Precedido por:http://www.poringa.net/posts/relatos/2991506/El-casamiento-de-Paula-y-Roberto.htmlO outono lá fora tá dando as caras, mas aqui dentro é puro fogo. Desde que fizemos uma depilação íntima ousada, eu e minha esposa estamos como coelhos. Não tem dia nem hora que marque nosso ritmo.
Meu aniversário tá chegando e ela me prometeu um presente especial. Tô tentando investigar, observo os movimentos dela, tento pegar algo nas ligações, mas tudo parece normal. Mexer no celular dela nunca foi uma opção. Até fiquei tentado, mas é um limite que tacitamente combinamos de não cruzar.
Com antecedência, pedi uma semana de férias pra aproveitar que a empresa onde a Ludmila trabalha fecha pra balanço. Era uma oportunidade perfeita pra nos curtir mil por cento.
O tão esperado dia chegou e começamos com uns mates na cama, junto com uns docinhos deliciosos. Depois saímos pra passear e ela me deixou escolher o cardápio. Macarrão fresco com molho e almôndegas. Depois do almoço, veio o sorvete e um filme bem de boa. Eu tava ansioso por dentro, tentava arrancar alguma pista nos diálogos, mas não tinha como quebrar o muro de surpresa dela.
Chegando às 17h, ela me convida pra tomar um banho. "Agora vai começar", pensei. Ela cuidou do meu corpo e eu do dela, mas não passamos de uns amassos e beijos. A gente tava super excitado, mas era só pra esquentar o clima.
Saindo do banho, fomos pro quarto. Os móveis estavam afastados e, no meio, uma maca de massagem. Ela me indicou pra deitar de bruços e colocar o rosto no espaço próprio pra isso. Se você nunca fez isso, saiba que é muito difícil abrir os olhos nessa posição. E, sabendo o que tava por vir, não quis atrapalhar meus outros sentidos vendo o chão. Então, de olhos fechados, esperei minha amorosa se preparar pra fazer o que tinha planejado comigo.
Um óleo com aroma de lavanda começa a banhar meu corpo. As mãos dela me massageiam de cima a baixo. Do pescoço, fazem um trabalho incrível nos meus trapézios, descem pelas minhas... homoplatos, imprimem menos pressão nas costelas mas aumentam ao redor da lombar. Voltam sobre meus ombros e percorrem até minhas mãos. Depois se posicionam na minha bunda amassando as nádegas e roçam com malícia minhas bolas. Continuam em direção às minhas pernas e culminam com bastante trabalho nos meus pés. Dizem que é dali que se destroem todas as contraturas do corpo, por isso nesses extremos ela se concentrou bastante.
Ela pediu que eu virasse e me posicionasse de barriga para cima. No meio do processo cobriu meus olhos com uma almofadinha que deixou minha visão em completa escuridão.
Novamente o trabalho começou de cima para baixo. Meus peitorais, meu abdômen e chegou até a parte superior do meu pau, acariciando-o de leve. Dirigiu-se aos meus braços e depois passou para minhas pernas. Tudo com muito amor e uma grande precisão. Pensei que ela realmente tinha levado isso muito a sério e tinha estudado. Não sabia que ela era tão boa em massagens.
Outra vez ela estava amassando meu peito quando minha pele começou a notar algo estranho. As mãos faziam um tipo de movimento, depois se separavam de mim e copiavam o desenho. Mas onde a palma e os dedos indicavam uma direção, depois se apoiavam na oposta. Ela não poderia dar a volta na maca tão rápido, além de que não faria sentido fazer isso.
Deixei ela fazer e voltei a comprovar com outra aplicação das mãos. Algo estava me cheirando estranho.
Em um momento parei de senti-la, ouvia como ela passava óleo e finalmente agarrou meu pau. Começou a acariciá-lo, de cima para baixo, apalpou minhas bolas, ele ficou duro instantaneamente. Depois segurou com uma mão a base do meu pau e começou a esticar meus testículos. Adoro quando ela faz isso! Voltou a pegar meu pau desde a base, e empurrou para baixo. Com a outra mão cobriu meu membro e me masturbava. Nisso sinto que esfrega a glande e aperta minhas bolas, tudo ao mesmo tempo. Opa! São quatro mãos! Me inclino e tiro a almofadinha dos olhos.
Ludmila à minha direita e Camila à minha esquerda, as depiladora.
Ambas sorriem, me olham e em uníssono me dizem: Surpresa!
Eu estava atônito. Pensei: conseguiu! Camila conseguiu que fizéssemos um ménage, ela, minha mulher e eu! Não sabia o que dizer ou fazer. Elas esperavam uma reação e eu fiquei paralisado. Um sorriso se desenhou no meu rosto e elas voltaram a fazer as massagens. Aí entendi como Ludmila tinha tanta habilidade com as massagens e os movimentos que seus dedos faziam.
C- Como estamos indo?
L- Você está gostando?
F- Vocês são incríveis! Estou adorando. Não dá para perceber?
C- Sim, você está com ele bem duro. Mais duro do que quando você me enfiou.
Puxa! Como ela vai dizer uma coisa dessas? E na frente da Ludmila? Fiquei pálido.
L- Ela já me contou do "exercício" que vocês fizeram quando você depilou. (Olhando para Camila) Comigo também fez exercício. (Elas riem)
Eu não conseguia sair do meu espanto. Não só ela estava se animando para fazer um ménage, mas também já tinha feito sexo lésbico. Por isso ela estava tão excitada na sexta-feira quando viajamos para Córdoba.
Elas continuaram trabalhando no meu pau, que estava prestes a explodir, e eu já começava a me contorcer de prazer. Elas não queriam que eu gozasse tão cedo, então, com um sinal combinado, me soltaram.
C- Está meio quente, né?
L- É, vamos ficar mais à vontade.
Ludmila estava com um roupão, como se tivesse acabado de sair do banho. Ela o tirou e ficou completamente nua. Camila começou tirando a camiseta, enquanto dava uns pulinhos para fazer os peitos balançarem. Ela sabe que esses peitos me deixam louco! Minha esposa se vira.
L- Espera que eu te ajudo.
De um jeito muito sensual, ela se posicionou atrás da Camila e começou a acariciar todo o seu corpo. Elas também estavam muito excitadas e não conseguiam segurar a vontade que tinham uma pela outra. Lentamente, percorreu todo o corpo dela, apertou com força suas nádegas, seus seios, enfiou as mãos entre suas pernas. Beijou seu pescoço e começou a baixar sua legging. Ao chegar no chão e ter a bunda contra o rosto, ela mordiscou e cobriu de beijos. Tirou a peça de roupa e a jogou em uma cadeira. Já dali mesmo, mordeu a O thong e ela o puxou com os dentes. Enquanto isso, a loira não resistiu à tentação e começou a me masturbar. Ela tinha uma fraqueza pelo meu pau. Já sem a calcinha, ela movia os quadris enquanto minha esposa se enfiava entre as nádegas do seu bumbum, lambia seu ânus e sua buceta. Por baixo, ela meteu a mão direita entre as pernas dela e enfiou dois dedos na sua fenda. Camila suspirou e apertou meu pau com força. Ludmila se levantou e desabotoou o sutiã que segurava aqueles peitos firmes. Caiu longe no chão e suas mãos foram direto para apertar aqueles melões duros e quentes. Seu par de mamilos me encaravam diretamente e exigiam que eu os chupasse.
Me inclinei para a esquerda e me apoiei no cotovelo. Aquelas tetas lindas ficaram na altura perfeita para que eu as chupasse como uma sanguessuga. Camila estava sendo atacada por duas frentes. Eu por cima, em seus peitos, e Ludmila de joelhos mandando língua e dedos em seus orifícios prodigiosos.
Que prazer enorme me dava compartilhar com minha esposa aquele corpo esbelto que tínhamos no meio.
F – Ludmila... Eu te amo! Te amo com todo o meu coração. Me sinto super feliz de ter você ao meu lado e que possamos compartilhar esta gostosa na intimidade. Obrigado por este presente.
L – Eu também te amo muito. Há um tempo atrás eu não sabia do que estava perdendo. Engolir sua porra, nos abrirmos sexualmente para outras experiências, tudo é graças a você e eu adoro!
Voltamos a cuidar de Camila e a fizemos gozar a jorros. Nos levantamos e nos beijamos muito entre os três enquanto roçávamos e acariciávamos nossos corpos.
Fomos para a cama e era a vez da minha mulher. Ela deitou de costas, eu abri suas pernas e comi sua buceta. Por sua vez, Camila avançou sobre sua cabeça e se ajeitou para chupar as tetas entre elas. Levantei a vista diante de tal cena e com mais vontade chupei aquela buceta. Que tesão que tinha no quarto. Depois de alguns minutos, Ludmila teve um respiro. Nossa amiga se levantou e seguiu em frente. Desta vez com as pernas bem abertas, ela colocou a buceta na cara da minha mulher. Ela, ansiosa para devorá-la. Gozou na minha boca e eu gritei: dentroooo! Me ajoelhei e peguei suas pernas com as minhas mãos, levando seus tornozelos para cima. A depiladora que estava massageando os peitos da minha mulher pegou meu pau e apontou para a boceta da minha esposa. Empurrei com suavidade e enfiei tudo. Aos poucos aumentei a frequência e parti para a bombada a todo vapor. Já não aguentava mais a vontade de estar dentro da Ludmila. Lá em cima nos beijávamos e eu agarrava os peitos da Camila enquanto ela com a mão direita esfregava o clitóris da minha esposa e com a esquerda apalpava seus seios. Em agradecimento por sua parte, eu lambia toda a buceta e engolia seus fluidos.
Não demorou muito até que minhas bolas pediam passagem e minha gozada se tornou iminente. Comecei a gritar e todo o trio se fundiu em um orgasmo coletivo. Os três nos movíamos freneticamente, liberando nossos fluidos. Eu gozei dentro da buceta da Ludmila e ela me cobriu com seus fluidos e seus músculos apertados. Camila a afogou com seus fluidos, que acabaram molhando todo o lençol.
Caímos exaustos, bêbados de prazer. Todos enroscados na cama mais quente do mundo. Aproveitando o cheiro de sexo, o contato de nossas peles, o calor corporal, os peitos agitados pela respiração. Um clímax perfeito.
Com alegria, fomos nos reerguendo e passamos a tomar um banho, cada um na sua vez. Nos elogiamos por como foi bom e prometemos repetir a experiência. Nos aproximamos da porta, e desta vez fomos nós que partimos a boca da Camila com um beijo.
Nos despedimos com naturalidade e voltamos para nosso lar.
Continua...
http://www.poringa.net/posts/relatos/2997989/Apasionante-reencuentro-VII.html
Meu aniversário tá chegando e ela me prometeu um presente especial. Tô tentando investigar, observo os movimentos dela, tento pegar algo nas ligações, mas tudo parece normal. Mexer no celular dela nunca foi uma opção. Até fiquei tentado, mas é um limite que tacitamente combinamos de não cruzar.
Com antecedência, pedi uma semana de férias pra aproveitar que a empresa onde a Ludmila trabalha fecha pra balanço. Era uma oportunidade perfeita pra nos curtir mil por cento.
O tão esperado dia chegou e começamos com uns mates na cama, junto com uns docinhos deliciosos. Depois saímos pra passear e ela me deixou escolher o cardápio. Macarrão fresco com molho e almôndegas. Depois do almoço, veio o sorvete e um filme bem de boa. Eu tava ansioso por dentro, tentava arrancar alguma pista nos diálogos, mas não tinha como quebrar o muro de surpresa dela.
Chegando às 17h, ela me convida pra tomar um banho. "Agora vai começar", pensei. Ela cuidou do meu corpo e eu do dela, mas não passamos de uns amassos e beijos. A gente tava super excitado, mas era só pra esquentar o clima.
Saindo do banho, fomos pro quarto. Os móveis estavam afastados e, no meio, uma maca de massagem. Ela me indicou pra deitar de bruços e colocar o rosto no espaço próprio pra isso. Se você nunca fez isso, saiba que é muito difícil abrir os olhos nessa posição. E, sabendo o que tava por vir, não quis atrapalhar meus outros sentidos vendo o chão. Então, de olhos fechados, esperei minha amorosa se preparar pra fazer o que tinha planejado comigo.
Um óleo com aroma de lavanda começa a banhar meu corpo. As mãos dela me massageiam de cima a baixo. Do pescoço, fazem um trabalho incrível nos meus trapézios, descem pelas minhas... homoplatos, imprimem menos pressão nas costelas mas aumentam ao redor da lombar. Voltam sobre meus ombros e percorrem até minhas mãos. Depois se posicionam na minha bunda amassando as nádegas e roçam com malícia minhas bolas. Continuam em direção às minhas pernas e culminam com bastante trabalho nos meus pés. Dizem que é dali que se destroem todas as contraturas do corpo, por isso nesses extremos ela se concentrou bastante.
Ela pediu que eu virasse e me posicionasse de barriga para cima. No meio do processo cobriu meus olhos com uma almofadinha que deixou minha visão em completa escuridão.
Novamente o trabalho começou de cima para baixo. Meus peitorais, meu abdômen e chegou até a parte superior do meu pau, acariciando-o de leve. Dirigiu-se aos meus braços e depois passou para minhas pernas. Tudo com muito amor e uma grande precisão. Pensei que ela realmente tinha levado isso muito a sério e tinha estudado. Não sabia que ela era tão boa em massagens.
Outra vez ela estava amassando meu peito quando minha pele começou a notar algo estranho. As mãos faziam um tipo de movimento, depois se separavam de mim e copiavam o desenho. Mas onde a palma e os dedos indicavam uma direção, depois se apoiavam na oposta. Ela não poderia dar a volta na maca tão rápido, além de que não faria sentido fazer isso.
Deixei ela fazer e voltei a comprovar com outra aplicação das mãos. Algo estava me cheirando estranho.
Em um momento parei de senti-la, ouvia como ela passava óleo e finalmente agarrou meu pau. Começou a acariciá-lo, de cima para baixo, apalpou minhas bolas, ele ficou duro instantaneamente. Depois segurou com uma mão a base do meu pau e começou a esticar meus testículos. Adoro quando ela faz isso! Voltou a pegar meu pau desde a base, e empurrou para baixo. Com a outra mão cobriu meu membro e me masturbava. Nisso sinto que esfrega a glande e aperta minhas bolas, tudo ao mesmo tempo. Opa! São quatro mãos! Me inclino e tiro a almofadinha dos olhos.
Ludmila à minha direita e Camila à minha esquerda, as depiladora.
Ambas sorriem, me olham e em uníssono me dizem: Surpresa!
Eu estava atônito. Pensei: conseguiu! Camila conseguiu que fizéssemos um ménage, ela, minha mulher e eu! Não sabia o que dizer ou fazer. Elas esperavam uma reação e eu fiquei paralisado. Um sorriso se desenhou no meu rosto e elas voltaram a fazer as massagens. Aí entendi como Ludmila tinha tanta habilidade com as massagens e os movimentos que seus dedos faziam.
C- Como estamos indo?
L- Você está gostando?
F- Vocês são incríveis! Estou adorando. Não dá para perceber?
C- Sim, você está com ele bem duro. Mais duro do que quando você me enfiou.
Puxa! Como ela vai dizer uma coisa dessas? E na frente da Ludmila? Fiquei pálido.
L- Ela já me contou do "exercício" que vocês fizeram quando você depilou. (Olhando para Camila) Comigo também fez exercício. (Elas riem)
Eu não conseguia sair do meu espanto. Não só ela estava se animando para fazer um ménage, mas também já tinha feito sexo lésbico. Por isso ela estava tão excitada na sexta-feira quando viajamos para Córdoba.
Elas continuaram trabalhando no meu pau, que estava prestes a explodir, e eu já começava a me contorcer de prazer. Elas não queriam que eu gozasse tão cedo, então, com um sinal combinado, me soltaram.
C- Está meio quente, né?
L- É, vamos ficar mais à vontade.
Ludmila estava com um roupão, como se tivesse acabado de sair do banho. Ela o tirou e ficou completamente nua. Camila começou tirando a camiseta, enquanto dava uns pulinhos para fazer os peitos balançarem. Ela sabe que esses peitos me deixam louco! Minha esposa se vira.
L- Espera que eu te ajudo.
De um jeito muito sensual, ela se posicionou atrás da Camila e começou a acariciar todo o seu corpo. Elas também estavam muito excitadas e não conseguiam segurar a vontade que tinham uma pela outra. Lentamente, percorreu todo o corpo dela, apertou com força suas nádegas, seus seios, enfiou as mãos entre suas pernas. Beijou seu pescoço e começou a baixar sua legging. Ao chegar no chão e ter a bunda contra o rosto, ela mordiscou e cobriu de beijos. Tirou a peça de roupa e a jogou em uma cadeira. Já dali mesmo, mordeu a O thong e ela o puxou com os dentes. Enquanto isso, a loira não resistiu à tentação e começou a me masturbar. Ela tinha uma fraqueza pelo meu pau. Já sem a calcinha, ela movia os quadris enquanto minha esposa se enfiava entre as nádegas do seu bumbum, lambia seu ânus e sua buceta. Por baixo, ela meteu a mão direita entre as pernas dela e enfiou dois dedos na sua fenda. Camila suspirou e apertou meu pau com força. Ludmila se levantou e desabotoou o sutiã que segurava aqueles peitos firmes. Caiu longe no chão e suas mãos foram direto para apertar aqueles melões duros e quentes. Seu par de mamilos me encaravam diretamente e exigiam que eu os chupasse.
Me inclinei para a esquerda e me apoiei no cotovelo. Aquelas tetas lindas ficaram na altura perfeita para que eu as chupasse como uma sanguessuga. Camila estava sendo atacada por duas frentes. Eu por cima, em seus peitos, e Ludmila de joelhos mandando língua e dedos em seus orifícios prodigiosos.
Que prazer enorme me dava compartilhar com minha esposa aquele corpo esbelto que tínhamos no meio.
F – Ludmila... Eu te amo! Te amo com todo o meu coração. Me sinto super feliz de ter você ao meu lado e que possamos compartilhar esta gostosa na intimidade. Obrigado por este presente.
L – Eu também te amo muito. Há um tempo atrás eu não sabia do que estava perdendo. Engolir sua porra, nos abrirmos sexualmente para outras experiências, tudo é graças a você e eu adoro!
Voltamos a cuidar de Camila e a fizemos gozar a jorros. Nos levantamos e nos beijamos muito entre os três enquanto roçávamos e acariciávamos nossos corpos.
Fomos para a cama e era a vez da minha mulher. Ela deitou de costas, eu abri suas pernas e comi sua buceta. Por sua vez, Camila avançou sobre sua cabeça e se ajeitou para chupar as tetas entre elas. Levantei a vista diante de tal cena e com mais vontade chupei aquela buceta. Que tesão que tinha no quarto. Depois de alguns minutos, Ludmila teve um respiro. Nossa amiga se levantou e seguiu em frente. Desta vez com as pernas bem abertas, ela colocou a buceta na cara da minha mulher. Ela, ansiosa para devorá-la. Gozou na minha boca e eu gritei: dentroooo! Me ajoelhei e peguei suas pernas com as minhas mãos, levando seus tornozelos para cima. A depiladora que estava massageando os peitos da minha mulher pegou meu pau e apontou para a boceta da minha esposa. Empurrei com suavidade e enfiei tudo. Aos poucos aumentei a frequência e parti para a bombada a todo vapor. Já não aguentava mais a vontade de estar dentro da Ludmila. Lá em cima nos beijávamos e eu agarrava os peitos da Camila enquanto ela com a mão direita esfregava o clitóris da minha esposa e com a esquerda apalpava seus seios. Em agradecimento por sua parte, eu lambia toda a buceta e engolia seus fluidos.
Não demorou muito até que minhas bolas pediam passagem e minha gozada se tornou iminente. Comecei a gritar e todo o trio se fundiu em um orgasmo coletivo. Os três nos movíamos freneticamente, liberando nossos fluidos. Eu gozei dentro da buceta da Ludmila e ela me cobriu com seus fluidos e seus músculos apertados. Camila a afogou com seus fluidos, que acabaram molhando todo o lençol.
Caímos exaustos, bêbados de prazer. Todos enroscados na cama mais quente do mundo. Aproveitando o cheiro de sexo, o contato de nossas peles, o calor corporal, os peitos agitados pela respiração. Um clímax perfeito.
Com alegria, fomos nos reerguendo e passamos a tomar um banho, cada um na sua vez. Nos elogiamos por como foi bom e prometemos repetir a experiência. Nos aproximamos da porta, e desta vez fomos nós que partimos a boca da Camila com um beijo.
Nos despedimos com naturalidade e voltamos para nosso lar.
Continua...
http://www.poringa.net/posts/relatos/2997989/Apasionante-reencuentro-VII.html
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