Víctor, el futuro médico - 7° parte

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Naquela segunda-feira, 9 de outubro, chegava ao fim. Tava quase indo dormir e tentava lembrar de tudo que tinha rolado. Lembrei que naquele dia acordei com a certeza de que ia encontrar o Víctor à tarde, e no final acabei comendo a Susana de manhã e tendo os dois como meus namorados à tarde. Muita coisa pra um dia só. Pensando em tudo que aconteceu, deixei o sono me vencer.

Na terça-feira, no começo da tarde, a Susana me avisa que a mãe dela já tava sabendo do nosso relacionamento. Que no jantar do dia anterior os primos contaram que eu era namorado dos dois. Minha curiosidade era saber como ela tinha recebido a notícia. Pelo visto, depois de um primeiro momento de surpresa e um certo choque, eles, com a empolgação e cumplicidade deles, conseguiram animar a Marta com a ideia de um relacionamento a três. A Susana me contou que no fim ela tava tão feliz com eles quanto comigo. Que assim que pudesse, ela mesma ia me parabenizar pessoalmente.
- "Por que você não vem? Minha mãe às terças chega umas quatro horas, ela tá morrendo de vontade de te ver e te parabenizar. Além disso, a gente podia ficar juntinho e sozinho umas duas horas.Sem pensar muito, fui pra casa dela. Em não mais de quinze minutos, já tava lá. A primeira sessão de beijos no sofá durou mais de trinta minutos. Começamos a nos despir um ao outro e, como não podia ser diferente, acabamos transando. Ela, se conhecendo bem e sabendo que toda vez que goza a buceta dela vira um mar de sucos, pega uma toalha no banheiro e estende no sofá. Me explica:É pra gente não ter que limpar tudo depois.Ela chupou minha pica com muita paixão enquanto eu enfiava os dedos dentro da buceta dela. Subi em cima dela e, graças aos sucos da buceta dela, a penetração foi fácil e profunda de uma só vez. A primeira foda durou uns dez minutos, ela teve dois orgasmos que a fizeram gritar. Quando acabou, ela me pediu pra comer ela de novo. Pedi pra ela me deixar ir ao banheiro pra mijar. Quando voltei pra sala, tive uma visão única. A bunda da Susana apontando pra mim, ela tinha se colocado de quatro no sofá com aquele rabo lindo dela o mais alto que podia. Não consegui deixar de exclamar:Uauuu…! Que buceta gostosa pra encher de pau…!
- “E de porra…!”— acrescentou Susana.

Fiquei atrás dela e apontei minha língua direto pra bunda dela. Quando sentiu a ponta da minha língua no cu, gemeu fundo e comecei minha tarefa de tentar dilatar ele. Com os dedos da mão direita, comecei a brincar dentro da buceta dela, e com a outra mão tentei alcançar os peitos. Ela se curvou sobre a barriga pra facilitar meu trabalho. Quanto mais eu brincava com a buceta e os mamilos dela, mais sucos escorriam da pussy. Meus dedos molhados com os fluidos dela, comecei a enfiar dentro do cu dela pra apressar a dilatação. Ela implora:
- “Vai, meu cu já tá pronto. Mete logo essa pica…!”
- “Sua bunda é virgem?”
- "Sim, e quero que seja você quem vai arrebentar ele pra mim.
- "Vamos devagar, não quero te machucar.Aproximei a cabeça da minha pica na porta do cu dela e pressionei pra entrar toda a cabeça. Susana deu um gritinho e pediu pra eu continuar. O esfíncter dela apertava com força, pedi pra ela relaxar porque senão ia doer nos dois e a gente não ia conseguir gozar. Aos poucos fui sentindo ela parar de fazer força. Consegui então avançar um pouco mais, enfiava uns centímetros e parava. Perguntava como ela tava se sentindo e ela me dizia quando continuar metendo. Calculo que tenham passado mais de cinco minutos até que finalmente minha pica inteira tava dentro dela. Falo de novo:Quando você terminar de relaxar e estiver confortável, a gente começa. Me avisa quando você quiser.Passou um minuto e ela me implora pra começar. Comecei a bombar devagar, esperando que ela se encaixasse no ritmo que eu tava impondo. No começo, a metida e tirada era de uns dois centímetros. Nós dois começamos a aumentar o ritmo até achar o ideal. Tirava até a metade e enfiava até o fundo. A mão esquerda dela, que junto com a direita ajudava a se segurar de quatro, ela enfia dentro da própria buceta bem antes de ter um orgasmo. Ensopada nos próprios sucos, ela me oferece, e com minha língua chupo e limpo os dedos dela. Isso me deixou ainda mais tesudo e acelerei muito mais o ritmo até que ela deu um grito quando sentiu meu gozo quente inundando as tripas dela. Susana também tinha acabado de ter outro orgasmo. Ela se deitou no sofá e eu fiquei por cima das costas dela, esperando meu pau sair daquele cuzinho gostoso que me fez gozar pra caralho.

Susana olha as horas e me diz:
Daqui a meia hora minha mãe chega. Vamos nos vestir e arrumar essa bagunça.O desastre foi o quanto a toalha ficou molhada. Por sorte, o sofá não sujou. A gente se vestiu, ligou a TV e continuou se beijando até a Marta chegar. A gente tava tão vidrado nos beijos de língua que nem ouviu quando a Marta abriu a porta com as chaves, nem quando fechou o portão.Será que esses gostosos vêm me cumprimentar?, nos surpreendeu.Desculpa a gente, não te ouvimos entrar.Susana se levantou e deu um beijo na bochecha dela.- "Como iam me ouvir se estavam bem enroscados. E você, não vai me cumprimentar?Me levantei e dei um beijo na bochecha dela, mas a Marta me abraçou e, enquanto me devolvia o beijo na minha bochecha, me disse:— "Me abraça forte. Tô feliz pra caralho que você é o namorado da Susana, quando te vi pela primeira vez já achei que era o cara certo pra ela. Também fico felizona que você faça o Victor feliz, ele sofreu pra caralho e precisa de alguém que ame ele de verdade.Durante todo aquele monólogo acompanhado de um abraço interminável, as tetonas da Marta se esfregavam no meu peito. Não conseguia perceber se ela tava fazendo isso de propósito ou o quê, exatamente. Por um momento, achei que a gente fosse se beijar, tamanha a proximidade dos lábios dela com os meus. Tentei tirar essas ideias da cabeça, ainda mais porque eu tava começando um relacionamento amoroso com a filha dela. Ela continuou esfregando as tetas em mim e eu percebi que os bicos dela começaram a endurecer, e o meu pau também, ficou tão duro que, quando a Marta sentiu meu pau contra a barriga dela, me olhou com uma certa safadeza e se afastou de mim. Depois, virando pra filha dela, ordenou:Vem pra cá e vamos abraçar nós três. Me faz muito bem ver vocês felizes.Eram quatro da tarde, avisei que no máximo ficaria até umas cinco. Marta decidiu que era hora de fazer um bom lanche e fomos pra cozinha. Quando chegou a hora de ir embora e eu estava me despedindo da Susana na porta da rua, vimos o Víctor chegando. Trocamos beijos entre nós três e fui pegar o ônibus rumo ao curso de magistério.

Pra poder ficar com os dois, tive que decorar bem os horários de todo mundo. A casa ficava vazia todas as manhãs, menos nas segundas, que era o dia de folga da Susana. Ela, de terça a sábado, trabalhava das oito da manhã até meio-dia, numa loja de moda perto da Av. Cabildo, e ainda aos sábados também trabalhava das quatro da tarde às oito da noite. Chegava do trabalho lá pra uma menos quinze da tarde.

O Víctor tinha plantão no Hospital Fernández toda segunda, quarta e sexta, das sete da manhã até uma da tarde. Terça, quinta e sábado ele cursava na Faculdade de Medicina da UBA, das oito da manhã até as quatro da tarde. Tinha uns horários livres no meio, mas não valia a pena sair de lá. Do plantão ele chegava em casa lá pra uma e meia da tarde, e da faculdade nunca antes das cinco.

A Marta, que trabalhava fazendo faxina em várias casas e cobrando por hora, nunca estava entre oito da manhã e quatro da tarde. De manhã ela trabalhava em duas casas até meio-dia: numa ia segunda, quarta e sexta, e na outra terça e quinta. De tarde ia pra cinco casas diferentes, uma por dia da semana, de uma até três da tarde.

A partir daquele dia, tive que criar uma "rotina" pra conseguir me encontrar durante a semana com meu namorado ou minha namorada. Segunda, quarta e sexta à tarde continuávamos nos encontrando no Botânico com o Víctor. se chovesse na casa dela. Em todo encontro ao ar livre, ela sempre me chupava umas duas vezes a pica. Se, por outro lado, a gente precisava se refugiar na casa dela, na intimidade do quarto, além de uma boa chupada de pica, eu chupava o cu do Víctor e esfregava minha pica no rabo dele sem penetrar. Ele ainda não tinha se decidido a perder a virgindade. Com a Susana, os encontros eram sempre na casa dela. Eu ia lá toda terça e quinta à tarde, às vezes a gente transava, e outras vezes ela só me chupava a pica e eu devorava a buceta dela até a mãe chegar. Às vezes a gente se metia no quarto, outras vezes ficava no sofá da sala. Segunda-feira eu ia na casa dela bem cedo, sabendo que a gente ia ficar sozinho até o meio-dia, e nesses dias a gente sempre transava. Nunca usava camisinha, ela preferia gozar sem o atrito do preservativo. A Susana me oferecia o cu dela quando a gente tava naqueles dias em que tinha risco de engravidar e enquanto durava a regra dela (como se dizia naquela época). Hoje as mulheres não têm problema em falar que tão menstruadas, ainda acho graça quando alguma véia dizia que fulana tava com “o assunto”.

Os dias iam passando durante aquele mês de outubro. Nessas semanas, eu tinha cruzado com a Marta só duas vezes. Ela vivia me lembrando o quanto tava feliz por eu ser, e não outro, o namorado da filha e do sobrinho dela. Na última vez que a vi, ela me convidou pra ir jantar com eles no último sábado de outubro (dia 28), já que iam comemorar os 25 anos do Víctor, que fazia aniversário no dia anterior. Claro que aceitei o convite. Meus relacionamentos com a Susana e o Víctor iam cada dia melhor. A gente continuava se conhecendo e eles aceitavam ser “o outro” ou “a outra” do triângulo que a gente formava. Logo ia chegar a época de provas, tanto pro Víctor quanto pra mim. Todo mundo sabia que, de um jeito ou de outro, as provas iam dar uma segurada nos nossos encontros.

O que Por um lado, todo mundo ficava feliz, por outro, a gente ficava preocupado. Os ditadores Videla e Pinochet aumentavam suas apostas bélicas por causa de uma decisão arbitral britânica, que dava três ilhas do Atlântico Sul, na foz do Canal de Beagle, até então argentinas, para o Chile. O problema não era só pra quem essas três ilhotas iam ficar, mas a possibilidade de quebrar o princípio bioceânico que sempre marcou a relação histórica dos dois países: Argentina no Atlântico Sul e Chile no Pacífico Sul. A decisão, ao dar essas ilhas pros chilenos, permitia que eles tivessem uma saída direta pro Oceano Atlântico. A ditadura argentina rejeitou a decisão e começou a se falar sério sobre a possibilidade de uma guerra.

Eu tinha escapado de fazer a Colimba (Serviço Militar, pra quem não viveu naquela época) por causa do número baixo, mas quase todos meus amigos que nasceram comigo em 1959 e estavam "sob a bandeira" (como se dizia na época) começaram, aos poucos, a ser mobilizados pelos seus regimentos pra diferentes pontos da Cordilheira dos Andes. Pra Víctor, Susana e Marta, o problema era ainda maior. Eles eram estrangeiros no país, todos chilenos de nascimento, e como se não bastasse, tinham se exilado da ditadura do Pinochet. Era só esperar os acontecimentos.

A rotina que eu tinha montado com os horários tava funcionando. Com a Susana, a gente transava em quase todos os encontros e, dependendo dos dias do período dela, eu enchia de porra a buceta ou o cu dela. Quando a gente não transava, ela me chupava até esvaziar minhas bolas, e eu me lambuzava com os sucos da buceta dela. O Víctor continuava sem me dar o cu e se satisfazia com minha porra. Na casa dele, ele me deixava "comer ele" sem penetração até os dois espalharem porra pelo quarto inteiro.

Já fazia duas semanas que a gente tava de namorados/namoradas, era segunda-feira, dia 23. Acordei bem cedo pra passar a manhã toda com a Susana. comendo. Mudei de caminho desviando pela Av. Santa Fe, pra comprar uma dúzia de medialunas na La Bordalesa da rua Oro. Quando cheguei, a Susana me fala:
Que cedo você chegou? Faz só dez minutos que me deixaram sozinha.
— É que trouxe croissants pra gente tomar café da manhã junto e poder ficar mais tempo juntos, não esquece que de tarde o Victor tá me esperando.Tomamos café da manhã trocando beijos um no outro, com olhares provocativos onde mordíamos o lábio inferior, o que fez a safadeza de ambos aumentar. Lavamos rapidamente as xícaras de café com gozo, e depois que Susana colocou uma toalha no sofá, começamos a nos beijar e a nos despir. Ainda não eram nove da manhã e já estávamos praticando um belo sessenta e nove. Eu embaixo, com a cabeça virada para o lado do banheiro, não parava de chupar a buceta dela, e ela sobre meu corpo, com a cabeça para a cozinha, devorando meu pau. Perdemos a noção do tempo. Ela teve um orgasmo e tentei beber todos os sucos que jorravam da buceta dela; eu gozei dentro da boca dela e ela conseguiu beber todo o meu leite. Ninguém parou na tarefa. Tão grande era a safadeza que continuamos nos chupando mutuamente. Meu pau ganhou vida nova e ambos percebíamos que um novo orgasmo de um e outro estava próximo. Ninguém notou a presença de Marta na sala, até que Susana levantou os olhos e gritou enquanto se levantava:- "Mãe, o que você tá fazendo aqui a essa hora?O susto que levei com o grito da Susana me fez levantar feito uma mola, com meu pau apontando pro teto. A Susana pegou a toalha e se enrolou no corpo, e eu mal conseguia cobrir minha ereção bruta com as mãos. A Marta mandou a gente se vestir e completou:- "Peço desculpas, devia ter imaginado que na minha ausência vocês estariam juntos.Susana pegou a roupa dela e entrou no quarto pra se vestir, enquanto eu me virava nos trinta pra esconder minha pica da vista da Marta. Ela não parava de olhar pra minha pica. Até me pareceu que no olhar dela ela tava curtindo o show. Ficava mordendo os lábios e não tirava os olhos da minha pica. Resolvi dar pra ela a diversão que ela tava procurando. Comecei a me vestir só a parte de cima, e ainda coloquei as meias e os tênis. Me posicionei de um jeito que a Marta sempre tivesse minha pica apontada na direção dela. Finalmente terminei de me vestir. Mesmo quando já tava de calça de ginástica e dava pra ver minha ereção, a Marta continuava de olho no meu volume. Com gestos bem marcados, ajustei minha pica e minhas bolas por cima da calça, e apertei ela contra o corpo pra ficar bem nítido o contorno da minha pica. Ela não parava de se lamber com o show que eu tava dando.

Já totalmente vestido, me desmanchei em desculpas pra Marta. Ela, por sua vez, rebateu dizendo que era ela quem devia se desculpar e que ia dar uma explicação do porquê estava ali. Quando a Susana saiu do quarto, a Marta pediu pra gente sentar no mesmo sofá onde ela tinha nos pego pelados. Ela se sentou numa das poltronas e disse, quase chorando:
Tô aqui porque fiquei sem trampo. Quando cheguei na casa da Dona Amélia, a patroa pra quem eu faço a limpeza segunda, quarta e sexta, ela me avisou que não ia mais precisar de mim. Disse que, como a fábrica onde o marido trabalhava tinha fechado as portas e todo mundo foi mandado embora, eles tinham que cortar alguns gastos. Ela me pagou o que tava devendo e falou que por enquanto eu não precisava voltar, que se precisasse de novo, me chamava. E aí tô eu aqui.
Marta, te peço mil desculpas em nome dos dois., eu disse e continuei.Sei que te desrespeitamos, você e sua casa. Vou embora, acho que é o certo a fazer.e me virando para Susana, que estava terrivelmente calada.Te ligo amanhã à tarde, sabe que eu te quero.Marta me impediu de chegar até o portão e nos diz:— Vocês se amam, na verdade estavam trocando amor e prazer um pro outro quando eu cheguei. Sou eu quem devo pedir desculpas por interromper. Eduardo, peço que não vá, fique o tempo que quiser com a Susana. Vou trocar de roupa, e vocês vão pro quarto terminar o que começaram.Trocamos olhares com a Susana e fomos pro quarto dela. Foi difícil recriar o clima de novo. Lá dentro, a única coisa que conseguimos fazer foi sentar na beirada da cama em silêncio por vários minutos. Depois de um tempo, me sentei com as costas na parede e as pernas atravessadas na cama dela. Ela deitou a cabeça no meu colo e se esticou na cama. Seguramos nossas mãos direitas, e com a esquerda eu acariciava o cabelo preto e comprido dela. Num dado momento, ela virou o corpo de um jeito que a gente podia se olhar nos olhos. Como se algo mágico nos conectasse, ao mesmo tempo nos abraçamos e demos um beijo onde nossos lábios e línguas não se separaram por mais de cinco minutos. Esquentamos de novo como antes, mas tacitamente a gente tinha decidido não transar naquele dia, só que entendíamos que precisávamos terminar o que nos interromperam. Deito ela na cama, levanto a saia do vestido que ela tava usando, tiro a calcinha até arrancar e começo a chupar a pussy dela com desespero. Ela se apressa pra colocar a toalha embaixo da pélvis pra não sujar o colchão. Beijei, mordisquei e chupei os lábios externos e internos da pussy dela, tomei conta do clitóris e consegui arrancar dois orgasmos impressionantes que me encheram a boca e que, com muito prazer, engoli por completo. Subi nela e beijei, misturando nossas salivas com os sucos da pussy dela. Minha pica tava duríssima e ela sentia contra o corpo dela. Saborear os próprios sucos deixou a Susana muito puta, e ela quase arrancou minha calça e cueca pra pegar minha pica de uma bocada só. Trabalhou com os lábios e a língua dela com tanta maestria que a gozada já tava quase pronta. Percebendo o que vinha, ela encaixou minha pica na garganta pra receber três jorros fortes que engoliu como pôde. A gente se beijou de novo e nossas bocas Tinham sabores estranhos, resultado do meu gozo e do fluxo dela, além das nossas salivas.

Almoçamos cedo os três. Marta descobre que eu ia me encontrar com o Víctor no Jardim Botânico. Saímos juntos, já que ela precisava ir pro trabalho da tarde e, tentando ser educado, peço pra acompanhá-la até o ponto do ônibus dela, a três quarteirões dali. Caminhamos os primeiros metros quase com os braços colados, ela do lado da parede e eu do lado da rua. Antes de chegar na esquina, ela me pega pelo braço e encosta a cabeça no meu ombro. Virando levemente o olhar pra esquerda e considerando a posição dela, achei que tava no paraíso. Dava pra ver todo o decote e aquelas tetas lindas e durinhas. Fiquei tentado a dar um beijo na boca dela. Nos despedimos no ponto do ônibus com um beijo na bochecha.

Passei a tarde com o Víctor no Jardim Botânico e não contei nada do que rolou de manhã. No dia seguinte (terça), passei a tarde com a Susana até a Marta chegar. Quando me despeço pra ir embora, a Marta manda a filha lavar uns pratos sujos que tinham ficado na pia da cozinha e é ela mesma que me acompanha até a porta e me diz:
- "Queria que amanhã cê viesse me fazer companhia de manhã. Dá pra vir?
— "Acho que sim. Aconteceu alguma coisa?
Queria que a gente conversasse sobre sua relação com a Susana e com o Víctor.
- "Não se preocupa, vou chegar cedo.Dou um beijo na bochecha dela, mas nós dois (consciente ou inconscientemente) viramos o rosto e as pontas dos lábios se tocaram. Foi nítido que sentimos um choque elétrico que nos fez segurar as mãos e repetir o beijo de novo. Dessa vez foi na bochecha, mas sem soltar as mãos. Saí correndo pra sala dos professores.



(Continua em: "Víctor, o futuro médico - 8ª parte")
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