Foi assim que tudo começou:
Numa sexta à noite, no fim de março, tava um calorão do caralho, então resolvi tomar um banho. Quando terminei, fui pro meu quarto e fiquei só de cueca. Tava meio excitado, na época tava há três meses sem namorada, então liguei o notebook, me deitei na cama e comecei a ver uns vídeos. Tava me tocando gostoso pra caralho quando, de repente, minha mãe abre a porta sem bater. Meu Deus, foi tudo tão rápido! Ela ficou paralisada, olhando diretamente pro meu pau, e fez uma cara de tesão, mordendo o lábio. Isso me deu uma excitação estranha do caralho, e eu gozei na hora, jorrando tudo. Nesse momento, ela se tocou e saiu. Tudo passou tão rápido que parecia que tinham sido minutos, até horas, mas na real foi questão de segundos. Aquela adrenalina e tesão de ser visto por ela, e o fato dela ter gostado de ver meu pau, foi o melhor afrodisíaco do mundo.
O fim de semana inteiro a gente se evitou, se esquivando um do outro tanto que meu pai percebeu e perguntou se tava rolando alguma coisa. A gente respondeu que não.
Já na segunda, eu voltei do trabalho umas 4 da tarde. Ela tava sozinha em casa. Na hora fui pro meu quarto. Minutos depois, ouvi ela bater na porta e perguntar se podia entrar. Falei que sim. Ela disse: "Olha, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu. Eu te devo desculpas por ter entrado sem bater, invadi sua privacidade. E por favor, não precisa ficar envergonhado, eu não tô. Olha, é normal, todo mundo faz isso. Depois de uma vida sexualmente ativa, de repente ficar sem, o corpo sente essa necessidade, e a punheta é um jeito de satisfazer e aliviar esse desejo. Como eu disse, todo mundo faz, inclusive eu. E ainda mais agora que seu pai e eu não temos tanta intimidade." Ela confessou que ele tem problemas de disfunção erétil e que ela se sente sozinha nesse sentido, e que por isso ninguém me entendia melhor do que ela.
Eu fiquei besta ouvindo aquilo. Por um instante, aquela imagem dela veio na minha cabeça. Fazendo aquilo, eu tinha me confundido ainda mais, não entendia por que ela me dizia tudo aquilo.
Desde então, meu chip mudou. Em dias de calor, ela sempre antes ou depois de dormir, costuma andar com roupa sexy, camisola ou blusão sem nada por baixo, coisa que antes era irrelevante, mas agora era totalmente diferente. Vê-la assim causava em mim uma sensação estranha, desconfortável, mas ao mesmo tempo excitante.
Tudo seguia normal. Meses depois, sofri um acidente de carro, saí com alguns hematomas no rosto e um dedo fraturado. Ela todas as manhãs me preparava o café da manhã e, depois do banho, fazia os curativos no meu rosto. Dias depois, não precisei mais dos curativos, então uma manhã ao acordar tomei uma ducha. Ainda estava com uma tala e atadura que imobilizavam o dedo; para tomar banho, usava um saco plástico pra não molhar o curativo.
Logo naquela manhã, por não ter colocado o saco direito, molhei a atadura, então precisei de um novo curativo. Pensei em pedir ajuda a ela; era por volta das 8h da manhã, ela ainda estava dormindo. Então fui até o quarto dela, bati e, de fora, contei o que tinha acontecido e pedi que me ajudasse. Ela respondeu: "Me dá uns minutos, vou até seu quarto". Demorou uns minutos pra sair do quarto dela, quando ouvi ela entrar no banheiro pra escovar os dentes, e depois bater na minha porta e entrar. Como eu disse antes, em dias de calor ela costuma usar blusões ou camisolas de dormir. Ela já veio com o cabelo penteado, o rosto arrumado e uma camisola azul que marcava a silhueta e parecia não ter nada por baixo. Ela pede a atadura, me faz sentar na beira da minha cama e, de pé, começa a colocar o curativo. O curativo não ficava bom, então ela repetiu umas cinco vezes. E de tanto movimento, a camisola dela se abriu, deixando escapar um peito. Por estar naquela posição, praticamente ficou na altura da minha boca. Imediatamente a situação ficou excitante; por um momento pensei que ia acabar chupando aquele peito, colocando ele dentro da minha boca. Depois de pegar ela, tirei meu pau e montei nela. Não sei se foi covardia ou coragem, mas não tive coragem. No fim, ela terminou o curativo e, ao se virar para sair, o avental abriu completamente. Nessa posição, já não dava pra ver nada, porque ela estava de costas pra mim. Ela fechou na hora e se virou pra me olhar, como se perguntando se eu tinha visto algo. Balançou a cabeça fazendo que não, mas com um sorrisinho safado no rosto.
Assim que ela fechou a porta, não aguentei e acabei batendo uma punheta. Essa foi a primeira vez que tirei uma leite em homenagem a ela.
Já passei por mais situações assim. Queria saber sua opinião sobre como tudo começou.
Numa sexta à noite, no fim de março, tava um calorão do caralho, então resolvi tomar um banho. Quando terminei, fui pro meu quarto e fiquei só de cueca. Tava meio excitado, na época tava há três meses sem namorada, então liguei o notebook, me deitei na cama e comecei a ver uns vídeos. Tava me tocando gostoso pra caralho quando, de repente, minha mãe abre a porta sem bater. Meu Deus, foi tudo tão rápido! Ela ficou paralisada, olhando diretamente pro meu pau, e fez uma cara de tesão, mordendo o lábio. Isso me deu uma excitação estranha do caralho, e eu gozei na hora, jorrando tudo. Nesse momento, ela se tocou e saiu. Tudo passou tão rápido que parecia que tinham sido minutos, até horas, mas na real foi questão de segundos. Aquela adrenalina e tesão de ser visto por ela, e o fato dela ter gostado de ver meu pau, foi o melhor afrodisíaco do mundo.
O fim de semana inteiro a gente se evitou, se esquivando um do outro tanto que meu pai percebeu e perguntou se tava rolando alguma coisa. A gente respondeu que não.
Já na segunda, eu voltei do trabalho umas 4 da tarde. Ela tava sozinha em casa. Na hora fui pro meu quarto. Minutos depois, ouvi ela bater na porta e perguntar se podia entrar. Falei que sim. Ela disse: "Olha, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu. Eu te devo desculpas por ter entrado sem bater, invadi sua privacidade. E por favor, não precisa ficar envergonhado, eu não tô. Olha, é normal, todo mundo faz isso. Depois de uma vida sexualmente ativa, de repente ficar sem, o corpo sente essa necessidade, e a punheta é um jeito de satisfazer e aliviar esse desejo. Como eu disse, todo mundo faz, inclusive eu. E ainda mais agora que seu pai e eu não temos tanta intimidade." Ela confessou que ele tem problemas de disfunção erétil e que ela se sente sozinha nesse sentido, e que por isso ninguém me entendia melhor do que ela.
Eu fiquei besta ouvindo aquilo. Por um instante, aquela imagem dela veio na minha cabeça. Fazendo aquilo, eu tinha me confundido ainda mais, não entendia por que ela me dizia tudo aquilo.
Desde então, meu chip mudou. Em dias de calor, ela sempre antes ou depois de dormir, costuma andar com roupa sexy, camisola ou blusão sem nada por baixo, coisa que antes era irrelevante, mas agora era totalmente diferente. Vê-la assim causava em mim uma sensação estranha, desconfortável, mas ao mesmo tempo excitante.
Tudo seguia normal. Meses depois, sofri um acidente de carro, saí com alguns hematomas no rosto e um dedo fraturado. Ela todas as manhãs me preparava o café da manhã e, depois do banho, fazia os curativos no meu rosto. Dias depois, não precisei mais dos curativos, então uma manhã ao acordar tomei uma ducha. Ainda estava com uma tala e atadura que imobilizavam o dedo; para tomar banho, usava um saco plástico pra não molhar o curativo.
Logo naquela manhã, por não ter colocado o saco direito, molhei a atadura, então precisei de um novo curativo. Pensei em pedir ajuda a ela; era por volta das 8h da manhã, ela ainda estava dormindo. Então fui até o quarto dela, bati e, de fora, contei o que tinha acontecido e pedi que me ajudasse. Ela respondeu: "Me dá uns minutos, vou até seu quarto". Demorou uns minutos pra sair do quarto dela, quando ouvi ela entrar no banheiro pra escovar os dentes, e depois bater na minha porta e entrar. Como eu disse antes, em dias de calor ela costuma usar blusões ou camisolas de dormir. Ela já veio com o cabelo penteado, o rosto arrumado e uma camisola azul que marcava a silhueta e parecia não ter nada por baixo. Ela pede a atadura, me faz sentar na beira da minha cama e, de pé, começa a colocar o curativo. O curativo não ficava bom, então ela repetiu umas cinco vezes. E de tanto movimento, a camisola dela se abriu, deixando escapar um peito. Por estar naquela posição, praticamente ficou na altura da minha boca. Imediatamente a situação ficou excitante; por um momento pensei que ia acabar chupando aquele peito, colocando ele dentro da minha boca. Depois de pegar ela, tirei meu pau e montei nela. Não sei se foi covardia ou coragem, mas não tive coragem. No fim, ela terminou o curativo e, ao se virar para sair, o avental abriu completamente. Nessa posição, já não dava pra ver nada, porque ela estava de costas pra mim. Ela fechou na hora e se virou pra me olhar, como se perguntando se eu tinha visto algo. Balançou a cabeça fazendo que não, mas com um sorrisinho safado no rosto.
Assim que ela fechou a porta, não aguentei e acabei batendo uma punheta. Essa foi a primeira vez que tirei uma leite em homenagem a ela.
Já passei por mais situações assim. Queria saber sua opinião sobre como tudo começou.
10 comentários - Situações excitantes com a mamãe