— Onde é que vai com esse trambolho desse tamanho? Mas olha só que burro, isso aí é só semente e é oco por dentro, cara!
— Desculpa, dona, é que ultimamente ela tá muito exigente com os legumes — respondeu Luis brincando. — Esses tão melhores?
— Filho, nem tanto nem tão pouco, que isso quando descasca não sobra nada — respondeu Rosa, e em seguida olhou pro céu, soltou um suspiro e fingiu armar-se de paciência com o desastre do marido.
— Acho que os que a sua senhora gosta são esses aqui, cavalheiro — a voz era de um velhinho miúdo, com voz cansada, que com um sorriso estendia um pepino de tamanho médio na direção de Rosa. — Esse aqui tá no ponto certo, não é, dona? — completou o vovô, orgulhoso do seu domínio perfeito dos produtos da horta.
— Sim, sim, assim mesmo, obrigada — concordou Rosa, corando. — Viu como não é tão difícil? — repreendeu o marido.
— É que a juventude hoje não sabe mais de onde vem o que come — disse o simpático velhinho. — Vai ver, vai ver que o que o senhor trouxe vai acabar pensando que a comida sai direto da geladeira — completou, apontando pra barriga protuberante de Rosa, que já tava na trigésima primeira semana de gravidez.
— Tá bom, já cansei de vocês me esfregarem na cara como sou inútil. Falta mais alguma coisa? Tô afim de ir pra casa — o tom de Luis era meio mal-humorado.
— Cenouras e bananas — respondeu Rosa, olhando sério pra ele como repreensão pela má educação, e em seguida se virou com um sorriso pra continuar conversando rapidinho com o velho.
Alguns minutos depois, Luis voltava pra perto da mulher com duas sacolas e as colocava no carrinho de compras enquanto ela se despedia do velhinho todo simpático.
— Bom, a gente vai.
— Sim, sim, eu também vou pra casa. Então até outro dia, queridos, e que tenham muita saúde pra criar ele.
— Muito obrigada, tchau — disse Rosa com simpatia.
— Tchau — completou Luis. Luis, bem pelo contrário.
— Mas olha como você se solta fácil com todo mundo, Rosa.
— Você não quer que eu seja tão antipático quanto você, quer? — respondeu a esposa, ao mesmo tempo que mostrava a língua num gesto de provocação.
No dia seguinte, Luis se levantou como de costume às sete para ir trabalhar, se despediu da esposa dando um beijo na testa e a deixou na cama.
Rosa tinha parado de trabalhar algumas semanas antes. A jornada inteira dela era em pé, e ela estava recebendo o benefício de risco durante a gravidez, então não tinha pressa nenhuma para se levantar. No entanto, naquele dia, ela se levantou assim que Luis saiu pela porta.
Foi para a cozinha, colocou a tampa no ralo da pia, encheu de água e adicionou umas gotas de água sanitária. Em seguida, pegou as verduras e frutas compradas no dia anterior e as mergulhou na mistura desinfetante por um bom tempo.
Enquanto esperava, colocou a máquina de lavar e fez outras pequenas tarefas domésticas. Quando terminou, tirou a tampa do ralo e deixou a água escorrer. Depois, selecionou, examinou e secou cada verdura e fruta de forma rigorosa, separando as que pareciam mais adequadas e guardando o resto no lugar certo da despensa.
Assim que tudo estava de volta ao lugar, Rosa pegou os três vegetais que tinha selecionado como os mais ideais e foi para o quarto com eles nas mãos. Um pepino, uma cenoura e uma banana foram os sortudos que ganharam o primeiro prêmio da loteria, porque Rosa tinha se tornado uma verdadeira apaixonada pela horta, justamente coincidindo com seu estado de boa esperança.
E não porque ela gostasse especialmente de comê-los, não. Claro, na gravidez ela tentava cuidar da alimentação, mas o que realmente a excitava era se dar prazer com eles.
Tudo começou há mais de um ano, quando, ouvindo o rádio durante uma noite de insônia, ela descobriu no programa de uma Famosa sexóloga falou sobre como tinha mulheres que curtiam sexo com vegetais. Em específico, entrevistaram uma mulher casada e com filhos que admitia sem problemas que se masturbava com vários legumes, explicava sem vergonha como adorava escolhê-los, a adequação de uns e outros para tal prática ou outra, e até dava dicas – "Nunca da geladeira, claro" – dizia a entrevistada entre gargalhadas.
Foi assim que, no dia seguinte, Rosa se masturbou pela primeira vez com uma abobrinha pequena que encontrou na cozinha. Não que Rosa não gostasse de sexo com o Luís, era só uma forma nova de curtir o sexo que não fazia mal a ninguém e, aos poucos, ela também foi se tornando uma verdadeira expert em sexo com vegetais, igual à mulher do rádio.
Como se não bastasse, nos últimos tempos, o hobby dela tinha ganhado ainda mais força. Um hobby que quase tinha virado uma necessidade, porque pra Rosa a gravidez veio acompanhada de um aumento danado do desejo sexual. Como a mãe dela diria, nos últimos meses Rosa tava mais quente que o rabo de uma panela.
Infelizmente pra Rosa, do mesmo jeito que o apetite sexual dela tinha disparado com a gravidez, o do Luís tinha sumido quase por completo. Ele tava com medo de transar com a mulher por um medo besta de machucar ela ou o filho.
Então, a dieta da buceta quente da Rosa tinha virado completamente vegetariana durante o estado de boa esperança dela, e hoje de manhã, em especial, ela tava morrendo de vontade de tomar uma boa dose de vitaminas.
Ao chegar no quarto, abriu a gaveta do criado-mudo e remexeu entre as calcinhas até achar a caixa de camisinhas que guardava ali. Pegou três preservativos, um pra cada um dos três pretendentes escolhidos, e depois de afofar o travesseiro e encostar os dois travesseirões que tinha na cama contra a cabeceira, se acomodou. o melhor que pôde, numa posição entre deitada e sentada que permitia se ver no espelho da parede oposta exatamente como ela gostava.
Levantou a camisola enrolando em volta da barriga saliente e, dobrando os joelhos, abriu as pernas deixando totalmente exposto na frente do espelho seu pussy peludo e quente.
— Porra, Rosa, devia dar uma pensada e depilar essa buceta que já tá na hora. — Pensou consigo mesma enquanto acariciava os lábios maiores, sentindo claramente a umidade que já encharcava seu sexo ansioso pelo iminente festim vegetariano.
Rosa mordia o lábio inferior e acariciava seus peitões de grávida com uma mão enquanto com a outra estimulava seu clitóris excitado que crescia a cada momento. Se masturbou por alguns minutos se contemplando no espelho até que, perto do orgasmo, decidiu guardar esse prazer pra mais tarde, mantendo sua excitação lá em cima.
Levou a mão pro lado e, pegando um dos preservativos, rasgou a embalagem. Depois pegou o pepino cuidadosamente selecionado, enfiou na camisinha e deu um nó nela pra não sair e ficar bem esticada. Muitas outras vezes tinha dispensado o uso do profilático, mas desde que tava grávida sua precaução era extrema e além disso tinha descoberto que com ele ganhava uma lubrificação extra gostosa.
Rosa imaginou que aquele pepino era um pau vigoroso e levou à boca pra envolver com os lábios como se fosse uma glande inchada de sangue. Enquanto com a mão livre soltava os botões da camisola, liberando e tirando pra fora seus peitos grandes, pra em seguida, segurando o fruto com a boca, colocar entre eles e apertar com a ajuda das mãos.
Aquele vegetal sortudo tava aproveitando uma cubana gloriosa e um boquete ao mesmo tempo, e Rosa se sentia cada vez mais tesuda sentindo a umidade começar a escorrer pelas coxas. Beliscava seus pezões duros e eretos ao mesmo tempo que imprimía um leve movimento de vai e vem nos peitos dela, que por sua vez transmitiam o movimento pro pepino que deslizava pela boca dela.
Logo sentiu a necessidade de voltar a cuidar da sua buceta quente e, pegando o pepino, levou ele até a virilha, começando a deslizar entre os lábios maiores inchados. Aos poucos, o vegetal aventureiro foi entrando naquela gruta úmida e escura, provocando ondas de prazer em Rosa, que acelerava e diminuía o ritmo das penetrações como bem entendia, tirando o máximo de deleite.
A xota dela produzia cada vez mais fluxo, que era arrastado pra fora toda vez que o pepino se retirava, escorrendo pela virilha e molhando a racha do cu dela. Rosa então pensou naquele velhinho simpático que no dia anterior tinha escolhido exatamente o mesmo pepino que agora estava entre as pernas dela e se perguntou o que o bom homem acharia se soubesse onde o pepino dele tinha ido parar. Imaginou que, provavelmente, o pobre véio teria que ir pro hospital com uma taquicardia no mínimo, e com esses pensamentos gozou pela primeira vez.
Depois de se recuperar do primeiro orgasmo, levou o pepino de volta à boca e saboreou o gosto da própria xota enquanto procurava outra camisinha com a mão livre. Largou então o primeiro pretendente, que não tinha perdido nem um pouco do vigor, e pegando a companheira cenoura, enfiou ela numa borracha igual ao outro.
Com a prática, Rosa tinha chegado à conclusão de que a hortaliça alaranjada era a melhor pra prática do sexo anal. A grossura diferente nas duas pontas facilitava tanto segurar pela parte mais grossa quanto penetrar pela mais fina, ajudando na dilatação do esfíncter na velocidade e medida que ela quisesse na hora.
Num primeiro momento, deslizou ela pela vagina. Depois, movendo pra baixo, arrastou parte do fluxo abundante pela racha do cu até levar ele pra rosada porta dos fundos, que começou a acariciar suavemente, provocando um agradável formigamento que aos poucos conseguiu relaxar seu esfíncter. Em menos de um minuto, a ponta da cenoura já tinha atravessado o anel do cu dela e se introduzia lentamente no reto de Rosa, explorando-o com movimentos circulares suaves que lhe davam muito prazer.
Empurrou aquela raiz até que praticamente ficou alojada por completo, segurando-a com a ponta dos dedos pela extremidade mais grossa, mexendo-a suavemente dentro do cu dela. Pegou então seu bom amigo pepino com a mão que estava livre e levou até sua buceta encharcada, esfregou um par de vezes e em poucos segundos já o tinha cravado de novo na sua xota.
Rosa curtia pra caralho aquelas duplas penetrações que ela mesma se dava. Adorava sentir como os dois paus se encontravam e brigavam entre si, separados apenas pela fina pelinha que dividia suas duas cavidades mais íntimas.
-Ding dong.- Era a campainha da porta, mas Rosa não deu a mínima, porque aquilo era a mesma merda de toda manhã: carteiro, correio comercial, etc. Algum outro vizinho abriria.
Então Rosa não interrompeu em nada o que tinha entre as mãos e se preparou pra continuar curtindo seu hobby mais secreto, mas naquele dia a campainha não parecia se acalmar tão fácil.
-DING DONG, DING DONG, DING DONG, DING DONG.
-Mas será que esse filho da puta é otário ou o quê...- Dessa vez Rosa parou de se masturbar, irritada com a campainha sem noção, e a coisa não parou por aí, foi piorar.
-Bzzzzz! Bzzzzz! Bzzzzz!- O celular também tinha se virado contra ela e ficava vibrando na mesinha de cabeceira.
Rosa largou seu amado pepino e pegou o telefone com a mão. Era a cara da Marga que aparecia na tela do celular. Passou o dedo pra atender a chamada e levou o telefone ao ouvido.
-Fala, Marga.
-Cadê você, irmãzinha?
-Tô em casa. —Onde você quer que eu esteja? — respondeu ela, levemente irritada.
—Nesse caso, não seria má ideia se você abrisse a porta pra sua irmã mais nova. Não acha?
Ao sentir aquelas palavras, Rosa deu um pulo e, quase sem perceber, empurrou a cenoura que ainda segurava com os dedos no cu, fazendo com que ela sumisse completamente dentro do reto.
—Ah, claro, desculpa, pensei que era o chato do carteiro.
—Então vamos, mulher, me deixou aqui plantada que nem uma tonta.
—Já vou, já vou.
Rosa encerrou a ligação e, nervosa, levantou da cama pensando no que fazer. Não tinha desculpa pra fazer a irmã esperar mais, então, supondo que seus segredos estavam seguros no quarto, saiu e fechou a porta sem mais delongas.
Abriu a porta do prédio pra Marga e, enquanto esperava ela subir, abotoou a camisola e a arrumou o melhor que pôde. Foi só então que percebeu que a tal cenoura tinha ficado alojada no cu, mas já não tinha tempo pra reagir.
—Posso entrar? — perguntou Marga, abrindo a porta e entrando em casa.
—Claro, claro, mulher. Tá na sua casa, já sabe.
Rosa tinha ficado paralisada no meio da entrada. Agora não parava de sentir a amiguinha brincando dentro do cu e tentava disfarçar o melhor que podia. Marga se aproximou, deu dois beijos na irmã mais velha e, em seguida, acariciou sua barriga protuberante.
—Como estão meu primeiro sobrinho e minha irmã favorita?
—Que besteira você fala, se sou sua única irmã. Seu sobrinho cada dia mais bagunceiro, acho que vai ser um cuzinho inquieto igual à tia. — respondeu, levando as mãos à barriga e colocando-as sobre a mão da irmã.
—Ha ha, já vai ver, com certeza a gente vai se dar superbem.
—Com certeza! Você não tem aula hoje? — perguntou Rosa, estranhando a presença da irmã.
—O semestre acabou, essa semana tô livre — respondeu Marga. com um sorrisão. –Me convida pra tomar café? Tô morrendo de fome! –Marga foi pra cozinha e, como se estivesse na casa dela, começou a preparar o café da manhã numa boa.
As duas irmãs tinham doze anos de diferença: enquanto Rosa era uma mulher madura de trinta e dois anos, Marga tinha só vinte aninhos. Não era só na idade que elas se diferenciavam – a mais velha era loira e a mais nova morena, Rosa era calma e Marga um furacão, a mais velha clássica no jeito de se vestir e a mais nova mais despojada, cabelo comprido, cabelo curto. Resumindo, um montão de contrastes.
Fisicamente, era óbvio que eram irmãs, mas enquanto o corpo de Rosa mostrava a voluptuosidade típica dos trinta, o de Marga era muito mais gracioso e estilizado, quase ainda de uma adolescente.
–Tira o leite da geladeira pra mim, mana? –perguntou a mais nova pegando um copo.
–Não tem, tem outra caixa embaixo da pia.
Na verdade, aquilo não era verdade, mas Rosa já sentia que a amiga cenoura queria sair de novo e preferia evitar qualquer movimento que pudesse facilitar as coisas.
–Ok, sem problema –respondeu Marga se abaixando pra pegar o leite.
–Então, como foram as provas?
–Bom, teve uma que foi mais difícil, mas o resto foi de boa. Acho que no fim de semana já sei todas as notas.
Rosa, cada vez mais nervosa, apertava a bunda tentando segurar a cenoura enquanto Marga servia o leite e procurava algo pra comer nos armários.
–Com certeza foram boas. Ei, os croissants de chocolate que você gosta estão no último armário.
–Valeu! Como você cuida de mim, mana! Quer um?
–Não, não, eu já comi.
Rosa estava cada vez mais desconfortável, o suor escorria pela testa dela e o esforço pra manter a cenoura era cada vez maior.
Enquanto isso, Marga, sem saber o que tava rolando com a irmã mais velha, abriu o pacote de croissants e, levando um à boca, deu uma mordida. Dou uma mordida daquelas, fazendo o chocolate de dentro sair pelo outro lado, deixando ela só o tempo de se afastar pra não se sujar, mas não de evitar que caísse no chão.
— Porra, que delícia isso, não se preocupa que já limpo. Certeza que não quer?
— Já te falei que não — respondeu Rosa, muito nervosa, sentindo as pernas começarem a tremer.
— Tá, filha, também não precisa ser grosseira.
Marga arrancou um pedaço de papel do rolo de cozinha e, abaixando-se aos pés da irmã, se preparou pra limpar o chocolate que tinha derrubado tão sem jeito.
Rosa sentiu as forças sumirem e a cabeça da cenoura começou a aparecer pelo ânus dela. Então, num último esforço pra tentar segurar o legume, se encostou na parede da cozinha e contraiu a bunda com toda a força que ainda tinha.
Foi, sem dúvida, um erro de cálculo. Depois que a cabeça da cenoura já tinha saído pra fora, nada além de empurrar de fora podia trazê-la de volta. Pelo contrário, o próprio formato de cone dela, junto com a camisinha escorregadia, fez com que a contração do esfíncter empurrasse a danada da umbelífera pra fora, que caiu no chão com um baque surdo, parando a poucos centímetros de Marga, que limpava o chocolate do croissant dela.
— Mas o quê?
Marga esticou a mão e pegou a cenoura quente do chão, sem entender o que tinha acabado de acontecer. Examinou ela por uns segundos, se perguntando como uma cenoura enfiada numa camisinha tinha ido parar no chão da cozinha da irmã mais velha e, quando finalmente começou a sacar que aquilo tinha acabado de cair de Rosa, virou a cabeça devagar pra cima pra olhar pra irmã com os olhos arregalados.
Rosa, por sua vez, ao sentir a cenoura sair do corpo, respirou aliviada num primeiro momento, mas logo em seguida Consciente da situação e se sentindo terrivelmente envergonhada, fechou os olhos enquanto sentia o sangue subir em tropa para o rosto.
— Rosa? O que foi…?
As lágrimas brotaram dos olhos de Rosa que, se sentindo envergonhada, saiu correndo da cozinha, deixando Marga ainda agachada no chão.
— Espera, Rosa…
Após alguns segundos de estupefação, Marga saiu correndo atrás da irmã e a encontrou chorando perto da janela da sala.
— Que vergonha, que vergonha. — Era só o que Rosa dizia entre soluços.
— Mas por quê? Não tem problema, é normal, mulher. — Disse a irmã mais nova enquanto a abraçava por trás, apoiando a cabeça nas costas dela e tentando consolá-la.
— Você vai pensar que sou uma piranha, ainda mais estando grávida. — A tristeza de Rosa era inconsolável.
— Que nada, bobinha. O que você acha, que é a única que precisa se dar um gostinho de vez em quando? — Perguntou Marga em tom de brincadeira, tentando amenizar a situação.
— É que você vai ver, seu cunhado… — Rosa ainda respirava ofegante pelo choro. — O Luís faz três meses que não me toca, e eu, e eu…
— E você não é de pedra, irmãzinha. Né? Esse meu cunhado não sabe o que está perdendo. Com o quanto a minha Rosa é gostosa e tarada.
Enquanto dizia isso, Marga começou a passar a mão na irmã mais velha, brincando e tentando fazê-la relaxar e perder a vergonha.
— Sua boba! Fica quieta, vai, que você me faz cócegas.
Rosa se contorcia tentando se livrar da irmã. Virou-se com um sorrisinho no rosto, mas sem que as lágrimas parassem de escorrer dos olhos. Segurou as mãos da irmã para impedir que continuasse fazendo cócegas, mas manteve o olhar no chão, sem ousar encará-la.
— Você jura que não pensa mal de mim? — Fazendo biquinho feito criança.
— Que nada, bobinha, juro que não.
Marga levou as mãos de Rosa à boca e as beijou. fortemente. Depois as soltou e colocou as mãos nas bochechas da irmã, onde enxugou as lágrimas que escorriam por elas. Só então Rosa ergueu o olhar, cruzando-o com o da irmã, que a encarava com um doce sorriso condescendente. Pela atitude de ambas, parecia que as idades tinham se invertido e era a mais nova quem agora exercia o papel de irmã mais velha.
— Já foi? Passou o sufoco?
— Um pouco — respondeu Rosa, já mais calma.
— Entre irmãs não precisamos ter segredos nem motivo pra nos envergonhar de nada. Certo?
— Sim, certo. Me perdoa, você deve ter pensado que sou uma criancinha.
— De jeito nenhum, juro. Esse chilique já tá esquecido.
Marga segurou o rosto de Rosa entre as mãos e beijou docemente a testa da irmã. Rosa, por sua vez, fechou os olhos ao sentir os lábios em contato com sua pele e sorriu, reconfortada.
Então, praticamente em câmera lenta, os lábios de Marga deixaram a testa de Rosa e, segurando-a pelo queixo, ergueu levemente o rosto da irmã, que ainda mantinha os olhos fechados. Contemplou-a por alguns segundos, inclinou a cabeça e se aproximou novamente do rosto dela até que os lábios de ambas se encontraram num beijo que pegou Rosa totalmente desprevenida.
Os olhos de Marga se fecharam, enquanto os de Rosa, completamente paralisada, se arregalaram.
Rosa era totalmente incapaz de se mover enquanto o beijo de Marga se intensificava a cada instante. A mão esquerda dela segurava o rosto da irmã, enquanto a direita desceu até pousar no peito esquerdo de Rosa, começando a acariciá-la de um jeito que era tudo menos fraternal. Sua boca se abria, buscando a cumplicidade da de Rosa, sugando e saboreando os lábios dela.
Rosa não tinha visto aquilo chegando. O lesbianismo de Marga era mais que conhecido e aceito por toda a família, mas aquilo escapava totalmente a qualquer coisa que ela pudesse ter imaginado.
— Marga, Marga... amor. O que você está fazendo? - Rosa permanecia imóvel, incapaz de recusar a irmã.
Marga mal respirou para soltar uma única palavra.
- Beijar você.
- Mas, mas Marga, eu sou sua irmã.
O tom de Rosa mostrava mais insegurança do que decisão, tão pouca decisão quanto a que ela usava para tentar afastar a mão de Marga dos seus peitos.
- Exatamente porque você é minha irmã - respondeu Marga, aproveitando as palavras da irmã para deslizar a língua entre os lábios dela.
- Neném, para, por favor, para que eu tô ficando muito estranha.
- O que você tá ficando é com tesão - sussurrava Marga enquanto tentava morder o lábio inferior da irmã.
Marga estava totalmente fora de si, tinha tirado um dos peitos da irmã para fora da camisola e o amassava, beliscando aquele mamilo que endurecia a cada instante. Rosa deu um passo para trás, mas não conseguiu se afastar de Marga, que avançou por sua vez, começando a percorrer com a boca o pescoço da irmã.
- Para, Marga, PARA!.
Rosa conseguiu levantar a voz, fazendo Marga parar. A irmã mais nova se afastou da mais velha o suficiente para se olharem cara a cara e, com semblante sério, perguntou.
- Você tem absoluta certeza de que quer que eu pare?
- Ai, não sei, Marga, não sei nem o que eu quero.
Aos ouvidos de Marga, aquela resposta soou como um "Continua, por favor, não para" em toda regra e, sem hesitar, ela se jogou de novo na boca da irmã, que, completamente passiva, não ofereceu a menor resistência para que a língua de Marga entrasse na sua boca.
Aos poucos, a atitude de Rosa foi ficando menos passiva, pequenos gemidos começaram a escapar da sua boca e seus lábios também se tornaram participantes ativos daquele beijo. Vendo-se correspondida, Marga ficou ainda mais ousada e logo ambos os peitos da irmã estavam para fora da camisola, para deleite das suas mãos macias que os acariciavam de forma lasciva.
- Que peitos mais gostosos você tem, não sei se vou conseguir Deixar algo pro meu sobrinho—disse ele, soltando a boca da irmã pra admirar os dois peitões que segurava nas mãos.
—Que burra você é! Cê gosta mesmo disso? Não acha que tão feios assim?
Os peitos da Rosa eram o que se esperava de uma mulher no estado dela. Nos últimos meses, tinham crescido uns dois números, as aréolas e os bicos também aumentaram, ficando mais escuros, e as veias agora apareciam claras por baixo da pele, levando os nutrientes pra onde precisavam. Resumindo, aqueles peitos eram tudo de suculento que deviam ser naquelas circunstâncias.
—Eu diria que tão deliciosos.
A Marga continuava amassando os peitos, e os dedos dela brincavam com os bicos durinhos enquanto os admirava com vontade.
—Sério? Ou será que cê ainda é um bebê? Hum, por favor, cuidado, tão muito sensíveis.
A Marga beliscou de leve um dos bicos enquanto apertava o peitão volumoso entre as mãos; uma gotinha de leite se formou na ponta do bico, mostrando que tava pronta pro serviço bem na hora em que a Rosa soltou um gemidinho entre os lábios.
Aquilo foi demais pra Marga, que se jogou pra devorar aqueles peitos, lambendo e chupando com frenesi.
—Mmm, cê tá me machucando, bruta. Devagar, mais devagar, ummm.
A Rosa sentia dor, sim, mas também uma excitação e um prazer enormes ao mesmo tempo, e mais forte. Logo sentiu que as carícias da irmã deixavam tanto os peitos molhados na hora quanto a buceta dela, indiretamente.
—Que delícia, umm, não sei por que meu cunhado não dá bola pra essa maravilha.
—Ufff, tô ficando com muito calor, Marga, os bebês não mamam assim.
A Rosa acariciava a cabeça da irmã, incentivando ela a continuar mamando nos peitos, enquanto a Marga, cada vez mais excitada e ousada, tinha levado uma mão por baixo da camisola da irmã pra começar a acariciar a buceta peluda dela.
—O que cê tá fazendo? — O que você está fazendo comigo? — perguntou Rosa ao sentir aqueles dedos percorrendo seus lábios maiores e se enfiando entre eles.
Marga largou as tetas que tanto gostava e beijou Rosa de novo com paixão enquanto sentia a mão molhada com que explorava a buceta da irmã, mas aquela não era a única xota molhada e quente da sala. Ela mesma estava toda encharcada e notava como a calcinha fio-dental ficava úmida e grudava na sua ppk depilada.
Morria de vontade de ter mais, de sentir mais, então tirou a mão da buceta de Rosa e, segurando-a pelo braço, puxou-a enquanto soltava a boca, lambendo os lábios dela.
— Vem. Vamos pra cama, não aguento mais.
Rosa se deixou arrastar sem reclamar até o quarto, onde Marga a colocou perto da cama antes de pegar a camisola dela e puxar até tirar pela cabeça, com Rosa colaborando o tempo todo. Deu um passo para trás e contemplou satisfeita a irmã antes de começar a se despir, praticamente arrancando a camiseta.
Os peitos dela, quase de adolescente, ficaram à mostra, porque nem sutiã servia nela e, pra falar a verdade, nem precisava. Em seguida, sempre olhando nos olhos da amada irmã mais velha, levou as mãos à cintura e, num movimento só, abaixou a legging e a calcinha fio-dental e, depois de tirar os tênis, se livrou delas.
— Como você é linda — disse Rosa.
A irmã mais velha aproximou a mão trêmula do peito firme de Marga, roçando o mamilo duro com os dedos, enquanto esta levou a mão à bochecha de Rosa para acariciá-la com carinho.
— Porque me pareço com você — respondeu Marga, sorrindo, e pegando a outra mão da irmã, guiou-a até pousar na sua ppk depilada.
— Isso não é verdade, quase nem parecemos irmãs.
Rosa sentia a umidade da racha da irmã na ponta dos dedos e percebia a própria buceta lubrificando, molhando a sua mata peluda. O coração batia forte. e sentia o sangue correndo nas veias, pulsando nas têmporas e fazendo ferver sua boceta quente. Não conseguia entender como tinha chegado até ali, mas já tinha decidido que queria e precisava daquilo tanto quanto respirar.
Marga deslizou a mão que estava no rosto da irmã e, descendo pelo pescoço, levou-a até uma das grandes tetas de Rosa. Abandonou a mão que já se mantinha sozinha explorando sua entreperna e pegou um dos seios para aproximá-lo do de Rosa, começando a esfregar os dois bicos um no outro.
Olhando diretamente nos olhos de Rosa, deixou cair um fiozinho de saliva sobre os bicos eretos de ambas, e eles agradeceram, deslizando um contra o outro com mais facilidade.
— Que tesão você tá me dando, Marga, preciso gozar, preciso fazer isso — Rosa já tinha perdido toda a vergonha.
— Sério? Quanto tempo faz que não te chupam a buceta direito, Tata?
— Tempo demais! Porra, nem sei se já fizeram isso direito alguma vez.
— Hahaha, isso eu resolvo agora mesmo.
Marga pegou a irmã pelos braços e, empurrando-a suavemente, convidou-a a se deitar na cama. Rosa fez isso sem reclamar, mas teve que largar com certo desgosto a deliciosa bucetinha que molhava os dedos da mão.
Logo a irmã mais nova avançou de quatro pela cama, entre as pernas de Rosa que se abriam para recebê-la, e começou a percorrer a parte interna das coxas, enchendo-as de beijos. Ao chegar na altura da virilha, o cheiro da buceta da irmã inundou suas narinas, e ela não resistiu à vontade de esfregar o nariz no tapete molhado da irmã, sentindo o cócegas dos pelos pubianos no rosto.
— Chupa minha xota, Marga, chupa minha xota que eu tô pegando fogo.
Rosa quase implorava, e sua irmãzinha estava morrendo de vontade de satisfazê-la. Marga usou as mãos para abrir aquela buceta que se mostrava rosada, quente e inundada por um melado grosso. fluido que logo se dedicou a recolher com a língua. Começou a lamber aquela racha deslizando a língua de baixo pra cima, chupou os lábios e sugou o clitóris inchado, levando sua Tata direto pro céu.
- Que gostoso! Umm, que gostoso! Continua, amor, não para, come a buceta da sua irmãzinha.
A irmã mais velha se contorcia e gemia de prazer enquanto a mais nova devorava a xota dela com uma verdadeira desesperação, saboreando e tentando levar à boca todo o néctar que destilava aquela outra rosa entre suas pétalas.
Marga, que era toda uma expert na nobre arte de comer bucetas, se dedicou a lamber e sugar o clitóris da irmã enquanto penetrava a xota peluda com os dedos. Usando seu perfeito conhecimento da anatomia feminina e sabendo o que dava mais prazer pra ela mesma, procurou lá dentro das paredes daquela caverna o ponto certo pra estimular e levar a irmã ao melhor orgasmo que pudesse imaginar.
- O que você tá fazendo comigo, gata? O que você tá fazendo que tá me matando de gosto? Uffff.
Marga não conseguia responder, tava ocupada demais dando prazer pra irmã, prazer que também era dela, porque ela curtia gulosamente o sabor daquela buceta enquanto mexia os dedos na poça lá dentro. O próprio fluido escorria pelas coxas que ela esfregava uma na outra, tentando se aliviar.
Rosa tava quase lá. Não dava mais pra aguentar aquilo sem gozar, mas no meio de tanto prazer, uma sensação meio desconfortável começou a preocupar ela: Rosa tava gozando, sim, mas também sentia que ia mijar e não achava que ia aguentar mais.
- Para, Marga, para, por favor - Mas Marga nem ouvia. - Para, Marga, que eu vou mijar, para que tá escapando.
Marga, longe de se afastar ao ouvir aquilo, colocou ainda mais ênfase em lamber e punhetar a irmã, atrás de um prêmio que não tava disposta a deixar escapar.
- Para, que eu vou mijar, que eu vou gozar, que eu vou mijar. umm, tô gozando, continua, continua que tô gozandooo aghhh.
Uma contração vigorosa percorreu a buceta da grávida e, com isso, um jorro enorme de líquido saiu disparado sob pressão da sua xereca. As contrações continuaram num orgasmo intensíssimo, a buceta dela apertava os dedos da Marga e espirrava na cara dela uma deliciosa mistura de fluxo e urina ao mesmo tempo. Marga colou a boca o máximo que pôde na xota da irmã pra saborear aquela fonte que jorrava da entreperna dela no meio de tremores extremos, e não se desgrudou até que, aos poucos, a Rosa foi relaxando e retomando o controle do corpo.
— Ai, minha nossa, como eu sujei tudo. Marga, acho que me mijei, me mijei de prazer, desculpa.
— Desculpa o quê? O que você tá sentindo? Eu amei.
Marga se desgrudou da buceta da irmã, e ela pôde ver o rosto dela amanhecer com um sorriso brilhante atrás da montanha da barriga. A cara dela estava encharcada e salpicada de umidade, que ela mesma recolhia com a mão pra levar à boca.
— Sério?
— Porra, você deixou minha buceta toda melada, olha.
Marga se levantou na cama e, andando por cima dela, chegou até onde a cabeça da irmã descansava. Ali, se segurou na cabeceira e, agachando, posicionou a buceta a poucos centímetros do rosto da Rosa.
— Tá muito excitada, querida?
Rosa levou a mão até a buceta aberta e depilada da Marga, sentindo a umidade e acariciando o clitóris inchado que a dominava.
— Porra, Rosa, tó subindo pelas paredes.
Ela se deixou cair alguns centímetros, enfiando a periquita diretamente na boca da Rosa, e Rosa não resistiu: beijou e percorreu com a língua enquanto a irmã mais nova fechava os olhos e abria a boca, soltando um gemido de alívio.
Rosa lambia, grata, aquela xotinha delicada, enquanto a mão dela procurava o amigo pepino, que já tinha deixado largado na cama fazia um bom tempo. Quando encontrou, beijou a buceta. da irmã dela e, afastando-a o suficiente com uma mão, cravou o pepino com a outra bem no meio da racha dela.
- Agora você vai ver, garota.
- O que você tá fazendo comigo, Rosa?
- Fazer você gozar também.
Rosa deslizou o pepino várias vezes entre os lábios da buceta de Marga, que se abriam no caminho, molhando e preparando ele pra penetração que vinha. Achou o ângulo certo e, devagar, enfiou aquele vegetal grosso, abrindo tanto a buceta dela quanto a boca, por onde escapou um gemido.
- Ummm, isso, fode a irmãzinha.
Marga levou a mão direita pro clitóris e começou a se estimular enquanto a irmã acelerava o ritmo do vai e vem clorofílico. Precisava gozar, e precisava gozar logo. Acariciou o botãozinho inchado do prazer com a ponta do dedo do meio e não conseguiu nem quis segurar o orgasmo por mais tempo. Uma torrente de prazer percorreu o corpo dela, escorrendo literalmente no rosto de Rosa que, ao perceber que a irmã tava gozando, tirou o pepino e ficou olhando extasiada as contrações daquela buceta jovem.
- Porraaaaa que gostoso, ummm-
Marga, ainda tremendo, enfiou a buceta na boca de Rosa, que percorreu a racha saboreando o néctar açucarado do orgasmo recente.
Assim que a irmã mais nova conseguiu relaxar o corpo, pegou a mão de Rosa e, arrancando o pepino dela, foi pros pés da cama.
- O que você vai fazer?
- Fode... fode! - Respondeu quase desesperada.
Ela se deitou na cama de lado, entre as pernas de Rosa e na direção oposta. Enfiou uma das pernas debaixo da da irmã, formando com a outra uma tesoura perfeita. Então levou o pepino até a virilha e começou a enfiar na buceta lubrificada. Depois de dentro, se contorceu na cama até colocar a outra ponta do verdinho dildo na entrada da buceta peluda de Rosa, que arregalou os olhos de uma vez quando entendeu o que ela tava planejando.
Marga se abraçou na perna da irmã como se fosse uma como se fosse uma puta no cio e, empurrando com o próprio corpo, cravou o pepino na buceta de Rosa até ele sumir, devorado pelos dois sexos. A buceta peluda de Rosa e a xereca depilada de Marga se esfregaram uma na outra, misturando seus sucos.
Margarita e Rosa, Rosa e Margarita. O buquê perfeito ficou assim unido por um único talo.
Marga começou a se apertar com força contra a buceta de Rosa e a rebolando os quadris, fazendo o pepino deslizar dentro das duas, arrancando gemidos de prazer.
– Umm, sim, gata, não para, me fode assim, que gostoso, eu preciso disso.
Rosa se acariciava os peitos e beliscava os bicos salientes enquanto tentava respirar de boca aberta e, de olhos fechados, se concentrava na fodida que a irmã estava dando nela. Marga se contorcia entre as coxas da irmã grávida e se agarrava com força nela, beijando, quase mordendo, sua panturrilha.
Por vários minutos, as duas irmãs se contorceram em contato total. O ar do quarto se encheu de gemidos e cheiro de sexo enquanto ambas buscavam com gosto um orgasmo compartilhado para acalmar o tesão.
– Continua, minha menina, continua, você tá me matando de prazer, continua que eu tô quase gozando. – Rosa conseguiu dizer entre gemidos.
– Vai, Tata, goza comigo, goza com sua irmãzinha pra você saber o que é gozar gostoso.
Marga se esfregava cada vez com mais força contra a buceta de Rosa até que ela anunciou entre suspiros que estava chegando ao orgasmo.
– Aiii, tô gozando, tô gozando, menina.
Com um último empurrão, Marga apertou a xereca contra a da irmã e assim, buceta contra buceta, as duas gozaram, fechando os olhos e abrindo as bocas, deixando escapar gemidos de prazer. As contrações das duas abraçavam aquele consolo duplo improvisado e ecológico, e uma mistura de fluidos escorreu entre suas coxas, apagando o fogo que as queimava.
Aos poucos, Aos poucos, os corpos delas foram relaxando e as respirações ofegantes voltaram ao ritmo normal, enquanto as duas ainda estavam unidas por um único pau.
Rosa ronronava como uma gatinha satisfeita sendo acariciada pelo dono.
Marga abraçou carinhosamente a perna da irmã com um sorriso relaxado nos lábios e os olhos fechados. Pronta pra descansar por um bom tempo e num estado de relax total, soltou então as palavras que desencadeariam na cabeça da irmã um novo terremoto.
– Humm. Que delícia! Só espera até eu contar pra Mamãe.
Rosa arregalou os olhos e as últimas palavras da irmã ficaram zunindo nos seus ouvidos. Enquanto isso, ela só suspirava, parecendo mergulhar num doce estado de sonolência.
FIM
— Desculpa, dona, é que ultimamente ela tá muito exigente com os legumes — respondeu Luis brincando. — Esses tão melhores?
— Filho, nem tanto nem tão pouco, que isso quando descasca não sobra nada — respondeu Rosa, e em seguida olhou pro céu, soltou um suspiro e fingiu armar-se de paciência com o desastre do marido.
— Acho que os que a sua senhora gosta são esses aqui, cavalheiro — a voz era de um velhinho miúdo, com voz cansada, que com um sorriso estendia um pepino de tamanho médio na direção de Rosa. — Esse aqui tá no ponto certo, não é, dona? — completou o vovô, orgulhoso do seu domínio perfeito dos produtos da horta.
— Sim, sim, assim mesmo, obrigada — concordou Rosa, corando. — Viu como não é tão difícil? — repreendeu o marido.
— É que a juventude hoje não sabe mais de onde vem o que come — disse o simpático velhinho. — Vai ver, vai ver que o que o senhor trouxe vai acabar pensando que a comida sai direto da geladeira — completou, apontando pra barriga protuberante de Rosa, que já tava na trigésima primeira semana de gravidez.
— Tá bom, já cansei de vocês me esfregarem na cara como sou inútil. Falta mais alguma coisa? Tô afim de ir pra casa — o tom de Luis era meio mal-humorado.
— Cenouras e bananas — respondeu Rosa, olhando sério pra ele como repreensão pela má educação, e em seguida se virou com um sorriso pra continuar conversando rapidinho com o velho.
Alguns minutos depois, Luis voltava pra perto da mulher com duas sacolas e as colocava no carrinho de compras enquanto ela se despedia do velhinho todo simpático.
— Bom, a gente vai.
— Sim, sim, eu também vou pra casa. Então até outro dia, queridos, e que tenham muita saúde pra criar ele.
— Muito obrigada, tchau — disse Rosa com simpatia.
— Tchau — completou Luis. Luis, bem pelo contrário.
— Mas olha como você se solta fácil com todo mundo, Rosa.
— Você não quer que eu seja tão antipático quanto você, quer? — respondeu a esposa, ao mesmo tempo que mostrava a língua num gesto de provocação.
No dia seguinte, Luis se levantou como de costume às sete para ir trabalhar, se despediu da esposa dando um beijo na testa e a deixou na cama.
Rosa tinha parado de trabalhar algumas semanas antes. A jornada inteira dela era em pé, e ela estava recebendo o benefício de risco durante a gravidez, então não tinha pressa nenhuma para se levantar. No entanto, naquele dia, ela se levantou assim que Luis saiu pela porta.
Foi para a cozinha, colocou a tampa no ralo da pia, encheu de água e adicionou umas gotas de água sanitária. Em seguida, pegou as verduras e frutas compradas no dia anterior e as mergulhou na mistura desinfetante por um bom tempo.
Enquanto esperava, colocou a máquina de lavar e fez outras pequenas tarefas domésticas. Quando terminou, tirou a tampa do ralo e deixou a água escorrer. Depois, selecionou, examinou e secou cada verdura e fruta de forma rigorosa, separando as que pareciam mais adequadas e guardando o resto no lugar certo da despensa.
Assim que tudo estava de volta ao lugar, Rosa pegou os três vegetais que tinha selecionado como os mais ideais e foi para o quarto com eles nas mãos. Um pepino, uma cenoura e uma banana foram os sortudos que ganharam o primeiro prêmio da loteria, porque Rosa tinha se tornado uma verdadeira apaixonada pela horta, justamente coincidindo com seu estado de boa esperança.
E não porque ela gostasse especialmente de comê-los, não. Claro, na gravidez ela tentava cuidar da alimentação, mas o que realmente a excitava era se dar prazer com eles.
Tudo começou há mais de um ano, quando, ouvindo o rádio durante uma noite de insônia, ela descobriu no programa de uma Famosa sexóloga falou sobre como tinha mulheres que curtiam sexo com vegetais. Em específico, entrevistaram uma mulher casada e com filhos que admitia sem problemas que se masturbava com vários legumes, explicava sem vergonha como adorava escolhê-los, a adequação de uns e outros para tal prática ou outra, e até dava dicas – "Nunca da geladeira, claro" – dizia a entrevistada entre gargalhadas.
Foi assim que, no dia seguinte, Rosa se masturbou pela primeira vez com uma abobrinha pequena que encontrou na cozinha. Não que Rosa não gostasse de sexo com o Luís, era só uma forma nova de curtir o sexo que não fazia mal a ninguém e, aos poucos, ela também foi se tornando uma verdadeira expert em sexo com vegetais, igual à mulher do rádio.
Como se não bastasse, nos últimos tempos, o hobby dela tinha ganhado ainda mais força. Um hobby que quase tinha virado uma necessidade, porque pra Rosa a gravidez veio acompanhada de um aumento danado do desejo sexual. Como a mãe dela diria, nos últimos meses Rosa tava mais quente que o rabo de uma panela.
Infelizmente pra Rosa, do mesmo jeito que o apetite sexual dela tinha disparado com a gravidez, o do Luís tinha sumido quase por completo. Ele tava com medo de transar com a mulher por um medo besta de machucar ela ou o filho.
Então, a dieta da buceta quente da Rosa tinha virado completamente vegetariana durante o estado de boa esperança dela, e hoje de manhã, em especial, ela tava morrendo de vontade de tomar uma boa dose de vitaminas.
Ao chegar no quarto, abriu a gaveta do criado-mudo e remexeu entre as calcinhas até achar a caixa de camisinhas que guardava ali. Pegou três preservativos, um pra cada um dos três pretendentes escolhidos, e depois de afofar o travesseiro e encostar os dois travesseirões que tinha na cama contra a cabeceira, se acomodou. o melhor que pôde, numa posição entre deitada e sentada que permitia se ver no espelho da parede oposta exatamente como ela gostava.
Levantou a camisola enrolando em volta da barriga saliente e, dobrando os joelhos, abriu as pernas deixando totalmente exposto na frente do espelho seu pussy peludo e quente.
— Porra, Rosa, devia dar uma pensada e depilar essa buceta que já tá na hora. — Pensou consigo mesma enquanto acariciava os lábios maiores, sentindo claramente a umidade que já encharcava seu sexo ansioso pelo iminente festim vegetariano.
Rosa mordia o lábio inferior e acariciava seus peitões de grávida com uma mão enquanto com a outra estimulava seu clitóris excitado que crescia a cada momento. Se masturbou por alguns minutos se contemplando no espelho até que, perto do orgasmo, decidiu guardar esse prazer pra mais tarde, mantendo sua excitação lá em cima.
Levou a mão pro lado e, pegando um dos preservativos, rasgou a embalagem. Depois pegou o pepino cuidadosamente selecionado, enfiou na camisinha e deu um nó nela pra não sair e ficar bem esticada. Muitas outras vezes tinha dispensado o uso do profilático, mas desde que tava grávida sua precaução era extrema e além disso tinha descoberto que com ele ganhava uma lubrificação extra gostosa.
Rosa imaginou que aquele pepino era um pau vigoroso e levou à boca pra envolver com os lábios como se fosse uma glande inchada de sangue. Enquanto com a mão livre soltava os botões da camisola, liberando e tirando pra fora seus peitos grandes, pra em seguida, segurando o fruto com a boca, colocar entre eles e apertar com a ajuda das mãos.
Aquele vegetal sortudo tava aproveitando uma cubana gloriosa e um boquete ao mesmo tempo, e Rosa se sentia cada vez mais tesuda sentindo a umidade começar a escorrer pelas coxas. Beliscava seus pezões duros e eretos ao mesmo tempo que imprimía um leve movimento de vai e vem nos peitos dela, que por sua vez transmitiam o movimento pro pepino que deslizava pela boca dela.
Logo sentiu a necessidade de voltar a cuidar da sua buceta quente e, pegando o pepino, levou ele até a virilha, começando a deslizar entre os lábios maiores inchados. Aos poucos, o vegetal aventureiro foi entrando naquela gruta úmida e escura, provocando ondas de prazer em Rosa, que acelerava e diminuía o ritmo das penetrações como bem entendia, tirando o máximo de deleite.
A xota dela produzia cada vez mais fluxo, que era arrastado pra fora toda vez que o pepino se retirava, escorrendo pela virilha e molhando a racha do cu dela. Rosa então pensou naquele velhinho simpático que no dia anterior tinha escolhido exatamente o mesmo pepino que agora estava entre as pernas dela e se perguntou o que o bom homem acharia se soubesse onde o pepino dele tinha ido parar. Imaginou que, provavelmente, o pobre véio teria que ir pro hospital com uma taquicardia no mínimo, e com esses pensamentos gozou pela primeira vez.
Depois de se recuperar do primeiro orgasmo, levou o pepino de volta à boca e saboreou o gosto da própria xota enquanto procurava outra camisinha com a mão livre. Largou então o primeiro pretendente, que não tinha perdido nem um pouco do vigor, e pegando a companheira cenoura, enfiou ela numa borracha igual ao outro.
Com a prática, Rosa tinha chegado à conclusão de que a hortaliça alaranjada era a melhor pra prática do sexo anal. A grossura diferente nas duas pontas facilitava tanto segurar pela parte mais grossa quanto penetrar pela mais fina, ajudando na dilatação do esfíncter na velocidade e medida que ela quisesse na hora.
Num primeiro momento, deslizou ela pela vagina. Depois, movendo pra baixo, arrastou parte do fluxo abundante pela racha do cu até levar ele pra rosada porta dos fundos, que começou a acariciar suavemente, provocando um agradável formigamento que aos poucos conseguiu relaxar seu esfíncter. Em menos de um minuto, a ponta da cenoura já tinha atravessado o anel do cu dela e se introduzia lentamente no reto de Rosa, explorando-o com movimentos circulares suaves que lhe davam muito prazer.
Empurrou aquela raiz até que praticamente ficou alojada por completo, segurando-a com a ponta dos dedos pela extremidade mais grossa, mexendo-a suavemente dentro do cu dela. Pegou então seu bom amigo pepino com a mão que estava livre e levou até sua buceta encharcada, esfregou um par de vezes e em poucos segundos já o tinha cravado de novo na sua xota.
Rosa curtia pra caralho aquelas duplas penetrações que ela mesma se dava. Adorava sentir como os dois paus se encontravam e brigavam entre si, separados apenas pela fina pelinha que dividia suas duas cavidades mais íntimas.
-Ding dong.- Era a campainha da porta, mas Rosa não deu a mínima, porque aquilo era a mesma merda de toda manhã: carteiro, correio comercial, etc. Algum outro vizinho abriria.
Então Rosa não interrompeu em nada o que tinha entre as mãos e se preparou pra continuar curtindo seu hobby mais secreto, mas naquele dia a campainha não parecia se acalmar tão fácil.
-DING DONG, DING DONG, DING DONG, DING DONG.
-Mas será que esse filho da puta é otário ou o quê...- Dessa vez Rosa parou de se masturbar, irritada com a campainha sem noção, e a coisa não parou por aí, foi piorar.
-Bzzzzz! Bzzzzz! Bzzzzz!- O celular também tinha se virado contra ela e ficava vibrando na mesinha de cabeceira.
Rosa largou seu amado pepino e pegou o telefone com a mão. Era a cara da Marga que aparecia na tela do celular. Passou o dedo pra atender a chamada e levou o telefone ao ouvido.
-Fala, Marga.
-Cadê você, irmãzinha?
-Tô em casa. —Onde você quer que eu esteja? — respondeu ela, levemente irritada.
—Nesse caso, não seria má ideia se você abrisse a porta pra sua irmã mais nova. Não acha?
Ao sentir aquelas palavras, Rosa deu um pulo e, quase sem perceber, empurrou a cenoura que ainda segurava com os dedos no cu, fazendo com que ela sumisse completamente dentro do reto.
—Ah, claro, desculpa, pensei que era o chato do carteiro.
—Então vamos, mulher, me deixou aqui plantada que nem uma tonta.
—Já vou, já vou.
Rosa encerrou a ligação e, nervosa, levantou da cama pensando no que fazer. Não tinha desculpa pra fazer a irmã esperar mais, então, supondo que seus segredos estavam seguros no quarto, saiu e fechou a porta sem mais delongas.
Abriu a porta do prédio pra Marga e, enquanto esperava ela subir, abotoou a camisola e a arrumou o melhor que pôde. Foi só então que percebeu que a tal cenoura tinha ficado alojada no cu, mas já não tinha tempo pra reagir.
—Posso entrar? — perguntou Marga, abrindo a porta e entrando em casa.
—Claro, claro, mulher. Tá na sua casa, já sabe.
Rosa tinha ficado paralisada no meio da entrada. Agora não parava de sentir a amiguinha brincando dentro do cu e tentava disfarçar o melhor que podia. Marga se aproximou, deu dois beijos na irmã mais velha e, em seguida, acariciou sua barriga protuberante.
—Como estão meu primeiro sobrinho e minha irmã favorita?
—Que besteira você fala, se sou sua única irmã. Seu sobrinho cada dia mais bagunceiro, acho que vai ser um cuzinho inquieto igual à tia. — respondeu, levando as mãos à barriga e colocando-as sobre a mão da irmã.
—Ha ha, já vai ver, com certeza a gente vai se dar superbem.
—Com certeza! Você não tem aula hoje? — perguntou Rosa, estranhando a presença da irmã.
—O semestre acabou, essa semana tô livre — respondeu Marga. com um sorrisão. –Me convida pra tomar café? Tô morrendo de fome! –Marga foi pra cozinha e, como se estivesse na casa dela, começou a preparar o café da manhã numa boa.
As duas irmãs tinham doze anos de diferença: enquanto Rosa era uma mulher madura de trinta e dois anos, Marga tinha só vinte aninhos. Não era só na idade que elas se diferenciavam – a mais velha era loira e a mais nova morena, Rosa era calma e Marga um furacão, a mais velha clássica no jeito de se vestir e a mais nova mais despojada, cabelo comprido, cabelo curto. Resumindo, um montão de contrastes.
Fisicamente, era óbvio que eram irmãs, mas enquanto o corpo de Rosa mostrava a voluptuosidade típica dos trinta, o de Marga era muito mais gracioso e estilizado, quase ainda de uma adolescente.
–Tira o leite da geladeira pra mim, mana? –perguntou a mais nova pegando um copo.
–Não tem, tem outra caixa embaixo da pia.
Na verdade, aquilo não era verdade, mas Rosa já sentia que a amiga cenoura queria sair de novo e preferia evitar qualquer movimento que pudesse facilitar as coisas.
–Ok, sem problema –respondeu Marga se abaixando pra pegar o leite.
–Então, como foram as provas?
–Bom, teve uma que foi mais difícil, mas o resto foi de boa. Acho que no fim de semana já sei todas as notas.
Rosa, cada vez mais nervosa, apertava a bunda tentando segurar a cenoura enquanto Marga servia o leite e procurava algo pra comer nos armários.
–Com certeza foram boas. Ei, os croissants de chocolate que você gosta estão no último armário.
–Valeu! Como você cuida de mim, mana! Quer um?
–Não, não, eu já comi.
Rosa estava cada vez mais desconfortável, o suor escorria pela testa dela e o esforço pra manter a cenoura era cada vez maior.
Enquanto isso, Marga, sem saber o que tava rolando com a irmã mais velha, abriu o pacote de croissants e, levando um à boca, deu uma mordida. Dou uma mordida daquelas, fazendo o chocolate de dentro sair pelo outro lado, deixando ela só o tempo de se afastar pra não se sujar, mas não de evitar que caísse no chão.
— Porra, que delícia isso, não se preocupa que já limpo. Certeza que não quer?
— Já te falei que não — respondeu Rosa, muito nervosa, sentindo as pernas começarem a tremer.
— Tá, filha, também não precisa ser grosseira.
Marga arrancou um pedaço de papel do rolo de cozinha e, abaixando-se aos pés da irmã, se preparou pra limpar o chocolate que tinha derrubado tão sem jeito.
Rosa sentiu as forças sumirem e a cabeça da cenoura começou a aparecer pelo ânus dela. Então, num último esforço pra tentar segurar o legume, se encostou na parede da cozinha e contraiu a bunda com toda a força que ainda tinha.
Foi, sem dúvida, um erro de cálculo. Depois que a cabeça da cenoura já tinha saído pra fora, nada além de empurrar de fora podia trazê-la de volta. Pelo contrário, o próprio formato de cone dela, junto com a camisinha escorregadia, fez com que a contração do esfíncter empurrasse a danada da umbelífera pra fora, que caiu no chão com um baque surdo, parando a poucos centímetros de Marga, que limpava o chocolate do croissant dela.
— Mas o quê?
Marga esticou a mão e pegou a cenoura quente do chão, sem entender o que tinha acabado de acontecer. Examinou ela por uns segundos, se perguntando como uma cenoura enfiada numa camisinha tinha ido parar no chão da cozinha da irmã mais velha e, quando finalmente começou a sacar que aquilo tinha acabado de cair de Rosa, virou a cabeça devagar pra cima pra olhar pra irmã com os olhos arregalados.
Rosa, por sua vez, ao sentir a cenoura sair do corpo, respirou aliviada num primeiro momento, mas logo em seguida Consciente da situação e se sentindo terrivelmente envergonhada, fechou os olhos enquanto sentia o sangue subir em tropa para o rosto.
— Rosa? O que foi…?
As lágrimas brotaram dos olhos de Rosa que, se sentindo envergonhada, saiu correndo da cozinha, deixando Marga ainda agachada no chão.
— Espera, Rosa…
Após alguns segundos de estupefação, Marga saiu correndo atrás da irmã e a encontrou chorando perto da janela da sala.
— Que vergonha, que vergonha. — Era só o que Rosa dizia entre soluços.
— Mas por quê? Não tem problema, é normal, mulher. — Disse a irmã mais nova enquanto a abraçava por trás, apoiando a cabeça nas costas dela e tentando consolá-la.
— Você vai pensar que sou uma piranha, ainda mais estando grávida. — A tristeza de Rosa era inconsolável.
— Que nada, bobinha. O que você acha, que é a única que precisa se dar um gostinho de vez em quando? — Perguntou Marga em tom de brincadeira, tentando amenizar a situação.
— É que você vai ver, seu cunhado… — Rosa ainda respirava ofegante pelo choro. — O Luís faz três meses que não me toca, e eu, e eu…
— E você não é de pedra, irmãzinha. Né? Esse meu cunhado não sabe o que está perdendo. Com o quanto a minha Rosa é gostosa e tarada.
Enquanto dizia isso, Marga começou a passar a mão na irmã mais velha, brincando e tentando fazê-la relaxar e perder a vergonha.
— Sua boba! Fica quieta, vai, que você me faz cócegas.
Rosa se contorcia tentando se livrar da irmã. Virou-se com um sorrisinho no rosto, mas sem que as lágrimas parassem de escorrer dos olhos. Segurou as mãos da irmã para impedir que continuasse fazendo cócegas, mas manteve o olhar no chão, sem ousar encará-la.
— Você jura que não pensa mal de mim? — Fazendo biquinho feito criança.
— Que nada, bobinha, juro que não.
Marga levou as mãos de Rosa à boca e as beijou. fortemente. Depois as soltou e colocou as mãos nas bochechas da irmã, onde enxugou as lágrimas que escorriam por elas. Só então Rosa ergueu o olhar, cruzando-o com o da irmã, que a encarava com um doce sorriso condescendente. Pela atitude de ambas, parecia que as idades tinham se invertido e era a mais nova quem agora exercia o papel de irmã mais velha.
— Já foi? Passou o sufoco?
— Um pouco — respondeu Rosa, já mais calma.
— Entre irmãs não precisamos ter segredos nem motivo pra nos envergonhar de nada. Certo?
— Sim, certo. Me perdoa, você deve ter pensado que sou uma criancinha.
— De jeito nenhum, juro. Esse chilique já tá esquecido.
Marga segurou o rosto de Rosa entre as mãos e beijou docemente a testa da irmã. Rosa, por sua vez, fechou os olhos ao sentir os lábios em contato com sua pele e sorriu, reconfortada.
Então, praticamente em câmera lenta, os lábios de Marga deixaram a testa de Rosa e, segurando-a pelo queixo, ergueu levemente o rosto da irmã, que ainda mantinha os olhos fechados. Contemplou-a por alguns segundos, inclinou a cabeça e se aproximou novamente do rosto dela até que os lábios de ambas se encontraram num beijo que pegou Rosa totalmente desprevenida.
Os olhos de Marga se fecharam, enquanto os de Rosa, completamente paralisada, se arregalaram.
Rosa era totalmente incapaz de se mover enquanto o beijo de Marga se intensificava a cada instante. A mão esquerda dela segurava o rosto da irmã, enquanto a direita desceu até pousar no peito esquerdo de Rosa, começando a acariciá-la de um jeito que era tudo menos fraternal. Sua boca se abria, buscando a cumplicidade da de Rosa, sugando e saboreando os lábios dela.
Rosa não tinha visto aquilo chegando. O lesbianismo de Marga era mais que conhecido e aceito por toda a família, mas aquilo escapava totalmente a qualquer coisa que ela pudesse ter imaginado.
— Marga, Marga... amor. O que você está fazendo? - Rosa permanecia imóvel, incapaz de recusar a irmã.
Marga mal respirou para soltar uma única palavra.
- Beijar você.
- Mas, mas Marga, eu sou sua irmã.
O tom de Rosa mostrava mais insegurança do que decisão, tão pouca decisão quanto a que ela usava para tentar afastar a mão de Marga dos seus peitos.
- Exatamente porque você é minha irmã - respondeu Marga, aproveitando as palavras da irmã para deslizar a língua entre os lábios dela.
- Neném, para, por favor, para que eu tô ficando muito estranha.
- O que você tá ficando é com tesão - sussurrava Marga enquanto tentava morder o lábio inferior da irmã.
Marga estava totalmente fora de si, tinha tirado um dos peitos da irmã para fora da camisola e o amassava, beliscando aquele mamilo que endurecia a cada instante. Rosa deu um passo para trás, mas não conseguiu se afastar de Marga, que avançou por sua vez, começando a percorrer com a boca o pescoço da irmã.
- Para, Marga, PARA!.
Rosa conseguiu levantar a voz, fazendo Marga parar. A irmã mais nova se afastou da mais velha o suficiente para se olharem cara a cara e, com semblante sério, perguntou.
- Você tem absoluta certeza de que quer que eu pare?
- Ai, não sei, Marga, não sei nem o que eu quero.
Aos ouvidos de Marga, aquela resposta soou como um "Continua, por favor, não para" em toda regra e, sem hesitar, ela se jogou de novo na boca da irmã, que, completamente passiva, não ofereceu a menor resistência para que a língua de Marga entrasse na sua boca.
Aos poucos, a atitude de Rosa foi ficando menos passiva, pequenos gemidos começaram a escapar da sua boca e seus lábios também se tornaram participantes ativos daquele beijo. Vendo-se correspondida, Marga ficou ainda mais ousada e logo ambos os peitos da irmã estavam para fora da camisola, para deleite das suas mãos macias que os acariciavam de forma lasciva.
- Que peitos mais gostosos você tem, não sei se vou conseguir Deixar algo pro meu sobrinho—disse ele, soltando a boca da irmã pra admirar os dois peitões que segurava nas mãos.
—Que burra você é! Cê gosta mesmo disso? Não acha que tão feios assim?
Os peitos da Rosa eram o que se esperava de uma mulher no estado dela. Nos últimos meses, tinham crescido uns dois números, as aréolas e os bicos também aumentaram, ficando mais escuros, e as veias agora apareciam claras por baixo da pele, levando os nutrientes pra onde precisavam. Resumindo, aqueles peitos eram tudo de suculento que deviam ser naquelas circunstâncias.
—Eu diria que tão deliciosos.
A Marga continuava amassando os peitos, e os dedos dela brincavam com os bicos durinhos enquanto os admirava com vontade.
—Sério? Ou será que cê ainda é um bebê? Hum, por favor, cuidado, tão muito sensíveis.
A Marga beliscou de leve um dos bicos enquanto apertava o peitão volumoso entre as mãos; uma gotinha de leite se formou na ponta do bico, mostrando que tava pronta pro serviço bem na hora em que a Rosa soltou um gemidinho entre os lábios.
Aquilo foi demais pra Marga, que se jogou pra devorar aqueles peitos, lambendo e chupando com frenesi.
—Mmm, cê tá me machucando, bruta. Devagar, mais devagar, ummm.
A Rosa sentia dor, sim, mas também uma excitação e um prazer enormes ao mesmo tempo, e mais forte. Logo sentiu que as carícias da irmã deixavam tanto os peitos molhados na hora quanto a buceta dela, indiretamente.
—Que delícia, umm, não sei por que meu cunhado não dá bola pra essa maravilha.
—Ufff, tô ficando com muito calor, Marga, os bebês não mamam assim.
A Rosa acariciava a cabeça da irmã, incentivando ela a continuar mamando nos peitos, enquanto a Marga, cada vez mais excitada e ousada, tinha levado uma mão por baixo da camisola da irmã pra começar a acariciar a buceta peluda dela.
—O que cê tá fazendo? — O que você está fazendo comigo? — perguntou Rosa ao sentir aqueles dedos percorrendo seus lábios maiores e se enfiando entre eles.
Marga largou as tetas que tanto gostava e beijou Rosa de novo com paixão enquanto sentia a mão molhada com que explorava a buceta da irmã, mas aquela não era a única xota molhada e quente da sala. Ela mesma estava toda encharcada e notava como a calcinha fio-dental ficava úmida e grudava na sua ppk depilada.
Morria de vontade de ter mais, de sentir mais, então tirou a mão da buceta de Rosa e, segurando-a pelo braço, puxou-a enquanto soltava a boca, lambendo os lábios dela.
— Vem. Vamos pra cama, não aguento mais.
Rosa se deixou arrastar sem reclamar até o quarto, onde Marga a colocou perto da cama antes de pegar a camisola dela e puxar até tirar pela cabeça, com Rosa colaborando o tempo todo. Deu um passo para trás e contemplou satisfeita a irmã antes de começar a se despir, praticamente arrancando a camiseta.
Os peitos dela, quase de adolescente, ficaram à mostra, porque nem sutiã servia nela e, pra falar a verdade, nem precisava. Em seguida, sempre olhando nos olhos da amada irmã mais velha, levou as mãos à cintura e, num movimento só, abaixou a legging e a calcinha fio-dental e, depois de tirar os tênis, se livrou delas.
— Como você é linda — disse Rosa.
A irmã mais velha aproximou a mão trêmula do peito firme de Marga, roçando o mamilo duro com os dedos, enquanto esta levou a mão à bochecha de Rosa para acariciá-la com carinho.
— Porque me pareço com você — respondeu Marga, sorrindo, e pegando a outra mão da irmã, guiou-a até pousar na sua ppk depilada.
— Isso não é verdade, quase nem parecemos irmãs.
Rosa sentia a umidade da racha da irmã na ponta dos dedos e percebia a própria buceta lubrificando, molhando a sua mata peluda. O coração batia forte. e sentia o sangue correndo nas veias, pulsando nas têmporas e fazendo ferver sua boceta quente. Não conseguia entender como tinha chegado até ali, mas já tinha decidido que queria e precisava daquilo tanto quanto respirar.
Marga deslizou a mão que estava no rosto da irmã e, descendo pelo pescoço, levou-a até uma das grandes tetas de Rosa. Abandonou a mão que já se mantinha sozinha explorando sua entreperna e pegou um dos seios para aproximá-lo do de Rosa, começando a esfregar os dois bicos um no outro.
Olhando diretamente nos olhos de Rosa, deixou cair um fiozinho de saliva sobre os bicos eretos de ambas, e eles agradeceram, deslizando um contra o outro com mais facilidade.
— Que tesão você tá me dando, Marga, preciso gozar, preciso fazer isso — Rosa já tinha perdido toda a vergonha.
— Sério? Quanto tempo faz que não te chupam a buceta direito, Tata?
— Tempo demais! Porra, nem sei se já fizeram isso direito alguma vez.
— Hahaha, isso eu resolvo agora mesmo.
Marga pegou a irmã pelos braços e, empurrando-a suavemente, convidou-a a se deitar na cama. Rosa fez isso sem reclamar, mas teve que largar com certo desgosto a deliciosa bucetinha que molhava os dedos da mão.
Logo a irmã mais nova avançou de quatro pela cama, entre as pernas de Rosa que se abriam para recebê-la, e começou a percorrer a parte interna das coxas, enchendo-as de beijos. Ao chegar na altura da virilha, o cheiro da buceta da irmã inundou suas narinas, e ela não resistiu à vontade de esfregar o nariz no tapete molhado da irmã, sentindo o cócegas dos pelos pubianos no rosto.
— Chupa minha xota, Marga, chupa minha xota que eu tô pegando fogo.
Rosa quase implorava, e sua irmãzinha estava morrendo de vontade de satisfazê-la. Marga usou as mãos para abrir aquela buceta que se mostrava rosada, quente e inundada por um melado grosso. fluido que logo se dedicou a recolher com a língua. Começou a lamber aquela racha deslizando a língua de baixo pra cima, chupou os lábios e sugou o clitóris inchado, levando sua Tata direto pro céu.
- Que gostoso! Umm, que gostoso! Continua, amor, não para, come a buceta da sua irmãzinha.
A irmã mais velha se contorcia e gemia de prazer enquanto a mais nova devorava a xota dela com uma verdadeira desesperação, saboreando e tentando levar à boca todo o néctar que destilava aquela outra rosa entre suas pétalas.
Marga, que era toda uma expert na nobre arte de comer bucetas, se dedicou a lamber e sugar o clitóris da irmã enquanto penetrava a xota peluda com os dedos. Usando seu perfeito conhecimento da anatomia feminina e sabendo o que dava mais prazer pra ela mesma, procurou lá dentro das paredes daquela caverna o ponto certo pra estimular e levar a irmã ao melhor orgasmo que pudesse imaginar.
- O que você tá fazendo comigo, gata? O que você tá fazendo que tá me matando de gosto? Uffff.
Marga não conseguia responder, tava ocupada demais dando prazer pra irmã, prazer que também era dela, porque ela curtia gulosamente o sabor daquela buceta enquanto mexia os dedos na poça lá dentro. O próprio fluido escorria pelas coxas que ela esfregava uma na outra, tentando se aliviar.
Rosa tava quase lá. Não dava mais pra aguentar aquilo sem gozar, mas no meio de tanto prazer, uma sensação meio desconfortável começou a preocupar ela: Rosa tava gozando, sim, mas também sentia que ia mijar e não achava que ia aguentar mais.
- Para, Marga, para, por favor - Mas Marga nem ouvia. - Para, Marga, que eu vou mijar, para que tá escapando.
Marga, longe de se afastar ao ouvir aquilo, colocou ainda mais ênfase em lamber e punhetar a irmã, atrás de um prêmio que não tava disposta a deixar escapar.
- Para, que eu vou mijar, que eu vou gozar, que eu vou mijar. umm, tô gozando, continua, continua que tô gozandooo aghhh.
Uma contração vigorosa percorreu a buceta da grávida e, com isso, um jorro enorme de líquido saiu disparado sob pressão da sua xereca. As contrações continuaram num orgasmo intensíssimo, a buceta dela apertava os dedos da Marga e espirrava na cara dela uma deliciosa mistura de fluxo e urina ao mesmo tempo. Marga colou a boca o máximo que pôde na xota da irmã pra saborear aquela fonte que jorrava da entreperna dela no meio de tremores extremos, e não se desgrudou até que, aos poucos, a Rosa foi relaxando e retomando o controle do corpo.
— Ai, minha nossa, como eu sujei tudo. Marga, acho que me mijei, me mijei de prazer, desculpa.
— Desculpa o quê? O que você tá sentindo? Eu amei.
Marga se desgrudou da buceta da irmã, e ela pôde ver o rosto dela amanhecer com um sorriso brilhante atrás da montanha da barriga. A cara dela estava encharcada e salpicada de umidade, que ela mesma recolhia com a mão pra levar à boca.
— Sério?
— Porra, você deixou minha buceta toda melada, olha.
Marga se levantou na cama e, andando por cima dela, chegou até onde a cabeça da irmã descansava. Ali, se segurou na cabeceira e, agachando, posicionou a buceta a poucos centímetros do rosto da Rosa.
— Tá muito excitada, querida?
Rosa levou a mão até a buceta aberta e depilada da Marga, sentindo a umidade e acariciando o clitóris inchado que a dominava.
— Porra, Rosa, tó subindo pelas paredes.
Ela se deixou cair alguns centímetros, enfiando a periquita diretamente na boca da Rosa, e Rosa não resistiu: beijou e percorreu com a língua enquanto a irmã mais nova fechava os olhos e abria a boca, soltando um gemido de alívio.
Rosa lambia, grata, aquela xotinha delicada, enquanto a mão dela procurava o amigo pepino, que já tinha deixado largado na cama fazia um bom tempo. Quando encontrou, beijou a buceta. da irmã dela e, afastando-a o suficiente com uma mão, cravou o pepino com a outra bem no meio da racha dela.
- Agora você vai ver, garota.
- O que você tá fazendo comigo, Rosa?
- Fazer você gozar também.
Rosa deslizou o pepino várias vezes entre os lábios da buceta de Marga, que se abriam no caminho, molhando e preparando ele pra penetração que vinha. Achou o ângulo certo e, devagar, enfiou aquele vegetal grosso, abrindo tanto a buceta dela quanto a boca, por onde escapou um gemido.
- Ummm, isso, fode a irmãzinha.
Marga levou a mão direita pro clitóris e começou a se estimular enquanto a irmã acelerava o ritmo do vai e vem clorofílico. Precisava gozar, e precisava gozar logo. Acariciou o botãozinho inchado do prazer com a ponta do dedo do meio e não conseguiu nem quis segurar o orgasmo por mais tempo. Uma torrente de prazer percorreu o corpo dela, escorrendo literalmente no rosto de Rosa que, ao perceber que a irmã tava gozando, tirou o pepino e ficou olhando extasiada as contrações daquela buceta jovem.
- Porraaaaa que gostoso, ummm-
Marga, ainda tremendo, enfiou a buceta na boca de Rosa, que percorreu a racha saboreando o néctar açucarado do orgasmo recente.
Assim que a irmã mais nova conseguiu relaxar o corpo, pegou a mão de Rosa e, arrancando o pepino dela, foi pros pés da cama.
- O que você vai fazer?
- Fode... fode! - Respondeu quase desesperada.
Ela se deitou na cama de lado, entre as pernas de Rosa e na direção oposta. Enfiou uma das pernas debaixo da da irmã, formando com a outra uma tesoura perfeita. Então levou o pepino até a virilha e começou a enfiar na buceta lubrificada. Depois de dentro, se contorceu na cama até colocar a outra ponta do verdinho dildo na entrada da buceta peluda de Rosa, que arregalou os olhos de uma vez quando entendeu o que ela tava planejando.
Marga se abraçou na perna da irmã como se fosse uma como se fosse uma puta no cio e, empurrando com o próprio corpo, cravou o pepino na buceta de Rosa até ele sumir, devorado pelos dois sexos. A buceta peluda de Rosa e a xereca depilada de Marga se esfregaram uma na outra, misturando seus sucos.
Margarita e Rosa, Rosa e Margarita. O buquê perfeito ficou assim unido por um único talo.
Marga começou a se apertar com força contra a buceta de Rosa e a rebolando os quadris, fazendo o pepino deslizar dentro das duas, arrancando gemidos de prazer.
– Umm, sim, gata, não para, me fode assim, que gostoso, eu preciso disso.
Rosa se acariciava os peitos e beliscava os bicos salientes enquanto tentava respirar de boca aberta e, de olhos fechados, se concentrava na fodida que a irmã estava dando nela. Marga se contorcia entre as coxas da irmã grávida e se agarrava com força nela, beijando, quase mordendo, sua panturrilha.
Por vários minutos, as duas irmãs se contorceram em contato total. O ar do quarto se encheu de gemidos e cheiro de sexo enquanto ambas buscavam com gosto um orgasmo compartilhado para acalmar o tesão.
– Continua, minha menina, continua, você tá me matando de prazer, continua que eu tô quase gozando. – Rosa conseguiu dizer entre gemidos.
– Vai, Tata, goza comigo, goza com sua irmãzinha pra você saber o que é gozar gostoso.
Marga se esfregava cada vez com mais força contra a buceta de Rosa até que ela anunciou entre suspiros que estava chegando ao orgasmo.
– Aiii, tô gozando, tô gozando, menina.
Com um último empurrão, Marga apertou a xereca contra a da irmã e assim, buceta contra buceta, as duas gozaram, fechando os olhos e abrindo as bocas, deixando escapar gemidos de prazer. As contrações das duas abraçavam aquele consolo duplo improvisado e ecológico, e uma mistura de fluidos escorreu entre suas coxas, apagando o fogo que as queimava.
Aos poucos, Aos poucos, os corpos delas foram relaxando e as respirações ofegantes voltaram ao ritmo normal, enquanto as duas ainda estavam unidas por um único pau.
Rosa ronronava como uma gatinha satisfeita sendo acariciada pelo dono.
Marga abraçou carinhosamente a perna da irmã com um sorriso relaxado nos lábios e os olhos fechados. Pronta pra descansar por um bom tempo e num estado de relax total, soltou então as palavras que desencadeariam na cabeça da irmã um novo terremoto.
– Humm. Que delícia! Só espera até eu contar pra Mamãe.
Rosa arregalou os olhos e as últimas palavras da irmã ficaram zunindo nos seus ouvidos. Enquanto isso, ela só suspirava, parecendo mergulhar num doce estado de sonolência.
FIM
3 comentários - Gravidez gostosa de Rosa e sua irmã Marga
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