eu era o convidado.
Ela tomou café sentada no colo dele e depois foi tomar um banho.
Saímos os três para caminhar pela região, ficamos para almoçar em um restaurante perto quando deu 13 horas.

Quando voltamos para casa, eles foram "dormir a sesta": Eu fiquei vendo TV lá embaixo, então não os ouvi transando.
Depois de um tempo, senti alguém entrando no banheiro e abrindo o chuveiro.
Subi com muita curiosidade, a porta do quarto deles estava aberta, as roupas da minha namorada e do Gerardo estavam jogadas pelo chão e não tinha ninguém no quarto, ouvi as vozes dos dois no banheiro.
Com muito cuidado, me aproximei da porta, dava para ouvir a risadinha da minha namorada e ele falando, mas não dava para entender o quê.
Abaixei até a altura da fechadura e consegui espiá-los. Minha pica ficou dura ao ver minha namorada de costas para ele enquanto ele ensaboava os peitos dela com as duas mãos. Aqueles peitos divinos, ele estava apalpando, e ela toda sorridente, depois ela se virou e ficaram de frente, então se beijavam enquanto ele enfiava as mãos na bunda dela.
Depois ela se ajoelhou e começou a chupar a pica dele, que, apesar de não ser enorme Eu tinha um pouco mais do que o normal.

À noite, Gerardo me disse que eles sairiam e que eu podia usar a casa como se fosse minha.
Pude ver como a Vivi ficou linda. Quando perguntei aonde iam, ela disse que iam dançar.
Voltaram por volta das 6 da manhã e, de novo, pude ouvir ele comendo ela.
Ela estava um pouco alterada, então entre os gemidos só dava pra distinguir ela chamando ele de "papi".

Na manhã do terceiro dia, eu estava vendo TV por volta das 11 quando ouvi eles transando. Depois ele saiu do quarto para tomar um banho e a Vivi apareceu na porta do meu quarto.
Ela se ajoelhou ao lado da cama onde eu estava deitado e perguntou como eu estava. Eu disse que bem.
Beijei ela na boca e senti aquele cheiro forte típico de camisinha.
Passei a mão na bunda dela e, ao tocar, senti o ânus dilatado.
Perguntei:

Eu: _Ele fez a Booty?

Ela: _Sim, meu amor, ele diz que adora minha Booty, assim como você. Na primeira noite, quando chegamos, ele já fez.

Eu: _Você gosta de foder com ele?

Ela: _Por que está me perguntando? Você já sabe que sim.

Nos beijamos um pouco e ela disse:

Ela: _Ele me perguntou se podia pedir pra você nos deixar sozinhos algumas horas esta tarde. Ele quer que a gente possa curtir a piscina, os dois, como um casal.

Então, naquele dia, depois do almoço, eu disse que ia dar uma volta. Fui visitar uns conhecidos que tenho lá.
Quando eu estava saindo, Gerardo, com o sorriso mais cordial do mundo, me disse:

Gerardo:
_Ô, Marcelo, deixa a chave com a gente. Se a gente vai ficar aqui mesmo, você bate e a gente abre.

Então eu fui embora, deixando a chave e minha namorada pra ele aproveitar.

Quando voltei por volta das 7 da noite, toquei a campainha e Gerardo demorou um pouco para abrir.
A Viviana estava no banheiro e ele me convidou para tomar uma cerveja no pátio, dizendo que a Viviana já vinha.
Sobre a mesa no pátio, havia dois copos, um maço de cigarros do Gerardo e uma caixinha de preservativos.
Na água da piscina, boiava o biquíni. da minha namorada.

Naquela noite estávamos assistindo TV com Gerardo na sala de jantar, quando Viviana o chamou.

_Papi, vem aqui um segundo?

Ele subiu e demorou. Quando ouvi novamente os passos na escada, era Gerardo me dizendo que eles não iam jantar, que iam dormir.

Pouco depois, Viviana entrou no meu quarto, pegou a câmera fotográfica, me deu um beijo e saiu de novo.

Senti novamente aquele cheiro típico de pica na boca dela.

Assim passaram aqueles dias. Minha namorada se comportava como se eles fossem um casal de anos, sentava no colo dele, ele às vezes a apalpava disfarçadamente.

Ele até a protegia de mim, não deixando ela andar com pouca roupa pela casa ou coisas assim.

Na última noite, eles fizeram uma putaria danada. Ouvi eles foderem e rirem até bem tarde.

As fotos daquela noite pude ver depois e ainda tenho ereções fortes toda vez que lembro daqueles momentos que espero que possamos repetir algum dia.

8 comentários - Deixando minha mina

¿Qué pasó después con tu relación cuando volvieron a Buenos Aires? ¿Aún estas con tu novia? Me encantaría saber más de las emociones post-cuernos... tanto de ella como tuyas....

Un abrazo.
bien loco que buena trola y como cumple su papel en la pareja. beos
Endus
Me encanto 👏👏👏👏👏
Van puntos