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Compêndio IAinda lembro daquela tarde morna de março...
•Tem sido um bom menino? – perguntou com aquele jeito zombeteiro e maternal, enquanto colocava a luva de látex.
Hesitei um pouco antes de responder.
– Acho que sim... só fiquei com minha esposa e minha babá... e com minha amante do trabalho, que nos convidou para o primeiro aniversário de casamento dela em Perth, no Dia dos Namorados...
Seus olhos verdes e frios, me observando com muita atenção, me fizerem vacilar um pouco na resposta...
– Mas depois, uma amiga antiga me chamou em Melbourne... e me pediu o favor de tentar engravidar ela...
Por baixo da máscara cirúrgica, percebi um sorriso bem safado da parte dela...
•Muitas milhas de viajante! – comentou, muito divertida com meu relato.
Aquele sorriso me fez baixar a guarda e, tentando a sorte, revelei o resto.
– E quando voltei pra casa, nos visitaram 2 gêmeas que conhecemos nas férias, no verão anterior...
Foi nessa hora que percebi que tinha transgredido algum tipo de princípio. O olhar dela se manteve imparcial e profissional, como sempre, mas algo me dizia que ela ia me fazer pagar por isso.
No fundo, eu queria. Era o nexo que nos unia naquela relação estranha...
Ela caminhou para o lado da maca, acariciou levemente minhas nádegas e, em vez de enfiar o dedo do meio, como fazia sempre para "auscultar minha próstata", conseguiu enfiar também o indicador e o anelar, me submetendo a um incômodo mais do que merecido.
Debbie (assim se chama a mulher que foi minha urologista e confidente durante minha estadia em Adelaide) é uma mulher maravilhosa de 62 anos, que aparenta uns 50 e poucos, bem vividos ou no máximo uns 48, 49 que estão indo embora com muito estilo.
Loiro e cabeludo, com um peito bem empinado e desafiador para a idade, uma cintura discreta e uma bunda mais plana, mas com duas coxas carnudas, era a mulher que a cada 3 ou 4 meses me examinava por doenças venéreas.
Era, sem dúvida, uma "especialista em paus", no sentido médico completo da palavra. aprendendo muitas coisas sob sua proteção. E nossa relação, mais do que paciente/médica, era mais como mãe adotiva/filho.
Compartilhávamos muitas visões morais sobre casamento e eu me consultava com ela porque era a única capaz de me repreender pelas infidelidades que cometia contra minha esposa, algo que eu constantemente precisava.
• Então, por que você se casou, se toda hora trai mais a Marisol? — perguntou ela uma vez, parando o que estava fazendo.
— Doutora, eu amo minha esposa e não me imagino passando a vida com mais ninguém…
Seus olhos se estreitaram desconfiados, enquanto ela apertava levemente a base do meu pau, me causando dor.
— Pra mim, ela é única… e eu faria amor com ela o tempo todo. Mas ela se cansa fácil… e sim… talvez ela seja mais libidinosa e puta que outras… mas é a que mais me atrai.
Foi aí que ela retomou a punheta lenta que fazia em mim durante cada consulta, um pouco mais satisfeita com minha resposta.
— E não é que eu fique procurando mulher por aí… quase sempre são algumas, e são elas mesmas que tomam a iniciativa…
• Bom, você poderia muito bem dizer não… — ela repreendeu, com bastante lógica.
— Eu sei, Doutora! E acredite, toda vez que faço isso, ainda me sinto culpado… mas se você visse a Marisol naqueles momentos, quando fazemos amor…
De novo, ela parou e me olhou, muito interessada…
— Ela fica linda, Doutora! A gente fica exausto e ela brilha! Ela se aconchega do meu lado e eu sinto que ela tá feliz. Carinhosa e mais doce que nunca, porque tá tão satisfeita quanto eu… e eu, por remorso e culpa, tento agradar ela com doces ou presentinhos, tentando compensar meu erro. É por isso que eu traio, Doutora! Porque ela fica mais feliz!
Mesmo assim, ela não via minhas ações com bons olhos, e episódios como aquele de me envolver com duas gêmeas numa noite faziam com que ela descontasse em mim cada vez que fazia um exame de próstata.
Minha rotina era chegar no balcão com a Bianca (sua secretária/assistente) para que ela me entregasse os potinhos para coletar as amostras, usavam potes cujo tamanho era parecido com as antigas caixinhas onde se guardavam rolos fotográficos.
Não sei se houve outros que reclamaram a respeito, mas a Debbie me explicou que aquele tamanho era o adequado para as amostras enviadas ao laboratório e que, no meu caso, eu quase transbordava o pote e me sujava com meu próprio sêmen, por isso me deram um pote maior.
Depois, eu esperava na sala até ser minha vez, e a Debbie me chamava para a maca, com as calças abaixadas, porque a cada vez ela fazia um exame de próstata e, nessa posição constrangedora, eu tinha que confessar o número de parceiras com quem tinha ficado.
Em seguida, ela pedia para eu me deitar na maca e eu começava a me masturbar num ritmo constante e controlado, que me mantinha com uma ereção latente por uns 45 minutos, enquanto ela aplicava alguns líquidos e soluções que, segundo ela, serviam para me desinfetar e que “também compensariam a Marisol por eu ser um menino mau”, nas palavras dela.
Mas nós dois sabíamos que não era um procedimento totalmente normal, já que ela nunca usava luvas para aplicar essas substâncias. Também não estou dizendo que havia uma “relação sexual latente” entre nós durante cada sessão, porque, apesar do tratamento inusitado e antiético da situação, nós simplesmente conversávamos sobre os assuntos mais variados e, entre eles, às vezes surgia o próprio casamento dela.
Assim como aconteceu com a Marisol e eu, a Debbie se apaixonou aos 24 anos por Wilbur, um professor universitário de 46 anos, divorciado e, segundo ela, um homem superinteressante.
Física e sexualmente, ele não era muito atraente para ela: era careca, usava óculos, tinha compleição magra e era um verdadeiro gênio nas áreas da biologia. Toda vez que conversavam, ela ficava hipnotizada com os discursos profundos de Wilbur, transformando essa admiração numa paixão pela mente dele, a ponto de decidir se casar com ele.
No entanto, e ao contrário de muitos relatos que a gente vê por aí por aqui, ela se manteve fiel ao marido e pouco importava se ele sumisse por um trimestre em outro continente, por causa de uma pesquisa, ou que seus horários nunca batessem quando estavam na mesma cidade, porque sexo quase não os interessava.
Na verdade, eles faziam amor uma vez a cada 2 semanas, só para aliviar tensões físicas e, pelo jeito que ela falava, nunca durava mais que 2 horas.
Quanto a filhos, se é que desejaram algum, foram realistas e perceberam que, com os estilos de vida corridos que levavam, seria impossível criá-los, então Debbie entrou na menopausia sem remorsos.
E mesmo que, na área dela, as chances de ser infiel fossem bem amplas, na verdade ela focava na anatomia masculina de um ponto de vista puramente científico.
Não lembro exatamente quando liguei para o consultório, mas imagino que deviam ser os últimos dias de novembro.
— Ei, Bianca! Sou eu! — respondi ao cumprimento monótono da recepcionista, que anunciava o nome do consultório.
— Ei, Marco! Como você está? Chegou a hora de outro check-up? — perguntou num tom muito mais animado.
— É… bom… na verdade, o último.
— Ooh! Por quê? Mudou de especialista? — comentou com certa indignação.
— Não… não é isso. É só que fui promovido no trabalho e preciso me mudar para outra cidade.
— Isso não tá certo! Você devia ficar morando aqui! — exclamou alterada.
Devo destacar que a recepcionista devia ter uns 27 anos, no máximo, e não era nada mal de se olhar, e que toda vez que eu ia, ela soltava algum tipo de indireta erótica, como me ajudar a tirar as amostras de sêmen com a mão dela, por exemplo.
— Eu sei, Bianca!… mas só preciso de uma hora de consulta. — repliquei, cansado de dar explicações pra alguém que não ia aceitá-las.
E ela me marcou uma, para terça-feira, às 5 da tarde.
No entanto, por volta das 8 e meia da noite do mesmo dia em que liguei, enquanto lavava a louça e Marisol colocava as pequenas para dormir, o o telefone tocou.
•Alô? O Marco está aí?
- Doutora? - perguntei, confuso com a voz ao telefone.
•Sim, sou eu! - respondeu num tom mais doce e maternal. - A Bianca disse que você pediu um horário para terça. É verdade?
- É sim! Ela me deu para as 5.
Houve um breve silêncio.
•Receio que não vai dar para te atender nesse horário. Estou muito ocupada, mas poderia te atender na sexta, às 7, se não for problema.
Estranhei a sugestão, porque o consultório fechava às 6. Mas mesmo assim, aceitei.
Pouco depois, minha esposa chegou.
+ Quem era?
- Era minha médica, para avisar que mudaram meu horário.
+ Ahhh! - exclamou, com um sorriso surgindo. - E me diz, por que a mudança?
- Ela disse que estava muito ocupada.
+ Mas você fala que nesse horário eles não atendem... - replicou, na hora, com seu sorrisinho mais acentuado. - E por que foi ela quem ligou e não a assistente?
- Aonde você quer chegar, Marisol?
Ela sorriu com modéstia.
+ Não digo nada... só digo que talvez ela queira te dar uma despedida. Só isso.
- Já falamos sobre isso e você sabe bem que não temos esse tipo de relação.
Ela me olhou com um pouco de pena e acariciou minha bochecha.
+ Ai, amor! Você é bonito e jovem! E aposto que ela também gosta de você... só que você não percebe.
- Te digo que não é assim!
+ Tá bom! Tá bom! - resmungou carinhosamente, me chamando à razão. - Só que... se acontecer alguma coisa naquela noite, lembra de voltar antes que a Lizzie termine as aulas.
E chegou o dia. A primeira coisa que me chamou a atenção foi que a placa do consultório estava apagada, embora a luz no consultório da doutora estivesse acesa.
O consultório era uma pequena casa particular de tijolos e telhado, com uma placa no jardim, embora o interior tivesse sido modificado para as consultas, onde só a cozinha mantinha sua função original.
A sala fazia a função de recepção. Um dos quartos tinha equipamento médico, com o que acho que faziam ultrassons; outro, estava adaptado como sala de estar e sala de jantar para Debbie e Bianca, guardando as amostras na geladeira; o quarto de casal era o escritório e consultório de Debbie e o banheiro também servia para coletar as amostras de sêmen.
Depois de tocar a campainha, encontrei Debbie com uma saia leve, até os joelhos, e uma blusa de manga longa e decotada, ambas na cor verde, por baixo do seu avental médico, o que também me chamou a atenção, já que ela sempre o mantinha abotoado.
— Ei, doutora! Tudo bem?
— Tudo, tudo! Pode entrar! — respondeu, olhando para a vizinhança com preocupação.
— Tem algo errado? — perguntei, ao vê-la tão nervosa.
— Não, nada! Vem para o meu consultório! — respondeu com impaciência.
— Espera! Eu ainda não coletei as amostras!
— Quais amostras?
— As de sêmen… para você mandar para o laboratório.
Ela me olhou rapidamente, dos pés à cabeça.
— É melhor que eu mesma faça a coleta…
E, segurando minha mão, me puxou para dentro do consultório, fechando a porta após entrar.
Naquele momento, as palavras da Marisol martelavam forte na minha cabeça, já que Debbie procurava ansiosamente pelos frascos para as amostras, ordenando de forma autoritária que eu abaixasse a calça e a cueca.
Ela ficou observando minha ereção crescente por alguns segundos, antes de se ajoelhar…
— Não se preocupe. Vou ser rápida…
Ela a pegou em suas mãos com desespero, puxando o prepúcio e mexendo bem rápido. Eu conseguia sentir as pulsações da cabeça da minha glande e a maneira como meu pau inchado parecia transbordar da sua mão.
— Ah, doutora!… Continua!… Não para!
O que mais me chamava a atenção naquele momento eram seus peitos generosos, que pareciam balançar a cada movimento, e na minha mente, eu imaginava meus desejos de que ela fizesse um paizuri entre eles.
Mas também não passava despercebida a expressão de luxúria no rosto da minha especialista, que parecia lutar contra seus impulsos. Ela não parava de lamber os lábios e abria a boca devagar, como se desejasse provar aquela fruta proibida. em pouco tempo...
E quando isso aconteceu, eu perdi a cabeça...
- Isso, Doc!... Chupa!... Chupa!... Engole tudo!
Debbie estava se engasgando e dava pra ver que era a primeira vez que ela chupava um pau (depois ela mesma me confirmou isso), porque em algumas ocasiões ela me mordeu. Mas logo ela pegou o ritmo e começou a fazer com mais delicadeza.
Ela tentava engolir tudo, mas a falta de costume a atrapalhava constantemente, e ela me olhava com desespero nos olhos, então eu tinha que apertar os dentes e tentar tirar da boca dela. No entanto, ela acompanhava meu movimento, sem parar de chupar.
Mas conforme ela foi se acostumando mais e mais ao meu ritmo, senti as mãos dela apertando minhas bolas e esfregando suavemente. Ela focou naqueles momentos em chupar só a cabeça e me masturbar com uma mão, enquanto com a outra brincava com os pelos encaracolados das minhas bolas.
Agarrei seus cabelos loiros, que balançavam de um lado pro outro, impedindo que ela tirasse da boca. Parece que isso esquentou ainda mais a Debbie, que começou a mover a cabeça mais rápido, e eu podia sentir minha glande roçando no contorno da úvula dela.
- Vamos, Doc!... Você me mata!... Me mata!... - eu pedia, começando a perder a luta pra segurar minha gozada por mais tempo.
E o que veio a seguir quase me fez explodir: soltando a mão que segurava minhas bolas, ela começou a esfregá-la nos próprios peitos, que pareciam prestes a estourar. Eu tinha que apertar as pernas e acariciar minha própria cabeça e olhos, se não quisesse gozar na cara dela.
E chegou um ponto em que ela começou a chupar com ainda mais desespero, se é que era possível, quase enfiando até a garganta. Praticamente era uma sanguessuga grudada no meu pau, chupando sem parar.
- Doc!... Doc!... Tira a cabeça!... Vou gozar!...
E de um jeito que passou completamente despercebido na hora, senti a leve pressão de um dedo um pouco mais abaixo da base das minhas bolas, que me fez detonar de um jeito incrível e sem... igual. O primeiro jato acertou em cheio no rosto da Debbie, mas o segundo, terceiro, quarto e até o quinto transbordaram o recipiente das amostras e, mesmo assim, eu continuei descarregando como se fosse porra condensada. Com a Marisol, tentamos repetir a experiência, mas apesar da perícia da minha mulher, ela não conseguiu acertar o ponto certo. Exausto e com a cabeça do pau doendo de um jeito gostoso, resultado da pressão explosiva, eu observava a Debbie olhando minha masculinidade soltando os últimos restos da minha gozada e, sem nem pensar ou me perguntar, ela se jogou em cima dela, para limpar e chupar um pouco mais. E sem medo nem arrependimento, admito que até aquele dia, eu olhava para a Debbie com o mesmo respeito que tenho pela minha própria mãe… Mas, felizmente, ela não era.Próximo post
1 comentários - Siete por siete (191): Debbie (I)
Gracias por compartir!!