—Ufff, minha barriga tá doendo pra caralho — você fala meio chorosa, fazendo a maior carinha de pidona pra implorar por compaixão enquanto me abraça e apoia a cabeça no meu peito.
— Você já não tem mais 12 anos, Loli, já devia estar acostumada e aguentar. Todo mês é a mesma coisa, se dependesse de você, ficaria de cama três ou quatro dias toda vez que a menstruação desce.
— Ah, claro, né, porque você não sente dor.
— Já faz quatro dias que você tá assim, tomou um ibuprofeno?
— Siiim, mas não passa, é um saco todo mês a mesma merda, tô doendo pra caralho.
— Bom, filha, e o que você quer que eu faça? Quando a gente cresce, tem que aguentar um monte de coisa.
— Porra, mas não é justo. Faz uma massagem em mim, vai, assim a dor alivia um pouco — você fala enquanto me empurra contra o sofá e me faz cair.
— Você já não tá grandinha demais praquelas histórias de "cura-sana, bum-de-rã, Lola"? — falo enquanto você senta em cima de mim, cruza os pés por cima do braço do sofá e recosta a cabeça no meu ombro. — Falta menos de um mês pra você começar na faculdade, mocinha.
— Ah, vai, não enrola, quando eu era pequena você fazia massagem na minha barriga quando doía, já não sou mais sua menininha? — você fala me olhando e fazendo biquinho com a cara.
— Você sempre vai ser minha menininha, mas não sei se eu ainda sou seu papai, pra falar a verdade. Às vezes você me trata como se eu fosse qualquer amigo.
— Não seja idiota, você sabe que sim — você fala enquanto beija minha bochecha. Ao mesmo tempo, começo a amassar sua barriga tentando aliviar um pouco.
— Não gosto dessas camisetas tão curtas que deixam seu umbigo de fora, mas reconheço que é bom pra fazer a massagem — enquanto passo a mão na sua barriga, fazendo uma leve pressão com os dedos e deixando seu umbigo no espaço entre os dedos e o polegar.
— Que idiota, chama top. Como você quer que vejam meu piercing no umbigo senão? Depois do trabalho que tive pra conseguir ele. — Esse maldito piercing e o do nariz nos custaram muitas discussões e chiliques até você conseguir, e mesmo assim... agora tenho que admitir que adoro, embora nunca vá admitir. -Você gosta?
-
- De jeito nenhum, já sabe minha opinião- Minto enquanto suas mãos desabotoam o botão da sua calça jeans e abaixam o zíper curto.
-
- Tá apertando, assim é melhor. Um pouco mais pra baixo, cê não sabe onde ficam os ovários?- e você se mexe, se ajeitando um pouco mais.
-
Tenho uma vista linda, o top deixa da minha posição à mostra seu sutiã e seus peitinhos pequenos não apertam a tecido com força suficiente, deixando eu ver sem esforço parte da auréola rosada dos seus lindos mamilos. O espaço liberado pela sua calça agora mostra sua calcinha transparente e atrás dela se adivinha uma fina camada de pelinhos bem aparados que faria as delícias de qualquer um. Diante dessa paisagem e sentindo o peso do seu corpo transportado pela sua bunda gostosa no meu volume, não consigo evitar que meu pau comece a despertar enquanto minha mão massageia sua barriga e meus dedos roçam o elástico da sua calcinha.
-
Meus olhos alternam entre seus peitos e sua bucetinha escondida, você fecha os olhos aproveitando meus cuidados. As pontas dos meus dedos se enfiam rapidinho por baixo da sua calcinha e acariciam seus pelinhos pubianos enquanto minha mão te massageia com movimentos circulares. Pelos meus lábios, solto um sopro leve pelo seu decote até seus peitinhos e seus mamilos se eriçam enquanto dos seus lábios escapa um gemidinho leve.
-
- Assim, papai, adoro que cuide de mim, que gostosinho que eu tô- Você diz enquanto meu pau já não consegue crescer mais debaixo da sua bunda, é certeza que você tem que sentir ele e meu coração bate a mil ao pensar no que deve estar passando pela sua cabeça- "será que ele gosta? Quer mais? O que ele espera de mim?... porra, agora mesmo queria envolver esses mamilos com minha boca, beijar e lamber eles"- e enquanto minha mente arde com esses pensamentos, sua bunda insiste em se aninhar na minha virilha, deixando o contato ainda mais apertado.
-
Meus lábios continuam soltando uma corrente de ar leve que vai subindo desde seus Deliciosas tetinhas e sobe pelo teu peito e pescoço até terminar na tua orelha, adoro ver como tua pele se arrepia com esse carinho, então meus lábios se aproximam mais de ti e agora é o sopro suave da minha boca que sentes na tua pele. Os lábios a meros milímetros da tua pele deslizam para cima e para baixo no teu pescoço, roçando-o de vez em quando, assim como tua orelhinha e teus lábios, pelos quais sinto uma sede louca.
Os dedos da minha mão já passaram do elástico da tua calcinha, repousam sobre teu púbis sem tocar tua buceta e exercem uma leve pressão como desculpa para justificar o suposto fim terapêutico do que fazemos. Enquanto separas levemente teus lábios, entre os quais aparece a pontinha da tua língua molhando-os e transformando-os na mais deliciosa das frutas… Minha menina, minha doce menina, penso e em seguida… um momento, o que você está fazendo? Se acalma, recupera a compostura, para agora enquanto pode.
Retiro minha mão, que bate suavemente na tua barriga, minha cabeça recua e ao mesmo tempo te digo:
-Vamos Lola, já chega. Vai tomar banho que eu vou ver se penso no que fazer pro jantar.
-Porra, agora que eu tava tão gostoso- você diz reclamando e abrindo os olhos arregalados-
-O que mais você quer, Loli? Que eu troque sua fralda como quando você era pequena?
-Você já não pode trocar minha fralda, se quiser pode trocar meu absorvente- você diz mostrando a língua debochada enquanto se levanta.
-Hahaha que boca você tem, Lola, muito falar mas nada de nada- E no mesmo instante em que digo isso me arrependo.
Você me olha com cara de desafio, se vira e desfila em direção ao banheiro.
-Uffa- respiro aliviado pensando na loucura que estou vivendo enquanto continuo pregado no sofá numa tentativa de recuperação.
Não passam nem dois minutos quando a porta do banheiro se abre e você sai com um sorriso malicioso de um lado e, mais preocupante, sem suas calças do outro. Você vem em minha direção descalça, só de calcinhas e seu top, e você para bem na minha frente pra me dizer, olhando pra minha cara de bobo naquela hora:
— Não me chama de bocas, você me desafiou e agora vai ter que trocar sua menina.
— Para com isso, Loli.
— Nem para, nem nada.
Você diz olhando na minha cara, sem que meus olhos consigam segurar seu olhar, já que suas mãos começam a baixar as calcinhas devagar até deixar a peça cair no chão. Na sequência, você vira de costas pra mim e se inclina pra frente, com sua bunda e sua buceta expostas sem vergonha nenhuma na minha frente.
Fico paralisado contemplando a redondeza da sua bunda, suas formas perfeitas e sua pele sedosa. A posição das suas pernas levemente afastadas faz com que as nádegas se separem um pouco e deixem entrever um delicado botãozinho como um tesouro... mais embaixo posso ver o que parece a flor mais linda e delicada que eu poderia imaginar.
Sua bucetinha carnuda não tem nenhum fio de cabelo além do que se vê na sua ppk arrumada, e seus lábios vaginais desenham o sorriso vertical mais bonito que alguém pode imaginar. Entre as pétalas delicadas da sua buceta, dá pra ver uns brilhos indicando umidade, e bem ali, pendurado e aparecendo entre seus lábios, está o cordão branco que serve de desculpa pra essa loucura.
— E aí? Vai meter a mão na massa ou o bocas é você? — Você diz virando a cabeça e olhando pra trás.
— O que você quer que eu faça, Loli?
— Puxar o cordão, precisa de instruções?
Minhas mãos avançam em sua direção, a esquerda pousa na sua nádega esquerda, pegando boa parte dela, e aperta de leve como se tivesse que resistir a alguma força que estivesse por vir. Isso faz sua bunda se abrir ainda mais, aumentando minha excitação. Os dedos trêmulos da minha mão direita pegam o cordão e começo a puxar devagar, sentindo uma certa resistência das paredes da sua buceta.
— Tô fazendo certo? Te incomoda? — Olho pra na frente, no vidro do móvel da sala, vejo refletida sua carinha com os olhos fechados e como você morde o lábio.
- Sim, não se preocupa, umm, continua. Não sou de vidro.
Continuo puxando e seus lábios vaginais começam a se entreabrir pra facilitar a saída, isso me deixa ver o quanto você tá molhada, o absorvente interno sai bem devagarinho porque eu diminuo o movimento o máximo que posso. Como é que algo assim me deixa tão alucinado?. Finalmente os lábios da sua bucetinha começam a se fechar de novo em volta do absorvente até que param de segurá-lo e ele cai, ficando pendurado pelo fio que minha mão segura, mal tem uma leve coloração avermelhada.
Você se levanta, vira e pega ele da minha mão – Já tá quase limpo, ainda bem que finalmente acaba. Você olha pra minha cara alucinada e depois baixa o olhar que fica preso no volume que marca na minha virilha.
- Tá doendo? – Você pergunta mordendo o lábio.
- Éhh... tá incomodando.
- Coitado, vem. Você joga o absorvente fora e estende as mãos pegando as minhas e me fazendo levantar.
Ficamos os dois de frente um pro outro a poucos centímetros. Suas mãos procuram minha cintura desabotoando o cinto e a calça que caem pesadas no chão, você puxa a cueca pra libertar meu pau do confinamento, ele salta como uma mola enquanto você deixa cair a última barreira.
- Coitado, sou muito ruim pra você e você é bom demais – E enquanto fala isso, me abraça forte apertando nossos corpos. Meu pau bate na sua barriga nua enquanto eu aspiro o cheiro do seu cabelo.
- Não, Loli. Sou horrível, desculpa.
- Não fala isso – Você me empurra e eu caio sentado de novo praticamente como um boneco, você sobe no sofá de joelhos enquanto me olha com carinho.
- O que você tá fazendo, Loli? – Meu pau ardente tá roçando sua rachinha, então você pega ele com a mão e esfrega pra cima e pra baixo entre os lábios da sua buceta, molhando a cabeça com seus fluidos.
- Já tirou um, agora vamos ter que colocar outro, né?
Minha cabeça mergulha definitivamente entre os lábios da sua buceta. Você aponta com a mão, fecha os olhos e, com a boca aberta e soltando um leve gemido, começa uma descida lenta. Meu pau percorre as paredes do seu sexo, abrindo caminho e sentindo todo o seu calor e umidade, até que sua buceta finalmente encosta na base do meu pau, parando o movimento por alguns segundos. Levo minha mão até sua boca, meu polegar brinca com seus lábios, você chupa e morde levemente.
Pego sua cabeça entre minhas mãos, sua boca se abre para receber a minha, que vai ao encontro dela. Nossos lábios se unem num beijo molhado e apaixonado, nos mordemos os lábios e nossas línguas lutam enquanto seus quadris iniciam um movimento de sobe e desce.
A luxúria se descontrola, dando vazão a todos os desejos reprimidos. Nossas bocas se devoram com avidez, com pressa e frenesi, como se o tempo fosse acabar. Minhas mãos descem para seus quadris, guiam seu movimento por uns instantes, depois sobem pela sua cintura e entram por baixo do sutiã em busca dos seus peitinhos pequenos. Eu os pego, aperto, meus dedos brincam com seus bicos duros e, enquanto continuamos nos devorando, você começa a se livrar da pouca roupa que ainda tem. Nossas bocas se separam por um instante para deixar passar o sutiã e a blusa pela sua cabeça, e depois se juntam de novo como se a vida dependesse disso. Você joga as roupas no chão e empurra meu corpo para trás.
Contemplo extasiado seu corpo totalmente nu enquanto sua bucetinha apertada desliza para cima e para baixo no meu pau lubrificado, e então parto para devorar seus lindos peitinhos. Eu os lambo, mordisco e chupo como se quisesse devorá-los, seus bicos endurecem ainda mais com os cuidados da minha boca faminta enquanto você aperta minha cabeça contra seu peito.
Minhas mãos voltam para seus quadris e acompanham suas subidas e descidas, que ficam mais profundas e intensas. Cada vez que nossos corpos se encontram, continuamos apertando como se um quisesse me fundir em você, segurando por alguns segundos antes de nos separarmos de novo.
Sinto seu fluxo escorrendo pelas minhas bolas, sua respiração ofegante, os gemidos de prazer que escapam dos seus lábios… ummmm. Você se enfia mais uma vez, parando pra agora fazer um movimento circular em volta do meu pau que está totalmente enterrado em você. Seus quadris descrevem uma órbita em volta do meu pau como se ele fosse o centro do seu universo.
Minhas mãos agarram os dois hemisférios da sua bunda, apertando e separando, aos poucos volto a imprimir no seu corpo um movimento de sobe e desce enquanto meus dedos brincam com a racha do seu cu até que um deles encontra seu esfíncter delicado e começa a massageá-lo. Seus movimentos ficam mais rápidos, seus gemidos mais intensos, meu dedo pressiona seu cu a cada vai e vem, minha boca devora seus peitos, nossos sexos se chocam com um barulho surdo a cada investida… finalmente a ponta do meu dedo entra no seu cu e da sua boca aberta sai um gemido intenso enquanto sua bunda aperta meu dedo, seu corpo cai contra meu pau uma última vez pra ficar empalada.
-Aggghhhh… Papai…
Sua respiração para, uma descarga elétrica atravessa seu sexo que começa a se contrair em volta do meu pau. Você me aperta muito forte enquanto toda sua barriga se contrai num espasmo incontrolável. As contrações da sua bucetinha e o fluxo que escorre fazem com que eu não consiga mais aguentar e começo a me derramar dentro de você…. Sinto uma corrente que atravessa meu pau cada vez que jorro gozo dentro de você.
-Ahhhh… Loli…. Lolita… filha… te amo…
-Te sinto, papai… você me enche… aghhh… te amooo…
Nossos espasmos diminuem até terminar relaxando nossos corpos um no outro, nossos sexos são um só num mar quente resultado da mistura dos nossos fluidos.
A paixão e o desenfreado dão lugar ao carinho e à calma, você me abraça enquanto beija minha testa suada. A respiração volta a um ritmo normal enquanto beijo sua bochecha e tiro meu dedo da sua buceta.
— Pronto, papai, coloquei o absorvente em você. Satisfeita? — sussurro no seu ouvido.
— Siiiiim, não quero mais usar outro absorvente que não seja esse — você diz, rindo.
Eu me levanto, segurando você pela bunda e erguendo seu corpo junto ao meu, suas pernas envolvem minha cintura e seus braços, meu pescoço.
Lentamente, afasto seu corpo do meu para te colocar no chão enquanto meu pau meio mole sai da sua bucetinha, arrastando uma mistura de sucos. De dentro de você, jorra meu leite escorrendo pelas suas coxas.
Olho nos seus olhos e, dando um tapa na sua bunda, falo:
— Vamos, Lola, não vou repetir de novo: vai pro chuveiro.
— Porra, não me chama assim. Você sempre mandando, cara, não cansa? — você reclama, rindo, enquanto se dirige ao banheiro.
FIM
— Você já não tem mais 12 anos, Loli, já devia estar acostumada e aguentar. Todo mês é a mesma coisa, se dependesse de você, ficaria de cama três ou quatro dias toda vez que a menstruação desce.
— Ah, claro, né, porque você não sente dor.
— Já faz quatro dias que você tá assim, tomou um ibuprofeno?
— Siiim, mas não passa, é um saco todo mês a mesma merda, tô doendo pra caralho.
— Bom, filha, e o que você quer que eu faça? Quando a gente cresce, tem que aguentar um monte de coisa.
— Porra, mas não é justo. Faz uma massagem em mim, vai, assim a dor alivia um pouco — você fala enquanto me empurra contra o sofá e me faz cair.
— Você já não tá grandinha demais praquelas histórias de "cura-sana, bum-de-rã, Lola"? — falo enquanto você senta em cima de mim, cruza os pés por cima do braço do sofá e recosta a cabeça no meu ombro. — Falta menos de um mês pra você começar na faculdade, mocinha.
— Ah, vai, não enrola, quando eu era pequena você fazia massagem na minha barriga quando doía, já não sou mais sua menininha? — você fala me olhando e fazendo biquinho com a cara.
— Você sempre vai ser minha menininha, mas não sei se eu ainda sou seu papai, pra falar a verdade. Às vezes você me trata como se eu fosse qualquer amigo.
— Não seja idiota, você sabe que sim — você fala enquanto beija minha bochecha. Ao mesmo tempo, começo a amassar sua barriga tentando aliviar um pouco.
— Não gosto dessas camisetas tão curtas que deixam seu umbigo de fora, mas reconheço que é bom pra fazer a massagem — enquanto passo a mão na sua barriga, fazendo uma leve pressão com os dedos e deixando seu umbigo no espaço entre os dedos e o polegar.
— Que idiota, chama top. Como você quer que vejam meu piercing no umbigo senão? Depois do trabalho que tive pra conseguir ele. — Esse maldito piercing e o do nariz nos custaram muitas discussões e chiliques até você conseguir, e mesmo assim... agora tenho que admitir que adoro, embora nunca vá admitir. -Você gosta?
-
- De jeito nenhum, já sabe minha opinião- Minto enquanto suas mãos desabotoam o botão da sua calça jeans e abaixam o zíper curto.
-
- Tá apertando, assim é melhor. Um pouco mais pra baixo, cê não sabe onde ficam os ovários?- e você se mexe, se ajeitando um pouco mais.
-
Tenho uma vista linda, o top deixa da minha posição à mostra seu sutiã e seus peitinhos pequenos não apertam a tecido com força suficiente, deixando eu ver sem esforço parte da auréola rosada dos seus lindos mamilos. O espaço liberado pela sua calça agora mostra sua calcinha transparente e atrás dela se adivinha uma fina camada de pelinhos bem aparados que faria as delícias de qualquer um. Diante dessa paisagem e sentindo o peso do seu corpo transportado pela sua bunda gostosa no meu volume, não consigo evitar que meu pau comece a despertar enquanto minha mão massageia sua barriga e meus dedos roçam o elástico da sua calcinha.
-
Meus olhos alternam entre seus peitos e sua bucetinha escondida, você fecha os olhos aproveitando meus cuidados. As pontas dos meus dedos se enfiam rapidinho por baixo da sua calcinha e acariciam seus pelinhos pubianos enquanto minha mão te massageia com movimentos circulares. Pelos meus lábios, solto um sopro leve pelo seu decote até seus peitinhos e seus mamilos se eriçam enquanto dos seus lábios escapa um gemidinho leve.
-
- Assim, papai, adoro que cuide de mim, que gostosinho que eu tô- Você diz enquanto meu pau já não consegue crescer mais debaixo da sua bunda, é certeza que você tem que sentir ele e meu coração bate a mil ao pensar no que deve estar passando pela sua cabeça- "será que ele gosta? Quer mais? O que ele espera de mim?... porra, agora mesmo queria envolver esses mamilos com minha boca, beijar e lamber eles"- e enquanto minha mente arde com esses pensamentos, sua bunda insiste em se aninhar na minha virilha, deixando o contato ainda mais apertado.
-
Meus lábios continuam soltando uma corrente de ar leve que vai subindo desde seus Deliciosas tetinhas e sobe pelo teu peito e pescoço até terminar na tua orelha, adoro ver como tua pele se arrepia com esse carinho, então meus lábios se aproximam mais de ti e agora é o sopro suave da minha boca que sentes na tua pele. Os lábios a meros milímetros da tua pele deslizam para cima e para baixo no teu pescoço, roçando-o de vez em quando, assim como tua orelhinha e teus lábios, pelos quais sinto uma sede louca.
Os dedos da minha mão já passaram do elástico da tua calcinha, repousam sobre teu púbis sem tocar tua buceta e exercem uma leve pressão como desculpa para justificar o suposto fim terapêutico do que fazemos. Enquanto separas levemente teus lábios, entre os quais aparece a pontinha da tua língua molhando-os e transformando-os na mais deliciosa das frutas… Minha menina, minha doce menina, penso e em seguida… um momento, o que você está fazendo? Se acalma, recupera a compostura, para agora enquanto pode.
Retiro minha mão, que bate suavemente na tua barriga, minha cabeça recua e ao mesmo tempo te digo:
-Vamos Lola, já chega. Vai tomar banho que eu vou ver se penso no que fazer pro jantar.
-Porra, agora que eu tava tão gostoso- você diz reclamando e abrindo os olhos arregalados-
-O que mais você quer, Loli? Que eu troque sua fralda como quando você era pequena?
-Você já não pode trocar minha fralda, se quiser pode trocar meu absorvente- você diz mostrando a língua debochada enquanto se levanta.
-Hahaha que boca você tem, Lola, muito falar mas nada de nada- E no mesmo instante em que digo isso me arrependo.
Você me olha com cara de desafio, se vira e desfila em direção ao banheiro.
-Uffa- respiro aliviado pensando na loucura que estou vivendo enquanto continuo pregado no sofá numa tentativa de recuperação.
Não passam nem dois minutos quando a porta do banheiro se abre e você sai com um sorriso malicioso de um lado e, mais preocupante, sem suas calças do outro. Você vem em minha direção descalça, só de calcinhas e seu top, e você para bem na minha frente pra me dizer, olhando pra minha cara de bobo naquela hora:
— Não me chama de bocas, você me desafiou e agora vai ter que trocar sua menina.
— Para com isso, Loli.
— Nem para, nem nada.
Você diz olhando na minha cara, sem que meus olhos consigam segurar seu olhar, já que suas mãos começam a baixar as calcinhas devagar até deixar a peça cair no chão. Na sequência, você vira de costas pra mim e se inclina pra frente, com sua bunda e sua buceta expostas sem vergonha nenhuma na minha frente.
Fico paralisado contemplando a redondeza da sua bunda, suas formas perfeitas e sua pele sedosa. A posição das suas pernas levemente afastadas faz com que as nádegas se separem um pouco e deixem entrever um delicado botãozinho como um tesouro... mais embaixo posso ver o que parece a flor mais linda e delicada que eu poderia imaginar.
Sua bucetinha carnuda não tem nenhum fio de cabelo além do que se vê na sua ppk arrumada, e seus lábios vaginais desenham o sorriso vertical mais bonito que alguém pode imaginar. Entre as pétalas delicadas da sua buceta, dá pra ver uns brilhos indicando umidade, e bem ali, pendurado e aparecendo entre seus lábios, está o cordão branco que serve de desculpa pra essa loucura.
— E aí? Vai meter a mão na massa ou o bocas é você? — Você diz virando a cabeça e olhando pra trás.
— O que você quer que eu faça, Loli?
— Puxar o cordão, precisa de instruções?
Minhas mãos avançam em sua direção, a esquerda pousa na sua nádega esquerda, pegando boa parte dela, e aperta de leve como se tivesse que resistir a alguma força que estivesse por vir. Isso faz sua bunda se abrir ainda mais, aumentando minha excitação. Os dedos trêmulos da minha mão direita pegam o cordão e começo a puxar devagar, sentindo uma certa resistência das paredes da sua buceta.
— Tô fazendo certo? Te incomoda? — Olho pra na frente, no vidro do móvel da sala, vejo refletida sua carinha com os olhos fechados e como você morde o lábio.
- Sim, não se preocupa, umm, continua. Não sou de vidro.
Continuo puxando e seus lábios vaginais começam a se entreabrir pra facilitar a saída, isso me deixa ver o quanto você tá molhada, o absorvente interno sai bem devagarinho porque eu diminuo o movimento o máximo que posso. Como é que algo assim me deixa tão alucinado?. Finalmente os lábios da sua bucetinha começam a se fechar de novo em volta do absorvente até que param de segurá-lo e ele cai, ficando pendurado pelo fio que minha mão segura, mal tem uma leve coloração avermelhada.
Você se levanta, vira e pega ele da minha mão – Já tá quase limpo, ainda bem que finalmente acaba. Você olha pra minha cara alucinada e depois baixa o olhar que fica preso no volume que marca na minha virilha.
- Tá doendo? – Você pergunta mordendo o lábio.
- Éhh... tá incomodando.
- Coitado, vem. Você joga o absorvente fora e estende as mãos pegando as minhas e me fazendo levantar.
Ficamos os dois de frente um pro outro a poucos centímetros. Suas mãos procuram minha cintura desabotoando o cinto e a calça que caem pesadas no chão, você puxa a cueca pra libertar meu pau do confinamento, ele salta como uma mola enquanto você deixa cair a última barreira.
- Coitado, sou muito ruim pra você e você é bom demais – E enquanto fala isso, me abraça forte apertando nossos corpos. Meu pau bate na sua barriga nua enquanto eu aspiro o cheiro do seu cabelo.
- Não, Loli. Sou horrível, desculpa.
- Não fala isso – Você me empurra e eu caio sentado de novo praticamente como um boneco, você sobe no sofá de joelhos enquanto me olha com carinho.
- O que você tá fazendo, Loli? – Meu pau ardente tá roçando sua rachinha, então você pega ele com a mão e esfrega pra cima e pra baixo entre os lábios da sua buceta, molhando a cabeça com seus fluidos.
- Já tirou um, agora vamos ter que colocar outro, né?
Minha cabeça mergulha definitivamente entre os lábios da sua buceta. Você aponta com a mão, fecha os olhos e, com a boca aberta e soltando um leve gemido, começa uma descida lenta. Meu pau percorre as paredes do seu sexo, abrindo caminho e sentindo todo o seu calor e umidade, até que sua buceta finalmente encosta na base do meu pau, parando o movimento por alguns segundos. Levo minha mão até sua boca, meu polegar brinca com seus lábios, você chupa e morde levemente.
Pego sua cabeça entre minhas mãos, sua boca se abre para receber a minha, que vai ao encontro dela. Nossos lábios se unem num beijo molhado e apaixonado, nos mordemos os lábios e nossas línguas lutam enquanto seus quadris iniciam um movimento de sobe e desce.
A luxúria se descontrola, dando vazão a todos os desejos reprimidos. Nossas bocas se devoram com avidez, com pressa e frenesi, como se o tempo fosse acabar. Minhas mãos descem para seus quadris, guiam seu movimento por uns instantes, depois sobem pela sua cintura e entram por baixo do sutiã em busca dos seus peitinhos pequenos. Eu os pego, aperto, meus dedos brincam com seus bicos duros e, enquanto continuamos nos devorando, você começa a se livrar da pouca roupa que ainda tem. Nossas bocas se separam por um instante para deixar passar o sutiã e a blusa pela sua cabeça, e depois se juntam de novo como se a vida dependesse disso. Você joga as roupas no chão e empurra meu corpo para trás.
Contemplo extasiado seu corpo totalmente nu enquanto sua bucetinha apertada desliza para cima e para baixo no meu pau lubrificado, e então parto para devorar seus lindos peitinhos. Eu os lambo, mordisco e chupo como se quisesse devorá-los, seus bicos endurecem ainda mais com os cuidados da minha boca faminta enquanto você aperta minha cabeça contra seu peito.
Minhas mãos voltam para seus quadris e acompanham suas subidas e descidas, que ficam mais profundas e intensas. Cada vez que nossos corpos se encontram, continuamos apertando como se um quisesse me fundir em você, segurando por alguns segundos antes de nos separarmos de novo.
Sinto seu fluxo escorrendo pelas minhas bolas, sua respiração ofegante, os gemidos de prazer que escapam dos seus lábios… ummmm. Você se enfia mais uma vez, parando pra agora fazer um movimento circular em volta do meu pau que está totalmente enterrado em você. Seus quadris descrevem uma órbita em volta do meu pau como se ele fosse o centro do seu universo.
Minhas mãos agarram os dois hemisférios da sua bunda, apertando e separando, aos poucos volto a imprimir no seu corpo um movimento de sobe e desce enquanto meus dedos brincam com a racha do seu cu até que um deles encontra seu esfíncter delicado e começa a massageá-lo. Seus movimentos ficam mais rápidos, seus gemidos mais intensos, meu dedo pressiona seu cu a cada vai e vem, minha boca devora seus peitos, nossos sexos se chocam com um barulho surdo a cada investida… finalmente a ponta do meu dedo entra no seu cu e da sua boca aberta sai um gemido intenso enquanto sua bunda aperta meu dedo, seu corpo cai contra meu pau uma última vez pra ficar empalada.
-Aggghhhh… Papai…
Sua respiração para, uma descarga elétrica atravessa seu sexo que começa a se contrair em volta do meu pau. Você me aperta muito forte enquanto toda sua barriga se contrai num espasmo incontrolável. As contrações da sua bucetinha e o fluxo que escorre fazem com que eu não consiga mais aguentar e começo a me derramar dentro de você…. Sinto uma corrente que atravessa meu pau cada vez que jorro gozo dentro de você.
-Ahhhh… Loli…. Lolita… filha… te amo…
-Te sinto, papai… você me enche… aghhh… te amooo…
Nossos espasmos diminuem até terminar relaxando nossos corpos um no outro, nossos sexos são um só num mar quente resultado da mistura dos nossos fluidos.
A paixão e o desenfreado dão lugar ao carinho e à calma, você me abraça enquanto beija minha testa suada. A respiração volta a um ritmo normal enquanto beijo sua bochecha e tiro meu dedo da sua buceta.
— Pronto, papai, coloquei o absorvente em você. Satisfeita? — sussurro no seu ouvido.
— Siiiiim, não quero mais usar outro absorvente que não seja esse — você diz, rindo.
Eu me levanto, segurando você pela bunda e erguendo seu corpo junto ao meu, suas pernas envolvem minha cintura e seus braços, meu pescoço.
Lentamente, afasto seu corpo do meu para te colocar no chão enquanto meu pau meio mole sai da sua bucetinha, arrastando uma mistura de sucos. De dentro de você, jorra meu leite escorrendo pelas suas coxas.
Olho nos seus olhos e, dando um tapa na sua bunda, falo:
— Vamos, Lola, não vou repetir de novo: vai pro chuveiro.
— Porra, não me chama assim. Você sempre mandando, cara, não cansa? — você reclama, rindo, enquanto se dirige ao banheiro.
FIM
5 comentários - ¿Me quitas el tampón papi?
Te dejo mis puntos del dia. ¡Me encantó!
Este es uno de mis primeros relatos y es muy cierto que contiene numerosos errores pues no era demasiado cuidadoso al principio.
He considerado corregirlo, pero me ha parecido más honesto dejarlo tal y como lo hice en su día. En mis relatos posteriores he sido cada vez más cuidadoso, así que podreis ver una evolución.
Os los ire dejando tal cual salieron a la luz por primera vez, con la precipitación y poco cuidado de los primeros y la gran mejora de los últimos.
Gracias por comentar y los puntos, nosabeis lo mucho que se agradece.
En mi correro podeis dejar tambien cualquier comentario que estare encantado de recibir y contestar. xavimys@outlook.es