A primeira vez de Andrea

Meu nome é Daniel, tenho 22 anos e vou contar sobre minha vida amorosa e sexual.

Minha história começa quando, em frente ao meu apartamento, veio morar uma das garotas mais gostosas que já vi na minha curta vida.

A pele dela era muito clara, o cabelo liso castanho, e o rosto de anjo, mas o que realmente me chamava a atenção era o corpo que ela tinha, uns peitos que se destacavam na camiseta de alcinha justa e uma bunda firme que dava pra ver graças à calça jeans apertada. Queria chegar perto pra cumprimentar, mas ela e a mãe estavam se mudando, então achei que só ia atrapalhar se fosse.

Os dias passaram e eu não conseguia parar de pensar nela, o que me deixava confuso e, pra ser sincero, meio irritado, já que nem a conhecia. Assim foram os dias até que finalmente tive o prazer de conhecê-la. Eu estava subindo as escadas em direção ao meu apartamento depois de jogar uma partida de futebol com meus amigos, estava de férias, então não tinha nada pra fazer naqueles dias, quando estava prestes a entrar pela porta, ouvi a voz dela.

-Oi

Me virei e lá estava ela…

-Oi – respondi

-Como você tá? – Ela perguntou

-Bem, e você?

-Estou bem…

Eu estava meio estranhando a situação, já que nesse tempo todo não tinha falado com ela e, de repente, lá estava ela.

-Sou sua vizinha, me mudei uns dias atrás, meu nome é Andrea Gallardo – ela disse

-Sim, notei, eu sou Daniel Vasquez, prazer… (Era realmente um prazer olhar pra ela)

Ela estava vestida com uns shorts apertados e uma blusa de alcinha que realçava seus atributos.

-Bom, é só isso, vim aqui só pra me apresentar.

Não podia deixar passar essa oportunidade de conhecê-la, então…

-Você tá com pressa ou pode entrar pra tomar alguma coisa?, claro, se sua mãe não tiver problema com isso.

-Acho que tenho um tempinho, além disso, ela não está – ela disse enquanto sorria

Entramos no meu apartamento e eu disse que Ela se sentou onde quisesse, enquanto eu ia pro meu quarto deixar a bolsa que trouxe do treino de futebol.

– O que você gostaria de beber? – perguntei… tenho Coca Booty, Sprite e, bom, cerveja.

– Acho que uma Escudo vai cair bem – ela disse com um sorriso safado no rosto.

– Ok… só não exagera na bebida, não vai querer passar uma impressão errada pro seu novo vizinho, hahaha.

Eu já tava soltão, haja confiança rápida.

– Claro que não – ela sorriu de novo pra mim.

O olhar e o sorriso dela tavam me matando.

– Bom… por que você não me conta um pouco sobre você? – ela perguntou.

– É… tenho 22 anos, estudo na universidade, curto futebol e, como pode ver, moro sozinho…

Não sabia mais o que dizer naquela hora, com ela na minha frente vestida só com um shortinho minúsculo e uma blusa que mal cobria ela, não conseguia pensar direito, tava nervoso demais.

E você, o que me diz? – perguntei.

– Eu tenho 20 anos e… – o celular dela começou a tocar, e quando ela pegou, caiu no chão, fazendo ela se inclinar e me mostrar aqueles peitões enormes.

– Oi, amor… cadê você? – ela atendeu.

Isso acabou com quase todas as minhas esperanças, como é que eu ia ficar com uma mulher que tem namorado? Difícil, mas não impossível.

– Desculpa, tenho que ir, meu namorado tá me esperando – ela disse, mas percebi que a ideia de ir embora não tava animando ela muito.

– Mas a gente tem que repetir isso, porque não deu pra se conhecer direito – ela falou.

– Fica tranquila, pode voltar quando quiser – sorri pra ela.

– Valeu, a gente se vê.

E assim, sem mais, ela saiu pela porta. Em questão de segundos, corri pro meu notebook pra procurar ela no Facebook… achei na hora e uma ereção começou a crescer dentro da minha calça quando vi as fotos dela, todas com uns decotes enormes, e com amigas tão gostosas quanto ela. Não aguentei a tentação e comecei a bater uma olhando pra ela. Gozei em questão de minutos, nunca tinha terminado tão rápido. Aquela mina realmente me deixava louco.

O resto do dia seguiu sem maiores problemas. Só fui dormir mesmo.

No dia seguinte, tinha um jogo de futebol contra nosso maior rival (jogo num time da minha cidade pequena). Qual não foi minha surpresa ao ver ela na torcida, mas torcendo pro time adversário :(… Assim que o jogo acabou e com a vitória na mão, cheguei perto dela.

— Oi, o que cê tá fazendo aqui?

— Ah, oi Dani (ela já tinha pegado confiança, me chamando de Dani) — vim torcer pro meu namorado, mas você ganhou dele.

— Sério? E… qual deles é?

— Aquele — ela apontou pro goleiro do time adversário, que vinha vindo na nossa direção.

— Ah… ele — respondi meio sem vontade… — Tenho que ir me trocar, depois a gente se vê talvez.

— Beleza, depois a gente fala — ela se despediu me dando um beijo na bochecha.

Depois disso, tomei um banho no vestiário e saí com meus companheiros de time pra umas cervejas pra comemorar a vitória.

Quando voltei pro meu apê já era tarde e tava escurecendo. Vi a Andrea nas escadas, com os olhos cheios de lágrimas, e cheguei perto dela.

— O que foi?

— Nada — ela falou entre lágrimas.

— Fala, vai. Não dá pra ficar chorando à toa.

— É que… meu namorado terminou comigo — ela disse me olhando com as bochechas molhadas de lágrimas.

— Ele terminou com você? Mas ele é louco ou o quê?

Ela só se aproximou de mim devagar, meio hesitante, e me abraçou suavemente. Mesmo me conhecendo há só um dia, senti que ela, por algum motivo, confiava em mim. E eu só pude abraçá-la de volta.

— Cadê seus pais? — perguntei.

— Tão trabalhando — ela respondeu angustiada.

— Então vem pro meu apê, bora.

— Ok — ela falou, ainda com lágrimas nos olhos.

Quando entrei no apê, mandei ela sentar no sofá enquanto eu ia pra cozinha fazer um café e também fui no quarto pegar lenços descartáveis, pra depois voltar pra ela.

— Toma aqui — falei, entregando os lenços e depois a xícara de café.

— Valeu — ela respondeu com a voz Um pouco mais calma.
—Então… o que aconteceu com seu ex?… Sei que a gente quase não se conhece, mas você precisa desabafar com alguém.
—É que ele sempre foi extremamente ciumento, e ficou bravo porque me viu te dar um beijo na bochecha.
—Só por isso?
—Sim — ela disse enquanto me olhava direto nos olhos, o olhar dela me derretia, eu teria beijado ela naquele exato momento, mas ela estava vulnerável e eu não queria que as coisas rolassem desse jeito.
—Pega seu café, e não se preocupa, no fim das contas, o problema é dele, não seu.
—Como assim?
—Que você é gostosa demais pra ele — fiquei nervoso, falei sem pensar.
Passaram uns 3 segundos de silêncio que pareceram uma eternidade.
—Valeu — ela disse com um sorrisinho.
—Então por que a gente não continua de onde parou ontem? — falei tentando animar ela.
—Do quê?
—Você ia me falar sobre você quando te chamaram no telefone.
—Verdade, tinha esquecido, mas antes, desculpa por vir chorar na sua casa que nem uma idiota, Dani.
—Sem problemas.
—Não te incomoda eu ter essa intimidade toda de vir na sua casa e te chamar de Dani?
—Claro que não, mas é melhor me chamar de Alex.
—Por quê?
—Meu segundo nome é Alexander e todos meus amigos próximos me chamam de Alex, sempre gostei mais desse nome.
Ok, Alex… então, eu tenho 20 anos, estudo na universidade, sempre pego muita intimidade com as pessoas, como você já deve ter percebido, haha.
Depois disso, ela continuou falando sobre ela e tudo mais, mas eu mal conseguia ouvir, a única coisa que eu queria era olhar pra ela e ver como a cada momento ela ficava mais animada. Depois disso, a mãe dela ligou no telefone dela pra ela ir pra casa, ela se despediu de mim com um beijo na bochecha bem perto da boca e foi embora.
Os dias foram passando e, sem perceber, já tinham se passado umas 4 semanas desde que a gente se viu pela primeira vez, ela passava a maior parte do dia comigo, me perguntava coisas mais íntimas, tipo sobre minha família e também sobre amigos e amigas. Assim como ela. ela também me falava da vida dela.
Até que um dia as coisas rolaram. Fui na casa dela e a mãe dela abriu a porta me cumprimentando, a gente se dava bem.
-Oi, filho.
-Oi, tia, a Andrea tá?
-Tá sim, vou chamar ela.
Lá estava ela com aquele corpo gostoso e a carinha de anjo.
-Oi, bebê. (É assim que ela me chama, nossa relação era muito próxima apesar do pouco tempo)
-Oi, cê tá ocupada?
-Não, por quê?
-Tô entediado… Quer ir no cinema?
-Sim, claro – ela sorriu – Me dá um minuto que vou me arrumar.
Quando ela saiu, tava simplesmente linda, jeans justinho e blusa apertada (embora ela ficasse bem até vestida de mendiga).
-Beleza, vamos – ela falou.
Quando chegamos no cinema, ela escolheu um filme romântico que eu não tava muito afim de ver, mas não dá pra discutir com mulher, elas sempre vencem.
No meio do filme, os protagonistas se beijavam e eu criei coragem pra passar o braço em volta dela, meio nervoso de levar um fora, mas minha surpresa foi enorme quando ela se aproximou mais de mim e encostou a cabeça entre meu ombro e meu peito.
-Tava demorando, bebê, tava esperando por isso – ela sussurrou no meu ouvido.
-É sério?
-Sim, love.
Foi aí que eu não aguentei mais e simplesmente me joguei nela, beijando ela devagar no começo, pra depois começar a meter a língua e brincar com a dela, com a mão direita eu continuava abraçando ela enquanto com a esquerda eu tocava a barriga dela, subindo devagar pros peitos pra ir excitando ela aos poucos.
-Quer continuar vendo esse filme ou já quer vazar? – perguntei, todo excitado.
-Quero ir embora, meu love, bora agora – ela respondeu com a voz meio trêmula.
-Ok… você manda.
A gente saiu praticamente correndo do cinema direto pro meu carro.
-Dirige rápido, meu love – ela falou meio desesperada.
-Já tô indo, calma, calma – eu falei rindo porque nunca tinha visto ela daquele jeito.
Durante todo o caminho até meu apartamento, ela Ela não parava de beijar meu pescoço e passar as mãos pelas minhas pernas até chegar na minha virilha, me deixando louco.

Quando chegamos, fizemos o menor barulho possível ao passar pela porta do apartamento dela pra entrar no meu.

Dentro do apartamento, arranquei a blusa dela de uma vez, fazendo os botões voarem, deixando aqueles dois monumentos na minha frente. Também tirei o sutiã dela e comecei a chupar aqueles peitos que me deixavam obcecado, enquanto ela só gemia de prazer.

– Ah… Ah… love, continua assim – ela dizia entre gemidos

– Cê gosta assim, meu love? – eu falava, enquanto tirava minha camisa.

– Sim… Ah… continua… Não para.

Depois subi pra beijar os lábios dela enquanto desafivelava a calça justinha, revelando aquela rabuda enorme que eu comia com os olhos todo santo dia. Joguei a calça na frente da TV e só levantei ela pelas pernas, levando direto pro meu quarto, tudo isso sem parar de beijar ela.

Lá dentro, só coloquei ela na minha cama. Ela sentou na beira, na minha frente, desafivelando minha calça e me olhando com aqueles olhinhos lindos.

– É a primeira vez que eu faço isso, então por favor, vai com calma – ela disse, nervosa

– Primeira vez queeee…? – perguntei, meio confuso

– É… a primeira vez… que vou transar – ela falou, desviando o olhar pro chão, meio envergonhada.

Eu não acreditava, pelo jeito que ela me beijou no cinema, como me seduziu no carro e quando entramos no apartamento, achei que já tinha experiência.

– É sério, meu love? – eu chamava ela de love, como se fôssemos um casal há tempos.

– Sim, é sério – ela me olhava com aqueles olhos cheios de ternura.

– Fica tranquila, vou fazer com cuidado, tá bem? – falei enquanto beijava ela, queria que a primeira vez dela fosse especial, já que ela decidiu me dar a virgindade dela.

– Ok, meu love, mas devagar, viu?

Deitei ela devagar na cama, enquanto beijava os lábios dela, depois fui descendo lentamente… descendo pelo pescoço dela, até os mamilos, enquanto beijava um, o outro eu acariciava com a mão. Assim, os gemidos dela começaram a aparecer de novo. Continuei descendo pelo corpo dela até chegar na bucetinha dela, que já dava pra ver claramente que estava molhada. Tirei a calcinha dela e, sem hesitar, comecei a dar beijos, pra depois usar minha língua e satisfazê-la. Ela começou a mexer um pouco as pernas, cheias de prazer, junto com o aumento da respiração e dos gemidos.

– Você tá gostando assim, meu amor? – perguntei.

– Sim… Ah… assim… eu gosto… Ah – ela respondeu com as palavras entrecortadas.

Depois disso, subi pra beijar os lábios dela, enquanto apoiava devagar minha mão direita na bucetinha completamente molhada. Os gemidos dela aumentavam de novo, cada vez mais rápidos e mais fortes, conforme eu acelerava o ritmo da esfregada.

– Amor… acho… que vou… gozar… Ah… – ela gemeu.

– Tá bem, meu amor, deixa seu corpo fazer o resto.

Ela começou a se contorcer e gemia como uma louca, quase gritando, mostrando que tinha tido um orgasmo. Parecia meio exausta, então eu não ia pressionar pra continuar.

– Agora você vai entrar em mim? – ela perguntou com uma certa malícia. Eu me surpreendi, mas como via que ela ainda tava a fim de continuar, tinha que deixar ela satisfeita.

– Só se você me permitir, amor.

– Sim, mas devagar, tá?

– Como você quiser, amor.

Beijei ela de novo, beijei os peitos dela e mais uma vez comecei a tocar a buceta dela pra excitá-la de novo. Os gemidos escapavam da boca dela e meu pau tava no ponto máximo de ereção.

– Você tá pronta, amor?

– Sim, gostoso, tô pronta.

Comecei a enfiar a cabeça do meu pau devagar na buceta dela e notei que ela ficou corada. Continuei entrando um pouco mais e a respiração dela foi aumentando, até que num momento em que quase entrei por completo, senti algo que me impedia de continuar. Meu amorzinho tinha dito a verdade: aquela buceta deliciosa ainda era virgem, e eu seria o primeiro homem que ela sentiria dentro.

– Amor, isso provavelmente vai Vai doer um pouquinho, quer que eu continue?

– Sim… continua, dói um pouquinho, mas continua – ela respondeu de olhos fechados, mas com cara de tesão.

Tirei um pouco minha pica e enfiei de novo, uma vez atrás da outra, até que não aguentei mais e meti tudo, enquanto ela soltou um grito que provavelmente deu pra ouvir do resto dos apartamentos.

– Tá bem?

– Ah… Ah… sim… tô… bem…

Assim fui aumentando o ritmo aos poucos, transformando os gritinhos de dor dela em gemidos gostosos de prazer.

– Aí… ah… ah, amor, continua assim… ah… Não acredito… quanto tempo a gente perdeu… Ah

– Eu sei, amor… muito tempo – falei enquanto voltava a lamber os peitos dela, que eu não conseguia parar de olhar, apalpar e beijar nem se quisesse.

– Ah… Ah… Vou gozar… de novo, amor… de novo… ah – ela dizia entre gemidos.

– Eu também, amor… – só de ouvir o som dos gemidos dela, que me deixavam tão excitado, sabia que não ia durar muito mais…

Mas eu ainda não queria parar de foder ela, então fui desacelerando devagar pra depois colocá-la de quatro.

Agora vou te comer por trás, minha vida.

– Sim… quero por trás – ela dizia, completamente submissa a mim.

Enfiei minha pica de uma vez e ela gritou de novo como da primeira vez.

– Tá bem? – perguntei

– Sim, mas não tão forte que não tô acostumada.

Segui as ordens dela e comecei a bombar devagar, pra depois aumentar o ritmo das minhas estocadas e também o dos gemidos dela.

– Ah… assim, meu amor… assim – ela falava entre gemidos.

Eu olhava pra ela por um espelhinho que tenho no quarto, mas grande o bastante pra ver o rosto dela, que tava de olhos fechados, mas com um sorriso cheio de prazer.

– Tá gostando? – perguntei

– Muito… ah… ah… acho que não vou… aguentar muito mais.

– Eu também não, amor – nisso comecei a aumentar minhas estocadas num ritmo frenético.

– Ahh… Continua assim – ela gritava chegando no orgasmo.

– Ahhh… – dessa vez a gente gemeu junto, terminando. Nossos orgasmos ao mesmo tempo, mesmo que eu tenha tirado minha rola e espalhado todo meu gozo nas nádegas e nas costas dela pra não correr riscos.

Depois ela se virou sorrindo e eu fiquei uns segundos sobre ela, olhando direto nos olhos lindos dela, aí notei que tinha saído sangue da buceta dela sem eu nem perceber, sujando os lençóis.

— Amor... isso é normal, né? — ela me perguntou ao ver o sangue.

— Sim, princesa, não se preocupa — falei enquanto me deitava ao lado dela e não pude evitar ver que as pernas dela estavam com uns espasmos.

Ela se deitou junto comigo, apoiando a cabeça no meu peito enquanto eu a abraçava e a gente tentava se recuperar.

— Tô me sentindo meio fraca, isso também é normal? — ela disse.

— Sim, porque você perdeu fluidos, vem comigo.

— Pra onde?

— Pro chuveiro, amor, vem tomar banho comigo.

No caminho pro banheiro, notei que as pernas dela tremiam um pouco. Já no chuveiro, ela ainda tava meio cansada, então não forcei a barra pra transar de novo, tirei o sangue que ela tinha e meu esperma porque ainda tinha resíduos nas nádegas gostosas e nas costas dela.

Ao sair do chuveiro, falei pra ela ligar pra mãe, dizer que encontrou uma amiga e que ia dormir na casa dela, e sem questionar nada, ela fez exatamente o que eu mandei. Quando voltamos pro quarto, tiramos os lençóis sujos e colocamos uns limpos, aí só fomos pra cama, ela apoiando a cabecinha no meu peito.

— Ah... é verdade, eu tinha... esquecido de te perguntar — ela disse.

— O que foi, amor? — respondi.

— A gente... tá namorando? — ela levantou a cabeça e me olhou direto nos olhos, meio nervosa.

— Ha ha ha — ri.

— Não ri — ela falou.

— Bom, isso depende, amor. Você gostaria de ser oficialmente minha namorada? — perguntei enquanto a beijava.

— Sim... — ela disse com aquele sorriso lindo.

— Eu também quero isso, amor.

E a gente se fundiu num último beijo apaixonado antes de cair exaustos nos lençóis da "nossa" cama.

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