Homens e mulheres somos duas partes complementares e, como tal, não existe nada além da divisão da sociedade para nos separar… mas a natureza nos fez um para o outro e, como mortais, devemos cumprir essa ordem celestial suprema.
Julieta é uma daquelas fêmeas que causam estragos mentais e sexuais… é o tipo de mulher que todo mundo quer devorar centímetro por centímetro e curva por curva. Julieta é aquela mulher que, infelizmente, está muito perto de mim… é minha cunhada… e que cunhada, hein!
Acontece que essa história nasce do gosto por mulheres e… da sensualidade delas:
Julieta tem agora 23 anos e, como tal, recebeu de bom grado as mudanças hormonais da natureza, já que seu corpo se tornou extremamente curvilíneo, com carnes firmes e sensuais. Seus olhos já não são mais os daquela menina medrosa, mas os de uma mulher que clama por ser assediada. Sua boca já não é mais a de uma mulher que lambe os lábios, gritando para ser beijada.
Cada dia que a via, notava mudanças importantes nela, e ultimamente tenho percebido aquele desejo escondido, que ela derrama ao se vestir mais feminina, mais mulher, mais sensual… até mais ousada. Seus movimentos são mais safados e seu olhar mais provocante.
Sei perfeitamente que ela já percebeu que meu olhar para ela não é mais de cunhado para cunhada, mas de homem para mulher, e embora tenha se mostrado receosa, sua natureza a fez responder como deve responder… com evasivas, mas gritando para que eu continue olhando… com comentários de rejeição… mas pensando… continua… continua… com atitudes de negação… mas com um andar mais sensual, com mostras de "não me olhe", mas… se vestindo cada vez mais gostosa e ousada.
Essa é minha cunhada, a que diz que não quer… mas que deseja que tudo continue.
Tudo aconteceu quando fomos todos numa excursão, daquelas em família para a praia, onde as férias são aproveitadas ao máximo do que a necessidade pede. biológica.
Já instalados no hotel, eu e minha esposa ficamos hospedados exatamente em frente aos pais dela, e lá com eles ficou a Julieta. Tudo corria normalmente, ou seja, todo mundo em família, todo mundo na praia, na piscina, tomando cerveja e tequila, e eu admirando minha cunhada que se exibia toda gostosa com seus biquínis, e etc. e tal.
As noites, embora fossem mais para nós, os jovens, os pais da minha esposa queriam ficar com a gente, e isso começava a incomodar, já que a gente queria beber até ficar louco, dançar até cansar, e virar a noite até cair no sono de madrugada.
Finalmente, uma noite os pais da minha esposa caíram de cansaço, e aquela noite… aquela noite seria mágica para todos… mas em especial para Julieta e para mim.
Combinamos de ir a uma balada do hotel às 11 da noite, e para isso, eu e minha esposa nos arrumamos como a situação pedia, e chamei a Julieta, que já estava pronta e nos esperava no lobby do hotel. Os pais dela, pouco depois, foram até o quarto e só nos deram instruções: — Cuidem da Julieta, não deixem ela sozinha… etc… etc…
Minha esposa gosta de se vestir bem sexy, já que, como eu disse, a Julieta tem um corpaço delicioso, e minha esposa tem os mesmos atributos que ela. Quando descemos, a Julieta já estava nos esperando, e meus olhos ficaram grudados nela… e ela percebeu.
Ela estava vestida com uma minissaia vermelha de peça única, tão curta que a deixava… UFFFFFF. Sem meias e com um salto tão alto que era incrível que ela conseguisse se equilibrar, ainda mais com aquele salto agulha. As costas totalmente de fora e o decote na frente tão profundo que mostrava o começo dos peitos dela.
Na verdade, não sei como ela percebeu, mas o fato é que notei um certo desconforto da parte dela, porque na mesma hora ela se colocou do outro lado da minha esposa, e tentou sempre ficar atrás de nós, como se quisesse que eu não a visse mais. Assim fomos Fomos pra balada, e com o horário, o clima já tava esquentando cada vez mais.
As bebidas começaram a rolar e o tempo foi passando. Uma garrafa e três copos com gelo – foi nosso pedido inicial e agora, sendo duas da madrugada, a garrafa já tava quase no fim e eu e Julieta já estávamos só na dança e na bebida, sem nenhum pudor. Eu admirava ela sem medo… e ela… já não ligava mais pra eu ficar olhando, aliás, acho que até se exibia de propósito pra me agradar. Tentando não deixar minha esposa desconfortável, a gente dançava e bebia como se nada tivesse rolando, mas meus olhos estavam colados na Julieta e ela sabia disso.
Naquela hora, o estado já tava tão complicado que minha esposa já tava com a língua enrolada e a Julieta já tava mais soltinha, não só comigo, mas com os outros também. Várias vezes chamaram ela pra dançar e ela aceitou numa boa, e o ciúme começou a bater em mim, porque eu percebia que ela tava gostando quando dançavam com ela, e quando ficava batendo papo com esses desconhecidos, e mais ainda quando trocavam números de telefone. Em mais de uma ocasião, até um beijinho na bochecha na despedida acendeu minha raiva, mas eu não podia fazer nem falar nada.
O que fez meu vulcão explodir foi o seguinte: Julieta foi ao banheiro e aquele prazer de ficar olhando pra ela não me deixava perceber minhas próprias atitudes, e minha cunhada tava ligada nisso, porque quando ela tava indo pro banheiro, virou e me pegou devorando ela com os olhos. Ela sorriu pra mim, mas foi direto pro banheiro. Não sei quanto tempo passou, mas a verdade é que pareceu uma eternidade, e eu não conseguia me soltar pra ir ver por que a demora, já que também não podia ser óbvio na frente da minha esposa. O ciúme tava queimando minha atitude, e eu não sabia como agir. Não aguentei mais e falei pra minha esposa que a Julieta já tinha demorado e que ela fosse procurar. Ela foi sem cerimônia, mas o estado dela não deixava ela agir muito bem, então eu levantei e fui junto, com a desculpa de cuidar dela. Chegamos no banheiro, e lá pedi pra camareira dar uma força pra ela. Entrei no banheiro pra procurar outras pessoas.
Foi o que fiz, e quando entrei, outro cara que tava lá me disse: – Tá procurando alguém? Respondi que sim, e falei que era uma mina de vestido vermelho… Não terminei de falar quando ele me indicou que tinha visto ela ir pro balcão com um cara.
Não aguentei e fui até o balcão, mas também não vi ela, então voltei e, tentando perguntar pro cara sobre ela, ele só disse: – Vi ela indo pra lá, mas não pro balcão, sim pra aquela porta do lado do balcão. Senti o sangue subir na cabeça, e não sabia o que fazer: entrar naquele lugar ou esperar minha esposa. O tempo pareceu eterno, já que minha esposa não saía do banheiro.
Quando ela saiu (quase quinze minutos depois), indiquei que fôssemos pra mesa, que pelo visto ela já sabia onde era – sem alarmar ela. Ela obedeceu e, quando a coloquei no banquinho, mandei ela esperar ali. Inquieto, mas pensativo, fui pro lugar onde disseram que ela tinha entrado. Quando cheguei perto, percebi que era praticamente impossível entrar, porque tinha uma porta intermediária que precisava ser aberta de dentro, e meu desconforto era total.
O garçom, me vendo ali perto, perguntou o que eu queria, e sem saber o que dizer, só perguntei: – Não viu uma mina de saia vermelha que tava por aqui? O garçom me olhou e perguntou: – É parente sua? E eu só respondi: – Sim, minha cunhada. O garçom pensou um tempão, se aproximou de mim e disse: – Vimos ela por aqui… mas tava com o dono da balada… e depois não vimos mais. Fiquei louco só de pensar que ela tava dando pra outro que não fosse eu, e que a buceta dela fosse penetrada antes de eu poder fazer isso. Não imaginava minha cunhada dando um boquete foda em outro pau que não fosse o meu, e, principalmente, não imaginava ela pedindo pra ser fodida a noite inteira, antes de pedir pra mim… pra mim, que sou o cunhado dela.
Fiquei andando em círculos, me desesperando cada vez mais, sem ter uma resposta clara para minhas atitudes. Naquele momento, vejo um homem saindo pela porta onde me disseram que ela tinha entrado, e não soube o que fazer de novo. Era um homem jovem, alto, tipo uns 1,90m de altura, sobrancelhas grossas, corpo atlético, e o cabelo grudado na cabeça com um rabo de cavalo comprido que quase batia no meio das costas. A camisa aberta até o meio do peito deixava ver uma corrente grossa de ouro e, nos pulsos, pulseiras extremamente chamativas de ouro, anéis e um charuto Cohíba aceso.
Imaginei o pior de tudo, minha Julieta chupando o pau dele e engolindo todo o esperma até não sobrar nada. Imaginava aquele bum que eu queria pra mim, ele comendo a bunda dela, e os peitos dela, apalpados até cansar por aquelas mãos enormes. Não me via minha Julieta, gritando de prazer e gemendo cada vez mais a cada estocada daquele homem. Minha mente ficava louca e não clareava nada.
Vi aquele homem tão tranquilo que não conseguia conceber mais nada. Imaginava o pior e me senti derrotado… minha cunhada tinha sido fodida por um filho da puta que nem a conhecia… não pode ser.
Então aconteceu algo… saiu daquela porta uma mulher numa minissaia enlouquecedoramente pequena, vermelha, mas… não era a Julieta. Senti um terremoto em cima de mim, ao mesmo tempo que um gosto merecido. No entanto… onde estava a Julieta… minha mente começou a se revirar ainda mais e comecei a me inquietar de novo.
Sem mais, virei para procurá-la, e não a via. Me aproximei da minha esposa, e agora ela estava com outro homem conversando… na verdade não senti ciúmes porque minha mente estava ocupada com a Julieta… e eu não media consequências. Só me aproximei e perguntei se não tinham visto ela, e ao receber um não, disse pra minha esposa que voltava já. Saí do lugar, e fui dar uma volta fora da balada. Não vi ninguém nem nada. Voltei pra dentro, e lá dentro ficava dando voltas tentando encontrá-la. Uma energia especial me fez virar os olhos pra onde estava minha esposa, e o que vi me chocou pra caralho… ela tava se beijando com aquele cara desconhecido… Minha mente pirou e minhas reações não acreditavam no que eu via. Ia partir pra cima deles, quando outra coisa aconteceu: Julieta saía daquela porta famosa do bar, onde antes eu tinha visto aquele homem e aquela mulher vestida tão parecida com minha cunhada saírem. Mas o pior foi quando, atrás dela, vinha um filho da puta moreno, nada atraente, mais baixo que ela, gordo e careca. Não dava pra acreditar… que porra tava rolando.
Não soube o que fazer… de um lado minha esposa se pegando com um estranho e do outro minha cunhada saindo de outro lugar com um homem insignificante… o que eu faço? Me perguntava. O impulso me levou direto pra Julieta pra cobrar dela, e quando me aproximei, o sorrisinho safado e provocante dela fez minhas pernas bambear, e em vez de xingar, pedi pra ela me dizer o que tava fazendo com aquele cara. Olha, cunhado… não sei como te dizer… só posso falar que fiquei com ele na minha imaginação, me levou a ver os lábios carnudos e delicadamente maquiados dela, e não conseguia imaginar aquela boca gostosa chupando a pica do homem que acabara de sair. Não conseguia imaginar ela gozando com aquele cara insignificante e o pior… não imaginava Julieta gozando gostoso com aquele sujeito… _O que foi, cunhado, por que essa cara?_ – me interrompeu minha cunhada na hora que só consegui responder. _E por que com ele?_ – Ela sorriu pra si mesma, e só falou – não se preocupa, cunhado… ele não conseguiu fazer nada.. – Meu rosto se iluminou, mas perguntei de novo – não conseguiu fazer nada… mas e você? – e ela, toda safada, respondeu – Bom… eu fiz a minha parte. – Tudo isso me deixava louco, mas nessa hora meu pau no meio da calça já tava no talo.
Da minha esposa eu não sabia nada e naquele momento Julieta tomava conta de mim. Vamos dançar, minha cunhada disse, e feito um robô, me deixei levar quando as mãos dela pegaram as minhas. Os dedos dela se enroscaram nos meus. Na dança, aquela música safada e os braços dela envolvendo os meus, a respiração dela perto da minha e a pele dela roçando na minha, me deixaram a mil, e meu volume no meio da calça, se agitava igual uma cobra querendo sair.
Um passo muito perto de mim fez o quadril dela roçar no meu pau, e noutro, a mão dela roçou de novo em mim. UHF, só vi os olhos dela, e sem me dizer nada, ela olhou pro meio das minhas pernas e virou pro outro lado.
Não soube o que dizer, e num instante apertei ela de novo contra mim, deixando a barriga dela colada na minha, e a minha bagaça, no meio das pernas dela. Não soube o que dizer e ela também não, mas a gente se sentiu, e foi um puta prazer pros dois.
Minhas mãos percorreram as costas nuas dela, e as mãos dela fingiam arranhões gostosos nos meus braços. A respiração dela ficou ofegante, e quando perguntei como ela conheceu aquele cara, ela encostou a boca no meu ouvido e, quando começou a me contar, senti o hálito dela com cheiro de porra…
— Eu tava saindo do banheiro e trombei com ele, e é que ele é o professor da minha escola… ele me cumprimentou e já tava de copo cheio… eu também… e um garçom viu a gente e disse que a gente podia conversar mais à vontade numa salinha que tem na balada… e eu não imaginava nada até a gente entrar naquelas salinhas, e lá dentro a gente começou a conversar, e do nada, deu uma vontade de beijar ele, mas entre beijos e abraços, senti a coisa dele dura e não consegui me segurar de abrir a calça dele e devorar aquele pau. Não me lembro de mais nada até sentir que tava me afogando com o gozo dele na minha boca e foi aí que percebi o que tinha feito. A gente se arrumou e saiu, e foi quando te vi.
Naquele momento, lembrei quando vi ela, e lembrei da minha esposa. Virei pra procurar ela e ela já não tava no lugar, mas sim quatro copos… o dela, o da Julieta, o meu e… o outro?
Tentei raciocinar, mas senti naquela hora uma roçada da bucetinha da minha cunhada no meu pau e senti que ia gozar. Julieta só me disse: quer ver onde a gente foi? E eu, olhando pra… oportunidade da minha vida, me deixei levar por ela. Saímos da pista e fomos até o bar, onde Julieta chamou um garçom e, com intimidade, disse – Ei Hugo, pode deixar a gente passar pra sua sala? – O cara me olhou e, sorrindo, só falou. – Claro.
Ele abriu a porta e entramos pelos fundos, e quando abriu a outra porta, senti um calafrio de desejo enorme… Julieta seria minha como sempre sonhei. Descemos um andar, e lá tinha várias salas privadas, com um sofá, uma mesinha de centro, uns vasos e bem acarpetado. Do jeito que eu queria.
Entramos numa, e começamos a conversar, até que eu, sem querer perder tempo e olhando as pernas dela, mais decidido. Só perguntei: e o que você fez mais? Isso foi o suficiente pra ela me dizer – Quer meu cunhado saber o que eu fiz? – eu falei pra ela me contar o que tinha feito, e ela só respondeu: Quer saber ou quer sentir?
Foi o bastante e, na hora, nos enroscamos num beijo tão quente que nem percebi que estávamos nos despindo completamente. Minhas mãos, mais do que acariciar aquele corpo gostoso, arranhavam, e meus beijos eram mais mordidas, mas Julieta gemia docemente, pedindo mais e mais. – Assim, cunhado, me faz sua… agora é a hora… agora sou sua… só sua… ohhhh… ohhhh… mais… mais… assim… quero que ninguém saiba disso… ninguém, ouviu, seu safado… uauuuu… que pau você tem… mete tudo… até o fundo… assim… ahhhh.
Minhas mãos percorriam aquele corpo delicioso, as mãos dela envolviam meu pau como se fosse um tesouro. Ela me deu um boquete tão gostoso que quase gozei na boca dela, mas segurei, porque precisava comê-la direito. Nisso, ouvi um grito de prazer enlouquecedor numa sala ao lado, e fiquei chocado quando escutei: Assiiim… Ohhhh… metem todos ao mesmo tempo… aquela voz me deixou paralisado… era a voz da minha esposa. Estavam fodendo com ela do meu lado enquanto eu comia minha cunhada.
Ouvi a voz dela de novo, mas mais suplicante… _ aqui está a putinha de vocês, seus safados, me vão foder como o que eu sou ou vou sair pra procurar uns caras mais machos, hein!"
Não soube o que dizer, já que estava comendo minha cunhada e o olhar perdido dela mostrava que ela estava gozando como poucas vezes. Mesmo assim, ouvir que minha puta de esposa estava ao lado transando com desconhecidos me irritava, mas essa dor e ciúme se transformavam em prazer e raiva, então eu enfiava cada vez mais forte em Julieta até conseguir fazê-la gozar mais duas vezes... e eu não conseguia gozar porque a raiva me travava, mas Julieta estava aproveitando cada vez mais.
De repente, minha cunhada se virou e disse: — Agora sim, brother in law... você sempre quis essa bunda, né?... Parte ela com seu pau... parte ela no meio como estão partindo a sua esposa aqui do lado... vai, filho da puta, me come que essa vai ser a única vez que vou deixar você fazer isso... nunca mais vai meter seu pau em mim... nunca mais.
Isso que ela disse me acelerou e comecei a meter com tudo no cu dela, até ela começar a gritar que eu estava partindo ela ao meio, mas que continuasse. Do lado, minha esposa gritava a mesma coisa e eu estava completamente excitado. Tava enrabando minha cunhada enquanto minha esposa era enrabada por vários caras ao lado. Julieta só conseguiu dizer: — Brother in law... me dá mais... me dá mais... que essa vai ser a única vez que você vai me comer, por isso... ahhh... por isso... aproveita... como minha irmã tá se aproveitando agora... me come mais... mais... porque nunca mais vou deixar você fazer isso.
Meti com tudo até que, depois de meia hora, consegui gozar na bunda dela e na boca dela, enquanto da minha esposa eu nem liguei muito... porque senti um tesão enorme e, graças a ela, consegui foder gostoso pra caralho minha cunhada, e ela nunca descobriu que eu soube da aventura dela.
Na volta, Julieta ficou na nossa casa e, antes de ir embora, sorriu de novo e disse: — O que foi, foi. E o que não foi, não foi... e não vai se repetir. E ela realmente cumpriu... apesar de sempre vir de minissaia e roupa justa... QUE CUNHADA cunhado!!!
Julieta é uma daquelas fêmeas que causam estragos mentais e sexuais… é o tipo de mulher que todo mundo quer devorar centímetro por centímetro e curva por curva. Julieta é aquela mulher que, infelizmente, está muito perto de mim… é minha cunhada… e que cunhada, hein!
Acontece que essa história nasce do gosto por mulheres e… da sensualidade delas:
Julieta tem agora 23 anos e, como tal, recebeu de bom grado as mudanças hormonais da natureza, já que seu corpo se tornou extremamente curvilíneo, com carnes firmes e sensuais. Seus olhos já não são mais os daquela menina medrosa, mas os de uma mulher que clama por ser assediada. Sua boca já não é mais a de uma mulher que lambe os lábios, gritando para ser beijada.
Cada dia que a via, notava mudanças importantes nela, e ultimamente tenho percebido aquele desejo escondido, que ela derrama ao se vestir mais feminina, mais mulher, mais sensual… até mais ousada. Seus movimentos são mais safados e seu olhar mais provocante.
Sei perfeitamente que ela já percebeu que meu olhar para ela não é mais de cunhado para cunhada, mas de homem para mulher, e embora tenha se mostrado receosa, sua natureza a fez responder como deve responder… com evasivas, mas gritando para que eu continue olhando… com comentários de rejeição… mas pensando… continua… continua… com atitudes de negação… mas com um andar mais sensual, com mostras de "não me olhe", mas… se vestindo cada vez mais gostosa e ousada.
Essa é minha cunhada, a que diz que não quer… mas que deseja que tudo continue.
Tudo aconteceu quando fomos todos numa excursão, daquelas em família para a praia, onde as férias são aproveitadas ao máximo do que a necessidade pede. biológica.
Já instalados no hotel, eu e minha esposa ficamos hospedados exatamente em frente aos pais dela, e lá com eles ficou a Julieta. Tudo corria normalmente, ou seja, todo mundo em família, todo mundo na praia, na piscina, tomando cerveja e tequila, e eu admirando minha cunhada que se exibia toda gostosa com seus biquínis, e etc. e tal.
As noites, embora fossem mais para nós, os jovens, os pais da minha esposa queriam ficar com a gente, e isso começava a incomodar, já que a gente queria beber até ficar louco, dançar até cansar, e virar a noite até cair no sono de madrugada.
Finalmente, uma noite os pais da minha esposa caíram de cansaço, e aquela noite… aquela noite seria mágica para todos… mas em especial para Julieta e para mim.
Combinamos de ir a uma balada do hotel às 11 da noite, e para isso, eu e minha esposa nos arrumamos como a situação pedia, e chamei a Julieta, que já estava pronta e nos esperava no lobby do hotel. Os pais dela, pouco depois, foram até o quarto e só nos deram instruções: — Cuidem da Julieta, não deixem ela sozinha… etc… etc…
Minha esposa gosta de se vestir bem sexy, já que, como eu disse, a Julieta tem um corpaço delicioso, e minha esposa tem os mesmos atributos que ela. Quando descemos, a Julieta já estava nos esperando, e meus olhos ficaram grudados nela… e ela percebeu.
Ela estava vestida com uma minissaia vermelha de peça única, tão curta que a deixava… UFFFFFF. Sem meias e com um salto tão alto que era incrível que ela conseguisse se equilibrar, ainda mais com aquele salto agulha. As costas totalmente de fora e o decote na frente tão profundo que mostrava o começo dos peitos dela.
Na verdade, não sei como ela percebeu, mas o fato é que notei um certo desconforto da parte dela, porque na mesma hora ela se colocou do outro lado da minha esposa, e tentou sempre ficar atrás de nós, como se quisesse que eu não a visse mais. Assim fomos Fomos pra balada, e com o horário, o clima já tava esquentando cada vez mais.
As bebidas começaram a rolar e o tempo foi passando. Uma garrafa e três copos com gelo – foi nosso pedido inicial e agora, sendo duas da madrugada, a garrafa já tava quase no fim e eu e Julieta já estávamos só na dança e na bebida, sem nenhum pudor. Eu admirava ela sem medo… e ela… já não ligava mais pra eu ficar olhando, aliás, acho que até se exibia de propósito pra me agradar. Tentando não deixar minha esposa desconfortável, a gente dançava e bebia como se nada tivesse rolando, mas meus olhos estavam colados na Julieta e ela sabia disso.
Naquela hora, o estado já tava tão complicado que minha esposa já tava com a língua enrolada e a Julieta já tava mais soltinha, não só comigo, mas com os outros também. Várias vezes chamaram ela pra dançar e ela aceitou numa boa, e o ciúme começou a bater em mim, porque eu percebia que ela tava gostando quando dançavam com ela, e quando ficava batendo papo com esses desconhecidos, e mais ainda quando trocavam números de telefone. Em mais de uma ocasião, até um beijinho na bochecha na despedida acendeu minha raiva, mas eu não podia fazer nem falar nada.
O que fez meu vulcão explodir foi o seguinte: Julieta foi ao banheiro e aquele prazer de ficar olhando pra ela não me deixava perceber minhas próprias atitudes, e minha cunhada tava ligada nisso, porque quando ela tava indo pro banheiro, virou e me pegou devorando ela com os olhos. Ela sorriu pra mim, mas foi direto pro banheiro. Não sei quanto tempo passou, mas a verdade é que pareceu uma eternidade, e eu não conseguia me soltar pra ir ver por que a demora, já que também não podia ser óbvio na frente da minha esposa. O ciúme tava queimando minha atitude, e eu não sabia como agir. Não aguentei mais e falei pra minha esposa que a Julieta já tinha demorado e que ela fosse procurar. Ela foi sem cerimônia, mas o estado dela não deixava ela agir muito bem, então eu levantei e fui junto, com a desculpa de cuidar dela. Chegamos no banheiro, e lá pedi pra camareira dar uma força pra ela. Entrei no banheiro pra procurar outras pessoas.
Foi o que fiz, e quando entrei, outro cara que tava lá me disse: – Tá procurando alguém? Respondi que sim, e falei que era uma mina de vestido vermelho… Não terminei de falar quando ele me indicou que tinha visto ela ir pro balcão com um cara.
Não aguentei e fui até o balcão, mas também não vi ela, então voltei e, tentando perguntar pro cara sobre ela, ele só disse: – Vi ela indo pra lá, mas não pro balcão, sim pra aquela porta do lado do balcão. Senti o sangue subir na cabeça, e não sabia o que fazer: entrar naquele lugar ou esperar minha esposa. O tempo pareceu eterno, já que minha esposa não saía do banheiro.
Quando ela saiu (quase quinze minutos depois), indiquei que fôssemos pra mesa, que pelo visto ela já sabia onde era – sem alarmar ela. Ela obedeceu e, quando a coloquei no banquinho, mandei ela esperar ali. Inquieto, mas pensativo, fui pro lugar onde disseram que ela tinha entrado. Quando cheguei perto, percebi que era praticamente impossível entrar, porque tinha uma porta intermediária que precisava ser aberta de dentro, e meu desconforto era total.
O garçom, me vendo ali perto, perguntou o que eu queria, e sem saber o que dizer, só perguntei: – Não viu uma mina de saia vermelha que tava por aqui? O garçom me olhou e perguntou: – É parente sua? E eu só respondi: – Sim, minha cunhada. O garçom pensou um tempão, se aproximou de mim e disse: – Vimos ela por aqui… mas tava com o dono da balada… e depois não vimos mais. Fiquei louco só de pensar que ela tava dando pra outro que não fosse eu, e que a buceta dela fosse penetrada antes de eu poder fazer isso. Não imaginava minha cunhada dando um boquete foda em outro pau que não fosse o meu, e, principalmente, não imaginava ela pedindo pra ser fodida a noite inteira, antes de pedir pra mim… pra mim, que sou o cunhado dela.
Fiquei andando em círculos, me desesperando cada vez mais, sem ter uma resposta clara para minhas atitudes. Naquele momento, vejo um homem saindo pela porta onde me disseram que ela tinha entrado, e não soube o que fazer de novo. Era um homem jovem, alto, tipo uns 1,90m de altura, sobrancelhas grossas, corpo atlético, e o cabelo grudado na cabeça com um rabo de cavalo comprido que quase batia no meio das costas. A camisa aberta até o meio do peito deixava ver uma corrente grossa de ouro e, nos pulsos, pulseiras extremamente chamativas de ouro, anéis e um charuto Cohíba aceso.
Imaginei o pior de tudo, minha Julieta chupando o pau dele e engolindo todo o esperma até não sobrar nada. Imaginava aquele bum que eu queria pra mim, ele comendo a bunda dela, e os peitos dela, apalpados até cansar por aquelas mãos enormes. Não me via minha Julieta, gritando de prazer e gemendo cada vez mais a cada estocada daquele homem. Minha mente ficava louca e não clareava nada.
Vi aquele homem tão tranquilo que não conseguia conceber mais nada. Imaginava o pior e me senti derrotado… minha cunhada tinha sido fodida por um filho da puta que nem a conhecia… não pode ser.
Então aconteceu algo… saiu daquela porta uma mulher numa minissaia enlouquecedoramente pequena, vermelha, mas… não era a Julieta. Senti um terremoto em cima de mim, ao mesmo tempo que um gosto merecido. No entanto… onde estava a Julieta… minha mente começou a se revirar ainda mais e comecei a me inquietar de novo.
Sem mais, virei para procurá-la, e não a via. Me aproximei da minha esposa, e agora ela estava com outro homem conversando… na verdade não senti ciúmes porque minha mente estava ocupada com a Julieta… e eu não media consequências. Só me aproximei e perguntei se não tinham visto ela, e ao receber um não, disse pra minha esposa que voltava já. Saí do lugar, e fui dar uma volta fora da balada. Não vi ninguém nem nada. Voltei pra dentro, e lá dentro ficava dando voltas tentando encontrá-la. Uma energia especial me fez virar os olhos pra onde estava minha esposa, e o que vi me chocou pra caralho… ela tava se beijando com aquele cara desconhecido… Minha mente pirou e minhas reações não acreditavam no que eu via. Ia partir pra cima deles, quando outra coisa aconteceu: Julieta saía daquela porta famosa do bar, onde antes eu tinha visto aquele homem e aquela mulher vestida tão parecida com minha cunhada saírem. Mas o pior foi quando, atrás dela, vinha um filho da puta moreno, nada atraente, mais baixo que ela, gordo e careca. Não dava pra acreditar… que porra tava rolando.
Não soube o que fazer… de um lado minha esposa se pegando com um estranho e do outro minha cunhada saindo de outro lugar com um homem insignificante… o que eu faço? Me perguntava. O impulso me levou direto pra Julieta pra cobrar dela, e quando me aproximei, o sorrisinho safado e provocante dela fez minhas pernas bambear, e em vez de xingar, pedi pra ela me dizer o que tava fazendo com aquele cara. Olha, cunhado… não sei como te dizer… só posso falar que fiquei com ele na minha imaginação, me levou a ver os lábios carnudos e delicadamente maquiados dela, e não conseguia imaginar aquela boca gostosa chupando a pica do homem que acabara de sair. Não conseguia imaginar ela gozando com aquele cara insignificante e o pior… não imaginava Julieta gozando gostoso com aquele sujeito… _O que foi, cunhado, por que essa cara?_ – me interrompeu minha cunhada na hora que só consegui responder. _E por que com ele?_ – Ela sorriu pra si mesma, e só falou – não se preocupa, cunhado… ele não conseguiu fazer nada.. – Meu rosto se iluminou, mas perguntei de novo – não conseguiu fazer nada… mas e você? – e ela, toda safada, respondeu – Bom… eu fiz a minha parte. – Tudo isso me deixava louco, mas nessa hora meu pau no meio da calça já tava no talo.
Da minha esposa eu não sabia nada e naquele momento Julieta tomava conta de mim. Vamos dançar, minha cunhada disse, e feito um robô, me deixei levar quando as mãos dela pegaram as minhas. Os dedos dela se enroscaram nos meus. Na dança, aquela música safada e os braços dela envolvendo os meus, a respiração dela perto da minha e a pele dela roçando na minha, me deixaram a mil, e meu volume no meio da calça, se agitava igual uma cobra querendo sair.
Um passo muito perto de mim fez o quadril dela roçar no meu pau, e noutro, a mão dela roçou de novo em mim. UHF, só vi os olhos dela, e sem me dizer nada, ela olhou pro meio das minhas pernas e virou pro outro lado.
Não soube o que dizer, e num instante apertei ela de novo contra mim, deixando a barriga dela colada na minha, e a minha bagaça, no meio das pernas dela. Não soube o que dizer e ela também não, mas a gente se sentiu, e foi um puta prazer pros dois.
Minhas mãos percorreram as costas nuas dela, e as mãos dela fingiam arranhões gostosos nos meus braços. A respiração dela ficou ofegante, e quando perguntei como ela conheceu aquele cara, ela encostou a boca no meu ouvido e, quando começou a me contar, senti o hálito dela com cheiro de porra…
— Eu tava saindo do banheiro e trombei com ele, e é que ele é o professor da minha escola… ele me cumprimentou e já tava de copo cheio… eu também… e um garçom viu a gente e disse que a gente podia conversar mais à vontade numa salinha que tem na balada… e eu não imaginava nada até a gente entrar naquelas salinhas, e lá dentro a gente começou a conversar, e do nada, deu uma vontade de beijar ele, mas entre beijos e abraços, senti a coisa dele dura e não consegui me segurar de abrir a calça dele e devorar aquele pau. Não me lembro de mais nada até sentir que tava me afogando com o gozo dele na minha boca e foi aí que percebi o que tinha feito. A gente se arrumou e saiu, e foi quando te vi.
Naquele momento, lembrei quando vi ela, e lembrei da minha esposa. Virei pra procurar ela e ela já não tava no lugar, mas sim quatro copos… o dela, o da Julieta, o meu e… o outro?
Tentei raciocinar, mas senti naquela hora uma roçada da bucetinha da minha cunhada no meu pau e senti que ia gozar. Julieta só me disse: quer ver onde a gente foi? E eu, olhando pra… oportunidade da minha vida, me deixei levar por ela. Saímos da pista e fomos até o bar, onde Julieta chamou um garçom e, com intimidade, disse – Ei Hugo, pode deixar a gente passar pra sua sala? – O cara me olhou e, sorrindo, só falou. – Claro.
Ele abriu a porta e entramos pelos fundos, e quando abriu a outra porta, senti um calafrio de desejo enorme… Julieta seria minha como sempre sonhei. Descemos um andar, e lá tinha várias salas privadas, com um sofá, uma mesinha de centro, uns vasos e bem acarpetado. Do jeito que eu queria.
Entramos numa, e começamos a conversar, até que eu, sem querer perder tempo e olhando as pernas dela, mais decidido. Só perguntei: e o que você fez mais? Isso foi o suficiente pra ela me dizer – Quer meu cunhado saber o que eu fiz? – eu falei pra ela me contar o que tinha feito, e ela só respondeu: Quer saber ou quer sentir?
Foi o bastante e, na hora, nos enroscamos num beijo tão quente que nem percebi que estávamos nos despindo completamente. Minhas mãos, mais do que acariciar aquele corpo gostoso, arranhavam, e meus beijos eram mais mordidas, mas Julieta gemia docemente, pedindo mais e mais. – Assim, cunhado, me faz sua… agora é a hora… agora sou sua… só sua… ohhhh… ohhhh… mais… mais… assim… quero que ninguém saiba disso… ninguém, ouviu, seu safado… uauuuu… que pau você tem… mete tudo… até o fundo… assim… ahhhh.
Minhas mãos percorriam aquele corpo delicioso, as mãos dela envolviam meu pau como se fosse um tesouro. Ela me deu um boquete tão gostoso que quase gozei na boca dela, mas segurei, porque precisava comê-la direito. Nisso, ouvi um grito de prazer enlouquecedor numa sala ao lado, e fiquei chocado quando escutei: Assiiim… Ohhhh… metem todos ao mesmo tempo… aquela voz me deixou paralisado… era a voz da minha esposa. Estavam fodendo com ela do meu lado enquanto eu comia minha cunhada.
Ouvi a voz dela de novo, mas mais suplicante… _ aqui está a putinha de vocês, seus safados, me vão foder como o que eu sou ou vou sair pra procurar uns caras mais machos, hein!"
Não soube o que dizer, já que estava comendo minha cunhada e o olhar perdido dela mostrava que ela estava gozando como poucas vezes. Mesmo assim, ouvir que minha puta de esposa estava ao lado transando com desconhecidos me irritava, mas essa dor e ciúme se transformavam em prazer e raiva, então eu enfiava cada vez mais forte em Julieta até conseguir fazê-la gozar mais duas vezes... e eu não conseguia gozar porque a raiva me travava, mas Julieta estava aproveitando cada vez mais.
De repente, minha cunhada se virou e disse: — Agora sim, brother in law... você sempre quis essa bunda, né?... Parte ela com seu pau... parte ela no meio como estão partindo a sua esposa aqui do lado... vai, filho da puta, me come que essa vai ser a única vez que vou deixar você fazer isso... nunca mais vai meter seu pau em mim... nunca mais.
Isso que ela disse me acelerou e comecei a meter com tudo no cu dela, até ela começar a gritar que eu estava partindo ela ao meio, mas que continuasse. Do lado, minha esposa gritava a mesma coisa e eu estava completamente excitado. Tava enrabando minha cunhada enquanto minha esposa era enrabada por vários caras ao lado. Julieta só conseguiu dizer: — Brother in law... me dá mais... me dá mais... que essa vai ser a única vez que você vai me comer, por isso... ahhh... por isso... aproveita... como minha irmã tá se aproveitando agora... me come mais... mais... porque nunca mais vou deixar você fazer isso.
Meti com tudo até que, depois de meia hora, consegui gozar na bunda dela e na boca dela, enquanto da minha esposa eu nem liguei muito... porque senti um tesão enorme e, graças a ela, consegui foder gostoso pra caralho minha cunhada, e ela nunca descobriu que eu soube da aventura dela.
Na volta, Julieta ficou na nossa casa e, antes de ir embora, sorriu de novo e disse: — O que foi, foi. E o que não foi, não foi... e não vai se repetir. E ela realmente cumpriu... apesar de sempre vir de minissaia e roupa justa... QUE CUNHADA cunhado!!!
2 comentários - Que cunhada gostosa!!
y joder qe cuñada tienes ¡¡¡
faltaron fotos de esa cola abierta de tu cuñada para qe sobresaga la historia