Entrevista y Audición

No dia seguinte ao que me confirmaram o encontro pra quarta-feira, recebo um e-mail deles dizendo pra levar um exame de sangue, um exame sorológico. Eu não fazia ideia, e era sábado, então fui no hospital e pedi se podiam fazer. Tinha uma enfermeira que me conhecia e me deixou entrar, tirou meu sangue e falou pra eu buscar o resultado na segunda. Não tinha ideia pra que servia aquilo, e ela me disse que era pra saber se eu tinha AIDS. Bom, na segunda fui buscar e descobri que não tinha nem AIDS, nem hepatite B, nem outra coisa que não lembro. Aí fiquei tranquila que tava tudo bem. E chegou a quarta-feira. Às 5 da manhã peguei o ônibus pra Colônia e cheguei umas 7. Às 7 e meia saiu o aliscafo. Levou uma hora, e às 8 e meia eu tava descendo do barco. Nunca tinha ido pra Buenos Aires e quando saí do porto fiquei de boca aberta vendo aquela maravilha. Ao mesmo tempo me assustei vendo tanto carro e caminhão e sem saber pra onde ir. Perguntei pra uma mina que tava andando do meu lado e ela sugeriu pegar um remis e me acompanhou até um, uma fera a garota. Cheguei às 9 e meia no endereço e fiquei andando por ali até dar 10 horas. Toquei a campainha lá embaixo no número do apartamento e desceu um cara pra me abrir. Subimos pro sétimo andar e ele me fez entrar numa espécie de sala com uma escrivaninha. Fiquei sozinha uns minutos e entrou outro cara, um pouco mais novo que o anterior, me cumprimentou, me olhou e abriu uma pasta. Ficou olhando as folhas que tinha na pasta e de repente me diz: "Bom, parece que as fotos que você mandou são suas mesmo. Então me conta, viajou bem? Tá cansada?" E eu disse que não, que tinha dormido a viagem toda de Montevidéu a Colônia e que depois não consegui mais dormir, que tava nervosa por causa da entrevista. Ele me disse pra ficar tranquila, e falou que ia me fazer algumas perguntas. "Primeiro quero ver seu documento pra saber sua idade." Entreguei, ele tirou uma xerox e disse que ia pra minha pasta. Depois me perguntou se eu tinha trazido o A análise que ele me pediu, eu entreguei. Ele tirou outra fotocópia e me devolveu junto com meu documento. "Beleza", ele disse, "agora vamos conversar." "O que você faz da vida?", e eu falei que tava procurando emprego e contei um pouco da minha situação familiar. "Tá bom", ele falou, "e você pensa em trabalhar com isso?" Eu respondi que primeiro queria saber se eu gostava e se dava certo pra me decidir. Ele disse "tá bom" de novo e perguntou se eu já tinha transado, e eu falei que sim. "Com quantos?", ele perguntou. Eu disse que com três: o primeiro e depois mais dois namorados. Enquanto eu falava, ele anotava tudo. Aí ele continuou perguntando o que eu gostava no sexo, se eu me sentia desconfortável com sexo oral, se eu conseguia fazer sexo anal, e outras coisas mais. No fim, ele me perguntou um monte de coisas relacionadas ao ato sexual, a última foi quanto tempo fazia que eu tinha transado pela última vez. Depois disso, ele mandou eu levantar, chamou o outro cara que veio com uma câmera e disse que ia tirar umas fotos minhas. Tiraram fotos, e depois pediram pra eu ficar de calcinha e sutiã e tiraram mais algumas. Aí me mandaram tirar tudo e tiraram mais fotos. Nessa altura, eu tava muito nervosa, e ele percebeu e falou: "Relaxa, nessa área você vai ter que se acostumar a ficar pelada na frente dos outros." Depois, o cara da câmera mandou eu segui-lo, e fomos pra outra sala que tinha uma cama. Ele me fez deitar e ficar em umas poses enquanto tirava fotos. Quando terminou, ele falou: "Vai se vestir de novo." Me vesti, e o cara do interrogatório disse: "Beleza, é isso." Já eram 11 e meia, e ele perguntou: "Que horas você tem que estar no porto?" Eu falei que o barco saía às 18. Ele disse: "Então, temos o tempo justo. Vamos comer algo leve e depois vamos pro local." Saímos nós dois, o outro ficou no escritório, e ele me levou a um restaurante pequeno. Comemos algo leve e seguimos viagem até o congresso. Eu ia olhando pra tudo, deslumbrada com a cidade. Chegamos e ele entrou com o carro numa garagem, subimos de elevador e chegamos num apartamento. Entramos e fomos para um quarto que tinha as paredes cobertas de pano branco e uma cama no meio. Tinha umas luzes e uma câmera num tripé. Além disso, tinha uma câmera filmadora no chão. O senhor me disse: "Aqui vamos fazer a audição. Me espera que já volto." Logo voltou com uma senhora e um senhor. Me apresentou a senhora como assistente dele e o senhor como o câmera. A senhora pediu pra eu acompanhar ela e fomos pra outro quarto, onde ela me maquiou e me deu uma roupa íntima pra vestir. A calcinha tinha uma parte na frente e o resto era tipo umas tiras, nunca tinha visto nada igual, e o sutiã era divino. Ela mandou eu tirar a roupa e me viu depilada, perguntou como eu tinha feito e eu disse que fiz num salão de mulheres em Canelones. Ela passou uns cremes cheirosos em mim, me fez vestir e voltamos pro lugar onde estava a cama. Quando entrei, tinha outro cara, mais novo que os outros, tipo uns trinta anos. Ele me cumprimentou (apertou minha mão) e o patrão, vamos chamar assim, mandou a gente sentar na cama, eu e o rapaz, e começou a falar o que queria: que a posição tal e tal, que a câmera isso e aquilo, e depois disse: "Podem começar." O rapaz olhou pra mim, falou: "Fica tranquila, não fica nervosa, me chamo Jorge, sou chileno e tenho 34 anos." Eu disse: "Paula, tenho 20 anos, uruguaia." Ele me deu um beijo na bochecha e começou a me tocar, me beijar, e o patrão falou: "Não fica só esperando, haha." Eu comecei a tentar acompanhar, como se a gente se conhecesse. O cara tinha um corpo divino, mas de rosto era bem feinho. A gente continuou, ele foi tirando minha roupa devagar e começou a me fazer sexo oral. No começo não tava rolando nada, aí o chefe falou: "Mostra pra ele que você tá gostando." Eu não sabia direito como, e comecei a me mexer até perceber que tinha que fingir que tava gostando. Depois ele pediu pra eu tirar a roupa dele, e eu o despi, foi fácil porque ele tava Só de camisa e calça. O físico dela era espetacular, muito trabalhado, e totalmente normal no resto, cê entende, né? Fiz um boquete nela por um tempão e de repente o chefe falou: "pronto, podem começar". E aí começamos a transar de lado, por trás, por cima de mim, enfim, um monte de posições e a câmera ficava girando em volta, o que me distraía um pouco. Num momento o chefe falou: "já deu", e o cara começou a se masturbar e gozou nos meus peitos. Depois o chefe falou: "beija ele", e eu fiz. E terminamos. A senhora me levou de volta e fui num banheiro onde tomei um banho e me vesti. A senhora me deu a roupa íntima de presente e fomos agora pra sala de entrada onde tava o chefe. "Bom, gata", ele falou, "vou ver como fica a edição desse vídeo e depois te escrevo pra te falar como seguimos, sempre que você quiser. Se sentiu bem?" "Pra ser sincera", falei, "tô muito nervosa ainda. Nunca tinha feito isso com plateia." O homem riu. "Bom, a Flor te leva até o porto e a gente segue em contato." Me beijou na bochecha e fui pra Canelones. Quando cheguei no porto, a Flor, que é uma diva, falou: "você não foi mal, me deram esse envelope pra você. A gente se vê." Desci e olhei o que tinha no envelope, eram 2.200 pesos argentinos. Fiquei doida da vida. Cheguei em casa às dez e meia da noite.

10 comentários - Entrevista y Audición

Viajaria hasta Uruguay para hacerte una audicion junto con mi Novia...
cilo16
Q bueno q te cumplieron todo parece q eran gente seria, por suerte , me encanto tu relató y me calento imaginármelo , pero me fasino tu actitud , fortaleza y decisión para cuidar a los tuyos , te mando un beso y quiero saber mas de vos como estas ahora y nada sso saber de vos da y tenes ganas obvio , besos hermosa
me encanta tu frescura para escribir, divina!! saludos y te invitamos a pasar por nuestros relatos, tal vez te guste alguno. Por lo pronto ire leyendo los tuyos que me faltan
Me encanta tus relatos hermosa, sos una putita muy dulce. Besos
Cuidate y pedi toda la data que puedas siempre.
El asunto es cuando medio planeta incluidos amigos y familia vean que te cogen no es fácil.