Momentos de putaria

Olá, amigos, vou deixar com vocês este conto que escrevi há um tempo com minha amiga Anna Ximeno. Partes são dela e outras minhas, não ficou tão ruim assim.

Foi assim que tudo começou. Era sábado, e pra minha desgraça, ainda por cima, esse sábado tinha futebol, então meu marido e meus filhos não iam querer sair pra fazer compras. E eu não tava nem um pouco a fim de ficar entediada no sofá, folheando revistas enquanto eles gritavam como possessos e comiam pipoca colorida.

— Bom, galera, quem vem comigo fazer compras?

— Ahh… nem fodendo, mãe, o jogo começa às seis e eu não vou perder.

— Entende, Anna, são as semifinais, isso não acontece todo dia — respondeu meu marido, apoiando o filho e me olhando com cara de cordeiro indefeso.

— Já vi que vocês preferem passar a tarde vendo chutarem uma bolinha idiota em vez de me fazer companhia. Tá bom, então a gente se vê à noite. — falei, virando as costas e me mostrando indignada com o sucesso zero da minha convocação.

Era um sábado quente à tarde, no começo do verão, e eu não tava disposta a ficar presa em casa enquanto meus dois homens gritavam na frente da TV. — Na verdade é melhor — pensei, enquanto tomava um banho rápido. Esses dois ficam insuportáveis toda vez que vamos às lojas, e hoje eu tô a fim de comprar roupa com calma.

— Vou comprar pelo menos uns mimos e biquínis. Com certeza, se em casa não sabem valorizar o que têm, vai ter quem saiba neste verão na praia… hehe — esses eram meus pensamentos quando me peguei acariciando meus peitos com uma mão enquanto com a outra ensaboava minha buceta, esfregando os lábios maiores que se abriam receptivos em volta dos meus dedos.

Eu tava realmente excitada e me sentia gostosa naquela tarde, a sensação me agradava e, ao sair do banho, não hesitei em me arrumar e me perfumar. Coloquei uma saia jeans justa, uma camiseta simples de alcinha e minhas sandálias Bellucci de plataforma. Peguei a bolsa de Rafa combinando, meus óculos escuros e fui me despedir dos fanáticos por futebol.

— Bom, vocês fiquem aí, torcedores. Eu não vou ficar aqui presa — falei da entrada da sala.

— Você não está bonita demais pra ir fazer compras? — disse o João com um sorriso nos lábios e se levantando pra me dar um beijo de despedida.

— Tô bonita? — falei me virando de lado e mostrando minha silhueta — Vou ver se arrumo um namorado que me dê mais atenção que você — provoquei, brincando.

— Kkkk, será que devia ficar com ciúmes?

— Você é quem sabe o quanto valoriza sua mulher.

— Não seja boba, que hoje à noite eu te compenso — disse piscando o olho e me dando um tapinha na bunda enquanto eu me virava pra pegar as escadas da garagem.

— É, é… a gente vê… — respondi, descendo as escadas.

O shopping não fica muito longe de casa, deve ser pouco mais de um quilômetro, mas às quatro da tarde, no auge do verão e considerando que moramos num condomínio de casas onde a sombra é rara, o carro era essencial se eu não quisesse chegar no meu destino ensopada de suor.

Não tinha andado mais de 200 metros quando vi o Javi andando na calçada, puxando o carrinho de compras.

Javi é filho da minha amiga Carmen e, ao mesmo tempo, o melhor amigo do meu filho Roger. Tem a mesma idade que meu filho, é moreno de olhos claros, tem quase 1,80m, é magro mas tem o corpo bem definido, fibroso e atlético. Ele também joga no time de basquete do colégio.

Como eu dizia, a mãe do Javi é muito minha amiga; desde que se separou, saímos juntas mais do que antes. A gente gosta de ir ao café nas quintas e bater papo sobre nossas coisas antes de ir pra academia.

— Javi! …onde você vai com esse solão nessa hora?

— Oi Anna, vou no Mercadona, é que minha mãe me deixou dinheiro e a lista de compras. Ela vai passar o fim de semana inteiro no hospital, vai cobrir o plantão de uma colega que foi num casamento.

— Puxa, sua mãe é uma guerreira, mas vai acabar Arrebentada. Anda, sobe, coloca o carro atrás, eu vou pro shopping. Podemos fazer companhia uma à outra essa tarde, meu filho e o pai dele ficaram vendo futebol… você não gosta?

— Bom, é que eu sou do Atlético de Madrid. Mas também não curto muito futebol, prefiro basquete — falo fechando a porta do carro e colocando o cinto.

— Pois esses dois, enquanto tiver uma bola na TV… qualquer coisa serve.

— É… é, eu sei, o Roger vê todos os esportes, moto, carro, futebol, tênis…

— Bom, então você e eu vamos aproveitar a tarde, vamos fazer compras.

E liguei o carro rumo ao shopping. Logo percebi os olhares que o Javi dava nas minhas coxas. Mesmo tentando disfarçar, eu observava ele de canto de olho pelos óculos escuros, que cobriam parte do meu rosto.

A atitude dele durante todo o trajeto foi muito simpática e educada, ele era bom de conversa. E menos tímido do que eu imaginava que seria na idade dele. Peguei ele algumas vezes olhando pros meus peitos que marcavam por baixo da camiseta. E por dentro, achei graça num primeiro momento, depois fiquei um pouco excitada, ao ver ele nervoso ajeitando o volume da calça disfarçadamente.

O Javi estava excitado e a causa era eu. E a excitação dele fez com que eu também ficasse com um pouco de tesão e meus mamilos começaram a marcar por baixo do tecido da minha camiseta.

No caminho tivemos uma conversa muito agradável, o Javi não perdia a chance de olhar minhas pernas e meus quadris enfiados na minha saia jeans Levis. Eu, toda provocante, ajeitava de vez em quando minha juba levantando o braço e fazendo meus peitos marcarem mais. Por baixo dos meus óculos escuros, olhava pra ele uma e outra vez fingindo não perceber nada. Quando entramos no estacionamento e peguei o tíquete, aproveitei que me virei pra máquina pra ele ajeitar o volume que marcava na calça.

O Javi se virou pra mim e falou:

— O Roger pode dormir em casa hoje comigo? Queria pedir pra você se meu filho podia dormir na sua casa no sábado, já que no domingo de manhã eles tinham jogo de basquete no colégio. Aí já iam juntos e voltavam na hora do almoço.

— Já falou com ele?...
— Não, ia ligar pra ele quando voltasse do Mercadona.
— Bom, pra mim não tem problema, certeza que o Roger vai adorar. Mas vocês dois me dão um pouco de medo, sozinhos em casa. Vou ver o que vocês vão aprontar... Medo de vocês, hein!... hahaha
— Pode ficar tranquila, a gente só vai jogar Play e comer umas pizzas.
— Uiii... mas não me trata de senhora, pareço tão velha assim?
— Q... que nada... não, é que a senhora... ai, de novo... é que você é uma mulher muito... muito...
— Muito o quê?... Vai me dizer que nessa altura você tem vergonha?... Se a gente se conhece desde que você tava no jardim de infância com meu filho...
— Não... porra, é que me dá um pouco de vergonha, quero dizer que você é uma mulher muito gostosa, pronto, falei.
— Mas se eu sou uma mulher mais velha.
— Mais velha?... Mas se você é muito bonita, nem parece a mãe do Roger, podia passar pela irmã dele — ele disse enquanto passava os olhos pelo meu corpo de cima a baixo disfarçadamente, achando que eu não tava vendo.

Olhei nos olhos dele e dei um sorriso...

— Caramba, obrigada, Javi... você acabou de levantar minha autoestima. Será que eu não sabia que você me achava gostosa?... Que surpresa. Mas se eu tenho a mesma idade que sua mãe.
— Não me interpreta mal, quero dizer que você é uma mãe muito gostosa.
— Bom, bom... como é que é isso... isso que vocês adolescentes chamam as mães de +40...???
— MILF! — disse o Javi, quase sem pensar, saiu da alma dele.
— Isso!... e o que significa? — perguntei me fazendo de doida.
— Bom, é uma sigla em inglês... mas não lembro — ele disse tentando se safar.

Mas eu continuei insistindo.

— Qual é, li uma vez na "Cosmopolitan"... algo sobre mães que... vamos, me ajuda que certeza que você lembra... só que você tá com vergonha de me falar... hahaha
— Não, não é isso... é Queee… é meio forte.

— Ah, tá pensando que vou ficar com vergonha… na minha idade?... hahaha… que bobo você é…

— Bom, tá bem, vou falar… “Mother I like fuck”

— Vai, vai, fala em português, que nesse “inglês” aí não entendo nada…

— Então… “mãe que me fodia”

— Ahhh… isso aí, agora lembro, sim — falei, me fazendo de sonsinha — e cê me acha parecida com uma dessas mães? — insinuei, baixando um pouco os óculos e olhando fixo nos olhos dele, por cima deles.

Mantive o olhar nos olhos dele e, com a ponta da língua, lambia sensual o lábio de baixo, no momento em que parei o carro na vaga do estacionamento do Mercadona, bem perto da porta principal.

Javi ficou petrificado e, sem conseguir evitar, baixou o olhar e observou meus peitos que marcavam por baixo da camiseta. Não disse mais nada, e desceu do carro tão nervoso que quase tropeçou ao sair.

— Anda, vai pegar um carrinho, te espero na porta — falei.

Quando entramos no Mercadona.

— O que cê tem anotado na lista? — tentava me colocar o mais perto dele possível pra roçar disfarçadamente enquanto pegávamos o carrinho.

— Então… tenho que comprar fruta.

— Beleza, então vamos — falei, me colocando na frente do carrinho e rebolando as cadeiras enquanto me dirigia à área da fruteira.

Quando chegamos, parei e me virei de repente, peguei ele com o olhar grudado na minha bunda.

— Tamo na fruta ou não tamo na fruta, Javi? — falei, olhando pra ele novamente por cima dos meus óculos e sorrindo de novo enquanto o vermelho tomava conta do rosto dele ao ser pego de surpresa.

— Ehh… isso… na fruta, na fruta — E com um gesto, levou a mão à cabeça enquanto erguia o olhar pra me encarar e sorria feito um bobo, igual criança faz às vezes quando é pega fazendo o que não deve.

— Então vamos. Deixa eu ver essa lista, hum… melão, maçãs, alface, tomates, pêssegos, bananas… então, um pouco de tudo. Que tal você ir pegando o melão enquanto eu faço o mesmo com os tomates e a alface?
— Claro que sim, Anna — ele disse, indo rápido pegar o melão como um menino bem mandado.

Depois de uns minutos, nos encontramos de novo na balança. Javi estava pesando um par de melões.
— Nossa, Javi, vejo que você gosta de melões... pega eles de dois em dois?
— É, assim fazem companhia um ao outro, melão sempre vai em par, hahaha. Espero ter escolhido bem e que estejam maduros.
— Você gosta deles bem madurinhos?
— Claro, são mais suculentos e doces, né? — ele respondeu, piscando o olho pra mim.
— Bom, não sei... quando você provar esses melões, me conta como foi, Javi — falei, me inclinando em direção ao carrinho pra colocar os tomates e a alface que tinha acabado de pesar, sabendo que meu gesto deixava ele ver boa parte dos meus peitos pelo decote da camiseta.
— Nada me daria mais prazer, Anna — ele respondeu, com um duplo sentido, sem dúvida.
— Pra isso que você comprou eles, não é, Javi?
— Ah, sim, claro, claro, pra isso. Vamos pegar o resto das frutas?

Olha só o garoto, tava se ligando, e eu pensei que ele fosse meio bobo. A verdade é que tanto duplo sentido tava me deixando bem excitada, e eu queria saber até onde Javi seria capaz de ir, então resolvi continuar o jogo.
— Vamos pegar essas bananas — falei, indo em direção à prateleira onde elas estavam, enquanto ele me seguia como um cordeirinho, se posicionando atrás de mim.
— Posso escolher elas, Javi?
— Claro, Anna, com certeza você entende de bananas.
— Bom, não sei... gosto é gosto — falei, me inclinando pra frente pra pegar um cacho de bananas mais verdes e me endireitando de novo — Eu gosto delas assim, grandes, um pouco verdes e bem durinhas, que duram mais.

Enquanto explicava isso, minha mão envolvia uma das bananas e a acariciava, avaliando a qualidade da fruta, enquanto com um pequeno passo pra trás, minha bunda encostou na cintura do Javi, sentindo a dureza do pau jovem dele contra mim.
— Quando Você come e enche a boca… hum, que quando morde parece que estala. São deliciosos.

Javi olhou pros dois lados, se certificando de que não tinha ninguém por perto, e depois de colocar as mãos na minha cintura e me apertar levemente contra ele, aproximou a boca do meu ouvido pra sussurrar:

— Já vi que você é uma expert em bananas.

— Pode ter certeza, sou boa em escolher, descascar e o melhor de tudo… comer elas — respondi, e na sequência me afastei, dando uma empurrada com minha bunda no pacote dele — Terminamos com a fruta? — falei.

— Ehh… sim, claro.

Eu tava muito molhada e excitada com aquele jogo, mas sem dúvida era bem mais fácil pra mim disfarçar meu estado do que pro Javi. Foi hilário ver como ele se virava pra tentar esconder a ereção enquanto a gente terminava de fazer as compras no supermercado.

— Bom, lindão, então já tá com as compras prontas — falei assim que paguei e nós dois já estávamos num estado mais relaxado — Agora é sua vez de me acompanhar enquanto eu vejo umas roupinhas… bom, se você quiser passar a tarde com uma mãe mais velha.

— Claro que quero, mas você não é nada chata nem velha.

— Ah… então sou uma MILF dessas, né? … haha… Bom, então vamos, você vai ser meu juiz. Liga de levar as compras pro carro? Assim a gente não carrega com elas, pega as chaves. Eu te espero aqui.

— Ok, Anna. Já volto, não foge de mim.

— Fica tranquilo que não vou fugir.

Aproveitei que Javi foi pro estacionamento deixar as compras pra ir ao banheiro retocar a maquiagem. Os banheiros ficavam no mesmo andar 1, onde a gente deixou o carro. Não demorei nem dois minutos pra passar um brilho nos lábios e beliscar as bochechas pra realçar o tom. Assim que saí, quase trombei com ele.

— Puxa… pensei que tinha te perdido.

— Que bobo você é, não confia em mim? … parece que não me conhece, podia ser sua tia Anna. Já limpei seu ranho mais de uma vez quando Você era um pirralho. Mas claro, você não se lembra disso. Só tinha três anos quando eu buscava você e o Roger na creche.

— Puxa… não sabia de nada disso. E que outras coisas você já limpou pra mim?

— Uiiii… que curioso você é… muito esperto pra sua idade.

— O que você quer dizer com isso?... Ainda me vê como um pirralho?

A conversa estava ficando muito interessante a cada momento, enquanto subíamos as escadas rolantes do shopping.

— Qual nada, você já não é mais nenhum pirralho… isso é certeza, sua mãe me disse que você já tem namorada… né?

— Bom… sim, não… não, é só uma boa amiga.

— Afinal, sim ou não?

— A gente terminou, só ficamos meio semestre.

— E por que terminaram?

— Bom, é que eu gosto mais de… mais… menos pirralhas, elas tão sempre com frescura.

— Então você gosta mais de milf, minas de vinte anos, feitas e direitas.

— Bom, eu prefiro mais… sei lá, mais… como… você.

— Caramba!… Javi, então você gosta de mina como eu… uiiii, isso não é muito normal.

— Anna, você já se olhou? Você é a mulher que todo homem queria. Se você ouvisse as coisas que falam de você no vestiário, meus amigos. Até o Roger, ele fica de olho quando te olha.

— Do meu filho?

— Claro, todo mundo já teve fantasia com a mãe de algum amigo alguma vez. O que acontece é que a gente morre de medo de admitir. Mas te garanto, que às vezes a gente bate uma pensando em vocês.

— Como assim em vocês, quem são as outras?

— Bom, olha… isso não pode sair daqui, são só besteiras de vestiário. Não quero confusão.

— Fica tranquilo, não vou contar pra sua mãe nem comentar com as outras mães. Só que me surpreendeu e me deixou curiosa. Sou um pouco fofoqueira… hahahaha

— Bom, olha, sei que seu filho curte a minha mãe, porra… pra mim não importa, porque não posso culpá-lo… eu, você me excita pra caralho… e ele sabe.

— Olha o Roger, não imaginava que ele tava com a testosterona tão alta.

— Anna, a gente já não é mais pirralho… Já, já tô ligada… e o que vocês gostam em nós? Porque você disse que tem outras.

— Bom, também tem a mãe do Iñigo, você conhece?

— Não, não sei quem é.

— Sim, a loira que sempre vai impecável nos jogos de basquete, você já deve ter visto ela alguma vez. Parece uma stripper. Com aquela bunda e aqueles saltos altos que ela sempre usa.

— Porra… sim, já vi ela, parece uma p… bom, claro, agora entendo por que vocês gostam, verdade que a gostosa tem um corpaço.

— Sim, mas a verdade é que quem me excita é você, mais do que ela. Acho que você percebeu no supermercado, né?

— Que safado você é, tem muita lábia… e parecia um bobinho… hahaha

O fato é que quando terminamos de subir para o andar de roupas e saímos das escadas rolantes, eu tava com um tesão danado… e além disso, durante toda a conversa, Javier não tinha parado um segundo de olhar pro meu decote.

Toda aquela informação tinha subido minha autoestima, e eu me sentia realmente linda e uma mulher desejável aos olhos de uns adolescentes.

— Bom, tudo isso eu entendo… vocês não têm muita experiência em sexo e se atraem por mulheres milf e experientes.

— Mas o que você tá dizendo, como você tá enganada, cê acha que sou virgem?

— Bom, não… acho, olha, não quis dizer isso, só que você não pode ter feito tanto assim pra saber tudo… né?

— Anna… Anna… quer que eu te mostre o que sei?

—!!! Mas que cara de pau você é!!!… vamos ver se acho o que vim buscar, seu provocador.

E fingindo que tinha ficado brava, cortei aquela conversa que começava a sair um pouco do controle…

Apesar de ser filho da minha amiga e melhor amigo do meu filho, um arrepio estranho percorreu meu corpo, senti um certo prazer com o jeito atrevido e sem vergonha dele de aproveitar o momento, sei que ele ainda aproveitou pra olhar minha bunda quando me adiantei dois passos na frente dele e fui em direção à seção de lingerie.

Eu também tava ficando excitada com aquele jogo. A excitação dele me contagiou. Juventude e desembaraço, ele não perdia chance de me dizer algo agradável, me elogiava a todo instante e eu adorava aquilo, porque meu marido e até meus filhos nunca me diziam nada. Sempre era eu que tinha que ficar perguntando se eles gostavam disso ou daquilo, se algo ficava bem em mim.

Em dado momento, enquanto a gente circulava entre as roupas, ele aproveitou a chance para roçar minhas nádegas, fingindo que era totalmente sem querer. Sentir o volume duro dele esfregando na minha carne estava me esquentando, e feito uma louca, eu mesma, em algumas ocasiões, busquei ele disfarçadamente, colocando minha mão no ombro dele e perguntando o que achava deste vestido ou daquela saia.

Aproximei minha bunda da virilha dele, aproveitando que os corredores eram estreitos. A falta de sexo com meu marido, ou o sexo que eu tanto desejava, me empurrava a me deixar levar pelo tesão que o Javier estava me causando. Mesmo assim, me sentia estranha, apesar de gostar da companhia dele. Nunca tinha sentido aquilo: eu, uma mulher madura de mais de quarenta, deixando um adolescente da idade do meu filho todo excitado. Me sentia meio safada pela minha atitude, mas ao mesmo tempo culpada por ter provocado aquela situação.

Na minha cabeça, começaram a se acumular pensamentos obscenos, enquanto eu observava ele disfarçadamente e trocava sorrisos cúmplices quando nossos olhares se cruzavam, enquanto segurávamos alguma peça de roupa sugestiva.

Conforme os minutos passavam, os comentários ficavam mais espontâneos e cheios de segundas intenções. E minha mente já viajava em fantasias de alto nível erótico. ―Anna, para com isso… a coisa tá ficando feia ― eu dizia pra mim mesma, mas não conseguia evitar. ― Que piranha você é, Anna! ― me recriminava internamente, quando sucumbia a um pensamento libidinoso ― porra… porra… ele é amigo do seu filho, Anna, se comporta ―

Uma das minhas fantasias mais recorrentes nos meus sonhos era estar numa situação igual, numa loja de departamentos. Onde um desconhecido me observava e me seguia pelos Corredores, entre as roupas penduradas, e ele se aproximava por trás e colocava uma mão na minha bunda e com a outra me envolvia a cintura, acariciando minha barriga e depois descia por baixo da minha saia procurando minha buceta e me masturbava, enquanto eu me agarrava na barra onde pendiam os vestidos, para finalmente gozar entre os dedos dele.

Fiquei como que alheia no meu pensamento, relembrando aquela cena. Quando senti uma mão no meu braço.

― Anna, você está aí?....ficou besta, em que estava pensando? ― me assustei.

― Uii...não, em nada...

― Se em nada, no que estará pensando, com isso que segura nas mãos.

Pisquei um par de vezes, até que reagi. Segurava uma linda camisola transparente bem curta na cor vinho, com rendas vazadas na área dos peitos e quadris.

― Adoraria ver você vestindo isso, que sorte tem seu marido. É assim que você se veste pra ir pra cama?

― Puxa, é bonita...mas provocante demais.

― Provocante?...por que não experimenta, acho que vai ficar uma gostosa. Além disso, depois de amanhã é São João, o santo do seu marido. Não vai dar presente pra ele?

― Mas que puxa-saco você é, Javi, com essa lábia você venderia geladeira pra esquimó.

― Vamos, se dê esse luxo, mulher, acha que o João vai te xingar?...ele devia ter vindo com você, em vez de ficar vendo o jogo.

― Bom, vou te dar ouvidos, mas vim comprar roupa pra mim.

― E isso não é roupa?

― Bom, sim...mas preciso de umas calcinhas combinando, não vou usar isso assim.

― Deixa comigo...quero escolher pra você.

― !!! Vamos ver o que fazemos !!!

Javi voltou com um par de calcinhas de cetim e renda preta e outra tipo fio dental com a parte frontal da mesma cor da camisola.

― Bom, espera um momento, vou experimentar.

― Não posso ver como fica em você?

― Claro que não, o que você pensou...moleque!

― Então pra que me fez vir, não era seu assistente de camarim? ― e me piscou um olho.

― Bom, vem comigo, mas você vai ficar Fiquei esperando... tá?
— Táááá

Mas antes de entrar na área dos vestiários, ele me agarrou pela cintura e falou bem perto do meu ouvido.

— Desculpa, posso te fazer uma pergunta? — olhei meio estranha pelo jeito dele falar e se aproximar de mim.

— Claro, o que você quer saber?

E, agindo como se não me conhecesse, ele perguntou:

— Você tá com seu marido ou veio sozinha? — que se eu tava com meu marido ou sozinha, estranhei, olhei nos olhos dele.

— Ssshhh... só entra na minha onda — ele disse com toda calma.

— Tá — pensei. Não era o jeito mais sutil de chegar numa mulher, mas entrei na onda, curiosa pra saber onde ele queria chegar.

— Preciso da opinião de uma mulher. Saí pra comprar umas coisas pro aniversário de uma amiga e não consigo decidir. Aliás, me chamo Javier.

— Prazer, Javier, me chamo Anna — falei, entrando na brincadeira, divertida.

Ele me deu dois beijos, como se a gente tivesse acabado de se conhecer, bom, de certo modo foi isso mesmo. E na sequência perguntei:

— Como posso te ajudar, Javier?

— Então, é que quero comprar algo sexy pra minha amiga, mas não consigo visualizar como vai ficar nela quando vejo pendurado nos cabides, não dá pra ter ideia, e ela tem um corpo parecido com o seu. Além disso, me dá um pouco de vergonha passar no caixa pagando com um conjunto de lingerie na mão, sabe?

— Bom, quer saber, comigo acontece algo parecido, mas ao contrário. É que tudo me agrada quando vejo nos expositores, mas quando experimento, não sei qual escolher e me acho gorda em todos. Então, que tal você me acompanhar e a gente decide junto?

Minha resposta deixou ele desconcertado, mas ele gostou, deu um sorrisão e me pegou pelo braço. O safado tinha virado o jogo tão sutilmente que, quando me dei conta, já estávamos os dois dentro do provador, aproveitando que nenhuma vendedora estava por perto. Minhas palavras anteriores tinham ido pro espaço.

Assim que entramos os provadores.

—Perfeito, você vai ser minha modelo de lingerie. E eu vou ser seu consultor de imagem íntima, hahaha—

—Até pode ser, mas como você me enrolou… — E rimos os dois.

—Ótimo, vou adorar saber a opinião de um garoto jovem como você — falei — Meu marido às vezes diz que as freiras usam calcinhas mais sexy que as minhas.

—Toma, escolhi isso pra você.

Olhei com cuidado, esticando as duas peças pela fina goma elástica da cintura.

—Nossa, que olho, como você sabia meu tamanho?

—Não pergunta… — ele disse com um sorriso nos lábios.

—Ok, não pergunto. Você se importa de fechar os olhos? Vou experimentar pra ver como fica.

—Aaaah, sério? — Disse reclamando feito um moleque.

—Claro, o que você pensou? — Respondi fingindo recato e timidez diante de tanta ousadia.

—Mas Anna…

—Nem mas nem nada, ou fecha os olhos ou sai daqui — ele fechou os olhos na hora e um sorriso de orelha a orelha brotou no meu rosto ao me sentir dominante.

Devagar, comecei a me despir no apertado daquele provador. Javi se apoiava de costas numa das paredes enquanto eu, de costas pra ele e a centímetros do corpo dele, tirava a camiseta revelando meus peitos coroados por bicos totalmente duros. Em seguida, desabotoei minha saia jeans deixando cair no chão, igual fiz com minha calcinha fio dental segundos depois, e me inclinei pra frente pra pegar as duas peças do chão.

Embora o provador tivesse espaço suficiente pra ter evitado, a verdade é que não quis perder a chance de esfregar minha bunda na virilha do Javi com a desculpa da falta de espaço.

—Ops, desculpa, isso aqui é apertado — falei com voz melosa, enquanto encostava meu rabo pelado contra o volume que se marcava por baixo da calça dele.

—Fica tranquila, sem problema — respondeu levando as mãos na minha cintura nua.

—Não tá olhando, né? — perguntei com malícia, mantendo a posição por um momento. prolongando o contato desnecessariamente enquanto separava as mãos do meu corpo.

— Te prometo que não olho até você me falar, Anna.

— Kkkk… mas tocar, você toca… sei não, sei não, tenho que ter certeza disso — respondi, levantando-me com as roupas já nas mãos e, virando-me, coloquei a saia sobre um pequeno banquinho no canto do provador.

— É melhor eu colocar uma venda em você.

Peguei minha calcinha fio-dental molhada, levei até a cabeça dele e coloquei como se fosse uma venda, mesmo sabendo que não ia tampar nada o campo de visão dele. Tava com tesão, queria ser safada e queria que o Javi tivesse 100% de consciência do quanto eu tava com tesão, então levei o cheirinho da minha buceta até o nariz dele.

— Pronto, agora com certeza você não vê nada. Eu aviso quando estiver pronta e você puder abrir os olhos.

Peguei uma das calcinhas novas e, levantando um pé primeiro e depois o outro, enfiei meus pés calçados com as sandálias plataforma que eu tinha deixado. Usá-las me dava aquele plus de altura que caía tão bem naquele momento. Depois, deslizei a peça fina pelas minhas pernas e coxas até colocá-la no lugar. Por último, vesti a camisola e me olhei no espelho.

Me senti muito gostosa, a transparência da camisola deixava ver praticamente meu corpo todo e meus peitos apareciam claramente, com os bicos duros marcando o tecido delicado. Tava morrendo de vontade de saber a opinião do meu assistente de câmera.

— Ok, você tá pronto, Javi?

— Totalmente de pau duro… digo… pronto, kkkk… que idiota, foi um lapso linguístico.

— Kkkk, é… claro… um lapso linguístico, né?… Anda, sem vergonha, já pode abrir os olhos — falei, cobrindo meus peitos com as mãos num gesto de falsa timidez de propósito e ficando de frente pra ele.

— Uau! Anna, você tá maravilhosa. Mas por que você tá se escondendo? Assim não consigo dar uma opinião conclusiva.

— Puxa, vejo que você tava enxergando através da venda, seu trapaceiro — falei. com um sorriso malicioso.

— Hum, não sei. É mesmo necessário eu tirar as mãos?

— Absolutamente.

Separei minhas mãos, finalmente me revelando aos olhos do Javi, que automaticamente começou a encher meus ouvidos de elogios.

— Você está incrível, Anna, de verdade, que inveja do seu marido, você está uma gostosa… bufff.

— Hum, não sei se acredito em você — respondi com cara de triste.

— Certeza que você só fala isso pra me bajular.

— Nada disso, é a pura verdade, você está deslumbrante. Se não acredita em mim, tem que acreditar no meu amigo — e com um gesto, apontei pra sua virilha, onde o volume estava cada vez mais evidente.

— Caramba, parece que seu amiguinho pode sim ser meu juiz — respondi mordendo o lábio inferior e baixando o olhar — Vamos deixar que ele decida?

— E como a gente vai fazer isso?

— Vai ver — respondi levando minhas mãos até o short dele para desabotoá-lo.

— Vamos deixar ele solto e que ele mesmo indique com qual calcinha ele gosta mais.

Me abaixei até a altura do pacote dele e desabotoei a calça, deixei cair no chão e em seguida puxei o elástico da cueca dele, libertando a rola do Javi, que saiu disparada como uma catapulta, batendo na minha bochecha.

— Nossa, parece que esse modelito agradou — falei me levantando e admirando a bela rola circuncidada dele, que desafiava a lei da gravidade. Na pontinha, aparecia uma gota de líquido pré-seminal.

— Já te falei, Anna, compartilhamos a mesma opinião, não estava te enganando.

— Ok, Javi, vamos deixar seu amiguinho decidir. Gosto da sua sinceridade.

Falei enquanto me aproximava pra olhar bem de perto, cara a cara. Envolvendo o pau dele com minha mão, apertei de leve e em seguida ordenei:

— Vamos, fecha os olhos, tenho que me trocar pro próximo modelito.

Ele fechou os olhos na hora. Eu gostava de como o Javi era obediente no nosso jogo, aceitava todas as minhas ordens sem reclamar. Soltei a rola dele, abandonando-a por a ponta depois de deslizar suavemente minha mão por todo o tronco dele, ficando balançando no ar.

— Ohh, coitadinho, com o meu amiguinho tão gostoso sentindo os carinhos da sua mão.

— Kkkk, que safado, por enquanto ele tem que ficar livre pra avaliar meus modelitos… kkk.

Me virei de novo pra dar as costas a ele e, enfiando os polegares entre a carne e o elástico da calcinha, deslizei ela pra baixo até cair. Como se estivéssemos na aula de educação física, me inclinei pra frente com as pernas abertas e, sem dobrar os joelhos, peguei a peça íntima do chão.

A pica do Javi roçava sem nenhum impedimento na minha bunda, e não hesitei em fazer um pouco de pressão, fazendo com que ela se encaixasse entre as duas nádegas, curvando-se sutilmente.

— Que apertadinha, né? Espera só pra ver se consigo abrir um espaço.

— Mas não olha ainda, hein?

Ele afastou as pernas o quanto as calças caídas nos tornozelos permitiam e, dobrando um pouco os joelhos, fez a cintura descer alguns centímetros até que a pica dele se encaixasse não mais entre as nádegas da minha bunda, mas entre os lábios da minha buceta molhada, que se acomodaram na hora no tronco venoso do pau quente dele.

— Mmmm… parece que assim é melhor, Anna, embora seja tudo que posso fazer de olhos fechados.

— Pois eu acho que você é um verdadeiro expert em se enfiar— respondi, tirando a calcinha de entre minhas pernas e me levantando devagar, de modo que os lábios da minha buceta percorreram e umedeceram todo o comprimento da pica dele antes de nossos sexos se separarem.

— Você acha? Devem ser os instintos da natureza… mulher.

Dediquei um tempinho colocando o segundo modelito, sem evitar, claro, algum roçar casual com o pau do meu jovem assistente.

— Você está pronto pra uma nova avaliação?

— Nunca estive mais, tô realmente ansioso.

— Então vamos, o que você está esperando pra abrir os olhos? ―falei levantando os braços e fazendo pose como se estivesse apresentando um truque de mágica.

― Tchanam!

― Buff… Anna, você tá incrível….sério, que delícia.

― Qual você gosta mais?

― Não saberia te dizer, você tá maravilhosa com os dois.

― Hahaha, não tô perguntando pra você Javi, tô perguntando pro seu amiguinho― falei descendo meu olhar na direção da rola dele.

― Então olha você mesma, vê como o coitado tá….parece que tá se afogando e sem fôlego ― ele falou apontando com os dois dedos indicadores pro pau dele que dava pulinhos no ar.

― É verdade que ele tá meio vermelho, deve estar com calor ― respondi envolvendo o pau dele com minha mão e avaliando o estado de quem devia ser meu juiz.

― Acho que no final você vai ter que fazer respiração boca a boca nele, ou ele vai desmaiar de hipertensão.

― hahaha….mas que safado você é ….o que quer que eu te diga, ele não tá me ajudando muito, parece que gosta de tudo igual ― falei levando meu olhar direto pros olhos dele enquanto minha mão envolvia a rola dura dele e batia uma devagar.

― A verdade é que a gente pensa igual, ele tá exatamente tão animado quanto com o look anterior. Talvez ele esteja animado com você e não com os looks.

― Você acha? Tá bem, vamos tentar uma última vez. Fecha os olhos.

Dessa vez não me virei, novamente deixei a calcinha descer pelas minhas pernas e dessa vez me agachei dobrando meus joelhos de forma que meu rosto ficou bem na frente da rola do Javi que já destilava um fiozinho de líquido na ponta da cabeça inchada dele.

Enquanto pegava a calcinha, esfreguei meu rosto naquela vara grossa, mais estreita na base e que aumentava de grossura na ponta.

Aquelas gotas de líquido pré-seminal acabaram espalhadas pelas minhas bochechas. E o cheiro daquela rola tava me deixando louca. Minha buceta destilava sucos, já sem controle, e eles molhavam minhas coxas. Eu precisava daquela rola dentro de Mim, eu não conseguia mais me segurar.

Levantei, tirei a camisola e, completamente nua, exceto pelas minhas sandálias, falei para o Javi.

— Já pode abrir os olhos.

— Porra… porra, Anna, que gostosa você tá. Não vai experimentar o outro modelito?

— Não, eu precisava saber se aqui, seu amiguinho tá sendo imparcial com os conjuntos ou se tem a mesma opinião com tudo.

— Definitivamente é você, Anna, não são os conjuntos. Você tá me deixando louco agora, se não parar de fazer isso, não sei do que sou capaz — ele disse enquanto passava a rola sobre meus lábios expostos, fazendo biquinho.

— E do que você é capaz? — falei, levantando e me virando, oferecendo as costas numa espécie de desafio.

Aquele foi o gesto definitivo, que deu carta branca pro Javi se jogar em cima de mim. Ele me envolveu com os braços e, pegando meus peitos entre as mãos, começou a beliscar meus mamilos excitados enquanto a boca dele lambia e mordia meu pescoço, que se oferecia quando eu virava a cabeça pro lado.

Apoiada com as duas mãos no espelho, eu observava o Javi, me lambendo e me beijando com a loucura e paixão de um adolescente, que era o que ele realmente era.

— Porra, Anna, tô com um tesão do caralho.

— Quer dizer? Nem tinha notado — respondi, jogando a bunda pra trás e facilitando pra rola dele se cravar nela.

— Tô louco pra te foder agora mesmo.

— Tá morrendo de vontade? …vai, filho da puta, enfia de uma vez, tô doida pra sentir você cravando essa rola dentro de mim — falei, levantando uma das pernas pra apoiar no banquinho e dar acesso total à minha buceta.

O Javi enfiou a mão entre minhas pernas e esfregou minha buceta com força, no começo.

— Shhhh… calma, devagar.

O Javi se abaixou e, colocando a cabeça debaixo da minha bunda, começou a chupar meu cu com frenesi, pra pouco depois terminar percorrendo minha ppk com a língua aventureira. Ele enfiou várias vezes entre os lábios, pra saborear o fluxo que minha ppk destilava.

— Mmm… porra, Javi, que língua mais brincalhona. Vamos, enfia teu pau, eu quero ele dentro, quero agora.

Levantou na hora. Levei minha mão pra trás e peguei no pau dele. Aproximei até minha buceta pra esfregar a cabecinha algumas vezes entre meus lábios antes de colocar a ferramenta na entrada da minha caverna. Javi colocou as mãos na minha cintura e, com um único empurrão, enfiou até o fundo da minha buceta molhada e dilatada. Onde esperou por alguns segundos, antes de começar um entra e sai frenético que me levava pro céu.

— Agghhh… porra Javi, não para, mmm… vai, me fode com força — eu dizia, enquanto virava o rosto pra trás e abria a boca, oferecendo pra receber a língua dele com gosto da minha boceta.

Javi se inclinou pra frente, pronto pra me morder, lamber e chupar minha boca, se enroscando num beijo molhado e safado. Que, ao nos vermos no espelho, nos excitava ainda mais.

Os gemidos já estavam bem altos, dando pra ouvir através das cortinas dos provadores.

— Porra, Anna… passei anos batendo punheta pensando em você — ele disse, pegando ar por um instante, enquanto diminuía a velocidade das estocadas que me dava por trás.

Tava tão na tora que o pau escapou completamente. Ele colocou de novo na entrada da minha buceta e enfiou de uma vez. Parece que ele gostou, porque repetiu o movimento mais três ou quatro vezes.

Eu gemia de tesão, pela vitalidade dele, ele não cansava de meter e tirar, eu já não sabia mais como me empinar pra sentir aquele pau o mais fundo possível. Foi aí que eu comecei a rebolar e foder ele, enfiando até o fundo.

— Ummmmm vai Javi, me dá rápido que quero sentir teu gozo enchendo minha buceta.

Javi começou a me foder de novo numa velocidade desenfreada, me matando de prazer. Nossos corpos suados batiam a cada estocada, soltando aquele som característico de plaf-plaf-plaf, entre o barriga e minhas nádegas e o suor dos dois.

Fechei os olhos e abri a boca tentando puxar ar, diante do orgasmo iminente que estava prestes a me tomar, quando aconteceu o que tinha que acontecer…

— Olá, posso ajudar em alguma coisa? — Essa foi a frase que ouvimos sair da boca da jovem vendedora que acabara de abrir a cortina do provador. Visualizem a cena que ficou congelada por um momento. Eu completamente nua, exceto pelas minhas sandálias, com meu pé direito plantado naquele pequeno banquinho e me oferecendo totalmente de quatro para o Javi, que com as calças nos tornozelos me tinha totalmente empalada pela pica. Nós dois ficamos paralisados, olhando para a cara da vendedora com os olhos arregalados. A garota, aos poucos, passou do sorriso de cortesia inicial para uma cara de total surpresa e nervosismo.

— Buceta… Mas o que vocês estão fazendo?....é…isso…não pode….fazer.

Após alguns segundos de confusão em que não soube o que fazer, decidi que tinha que tomar o controle daquela situação ou pelo menos tentar. Então, antes que ela saísse dali assustada e fizesse uma puta merda. Agarrei-a pelo braço e a puxei para dentro do provador, fechando a cortina atrás dela.

— Não me fode, guria. Cala a boca e entra de uma vez, sua puta.

A garota ficou ainda mais desconcertada, se é que isso era possível, diante das minhas ordens e não pôde fazer nada além de me obedecer com uma cara cada vez mais estupefata. O espaço naquele provador estava cada vez mais apertado.

— Olha, guria, eu sei que não deveríamos estar fazendo isso aqui e peço desculpas adiantadas. Mas esse moleque está me matando de prazer e eu estou louca pra gozar, então faz o favor de relevar isso e te prometo que vou levar todas as roupas que pegamos e ainda vou te dar uma boa gorjeta de quebra.

— Ma…mas…

— Nem mas nem merda, é o que tem… E você, Javi, quem porra te disse pra parar de me foder? Vai, continua metendo a pica.

A garota ficou parada com as mãos De costas, segurando a cortina, enquanto o Javi me comia de novo. As estocadas que ele dava eram enormes e logo percebi que a vendedora estava mordendo os lábios. Sem dúvida, a garota estava ficando com tesão de nos ver foder.

— Cê gosta como esse garoto come? …vem pra cá — falei, olhando pra ela com aquela carinha de desejo, como se estivesse há meses sem provar uma pica.

Quando ela se aproximou de mim, acariciei o cabelo dela com os dedos, enquanto olhava nos olhos dela. Eu tava com o rosto encharcado de suor e os cabelos grudados na testa.

— Que tal se você entrar na brincadeira?... cê tá a fim de chupar a pica do Javi? — falei num tom meloso, tentando não assustar ela.

— Olha que pica dura e jovem que ele tem, quer dividir comigo?

Enquanto tudo isso rolava, o Javi não parava de meter a pica na minha buceta, ao mesmo tempo que amassava meus peitos, mostrando eles pra garota. Eu, vendo o olhar perdido dela nos meus peitos machucados, agarrei ela pelo cabelo, fiz um rabo de cavalo e puxei pra baixo devagar, sem querer machucar, só guiando ela pra perto de mim pra ela prestar atenção de novo. Dessa vez, virei ela de frente pro espelho, e através dele, a gente se olhou nos olhos.

— O que você me responde, quer participar ou prefere só olhar?

Ela não disse nada, mas no olhar dela eu senti o desejo. E pegando ela com a outra mão pelo pescoço, puxei ela pros meus lábios e beijei ela. Quando o Javi me viu, parou de repente.

— Porra, mas que…!!! …caralho Anna, que puta loucura!!! …cê tá beijando ela!!!

— !!! Continua me comendo, não para, buceta!!!

Enquanto eu continuava beijando a garota, desabotoei uns botões da blusa dela e tirei o peito direito pra fora do sutiã. O Javi olhava a gente pelo espelho, e me comia cada vez mais forte, mais excitado. Eu já tava quase gozando, e o Javi também não tava longe depois que a vendedora entrou em cena, que não devia ter mais de 22 ou 23 anos.

— Porra… porra… vou gozar, Javi… tô gozandooooo — falei, com a bochecha encostada na bochecha da garota e bufando de prazer no ouvido dela.

— Eu também, Anna... vou gozar.

Me virei rapidamente e fiquei de joelhos, segurando a pica dele. Bati uma punheta umas duas vezes e, virando-me para a garota, peguei na mão dela e puxei pra baixo, fazendo ela se ajoelhar do meu lado. Ela obedeceu sem resistir muito, juro que acho que ela tava morrendo de vontade de enfiar a pica do Javi na boca. Aproximei a pica dele dos lábios dela pra ela chupar. Ela ficou na dúvida, então coloquei a mão na nuca dela e eu mesma enfiei na boca dela. O Javi tinha uma mão em cada uma das nossas bochechas e cada vez gemia mais forte.

— Vou gozar... Anna... porra... vou... gozaaar.

E assim, com a pica do Javi na boquinha aberta da vendedora, ele começou a soltar um monte de jatos de porra branca e grossa que a menina quase não conseguia engolir. Enquanto isso, eu cuidava de passar a mão nas bolas dele e acariciar a bunda dele com a outra mão, que não segurava e espremia a pica do Javi entre os lábios dela.

Quando o Javi terminou de gozar, chupei ela umas duas vezes, sugando com força pra limpar bem a pica de porra. Aí me virei pra vendedora e beijei ela de novo, enfiando a língua na boca dela e catando qualquer resto de porra que tivesse misturado com a baba dela. Ela não fez cara feia e parecia estar curtindo tanto quanto eu.

Quando terminamos, todo mundo tava exausto, e ainda excitados. A vendedora arrumou a roupa e ajeitou o cabelo no espelho antes de sair.

— Pega, leva essas coisas e vai embrulhando. Vou ficar com tudo. A gente sai daqui a pouco.

— Sim, senhora, pode deixar. Vou arrumando, sem pressa. Vou ficar no caixa da frente.

— Qual é o seu nome? — perguntou o Javier.

— Meu nome é Lorena, e tô sempre no turno da tarde.

— Valeu, Lorena, posso te ligar um dia...

— Pô, que sem-vergonha você é, acabou de me foder e já tá pedindo pra sair outra na minha frente... hahaha, você é um safado!!!

— Sim, claro, por que não, você tem uma boa piroca e vejo que sabe usar... depois te passo meu celular.

Lorena saiu do provador rebolando os quadris e com um sorriso safado nos lábios. Enquanto isso, Javi tinha aquele brilho de luxúria estampado nos olhos.

Quando terminamos de nos vestir, saímos em direção a Lorena, que nos esperava com as sacolas prontas.

— Aqui está, senhora, são três conjuntos de cama bem sexy.

— É... é que o Javi tem muito bom gosto — falei, piscando um olho.

— Qual nada, o que acontece é que em uma mulher como você tudo cai divinamente.

— Bom, senhora, vai dar 427,99€.

— Porra... — disse Javi.

— O que você achou?... Que roupa íntima de mulher era barata?...

— Não, claro, mas isso é uma grana!!!

— Bom, pra isso serve o corno do meu marido, né?... Depois vou ter que fazer o teatro na frente dele com tudo isso, pra compensar.

— Dinheiro ou cartão.

— Cartão — e aproximei o cartão de crédito. Lorena acariciou minha mão com os dedos antes de pegá-lo e colocar na maquininha. Me entregou o comprovante e eu guardei na bolsa.

— Obrigada, Lorena, foi um prazer te conhecer.

— O prazer foi meu, senhora, volte quando quiser e pergunte por mim, vou adorar te atender de novo.

— Até logo, Lorena.

Seguimos para as escadas rolantes, quando estávamos a alguns metros do caixa, Lorena chamou Javier.

— Javi!!!... Esqueci, toma... meu telefone... me liga um dia desses e a gente sai pra tomar alguma coisa.

— Sim, sim, claro... vou te ligar, pode deixar. Você tem uns peitos lindos.

Eles se deram um beijo educado, e fomos embora, agora sim, para as escadas rolantes. Estávamos sedentos e desidratados de tanto exercício. Fomos para o último andar, onde ficava a cafeteria.

Encontramos uma mesa tranquila num canto e pedimos algo gelado pra beber, eu estava com sede de tanto gemer.

— Anna, foi Maravilhoso… juro que nunca tinha gozado tanto assim.
— Acredito em você… kkkk… e olha que você não perdeu tempo com a Lorena, a mina é muito gostosa.
— Bufff, nem me fale, porra, que tesão quando vi vocês se pegando de boca… caralho, que vício.
— Bom, mas o de hoje não pode sair daqui, me promete que não vai contar pra ninguém. Não quero que meu marido descubra nada. E pro meu filho, nem pensar, não ouse contar pra ele.
— Porra, Anna, cê acha que eu sou idiota?... isso é nosso segredo… caralho, olha como eu tô de novo, só de pensar.

Me recostei um pouco pra trás pra observar a virilha dele, Javi segurou a rola por cima da calça e me mostrou a silhueta do volume da pica dele dura de novo. Não resisti e acariciei por cima do tecido.
— Porra, Javi, já tá duro de novo…!!! Divina juventude!!! — falei olhando nos olhos dele enquanto levava o canudinho do meu refrigerante aos lábios e sugava com cara de safada. Eu me divertia vendo a cara do Javi, era um espetáculo.

Aí, pra ver a reação dele e brincar mais um pouco, falei com toda a seriedade que consegui:
— Olha, Javier, isso vai ficar por aqui, isso não pode se repetir, é muito perigoso… sou casada, entendeu?

Javi fez uma cara de decepção enorme. Ficou pensativo, sem saber o que fazer ou dizer. Coloquei minha mão sobre a dele e olhei nos olhos dele.
— Javi, eu também gostei… porra, você fode muito bem, querido… é só que não dá pra manter uma relação assim. Podem nos pegar, e aí o que seria da gente?
— Mas, Anna, eu não quero uma relação, só quero dar umas trepadas de vez em quando, como hoje… caralho, foi foda.

Nesse momento, senti a mão do Javi na minha coxa, me acariciando perto do joelho.
— Eu sei, Javi, porra, fazia meses que ninguém me dava uma trepada assim, cê acha que eu também não gostei?, mas se a gente continuar com isso, vamos ter que ser muito discretos, certo? combinado?
— Sim, Anna, do jeito que você quiser, mas preciso te foder de novo antes de ir embora, porra, não pode me deixar assim… com isso desse jeito — enquanto falava, a mão dele já passava por cima da minha buceta por cima da calcinha.
— Para, Javi!!!… alguém vai nos ver.
— Ninguém tá olhando, Anna. Vai, me dá sua calcinha, quero guardar de lembrança.
— Mas aqui não. Fica quieto… Javi.
— Quero bater uma punheta hoje à noite com ela, enquanto sinto seu cheiro na minha cama.
— Javi, para!!!… para!!!
— Não, até você tirar ela…
— Tá bom, mas deixa comigo.

Tive que fazer isso, senão alguém podia prestar mais atenção em nós do que devia, e não era o caso de a gente fazer um show na cafeteria lotada.
— Senta na minha frente. Vai… senão não vou conseguir fazer.

Javi sentou na minha frente, e eu aproveitei pra levantar discretamente do banco. Peguei o elástico da minha calcinha e puxei pra baixo das nádegas, o suficiente pra sentar de novo, sem ninguém perceber nada.

Depois de sentada de novo, meti a mão por baixo da saia jeans, puxei a calcinha até os joelhos e deixei cair no chão. Olhei em volta pra ninguém notar minha nova ação. Com sutileza, levantei um pé e, balançando o tornozelo discretamente, me livrei da calcinha por ele; agora faltava o outro.

Javi me olhava nos olhos enquanto dava uma olhada de lado, com cara de quem tava fazendo algo perigoso e proibido. Acho que esse jogo tava deixando ele muito excitado. Me abaixei de lado e, com a mão direita, peguei a calcinha do chão, passando por baixo da sandália. Amassei ela na mão, escondendo das pessoas. E estendi por cima da mesa, entregando pra ele.

Parecíamos dois alunos passando uma cola no meio de uma prova, com a adrenalina no talo por causa da malandragem.
— Porra, Anna, você molhou molhada de novo ― e enquanto dizia isso, levou as calcinhas ao nariz e cheirou.
― O que você tá fazendo, Javi, guarda isso.
― Tá… tá bom… mas não pode negar que você também tá com tesão de novo. Que marca danada você deixou nelas.
― Não seja bobo, Javi, é por sua culpa… cê acha que isso tudo não me excita?… tô toda encharcada de novo por sua causa, você é um perigo… hahaha, pega as sacolas que a gente vai.
― Já?… tão cedo?…
― Você sabe que horas são, ainda temos que deixar suas compras em casa… e é capaz de eu ficar um tempinho antes de ir fazer o jantar.
Os olhos de Javi se arregalaram e ele pulou da cadeira como se tivesse uma mola no rabo.
― Então bora, o que cê espera, vamos logo.
― Tá… tá… hahaha ― sabia que aquilo ia animar ele.
Fomos pro elevador, pra descer direto pro estacionamento, sem ter que dar a volta toda no shopping pegando as escadas rolantes.
Enquanto esperávamos o elevador, e como não tinha ninguém no corredor nem na área das escadas, Javi se encheu de coragem e colocou a mão na minha bunda, amassando, enquanto me beijava o pescoço. Larguei a sacola no chão, e com a outra mão ele apertou meus peitos por cima da camiseta.
― Para, Javi, que pode vir alguém.
― Que nada, mulher, não tem ninguém aqui.
As amassos dele estavam começando a me excitar, aquela boca carnuda, que me beijava com paixão, tava me deixando muito molhada. A gente tava muito excitado, mas ao mesmo tempo nervoso por ficar de olho pra porta do elevador não abrir e nos pegarem no flagra.
Enquanto a cabeça do Javi tava no meu pescoço, lambendo e mordendo de leve, ele também acariciava e beliscava meus bicos por cima do tecido da camiseta, e isso fazia eles ficarem durinhos como dois pitões. Foi aí que senti uma mão por baixo da saia, acariciando meu cu.
― Oi, Anna, vejo que você não mudou, hein… Promíscua?… pra onde cê vai sem calcinha?
Javi Ele ficou paralisado, igual a mim.
— Não me diga que você não sabe quem eu sou… — eu sabia perfeitamente quem era.
— Oi… oi… ia te ligar essa semana, só não tive oportunidade… eu…
— Shhh… não precisa me contar nada, tô de férias, então também não teria vindo. Mas olha como o mundo é pequeno… te vi enquanto tomava uma cerveja no café. E pensei: que piranha é essa, a Promíscua tirando a calcinha aqui no meio, sem vergonha na cara… hahaha
— Olha, senhor… não vou permitir que o senhor fale assim…
— Cala a boca, ou vou te dar um tapa!
— Javi, calma… a gente se conhece… é um… um…
— Sou um amigo da família, não é, Anna?

Aquele homem bruto, forte e corpulento como um urso, era o… encanador (leia meu conto sobre ele). O técnico que conheci numa manhã de março quando veio consertar minha máquina de lavar, e que acabou me fodendo na minha própria casa. Desde aquele dia, quando precisava de sexo forte e pesado, ligava pra ele com qualquer desculpa e ficava resolvida por umas semanas.

— É, isso… um bom amigo — falei pra não complicar mais a situação.
— Um amigo muito íntimo… garoto, e pelo jeito que vocês dois se levam, acho que não vamos ter problemas pra nos entender direitinho… né?

Javi e eu nos olhamos, e embora Javi estivesse com uma cara meio assustada, meu sorriso acalmou ele.
— Não vai ter problema nenhum — falei.
— Perfeito. Pena que não posso perder muito tempo com vocês agora. Então vamos direto ao assunto. Minha mulher e minhas filhas estão fazendo compras. E antes que sintam minha falta, tenho um trabalhinho pra você, Anna.
— Você, garoto… entra no banheiro e vê se tem alguém. — ele disse pro Javi enquanto me segurava pela cintura e enfiava a língua na minha boca pra eu beijar ele como uma piranha.

Me agarrei no pescoço dele e beijei como uma safada, chupando aquela língua grossa e comprida. O banheiro ficava bem ao lado do elevador, a porta abriu e Javi nos disse.
― Não, não tem ninguém…
O homem me agarrou pela cintura como se eu fosse uma boneca de pano, e quase sem meus pés tocarem o chão, me meteu pra dentro do banheiro masculino. Sem tempo de pegar a bolsa do chão, falei pro Javi.
― Foda-se a bolsa da roupa, e entra.
Dentro do banheiro tinha uma porta pra deficientes, como era mais espaçosa que as outras cabines, o homem me enfiou lá.
― Vamos, moleque, não fica aí parado. Entra e fecha a porta. Que essa puta vai fazer um trabalhinho pra gente… hahaha
O homem me agarrou pela cintura e, de um puxão, tirou minha camiseta.
― Porra, que peitos impressionantes você tem… ― e com uma das mãozonas me agarrou um peito e levou à boca, chupando meu mamilo com gosto… mordendo e puxando com os dentes, enquanto chupava e sugava de novo com desespero.
― Buceta… olha que mamilo duro que ficou… hahaha ― e partiu pra comer o outro do mesmo jeito.
Olhei pro Javi, que estava desnorteado com a situação, mas dava pra ver que tava extremamente excitado. Ele começou a se tocar por cima da calça, observando aquele homem mais velho me usar como um objeto.
― Bom, Anna, pena que não tenho muito tempo hoje, então começa logo…
O homem me agarrou pelos ombros e me empurrou pra baixo, até eu ficar de cócoras, com os pés no chão e os joelhos dobrados.
― Olha aqui, moleque… agora você vai ver o que é mamar uma rola de verdade ― eu abaixei a braguilha dele e tirei a rola pra fora, uma rola descomunal que eu já conhecia, mas quando o Javi viu, não conseguiu se segurar e exclamou.
― Que porra é essa! …que buceta é essa… caralho… que rola!!!
O Javi tava alucinando ao ver aquilo, e com razão, comigo aconteceu a mesma coisa no dia em que a conheci. Eu agarrei e senti a potência, a grossura… o peso da carne firme. Era verdade, era impressionante. Olhei pro Javi e meti na boca, comecei a lamber e chupar com o mesmo vício de quando o encanador vinha na minha casa. Aos poucos, a grossura e o comprimento daquela pica iam aumentando, e eu tava com dificuldade pra enfiar a seção inteira na boca. Sentia o homem começando a bufar e gemer de tesão.

— Porra, cê tá mandando muito bem… puta… vamos, continua assim, não para.

Eu cuspia na glande dele e, com as duas mãos, espalhava minha baba por ela e tentava de novo, até conseguir enfiar tudo pra dentro. Via o Javi pelo canto do olho, ele tinha tirado a rola pra fora e tava se masturbando, me vendo de perfil, agachada na frente daquele grandalhão, chupando a pica dele com devoção.

— Porra… porra… Promíscua… vou gozar… mmm — ele segurou a própria pica e começou a balançar ela na frente do meu nariz, batendo com a cabeça na minha testa e nas bochechas.

— Toma, rabuda… toma… aaahhhh… engole tudo, puta… porraaaa… tô gozando… sua safada!!!

Me apoiei nas pernas dele pra manter o equilíbrio e não cair de bunda no chão, e me segurando firme no cinto dele, aguentei de boca aberta a gozada. Ele começou a descarregar o esperma grosso e amarelado na minha boca, tinha um gosto muito amargo, completamente diferente do que eu tinha provado minutos antes na boca da Lorena. Javi se aproximou devagar do meu lado. Enquanto continuava se masturbando, cada vez mais rápido.

— Vai, moleque, vem aqui e goza na boca dela, essa puta engole tudo que você jogar. Não desperdiça nada… hahahaha.

Javi acabou ficando do meu lado e, com a outra mão, eu agarrei a vara dele.

1 comentários - Momentos de putaria