Casamento de Paula e Roberto (V)

Precedido por:http://www.poringa.net/posts/relatos/2988519/Llegamos-a-Cordoba.htmlSão 8 da manhã e estamos acordando. Às 10 começa a cerimônia com o padre e depois segue o Civil. Levantamos, tomamos uns mates, tomamos banho, ficamos bonitões e fomos para o pátio central da casa grande. Lá estava tudo montado com um altar rústico, de madeira, velas e muitas flores. Na hora prevista estávamos todos reunidos: os convidados, o juiz de paz, o padre e o noivo junto ao altar. A noiva entrou caminhando sobre um caminho de pétalos entre a galera. Tudo parecia saído de um conto de fadas. Foi uma cerimônia linda e emocionante. Juraram diante de Deus e depois diante da Lei. Passaram os aplausos, os beijos, os parabéns e fomos para o almoço.

Já estavam as mesas montadas no meio de um arvoredo que nos dava uma sombra majestosa. Curtimos muitas comidas gostosas típicas da região e partimos para o baile.

Passadas das 18h, minha esposa entrou numa roda de conversa de mulheres e os homens se prepararam para uns jogos de cartas. Mas faltava o noivo, conhecido por sua habilidade com as cartas. Saí pra procurá-lo enquanto o resto da galera começava.

Tava difícil de achá-lo e entrei na imensa casa principal da chácara. Nem uma alma naquela construção toda.

Na minha procura, dei de cara com uma escada que levava à adega dos donos da casa. Desci e me deparei com uma cena incrível. Estavam o noivo e a noiva, ele com uma sunga branca que marcava seu volume imponente e ainda com a gravata borboleta do smoking, e ela, ainda com o véu e a coroa de flores, vestia um conjunto de lingerie branca que acentuava seu corpo. Parecia um corpo esculpido à mão pelos deuses do Olimpo. Conhecia eles há tempos, mas nunca tinha imaginado a perfeição daqueles corpos.

Eles olhavam para o lado oposto e posavam junto aos tonéis. De repente, um flash. Não estavam sozinhos. Mudo de lugar e na frente deles estão as duas damas de honra com um conjunto de Lingerie idêntica entre elas, tudo na cor azul elétrico, com perlinhas e rendas. Elas riam e tiravam fotos.

P- Meu amor, te prometi uma comemoração única para o nosso casamento e aqui está. Vamos consumar nosso amor, e para que não fiquem dúvidas, vamos ter essas duas preciosidades como testemunhas e participantes do nosso ato.

R- Obrigado, Paula. Você sabe que te amo com todo meu coração e juro que não esperava por esse presente. É o melhor presente de casamento que um homem pode pedir. Fazer amor com sua esposa e suas duas melhores amigas... (olha para elas) que ainda por cima estão gostosas pra caralho! na nossa tarde de casamento... porque casamos de dia!

Os quatro riem juntos.

P- Somos suas, Roberto. Faça o que quiser com a gente!

Roberto não perde tempo e se dedica a aproveitar o banquete que tem em seus braços. Percorre o corpo magnífico de sua esposa com beijos e carícias que a excitam ao máximo. As testemunhas se tocam enquanto tiram fotos para guardar esse momento.

A esposa tira a sunga do marido e começa a chupar seu pau com desespero. Não aguentava mais a vontade de devorar aquele homem corpulento. Engole toda sua rola de novo e de novo enquanto enfia alguns dedos na buceta. Ele está em pé, ela agachada sobre seus sapatos de salto alto, não quer se ajoelhar para não estragar suas meias brancas. Roberto mal consegue se manter em pé pelo boquete que está recebendo. Paula, generosa, tira o pau da boca e convida suas amigas para fazerem o revezamento. Ela pega a câmera e se prepara para filmar como essas duas mulheres chupam o pau de seu macho. As garotas se revezavam entre o pau e as bolas do rapaz bonito. Elas se entendiam muito bem. Juntavam seus lábios e rodeavam o pênis, masturbando-o com suas bocas unidas formando um círculo. O senhor já não sabia onde se segurar para manter a compostura. E na frente, Paula continuava enfiando dedos enquanto filmava esse pornô caseiro.

Havia uma mesa grande e forte, de pernas bem grossas ao lado de onde estavam. A esposa deu a dica de que todas as mulheres deviam se deitar ali. Apoiou a câmera numa prateleira, dando um bom ângulo da cena, e se juntou às amigas. Com ela no meio, formavam as cores da nossa queridíssima bandeira. Agora, o macho da sala tinha que tirar as calcinhas e comer aquelas bucetas suculentas. O pau duro o seguia de um lado pro outro enquanto ele saboreava cada gostosura. Cada uma, esperando a vez, se masturbava observando o espetáculo erótico do momento.

Depois de tanto mel espalhado, pegaram o homem e o colocaram em cima da mesa. Uma das testemunhas enfiou a buceta na cara dele, vendo de frente como sua amiga e a agora declarada esposa chupavam aquele pau novamente. As cabeças subiam e desciam com tesão até que veio a primeira penetração. Ali mesmo consumavam o amor de Paula e Roberto, com aquelas duas gostosas de testemunha. Uma o asfixiava com sua racha e a outra chupava seus ovos. Paula enfiava o pau dele até o fundo em cada sentada que dava. Sua vagina apertava aquele mastro duro que já lhe tinha dado tantos orgasmos, mas que dessa vez ela tinha decidido compartilhar.

Tanto vai-e-vem, e a principal participante de tudo acabou estrondosamente. É hora de trocar os comandos do leme. A que curtia o sexo oral passou a ser penetrada, e a que chupava os ovos passou a ocupar o lugar da anterior.

Paula voltou a pegar a câmera e filmou com mais detalhes a foda que estavam dando no seu marido.

A que cavalgava pouco durou sobre a montaria e gozou logo em um mar de líquido. Ao mesmo tempo, a boca de Roberto se encheu dos fluidos de quem o atendia.

Saíram da mesa e foram para um sofá amplo que ficava num canto da sala. As garotas terminaram de se despir e se posicionaram ali. Apoiaram os joelhos no assento e os peitos no encosto, deixando à mercê do marido suas bundas pra cima, uma ao lado da outra.

P- Quem quiser pau no cu que levante a mão!

As três levantaram os braços com vontade. Primeiro foi a Paula que recebeu pau na sua bunda. Enquanto filmava já tinha enfiado os dedos por trás, então era a mais preparada. Suas amigas começaram a alargar o buraco entre elas enquanto se beijavam.

Golpes fortíssimos levava a aniversariante. Aquele rapaz estava curtindo pra valer. Quando a primeira bunda já estava arrebentada de prazer, passou para a do meio. Lentamente começou a martelar aquele cu que era o maior dos três. Era uma posição confortável para foder, podiam ficar assim o dia todo. Enquanto o segundo anal acontecia, Paula foi comer o cu da amiga que ainda estava virgem. Queria deixá-lo bem preparado para o marido.

Chegando a hora, passou para o terceiro buraco e começou perfurando devagarinho. Entrava e saía com muito cuidado para que essa experiência fosse a primeira de muitas e não causar dor à testemunha. Aos poucos foi aumentando o ritmo e ela mesma pedia mais forte. Uma estampida incontrolável azorragava aquele cu.

O Roberto já tinha tido muito prazer e sua porra queria sair disparada. Avisa às meninas que vai gozar e elas se posicionam bem juntas na frente do seu membro, sentadas no sofá. O primeiro jato foi parar no rosto da Paula. O seguinte foi à sua direita, bem na boca da primeira testemunha, e o terceiro na boca da esquerda. Não terminava aí. Pegou a esposa pelo rosto e enfiou o pau na boca dela. Queria ter certeza de que ela também sentisse o seu gosto de homem. Concluiu o orgasmo e caiu exausto sobre aquelas três mulheres luxuriosas.

A partir daí, virei para a cozinha e esperei que subissem para encontrá-los "por acaso". Primeiro apareceu o Roberto procurando novidades. Disse que estava procurando ele para o jogo de cartas. Ele indicou que fosse em frente, que logo me alcançava. Estava procurando uns vinhos na adega e estava com a gente. Obedeci e mais tarde chegou ele com as garrafas de um lado, e a esposa dele e as amigas dela do outro. Os quatro transpareciam uma alegria enorme, e todo mundo achava que era por causa do casamento. Eu sabia que era por outra coisa.

Continua...
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1 comentários - Casamento de Paula e Roberto (V)

muy bueno...!! y vos te quedastes duro..? o mojaste el bizcocho..? ja!