ASSIM VOLTAMOS PURO CARLOS? O FINAL?

Ao voltar, continuamos bebendo e comentando o que tinha rolado. A gente tinha se divertido pra caralho, embora o Mario não parecesse satisfeito — pelo menos eu não via ele assim, parecia mais decepcionado. Fomos ver as varas, e não teve nenhuma fisgada, só o Carlitos tinha pegado algo, e olha como ele ficou: tava com o cu destruído, dormindo pra se recuperar um pouco e continuar recebendo gostoso. Trocamos as iscas e mexemos algumas varas de lugar, na esperança de pescar algo pra churrasco de amanhã. Depois voltamos pro acampamento e começamos a jogar truco. Quando escureceu, preparamos a churrasqueira pro jantar e deitamos um pouco. O Mario entrou na barraca onde o Carlos tava dormindo, e nós três ficamos na outra.

JORGE — Parece que o Mario ficou com vontade.
JOSÉ — Bom, tudo bem ele saciar essa vontade, acho que o Carlos não se importa, muito pelo contrário.
EU — Daqui a pouco a gente vai saber, porque acho que o Carlos vai reclamar bem alto.
JOSÉ — É, que o Mario aproveite, porque depois a gente arrebenta ele de novo, e ele vai ficar de cama de novo, hahahahaha.

Assim a gente deitou, bem cansados, e dormimos. Enquanto isso, o Mario deitou do lado do Carlos, virou ele de lado e apoiou o pau no cu dele. O Carlos sentiu na hora, mas fingiu que tava dormindo. O Mario, vendo que ele não reagia, começou a acariciar ele, brincando com os mamilos e o peito enquanto esfregava o pau na bunda. O Carlos tava fervendo, mas se segurava e continuava fingindo que tava dormindo. Ele queria que o Mario comesse ele dormindo, como se tivesse estuprando ele, e conseguiu. O Mario ficou tão tesudo que virou ele de bruços de novo, segurou pelos quadris, abriu as nádegas e, sem dizer nada, enfiou a cabeça do pau. O Carlos gritou:

CARLOS — Não, besta! Passa um lubrificante, senão vai me arrebentar!

O Mario tirou o pau e chupou o buraco dele por um bom tempo, o que fez o Carlos explodir:

CARLOS — Assimmmmmm, siiiiiiiim, que delícia que você faz, huuuuuuy, se continuar assim eu gozooooooo!

E gozou na hora, ali mesmo. Mario entrou com tudo, de uma só estocada até o fundo e começou a cavalgar. Carlos gemia feito uma puta no cio, o pau dele quase tinha sumido. Mario fez ele ficar de quatro e continuou metendo por um bom tempo.
MARIO – Onde você quer a porra, meu amor?
CARLOS – Onde você quiser, papiiiiiii
MARIO – Quer engolir?
CARLOS – A sua, siiiiiiiiiiiiii
Mario tirou o pau e colocou na boca de Carlos, que engoliu. Mario começou a foder ele ali mesmo até encher a boca dele de porra. Carlos engoliu tudo, até o que escorreu pelos lábios.
CARLOS – Isso eu só faço por você, meu amor. De agora em diante, não quero outra porra que não seja a sua.
MARIO – Assim que eu gosto, vagabundo. Já sabe quem é seu macho.
CARLOS – Tendo 5 caras à minha disposição, escolhi você, e nem me pergunta por quê.
Mario ficou olhando pra ele meio sem entender nada. Depois de um tempo, a gente levantou todo mundo, já tinha anoitecido. Acendemos a fogueira e sentamos na mesa esperando o Carlos, que logo apareceu. A gente sabia que ele vinha de trepar com o Mario, e quando vimos ele, deu pra perceber que era verdade. A cara dele cheia de resto de porra denunciava. José foi o primeiro a levantar e abaixar o short.
JOSÉ – A gente tava te esperando, Carlin.
Mario saiu da barraca e disse:
MARIO – Gente, primeiro ele tem que me pedir permissão. Acabou de me falar que eu sou o dono dessa bunda.
EU – Vai pra merda. Vem, Carlos, vamos no rio lavar seu rosto, anda.
Levei o Carlos até o rio, e quando ele se abaixou pra pegar água, eu dei uma enfiada que quase derrubei ele. Ele reclamou um pouco, mas logo abriu as pernas. Sabia que ia levar uma boa foda, e foi isso mesmo. Não precisei lubrificar, ainda tinha porra do Mario, então enfiei de uma vez até as bolas. Carlos reclamou da violência, mas não liguei.
EU – Assim que eu gosto de te foder, bem forte, pra você sentir bem lá dentro. Toma, toma, que lindo. Você virou uma puta promíscua essa noite, vamos te encher de pica. Toma, vagabundinho, sente bem e aguenta, mesmo que doa.
Carlos só gemia. As pernas dele bambearam e ele caiu de joelhos. Ficando de quatro, aproveitei e meti de novo de uma vez só. Ela deu um grito e, quando me virei, vi os outros.
JOSÉ — Que filho da puta você é, Daniel, tá matando ele. Deixa eu te ajudar.
JORGE — Melhor a gente ir pra barraca.
CARLOS — Sim, sim, sim, pelo amor de Deus, dá uma parada, minha buceta tá doendo pra caralho.
MARIO — E o que vai doer mais, viado.

Nós colocamos ele na barraca e o Carlos virou de barriga pra cima, achando que ia nos segurar, mas não conseguiu. O José colocou as pernas dele nos ombros e meteu de uma vez. O pau entrou até as bolas e o Carlos gritava e gemia que nem uma puta. Aí o Jorge foi pra cara dele e enfiou o pau na boca dele, tava comendo ele por ali. O Carlos parecia um boneco do jeito que se mexia. Ficaram assim um bom tempo até que o José encheu o cu dele de porra e o Jorge a boca, que era por onde ele tava comendo. O Carlos não teve escolha, engoliu tudo. Soltaram ele e ele ficou lá, largado no colchonete. O pobre do Carlos tava morto. Saímos da barraca e preparamos a mesa. A carne já tava quente, então servimos. Como vimos que o Carlos não aparecia, fomos ver ele. O coitado não aguentava o próprio corpo, então levantamos ele e levamos pra mesa. Ele quis limpar a boca, mas não deixamos.
JORGE — Com o gostinho da minha porra, a carne fica mais gostosa. PROVA.

Assim comemos e bebemos. O Carlos já tava bem bêbado e levamos ele pra barraca. Decidimos que ele dormiria sozinho e, se alguém quisesse, era só entrar e meter, assim não acordava ninguém. Foi o que aconteceu. Naquela noite, o pobre do Carlos não dormiu. A gente se revezava pra comer ele. De manhã, ele tava destruído, cheio de porra por todo lado. Levantamos e fomos pro rio nos lavar. Quando voltamos, tomamos chimarrão. Nessa hora, o Carlos finalmente dormia. Revisamos as varas e naquela noite deu peixe. Pegamos três peixes-rei, embora meio pequenos, mas limpamos e colocamos na grelha. Mais uma rodada de fernet e truco enquanto os peixes cozinhavam, com tira-gosto no meio. A ideia era ir embora não muito tarde, tínhamos uma viagem longa, então o Mario chamou o Carlos. e acompanhei ele até o rio, quando voltaram a mesa já estava pronta, almoçamos e começamos a guardar as coisas
já eram 4 da tarde, a última coisa foi a colchonete do carlos

JORGE – fala carlos, a última foda e vamos embora
JOSÉ – claro, a de despedida, depois vai ser difícil repetir

Carlos olhou pro Mario e disse
CARLOS – ok, mas devagar que tô muito dolorido
EU – mas bem satisfeito, né? Desse fim de semana você não esquece mais

Levamos ele até a pedra onde tudo tinha começado, carlos se deitou sozinho nela, deixando a bunda dele à mostra, acho que ele já tava resignado que iam acabar com ele de novo, e foi assim. O primeiro foi o Jorge, que arrancou um grito abafado dele, o pobre do cu dele já não aguentava mais, tava destruído de tanta pica que tinha comido. Mario colocou o pau dele na boca do carlos e deixou ali enquanto um por um a gente terminava de destruir o cu do carlos. Mario então disse

MARIO – bom, vamos lavar e vamo embora senão chegamos muito tarde da noite

A gente se lavou e ajudou o carlos a fazer o mesmo, fomos pra caminhonete e o pobre do carlos teve que dirigir já que era o único que não tinha bebido. Ele deixou cada um de nós na casa da gente e depois o José deixou ele em casa. Foi aí que aconteceu o impensável, carlos convidou o Mario pra entrar e ele aceitou, Mario tinha sido o único que não comeu ele no rio. José foi embora e os dois ficaram lá. Na sexta a gente combinou com o Jorge e o José de passar na casa do carlos pra ver como ele tava. Quando entramos, a surpresa foi imensa, lá estava o Mario que nos recebeu com um sorriso e convidou a gente pra sentar na mesa dele enquanto o carlos saía da cozinha dizendo

CARLOS – querem tomar alguma coisa?

fim da história, espero que tenham gostado e em breve vou contar o que aconteceu durante uns anos

4 comentários - ASSIM VOLTAMOS PURO CARLOS? O FINAL?

decíme la verdad, si esto fué asi, o si lo imaginaste da igual, no te dieron ganas de que te cogieran a vos, no decis nada de la pija de Carlos, no te hubiera gustado que te la pusiera a vos y probar su leche..casi seguro que la saboreabas y no dejasbas caer ni una gota, y no se tentaron tus amigos? tal vez la proxima cambian de lugar ...lindo relato.
kramalo +1
Muy bueno. Cuesta creer que no haya pasado nada entre los otros.....
kito09
me encanto !!! que envidia , quisiera ser Carlos !!!, seguí la historia
Me encanto la saga muy buena...coincido con @kramalo no paso nada entre uds? 10puntines