Surpresa de Trio (VI)

Precede de:http://www.poringa.net/posts/relatos/2991506/El-casamiento-de-Paula-y-Roberto.htmlO outono lá fora se faz sentir, mas aqui dentro tá pegando fogo. Desde a nossa depilação pélvica ousada, estamos feito coelhos com minha esposa. Não existe dia nem horário que dite o ritmo pra gente.

Meu aniversário tá chegando e ela me prometeu um presente importante. Tento investigar, fico de olho nos movimentos dela, tento pescar alguma coisa nas ligações, mas tudo parece muito normal. Mexer no celular dela nunca foi uma opção. Embora tenha sentido vontade, esse é um limite que a gente combinou, sem precisar falar, de não ultrapassar.

Com antecedência, pedi uma semana de férias pra aproveitar que a empresa onde a Ludmila trabalha fecha pra balanço. Era uma oportunidade foda pra gente se curtir ao máximo.

O dia tão esperado chegou e começamos com uns mates na cama junto com umas facturas deliciosas. Depois saímos pra passear e ela me deixou escolher o cardápio. Talharim fresco com um molho de almôndegas. Depois do almoço, veio o sorvete e um filme bem tranquilo. Eu tava muito ansioso por dentro, tentando arrancar alguma pista no meio dos papos, mas não tinha jeito de furar o bloqueio dela pra surpresa.

Lá pelas 17h, ela me chama pra tomar um banho juntos. "Aqui começa", pensei. Ela cuidou do meu corpo e eu do dela, mas não passou de umas apalpadas e uns beijos. A gente tava super tarado, mas aquilo era só pra entrar no clima.

Ao sair do banho, fomos pro quarto, os móveis estavam afastados e no meio tinha uma maca de massagem. Ela mandou eu deitar de bruços e colocar o rosto no buraco que tem pra isso. Se nunca fizeram, vou contar: é muito difícil abrir os olhos nessa posição, e sabendo o que vinha, não quis atrapalhar meus outros sentidos olhando pro chão. Então, de olhos fechados, esperei minha gata se preparar pra fazer o que tinha planejado comigo.

Um óleo com cheiro de lavanda começa a banhar meu corpo. As mãos dela me massageiam de ponta a ponta. Desde o meu pescoço, fazem um trabalho foda nos meus trapézios, descem pelas minhas costas... Homoplatos, fazem menos pressão nas costelas, mas aumentam ao redor da região lombar. Voltam pros meus ombros e descem até minhas mãos. Depois se posicionam na minha bunda, amassando meus glúteos e roçando de sacanagem minhas bolas. Continuam pras minhas pernas e terminam com muito esforço nos meus pés. Dizem que é dali que se destroem todas as contratura do corpo, então nessas extremidades concentrou bastante.

Pediu pra eu virar e ficar de barriga pra cima. No meio do processo, cobriu meus olhos com uma almofadinha que deixava minha visão na escuridão total.

De novo, o trabalho começou de cima pra baixo. Meus peitorais, meu abdômen e chegou até a parte de cima do meu pau, acariciando de leve. Foi pros meus braços e depois passou pras minhas pernas. Tudo com muito amor e uma precisão foda. Pensei que ela realmente tinha levado isso a sério e estudado. Não sabia que ela era tão boa em massagem.

De novo, ela tava amassando meu peito quando minha pele começou a sentir algo estranho. As mãos faziam um tipo de movimento, depois se afastavam de mim e copiavam o desenho. Mas onde a palma e os dedos indicavam uma direção, depois apoiavam no oposto. Ela não conseguiria dar a volta na maca tão rápido, além de não fazer sentido.

Deixei ela fazer e conferi de novo com outra aplicação das mãos. Algo me cheirava mal.

Num momento, parei de sentir ela, ouvia ela passando óleo e finalmente pegou na minha rola. Começou a acariciar, de cima pra baixo, apalpava minhas bolas, endureceu na hora. Depois segurou com uma mão a base da minha rola e começou a esticar meus testículos. Adoro quando ela faz isso! Pegou minha rola de novo pela base e empurrava pra baixo. Com a outra mão, cobriu meu membro e me masturbava. Nisso, sinto ela esfregar a cabeça do pau e apertar minhas bolas, tudo ao mesmo tempo. Pô! São quatro mãos! Me inclino e tiro a almofadinha dos olhos.

Ludmila à minha direita e Camila à minha esquerda, a depiladora.
As duas sorriem, me olham e, em uníssono, falam: Surpresaaa!
Eu fiquei chocado. Pensei: conseguiu! A Camila conseguiu fazer um menage, ela, minha mulher e eu! Não sabia o que dizer ou fazer. Elas esperavam uma reação e eu fiquei paralisado. Um sorriso se desenhou no meu rosto e elas voltaram a fazer as massagens. Aí entendi como a Ludmila tinha tanta mão boa pra massagem e as voltas que os dedos dela faziam.

C - Como a gente tá se saindo?
L - Tá gostando?
F - São geniais! Tô amando. Não dá pra perceber?
C - Dá, sim, você tá durasso. Mais duro do que quando enfiou em mim.

Pá! Como ela vai falar uma coisa dessas? E na frente da Ludmila? Fiquei pálido.

L - Ela já me contou do "exercício" que vocês fizeram quando você se depilou. (Olhando pra Camila) Comigo também fez exercício. (Riem)

Eu não conseguia sair do espanto. Não só ela tava topando um menage, como já tinha tido sexo lésbico. Por isso tava tão tarada na sexta que viajamos pra Córdoba.
Continuaram trabalhando na minha pica, que já tava explodindo, e eu começava a me contorcer de prazer. Elas não queriam que eu gozasse tão cedo, então, num sinal, me soltaram.

C - Tá meio calor, né?
L - É, vamos ficar mais à vontade.

A Ludmila tava de roupão, do jeito que saiu do chuveiro. Tirou ele e ficou nua na hora. A Camila começou a tirar a camiseta, dando uns pulinhos pra fazer os peitos balançarem. Ela sabe que esses peitos me enlouquecem! Minha esposa vira de costas.

L - Espera, vou te ajudar.

De um jeito bem sensual, ela se posicionou atrás da Camila e começou a acariciar o corpo todo dela. Elas também estavam muito taradas e não conseguiam segurar a vontade que sentiam uma pela outra. Devagar, percorreu ela inteira, agarrou forte as bundas dela, os peitos, enfiou as mãos entre as pernas. Beijou o pescoço dela e se preparou pra puxar a legging. Quando chegou no chão e ficou com a bunda na cara dela, mordiscou e encheu de beijos. Tirou a roupa e voou pra uma cadeira. Já de lá, mordeu a Fio dental e ela puxou pra baixo com os dentes. Enquanto isso, a loira não aguentou a tentação e começou a me masturbar. Eu tinha fraqueza pelo meu pau. Já sem roupa, ela mexia os quadris enquanto minha esposa se metia entre as bandas da bunda dela, lambia o cu e a buceta dela. Por baixo, ela enfiou a mão direita entre as pernas e colocou dois dedos na racha dela. Camila suspirou e apertou meu pau com força. Ludmila se levantou e desabotoou o sutiã que segurava aqueles peitos firmes. Caiu longe no chão e as mãos dela foram direto apertar aqueles melões duros e quentes. O par de mamilos dela me olhava diretamente e pedia pra eu chupar eles.

Eu me inclinei pra esquerda e me apoiei no cotovelo. Aquelas tetas lindas ficaram bem na altura pra eu chupar igual uma sanguessuga. Camila era atacada por duas frentes. Eu em cima, nos peitos dela, e Ludmila de joelhos metia língua e dedos nos buracos maravilhosos dela.

Que prazer enorme me dava compartilhar com minha esposa esse corpo gostoso que a gente tinha no meio.

F- Ludmila... Eu te amo! Te amo de todo coração. Me sinto super feliz de ter você do meu lado e poder dividir essa gostosa na intimidade. Obrigado por esse presente.

L- Eu também te amo muito. Um tempo atrás, eu não sabia o que estava perdendo. Engolir seu leite, nos abrir sexualmente pra outras experiências, tudo é graças a você e eu adoro!

Voltamos a cuidar da Camila e fizemos ela gozar jorrando. Levantamos e nos beijamos muito entre os três enquanto roçávamos e acariciávamos nossos corpos.

Fomos pra cama e era a vez da minha mulher. Ela deitou de barriga pra cima, eu abri as pernas dela e chupei a buceta dela. Ao mesmo tempo, Camila avançou por cima da cabeça dela e se ajeitou pra chupar os peitos entre elas. Levantei o olhar pra aquela cena e com mais vontade chupei aquela buceta. Que tesão que tava no quarto. Depois de uns minutos, Ludmila deu uma pausa. Nossa amiga levantou e seguiu em frente. Dessa vez com as pernas bem abertas, ele colocou a pussy na cara da minha mulher. Ela, ansiosa pra devorar. Gozei na boca dela e gritei den-tro! Me ajoelhei e peguei as pernas dela com minhas mãos, levando os tornozelos pra cima. A depiladora que tava massageando os peitos da minha mulher agarrou meu pau e apontou pra racha da minha esposa. Empurrei devagar e meti inteiro. Aos poucos aumentei a frequência e soltei o bombardeio total. Já não aguentava mais a vontade de estar dentro da Ludmila. Em cima, a gente se beijava e eu pegava nos peitos da Camila enquanto ela, com a mão direita, esfregava o clitóris da minha esposa e, com a esquerda, apalpava os peitos dela. Em agradecimento, ela lambia toda a pussy e engolia os fluidos dela.
Não demorou muito até minhas bolas pedirem passagem e minha porra ficar iminente. Comecei a gritar e o trio inteiro se fundiu num orgasmo coletivo. Nós três nos mexíamos freneticamente, segregando nossos fluidos. Gozei dentro da pussy da Ludmila, e ela me cobriu com seus fluidos e músculos apertados. A Camila afogou ela com os próprios fluidos, que acabaram molhando todo o lençol.
Caímos exaustos, bêbados de prazer. Todos enroscados na cama mais quente do mundo. Curtindo o cheiro de sexo, o contato das nossas peles, o calor do corpo, os peitos ofegantes pela respiração. Um clímax perfeito.
Com alegria, fomos nos levantando e fomos tomar um banho, cada um na sua vez. Nos elogiamos pelo quanto foi bom e prometemos repetir a experiência. Chegamos perto da porta, e dessa vez fomos nós que arrebentamos a boca da Camila com um beijão.
Nos despedimos naturalmente e voltamos pra casa.

Continua...

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