Essa história aconteceu comigo há um tempo. Uma tarde, voltando de um trampo na zona oeste da grande Buenos Aires, parei num sinal e uma mina passou na frente do carro. Buzinei pra ela, ela me olhou, sorriu e seguiu andando, atravessando a rua. Tava de camisa branca, jeans e botas. Como não tinha trânsito, alcancei ela e falei uma besteira qualquer, e ela sorriu de novo. Aí parei um pouco mais na frente e esperei ela chegar. Quando chegou perto do carro, ela falou: "Você percebeu que eu não sou mulher, né?" Fiquei surpreso porque nem tinha reparado nisso, só tinha visto uma mina gostosa (um pouco magra pro meu gosto), mas nada além disso. E a resposta que saiu foi: "Qual o problema? Vamos tomar um café?" Sem dizer nada, ela entrou no carro e arrancamos. Na hora ela já foi dizendo: "Você quer mesmo tomar café?" E sem esperar resposta, continuou: "Olha, eu não tô 'trabalhando', mas com esse frio, eu adoraria estar aconchegada com um homem. Me leva pra algum lugar?" "Claro que sim", respondi, e fui direto pra um hotel perto que eu conhecia de vista.
Já no quarto, não sabia como agir, até que a Gaby falou: "Age como se eu fosse uma mulher normal." Aí tirei a camisa dela e o sutiã, que escondia uns peitinhos pequenos mas bem feitos (operados, claro). Ajudei ela a tirar as botas e a calça, e quando tirei a calcinha, apareceu um pau maior que o meu. Fiquei chocado, e ela disse: "Fica tranquilo, é inofensivo." Meio sem graça, me despi, e pra me dar confiança ela falou: "O seu também é grande." Me abraçou e começou a me beijar e lamber até me deixar duro. "Viu? Com duas lambidas já ficou durinho que nem pedra. Já o meu não endurece assim, mesmo que me chupem a noite inteira. Um pouco mais calmo, comecei a me sentir seguro e agir como sempre. Uns beijinhos foram me soltando, e comecei a lamber aqueles peitinhos duros e brincar com meus dedos naquela bunda. Depois dos dedos, foi a vez da minha língua, que lubrificou o caminho estreito que meu pau tinha que percorrer para entrar na Gaby. E foi como enfiar a mão numa luva de seda macia. Nunca tinha comido um cu tão macio e apertado, que me prendeu por um bom tempo, acho. Uma transa como nunca tinha experimentado. E depois, uma conversa que tirou um monte de dúvidas minhas, e de novo começar do zero, comendo uma mulher como poucas. Depois tomamos banho, nos vestimos, e deixei ela perto do lugar onde nos vimos pela primeira vez. Perguntei como podia falar com ela, e ela disse que estava num relacionamento e que já tínhamos matado a vontade, que era melhor deixar assim. Me deu um beijo, desceu do carro e foi embora.
Sempre que passo por aquela região, fico de olho pra ver se a vejo, mas até agora não tive sorte. O que posso garantir é que sempre fui atraído por mulheres, especialmente as acima dos 50, mas a partir daquele momento, não perco nenhuma bunda que aparece. E garanto que meu pau agradece.
Já no quarto, não sabia como agir, até que a Gaby falou: "Age como se eu fosse uma mulher normal." Aí tirei a camisa dela e o sutiã, que escondia uns peitinhos pequenos mas bem feitos (operados, claro). Ajudei ela a tirar as botas e a calça, e quando tirei a calcinha, apareceu um pau maior que o meu. Fiquei chocado, e ela disse: "Fica tranquilo, é inofensivo." Meio sem graça, me despi, e pra me dar confiança ela falou: "O seu também é grande." Me abraçou e começou a me beijar e lamber até me deixar duro. "Viu? Com duas lambidas já ficou durinho que nem pedra. Já o meu não endurece assim, mesmo que me chupem a noite inteira. Um pouco mais calmo, comecei a me sentir seguro e agir como sempre. Uns beijinhos foram me soltando, e comecei a lamber aqueles peitinhos duros e brincar com meus dedos naquela bunda. Depois dos dedos, foi a vez da minha língua, que lubrificou o caminho estreito que meu pau tinha que percorrer para entrar na Gaby. E foi como enfiar a mão numa luva de seda macia. Nunca tinha comido um cu tão macio e apertado, que me prendeu por um bom tempo, acho. Uma transa como nunca tinha experimentado. E depois, uma conversa que tirou um monte de dúvidas minhas, e de novo começar do zero, comendo uma mulher como poucas. Depois tomamos banho, nos vestimos, e deixei ela perto do lugar onde nos vimos pela primeira vez. Perguntei como podia falar com ela, e ela disse que estava num relacionamento e que já tínhamos matado a vontade, que era melhor deixar assim. Me deu um beijo, desceu do carro e foi embora.
Sempre que passo por aquela região, fico de olho pra ver se a vejo, mas até agora não tive sorte. O que posso garantir é que sempre fui atraído por mulheres, especialmente as acima dos 50, mas a partir daquele momento, não perco nenhuma bunda que aparece. E garanto que meu pau agradece.
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