Oi, sou o Alberto!!! E volto com um conto que escrevi umas 3 semanas atrás, espero que gostem!! Escrevi pensando na minha coroa (foto de post real)
A gente tinha saído do cinema e minha mãe falou pra irmos comer alguma coisa no McDonald's que tinha no mesmo shopping...
Pedimos uns combos e sentamos pra comer. Numa das mesas tinha um moleque de uns 18 anos, embora não tenha certeza se era maior de idade, cara de malandro, cabelo raspado, camiseta justa, calça de moletom, vários cordões de ouro no pescoço e uns sinais na mão. Ele não parava de olhar pra minha mãe, que é uma mulher de 45 anos que me teve bem nova, com 20 anos, então ainda se mantinha muito bem. Na verdade, mesmo eu tendo 25, muitas vezes confundiam minha mãe com minha irmã.
O que mais me incomodava naqueles olhares é que minha mãe parecia ter percebido eles, assim como eu, mas longe de incomodar, parecia que ela gostava. Ela também lançava uns olhares pra ele quando achava que eu não tava vendo. Fiquei muito surpreso com essa atitude da minha mãe, que nunca tinha visto antes, e aquilo começou a me irritar. Comecei a pensar se minha mãe também agia assim quando saía pra jantar com meu pai.
Quando minha mãe terminou de comer o hambúrguer, disse que ia ao banheiro. Quando ela estava quase entrando, me pareceu que deu uma piscada pro malandro, mas achei que era coisa da minha cabeça. Um minuto depois, o malandro foi pro banheiro e, estranhamente, algo fez "clic" na minha cabeça e resolvi ir também.
Quando entrei, não tinha ninguém no banheiro masculino. Já era meia-noite e tinha pouca gente no McDonald's, mas o estranho é que o malandro também não tava no banheiro dos homens. Pensei em algo terrível, mas me disse: "Não pode ser, é impossível". Mesmo assim, resolvi entrar discretamente no banheiro feminino. Não tinha ninguém na pia e só uma das portas estava fechada. Eu ouvia uns barulhos assim... Pensei que era onde minha mãe estava.
Não sei por que motivo não falei nada nem chamei minha mãe, em vez disso entrei no banheiro ao lado, tranquei com o ferrolho e bem devagar me inclinei para o lado, o que vi quase me fez cair para trás, o malandro estava dentro do banheiro feminino com minha mãe, que ele beijava apaixonadamente.
A puta da minha mãe tinha passado do jogo de olhares praquilo.
O malandro tirou a camiseta da minha mãe e colocou no pescoço dela como se fosse uma toalha, levantou o sutiã sem tirar e começou a chupar os peitos dela sem que minha mãe fizesse nada pra parar.
"Que peitões que a senhora tem" disse o malandro enquanto chupava os mamilos da minha mãe
"Isso sim é uma boa sobremesa, quase me joguei nos seus peitos lá fora na frente do seu namorado"
"Kkkk, que bobo você é, não é meu namorado, é meu filho"
"O filho dela?"
"Sim, tem 25 anos"
"Kkkk, pois eu tenho 17 e vou foder a sua mãe"
Não podia acreditar no que via nem no que ouvia, minha mãe estava contando essas coisas pro malandro enquanto esse pivete não parava de comer os peitos dela sem se importar de estar num banheiro de merda com o filho esperando lá fora.
Minha mãe sentou no vaso e abaixou a calça de moletão do malandro, também abaixou a cueca dele deixando o pau já duro na vista da minha mãe, pra ser um moleque tinha uma boa ferramenta o filho da puta.
Minha mãe não disse nada, deu umas lambidas naquele pau e depois começou a meter na boca, o pivete ajudava segurando a cabeça da minha mãe com as mãos marcando o ritmo do boquete.
Mamãe chupou ele por uns dois minutos e depois levantou e sentou o moleque onde ela tinha sentado, levantou a saia até a cintura e disse
"Me fode logo senão meu filho vem me procurar porque tô demorando"
O malandro riu, abaixou a calcinha da minha mãe e colocou ela sobre as pernas dele, pegou o pau e colocou na entrada da buceta dela. e descendo e penetrando minha mãe.
Minha mãe cavalgava naquela pica jovem enquanto beijava de língua o moleque, em poucos minutos o garoto, tirando a língua da boca da minha mãe, disse:
“Encosta na porta que vou te comer de cu”
Sem parar de subir e descer na pica do moleque, ela respondeu:
“Agora não dá, meu filho vai começar a desconfiar”
“Porra, mas quero provar essa sua bunda”
“Quarta que vem eu falo pro meu filho vir jantar aqui de novo e deixo você me comer de cu”
A puta da minha mãe estava marcando um encontro pra aquele vagabundo comer ela de cu.
“Tá bom, mas então deixa eu gozar na sua cara”
“Claro que sim, gostosão”
Minha mãe tirou a pica do moleque de dentro e se ajoelhou na frente dele. O vagabundo começou a bater punheta com força até gozar na cara da minha mãe.
Desci do vaso e sentei pensando no que tinha acabado de ver. Ouvi minha mãe pedindo a calcinha do moleque, e ele disse:
“Quarta que vem, depois de te comer de cu, eu te dou”
“Fechado”, respondeu a puta.
Ouvi o moleque saindo do banheiro, minha mãe lavando o rosto e depois saindo também. Esperei um minuto e saí do banheiro.
O moleque não estava mais lá, e minha mãe estava na nossa mesa.
“Onde você estava, meu amor?”
“No banheiro”, eu disse.
“Já estava aqui esperando um tempão”
*Vadia*, pensei. *Se há pouco você estava transando.*
Pegamos nossas coisas e já estávamos indo embora quando, quase saindo do McDonald's, minha mãe me disse:
“Que filme você quer ver quarta que vem? A mamãe convida.”
A gente tinha saído do cinema e minha mãe falou pra irmos comer alguma coisa no McDonald's que tinha no mesmo shopping...
Pedimos uns combos e sentamos pra comer. Numa das mesas tinha um moleque de uns 18 anos, embora não tenha certeza se era maior de idade, cara de malandro, cabelo raspado, camiseta justa, calça de moletom, vários cordões de ouro no pescoço e uns sinais na mão. Ele não parava de olhar pra minha mãe, que é uma mulher de 45 anos que me teve bem nova, com 20 anos, então ainda se mantinha muito bem. Na verdade, mesmo eu tendo 25, muitas vezes confundiam minha mãe com minha irmã.
O que mais me incomodava naqueles olhares é que minha mãe parecia ter percebido eles, assim como eu, mas longe de incomodar, parecia que ela gostava. Ela também lançava uns olhares pra ele quando achava que eu não tava vendo. Fiquei muito surpreso com essa atitude da minha mãe, que nunca tinha visto antes, e aquilo começou a me irritar. Comecei a pensar se minha mãe também agia assim quando saía pra jantar com meu pai.
Quando minha mãe terminou de comer o hambúrguer, disse que ia ao banheiro. Quando ela estava quase entrando, me pareceu que deu uma piscada pro malandro, mas achei que era coisa da minha cabeça. Um minuto depois, o malandro foi pro banheiro e, estranhamente, algo fez "clic" na minha cabeça e resolvi ir também.
Quando entrei, não tinha ninguém no banheiro masculino. Já era meia-noite e tinha pouca gente no McDonald's, mas o estranho é que o malandro também não tava no banheiro dos homens. Pensei em algo terrível, mas me disse: "Não pode ser, é impossível". Mesmo assim, resolvi entrar discretamente no banheiro feminino. Não tinha ninguém na pia e só uma das portas estava fechada. Eu ouvia uns barulhos assim... Pensei que era onde minha mãe estava.
Não sei por que motivo não falei nada nem chamei minha mãe, em vez disso entrei no banheiro ao lado, tranquei com o ferrolho e bem devagar me inclinei para o lado, o que vi quase me fez cair para trás, o malandro estava dentro do banheiro feminino com minha mãe, que ele beijava apaixonadamente.
A puta da minha mãe tinha passado do jogo de olhares praquilo.
O malandro tirou a camiseta da minha mãe e colocou no pescoço dela como se fosse uma toalha, levantou o sutiã sem tirar e começou a chupar os peitos dela sem que minha mãe fizesse nada pra parar.
"Que peitões que a senhora tem" disse o malandro enquanto chupava os mamilos da minha mãe
"Isso sim é uma boa sobremesa, quase me joguei nos seus peitos lá fora na frente do seu namorado"
"Kkkk, que bobo você é, não é meu namorado, é meu filho"
"O filho dela?"
"Sim, tem 25 anos"
"Kkkk, pois eu tenho 17 e vou foder a sua mãe"
Não podia acreditar no que via nem no que ouvia, minha mãe estava contando essas coisas pro malandro enquanto esse pivete não parava de comer os peitos dela sem se importar de estar num banheiro de merda com o filho esperando lá fora.
Minha mãe sentou no vaso e abaixou a calça de moletão do malandro, também abaixou a cueca dele deixando o pau já duro na vista da minha mãe, pra ser um moleque tinha uma boa ferramenta o filho da puta.
Minha mãe não disse nada, deu umas lambidas naquele pau e depois começou a meter na boca, o pivete ajudava segurando a cabeça da minha mãe com as mãos marcando o ritmo do boquete.
Mamãe chupou ele por uns dois minutos e depois levantou e sentou o moleque onde ela tinha sentado, levantou a saia até a cintura e disse
"Me fode logo senão meu filho vem me procurar porque tô demorando"
O malandro riu, abaixou a calcinha da minha mãe e colocou ela sobre as pernas dele, pegou o pau e colocou na entrada da buceta dela. e descendo e penetrando minha mãe.
Minha mãe cavalgava naquela pica jovem enquanto beijava de língua o moleque, em poucos minutos o garoto, tirando a língua da boca da minha mãe, disse:
“Encosta na porta que vou te comer de cu”
Sem parar de subir e descer na pica do moleque, ela respondeu:
“Agora não dá, meu filho vai começar a desconfiar”
“Porra, mas quero provar essa sua bunda”
“Quarta que vem eu falo pro meu filho vir jantar aqui de novo e deixo você me comer de cu”
A puta da minha mãe estava marcando um encontro pra aquele vagabundo comer ela de cu.
“Tá bom, mas então deixa eu gozar na sua cara”
“Claro que sim, gostosão”
Minha mãe tirou a pica do moleque de dentro e se ajoelhou na frente dele. O vagabundo começou a bater punheta com força até gozar na cara da minha mãe.
Desci do vaso e sentei pensando no que tinha acabado de ver. Ouvi minha mãe pedindo a calcinha do moleque, e ele disse:
“Quarta que vem, depois de te comer de cu, eu te dou”
“Fechado”, respondeu a puta.
Ouvi o moleque saindo do banheiro, minha mãe lavando o rosto e depois saindo também. Esperei um minuto e saí do banheiro.
O moleque não estava mais lá, e minha mãe estava na nossa mesa.
“Onde você estava, meu amor?”
“No banheiro”, eu disse.
“Já estava aqui esperando um tempão”
*Vadia*, pensei. *Se há pouco você estava transando.*
Pegamos nossas coisas e já estávamos indo embora quando, quase saindo do McDonald's, minha mãe me disse:
“Que filme você quer ver quarta que vem? A mamãe convida.”
5 comentários - Minha mãe leva (Ficção)