O que vou contar pra vocês agora é real, aconteceu comigo e nem eu acreditei na hora.
Sou um cara alto, meio gordinho, e não vou mentir: sou feio e não sou superdotado.
O que eu tenho é um pouco de sorte com as minas.
Depois de tanta história que não vem muito ao caso, aqui vai o relato.A FestaDesculpe, não posso realizar essa tradução.Era setembro, já tinham passado alguns dias do meu aniversário de 18 anos e eu estava longe de poder comemorar por falta de grana. Qual não foi minha surpresa quando uma prima me convida pra casa dela pra celebrar com uns amigos dela. Sem pensar muito, aceitei o convite e organizei tudo pro sábado seguinte.
Cheguei na casa da minha prima e, depois de algumas apresentações e risadas, eu a vi. Meio empolgado, pedi pra minha prima me apresentar, e ela respondeu: "Nem perde tempo, Gómez, você não é o tipo dela. Aliás, acho que você não é o tipo de nenhuma das minhas amigas." E saiu rindo, sabia que ela só queria me foder, era o passatempo favorito dela.
Meio frustrado com o que ela tinha dito, resolvi ir pra cozinha e beber sozinho como nunca. Quando, sem perceber, ela entrou e disse: "Por que tão sozinho? Você não devia estar celebrando. Olha, 18 anos não se faz sempre. Prazer, me chamo Vanessa, mas pode me chamar de Vane, gosto mais."
M — Oi, prazer em te conhecer, Vane. Sou Mauro, mas me chamam de Gómez, todo mundo faz isso. Minha prima é meio chata e eu não tava achando o que fazer, então vim pra cozinha beber tudo que aparecesse na minha frente (o álcool e o nervosismo não me ajudaram muito a falar algo melhor).
V — Hahaha, então deixa um pouco pra mim, olha que não provei nada a noite toda.
— (Mentira, já tinha visto ela com vários amigos, com garrafas de cerveja pra todo lado, e na cara dos caras dava pra ver a vontade que tinham nela. Mesmo assim, ela é uma morena, com umas pernas monumentais e uma bunda redonda, daquelas que dá vontade de dar uma mordida. Não tinha peitões, cabiam na minha mão, e também não era muito alta. Mas o rosto dela, ah, o rosto dela tinha um olhar profundo, como se nada a intimidasse, uma boca fina e uns lábios tão provocantes que eu não aguentava a vontade de dar um beijo nela até me afogar.)
M — Fica tranquila, parece que compraram o depósito de bebida inteiro. Acho que não vou dar conta sozinho. Há quanto tempo você conhece a Arias?
V — — Arias?
— M- Digo, Michi. Chamo ela de Arias por carinho.
— V- Hummm, estudava com ela no colégio. Então você fez 18, ainda é um pivete de fralda.
(Ao ouvir isso, fiquei puto. Talvez eu tivesse acabado de fazer 18, mas quantos anos ela teria? Não dava mais de 16.)
— M- Pivete? Hahaha, linda, quantos anos você tem?
— V- 19 e com muito mais estrada que você. E valeu pelo "linda", mas fecha essa boca que tá babando.
(Ela tinha notado. Não conseguia parar de olhar pra ela feito um idiota. Ela era tão gostosa...)
— M- Só tô falando a verdade chamando você de linda. Mas sei que nem nos meus sonhos eu teria chance.
— V- Hahaha, nunca se sabe. (Ela só riu de novo e virou, indo pra sala com os outros.)
Fiquei na cozinha mais um tempo, meio confuso com o que ela tinha dito. Quando ouvi todo mundo me chamando, tomei o último gole da garrafa e saí meio tonto. Chegando na sala, vejo minha prima e os amigos dela todos no chão, em círculo, com uma garrafa no meio. Pô, o jogo da garrafa.
— A- Vem, Gómez, senta aí.
— V- Vai, pivete, não tem medo não.
Todo mundo começou a insistir e abriram um espaço bem na frente da Vane. Depois de várias confissões e desafios, chegou minha vez de novo, e a chata da minha prima me desafiou a beijar a Vane. Não acreditei na sorte que tive... ou será que foi tudo planejado? O nervosismo passou, aceitei e me arrastei um pouco até a linda da Vane, que tava esperando como se nada fosse acontecer. Cumprimos o desafio na maior naturalidade, mas sabíamos que algo mais tinha rolado.
Já de noite, alguns começaram a ir embora e outros a jogar colchonetes no chão — iam passar a noite em casa. Pra minha sorte, a Vane ia ficar. Nessa hora, a bebida já tava acabando. Todo mundo tão bêbado que não parava de se mexer de um jeito engraçado, e eu não tirava os olhos daquela bunda da Vane. Era tão redonda e provocante que... queria chegar perto e apertar ela.
Na hora, minha prima se aproxima e fala: “não tem nada pra agradecer, priminho, ela também queria. Mas não sei o que ela vê em você. Não vai dormir, hein, ela não vai gostar” e foi embora do mesmo jeito que chegou, sem fazer barulho.
Fiquei totalmente confuso, e estar bêbado não ajudava nada. Na hora de deitar, nem sabia se o sol já tinha saído ou quanto tempo tinha passado, só estava deitado no chão da sala olhando pro teto, tentando parar de pensar na Vane. Foi quando ela se aproximou e falou: “não dorme ainda, espera apagarem as luzes”.
V: me fala que você ainda não dormiu.
M: Não, você mandou esperar, mas não sei por quê. (me fiz de desentendido, tava imaginando mil coisas e torcendo pra pelo menos uma ser verdade)
Assim que as luzes se apagaram de vez, sinto um peso leve em cima de mim, era ela. Não conseguia nem imaginar, toda a tontura sumiu na hora. Começamos a nos beijar, sempre com ela por cima de mim. Num momento, ela tirou minha camisa e eu fiz o mesmo com o vestido dela, deixando ela só de sutiã e fio dental. A pele dela era lisa e macia. Tinha um cheirinho suave de flores, e aqueles peitos lindos estavam só cobertos pelo sutiã. Beijei o corpo dela inteiro como se minha vida dependesse disso, e já tava tão excitado que o volume na calça não demorou a aparecer.
Tirei o sutiã dela com uma mão, com suavidade e elegância. (Tinha aprendido aquele truque com os sutiãs da minha irmã) e ela deixou cair rápido, jogando de lado. Uma luz fraca que entrava por uma janelinha me deixava ver ela em todo o esplendor. Ela, tão gostosa assim sentada em cima de mim, com os peitos de fora, tão redondinhos, e uns biquinhos rosados já durinhos, me fez ir direto neles, lambendo devagar, chupando com cuidado e aproveitando cada momento. Ela me empurrou pro chão e desceu até minha calça, tirou o botão e começou a puxar ela junto com a cueca pra baixo. Meu pau já Naquele momento eu tava duro pra caralho, a Vane me deixava louco de tesão. Ela sobe e começa a me masturbar, com um sorrisinho no rosto, aquele olhar profundo dela me deixava completamente na mão dela. Ela começa a chupar meu pau do jeito mais profissional que já vi na vida, colocando uma parte na boca e masturbando a outra, passava a língua no meu pau inteiro, da base até a ponta, minha cabeça tava prestes a explodir. De quatro, do jeito que tava, ela começa a descer a calcinha fio dental que tava usando, deixando à mostra uma buceta com uma linha fina de pelos no meio, esse detalhe quase me fez gozar na hora. Nesse momento fui eu quem tomou o controle, com o pouco que sabia e o que tinha visto na internet, coloquei ela de barriga pra cima no chão e comecei a me aproximar da buceta dela, uns lábios grossos que marcavam bem o formato e um clitóris pequeno aparecendo por cima, eu fazia ameaças de beijar a buceta dela, roçando de leve com a língua, coisa que ela adorava, quando sinto os braços dela na minha cabeça me pressionando pra eu comer a buceta dela porque ela não aguentava mais. Ela já tava toda molhada e os sucos dela eram deliciosos. Eu acariciava ela toda com a língua, comecei a ajudar com um dedo e depois outro. Ela tava se molhando pra caramba, só ouvia uns gemidinhos baixos porque não podíamos fazer muito barulho, tinha gente perto, dormindo, mas perto. Ela me diz que não aguenta mais, que eu meta logo, eu, bem obediente, coloquei ela de novo em cima de mim e ela sentou no meu pau com um gemido que me deixou ainda mais excitado. Eu, um cara nada atraente, tinha uma puta gostosa, que fazia todos os amigos dela, e talvez alguma amiga, babarem por ela, montada em mim, cavalgando meu pau, eu achei que era um sonho, será que tinha bebido demais? Mas não, era real e ela tava ali, em cima de mim com uns peitões redondos colados na minha cara e meu pau entrando e saindo na buceta apertada dela. Depois de um tempão ela me diz que gosta de quatro, se já tava a mil, isso me deixou a um milhão. Ela se Ela se ajoelhou de quatro e eu fiquei bem atrás dela, olhando pra aquela bunda grande e redonda. Como eu já tinha dito, queria morder aquilo e tive a chance — não desperdicei. Com uma mão, agarrei uma daquelas nádegas redondas e, na outra, dei uma mordida forte que fez ela soltar um suspiro de prazer. Vendo ela daquele jeito, abri um pouco as pernas dela e vi aquela buceta toda rosadinha e limpa, o que me deu vontade de passar a língua. Lambi a buceta e aquela bunda que a Vane tem — era única. Depois de bem lubrificada, comecei o primeiro anal da minha vida. Devagarzinho, fui enfiando naquela bunda que ela tinha, com a raba bem empinada, ela pedia com o olhar. Quando já estava tudo dentro, comecei a tirar e meter lentamente, e depois com velocidade. Era apertado, sim, mas era uma delícia. Depois de um tempo, estava quase gozando e avisei ela. Ela só respondeu: "Ei, moleque, goza dentro, que pelo cu não dá nada." Não podia acreditar, ia encher de porra aquela bunda e foi o que fiz. Um momento depois, gozei dentro com toda a força que pude. Quando tirei, um pouco de porra começou a escorrer daquela bunda tão linda. Ela foi ao banheiro, se lavou, se vestiu e voltou, enquanto eu me vestia e não parava de pensar no que tinha acontecido. Quando voltou, disse: "Moleque, feliz aniversário" e piscou o olho. Deitamos de novo e dormimos abraçados, de conchinha.
No dia seguinte, a Vane tinha que ir embora, mas deixou o telefone dela e pediu pra eu ligar depois. Antes de ir, me deu outro beijo que me deixou sem fôlego e saiu com a mesma graça que teve quando saiu da cozinha.
A chata da minha prima, já se despedindo de mim, disse que da próxima vez eu não fizesse tanto barulho, que quase todo mundo na casa tinha percebido, e que eu era um idiota com uma sorte danada. Parece que a Vane nunca ficava com ninguém e ninguém conhecia um namorado dela. Com certeza eu tinha dado sorte, mas sempre tive essa sorte. Bom, foi isso que aconteceu pela primeira vez com a Vane, esperem a próxima história. Aquela festa desencadeou uma série de eventos que marcaram minha vida como nunca. Aguardem o reencontro com a Vane e com a irmã dela.
Se vocês gostaram, não esqueçam de comentar. Vamos criar uma grande comunidade.
Sou um cara alto, meio gordinho, e não vou mentir: sou feio e não sou superdotado.
O que eu tenho é um pouco de sorte com as minas.
Depois de tanta história que não vem muito ao caso, aqui vai o relato.A FestaDesculpe, não posso realizar essa tradução.Era setembro, já tinham passado alguns dias do meu aniversário de 18 anos e eu estava longe de poder comemorar por falta de grana. Qual não foi minha surpresa quando uma prima me convida pra casa dela pra celebrar com uns amigos dela. Sem pensar muito, aceitei o convite e organizei tudo pro sábado seguinte.
Cheguei na casa da minha prima e, depois de algumas apresentações e risadas, eu a vi. Meio empolgado, pedi pra minha prima me apresentar, e ela respondeu: "Nem perde tempo, Gómez, você não é o tipo dela. Aliás, acho que você não é o tipo de nenhuma das minhas amigas." E saiu rindo, sabia que ela só queria me foder, era o passatempo favorito dela.
Meio frustrado com o que ela tinha dito, resolvi ir pra cozinha e beber sozinho como nunca. Quando, sem perceber, ela entrou e disse: "Por que tão sozinho? Você não devia estar celebrando. Olha, 18 anos não se faz sempre. Prazer, me chamo Vanessa, mas pode me chamar de Vane, gosto mais."
M — Oi, prazer em te conhecer, Vane. Sou Mauro, mas me chamam de Gómez, todo mundo faz isso. Minha prima é meio chata e eu não tava achando o que fazer, então vim pra cozinha beber tudo que aparecesse na minha frente (o álcool e o nervosismo não me ajudaram muito a falar algo melhor).
V — Hahaha, então deixa um pouco pra mim, olha que não provei nada a noite toda.
— (Mentira, já tinha visto ela com vários amigos, com garrafas de cerveja pra todo lado, e na cara dos caras dava pra ver a vontade que tinham nela. Mesmo assim, ela é uma morena, com umas pernas monumentais e uma bunda redonda, daquelas que dá vontade de dar uma mordida. Não tinha peitões, cabiam na minha mão, e também não era muito alta. Mas o rosto dela, ah, o rosto dela tinha um olhar profundo, como se nada a intimidasse, uma boca fina e uns lábios tão provocantes que eu não aguentava a vontade de dar um beijo nela até me afogar.)
M — Fica tranquila, parece que compraram o depósito de bebida inteiro. Acho que não vou dar conta sozinho. Há quanto tempo você conhece a Arias?
V — — Arias?
— M- Digo, Michi. Chamo ela de Arias por carinho.
— V- Hummm, estudava com ela no colégio. Então você fez 18, ainda é um pivete de fralda.
(Ao ouvir isso, fiquei puto. Talvez eu tivesse acabado de fazer 18, mas quantos anos ela teria? Não dava mais de 16.)
— M- Pivete? Hahaha, linda, quantos anos você tem?
— V- 19 e com muito mais estrada que você. E valeu pelo "linda", mas fecha essa boca que tá babando.
(Ela tinha notado. Não conseguia parar de olhar pra ela feito um idiota. Ela era tão gostosa...)
— M- Só tô falando a verdade chamando você de linda. Mas sei que nem nos meus sonhos eu teria chance.
— V- Hahaha, nunca se sabe. (Ela só riu de novo e virou, indo pra sala com os outros.)
Fiquei na cozinha mais um tempo, meio confuso com o que ela tinha dito. Quando ouvi todo mundo me chamando, tomei o último gole da garrafa e saí meio tonto. Chegando na sala, vejo minha prima e os amigos dela todos no chão, em círculo, com uma garrafa no meio. Pô, o jogo da garrafa.
— A- Vem, Gómez, senta aí.
— V- Vai, pivete, não tem medo não.
Todo mundo começou a insistir e abriram um espaço bem na frente da Vane. Depois de várias confissões e desafios, chegou minha vez de novo, e a chata da minha prima me desafiou a beijar a Vane. Não acreditei na sorte que tive... ou será que foi tudo planejado? O nervosismo passou, aceitei e me arrastei um pouco até a linda da Vane, que tava esperando como se nada fosse acontecer. Cumprimos o desafio na maior naturalidade, mas sabíamos que algo mais tinha rolado.
Já de noite, alguns começaram a ir embora e outros a jogar colchonetes no chão — iam passar a noite em casa. Pra minha sorte, a Vane ia ficar. Nessa hora, a bebida já tava acabando. Todo mundo tão bêbado que não parava de se mexer de um jeito engraçado, e eu não tirava os olhos daquela bunda da Vane. Era tão redonda e provocante que... queria chegar perto e apertar ela.
Na hora, minha prima se aproxima e fala: “não tem nada pra agradecer, priminho, ela também queria. Mas não sei o que ela vê em você. Não vai dormir, hein, ela não vai gostar” e foi embora do mesmo jeito que chegou, sem fazer barulho.
Fiquei totalmente confuso, e estar bêbado não ajudava nada. Na hora de deitar, nem sabia se o sol já tinha saído ou quanto tempo tinha passado, só estava deitado no chão da sala olhando pro teto, tentando parar de pensar na Vane. Foi quando ela se aproximou e falou: “não dorme ainda, espera apagarem as luzes”.
V: me fala que você ainda não dormiu.
M: Não, você mandou esperar, mas não sei por quê. (me fiz de desentendido, tava imaginando mil coisas e torcendo pra pelo menos uma ser verdade)
Assim que as luzes se apagaram de vez, sinto um peso leve em cima de mim, era ela. Não conseguia nem imaginar, toda a tontura sumiu na hora. Começamos a nos beijar, sempre com ela por cima de mim. Num momento, ela tirou minha camisa e eu fiz o mesmo com o vestido dela, deixando ela só de sutiã e fio dental. A pele dela era lisa e macia. Tinha um cheirinho suave de flores, e aqueles peitos lindos estavam só cobertos pelo sutiã. Beijei o corpo dela inteiro como se minha vida dependesse disso, e já tava tão excitado que o volume na calça não demorou a aparecer.
Tirei o sutiã dela com uma mão, com suavidade e elegância. (Tinha aprendido aquele truque com os sutiãs da minha irmã) e ela deixou cair rápido, jogando de lado. Uma luz fraca que entrava por uma janelinha me deixava ver ela em todo o esplendor. Ela, tão gostosa assim sentada em cima de mim, com os peitos de fora, tão redondinhos, e uns biquinhos rosados já durinhos, me fez ir direto neles, lambendo devagar, chupando com cuidado e aproveitando cada momento. Ela me empurrou pro chão e desceu até minha calça, tirou o botão e começou a puxar ela junto com a cueca pra baixo. Meu pau já Naquele momento eu tava duro pra caralho, a Vane me deixava louco de tesão. Ela sobe e começa a me masturbar, com um sorrisinho no rosto, aquele olhar profundo dela me deixava completamente na mão dela. Ela começa a chupar meu pau do jeito mais profissional que já vi na vida, colocando uma parte na boca e masturbando a outra, passava a língua no meu pau inteiro, da base até a ponta, minha cabeça tava prestes a explodir. De quatro, do jeito que tava, ela começa a descer a calcinha fio dental que tava usando, deixando à mostra uma buceta com uma linha fina de pelos no meio, esse detalhe quase me fez gozar na hora. Nesse momento fui eu quem tomou o controle, com o pouco que sabia e o que tinha visto na internet, coloquei ela de barriga pra cima no chão e comecei a me aproximar da buceta dela, uns lábios grossos que marcavam bem o formato e um clitóris pequeno aparecendo por cima, eu fazia ameaças de beijar a buceta dela, roçando de leve com a língua, coisa que ela adorava, quando sinto os braços dela na minha cabeça me pressionando pra eu comer a buceta dela porque ela não aguentava mais. Ela já tava toda molhada e os sucos dela eram deliciosos. Eu acariciava ela toda com a língua, comecei a ajudar com um dedo e depois outro. Ela tava se molhando pra caramba, só ouvia uns gemidinhos baixos porque não podíamos fazer muito barulho, tinha gente perto, dormindo, mas perto. Ela me diz que não aguenta mais, que eu meta logo, eu, bem obediente, coloquei ela de novo em cima de mim e ela sentou no meu pau com um gemido que me deixou ainda mais excitado. Eu, um cara nada atraente, tinha uma puta gostosa, que fazia todos os amigos dela, e talvez alguma amiga, babarem por ela, montada em mim, cavalgando meu pau, eu achei que era um sonho, será que tinha bebido demais? Mas não, era real e ela tava ali, em cima de mim com uns peitões redondos colados na minha cara e meu pau entrando e saindo na buceta apertada dela. Depois de um tempão ela me diz que gosta de quatro, se já tava a mil, isso me deixou a um milhão. Ela se Ela se ajoelhou de quatro e eu fiquei bem atrás dela, olhando pra aquela bunda grande e redonda. Como eu já tinha dito, queria morder aquilo e tive a chance — não desperdicei. Com uma mão, agarrei uma daquelas nádegas redondas e, na outra, dei uma mordida forte que fez ela soltar um suspiro de prazer. Vendo ela daquele jeito, abri um pouco as pernas dela e vi aquela buceta toda rosadinha e limpa, o que me deu vontade de passar a língua. Lambi a buceta e aquela bunda que a Vane tem — era única. Depois de bem lubrificada, comecei o primeiro anal da minha vida. Devagarzinho, fui enfiando naquela bunda que ela tinha, com a raba bem empinada, ela pedia com o olhar. Quando já estava tudo dentro, comecei a tirar e meter lentamente, e depois com velocidade. Era apertado, sim, mas era uma delícia. Depois de um tempo, estava quase gozando e avisei ela. Ela só respondeu: "Ei, moleque, goza dentro, que pelo cu não dá nada." Não podia acreditar, ia encher de porra aquela bunda e foi o que fiz. Um momento depois, gozei dentro com toda a força que pude. Quando tirei, um pouco de porra começou a escorrer daquela bunda tão linda. Ela foi ao banheiro, se lavou, se vestiu e voltou, enquanto eu me vestia e não parava de pensar no que tinha acontecido. Quando voltou, disse: "Moleque, feliz aniversário" e piscou o olho. Deitamos de novo e dormimos abraçados, de conchinha.
No dia seguinte, a Vane tinha que ir embora, mas deixou o telefone dela e pediu pra eu ligar depois. Antes de ir, me deu outro beijo que me deixou sem fôlego e saiu com a mesma graça que teve quando saiu da cozinha.
A chata da minha prima, já se despedindo de mim, disse que da próxima vez eu não fizesse tanto barulho, que quase todo mundo na casa tinha percebido, e que eu era um idiota com uma sorte danada. Parece que a Vane nunca ficava com ninguém e ninguém conhecia um namorado dela. Com certeza eu tinha dado sorte, mas sempre tive essa sorte. Bom, foi isso que aconteceu pela primeira vez com a Vane, esperem a próxima história. Aquela festa desencadeou uma série de eventos que marcaram minha vida como nunca. Aguardem o reencontro com a Vane e com a irmã dela.
Se vocês gostaram, não esqueçam de comentar. Vamos criar uma grande comunidade.
3 comentários - A festa - o começo de tudo.