As Tetas da Minha Irmã, Minha Obsessão

Em cada relato tem uma parte narrativa que conta a história dos protagonistas e uma segunda parte que é uma entrevista; um diálogo entre a PATRI, uma das protagonistas, e alguém que pode ser qualquer um que o leitor imaginar. Pode ser um psicólogo; pode ser a consciência dela; pode ser um amigo mais velho que ela conheceu em algum lugar; como eu disse, por enquanto, fica na imaginação do leitor.

Capítulo 2Na nossa memória tem outro episódio muito forte e intenso do nosso relacionamento: nossa passagem da infância pra adolescência pra mim, e da puberdade pra juventude pra ela, tava sempre cheia de jogos eróticos, fingindo briga, se pegando, lutando, se empurrando, abraços de surpresa, sustos, qualquer coisa era desculpa pra esconder o apalpamento, o amasso e os diálogos eróticos. Qualquer motivo servia pra disfarçar e confundir erotismo com brincadeira. Nós dois sabíamos o que era, mas pra nossa moral e educação, o importante era disfarçar!

Tamo nos amassando… nãooo… tamo brincando! Eu tocava nela, não! Eu acariciava ela, e se perguntasse pra ela, não, não tava tocando… foi um empurrão besta! Ela não se abaixava pra me mostrar os peitos e me deixar louco… tava pegando um livro… isso deixava nossa moral tranquila… exceto algumas vezes… como nesse episódio que vou contar; algumas vezes o sexo aparecia no caminho; é que a gente tava aprendendo.

Foi uma sesta de verão… tava chovendo e nossos pais tinham viajado pra uma cidade perto; PATRI tava na sala vendo TV e eu sentado no computador jogando “Era of Empyre”.

- O que cê tá fazendo, choli?
Me chamam de Cholo; e PATRI, carinhosamente ou dependendo do humor, “Choli”; apelido que ficou desde que eu era bebê, e agora adolescente, tava marcado a fogo em mim, mas servia pra decifrar o humor dos meus familiares, “Choli”, significava que tava tudo de boa; que a coisa vinha pra bem; “cholo”, normal, nem aí nem lá, tudo natural e “Carlos”; aí a coisa tava feia! Quando PATRI; mãe ou pai me chamavam de Carlos era porque a mão ia pesar.
- Tô jogando no PC… por quê?
- Nada… não tem nada na TV… tô entediada…
- E o que cê quer que eu faça?
- Coça minhas costas?
- Nem fodendo…
- Que cara chato! Vou tomar banho – ela falou; e levantou de um pulo. – Ela veio trotando por trás de mim, parou atrás de mim e…. – Olha o que eu faço com você por ser chato – ela disse, e desligou o PC, tenho a Bateria quebrada, por isso ela apaga!
- Que porra você tá fazendo, burra?! Melhor tu correr!
E sai correndo pelo corredor até o quarto dela, tenta trancar a porta, mas eu coloco o pé, empurro ela e ela cai de bruços na cama. Sento nas pernas dela e pressiono, mas rapidamente me viro, sentando nas costas dela, e começo a dar tapas na bunda dela como se tivesse tocando bateria. Ela tava de jeans apertado que marcava bem a buceta, esses tapas sempre foram a desculpa pra pegar na bunda dela, ou dava uma palmada de passagem ou, como dessa vez, dava vários tapas.
Ela tentava se soltar e eu, pra não ser tão na cara, levanto e começo a fazer cócegas na barriga dela.
- Chega… chega – ela dizia – já deu – me deixa, idiota – e nós dois vermelhos demos o jogo por encerrado – deixa que vou tomar banho – ela falou.

Levantei e voltei pro computador andando, enquanto pensava e meu pensamento começava a me agitar, pensava que ela ia tomar banho. Pensava naquele dia que espiei ela pelo buraco da fechadura; pensava que estávamos sozinhos; minhas mãos suavam; meu coração começava a disparar de um jeito que atrapalhava meus movimentos, puxei a cadeira e liguei o PC. Coloquei música pra distrair e sentei esperando, esperando os sons que indicavam que ela já tinha pegado a roupa; que entrava no banheiro, que abria o chuveiro e que já devia estar se despindo, tava terrivelmente nervoso e parei… agitado, cauteloso e comecei a andar até a porta do banheiro… cheguei… pensei numa desculpa caso ela saísse de repente e, sem fazer barulho, me abaixei… devagar… e… não dava pra ver nada… a porta do armário que fica à direita da porta do banheiro tinha ficado aberta e tampava o buraco da fechadura. Não! Não podia ter mais azar, devia ter desconfiado, como não percebi? É normal quando a gente toma banho, pegar toalhas, xampu, cremes do armário e deixar a porta aberta, eu também faço isso. Foi assim que levantei e andei decepcionado de volta. comedor pra retomar minha partida de "Era of the Empyre".

Deviam ter passado uns 15 minutos, mais ou menos... cansado da partida no PC, pensava no que fazer, sair... chovendo... não dava... Troquei de jogo, mas já ia desligar o PC quando ouço movimentos; PATRI sai do banheiro.

PATRI é morena, já falei, tem cabelo curto, acho que chama "corte chanel" o jeito que ela usa, tava com o cabelo molhado, claro, acabava de sair do banho... Meu Deus, não! Ela tinha vestido uma regata branca do Papa, bem esticada, uma que ela sempre usava pra dormir, já conhecia ela, com aquela regata branca era super fácil ver os peitos dela, vai ser só até ela trocar de roupa, pensei; não acho que vou ter essa sorte, além disso, mesmo que nossos pais só chegassem daqui a umas três horas, ela não ia querer ser vista assim, meio de peitos de fora.

Ela se aproxima... Tava usando um short de futebol que fica enorme nela e cai super bem, ela usa pra não ficar de fio dental, óbvio, na minha frente, óbvio, e também pra dormir destapada e com a porta aberta e a regata do nosso velho.

Ela me olha – Olha! – Ela fala.
Ela chega perto de mim, eu sentado, ela de pé – Olha! – Ela repete – Olha o que você me fez, otário!, deixou seus dedos marcados nas minhas costelas – e levanta a regata até onde começam os peitos dela, tava com a cintura vermelha.

– Nada – falo – não pode ser, mal te belisquei – deixa eu ver – falo... essa rapidez pra arrumar motivo pra ver ela ou pra ela se aproximar eu já tinha ganhado na prática.
– Deixa eu ver. Falo.
Ela se aproxima e com voz de circunstância me fala... – Olha como você me deixou.
– Bom, me desculpa, pra que você se mete? Você desligou meu PC!

Ela andava na minha frente e eu já tinha fechado o notebook, minha reação foi começar a andar de um lado pro outro, começava o jogo de... olhar os peitos... mas ela sentou no sofá toda largada, fechando toda possibilidade de ver algum peito; sentei na frente dela.
– Tá doendo?
– Sim... bobo.

Ela levantou pra pegar água, se eu ficasse atrás dela ia ficar muito na cara. Claro, então, certo de que o próximo passo dela seria trocar de roupa, pensei: vou me arriscar… e falo:
— Ei, PATRI… com essa regata, dá pra ver seus peitos!
— Ai, minha mãe! Essa jogada me deixou a mil, eu falando pra minha irmã que dava pra ver os peitos dela, só de dizer “seus peitos” já me enlouquecia!
— O quê?! — Ela fala, e vira a cabeça rapidamente me encarando.
O olhar dela me intimidou, mas eu não podia fraquejar — Que seus peitos vão aparecer! — repeti.
Ela vem andando na minha direção — Peitos? Não seja idiota! Além disso, você é meu irmão, não vai ficar olhando meus peitos, vai? Ou vai?!
Que atuação foda! Nós dois sabíamos que eu enlouquecia com o tesão de espiar os decotes dela, e ela ficava excitada por eu fazer isso.
— Nada… vai me provocar agora — falo — se você é minha irmã… além disso, você não esquenta nem um preso — falo desafiando.

Mas ela, pelo visto, não queria deixar essa provocação passar; batia no orgulho dela eu dizer que não olho os peitos dela e que ela não esquenta nem um presidiário, essa foi minha jogada e ela embarcou… apoia as duas mãos na mesa e, me encarando, com o cabelo molhado e cara de leoa, me fala o que eu nunca pensei, ou pelo menos até aquele momento, o que ia me dizer:
— Você fica excitado com os peitos da sua irmã? Olha como eles estão! — ela fala e, se endireitando e estufando o peito, pega a regata com as duas mãos e puxa bem pra baixo — minha cara devia ser um espetáculo vendo o que ela fazia. A regata esticada marca bem os peitos dela e os bicos durinhos, e deixa ver pelos lados o branco dos seios!

— Ai, idiota, meus bicos estão marcando demais! — ela fala e solta a camiseta… hahahaha
— Os peitos excitam os homens, né? — ela fala como se estivesse esfriando a situação, mas ela tá no controle… puxa e solta
— Depende dos peitos — falo, querendo me mostrar superior — os seus não. Você é minha irmã — haha; deve ser a maior mentira já contada!
Pra me acomodar nesse debate, levanto e vou pra sala, pego o controle do som, coloco música e me jogo no sofá. no sofá, olhando pra onde ela tá.

Com cara de preocupada e fazendo biquinho, ela me diz: — São feias?
— Não, porra! Você é minha irmã!
E dando um pulo, ela se aproxima até ficar a um metro e meio de mim (cada vez que pulava, as tetas balançavam de tão duras que estavam). Ela para firme com as pernas abertas e me diz:
— Claro! É uma questão de atitude. — Nunca tinha visto minha irmã tão afim de brincar comigo, queria me fazer derreter de nervoso e de tesão, e eu tinha que aguentar aquilo do jeito mais digno possível!

— É uma questão de atitude! Minhas tetas não te agradam porque sou sua irmã, maaaas... — ela diz e, assim parada com as pernas abertas e firmes, as duas mãos na cintura, começa a se inclinar sem dobrar os joelhos, como se procurasse alguma coisa. Ela se inclina devagar... se abaixa bem devagarinho e me mostra as tetas pelo decote! Mas não consigo ver porque ela se endireita rápido e levanta as costas... e grita: — Oooolha! Viu? Você viu?

— Não! Não vi... vamos tentar de novo — digo animado. — Agora vou ver elas... — falo com firmeza, como se o objetivo não fosse ver as tetas, mas ser mais rápido com os olhos do que ela se levantando.
Ela se ajeita de novo, pernas firmes e retas, posiciona os pés como se estivesse numa barreira de futebol e, olhando nos meus olhos, parte pra outra rodada do jogo:
— Um, dois, três e... jáááá! — Ela se abaixa e se levanta!
— Ah, porra, assim não vou ver nada se você levanta na hora, hahaha
— É mole... Neném, viu... você gostou! Gostou! Gostou! — ela cantava. Depois fica séria e me pergunta: — Quer ver? Tá com tesão?
Mal consigo manter a respiração no ritmo.
— Quem, eu?
— Sim... quem mais? O amiguinho acordou?
— Que isso?
Eu tava de jeans e tava duro. Tinha a pica apertada e torta pro lado.
— O pintinho subiu? — E nisso ela se abaixa de novo. — Oooolha! — ela diz e fica agachada... deu pra ver tudo! Que tetas mais lindas! —Epaaa! O que foi? Vi seus peitos! kkkk parece que você também fica duro kkkkkk
—Cholo idiota, o que você tá falando? —e se joga em cima de mim, me dando tapas na cabeça e nas costas.
—Sai, retardada, você enfiou o joelho na minha pica!
—Se fode... E pra piorar, ela tá dura kkkkkk kkkkkk

Eu, puto, levanto e reajo. —É, olha como ela tá. —e por cima da calça, pego a pica com as duas mãos e marco bem pra ela ver.
—Nossa, é verdade, tá bem dura. Fui eu que causei isso?
—Sim, idiota, se você ameaça mostrar as tetas, me excita, e olha seus mamilos como tão durinhos.
—Idiota, não olha pra minhas tetas —fala e me empurra, e eu caio de novo no sofá.
—Então te excita eu mostrar? Não se iluda... você não vai ver.
—Que me importa, já vi. —falo.

E ela se vira... fica de costas... muda o jogo —chan chan chanchan... vou tirar a regata —e a Patri começa a levantar a camiseta devagar.
—Duvido! —falo. Sempre funcionou provocar o orgulho dela. —Duvido que você tem coragem, é cagona, garota! kkkk você só vai até aí...

E de costas pra mim, ela continua levantando a camiseta devagar —que não?... se tô de costas, você não vê. Fala e mostra as costas finas; a cintura onde marca a costura do short; e mais pra cima; as omoplatas que aparecem e as sardas nas costas.
—Falei que você não tem coragem! Empurro com palavras os movimentos que desejo que cheguem ao inesperado; e ela de costas. E continua... devagar e os peitos já começam a aparecer; e de cada lado das costas, com os braços levantados, dá pra ver o perfil das tetas, aquele lado branco que o sol não pega; as laterais dos dois globos de cada lado, aquele centímetro de tetas que se mostra e eu percebo que elas estão descobertas; nuas... que puta que ela é, filha da puta!
—PATRI: você tá com as tetas de fora!
—Sim kkkk... viu, tive coragem... kkkk e você não vê...
—Vira? Duvido que você tem coragem... - Aposto que sim!
- Aposto que não!
- Lá vou eu... e dou uma virada violenta... mas ao mesmo tempo baixo a regata e não consigo ver nada...
- Sua puta... não dá pra ver!

E ela vira de novo e começa a levantar a regata branca devagarinho... e eu não aguento mais... tô com a pica dura pra caralho... então...
- De novo pra fora e... o ventinho bate nos meus mamilos jijiji.
Ah, não, isso é demais... me levanto e num pulo quero dar a volta pra ficar de frente, mas ela sente o movimento, se cobre e vira...
- Que que cê tá fazendo, idiota! - ela fala e me empurra. Dou um passo pra trás e ela, toda suada e ofegante, me olha e diz... - "Tá com tesão, irmãozinho?.. Quer ver as tetas da sua irmã?" - e vai se aproximando, e quando tá na minha frente... me agarra a pica e aperta!... Me pegou de surpresa... Não reagi, e ela deixa a mão segurando firme no meu pau e aperta...
- Nossa, que dura! Como cê tá, mano... tá durasso! - e solta... hahahaha como cê tem um pintinho, Choli!
- Sua idiota, apertou forte pra caralho!
- Isso é por querer ver sua irmãzinha, tarado, cê tá com o pintinho duro! - ela fala e me empurra, vai me dando empurrõezinhos até eu cair de novo no sofá... ela continua de pé com a brincadeira e eu feito um boneco. Deixo rolar... verdade que nem sei como a gente chegou nesse ponto; porque ela quis. Ela foi levando as coisas até aqui e eu adorei o que tava rolando.
- Vai, pintinho duro jijiji - ela fala - Pra você que não gosta das minhas tetas, lá vão, vou te mostrar - fala com uma convicção foda e para na minha frente. Pernas abertas, parada com atitude. Shortinho de jogador Adidas preto que fica grande nela... e regata branca de homem super esticada e sem sutiã.
- Lá vamos nós com as tetas de fora pro meu irmãozinho Choli ver ao vivo... Se prepara... olha que quero aplausos. Espera, espera, se vamos fazer, vamos fazer direito...
O que foi? Falo
- Falando em se preparar... abre o zíper que vai explodir a calça jeans. Minha irmã está me pedindo pra abaixar a calça. Estico minhas pernas por baixo do zíper e seguro nos passadores de cinto pra puxar a calça pra baixo.
—Pra que você vai fazer isso, seu idiota, o zíper!, a calça não! —ela fala —que vergonha...
—ok ok.
Eu tava de cueca branca, de um tecido bem fino; a piroca tava virada pro lado, mas não dava pra ver porque ela não deixou eu baixar a jeans.
—Aí vamos nós —ela fala, passando a mão em círculos na barriga chapada com as duas mãos e começa a subir, enquanto dá uns movimentos suaves de quadril.
—Então meu irmãozinho vai ver meus peitos. —ela fala baixinho e pra mim aquilo dura uma eternidade, e com uma mão ela brinca com o umbigo e com a outra toca a última costela antes de chegar nos peitos por baixo da regata e avança, e com a mão que tava no umbigo sobe até o peito esquerdo e aperta forte e morde o lábio inferior. Meu Deus, ela tá me matando! Enfio a mão direita no bolso pra ajeitar o pau, o tecido da jeans aperta a piroca, machuca.
—Tá doendo? —ela fala sem soltar o peito esquerdo e belisca o mamilo, estica e solta e tira a mão! É o gesto mais ousado, sexy, sensual e safado que eu já vi na minha irmãzinha, por dentro eu morria de vontade de pular nela, mas também curtia saber que o que mais me excitava era aquela incerteza de saber até onde ela ia, e além disso esperar que finalmente, na putaria, ela mostrasse os peitos; mal dava pra pensar de tanto tesão, mas nesse "mal" eu pensava que ela devia tar tão com tesão quanto eu e que podia perder a cabeça... eu já tinha perdido... as duas.

Ela aponta pra braguilha e fala... séria... com a boca seca: —ok, abaixa a calça... só a calça, e não porque eu gosto, mas porque você tá todo duro e vai acabar estourando a porra da pica —ela falou PORRA DA PICA e encheu a boca com as letras; foi uma cena pornográfica na boca dela soltar cada letra dessa palavra.
Meu movimento foi imediato... fiquei sentado de cueca olhando com os olhos como Prato, e agora dava pra ver minha rola bem dura pra cima (naquela idade, meu pau não era grande coisa, um pinto de adolescente, mas a dureza sim, era descomunal, cheio de veias, vermelho, uma cabeça de míssil proporcional ao tamanho normal, forte e viril, um pênis adolescente não maior que um marca-texto, mas sim, muito mais difícil de dobrar). Ela agora estava igual a mim. Não conseguia tirar os olhos da minha rola.

— Olha só o pequenino como tá! Tu tá com a rola toda dura! Tá marcando tudo! Ficar assim é igual estar pelado, não te dá vergonha não! Tu é muito sem vergonha! Aqui a gente para. Acabou o jogo.

— Hei, por que você tá dizendo isso? Agora você tem que me mostrar os peitos!

— Qual é, cara! Tu é louco? Acha mesmo que vou te mostrar os peitos se você é meu irmão? Tarado!

— Que idiota que você é, garota!

— Vai... punheteiro!

— E você?! Imbecil!... ficou toda excitada, seus mamilos ficaram duros!

— Ah sim, olha como eu tô excitada... — ela diz, e agarra os dois peitos com as mãos por cima da camiseta, dá meia-volta e sai correndo pro quarto... Eu tava louco... e tão puto que não conseguia nem bater uma, mesmo com os testículos doendo pra caralho. Tive que esperar a noite, quando fosse tomar banho, pra fazer uma das melhores punhetas da minha vida, lembrando cada minuto daquela tarde chuvosa em que minha irmã se propôs a me enlouquecer, e conseguiu muito bem.- O que aconteceu ontem?
- Ufa, ontem foi foda! Tava estranha, ligada, tomei banho, brinquei um pouco com meus dedos, não, não me masturbei. Saí do banho e coloquei uma regata branca do papai que sempre uso, velha, que dá pra ver meus peitos jiji.
- E daí?
- Já te falei, tava ligada.
- Então seu irmão...
- É... coitado. Ele tava lá besta no computador e eu passei na frente dele, quando ele vê que tem chance de olhar meus peitos fica doido e começa a rodar em volta de mim kkkk.
- E você?
- Eu o quê?
- Você gosta?
- Um pouco.
- Só um pouco?
- Bom, me excita...
- E o que aconteceu ontem?
- Nada. Passei do ponto. Sei lá, ele começou a falar que podia ver meus peitos e isso me deixou com tesão, e comecei a provocar ele.
- É? Como?
- Fiz ele acreditar que ia mostrar.
- E?
- Ele viu pra caralho! Mas não foi isso que nos deixou com tesão, o que nos excitou foi o jogo. No começo eu dominava a situação, brincava com ele e tinha total controle... parecia um boneco atento aos meus movimentos... Mas o tesão foi tomando conta... tava excitada... muito molhada e comecei a perceber que ele tinha ficado duro e o pau dele tinha subido... toquei meus seios e instintivamente apertei meus mamilos. Eles estavam durinhos e eretos... uma corrente elétrica percorreu meu corpo e perdi o controle... Cholo se levantou pra me ver e eu agarrei o pau dele, segurei o pênis por cima da calça... apertei bem. Foi um segundo mas pareceu uma eternidade... esse gesto me fez sentir uma puta guerreira do sexo. O pau dele marcava muito bem, só um tecido da cueca escondia mas era como se eu tivesse vendo, dava pra ver até as veias e eu tava com tesão, comecei a falar coisas que nunca falo na frente dele tipo "pau"; "rola"; "tá dura" e até "porra".
Também ver meu irmão prestes a explodir, saber que se eu pedisse pra ele tirar o pau pra me mostrar ele faria... que se eu pedisse pra ele se masturbar na minha frente ele faria... saber que qualquer coisa sexual que ele pedia, faria cegamente, me enlouquecia... estava ao meu alcance fazer o que eu quisesse... vê-la, tocá-la, chupá-la e ela estava ali na linha. Essa decisão ia me fazer gozar sem me tocar... e parei! no momento exato... antes de fazer uma loucura... o jogo tinha me vencido e eu perdi o controle... parei. Bem na hora, parei.

- E depois?

Nada depois, nada... corri pro quarto, tranquei a porta e me apoiei de costas nela, e assim, suada, enfiei a mão na minha calcinha encharcada e só de roçar o clitóris e enfiar um dedo, dois... só duas ou três vezes gozei... gozei como poucas vezes tinha gozado... nervosa... assustada, mas enlouquecida por ter vivido esses episódios tão intensos.

3 comentários - As Tetas da Minha Irmã, Minha Obsessão

+10 por dios es excelente me encanta! que la proxima parte no se haga esperar tanto por favor!