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Compêndio IAcho que nós dois ficamos pasmos. Não tinham passado mais de 15 minutos desde que cheguei e eu tinha gozado de um jeito bestial na mulher que, durante meses, tinha sido minha urologista.
Lembro que, no meu estupor, contemplava seus lindos olhos verdes, meio perdidos. A mão direita dela continuava travada, com o formato vazio do meu pau, sem conseguir reagir ao que tinha acabado de rolar entre a gente.
Da minha parte, eu estava maravilhado. Até aquela tarde, achava que só a Marisol conseguia me fazer gozar tão rápido e daquele jeito tão generoso — e que, obviamente, não fazia isso sempre, porque acabava com a diversão dela cedo demais.
Mesmo assim, foi ela quem reagiu primeiro.
— O seu tem um cheiro bem forte! — exclamou, percebendo uma mancha de porra que respingou na manga do avental dela.
— Doutora, o que foi isso? O que aconteceu, Doutora?
Mas ela simplesmente me ignorou. Na real, além de cheirar a mancha, lambeu sem querer o canto dos lábios e se levantou, abrindo a porta e saindo pelo corredor.
Tenho certeza de que nem ela mesma sabia o que tinha rolado entre a gente. Se trancou no banheiro, onde costumava coletar minhas amostras, e eu ouvi a água correndo.
Da minha parte, eu estava obcecado por uma resposta e perguntava a mesma coisa uma, duas, várias vezes, batendo na porta pra ela sair.
— Doutora, o que foi isso? O que aconteceu com a gente?
No entanto, depois de um tempo, minha lógica voltou e, curiosamente, também parte da minha frustração: naqueles momentos, eu me sentia bem irritado, já que tinha "pago por um serviço" (completamente diferente, embora provavelmente do mesmo preço, pela eficiência que a Debbie tinha me dado) que ainda não tinha sido entregue.
O mais estranho e irritante de tudo foi que, pra não chamar a atenção nos registros da minha empresa, ela me atendia de forma particular e eu pagava tanto à vista quanto em dinheiro (o que era bem complicado pra mim), só pra manter a discrição das minhas visitas.
E por causa dessa obsessão compulsiva que mora em mim e que Isso me impede de deixar passar tão fácil as coisas que fogem dos meus planos. Eu tinha decidido que não iria embora até que a Debbie fizesse os exames necessários.
Por parte dela, acho que se lavou e esperou um pouco, pra acalmar o lado racional também, e depois que montou uma defesa moderada, saiu do banheiro.
•Você sabia que em junho eu fiquei viúva? — perguntou, com bastante irritação.
— Não, não sabia. — exclamei, surpreso.
•Pois é. — continuou, imperturbável. — Aos 84 anos, o Wilbur teve um colapso cerebrovascular, no meio da universidade. Ele se preparava pra voltar pra casa e, depois de 3 horas procurando, encontraram ele no patamar de uma escada, a caminho do estacionamento, com a gabardina, o chapéu e a maleta na mão.
Esses últimos detalhes ela destacou com um sorriso carregado de dor. Era claro pra mim que ela conhecia e amava as manias do marido, porque minha esposa também se acostumou com as minhas.
— Sinto muito, Doutora! Você nunca me contou!
O jeito que ela me olhou me surpreendeu bastante. Era frio e duro, mas havia nela um estoicismo admirável.
•Por que você se preocupa? Você é meu paciente e eu sou sua médica…
Dizendo isso, voltou pro consultório…
— Doutora, você não pode falar isso! — falei, ajustando o botão da calça. — Eu te contei tudo sobre mim!
Embora a Debbie tivesse me feito pelar e gozar bem rápido, o jeito errático dela agir e o fato de ter se trancado no banheiro me forçou a me vestir de novo.
Ainda assim, era admirável como a Debbie fechava a vida pessoal dela pra se dedicar totalmente à profissional.
•A questão é que, desde que o Wilbur morreu, eu comecei a ficar mais obcecada pelo meu trabalho… — disse, depois de se refugiar atrás da mesa. — Ou seja, comecei a sentir coisas… que nunca tinha sentido antes.
— Que tipo de coisas?
•Calor. Desejos. Erros no meu julgamento… — comentou ela, de um jeito peculiar e um tanto exagerado, que me convenceu bastante pela forma analítica dela de ver as coisas.
— Em outras palavras, você está Tá quente..." — respondi, sarcástico.
Isso a ofendeu.
• "Não! É só durante o trabalho!... E é com alguns pacientes!"
Me segurei pra não rir, e ela me ignorou.
• "Talvez... eu esteja ficando velha... e deva me aposentar."
— Doutora, cê tá louca! — respondi, sem conseguir segurar mais a risada. — A senhora tá é no fogo!
• "Não! Não posso estar no fogo!" — respondeu firme e enérgica. — "Trabalho há 37 anos e nunca me excitei por um paciente! Isso não acontece comigo! Não é da minha conta!"
E consegui me recompor...
— Só me diz uma coisa, Doutora... e seja totalmente honesta. É algo que você consegue controlar ou fica martelando na sua cabeça?
O olhar atônito dela foi a única resposta que precisei...
• "Não consigo evitar." — admitiu. — "Tem pacientes... que vão embora... e eu não paro de pensar neles... mas não fantasio em transar com eles... E não tô no fogo!..."
Senti pena de vê-la tão perturbada. Ela tava se batendo com a única resposta que, por mais inacreditável que parecesse, devia ser a verdade — e que sua mente obtusa e analítica se recusava a aceitar.
— Doutora, acho que é normal. A senhora sente falta da intimidade com seu marido... — apontei, num tom mais sério.
• "Wilbur e eu quase não transávamos! Como você pode pensar isso?" — exclamou, ofendida.
— Cê tá enganada! — respondi, com cara de pôquer.
Os olhinhos verdes dilatados finalmente calaram os lábios impertinentes, em busca de uma resposta.
— É o que a senhora nunca acreditou sobre o meu relacionamento com a Marisol. — apontei, pausadamente. — Doutora, eu não procuro outras! Eu projeto minha esposa nas minhas amantes!
• "Mas isso é diferente..." — interrompeu, irritada. — "Willie e eu nos amávamos e nos entendíamos, e sabíamos que não podíamos transar por causa das nossas ocupações."
— Doutora, cê tá enganada de novo! — respondi, mantendo a seriedade. — Pra vocês, a abstinência era uma opção... e se me deixar terminar, talvez entenda por que vejo lógica no que cê tá sentindo.
Ela apoiou as mãos na mesa e descansou os pulsos, baixando mais os ombros, num claro sinal de que seria mais receptiva. Ela me olhou irritada, mas sabia que eu era uma das poucas pessoas que realmente conseguia dar uma explicação coerente pro que ela tava sentindo.
— Doutora, pra você e pro Wilbur, escolheram não transar e foi uma decisão de vocês. Se o Wilbur sentiu o mesmo que eu sinto pela minha esposa, posso te dizer que ele tentou ser cuidadoso. — confessei, me abrindo de coração. — Pra mim, a Marisol é uma flor delicada e eu vivo preocupado que, por minha imprudência ou pela minha luxúria constante por ela, acabe afastando ela. Tento segurar ao máximo meus impulsos e me curvo aos desejos mais sublimes dela; se ela não tá a fim, eu me seguro.
Em muitos aspectos, acho que a Marisol e minhas meninas são um vício pra mim, que me mantêm preso à realidade. Sem minha esposa e melhor amiga, duvido que teria me esforçado o suficiente pra ir pro exterior ou até conseguir o cargo que tenho hoje.
Por outro lado, se não fosse por minha esposa e minhas meninas, com certeza eu seria um workaholic compulsivo que veria a vida passar do lado, sem aproveitar, igual deve ter acontecido com o Wilbur.
— Antes, Doutora, você podia escolher não transar com o Wilbur e isso não te incomodava, porque ele ficava do seu lado. Mas agora, você não tem escolha, e aquela "sede por intimidade" que você adiou por tanto tempo tá te afetando.
O olhar dela ficou sério e preocupado. Na vida corrida e calculista dela, parecia que nunca tinha parado pra pensar direito em quem tinha do lado.
— E o que eu faço? — perguntou, se emocionando até chorar. — Não consigo pensar. Não consigo comer. Não sei o que fazer.
— Não sei, Doutora. — respondi com sinceridade. — É uma coisa que vai te perseguir pelo resto da vida, e a única opção que me vem à mente… é o sexo.
Ela me lançou um olhar de ódio profundo…
— Nunca fui infiel ao Wilbur e não vou ser agora! — retrucou, furiosa e irritada.
— Você mesma disse, Doutora: nunca fui. — exclamei, impassível. — Quando casei com a Marisol, prometi amá-la até o fim dos meus dias, e foi assim que fiz. Mas no seu Bom, Wilbur partiu primeiro e você já cumpriu sua parte. Se ele te amava tanto quanto eu amo minha esposa, ele ia querer que você seguisse em frente.
Ele ficou em silêncio por uns instantes. Tinha passado por emoções demais e precisava arejar as ideias.
Olhei o relógio e eram só 7h15. Já tinha perdido meia hora desde que cheguei e comecei a aceitar que não ia fazer os exames.
— E como… como eu faço isso? — perguntou, quase num fio de voz, quebrando o silêncio.
Ela me olhou surpresa e envergonhada. Imaginem uma senhora, querendo saber dos prazeres pecaminosos e mundanos da carne…
— Tem vários jeitos, Doutora. — respondi firme. — Se você precisa de um alívio rápido, pode ir num bar. Você pode ser mais velha, Doutora, mas é bem gostosa…
Eu ter chamado ela de “gostosa” fez brotar um sorrisinho tímido e safado.
— Se quiser algo mais discreto e duradouro, tem a internet. Existem fóruns onde você não precisa necessariamente conhecer o cara com quem sai e pode ter sexo virtual, se quiser. Claro, eu recomendaria comprar um bom vibrador antes de começar…
— Você parece saber muito disso… — comentou, com mais interesse.
— Doutora, não é à toa que perdi a virgindade aos 28. — respondi, rindo um pouco da minha vida.
E a conversa começou a virar para os lados que me obrigam a contar essa história…
— Mas, sabe?… eu não quero um relacionamento sério. Preciso de algo… vigoroso… forte… — exclamou, como se buscasse inspiração. — algo casual… passageiro.
Mesmo ela me olhando o tempo todo, não me dei por achado, já que continuávamos conversando sério.
— Então, a internet e os sites de encontros devem ser a sua praia…
Ela se levantou, andando devagar em volta da mesa e se apoiou nela, sentando do meu lado esquerdo.
— Na verdade… preferia que fosse um dos meus pacientes… — exclamou, me olhando direto nos olhos com desejo. — Alguém saudável… experiente… que não se importasse de transar com qualquer um.
Essa última parte me ofendeu…
— Uou! Uou, Doutora! Então, não Tá me entendendo?" — eu esclareci. "Eu não vou pra cama com qualquer um. Normalmente, sempre sinto algo antes."
"E você sente algo por mim?"
Olhei pra ela com benevolência.
"Doc, claro que sim. Cê acha que eu contaria tudo que a gente conversa pra qualquer um?"
O rostinho lindo dela ficou com o mais terno dos rubores, se contraindo levemente numa careta de adolescente.
"Doc, você é gostosa... e imagino que deve ser uma fera na cama. Esses peitos... essa bunda... não teria nada que eu não faria em você."
Dava pra perceber que ela tava começando a se excitar. Mesmo assim, mantinha aquele ar de mulher recatada.
"Cuidado! Podia ser sua mãe!"
"Mas não é..." — respondi firme. "Minha mãe é baixinha, mais gordinha e de cabelo escuro. Já você, é mais nova, mais alta, com um corpo curvilíneo e loira..."
Isso terminou de acender ela. A gente se deu um beijo apaixonado e quente, onde a sucção dos lábios predominou.
Consegui forçar minha língua, pra surpresa dela, enquanto ela se pendurava nos meus ombros e eu apalpava a bunda dela, grudando ela em mim.
A gente se olhava, devorando a língua uma da outra, tendo nossos corpos à mercê total e sabendo de antemão que, não importava o que a outra pessoa fizesse, a gente ia curtir ao máximo.
"Doc... quero ver seus peitos... preciso vê-los..." — falei, enquanto ia desabotoando a camisa dela e lambendo meu caminho até eles.
Ela soltava uns gemidos dos mais sensuais, que eu nunca imaginaria.
"Você gosta deles?... sinto que tão queimando de fogo... por favor, lambe eles..."
Quando desabotoei a camisa dela o suficiente, encontrei um sutiã branco, que por um momento pensei que fosse um "push-up"...
Mas pra minha maior surpresa, eles eram recheados de uma carne branquinha e macia, que tinha uma textura particular, completamente desconhecida pra mim.
Quando falei isso pra Marisol, expliquei que não eram como os seios dela, que se mantêm firmes e cheios, que praticamente se destacam por si só.
Os da Debbie eram mais moles e maleáveis, com uma mornidão que só o passar dos anos e a discrição de mantê-los escondidos proporcionam.
Não foi fácil descrevê-los…
Mas enquanto eu me prendia ao mamilo e o chupava, dando a ele um prazer completamente inesperado, minha mão direita já se enfiava por entre a saia dela e acariciava a calcinha molhada.
Ela soltou um grito forte, porque a atenção dela ainda estava na minha boca chupando o mamilo, e quando eu puxei a saia dela pra baixo, o corpo dela virou uma verdadeira boneca à minha disposição, se apoiando semi-nua na escrivaninha, como eu mandei.
Quando ela viu que eu parei de chupar o peito dela e comecei a me abaixar, me deu o olhar mais dolorido que tinha. Mas, ao perceber que eu tava de frente pra buceta dela, coberta por longos cabelos pretos, molhados pelos sucos do prazer, o rosto dela se encheu de susto e outro grito forte ecoou pelas paredes, quando sentiu minha língua se enroscar lá dentro.
Ela tava apertada e meus dedos mal conseguiam entrar na buceta dela. Mesmo assim, a onda de sensações gostosas e inesperadas que tava bombardeando ela causava uma sequência de orgasmos pequenos e discretos, que iam se juntando em grupos maiores.
•Ahhhh!... Ahhhhhhh!... Mais! – ela pedia, ofegando sem parar.
E quando finalmente consegui abrir os lábios dela e deslizar a língua pela primeira vez dentro do corpo dela, um arrepio forte percorreu ela, das pernas até a cabeça, terminando numa explosão poderosa vinda de dentro.
•Gaaaah! – foi tudo que ela gritou, naquele orgasmo enorme e expansivo que molhou minha cara toda.
E, sem pensar, ela começou a esfregar a buceta na minha boca.
•Por favor, não para!... Não para!... Eu preciso!... Eu preciso! – ela exclamava, impaciente e livre de qualquer amarra psicológica.
Mas eu comecei a beijar ela, subindo pela barriga, sem parar de meter o dedo. Me aninhei entre os peitos dela e ela soltou um suspiro fundo.
– Doutor, eu tenho que Meter bem fundo! — falei, com um sorriso bem sério.
•Sim!... O que você quiser!... Onde você quiser!... mas, por favor… não para… não vai parar…
E foi assim que a coloquei na própria maca dela…Próximo post
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