Me apresento, meu nome é Kevin, tenho 19 anos, físico atlético, sempre fui conhecido por ser mais magrinho mas vamos ao que interessa.
Era uma tarde como qualquer outra,
eu estava sozinho em casa,
entediado, então decidi ver um pornô.
Já estava no meu computador com a calça nos tornozelos,
procurando na internet algo que deixasse meu pau duro pra começar a passar o tempo,
quando de repente vi um vídeo interessante sobre uma madura enfiando com três homens.
Assisti aquele vídeo, depois entrei no canal que tinha postado,
que tinha vários vídeos estrelados por milfs.
Fiquei uns 20 minutos entretido vendo essas milfs gozando que nem putas enquanto eram penetradas por todos os lados.
De repente ouvi alguém abrindo a porta de casa, escutei uma voz gritando "Olá, tem alguém em casa?" Imediatamente reconheci que era a voz da Marissa, a moça que faz a limpeza. Ela costuma vir uma ou duas vezes por semana (Ela é baixinha, mais ou menos 1,62, 42 anos, pele morena, meio gordinha, peitões por causa de uns quilinhos a mais e uma bunda bem generosa). Não dei muita importância, continuei na minha, me masturbando, e lembrei de baixar um pouco o volume do computador, já que os gemidos dessa madura do vídeo eram enormes.
De longe, eu ouvia coisas sendo movidas pela casa, com certeza a Marissa estava concentrada na limpeza. Alguns minutos se passaram quando, de repente, escutei minha porta se abrindo. Fiquei nervoso, tentei puxar minha calça/cueca para cima, mas já era tarde — Marissa me pegou batendo uma enquanto assistia pornô no meu quarto. Envergonhado, tentei cobrir meu pau com as mãos, fiquei vermelho de vergonha. Acho que, diante da minha reação, ela decidiu se aproximar para me acalmar. Me deu um abraço e disse: "Calma, é a coisa mais normal do mundo". E eu ainda estava de pau duro, agora com os peitos dela na minha cara. Como um ato reflexo, decidi beijar seu pescoço — afinal, que situação poderia ser pior do que essa? Uma conhecida da família me vendo em um momento tão íntimo.
Em seguida, ela se surpreende, afasta o rosto, me olha espantada, mas para minha incerteza, decide pegar no meu pau. Com a mão esquerda começa a me masturbar sem dizer uma palavra enquanto me encara fixamente. Eu via confusão no seu olhar. Depois ela se ajoelha, junta o cabelo e começa a passar sua boca carnuda pela ponta do meu pau, para depois engolir completamente. Eu estava cego de tesão, aproveitei a situação para enfiar minha mão por baixo da sua camiseta e começar a tocar seus peitos enormes. Ela tinha os mamilos duros, dava pra ver que ela também estava gostando.
Poucos minutos depois, ela me olha e diz: "Até aqui, isso foi fora de lugar". E começa a sair do quarto. Ainda excitado, me levanto e consigo segurá-la pelos braços. Sem nenhuma vergonha, digo com voz firme: "Isso só está começando". Levo-a até a cama, puxo o moletom que ela usava por cima do tênis, revelando uma calcinha preta que não parecia dizer muito. Tiro ela também e descubro uma buceta morena, com lábios abertos e uma mata de pelos considerável. Imediatamente, mergulho de boca no seu sexo, percorro seus lábios vaginais com chupadas, depois os abro com os dedos para tocar seu clitóris. Ela solta gemidos tímidos até que, finalmente, começa a ter espasmos na cama. Sem mais delongas, decido penetrá-la assim mesmo, sem camisinha. Entro a seco, mas rapidamente ela se lubrifica com seus próprios fluidos. Comecei a meter rápido desde o primeiro momento. Marissa puxa um dos seios por baixo da camiseta, e eu começo a aproveitar enquanto continuo a investida, com ela agarrada às minhas costas.
Em um dado momento, ela me empurra. Não sabia o porquê, mas ela decidiu que era hora de cavalgar em mim. Tinha minhas dúvidas sobre seu estado físico, mas era lindo vê-la pular no meu pau, agora sem camiseta, com aquelas tetas enormes balançando em cima de mim. Até que, depois de alguns minutos, não aguentei mais e, sem avisar, gozei dentro dela. Ela não ligou, continuou um pouco mais até sentir meu sêmen escorrendo de sua vagina. Ficou irritada porque não havia avisado, gritou um pouco comigo enquanto se vestia. Eu continuei deitado, sem acreditar no que tinha acontecido.
E ela saiu do quarto, continuou com a sua vida. Duas horas depois meus pais chegaram e até hoje o assunto nunca mais foi tocado com a Marissa. Tenho esperança de que em algum momento o encontro possa se repetir.
Essa é uma história real que aconteceu nos últimos meses, vou publicar mais conforme ver as reações de vocês. Também tenho algumas outras histórias de amor familiar. Espero muitos pontos/comentários pra me incentivar a continuar narrando!
TUDO DESCRITO NESTE RELATO É DE MINHA AUTORIA,
POSSUO OS DIREITOS DESTE RELATO.
Era uma tarde como qualquer outra,
eu estava sozinho em casa,
entediado, então decidi ver um pornô.
Já estava no meu computador com a calça nos tornozelos,
procurando na internet algo que deixasse meu pau duro pra começar a passar o tempo,
quando de repente vi um vídeo interessante sobre uma madura enfiando com três homens.
Assisti aquele vídeo, depois entrei no canal que tinha postado,
que tinha vários vídeos estrelados por milfs.
Fiquei uns 20 minutos entretido vendo essas milfs gozando que nem putas enquanto eram penetradas por todos os lados.
De repente ouvi alguém abrindo a porta de casa, escutei uma voz gritando "Olá, tem alguém em casa?" Imediatamente reconheci que era a voz da Marissa, a moça que faz a limpeza. Ela costuma vir uma ou duas vezes por semana (Ela é baixinha, mais ou menos 1,62, 42 anos, pele morena, meio gordinha, peitões por causa de uns quilinhos a mais e uma bunda bem generosa). Não dei muita importância, continuei na minha, me masturbando, e lembrei de baixar um pouco o volume do computador, já que os gemidos dessa madura do vídeo eram enormes.
De longe, eu ouvia coisas sendo movidas pela casa, com certeza a Marissa estava concentrada na limpeza. Alguns minutos se passaram quando, de repente, escutei minha porta se abrindo. Fiquei nervoso, tentei puxar minha calça/cueca para cima, mas já era tarde — Marissa me pegou batendo uma enquanto assistia pornô no meu quarto. Envergonhado, tentei cobrir meu pau com as mãos, fiquei vermelho de vergonha. Acho que, diante da minha reação, ela decidiu se aproximar para me acalmar. Me deu um abraço e disse: "Calma, é a coisa mais normal do mundo". E eu ainda estava de pau duro, agora com os peitos dela na minha cara. Como um ato reflexo, decidi beijar seu pescoço — afinal, que situação poderia ser pior do que essa? Uma conhecida da família me vendo em um momento tão íntimo.
Em seguida, ela se surpreende, afasta o rosto, me olha espantada, mas para minha incerteza, decide pegar no meu pau. Com a mão esquerda começa a me masturbar sem dizer uma palavra enquanto me encara fixamente. Eu via confusão no seu olhar. Depois ela se ajoelha, junta o cabelo e começa a passar sua boca carnuda pela ponta do meu pau, para depois engolir completamente. Eu estava cego de tesão, aproveitei a situação para enfiar minha mão por baixo da sua camiseta e começar a tocar seus peitos enormes. Ela tinha os mamilos duros, dava pra ver que ela também estava gostando.
Poucos minutos depois, ela me olha e diz: "Até aqui, isso foi fora de lugar". E começa a sair do quarto. Ainda excitado, me levanto e consigo segurá-la pelos braços. Sem nenhuma vergonha, digo com voz firme: "Isso só está começando". Levo-a até a cama, puxo o moletom que ela usava por cima do tênis, revelando uma calcinha preta que não parecia dizer muito. Tiro ela também e descubro uma buceta morena, com lábios abertos e uma mata de pelos considerável. Imediatamente, mergulho de boca no seu sexo, percorro seus lábios vaginais com chupadas, depois os abro com os dedos para tocar seu clitóris. Ela solta gemidos tímidos até que, finalmente, começa a ter espasmos na cama. Sem mais delongas, decido penetrá-la assim mesmo, sem camisinha. Entro a seco, mas rapidamente ela se lubrifica com seus próprios fluidos. Comecei a meter rápido desde o primeiro momento. Marissa puxa um dos seios por baixo da camiseta, e eu começo a aproveitar enquanto continuo a investida, com ela agarrada às minhas costas.
Em um dado momento, ela me empurra. Não sabia o porquê, mas ela decidiu que era hora de cavalgar em mim. Tinha minhas dúvidas sobre seu estado físico, mas era lindo vê-la pular no meu pau, agora sem camiseta, com aquelas tetas enormes balançando em cima de mim. Até que, depois de alguns minutos, não aguentei mais e, sem avisar, gozei dentro dela. Ela não ligou, continuou um pouco mais até sentir meu sêmen escorrendo de sua vagina. Ficou irritada porque não havia avisado, gritou um pouco comigo enquanto se vestia. Eu continuei deitado, sem acreditar no que tinha acontecido.
E ela saiu do quarto, continuou com a sua vida. Duas horas depois meus pais chegaram e até hoje o assunto nunca mais foi tocado com a Marissa. Tenho esperança de que em algum momento o encontro possa se repetir.
Essa é uma história real que aconteceu nos últimos meses, vou publicar mais conforme ver as reações de vocês. Também tenho algumas outras histórias de amor familiar. Espero muitos pontos/comentários pra me incentivar a continuar narrando!
TUDO DESCRITO NESTE RELATO É DE MINHA AUTORIA,
POSSUO OS DIREITOS DESTE RELATO.
2 comentários - A faxineira madura me surpreendeu.