Quando terminei de comer, arrumei a mesa e liguei a lava-louças. Minha mãe continuava no quarto dela e não tinha dado sinal de vida na última meia hora, então resolvi ir até lá.
As conversas bestas que aquele programa odioso passava chegavam aos meus ouvidos pelo corredor. Três ou quatro passos antes de chegar na porta, o instinto me fez diminuir o passo e me aproximar devagar do batente, e essa intuição me premiou com o que meus olhos puderam ver em seguida.
Minha mãe estava deitada de barriga pra cima, respirando pesado, de olhos fechados e uma cara de prazer, mordendo o lábio de baixo. A calcinha dela estava jogada de lado, e ela mantinha as pernas abertas e levemente dobradas, enquanto com a mão direita beliscava o mamilo de uma das tetas, que estava totalmente pra fora da camisola, e com a esquerda acariciava a própria buceta.
A toalha que me cobria há meia hora e que tinha ficado esquecida na cama agora estava dobrada várias vezes debaixo das coxas e da bunda da minha mãe, enquanto ela enfiava os dedos nos pelos encaracolados da bocetinha dela, acariciando o clitóris vibrante com movimentos rápidos. Pra mim, aquela visão era divina; a buceta dela estava bem molhada, e os lábios inchados e entreabertos deixavam escapar a umidade de dentro, encharcando os poucos pelos ao redor da racha.
Por alguns segundos, fiquei besta olhando a cena, pensando no otário que eu era. – "Cê é burro, porra? É uma mulher, além de ser sua mãe. Achou que depois de chupar as tetas dela e ela bater uma pra você, ela não ia ficar excitada também? Mas que idiota você é, cara. Como é que não tocou nela antes? Como deixou ela assim?"
Meu pau já tava durasso por baixo do pijama, e eu decidi entrar de sola e me jogar pra chupar aquela buceta deliciosa, quando minha mãe abriu os olhos e me viu ali parado. como um pasmado.
- AIII!!! FILHO, QUE SUSTO!!! - O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO PARADO NA PORTA? - Gritei enquanto dava um pulo na cama, fechando as pernas e tentando me cobrir o melhor possível, enquanto meu rosto ficava cada vez mais vermelho.
- Eu... desculpa, mãe, foi sem querer, me perdoa. - Falei, indo em direção à cama pra sentar do lado dela.
- Não tem problema, filho, desculpa você, eu devia ter fechado a porta. Que vergonha, meu Deus - Ela disse, tapando o rosto com as mãos.
- Não, não, mãe, vergonha por quê? Você não precisa ter vergonha, não tenha vergonha de mim, por favor. - Enquanto falava isso, tentava afastar as mãos do rosto dela e acariciava sua bochecha.
- Me perdoa, filho, eu fiquei muito boba antes - Com uma lágrima escorrendo pela bochecha, que meu polegar enxugou. - E agora você me viu do jeito que não devia ter me visto.
- Por que, mãe? Por que eu não devia ter te visto? Pra mim, o que eu vi foi totalmente lindo, daria tudo pra poder continuar contemplando como você estava gostosa. Fui um idiota antes, pensando que você não teria suas necessidades - Afastei a mão dela pra beijar as lágrimas que corriam pela bochecha dela.
- Neném, mas o que você tá dizendo? Eu só queria que você ficasse bem, que esquecesse o que te entristecia, faria qualquer coisa por você, querido, mas não consegui evitar ficar tão boba e eu deveria saber me controlar.
- Não, mãe, você tem tanto direito quanto eu, você é uma mulher linda e é normal sentir. Me perdoa por não ter pensado em você antes.
- Filho, você não me deve nada, de verdade, você não tem que pensar em mim.
- Na verdade, eu quero pensar em você, quero te ver tão gostosa como você estava há alguns minutos - Beijei ela de leve no canto dos lábios e ela foi se acalmando aos poucos.
- Como você quer me ver, filho?
- Quero te ver exatamente como você estava quando eu cheguei no quarto, mãe, quero poder ver como você é linda naquela parte que eu nunca vi, mamãe.
- Filho, você realmente quer? Isso? Que vergonha!
- É a única coisa que quero fazer agora - E enquanto dizia isso, empurrei ela de leve pra deitar de novo na cama, já que a gente tava sentado.
- Mas, filho...
- Sssss, não, mãe, deixa eu te ver, por favor -
Dei outro beijinho nos lábios dela e desci pelo torso, parando um pouco nos peitos, que beijei depois de afastar a camisola, antes de continuar descendo pela barriga até chegar nas pernas dela, que estavam fechadas. A camisola dela tinha descido até a metade da coxa. Peguei e fui levantando ela devagar, enquanto meus lábios beijavam a pele descoberta. Quando mostrei o púbis, apareceu um pelo preto macio, não muito grosso, mas comprido. Não se espalhava pra além do que devia, mas o pelo que tinha não estava aparado de jeito nenhum. Meu nariz e meus lábios deslizaram roçando aquela penugem, sentindo a carícia delicada na minha pele, e ela deu um pequeno arrepio. Por fim, deixei a camisola dela logo acima do umbigo e comecei a beijar a barriga nua, enquanto meus dedos brincavam com o pelo do púbis dela.
- Tô sentindo cócegas, filho - Ela disse, enquanto a barriga se contraía com pequenos sobressaltos por causa das minhas carícias.
- Você é linda, mãe.
- Não é verdade, tô velha e gorda.
- Pra mim você é uma delícia.
Minha mão desceu pelas pernas dela até os joelhos e depois subiu de novo, entrando por dentro das coxas, forçando ela a abrir as pernas e me deixando ver aquele tesouro todo. Rapidinho, chegou no meu nariz a fragrância inebriante que a buceta da mamãe soltava, fazendo meu coração disparar.
- Sério? - Ela dobrou os joelhos de leve e se abriu mais, me dando o presente daquela buceta madura toda exposta pra mim.
- Totalmente sério, você é linda, mãe. Não faz ideia do quanto você tá erótica e gostosa agora - Comecei a beijar as pernas dela desde o joelho, descendo pela parte interna das coxas até chegar na virilha, onde parei e inspirei fundo aquele aroma. Tirei a cabeça para admirar a deliciosa buceta da mamãe enquanto minha mão deslizava até acariciar os lábios úmidos e carnudos com a ponta dos meus dedos trêmulos.
— Gostou do que vê, filhote? — O ânimo da minha mãe parecia se recuperar, e a voz dela ficava mais animada a cada momento.
— Não só gosto do que vejo, também adoro o toque que tem.
Meu polegar começou a deslizar entre as dobras dos lábios da bucetinha da mamãe, e com um leve aumento na pressão, bastou para ele mergulhar no que parecia uma piscina de águas termais. O calor e a umidade que senti nos meus dedos me deram uma sensação muito gostosa e aumentaram minha vontade de continuar explorando.
— Filhote, eu também gosto de como isso se sente — dizia minha mãe, mordendo o lábio inferior.
Eu, com os dedos polegar e indicador da mão esquerda, afastava os lábios da buceta dela, deixando-a aberta e mostrando seu interior suculento e molhado, enquanto os dedos da direita entravam fundo nela.
— Você tá muito molhada, mamãe, que idiota eu não ter percebido antes.
O vai e vem lento dos meus dedos fazia um fio de líquido grosso escorrer da bucetinha dela, deslizando pelo períneo e pelas coxas em direção aos lençóis.
— Mmmm, sim, querido, sempre molhei muito, e hoje tô realmente escorrendo. Sentir você chupando meus peitos e te acariciar até você gozar me deixou muito safada.
Comecei a aumentar o ritmo do vai e vem dos meus dedos, meu polegar acariciava o clitóris inchado dela e as dobras que o cobriam, enquanto meus dedos entravam e saíam, chapinhando literalmente na buceta encharcada dela.
— Aiii, filhote, você me mata de prazer… a toalha… coloca a toalha direito que vou sujar tudo, mmm. E levantando a bunda, ela mesma ajeitou a toalha de um jeito que absorvia todos aqueles sucos que a buceta dela era capaz de destilar.
Minha boca enchia d'água vendo o quanto mamãe molhava e eu já não aguentava mais o desejo, me jogando nela com a boca aberta para chupar os lábios volumosos e enfiar minha língua na racha dela para saborear a buceta dela. Comecei a comer a buceta dela de baixo para cima, recolhendo com a língua todos os sucos que conseguia beber e esfregando meu nariz na racha dela no caminho até o clitóris, que eu acabava chupando e esticando até soltar dos meus lábios para mergulhar de novo tão fundo quanto o comprimento da minha língua permitia lá dentro.
— Porra, mamãe, que gostosa você tá, mmmm, adoro seu sabor, adoro seu cheiro, beberia sua buceta até secar... ummm.
— Aghh... eu te falo... que não... seca não, filhinho — respondeu ofegante enquanto mordiscava o lábio inferior e acariciava os peitos dela espalhados para fora da camisola.
Com minhas mãos, eu separava as pernas dela e as empurrava para trás para abrir ela ao máximo e me aprofundar o quanto possível lá dentro com minha língua, que cada vez se movia mais e mais rápido, tentando levar à boca o máximo que dava.
— Filhinho, filhinhooo, ai filhinho, vou gozar, aiiii filhinho, vou gozaaaar.
Senti as contrações da buceta dela na minha boca enquanto uma torrente de fluido jorrava de dentro, molhando minha cara toda. A barriga dela se contraía a cada onda de prazer, fazendo o líquido escapar da vagina dela com pressão pulsante. As coxas dela tentavam se fechar descontroladas, mas minha cabeça e meu rosto colados na buceta dela impediam.
Aos poucos, os espasmos de prazer dela foram cessando e ela retomou o controle de si mesma, enquanto eu dava as últimas lambidas na buceta dela com a língua para depois começar uma trilha de beijos subindo pelo corpo dela, passando pela barriga e peitos, antes de me deitar de lado ao lado dela.
A respiração ofegante dela imprimia um movimento de sobe e desce nos peitos trêmulos dela. Virei O rosto dela, muito mais relaxado na minha direção e com um sorrisão no rosto, me disse:
— Viu como você não consegue deixar a mamãe seca? — e, aproximando o rosto do meu, nossas bocas abertas se encontraram, começando um beijo longo e molhado, onde nossas línguas lutavam entre si.
— Foi espetacular, mamãe, amei.
— Diria que sim, querido, ou pelo menos é o que parece pelo volume que você está marcando — e, dizendo isso, a mão dela deslizou por baixo da minha camisa, segurando meu pau que estava durinho.
Eu me joguei de novo para lamber os lábios dela e morder seu pescoço, enquanto minhas mãos agarravam suas tetonas, apertando e beliscando os biquinhos.
— Aii, você me machuca, mais devagar, filho.
— Quero estar dentro de você, mamãe — falei, me afastando por um momento e olhando nos olhos dela.
— Você deseja muito? — ela respondeu, com um brilho especial no olhar.
— É tudo o que eu quero, por favor.
Ela me beijou de novo de boca aberta, enquanto me empurrava para deitar de costas na cama. Se levantando, ergueu uma perna e se sentou montada em cima de mim.
— Mamãe também deseja, querido. Tira essa calça! — ordenou.
Como um estalo, levei minhas mãos até a calça do pijama e, levantando a bunda, me livrei dela o mais rápido possível. Quando a calça desceu, meu pau ficou livre, batendo na virilha da minha mãe. Ela, por sua vez, pegou a camisola, levantou os braços e se livrou dela, deixando suas tetonas esplêndidas totalmente livres. Então, me olhando fixamente nos olhos e com um sorriso lindo, ela baixou a mão até meu pau, pegou ele e começou a esfregar ao longo da sua boceta escorrendo, molhando a cabecinha, até finalmente apontar para dentro e começar uma descida lenta.
Foi uma sensação indescritível sentir como a buceta dela engolia meu pau, envolvendo ele com sua umidade e calor, me fazendo sentir no céu. Ela fechou os olhos enquanto descia sobre mim, se concentrando ao máximo em sentir meu membro atravessando ela até o fim. Sentada em cima dele e enfiada até o fundo.
— Bufff, que tesão que você tá, mamãe.
— Mmmm, como é bom, querido, não sei como você conseguiu me deixar assim.
Dizendo isso, ela se reclinou para trás, apoiando as mãos nas minhas pernas, e começou a rebolar, batendo minha pica dentro da buceta dela enquanto os peitos, com os bicos totalmente duros, balançavam para os lados. Naquela posição, eu conseguia ver perfeitamente minha pica deslizando dentro dela e um líquido meio esbranquiçado escorrendo pelo tronco, lubrificando tudo e molhando minhas bolas até o talo.
— Me dá seus peitos, quero eles — falei, sentando e esticando as mãos pra tentar pegar.
— Mão quieta, filhote, aqui quem manda é a mamãe — e dizendo isso, ela se inclinou pra frente, colocou uma mão no meu peito e usou todo o peso dela pra me derrubar na cama.
— Se quer os peitos da mamãe, tem que tentar pegar com a boca, haha.
Ela se inclinou pra frente, deixando os peitos pendurados na minha cara, e começou a rebolar, num vai e vem devagar no começo, fazendo os peitos balançarem a centímetros do meu rosto. Os peitos da mamãe me deixam louco, então toda vez que eles chegavam perto, eu esticava a língua ao máximo pra lamber e chupar tudo que podia antes deles escaparem da minha boca de novo.
Minha mãe foi aumentando o ritmo da foda, os peitos lustrosos brilhando molhados de saliva, e a cara de prazer e safadeza dela, mordendo os lábios enquanto soltava gemidinhos de tesão cada vez que enfiava minha pica, tava me deixando doido e eu não ia aguentar muito mais, então avisei.
— Aghhh... porra, mamãe, se continuar assim, vou gozar.
— Mmmm, não, filhote, não pode gozar dentro da mamãe, hoje não... — e tirando minha pica, ela deitou de novo do meu lado, deixando meu pau todo lambuzado com os fluidos dela.
— Buff, você me deixou muito doido, não conseguia me controlar, tava quase. — E virando pra ela, beijei ela na boca. —Calma, respira e relaxa, talvez seja melhor você quem foda a mamãe —disse ele piscando um olho pra mim— Com certeza você controla mais, filhote.
Ela se deitou de costas, abrindo as pernas, e com um gesto da cabeça me convidou a ficar por cima dela. Rapidamente me coloquei entre as pernas dela, não resisti e me joguei por alguns segundos na buceta dela, dando umas lambidas antes de me levantar pra pegar meu pau e esfregar ele algumas vezes ao longo da racha dela, como se fosse um pincel espalhando tinta.
—Ufffff, adoro como é esfregar o pau em você, mamãe.
—Ummmm, tá esperando o quê pra meter?
E separando os lábios da buceta dela com as mãos, me convidou a cravar dentro dela. Respondi apontando meu pau e deixando meu corpo cair, de modo que a buceta dela começou a me acolher de novo por dentro, me enterrando até as bolas, bem na hora em que minha boca chegava na dela e nossas línguas se entrelaçavam numa troca de saliva.
—Aghhh, como você mete gostoso, amor, aiiii, aperta forte, mmm.
Minha mãe me envolveu com as pernas, me apertando forte contra ela, numa tentativa de me fazer cravar o mais fundo possível, enquanto eu começava um vai e vem que dessa vez eu conseguia controlar.
Eu me deitava com todo o meu peso sobre ela, esmagando aquelas tetonas gostosas, e minha boca tomou conta do pescoço dela enquanto ela me abraçava com força e gemia ao sentir cada uma das minhas estocadas.
—Sim, filhote, fode a sua mamãe, aaahhh, você tá dentro de mim de novo, amor, minha buceta é sua, céu, ummm, faz o que quiser com ela, ohhhh.
—Eu te amo, quero te foder mil vezes, mamãe, só quero estar dentro de você, ufff.
Minha respiração ficava ofegante a cada momento, comecei a entrar e sair da minha mãe com movimentos cada vez mais rápidos e fortes, minhas bolas batendo na bunda dela a cada estocada, soltando aquele som característico de chop chop chop.
—Aiiii, que delícia, assim, amor, mmm, assim rápido, não para, me dá. Rápido, aghhh, me dá rápido que vou gozar, vida, ayyy me dá que vou gozar, me dá que vou gozaroo...
Foi como um choque que sacudiu o corpo inteiro dela, eu parei enfiando meu pau tão fundo na buceta dela quanto possível, enquanto sentia ela se contrair me apertando numa série de espasmos intensos e notava ondas de líquido sendo expelidas de dentro dela, molhando minhas bolas. Os braços dela se agarravam com tanta força ao meu corpo que parecia que íamos nos fundir num só. Foi quando percebi que não aguentava mais e que minha gozada era inevitável.
— Vou gozar, mamãe, vou gozar...
— Tira, filho, tira, goza em cima da mamãe.
Ela separou as pernas, me libertando daquele abraço que me prendia, e rapidamente eu saí de dentro dela bem no momento em que meu pau expelia o primeiro jato de sêmen, que foi parar na barriga dela. Pegando meu membro com a mão, levei a cabecinha até o púbis dela e terminei de gozar abundantemente em cima.
— Porra, mamãe, acho que nunca gozei assim na minha vida.
Minha mãe, com um sorriso e me olhando ternamente nos olhos, levou a mão direita até o púbis dela e começou a esfregar minha porra nos pelos como se fosse uma máscara. Eu me deitei de novo ao lado dela na cama e procurei a boca dela para beijá-la primeiro, e depois continuar com intermináveis beijinhos nos lábios dela, que ela recebia de bom grado enquanto eu voltava a acariciar os peitos dela com as mãos.
— Meu filhinho gozou pra mim de novo. Me desculpa, amor, te prometo que mês que vem você pode gozar dentro da mamãe.
— Você não sabe como eu queria, mamãe.
— Não só você, amor, não só você...
Ficamos deitados um ao lado do outro por boa parte do que restava da tarde, entre mil beijos e carinhos, antes de nos separarmos e nos prepararmos para o jantar.
As conversas bestas que aquele programa odioso passava chegavam aos meus ouvidos pelo corredor. Três ou quatro passos antes de chegar na porta, o instinto me fez diminuir o passo e me aproximar devagar do batente, e essa intuição me premiou com o que meus olhos puderam ver em seguida.
Minha mãe estava deitada de barriga pra cima, respirando pesado, de olhos fechados e uma cara de prazer, mordendo o lábio de baixo. A calcinha dela estava jogada de lado, e ela mantinha as pernas abertas e levemente dobradas, enquanto com a mão direita beliscava o mamilo de uma das tetas, que estava totalmente pra fora da camisola, e com a esquerda acariciava a própria buceta.
A toalha que me cobria há meia hora e que tinha ficado esquecida na cama agora estava dobrada várias vezes debaixo das coxas e da bunda da minha mãe, enquanto ela enfiava os dedos nos pelos encaracolados da bocetinha dela, acariciando o clitóris vibrante com movimentos rápidos. Pra mim, aquela visão era divina; a buceta dela estava bem molhada, e os lábios inchados e entreabertos deixavam escapar a umidade de dentro, encharcando os poucos pelos ao redor da racha.
Por alguns segundos, fiquei besta olhando a cena, pensando no otário que eu era. – "Cê é burro, porra? É uma mulher, além de ser sua mãe. Achou que depois de chupar as tetas dela e ela bater uma pra você, ela não ia ficar excitada também? Mas que idiota você é, cara. Como é que não tocou nela antes? Como deixou ela assim?"
Meu pau já tava durasso por baixo do pijama, e eu decidi entrar de sola e me jogar pra chupar aquela buceta deliciosa, quando minha mãe abriu os olhos e me viu ali parado. como um pasmado.
- AIII!!! FILHO, QUE SUSTO!!! - O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO PARADO NA PORTA? - Gritei enquanto dava um pulo na cama, fechando as pernas e tentando me cobrir o melhor possível, enquanto meu rosto ficava cada vez mais vermelho.
- Eu... desculpa, mãe, foi sem querer, me perdoa. - Falei, indo em direção à cama pra sentar do lado dela.
- Não tem problema, filho, desculpa você, eu devia ter fechado a porta. Que vergonha, meu Deus - Ela disse, tapando o rosto com as mãos.
- Não, não, mãe, vergonha por quê? Você não precisa ter vergonha, não tenha vergonha de mim, por favor. - Enquanto falava isso, tentava afastar as mãos do rosto dela e acariciava sua bochecha.
- Me perdoa, filho, eu fiquei muito boba antes - Com uma lágrima escorrendo pela bochecha, que meu polegar enxugou. - E agora você me viu do jeito que não devia ter me visto.
- Por que, mãe? Por que eu não devia ter te visto? Pra mim, o que eu vi foi totalmente lindo, daria tudo pra poder continuar contemplando como você estava gostosa. Fui um idiota antes, pensando que você não teria suas necessidades - Afastei a mão dela pra beijar as lágrimas que corriam pela bochecha dela.
- Neném, mas o que você tá dizendo? Eu só queria que você ficasse bem, que esquecesse o que te entristecia, faria qualquer coisa por você, querido, mas não consegui evitar ficar tão boba e eu deveria saber me controlar.
- Não, mãe, você tem tanto direito quanto eu, você é uma mulher linda e é normal sentir. Me perdoa por não ter pensado em você antes.
- Filho, você não me deve nada, de verdade, você não tem que pensar em mim.
- Na verdade, eu quero pensar em você, quero te ver tão gostosa como você estava há alguns minutos - Beijei ela de leve no canto dos lábios e ela foi se acalmando aos poucos.
- Como você quer me ver, filho?
- Quero te ver exatamente como você estava quando eu cheguei no quarto, mãe, quero poder ver como você é linda naquela parte que eu nunca vi, mamãe.
- Filho, você realmente quer? Isso? Que vergonha!
- É a única coisa que quero fazer agora - E enquanto dizia isso, empurrei ela de leve pra deitar de novo na cama, já que a gente tava sentado.
- Mas, filho...
- Sssss, não, mãe, deixa eu te ver, por favor -
Dei outro beijinho nos lábios dela e desci pelo torso, parando um pouco nos peitos, que beijei depois de afastar a camisola, antes de continuar descendo pela barriga até chegar nas pernas dela, que estavam fechadas. A camisola dela tinha descido até a metade da coxa. Peguei e fui levantando ela devagar, enquanto meus lábios beijavam a pele descoberta. Quando mostrei o púbis, apareceu um pelo preto macio, não muito grosso, mas comprido. Não se espalhava pra além do que devia, mas o pelo que tinha não estava aparado de jeito nenhum. Meu nariz e meus lábios deslizaram roçando aquela penugem, sentindo a carícia delicada na minha pele, e ela deu um pequeno arrepio. Por fim, deixei a camisola dela logo acima do umbigo e comecei a beijar a barriga nua, enquanto meus dedos brincavam com o pelo do púbis dela.
- Tô sentindo cócegas, filho - Ela disse, enquanto a barriga se contraía com pequenos sobressaltos por causa das minhas carícias.
- Você é linda, mãe.
- Não é verdade, tô velha e gorda.
- Pra mim você é uma delícia.
Minha mão desceu pelas pernas dela até os joelhos e depois subiu de novo, entrando por dentro das coxas, forçando ela a abrir as pernas e me deixando ver aquele tesouro todo. Rapidinho, chegou no meu nariz a fragrância inebriante que a buceta da mamãe soltava, fazendo meu coração disparar.
- Sério? - Ela dobrou os joelhos de leve e se abriu mais, me dando o presente daquela buceta madura toda exposta pra mim.
- Totalmente sério, você é linda, mãe. Não faz ideia do quanto você tá erótica e gostosa agora - Comecei a beijar as pernas dela desde o joelho, descendo pela parte interna das coxas até chegar na virilha, onde parei e inspirei fundo aquele aroma. Tirei a cabeça para admirar a deliciosa buceta da mamãe enquanto minha mão deslizava até acariciar os lábios úmidos e carnudos com a ponta dos meus dedos trêmulos.
— Gostou do que vê, filhote? — O ânimo da minha mãe parecia se recuperar, e a voz dela ficava mais animada a cada momento.
— Não só gosto do que vejo, também adoro o toque que tem.
Meu polegar começou a deslizar entre as dobras dos lábios da bucetinha da mamãe, e com um leve aumento na pressão, bastou para ele mergulhar no que parecia uma piscina de águas termais. O calor e a umidade que senti nos meus dedos me deram uma sensação muito gostosa e aumentaram minha vontade de continuar explorando.
— Filhote, eu também gosto de como isso se sente — dizia minha mãe, mordendo o lábio inferior.
Eu, com os dedos polegar e indicador da mão esquerda, afastava os lábios da buceta dela, deixando-a aberta e mostrando seu interior suculento e molhado, enquanto os dedos da direita entravam fundo nela.
— Você tá muito molhada, mamãe, que idiota eu não ter percebido antes.
O vai e vem lento dos meus dedos fazia um fio de líquido grosso escorrer da bucetinha dela, deslizando pelo períneo e pelas coxas em direção aos lençóis.
— Mmmm, sim, querido, sempre molhei muito, e hoje tô realmente escorrendo. Sentir você chupando meus peitos e te acariciar até você gozar me deixou muito safada.
Comecei a aumentar o ritmo do vai e vem dos meus dedos, meu polegar acariciava o clitóris inchado dela e as dobras que o cobriam, enquanto meus dedos entravam e saíam, chapinhando literalmente na buceta encharcada dela.
— Aiii, filhote, você me mata de prazer… a toalha… coloca a toalha direito que vou sujar tudo, mmm. E levantando a bunda, ela mesma ajeitou a toalha de um jeito que absorvia todos aqueles sucos que a buceta dela era capaz de destilar.
Minha boca enchia d'água vendo o quanto mamãe molhava e eu já não aguentava mais o desejo, me jogando nela com a boca aberta para chupar os lábios volumosos e enfiar minha língua na racha dela para saborear a buceta dela. Comecei a comer a buceta dela de baixo para cima, recolhendo com a língua todos os sucos que conseguia beber e esfregando meu nariz na racha dela no caminho até o clitóris, que eu acabava chupando e esticando até soltar dos meus lábios para mergulhar de novo tão fundo quanto o comprimento da minha língua permitia lá dentro.
— Porra, mamãe, que gostosa você tá, mmmm, adoro seu sabor, adoro seu cheiro, beberia sua buceta até secar... ummm.
— Aghh... eu te falo... que não... seca não, filhinho — respondeu ofegante enquanto mordiscava o lábio inferior e acariciava os peitos dela espalhados para fora da camisola.
Com minhas mãos, eu separava as pernas dela e as empurrava para trás para abrir ela ao máximo e me aprofundar o quanto possível lá dentro com minha língua, que cada vez se movia mais e mais rápido, tentando levar à boca o máximo que dava.
— Filhinho, filhinhooo, ai filhinho, vou gozar, aiiii filhinho, vou gozaaaar.
Senti as contrações da buceta dela na minha boca enquanto uma torrente de fluido jorrava de dentro, molhando minha cara toda. A barriga dela se contraía a cada onda de prazer, fazendo o líquido escapar da vagina dela com pressão pulsante. As coxas dela tentavam se fechar descontroladas, mas minha cabeça e meu rosto colados na buceta dela impediam.
Aos poucos, os espasmos de prazer dela foram cessando e ela retomou o controle de si mesma, enquanto eu dava as últimas lambidas na buceta dela com a língua para depois começar uma trilha de beijos subindo pelo corpo dela, passando pela barriga e peitos, antes de me deitar de lado ao lado dela.
A respiração ofegante dela imprimia um movimento de sobe e desce nos peitos trêmulos dela. Virei O rosto dela, muito mais relaxado na minha direção e com um sorrisão no rosto, me disse:
— Viu como você não consegue deixar a mamãe seca? — e, aproximando o rosto do meu, nossas bocas abertas se encontraram, começando um beijo longo e molhado, onde nossas línguas lutavam entre si.
— Foi espetacular, mamãe, amei.
— Diria que sim, querido, ou pelo menos é o que parece pelo volume que você está marcando — e, dizendo isso, a mão dela deslizou por baixo da minha camisa, segurando meu pau que estava durinho.
Eu me joguei de novo para lamber os lábios dela e morder seu pescoço, enquanto minhas mãos agarravam suas tetonas, apertando e beliscando os biquinhos.
— Aii, você me machuca, mais devagar, filho.
— Quero estar dentro de você, mamãe — falei, me afastando por um momento e olhando nos olhos dela.
— Você deseja muito? — ela respondeu, com um brilho especial no olhar.
— É tudo o que eu quero, por favor.
Ela me beijou de novo de boca aberta, enquanto me empurrava para deitar de costas na cama. Se levantando, ergueu uma perna e se sentou montada em cima de mim.
— Mamãe também deseja, querido. Tira essa calça! — ordenou.
Como um estalo, levei minhas mãos até a calça do pijama e, levantando a bunda, me livrei dela o mais rápido possível. Quando a calça desceu, meu pau ficou livre, batendo na virilha da minha mãe. Ela, por sua vez, pegou a camisola, levantou os braços e se livrou dela, deixando suas tetonas esplêndidas totalmente livres. Então, me olhando fixamente nos olhos e com um sorriso lindo, ela baixou a mão até meu pau, pegou ele e começou a esfregar ao longo da sua boceta escorrendo, molhando a cabecinha, até finalmente apontar para dentro e começar uma descida lenta.
Foi uma sensação indescritível sentir como a buceta dela engolia meu pau, envolvendo ele com sua umidade e calor, me fazendo sentir no céu. Ela fechou os olhos enquanto descia sobre mim, se concentrando ao máximo em sentir meu membro atravessando ela até o fim. Sentada em cima dele e enfiada até o fundo.
— Bufff, que tesão que você tá, mamãe.
— Mmmm, como é bom, querido, não sei como você conseguiu me deixar assim.
Dizendo isso, ela se reclinou para trás, apoiando as mãos nas minhas pernas, e começou a rebolar, batendo minha pica dentro da buceta dela enquanto os peitos, com os bicos totalmente duros, balançavam para os lados. Naquela posição, eu conseguia ver perfeitamente minha pica deslizando dentro dela e um líquido meio esbranquiçado escorrendo pelo tronco, lubrificando tudo e molhando minhas bolas até o talo.
— Me dá seus peitos, quero eles — falei, sentando e esticando as mãos pra tentar pegar.
— Mão quieta, filhote, aqui quem manda é a mamãe — e dizendo isso, ela se inclinou pra frente, colocou uma mão no meu peito e usou todo o peso dela pra me derrubar na cama.
— Se quer os peitos da mamãe, tem que tentar pegar com a boca, haha.
Ela se inclinou pra frente, deixando os peitos pendurados na minha cara, e começou a rebolar, num vai e vem devagar no começo, fazendo os peitos balançarem a centímetros do meu rosto. Os peitos da mamãe me deixam louco, então toda vez que eles chegavam perto, eu esticava a língua ao máximo pra lamber e chupar tudo que podia antes deles escaparem da minha boca de novo.
Minha mãe foi aumentando o ritmo da foda, os peitos lustrosos brilhando molhados de saliva, e a cara de prazer e safadeza dela, mordendo os lábios enquanto soltava gemidinhos de tesão cada vez que enfiava minha pica, tava me deixando doido e eu não ia aguentar muito mais, então avisei.
— Aghhh... porra, mamãe, se continuar assim, vou gozar.
— Mmmm, não, filhote, não pode gozar dentro da mamãe, hoje não... — e tirando minha pica, ela deitou de novo do meu lado, deixando meu pau todo lambuzado com os fluidos dela.
— Buff, você me deixou muito doido, não conseguia me controlar, tava quase. — E virando pra ela, beijei ela na boca. —Calma, respira e relaxa, talvez seja melhor você quem foda a mamãe —disse ele piscando um olho pra mim— Com certeza você controla mais, filhote.
Ela se deitou de costas, abrindo as pernas, e com um gesto da cabeça me convidou a ficar por cima dela. Rapidamente me coloquei entre as pernas dela, não resisti e me joguei por alguns segundos na buceta dela, dando umas lambidas antes de me levantar pra pegar meu pau e esfregar ele algumas vezes ao longo da racha dela, como se fosse um pincel espalhando tinta.
—Ufffff, adoro como é esfregar o pau em você, mamãe.
—Ummmm, tá esperando o quê pra meter?
E separando os lábios da buceta dela com as mãos, me convidou a cravar dentro dela. Respondi apontando meu pau e deixando meu corpo cair, de modo que a buceta dela começou a me acolher de novo por dentro, me enterrando até as bolas, bem na hora em que minha boca chegava na dela e nossas línguas se entrelaçavam numa troca de saliva.
—Aghhh, como você mete gostoso, amor, aiiii, aperta forte, mmm.
Minha mãe me envolveu com as pernas, me apertando forte contra ela, numa tentativa de me fazer cravar o mais fundo possível, enquanto eu começava um vai e vem que dessa vez eu conseguia controlar.
Eu me deitava com todo o meu peso sobre ela, esmagando aquelas tetonas gostosas, e minha boca tomou conta do pescoço dela enquanto ela me abraçava com força e gemia ao sentir cada uma das minhas estocadas.
—Sim, filhote, fode a sua mamãe, aaahhh, você tá dentro de mim de novo, amor, minha buceta é sua, céu, ummm, faz o que quiser com ela, ohhhh.
—Eu te amo, quero te foder mil vezes, mamãe, só quero estar dentro de você, ufff.
Minha respiração ficava ofegante a cada momento, comecei a entrar e sair da minha mãe com movimentos cada vez mais rápidos e fortes, minhas bolas batendo na bunda dela a cada estocada, soltando aquele som característico de chop chop chop.
—Aiiii, que delícia, assim, amor, mmm, assim rápido, não para, me dá. Rápido, aghhh, me dá rápido que vou gozar, vida, ayyy me dá que vou gozar, me dá que vou gozaroo...
Foi como um choque que sacudiu o corpo inteiro dela, eu parei enfiando meu pau tão fundo na buceta dela quanto possível, enquanto sentia ela se contrair me apertando numa série de espasmos intensos e notava ondas de líquido sendo expelidas de dentro dela, molhando minhas bolas. Os braços dela se agarravam com tanta força ao meu corpo que parecia que íamos nos fundir num só. Foi quando percebi que não aguentava mais e que minha gozada era inevitável.
— Vou gozar, mamãe, vou gozar...
— Tira, filho, tira, goza em cima da mamãe.
Ela separou as pernas, me libertando daquele abraço que me prendia, e rapidamente eu saí de dentro dela bem no momento em que meu pau expelia o primeiro jato de sêmen, que foi parar na barriga dela. Pegando meu membro com a mão, levei a cabecinha até o púbis dela e terminei de gozar abundantemente em cima.
— Porra, mamãe, acho que nunca gozei assim na minha vida.
Minha mãe, com um sorriso e me olhando ternamente nos olhos, levou a mão direita até o púbis dela e começou a esfregar minha porra nos pelos como se fosse uma máscara. Eu me deitei de novo ao lado dela na cama e procurei a boca dela para beijá-la primeiro, e depois continuar com intermináveis beijinhos nos lábios dela, que ela recebia de bom grado enquanto eu voltava a acariciar os peitos dela com as mãos.
— Meu filhinho gozou pra mim de novo. Me desculpa, amor, te prometo que mês que vem você pode gozar dentro da mamãe.
— Você não sabe como eu queria, mamãe.
— Não só você, amor, não só você...
Ficamos deitados um ao lado do outro por boa parte do que restava da tarde, entre mil beijos e carinhos, antes de nos separarmos e nos prepararmos para o jantar.
5 comentários - Minha mãe me mima II
xavimys@outlook.es