De Férias 1
O calor do verão castigava Madrid há umas semanas, dias secos e eternos sob um sol que fazia o mercúrio subir acima dos trinta graus, nem uma gota de vento, nem uma trégua. Nosso apartamento de bairro era uma panela de pressão, sem ar condicionado, meu pai dizia que não precisava, ele passava o dia no escritório, o verão me deixava preso ali, junto com minha mãe e minha irmã, a piscina municipal fechada, as brigas surgiam por causa do ventilador, Sonia e eu teríamos nos matado se não fosse pela mamãe. Mas Carla, minha mãe, uma mulher calma e gentil, começava a perder a paciência, cada vez que saía da cozinha para anunciar que a comida estava pronta, o humor dela azedava um pouco mais. Meu pai, Carlos, custou a ceder. — Mais uns dois dias e a gente vai. — Cedeu aos pedidos dos três. — Depois ligo pra ver se o apartamento de sempre tá livre. — Já dava pra gente ir pra outro lugar. Eu passava meus dezoito anos de férias com meus pais no mesmo apartamento de Alicante. — Então, se você pagar, Marcos, a gente vai pra onde quiser, mas como eu pago... Minha irmã riu da cortada que meu pai me deu. — Se você não fosse um medíocre, a gente podia ir pra um lugar melhor. Respondi puto pro meu pai. — Como você me chamou de pivete de merda, me respeita, infeliz. Disse meu pai, puto com minha agressão. — Marcos, pelo amor, não fala assim com seu pai, por favor. Disse minha mãe. — A gente sempre tem que pagar pelos fracassos dele e por ele ser tão medíocre. Minha mãe interveio e me segurou. — Vou pro meu quarto, esse pai tá começando a me dar nojo. Falei e me levantei puto, deixei a mesa sem comer e fui furioso pro meu quarto. — Que maldito ingrato você é, pivete infeliz. Me gritou meu pai enquanto eu ia embora. — Porque por falar a verdade, 18 anos no mesmo escritório, nunca uma promoção, porque você é um maldito perdedor. Falei por último antes de ir, e eles continuaram na mesa enquanto eu sumia no meu quarto. — Tudo bem, querido, mas é melhor que sejam só uns dois dias. Mais dias de espera, não dá mais pra aguentar esse calor. Meu pai concordou com a cabeça pra minha mãe e continuaram jantando. –Você não pode ser assim com ele, tem que entender ele um pouco mais. Minha mãe dizia, repreendendo meu pai –Não, Carla, não vou deixar ele falar assim comigo. Ele disse –Você já é um insensível. Minha mãe disse, puta, indo até meu quarto pra falar comigo –Vem, querido, volta pra terminar de jantar. Ela me pedia –Não, mãe, prefiro passar fome do que dividir a mesa com aquele inútil. Ela me abraça e diz –Não seja assim com seu pai, querido, vem, se quiser eu trago seu prato aqui e você janta comigo e a gente conversa. Ela dizia, compreensiva, e saiu e voltou com o prato de comida, e eu jantei no meu quarto com minha mãe me consolando pra passar a raiva que eu tava do meu pai. O último dos meus colegas que ainda tava na capital foi pra um festival, fiquei sozinho, sem sair naquela sexta, preso na minha família, com minha economia uma merda, não dava pra bancar ir pra lugar nenhum por conta própria. A Sonia tava na mesma, ela que tava no segundo ano de direito, gastava a grana toda semana pra encher a cara, mais de um amigo me contava das loucuras dela, diziam que era uma garota fácil, eu preferia não ouvir. Minha irmã era uma mina típica do bairro, comentavam que ela tinha operado os peitos, eu acreditei por um tempo, mas a verdade é que foi um crescimento do nada, de uma hora pra outra. Com aquelas duas tetonas e a juba loira pintada, ela tem uma certa cara de patricinha, as poses que ela faz nas redes sociais não ajudam, nem as loucuras dela, por outro lado ela é uma das primeiras da turma. Não passa de um metro e sessenta e cinco, magrinha, a bunda é redondinha, igual uma maçã, ela é muito gostosa, isso eu falo mesmo sendo irmão dela, porque mais de uma vez eu fiquei de pau duro vendo ela de decote e tal. Tive que ver ela voltar toda quebrada no sábado de manhã, a maquiagem toda borrada, ela bebia água de gole em gole, me deu um dedo do meio quando tirei uma foto com o celular. De cara lavada, ela ganhava mais do que aquela parada. Minha mãe tava arrumando as malas pro dia seguinte, com a voz doce dela pediu pra gente não brigar. Minha mãe tava desde que meu pai anunciou que a gente ia embora deixando tudo pronto, era o jeito dela de botar pressão. Minha mãe é bem diferente da minha irmã, não chega a um metro e sessenta, uma mulher com curvas, cabelo castanho e olhos verdes e amáveis. Pros quarenta e três anos dela não tem uma ruga, também não tem um quilo a mais, embora não seja magra, é bem proporcionada pra uma mulher, pelo menos no meu padrão, peitos bons, não iguais aos da Sonia, desafiando a gravidade, mas meio caídos, e com a bunda é a mesma coisa, mas pra ser dona de casa tá muito boa. Além disso é muito gostosa, mais que minha irmã, ou qualquer mulher que eu conheça, tem uma cara dessas que parece doce, com cara de santa e ao mesmo tempo extremamente sexy. Os lábios carnudos e o sorriso perfeito combinam com os olhos verdes grandes, ao contrário da Sonia, também não costuma se maquiar. Mais de um amigo meu já ficou olhando com cara de bobo de vez em quando e eu tive que dar uns cascudos. Tava terminando de colocar na geladeira as marmitas com as coisas pra viagem, tinha deixado a janta daquele dia já pronta. É a mãe perfeita. A gente levantou às sete, pelo menos eu e minha irmã, meu pai já tava acordado há um tempo. Tava rondando pela casa de bermuda, apressando todo mundo, isso também se repetia ano após ano, aquele estresse de última hora e o que vinha depois. No momento em que meu pai sentou no volante começou a transformação final, virou grito e reclamação constantes pra todos os motoristas que a gente ia cruzando. Marcavam umas veias na careca dele, dava até medo, embora fosse um homenzinho com barriga de cerveja e meio calvo, de quarenta e cinco mas aparentando dez anos a mais. O contrário da minha mãe, naquele dia tava usando um vestido leve de gaze verde, curto, acima dos joelhos, a pele dela continuava Branca, pois minha mãe ainda não tinha tido um momento de descanso ao sol. O decote do vestidinho também chamava atenção, deixava à mostra um peito bem pronunciado, e claramente minha mãe não estava usando sutiã naquele dia. Arrancamos finalmente, meu pai dirigia, minha mãe com ele na frente, minha irmã e eu atrás, ela atrás do meu pai e eu atrás da minha mãe. Sônia colocou uns tampões de ouvido e logo pegou no sono, se livrando assim da sequência de xingamentos que meu pai soltou assim que encontramos o primeiro engarrafamento, o da saída. Avançávamos como a deriva continental, a massa de gente e carros, o calor começava a aumentar a cada minuto. Meu pai suava mais de raiva do que qualquer outra coisa, minha mãe aumentava a potência do ar-condicionado, o velho carrinho não dava mais conta. Ficamos um bom tempo parados quando percebi. À nossa direita tinha um caminhão, grande, cabine branca na mesma altura do carro. Meu pai se inclinava pela janela dele, olhando para o fim da longa fila de carros. Vi o perfil da minha mãe, ela olhava pela janela dela, também aberta, olhando para cima. Segui a linha do olhar dela e entendi o que ela estava vendo, ou melhor, quem. Devolvendo o olhar dela — prefiro pensar que ele começou — estava o caminhoneiro, pele morena queimada de sol, uns olhos claros, de um azul quase acinzentado, cabeça raspada. Percebi a tatuagem no braço, apoiado na janela, um braço forte, era uma águia, parecia de algum país do leste europeu. Tinha uma certa cumplicidade na troca de olhares, dava pra ver o cara sorrindo, e na minha mãe eu percebia o mesmo gesto. Depois notei como ela se espreguiçava no banco, claro que, visto do ângulo do caminhoneiro, o movimento da minha mãe teria exposto mais o peito dela, ela estava mostrando o decote. Pra ter certeza, olhei com cuidado pro homem, ele lambeu os lábios, definitivamente estavam flertando. Meu pai distraído, minha irmã dormindo e minha mãe brincando com um desconhecido, que jeito de começar as férias. O jogo continuou, o cara mostrou os bíceps num movimento forçado, minha mãe colocou a língua pra fora. A mão direita dela foi até a alça do vestido e deixou cair. Uma olhada rápida bastou pra minha mãe ter certeza de que ninguém a via, exceto eu, que fingi estar mexendo no celular, mas na verdade tava de olho nela. O caminhoneiro tava mais debruçado de repente, o filho da puta também tinha um peitoral forte. Minha mãe fez o que nós dois esperávamos, eu e o outro, como um raio, deixou o peito dela no ar, vi a carne de um ângulo precário, o caminhoneiro pegou uma visão melhor. O trovão de buzinas fez a teta voltar pro vestido, tinha um espaço na frente do caminhão, ele avançou. O último gesto do caminhoneiro me deixou claro que minha mãe tinha esquentado ele, ele agarrou o braço duro, os lábios dele disseram "slut". Quando ele terminou de passar por nós, minha mãe ainda seguia o motorista com os olhos, eu reparei na placa, "Ro" embaixo do círculo da União Europeia, o veículo era romeno, supus que o motorista também era. A cena do carro tinha passado despercebida por todo mundo, exceto pela minha mãe e por mim. A viagem continuou, a autoestrada finalmente des congestionou, pegamos um pouco de ritmo, umas dez menos pouco minha irmã acordou. Com o avanço, meu pai tinha se acalmado um pouco, olhou o relógio e anunciou: - Lá pelas dez e meia a gente para, assim descanso um pouco e como alguma coisa. - Todos concordamos. - Depois a gente segue até chegar. Fizemos isso, um pouco depois da hora combinada paramos num posto de gasolina. Meu pai parou longe da entrada, mas perto de umas mesas de camping que tinha do lado de fora. Levamos sanduíches e uma caixa térmica, descarregamos aquela tralha e ocupamos uma mesa. Minha mãe, como se nada tivesse acontecido, distribuiu os sanduíches, ainda embalados ela sabia qual era de cada um. Era a mulher de sempre, mas há uns quarenta e cinco minutos ela tinha sido uma slut Piranha provocante pro caminhoneiro. Tentei não ligar pra isso. - Vocês precisam ir ao banheiro? Algum? Meu pai nos interrogou. Sonia balançou a cabeça. — Eu vou, já já. — Minha mãe deixou um pouco menos da metade do sanduíche no papel alumínio. Ela já estava se afastando pelo estacionamento, em direção ao prédio da cafeteria e loja de tudo que ocupava a maior parte do lugar, mais adiante tinha um posto de gasolina solitário. — Você não precisa ir? — Meu pai me perguntou. — Ora, isso quem sabe sou eu. — Respondi com um pouco de arrogância. — Olha que não vamos parar de novo. — Levantei e comecei a andar. — Como eu conheço você, filho. — Meu pai finalizou. Segui o mesmo caminho que minha mãe, entrei no lugar, estava lotado, cheio de gente andando sem rumo. Minha mãe tava de butuca na porta dos banheiros, o feminino tinha uma fila enorme na frente da porta, o masculino não. Entrei e fiz o meu, lavei as mãos, um moleque tava na pia do lado, com o pai dele, me trouxe lembranças. Quando saí, minha mãe não tava mais de butuca, mas a fila quase não tinha andado, minha mãe saía pela porta. Andei atrás, vi que ela tava indo pro posto, atravessou um estacionamento de caminhões, tinha uns dois reboques parados lá. Meus olhos ainda estavam nela quando o cara apareceu por trás, era mais alto que ela, camiseta regata, pele morena. Agarrou a bunda da minha mãe com as duas mãos, ela, de susto, se virou de repente. O susto passou rápido, ela ria com cara meio boba. Afastou o cara com o braço e seguiu caminho, o outro alcançou ela de novo e agarrou de novo. Ela não resistia, nada disso, só olhou pra trás, pra garantir que ninguém tava vendo. Eu tava parado na porta da cafeteria, no meio do fluxo de gente entrando e saindo, ela não me viu. Ela se deixou levar pelo outro, continuaram indo pra parte de trás do posto. Segui eles de longe, entraram no banheiro, no masculino. Cheguei na porta, suja, de plástico, prendi a respiração e ouvi a risada da minha mãe. Abri com cuidado e atravessei a entrada, não encontrei a... ninguém, mas a porta de um dos cubículos ainda tremia, com uma batida trancaram o ferrolho. Me enfiei no outro, único cubículo que tinha, e de novo ouvi as risadinhas brincalhonas da minha mãe, depois a voz dela, meio diferente do normal. — Não sei nem seu nome. — Ela disse com um tom cheio de tesão. — Nunca fiz isso com um homem sem saber o nome. — Me chamo... — O cara tinha o sotaque típico da nacionalidade dele, além de uma voz grave meio anasalada. — Cala a boca, não quero saber. — Minha mãe cortou ele. — Não tenho muito tempo, então vamos nos apressar. Sem me segurar, subi em cima da privada e me espichei por cima da divisória de madeira, cheia de frases obscenas. Todas aquelas escritas não eram nada comparado com o que eu estava prestes a ver. Minha querida mãe, com aquela cara de santa, acariciava o corpo do caminhoneiro enquanto ele tirava a camiseta. Ela beijou o torso dele, suado e claro em contraste com o pescoço e os braços, parecia que eu tava vendo uma puta qualquer. Mas era a minha própria mãe, que agora tirava o vestido, soltando as alças dos ombros e deixando cair pelo corpo até tocar o chão sujo. O corpo dela era mais branco que o do caminhoneiro, exceto pelos mamilos, escuros e enormes, nas tetas dela que pendiam um pouco. Ele não hesitou, se agarrou nela, se beijaram como animais, as línguas deixavam fios de saliva quando se separavam. Minha mãe se abaixou, sem ele falar nada, tirando as tetas dela da boca dele, quando ele começava a chupá-las. As mãos dela agarraram a cintura elástica da calça de moletão que o caminhoneiro usava, puxaram pra baixo de uma vez, apareceu uma cueca branca meio desbotada, ela também puxou até os joelhos. A pica do cara tava meio dura, saindo de uma moita de pelo preto, minha mãe pegou nela, começou a masturbar ele. A cabeça apareceu quando ela puxou a pele, já dava pra ver a umidade na ponta, meus olhos seguiam a aliança de casada na mão direita dela. O pau do caminhoneiro ganhou tamanho, e principalmente grossura, na mão da minha mãe, deu umas lambidas tímidas, era a única coisa tímida que tinha feito na manhã toda. — Adoraria te chupar todinha. — Começou olhando o outro nos olhos, tamanha era a atenção que dava ao amante que nem me via espiando. — Mas não tenho tempo, então dá uma chupada rápida e mete, beleza? — Sim, putinha, tô morrendo de vontade de te comer. — Respondeu o outro, pegou ela pela nuca e puxou pro pau. Minha mãe enfiou na boca de uma vez, os lábios apertando aquele membro grosso, dando tudo de si na garganta. Chupou, ou melhor, comeu até o pau do outro sumir na goela dela. Soltou, todo babado, e se levantou. — Pau grosso e suadinho, do jeito que eu gosto. — Passou a mão no torso nu, era forte, mas sem tanquinho nem nada. — Que homem, de onde você é? — Romênia. — Eu já sabia. — Vai ser o primeiro romeno que eu como. — Virou de costas e se apoiou na parede, baixou a calcinha até os joelhos, a buceta dela tava molhada, coroada de pelo preto. — Mete forte, e antes de gozar me avisa. O romeno agarrou a bunda da minha mãe com as mãos de caminhoneiro, amassou bem. Apontou o pau e enfiou de uma vez, minha mãe gemeu de prazer. Comeu ela com força, como ela tinha pedido, a mão esquerda nas costas dela, esmagando contra a parede, a direita segurava a bunda e de vez em quando dava uns tapas. Minha mãe suspirava e grunhia no começo, e aos poucos começou a gemer. Pedia mais pro caminhoneiro, que batia com a boca com força na bunda dela. Ela gemia cada vez mais alto e ele urrava, metendo com toda a força, que não era pouca, fazendo tremer toda a carne da minha mãe. — Porra, caralho... — Seguiram sons impossíveis de repetir e minha mãe gozou, com o pau do romeno enfiado, ele continuava metendo. — Para, para. — Ordenou. — Não quero que goze dentro. — Se separaram, os dois pingando suor, o banheiro fervia. —Deus — minha mãe jogou a juba molhada pra trás —, como eu tava precisando de uma boa trepada. Todo ano tenho que esperar até as férias, esse ano já começou com o pé direito. Ela se abaixou depois da pequena confissão. — Nossa, que grossa que ela é... — Pegou o pau dele de novo e levou à boca. — Vamos provar o leite romeno. Chupou ele de novo, dessa vez pra fazer ele gozar. Já tinha dado umas engolidas fundas, umas lambidas nos colhões, que eram bem grandes por sinal, quando bateram na porta do banheiro. Foram tão fortes que o trinco frágil cedeu. — Andrei! — exclamou um gordo parado na porta. — O que você tem aí? Andrei não respondeu, nem minha mãe, que tava recebendo na cara os jatos de porra do romeno. — Porra, dona, ele deixou sua cara bonita. Eu ainda não tinha sido descoberto, ninguém olha pra cima quando o show é no chão. Consegui ver atrás do gordo outro cinquentão magro, todos eram caminhoneiros e se conheciam, isso era claro. O gordo afastou o romeno. — Eu, gostosa, vi você chegar com seu marido e seus filhos. — Levantou o olhar pra minha mãe, segurando o queixo dela. — Eles tão lá fora, vou chamar? O gordo queria brincar. — Não, mas não tenho muito tempo, então puxem os paus que eu dou uma rapidinha. Minha mãe me deixou gelado. O romeno já tinha terminado, mas não foi embora, ficou olhando minha mãe, que nem uma penitente se aproximou da entrada do cubículo pra dar espaço pros dois recém-chegados. Os dois baixaram as calças sozinhos, puxaram dois paus murchos, e minha mãe ia dar a rapidinha quando a porta rangeu. Ela viu todos os convidados fugirem como ratos covardes e, quando olhou pra porta, ficou pálida e gelada, porque eu tava parado, olhando com cara de ódio diretamente pra ela. Ela tava com uma cara de pânico total, gaguejando, não conseguia falar de tanto medo de ser descoberta por mim, queria se explicar. mas não conseguia falar por causa do medo que tava sentindo –P...P...Por fa...favor Céu...não...não con...ta na...da pro seu...seu pai...por fa...favor. Disse assustada e de repente vi os olhos dela arregalarem e a boca ficar aberta me olhando pasma como se não acreditasse no que via. Eu me virei pra trás porque pensei que era meu pai ou minha irmã, mas o que ela olhava era a ereção enorme que eu tinha fazendo uma barraca gigante na minha calça. Depois daquele susto, ela lambeu os lábios e mordendo o lábio de baixo disse o que nunca imaginei que minha mãe diria –Mmmmm Marquito, acho que já sei o que posso te dar pra você guardar segredo do que viu agora. Disse ela sem tirar os olhos da minha virilha e me chamava com o dedo pra eu chegar perto dela e nunca pensei que minha mãe faria o que fez. Assim que eu cheguei perto, ela colocou as duas mãos na minha calça acariciando bem na parte onde meu pau fazia pressão pedindo pra ser solto –Mmmm Siii Marcos, você tem algo muito interessante aqui dentro. Eu te fodia se tivéssemos mais tempo, mas por enquanto vou só provar essa maravilha que você escondeu longe dos olhos da mamãe. Dizia enquanto ansiosa abria o zíper da calça pra depois meter a mão fazendo meu pau sair da cueca e rapidamente aparecer pela abertura pra minha mãe admirar. Ela tentou medir calculando o tamanho –Mmmm que pau lindo, céu, uns 25cm. Aproximadamente e 8cm de diâmetro, é uma maravilha como você escondeu isso da mamãe por tanto tempo. Dizia ela lambendo os lábios e abrindo a boca jogou a cabeça na minha virilha e engoliu a cabeça inteira enquanto mexia a língua por toda a circunferência recebendo as primeiras gotas grossas de líquido pré-seminal. Ela tirou o pau da boca me olhando e começou a saborear o líquido pré-seminal dentro da boca, engoliu –Mmmm Deus que delícia e nem quero imaginar o manjar que deve ser seu leite, piranha. Mmmm, fico com a buceta melada só de saber que vou tomar todo o leite do meu próprio filho, e sabe de uma? Assim que eu tiver um tempinho livre no apartamento, vou te foder como você nunca imaginou. Quero sentir isso dentro de mim o mais rápido possível. Disse voltando pra tarefa dela, mas dessa vez devoro a glande e alguns centímetros de pau, começando já um boquete de verdade, porque prepara bem e, quando tá pronta, empurra a cara com força na minha virilha e engole meio pau, sentindo claramente o barulho da garganta dela por não conseguir aguentar meu pau, e eu soube que ela tentou engolir ele inteiro e não conseguiu, mas isso não a impediu, e ela partiu pra cima de novo e acabou engolindo a outra metade. Depois, cumprida a missão, foi tirando e começou um boquete incrível que em menos de 5 minutos fez eu gozar dentro da boca dela, enchendo ela, e mesmo tendo engolido bastante leite, escapou pelo canto dos lábios dela minha gozada generosa, ela tentava pegar tudo que podia com a boca, o que não pegou, esfregou na pele dela enquanto arrumava a roupa e me dizia – Amor, me espera lá fora pra ver se não vem ninguém enquanto eu me arrumo direito. E eu saí do banheiro e fiquei esperando ela. Passaram uns 15 minutos e dessa vez ela saiu como se nada tivesse acontecido. Voltamos juntos pra minha família, já toda reunida, minha mãe terminando o lanche, meu pai guardando a nevera no carro, minha irmã no celular. Era como qualquer viagem dos dezoito anos anteriores, minha mãe tinha deixado claro que aquilo era a rotina de férias dela. Retomamos a viagem, não falei nada, claro, tava em choque. – O que foi, imbecil, viu um fantasma? – me provocou minha irmã já no caminho de novo. – Não enche o saco do seu irmão, Sônia. – interferiu minha mãe. – Você tá enjoado, filho, quer uma sacola? – Assim, de repente, ela voltava a ser a de sempre, uma mãe normal. Neguei com a cabeça, ela sorriu pra mim e, aproximando o rosto, disse: quer minha bucetinha molhadinha? E não sei por que fiz o que fiz, talvez pra ver a reação dela, mas... Eu assenti com a cabeça e ela olhou pra frente de novo, sorrindo. Encontramos outro engarrafamento e ela aproveitou que o carro tava parado, se virou de novo e encostou a mão na minha testa – Filho, parece que você tá com febre. Ela disse e avisou meu pai que ia aproveitar que a gente tava parado pra trocar de lugar, que ela vinha pra trás e a Sônia ia pra frente, porque eu não tava com boa cara e parecia que tava com febre. Não podia acreditar que ela fosse tão puta. Ela saiu do carro, foi pra trás, minha irmã desceu de má vontade e passou pra frente, e minha mãe foi pro banco de trás, onde eu tava. Quando meu pai deu a partida, ela subiu em cima de mim, no meu colo, mas antes tinha abaixado o zíper da calça e puxado minha rola pra fora. Fingindo que tava medindo minha temperatura, ela esfregava a boceta na minha rola inteira, e eu podia ver o rosto dela se mordendo de tesão pra não gritar e gemer, porque minha rola tava percorrendo toda a fenda da boceta dela por cima da calcinha fio dental, abrindo ela de leve. Ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido – Acabou, papai, não aguento mais. Vou provar a pontinha, só a pontinha. Quando a gente chegar, você mete inteira. Ela cochichava no meu ouvido discretamente, com uma mão puxou a calcinha pro lado e continuou se mexendo. Quando a ponta passou pela entrada da boceta dela, ela fez pressão pra baixo, enfiou a cabeça e uns centímetros de rola, fazendo um esforço enorme pra não gritar enquanto se movia – Marcos, não aguento mais, quero ela toda. Deixa comigo, tenho uma ideia. Ela sussurrou no meu ouvido e continuava medindo minha temperatura com a ponta da minha rola dentro da boceta dela. Antes de chegar, – Amor, rápido, encosta o carro num canto que vou levar o Marcos naquele bosque, ele quer vomitar, vai vomitar. Ela gritou desesperada, fazendo um teatrinho digno de novela, e meu pai jogou o carro pro lado. Ela tirou a rola da boceta rápido, sem conseguir segurar um – Uhhh. E assim, sem nem arrumar a calcinha, saiu disparada em direção a um bosque que tinha na beira da estrada, comigo de mão dada. A gente entrou no meio do mato, bem onde ninguém via. Não fomos vistos por ninguém que passasse, nem pelo carro. Lá, ela se apoia de costas contra um carro e levantando a bunda – Vamos, amor, vamos, Marcos. Me fode agora, enfia ela toda, não aguento mais, buceta não aguenta só com a pontinha, quero ela inteira. Ela me dizia, a putinha, e abria as nádegas com dois dedos, me mostrando a buceta escorrendo de tesão. Eu, já completamente louco de tesão por essa situação, me coloco atrás dela, pego no rabo dela e aponto meu pau pra buceta dela. Ela, agarrada na árvore, começou a gritar de dor e prazer ao se sentir completamente empalada pelo meu pau. Meu pau enterrou tudo de uma só vez dentro da buceta dela – Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Meu Deus, Sim, Assim, Sim, Assim, Minha Vida, Assim, Me Fode, Assim, Marcos, Você é o Melhor Papai, Você é o Melhor! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Ela gemia enquanto meu pau não parava de entrar e sair da buceta dela, encharcado. Era uma fodida brutal, e ela curtia como uma puta, pedia mais, pedia pra Marcos foder ela, que ela seria a puta dele e que ele soltasse toda a porra dentro da buceta. Carla estava mergulhada na melhor fodida da vida dela, e era o próprio filho dela que estava dando pra ela, enquanto ela levantava mais a bunda pra que o filho pudesse foder melhor e mais forte. Carla estava entregue ao Marcos, e ele estava como possuído, investia com muita força contra a mãe dele, e Carla sentia como o filhinho Marcos fodia com força a buceta maltratada dela com o pau enorme dele, e ela só se limitava a gemer, berrar e gritar como uma puta faminta de pau – Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Meu Deus, Sim, Assim, Filho, Assim, Me Fode, Assim, Marcos, Me Fode, Inteira, Me Arrebenta a Buceta! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Ela gritava sem censura nenhuma. Nisso, sentiu como o pau do Marcos começou a inchar e a pulsar dentro da buceta dela. buceta que não parava de jorrar fluidos Marcos estava prestes a gozar e ela ia sentir pela primeira vez como o sêmen enchia a buceta dela por completo -Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Sim. Siiim Assiiim Siiim Assiiim Me Dá Papiiii Me Dá Siiim Me Dá Tudoooo Papiiii Siiim Queee Gostosooo Siiim Queee Gostosooo Fodeee Marcoooos Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Ela gemia e mal terminou de falar isso no meio da foda selvagem sente como o filho começa a gozar dentro dela sem diminuir o ritmo ela sente o sêmen do filho no fundo da vulva se sente cheia tomada por um orgasmo como nunca teve quando pensou que tudo tinha acabado Marcos não diminuiu o ritmo a foda continuou como se ele não tivesse gozado dentro dela que não parava de gritar -Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Meu Deeeus Siiim Queee Machooo Meu Deeeus Siiim Queee Forçaaa Me Fodeee Maiis Queridoooo Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Ela gemia quando o filho nunca parou de fodê-la desde que enfiou depois de mais vinte minutos a pica do filho voltou a pulsar e gozou de novo dentro da sua mãe gostosa Carla ficou com a buceta transbordando de sêmen do filho gozando como uma verdadeira puta quando o filho decide tirar a pica da buceta dela ela acha que já tinha acabado tudo que o filho tinha dado a foda da vida dela mas não foi assim assim que Marcos tirou a pica da buceta da mãe olhou pra ela e sério disse -Agora no teu cu vaca! E enfiou sem dó pelo cu Carla deu um grito profundo de dor ao sentir a pica do filho partindo o cu dela -Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Meu Deeeus Nããão Por Aíii Assiiim Nããão Dóiii Marcoooos Dóiii Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Ela gritava -Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Meu Deeeus Marcos Meee Táa Arrebentandooo Oo Cuuuuuu ¡Aaaaaiiiiiiiii! ¡Aaaaaiiiiiiiii! ¡Aaaaaiiiiiiiii!. Depois, já com o cu arrebentado, Carla começou a gozar a fodida de cu que o filho dela tava dando — ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! Deeeus Siim Assiiim Deeeus Assiiim Me Fodeee Céuuu Me Fodeee Deeeus Marcoooos Siim Comoo Me Deixaa Louca Siim Filhooo Fode O Cuuoo Da Sua Mãe ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh!. Ela gemia e Marcos pegava no rosto dela e puxava pra perto pra beijar a boca da mãe, ela enfiava a língua toda safada e soltou um gemido gostoso quando sentiu a pica do filho explodir dentro do cu dela, Marcos tava enchendo o cu dela de porra, ela teve um orgasmo delicioso — ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! Deeeus Siim Assiiim Papai Me Enche Assiiim Siim ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh!. Carla gemia e foi a última coisa que ela disse antes dos meus lábios pegarem de surpresa a boca ofegante dela, depois ficamos um tempinho nos beijando, ela passa a mão no meu rosto, acaricia minha cabeça — Te amo, céu, você é divino, isso não tem comparação com nada, em casa quero mais. Ela falou, se jogando em cima de mim pra me beijar — Vamos voltar, céu, que se o teu pai ou a tua irmã vierem nos procurar. Ela disse, porque a gente começou a foder e perdeu a noção do tempo. A gente se beijou de novo, arrumou as roupas e voltou pro carro, que rapidamente pegou a estrada de novo. Finalmente em Alicante, subimos as coisas pro apartamento. A escuridão era quase total, com as persianas abaixadas. A gente ocupou os quartos de sempre. A Sônia começou a se arrumar pra sair, ela não perdia uma, era a única razão dela vir, tinha amigas lá e queria queimar a noite. Meu pai preparava o equipamento de praia pro dia seguinte. Minha mãe improvisava o jantar com o que a gente tinha trazido, teria que ir fazer compras no dia seguinte. — Vem comer, amor. Ela apareceu na porta. a porta do meu quarto. Segui sem dizer uma palavra pra ela, o que eu podia dizer. Jantamos.
O calor do verão castigava Madrid há umas semanas, dias secos e eternos sob um sol que fazia o mercúrio subir acima dos trinta graus, nem uma gota de vento, nem uma trégua. Nosso apartamento de bairro era uma panela de pressão, sem ar condicionado, meu pai dizia que não precisava, ele passava o dia no escritório, o verão me deixava preso ali, junto com minha mãe e minha irmã, a piscina municipal fechada, as brigas surgiam por causa do ventilador, Sonia e eu teríamos nos matado se não fosse pela mamãe. Mas Carla, minha mãe, uma mulher calma e gentil, começava a perder a paciência, cada vez que saía da cozinha para anunciar que a comida estava pronta, o humor dela azedava um pouco mais. Meu pai, Carlos, custou a ceder. — Mais uns dois dias e a gente vai. — Cedeu aos pedidos dos três. — Depois ligo pra ver se o apartamento de sempre tá livre. — Já dava pra gente ir pra outro lugar. Eu passava meus dezoito anos de férias com meus pais no mesmo apartamento de Alicante. — Então, se você pagar, Marcos, a gente vai pra onde quiser, mas como eu pago... Minha irmã riu da cortada que meu pai me deu. — Se você não fosse um medíocre, a gente podia ir pra um lugar melhor. Respondi puto pro meu pai. — Como você me chamou de pivete de merda, me respeita, infeliz. Disse meu pai, puto com minha agressão. — Marcos, pelo amor, não fala assim com seu pai, por favor. Disse minha mãe. — A gente sempre tem que pagar pelos fracassos dele e por ele ser tão medíocre. Minha mãe interveio e me segurou. — Vou pro meu quarto, esse pai tá começando a me dar nojo. Falei e me levantei puto, deixei a mesa sem comer e fui furioso pro meu quarto. — Que maldito ingrato você é, pivete infeliz. Me gritou meu pai enquanto eu ia embora. — Porque por falar a verdade, 18 anos no mesmo escritório, nunca uma promoção, porque você é um maldito perdedor. Falei por último antes de ir, e eles continuaram na mesa enquanto eu sumia no meu quarto. — Tudo bem, querido, mas é melhor que sejam só uns dois dias. Mais dias de espera, não dá mais pra aguentar esse calor. Meu pai concordou com a cabeça pra minha mãe e continuaram jantando. –Você não pode ser assim com ele, tem que entender ele um pouco mais. Minha mãe dizia, repreendendo meu pai –Não, Carla, não vou deixar ele falar assim comigo. Ele disse –Você já é um insensível. Minha mãe disse, puta, indo até meu quarto pra falar comigo –Vem, querido, volta pra terminar de jantar. Ela me pedia –Não, mãe, prefiro passar fome do que dividir a mesa com aquele inútil. Ela me abraça e diz –Não seja assim com seu pai, querido, vem, se quiser eu trago seu prato aqui e você janta comigo e a gente conversa. Ela dizia, compreensiva, e saiu e voltou com o prato de comida, e eu jantei no meu quarto com minha mãe me consolando pra passar a raiva que eu tava do meu pai. O último dos meus colegas que ainda tava na capital foi pra um festival, fiquei sozinho, sem sair naquela sexta, preso na minha família, com minha economia uma merda, não dava pra bancar ir pra lugar nenhum por conta própria. A Sonia tava na mesma, ela que tava no segundo ano de direito, gastava a grana toda semana pra encher a cara, mais de um amigo me contava das loucuras dela, diziam que era uma garota fácil, eu preferia não ouvir. Minha irmã era uma mina típica do bairro, comentavam que ela tinha operado os peitos, eu acreditei por um tempo, mas a verdade é que foi um crescimento do nada, de uma hora pra outra. Com aquelas duas tetonas e a juba loira pintada, ela tem uma certa cara de patricinha, as poses que ela faz nas redes sociais não ajudam, nem as loucuras dela, por outro lado ela é uma das primeiras da turma. Não passa de um metro e sessenta e cinco, magrinha, a bunda é redondinha, igual uma maçã, ela é muito gostosa, isso eu falo mesmo sendo irmão dela, porque mais de uma vez eu fiquei de pau duro vendo ela de decote e tal. Tive que ver ela voltar toda quebrada no sábado de manhã, a maquiagem toda borrada, ela bebia água de gole em gole, me deu um dedo do meio quando tirei uma foto com o celular. De cara lavada, ela ganhava mais do que aquela parada. Minha mãe tava arrumando as malas pro dia seguinte, com a voz doce dela pediu pra gente não brigar. Minha mãe tava desde que meu pai anunciou que a gente ia embora deixando tudo pronto, era o jeito dela de botar pressão. Minha mãe é bem diferente da minha irmã, não chega a um metro e sessenta, uma mulher com curvas, cabelo castanho e olhos verdes e amáveis. Pros quarenta e três anos dela não tem uma ruga, também não tem um quilo a mais, embora não seja magra, é bem proporcionada pra uma mulher, pelo menos no meu padrão, peitos bons, não iguais aos da Sonia, desafiando a gravidade, mas meio caídos, e com a bunda é a mesma coisa, mas pra ser dona de casa tá muito boa. Além disso é muito gostosa, mais que minha irmã, ou qualquer mulher que eu conheça, tem uma cara dessas que parece doce, com cara de santa e ao mesmo tempo extremamente sexy. Os lábios carnudos e o sorriso perfeito combinam com os olhos verdes grandes, ao contrário da Sonia, também não costuma se maquiar. Mais de um amigo meu já ficou olhando com cara de bobo de vez em quando e eu tive que dar uns cascudos. Tava terminando de colocar na geladeira as marmitas com as coisas pra viagem, tinha deixado a janta daquele dia já pronta. É a mãe perfeita. A gente levantou às sete, pelo menos eu e minha irmã, meu pai já tava acordado há um tempo. Tava rondando pela casa de bermuda, apressando todo mundo, isso também se repetia ano após ano, aquele estresse de última hora e o que vinha depois. No momento em que meu pai sentou no volante começou a transformação final, virou grito e reclamação constantes pra todos os motoristas que a gente ia cruzando. Marcavam umas veias na careca dele, dava até medo, embora fosse um homenzinho com barriga de cerveja e meio calvo, de quarenta e cinco mas aparentando dez anos a mais. O contrário da minha mãe, naquele dia tava usando um vestido leve de gaze verde, curto, acima dos joelhos, a pele dela continuava Branca, pois minha mãe ainda não tinha tido um momento de descanso ao sol. O decote do vestidinho também chamava atenção, deixava à mostra um peito bem pronunciado, e claramente minha mãe não estava usando sutiã naquele dia. Arrancamos finalmente, meu pai dirigia, minha mãe com ele na frente, minha irmã e eu atrás, ela atrás do meu pai e eu atrás da minha mãe. Sônia colocou uns tampões de ouvido e logo pegou no sono, se livrando assim da sequência de xingamentos que meu pai soltou assim que encontramos o primeiro engarrafamento, o da saída. Avançávamos como a deriva continental, a massa de gente e carros, o calor começava a aumentar a cada minuto. Meu pai suava mais de raiva do que qualquer outra coisa, minha mãe aumentava a potência do ar-condicionado, o velho carrinho não dava mais conta. Ficamos um bom tempo parados quando percebi. À nossa direita tinha um caminhão, grande, cabine branca na mesma altura do carro. Meu pai se inclinava pela janela dele, olhando para o fim da longa fila de carros. Vi o perfil da minha mãe, ela olhava pela janela dela, também aberta, olhando para cima. Segui a linha do olhar dela e entendi o que ela estava vendo, ou melhor, quem. Devolvendo o olhar dela — prefiro pensar que ele começou — estava o caminhoneiro, pele morena queimada de sol, uns olhos claros, de um azul quase acinzentado, cabeça raspada. Percebi a tatuagem no braço, apoiado na janela, um braço forte, era uma águia, parecia de algum país do leste europeu. Tinha uma certa cumplicidade na troca de olhares, dava pra ver o cara sorrindo, e na minha mãe eu percebia o mesmo gesto. Depois notei como ela se espreguiçava no banco, claro que, visto do ângulo do caminhoneiro, o movimento da minha mãe teria exposto mais o peito dela, ela estava mostrando o decote. Pra ter certeza, olhei com cuidado pro homem, ele lambeu os lábios, definitivamente estavam flertando. Meu pai distraído, minha irmã dormindo e minha mãe brincando com um desconhecido, que jeito de começar as férias. O jogo continuou, o cara mostrou os bíceps num movimento forçado, minha mãe colocou a língua pra fora. A mão direita dela foi até a alça do vestido e deixou cair. Uma olhada rápida bastou pra minha mãe ter certeza de que ninguém a via, exceto eu, que fingi estar mexendo no celular, mas na verdade tava de olho nela. O caminhoneiro tava mais debruçado de repente, o filho da puta também tinha um peitoral forte. Minha mãe fez o que nós dois esperávamos, eu e o outro, como um raio, deixou o peito dela no ar, vi a carne de um ângulo precário, o caminhoneiro pegou uma visão melhor. O trovão de buzinas fez a teta voltar pro vestido, tinha um espaço na frente do caminhão, ele avançou. O último gesto do caminhoneiro me deixou claro que minha mãe tinha esquentado ele, ele agarrou o braço duro, os lábios dele disseram "slut". Quando ele terminou de passar por nós, minha mãe ainda seguia o motorista com os olhos, eu reparei na placa, "Ro" embaixo do círculo da União Europeia, o veículo era romeno, supus que o motorista também era. A cena do carro tinha passado despercebida por todo mundo, exceto pela minha mãe e por mim. A viagem continuou, a autoestrada finalmente des congestionou, pegamos um pouco de ritmo, umas dez menos pouco minha irmã acordou. Com o avanço, meu pai tinha se acalmado um pouco, olhou o relógio e anunciou: - Lá pelas dez e meia a gente para, assim descanso um pouco e como alguma coisa. - Todos concordamos. - Depois a gente segue até chegar. Fizemos isso, um pouco depois da hora combinada paramos num posto de gasolina. Meu pai parou longe da entrada, mas perto de umas mesas de camping que tinha do lado de fora. Levamos sanduíches e uma caixa térmica, descarregamos aquela tralha e ocupamos uma mesa. Minha mãe, como se nada tivesse acontecido, distribuiu os sanduíches, ainda embalados ela sabia qual era de cada um. Era a mulher de sempre, mas há uns quarenta e cinco minutos ela tinha sido uma slut Piranha provocante pro caminhoneiro. Tentei não ligar pra isso. - Vocês precisam ir ao banheiro? Algum? Meu pai nos interrogou. Sonia balançou a cabeça. — Eu vou, já já. — Minha mãe deixou um pouco menos da metade do sanduíche no papel alumínio. Ela já estava se afastando pelo estacionamento, em direção ao prédio da cafeteria e loja de tudo que ocupava a maior parte do lugar, mais adiante tinha um posto de gasolina solitário. — Você não precisa ir? — Meu pai me perguntou. — Ora, isso quem sabe sou eu. — Respondi com um pouco de arrogância. — Olha que não vamos parar de novo. — Levantei e comecei a andar. — Como eu conheço você, filho. — Meu pai finalizou. Segui o mesmo caminho que minha mãe, entrei no lugar, estava lotado, cheio de gente andando sem rumo. Minha mãe tava de butuca na porta dos banheiros, o feminino tinha uma fila enorme na frente da porta, o masculino não. Entrei e fiz o meu, lavei as mãos, um moleque tava na pia do lado, com o pai dele, me trouxe lembranças. Quando saí, minha mãe não tava mais de butuca, mas a fila quase não tinha andado, minha mãe saía pela porta. Andei atrás, vi que ela tava indo pro posto, atravessou um estacionamento de caminhões, tinha uns dois reboques parados lá. Meus olhos ainda estavam nela quando o cara apareceu por trás, era mais alto que ela, camiseta regata, pele morena. Agarrou a bunda da minha mãe com as duas mãos, ela, de susto, se virou de repente. O susto passou rápido, ela ria com cara meio boba. Afastou o cara com o braço e seguiu caminho, o outro alcançou ela de novo e agarrou de novo. Ela não resistia, nada disso, só olhou pra trás, pra garantir que ninguém tava vendo. Eu tava parado na porta da cafeteria, no meio do fluxo de gente entrando e saindo, ela não me viu. Ela se deixou levar pelo outro, continuaram indo pra parte de trás do posto. Segui eles de longe, entraram no banheiro, no masculino. Cheguei na porta, suja, de plástico, prendi a respiração e ouvi a risada da minha mãe. Abri com cuidado e atravessei a entrada, não encontrei a... ninguém, mas a porta de um dos cubículos ainda tremia, com uma batida trancaram o ferrolho. Me enfiei no outro, único cubículo que tinha, e de novo ouvi as risadinhas brincalhonas da minha mãe, depois a voz dela, meio diferente do normal. — Não sei nem seu nome. — Ela disse com um tom cheio de tesão. — Nunca fiz isso com um homem sem saber o nome. — Me chamo... — O cara tinha o sotaque típico da nacionalidade dele, além de uma voz grave meio anasalada. — Cala a boca, não quero saber. — Minha mãe cortou ele. — Não tenho muito tempo, então vamos nos apressar. Sem me segurar, subi em cima da privada e me espichei por cima da divisória de madeira, cheia de frases obscenas. Todas aquelas escritas não eram nada comparado com o que eu estava prestes a ver. Minha querida mãe, com aquela cara de santa, acariciava o corpo do caminhoneiro enquanto ele tirava a camiseta. Ela beijou o torso dele, suado e claro em contraste com o pescoço e os braços, parecia que eu tava vendo uma puta qualquer. Mas era a minha própria mãe, que agora tirava o vestido, soltando as alças dos ombros e deixando cair pelo corpo até tocar o chão sujo. O corpo dela era mais branco que o do caminhoneiro, exceto pelos mamilos, escuros e enormes, nas tetas dela que pendiam um pouco. Ele não hesitou, se agarrou nela, se beijaram como animais, as línguas deixavam fios de saliva quando se separavam. Minha mãe se abaixou, sem ele falar nada, tirando as tetas dela da boca dele, quando ele começava a chupá-las. As mãos dela agarraram a cintura elástica da calça de moletão que o caminhoneiro usava, puxaram pra baixo de uma vez, apareceu uma cueca branca meio desbotada, ela também puxou até os joelhos. A pica do cara tava meio dura, saindo de uma moita de pelo preto, minha mãe pegou nela, começou a masturbar ele. A cabeça apareceu quando ela puxou a pele, já dava pra ver a umidade na ponta, meus olhos seguiam a aliança de casada na mão direita dela. O pau do caminhoneiro ganhou tamanho, e principalmente grossura, na mão da minha mãe, deu umas lambidas tímidas, era a única coisa tímida que tinha feito na manhã toda. — Adoraria te chupar todinha. — Começou olhando o outro nos olhos, tamanha era a atenção que dava ao amante que nem me via espiando. — Mas não tenho tempo, então dá uma chupada rápida e mete, beleza? — Sim, putinha, tô morrendo de vontade de te comer. — Respondeu o outro, pegou ela pela nuca e puxou pro pau. Minha mãe enfiou na boca de uma vez, os lábios apertando aquele membro grosso, dando tudo de si na garganta. Chupou, ou melhor, comeu até o pau do outro sumir na goela dela. Soltou, todo babado, e se levantou. — Pau grosso e suadinho, do jeito que eu gosto. — Passou a mão no torso nu, era forte, mas sem tanquinho nem nada. — Que homem, de onde você é? — Romênia. — Eu já sabia. — Vai ser o primeiro romeno que eu como. — Virou de costas e se apoiou na parede, baixou a calcinha até os joelhos, a buceta dela tava molhada, coroada de pelo preto. — Mete forte, e antes de gozar me avisa. O romeno agarrou a bunda da minha mãe com as mãos de caminhoneiro, amassou bem. Apontou o pau e enfiou de uma vez, minha mãe gemeu de prazer. Comeu ela com força, como ela tinha pedido, a mão esquerda nas costas dela, esmagando contra a parede, a direita segurava a bunda e de vez em quando dava uns tapas. Minha mãe suspirava e grunhia no começo, e aos poucos começou a gemer. Pedia mais pro caminhoneiro, que batia com a boca com força na bunda dela. Ela gemia cada vez mais alto e ele urrava, metendo com toda a força, que não era pouca, fazendo tremer toda a carne da minha mãe. — Porra, caralho... — Seguiram sons impossíveis de repetir e minha mãe gozou, com o pau do romeno enfiado, ele continuava metendo. — Para, para. — Ordenou. — Não quero que goze dentro. — Se separaram, os dois pingando suor, o banheiro fervia. —Deus — minha mãe jogou a juba molhada pra trás —, como eu tava precisando de uma boa trepada. Todo ano tenho que esperar até as férias, esse ano já começou com o pé direito. Ela se abaixou depois da pequena confissão. — Nossa, que grossa que ela é... — Pegou o pau dele de novo e levou à boca. — Vamos provar o leite romeno. Chupou ele de novo, dessa vez pra fazer ele gozar. Já tinha dado umas engolidas fundas, umas lambidas nos colhões, que eram bem grandes por sinal, quando bateram na porta do banheiro. Foram tão fortes que o trinco frágil cedeu. — Andrei! — exclamou um gordo parado na porta. — O que você tem aí? Andrei não respondeu, nem minha mãe, que tava recebendo na cara os jatos de porra do romeno. — Porra, dona, ele deixou sua cara bonita. Eu ainda não tinha sido descoberto, ninguém olha pra cima quando o show é no chão. Consegui ver atrás do gordo outro cinquentão magro, todos eram caminhoneiros e se conheciam, isso era claro. O gordo afastou o romeno. — Eu, gostosa, vi você chegar com seu marido e seus filhos. — Levantou o olhar pra minha mãe, segurando o queixo dela. — Eles tão lá fora, vou chamar? O gordo queria brincar. — Não, mas não tenho muito tempo, então puxem os paus que eu dou uma rapidinha. Minha mãe me deixou gelado. O romeno já tinha terminado, mas não foi embora, ficou olhando minha mãe, que nem uma penitente se aproximou da entrada do cubículo pra dar espaço pros dois recém-chegados. Os dois baixaram as calças sozinhos, puxaram dois paus murchos, e minha mãe ia dar a rapidinha quando a porta rangeu. Ela viu todos os convidados fugirem como ratos covardes e, quando olhou pra porta, ficou pálida e gelada, porque eu tava parado, olhando com cara de ódio diretamente pra ela. Ela tava com uma cara de pânico total, gaguejando, não conseguia falar de tanto medo de ser descoberta por mim, queria se explicar. mas não conseguia falar por causa do medo que tava sentindo –P...P...Por fa...favor Céu...não...não con...ta na...da pro seu...seu pai...por fa...favor. Disse assustada e de repente vi os olhos dela arregalarem e a boca ficar aberta me olhando pasma como se não acreditasse no que via. Eu me virei pra trás porque pensei que era meu pai ou minha irmã, mas o que ela olhava era a ereção enorme que eu tinha fazendo uma barraca gigante na minha calça. Depois daquele susto, ela lambeu os lábios e mordendo o lábio de baixo disse o que nunca imaginei que minha mãe diria –Mmmmm Marquito, acho que já sei o que posso te dar pra você guardar segredo do que viu agora. Disse ela sem tirar os olhos da minha virilha e me chamava com o dedo pra eu chegar perto dela e nunca pensei que minha mãe faria o que fez. Assim que eu cheguei perto, ela colocou as duas mãos na minha calça acariciando bem na parte onde meu pau fazia pressão pedindo pra ser solto –Mmmm Siii Marcos, você tem algo muito interessante aqui dentro. Eu te fodia se tivéssemos mais tempo, mas por enquanto vou só provar essa maravilha que você escondeu longe dos olhos da mamãe. Dizia enquanto ansiosa abria o zíper da calça pra depois meter a mão fazendo meu pau sair da cueca e rapidamente aparecer pela abertura pra minha mãe admirar. Ela tentou medir calculando o tamanho –Mmmm que pau lindo, céu, uns 25cm. Aproximadamente e 8cm de diâmetro, é uma maravilha como você escondeu isso da mamãe por tanto tempo. Dizia ela lambendo os lábios e abrindo a boca jogou a cabeça na minha virilha e engoliu a cabeça inteira enquanto mexia a língua por toda a circunferência recebendo as primeiras gotas grossas de líquido pré-seminal. Ela tirou o pau da boca me olhando e começou a saborear o líquido pré-seminal dentro da boca, engoliu –Mmmm Deus que delícia e nem quero imaginar o manjar que deve ser seu leite, piranha. Mmmm, fico com a buceta melada só de saber que vou tomar todo o leite do meu próprio filho, e sabe de uma? Assim que eu tiver um tempinho livre no apartamento, vou te foder como você nunca imaginou. Quero sentir isso dentro de mim o mais rápido possível. Disse voltando pra tarefa dela, mas dessa vez devoro a glande e alguns centímetros de pau, começando já um boquete de verdade, porque prepara bem e, quando tá pronta, empurra a cara com força na minha virilha e engole meio pau, sentindo claramente o barulho da garganta dela por não conseguir aguentar meu pau, e eu soube que ela tentou engolir ele inteiro e não conseguiu, mas isso não a impediu, e ela partiu pra cima de novo e acabou engolindo a outra metade. Depois, cumprida a missão, foi tirando e começou um boquete incrível que em menos de 5 minutos fez eu gozar dentro da boca dela, enchendo ela, e mesmo tendo engolido bastante leite, escapou pelo canto dos lábios dela minha gozada generosa, ela tentava pegar tudo que podia com a boca, o que não pegou, esfregou na pele dela enquanto arrumava a roupa e me dizia – Amor, me espera lá fora pra ver se não vem ninguém enquanto eu me arrumo direito. E eu saí do banheiro e fiquei esperando ela. Passaram uns 15 minutos e dessa vez ela saiu como se nada tivesse acontecido. Voltamos juntos pra minha família, já toda reunida, minha mãe terminando o lanche, meu pai guardando a nevera no carro, minha irmã no celular. Era como qualquer viagem dos dezoito anos anteriores, minha mãe tinha deixado claro que aquilo era a rotina de férias dela. Retomamos a viagem, não falei nada, claro, tava em choque. – O que foi, imbecil, viu um fantasma? – me provocou minha irmã já no caminho de novo. – Não enche o saco do seu irmão, Sônia. – interferiu minha mãe. – Você tá enjoado, filho, quer uma sacola? – Assim, de repente, ela voltava a ser a de sempre, uma mãe normal. Neguei com a cabeça, ela sorriu pra mim e, aproximando o rosto, disse: quer minha bucetinha molhadinha? E não sei por que fiz o que fiz, talvez pra ver a reação dela, mas... Eu assenti com a cabeça e ela olhou pra frente de novo, sorrindo. Encontramos outro engarrafamento e ela aproveitou que o carro tava parado, se virou de novo e encostou a mão na minha testa – Filho, parece que você tá com febre. Ela disse e avisou meu pai que ia aproveitar que a gente tava parado pra trocar de lugar, que ela vinha pra trás e a Sônia ia pra frente, porque eu não tava com boa cara e parecia que tava com febre. Não podia acreditar que ela fosse tão puta. Ela saiu do carro, foi pra trás, minha irmã desceu de má vontade e passou pra frente, e minha mãe foi pro banco de trás, onde eu tava. Quando meu pai deu a partida, ela subiu em cima de mim, no meu colo, mas antes tinha abaixado o zíper da calça e puxado minha rola pra fora. Fingindo que tava medindo minha temperatura, ela esfregava a boceta na minha rola inteira, e eu podia ver o rosto dela se mordendo de tesão pra não gritar e gemer, porque minha rola tava percorrendo toda a fenda da boceta dela por cima da calcinha fio dental, abrindo ela de leve. Ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido – Acabou, papai, não aguento mais. Vou provar a pontinha, só a pontinha. Quando a gente chegar, você mete inteira. Ela cochichava no meu ouvido discretamente, com uma mão puxou a calcinha pro lado e continuou se mexendo. Quando a ponta passou pela entrada da boceta dela, ela fez pressão pra baixo, enfiou a cabeça e uns centímetros de rola, fazendo um esforço enorme pra não gritar enquanto se movia – Marcos, não aguento mais, quero ela toda. Deixa comigo, tenho uma ideia. Ela sussurrou no meu ouvido e continuava medindo minha temperatura com a ponta da minha rola dentro da boceta dela. Antes de chegar, – Amor, rápido, encosta o carro num canto que vou levar o Marcos naquele bosque, ele quer vomitar, vai vomitar. Ela gritou desesperada, fazendo um teatrinho digno de novela, e meu pai jogou o carro pro lado. Ela tirou a rola da boceta rápido, sem conseguir segurar um – Uhhh. E assim, sem nem arrumar a calcinha, saiu disparada em direção a um bosque que tinha na beira da estrada, comigo de mão dada. A gente entrou no meio do mato, bem onde ninguém via. Não fomos vistos por ninguém que passasse, nem pelo carro. Lá, ela se apoia de costas contra um carro e levantando a bunda – Vamos, amor, vamos, Marcos. Me fode agora, enfia ela toda, não aguento mais, buceta não aguenta só com a pontinha, quero ela inteira. Ela me dizia, a putinha, e abria as nádegas com dois dedos, me mostrando a buceta escorrendo de tesão. Eu, já completamente louco de tesão por essa situação, me coloco atrás dela, pego no rabo dela e aponto meu pau pra buceta dela. Ela, agarrada na árvore, começou a gritar de dor e prazer ao se sentir completamente empalada pelo meu pau. Meu pau enterrou tudo de uma só vez dentro da buceta dela – Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Meu Deus, Sim, Assim, Sim, Assim, Minha Vida, Assim, Me Fode, Assim, Marcos, Você é o Melhor Papai, Você é o Melhor! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Ela gemia enquanto meu pau não parava de entrar e sair da buceta dela, encharcado. Era uma fodida brutal, e ela curtia como uma puta, pedia mais, pedia pra Marcos foder ela, que ela seria a puta dele e que ele soltasse toda a porra dentro da buceta. Carla estava mergulhada na melhor fodida da vida dela, e era o próprio filho dela que estava dando pra ela, enquanto ela levantava mais a bunda pra que o filho pudesse foder melhor e mais forte. Carla estava entregue ao Marcos, e ele estava como possuído, investia com muita força contra a mãe dele, e Carla sentia como o filhinho Marcos fodia com força a buceta maltratada dela com o pau enorme dele, e ela só se limitava a gemer, berrar e gritar como uma puta faminta de pau – Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Meu Deus, Sim, Assim, Filho, Assim, Me Fode, Assim, Marcos, Me Fode, Inteira, Me Arrebenta a Buceta! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Ela gritava sem censura nenhuma. Nisso, sentiu como o pau do Marcos começou a inchar e a pulsar dentro da buceta dela. buceta que não parava de jorrar fluidos Marcos estava prestes a gozar e ela ia sentir pela primeira vez como o sêmen enchia a buceta dela por completo -Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Sim. Siiim Assiiim Siiim Assiiim Me Dá Papiiii Me Dá Siiim Me Dá Tudoooo Papiiii Siiim Queee Gostosooo Siiim Queee Gostosooo Fodeee Marcoooos Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Ela gemia e mal terminou de falar isso no meio da foda selvagem sente como o filho começa a gozar dentro dela sem diminuir o ritmo ela sente o sêmen do filho no fundo da vulva se sente cheia tomada por um orgasmo como nunca teve quando pensou que tudo tinha acabado Marcos não diminuiu o ritmo a foda continuou como se ele não tivesse gozado dentro dela que não parava de gritar -Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Meu Deeeus Siiim Queee Machooo Meu Deeeus Siiim Queee Forçaaa Me Fodeee Maiis Queridoooo Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Aaaahhhhhhh! Ela gemia quando o filho nunca parou de fodê-la desde que enfiou depois de mais vinte minutos a pica do filho voltou a pulsar e gozou de novo dentro da sua mãe gostosa Carla ficou com a buceta transbordando de sêmen do filho gozando como uma verdadeira puta quando o filho decide tirar a pica da buceta dela ela acha que já tinha acabado tudo que o filho tinha dado a foda da vida dela mas não foi assim assim que Marcos tirou a pica da buceta da mãe olhou pra ela e sério disse -Agora no teu cu vaca! E enfiou sem dó pelo cu Carla deu um grito profundo de dor ao sentir a pica do filho partindo o cu dela -Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Meu Deeeus Nããão Por Aíii Assiiim Nããão Dóiii Marcoooos Dóiii Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Ela gritava -Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Aaaaiiiiiiiiiii! Meu Deeeus Marcos Meee Táa Arrebentandooo Oo Cuuuuuu ¡Aaaaaiiiiiiiii! ¡Aaaaaiiiiiiiii! ¡Aaaaaiiiiiiiii!. Depois, já com o cu arrebentado, Carla começou a gozar a fodida de cu que o filho dela tava dando — ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! Deeeus Siim Assiiim Deeeus Assiiim Me Fodeee Céuuu Me Fodeee Deeeus Marcoooos Siim Comoo Me Deixaa Louca Siim Filhooo Fode O Cuuoo Da Sua Mãe ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh!. Ela gemia e Marcos pegava no rosto dela e puxava pra perto pra beijar a boca da mãe, ela enfiava a língua toda safada e soltou um gemido gostoso quando sentiu a pica do filho explodir dentro do cu dela, Marcos tava enchendo o cu dela de porra, ela teve um orgasmo delicioso — ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! Deeeus Siim Assiiim Papai Me Enche Assiiim Siim ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh! ¡Aaaahhhhhhh!. Carla gemia e foi a última coisa que ela disse antes dos meus lábios pegarem de surpresa a boca ofegante dela, depois ficamos um tempinho nos beijando, ela passa a mão no meu rosto, acaricia minha cabeça — Te amo, céu, você é divino, isso não tem comparação com nada, em casa quero mais. Ela falou, se jogando em cima de mim pra me beijar — Vamos voltar, céu, que se o teu pai ou a tua irmã vierem nos procurar. Ela disse, porque a gente começou a foder e perdeu a noção do tempo. A gente se beijou de novo, arrumou as roupas e voltou pro carro, que rapidamente pegou a estrada de novo. Finalmente em Alicante, subimos as coisas pro apartamento. A escuridão era quase total, com as persianas abaixadas. A gente ocupou os quartos de sempre. A Sônia começou a se arrumar pra sair, ela não perdia uma, era a única razão dela vir, tinha amigas lá e queria queimar a noite. Meu pai preparava o equipamento de praia pro dia seguinte. Minha mãe improvisava o jantar com o que a gente tinha trazido, teria que ir fazer compras no dia seguinte. — Vem comer, amor. Ela apareceu na porta. a porta do meu quarto. Segui sem dizer uma palavra pra ela, o que eu podia dizer. Jantamos.
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