Minha namorada já tava há duas semanas de férias na Colômbia e eu continuava sozinho. Era o aniversário da minha sogra e ela fez uma festa com as amigas e familiares, e me convidou. Eu não tava muito a fim, porque naquele dia eu trabalhava e, como morava em outra cidade, ia ser um saco voltar, ainda mais se bebesse alguma coisa. Ela me convenceu a dormir na casa dela, então aceitei.
Chegou o dia e fui pra casa da sogra, que chama Elvira. Na época, ela tinha 40 anos, dez a mais que eu, e se cuidava pra caralho. Sempre tava bonita, e o mais curioso é que ainda não tinha namorado, mas até aquele dia eu nunca tinha reparado nela. Até aquele dia. Ela tava usando um vestido longo, com aquela fenda típica na lateral que ia quase até a cintura, e quando sentava, mostrava a perna morena dela. O decote era bem cavado, apertando os peitões enormes dela, deixando à mostra o canalinho. Meus olhos foram direto pros peitos dela, não consegui disfarçar, e ela percebeu. A resposta dela foi: "O que você tá olhando? Podia ser sua mãe", e deu uma risadinha.
Antes do jantar, a gente ficou conversando todo mundo junto, mas meus olhos iam direto pro corpo da minha sogra. Alta como eu, com um corpo gostoso pra caralho, a bunda bem desenhada, e toda vez que ela virava pra me olhar, eu desviava o olhar pra outro lado, mas ela sempre me pegava.
Sentamos pra jantar e minha sogra sentou do meu lado. Quando ela sentou, deixou à mostra as pernas lindas dela. Enquanto a gente comia, o vinho começou a fazer efeito, e cada vez que ela falava comigo, a mão dela pousava na minha perna e fazia um carinho. Eu retribuía o carinho e, de vez em quando, tocava a perna dela, mas minhas carícias eram mais demoradas e ousadas, quase chegando na cintura dela. Terminamos de jantar, quase todo mundo foi sentar, e minha sogra começou a recolher a mesa e levar as coisas pra cozinha. Eu, como bom genro, ajudei ela. Enquanto a gente tava na cozinha, ela me perguntou se eu tinha gostado de acariciar a perna dela. Eu respondi que sim e que teria gostado ainda mais de acariciar o corpo inteiro dela. Minha mão foi direto pra bunda dela, ela se afastou e perguntou o que eu tava fazendo, que tava saindo com a filha dela e ainda que podiam nos ver.
Eu respondi que a filha dela tava na Colômbia e não ia ficar sabendo, e que, como sogra, ela tinha que verificar se o genro era bom em tudo pra filha dela, absolutamente tudo. Ela mordeu os lábios, gostou da ideia de um cara mais novo que ela fazer propostas, e se era o namorado da filha, melhor ainda. Nessa hora, alguém entrou na cozinha e cortou nosso barato.
Ficamos conversando na sala com todo mundo, mas eu não parava de olhar pra minha sogra, e ela tava adorando.
Fui pro banheiro, que ficava no fim do corredor, entrei e, por costume, não fechei a porta direito. Não demorou nada pra minha sogra chegar, abriu a porta e me pegou com a mão na pica, terminando de mijar. O olhar dela foi direto pro meu pau e ela perguntou se eu precisava de ajuda. Eu disse que sim, ela entrou e trancou a porta, pra ninguém entrar. Pegou na minha pica e começou a me masturbar. Depois, foi até a torneira e começou a lavar meu pau, dizendo que queria ele bem limpinho, que quando começasse a chupar, não desse pra sentir gosto de mijo. Quase gozei só com o jeito que ela falava. Quando terminou de limpar, se ajoelhou e começou a chupar meu pau de um jeito maravilhoso. Com a língua, percorria toda a minha pica, minhas bolas, depois engolia tudo, movendo a cabeça pra cima e pra baixo. Eu tava no êxtase, e ficava mais excitado ainda me vendo no espelho: ela ajoelhada, com os peitos de fora, se acariciando enquanto me chupava. Não demorei nada pra gozar na boca dela e no rosto dela. Ela se levantou, com cara de puta e resto de porra na cara, e disse que aquilo era só o começo, que de noite teria muito mais. Só de pensar, meu pau ficou duro de novo.
Chegou a hora das despedidas, e o pessoal foi saindo aos poucos, ficando só eu e minha sogra. Fechei a porta pros últimos convidados e fui direto pra ela, comecei a beijar a boca dela... lábios, ela correspondeu com a língua, abraçados e nos acariciando, parecíamos dois jovens dando nosso primeiro beijo. Minhas mãos começaram a percorrer o corpo dela e não demorei nada pra tirar o vestido dela, deixando ela só de calcinha preta. Ela também começou a tirar minha roupa, me deixando completamente nu. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta dela, ela apoiada no vidro, com a perna dela em cima do meu ombro, enquanto eu chupava aquela buceta. Da rua dava pra nos ver, porque minha sogra morava no segundo andar e, na escuridão da rua, a luz de uma janela mostrava bem o espetáculo, mas isso não importava pra gente.
Levantei e virei ela de frente pra janela, e comecei a foder ela por trás. Ela gemia de prazer, sentindo uma pica jovem na buceta dela, enquanto eu fazia amor, beijava o pescoço dela e via as pessoas nos olhando da rua, o que nos excitava ainda mais, principalmente ela. Era a primeira vez que desconhecidos viam ela transando. Ficamos uns cinco minutos assim, e ela disse pra irmos pra cama, pra ficar mais confortáveis, e eu aceitei.
Na cama, ela ficou de quatro pra arrumar os travesseiros, e eu não demorei nada pra levar minha pica direto pro cu dela e enfiei de uma vez, sem avisar. Ela deu um grito de surpresa. Aquele cu já tinha sido profanado por outros, então não foi difícil meter. Por uns minutos fiquei penetrando ela, ela se mexia com uma delícia. Depois, ela me fez deitar na cama e montou em cima de mim, disse pra eu ficar quieto, que ela faria tudo. Começou a se mexer com uma sensualidade que me deixava no paraíso. Eu via ela pular em cima da minha pica e os peitos dela balançando pra cima e pra baixo, o que me excitava ainda mais.
Ela começou a se mexer mais rápido, com uns movimentos que me fizeram gozar dentro da buceta dela, e ao mesmo tempo ela gozou também. Caiu em cima de mim, ficamos abraçados, nos beijando, e acabamos dormindo.
No dia seguinte, acordamos abraçados e pelados, nos beijamos e ela me Disse que era bom no sexo pra filha dele, mas que de vez em quando, teria que passar por mais uns testes e, na real, já passei por vários exames, que vou contando aos poucos. Me vesti, tomei café da manhã e fui pra minha casa, descansar mais um pouco.
Espero que tenham gostado e assim poder mandar mais relatos.
Chegou o dia e fui pra casa da sogra, que chama Elvira. Na época, ela tinha 40 anos, dez a mais que eu, e se cuidava pra caralho. Sempre tava bonita, e o mais curioso é que ainda não tinha namorado, mas até aquele dia eu nunca tinha reparado nela. Até aquele dia. Ela tava usando um vestido longo, com aquela fenda típica na lateral que ia quase até a cintura, e quando sentava, mostrava a perna morena dela. O decote era bem cavado, apertando os peitões enormes dela, deixando à mostra o canalinho. Meus olhos foram direto pros peitos dela, não consegui disfarçar, e ela percebeu. A resposta dela foi: "O que você tá olhando? Podia ser sua mãe", e deu uma risadinha.
Antes do jantar, a gente ficou conversando todo mundo junto, mas meus olhos iam direto pro corpo da minha sogra. Alta como eu, com um corpo gostoso pra caralho, a bunda bem desenhada, e toda vez que ela virava pra me olhar, eu desviava o olhar pra outro lado, mas ela sempre me pegava.
Sentamos pra jantar e minha sogra sentou do meu lado. Quando ela sentou, deixou à mostra as pernas lindas dela. Enquanto a gente comia, o vinho começou a fazer efeito, e cada vez que ela falava comigo, a mão dela pousava na minha perna e fazia um carinho. Eu retribuía o carinho e, de vez em quando, tocava a perna dela, mas minhas carícias eram mais demoradas e ousadas, quase chegando na cintura dela. Terminamos de jantar, quase todo mundo foi sentar, e minha sogra começou a recolher a mesa e levar as coisas pra cozinha. Eu, como bom genro, ajudei ela. Enquanto a gente tava na cozinha, ela me perguntou se eu tinha gostado de acariciar a perna dela. Eu respondi que sim e que teria gostado ainda mais de acariciar o corpo inteiro dela. Minha mão foi direto pra bunda dela, ela se afastou e perguntou o que eu tava fazendo, que tava saindo com a filha dela e ainda que podiam nos ver.
Eu respondi que a filha dela tava na Colômbia e não ia ficar sabendo, e que, como sogra, ela tinha que verificar se o genro era bom em tudo pra filha dela, absolutamente tudo. Ela mordeu os lábios, gostou da ideia de um cara mais novo que ela fazer propostas, e se era o namorado da filha, melhor ainda. Nessa hora, alguém entrou na cozinha e cortou nosso barato.
Ficamos conversando na sala com todo mundo, mas eu não parava de olhar pra minha sogra, e ela tava adorando.
Fui pro banheiro, que ficava no fim do corredor, entrei e, por costume, não fechei a porta direito. Não demorou nada pra minha sogra chegar, abriu a porta e me pegou com a mão na pica, terminando de mijar. O olhar dela foi direto pro meu pau e ela perguntou se eu precisava de ajuda. Eu disse que sim, ela entrou e trancou a porta, pra ninguém entrar. Pegou na minha pica e começou a me masturbar. Depois, foi até a torneira e começou a lavar meu pau, dizendo que queria ele bem limpinho, que quando começasse a chupar, não desse pra sentir gosto de mijo. Quase gozei só com o jeito que ela falava. Quando terminou de limpar, se ajoelhou e começou a chupar meu pau de um jeito maravilhoso. Com a língua, percorria toda a minha pica, minhas bolas, depois engolia tudo, movendo a cabeça pra cima e pra baixo. Eu tava no êxtase, e ficava mais excitado ainda me vendo no espelho: ela ajoelhada, com os peitos de fora, se acariciando enquanto me chupava. Não demorei nada pra gozar na boca dela e no rosto dela. Ela se levantou, com cara de puta e resto de porra na cara, e disse que aquilo era só o começo, que de noite teria muito mais. Só de pensar, meu pau ficou duro de novo.
Chegou a hora das despedidas, e o pessoal foi saindo aos poucos, ficando só eu e minha sogra. Fechei a porta pros últimos convidados e fui direto pra ela, comecei a beijar a boca dela... lábios, ela correspondeu com a língua, abraçados e nos acariciando, parecíamos dois jovens dando nosso primeiro beijo. Minhas mãos começaram a percorrer o corpo dela e não demorei nada pra tirar o vestido dela, deixando ela só de calcinha preta. Ela também começou a tirar minha roupa, me deixando completamente nu. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta dela, ela apoiada no vidro, com a perna dela em cima do meu ombro, enquanto eu chupava aquela buceta. Da rua dava pra nos ver, porque minha sogra morava no segundo andar e, na escuridão da rua, a luz de uma janela mostrava bem o espetáculo, mas isso não importava pra gente.
Levantei e virei ela de frente pra janela, e comecei a foder ela por trás. Ela gemia de prazer, sentindo uma pica jovem na buceta dela, enquanto eu fazia amor, beijava o pescoço dela e via as pessoas nos olhando da rua, o que nos excitava ainda mais, principalmente ela. Era a primeira vez que desconhecidos viam ela transando. Ficamos uns cinco minutos assim, e ela disse pra irmos pra cama, pra ficar mais confortáveis, e eu aceitei.
Na cama, ela ficou de quatro pra arrumar os travesseiros, e eu não demorei nada pra levar minha pica direto pro cu dela e enfiei de uma vez, sem avisar. Ela deu um grito de surpresa. Aquele cu já tinha sido profanado por outros, então não foi difícil meter. Por uns minutos fiquei penetrando ela, ela se mexia com uma delícia. Depois, ela me fez deitar na cama e montou em cima de mim, disse pra eu ficar quieto, que ela faria tudo. Começou a se mexer com uma sensualidade que me deixava no paraíso. Eu via ela pular em cima da minha pica e os peitos dela balançando pra cima e pra baixo, o que me excitava ainda mais.
Ela começou a se mexer mais rápido, com uns movimentos que me fizeram gozar dentro da buceta dela, e ao mesmo tempo ela gozou também. Caiu em cima de mim, ficamos abraçados, nos beijando, e acabamos dormindo.
No dia seguinte, acordamos abraçados e pelados, nos beijamos e ela me Disse que era bom no sexo pra filha dele, mas que de vez em quando, teria que passar por mais uns testes e, na real, já passei por vários exames, que vou contando aos poucos. Me vesti, tomei café da manhã e fui pra minha casa, descansar mais um pouco.
Espero que tenham gostado e assim poder mandar mais relatos.
7 comentários - el cumpleaños de mi suegra