Bem-vind@ à terceira parte da rota de Eros!
O capítulo anterior finalmente deu início à tão esperada estadia na Toca, e continuamos por lá nestes capítulos 4 e 5. Como já falei, a história e as partes mais explícitas se misturam de forma diferente em cada um deles. De qualquer forma, se vocês quiserem ler mais de um ou outro tipo de conteúdo no futuro, não hesitem em pedir.
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADEEspero que você curta.4. Céu
Na manhã seguinte, Harry acordou tarde, cansado pelo que tinha rolado na noite anterior, e já não tinha mais ninguém na cozinha quando foi tomar o café da manhã com o que os outros tinham deixado. Enquanto comia umas salsichas frias com um pouco de suco de abóbora, ouviu uns passos vindo da escada.
— Bom dia, dorminhoco — ouviu Hermione dizer, que se aproximou pra dar um beijo na bochecha dele, encostando os peitos nas costas dele. — Dormiu mal?
— Oi-oiá, Herm. Não é isso, só tava com muita coisa na cabeça e demorei pra pegar no sono.
— Já imagino — sorriu Hermione. — Pois é, você perdeu o passeio pro rio, a família toda foi.
Harry reparou que a amiga ainda tava de camisola branca, a que ela usava pra dormir. Mesmo sendo folgada, deixava pouco pra imaginação, e o jovem bruxo teve que se distrair olhando pela janela pra não ficar de olho fixo nas pernas compridas de Hermione.
— E você, o que tá fazendo aqui? Não sou o único com problema pra dormir, pelo visto.
— Não é que eu tenha dormido muito, pra ser sincera — disse Hermione, com o olhar fixo nas nuvens que dava pra ver pela janela e um sorriso no rosto —, mas prometi pra Fleur que ia acompanhar ela pra fazer exercício esta tarde.
— Se vocês quiserem, posso ir junto, nunca é demais um pouco de esporte.
— Claro! Legal, a gente fala com ela depois. Por outro lado, já que estamos aqui, queria falar com você em particular.
— Sem problema, que tal a gente dar uma volta pelos arredores pra ninguém interromper?
Hermione saiu pela porta com Harry tentando levantar o olhar pra não ficar olhando pra bunda da companheira. Ele queria resolver as coisas, e isso só ia piorar. Não se reconhecia com aquela atitude. Depois de um tempinho andando pelo jardim, Hermione começou:
— Olha, Harry, não sei bem como te dizer isso. Acho que você deve ter me notado estranha nos últimos meses, e acho que nós dois sabemos por quê.
— Acho que sim. É uma coisa que me dói muito, não... Quero perder a amizade que a gente tem.
Exato! Eu penso a mesma coisa, e quero fazer de tudo pra que isso não aconteça. Vou ser clara — disse Hermione, séria. — Eu tenho alguma culpa de vocês, a Gina e você, terem terminado?
Harry não esperava uma pergunta tão direta e gaguejou na resposta.
O quê? Não, por que...? Por que você teria culpa de alguma coisa? É uma parada nossa, então não se preocupa.
Harry, você me conhece há muitos anos. Devia saber que não sou tão burra assim. Vocês terminaram depois daquela noite na biblioteca. Algo aconteceu, mas não consigo entender direito. Tinha um clima estranho no ar.
É verdade que a gente terminou no dia seguinte, mas não é culpa sua de jeito nenhum. A Gina ficou puta por eu ter ficado olhando pra você, não quis nem me ouvir.
Você tá dizendo que a Gina te largou porque te viu me olhando?
Digamos que ela viu... — ele não sabia como dizer. — Ela viu que eu tava de olho numa parte específica de você — respondeu Harry, envergonhado.
Hermione baixou o olhar e, depois de um segundo, ergueu de novo para os olhos de Harry.
Vocês são o pior, juro. São só dois pedaços de carne — disse Hermione, rindo. — Não acredito que ela te largou só por isso, tem algo que você não tá me contando.
Hermione, isso me dá muita vergonha — disse Harry, corando.
Acho que não é pior do que dizer pra sua melhor amiga que você não para de olhar pras tetas dela — riu Hermione.
Eu não falei... — Harry olhou pra Hermione, que ria. — Tá bom, a gente devia ser sincero, então lá vai. A Gina tava... brincando comigo debaixo da mesa, e ela viu que eu tava com o olho fixo no seu peito bem na hora que...
Hermione fez cara de surpresa e baixou os olhos um instante pra virilha de Harry.
Nossa, Harry. Não imaginava vocês fazendo essas coisas, e na minha frente! — disse Hermione com uma risada nervosa. — Então você gozou enquanto olhava pra mim, ou gozou porque viu...? Não, não! Desculpa, não responde isso, não faz sentido eu ter perguntado, foi mal — disse ela, apressada.
Ver suas tetas saindo de... Esse suéter fez com que eu não conseguisse mais me segurar. Queremos ser sinceros, né? Foi o que aconteceu. Não tem muito mais o que dizer.
Nossa, então... – Hermione não sabia o que responder pra aquilo –. Obrigada por ter me contado, agora entendo melhor. Vou falar com a Gina quando ela voltar, é o mínimo que posso fazer. Não passa de uma criancice, não é?
Pode ser, mas pra ela não pareceu. Sinto muito por tudo que aconteceu, Hermione.
Não tem problema, eu entendo. Acho que de agora em diante tudo vai voltar ao normal, pelo menos enquanto a gente continuar sendo sincero, né? – disse a garota sorrindo.
Com certeza, não tem nada que eu queira mais. Pelos velhos tempos!
Pelos velhos tempos!
Harry se adiantou pra abraçar a amiga. Os dois estavam sorrindo. O bruxo estava muito feliz por ter resolvido as coisas. O abraço durou mais de um minuto. Harry podia sentir a cabeça da amiga apoiada no peito dele e a pressão dos peitões enormes dela no torso. Tentou lutar contra os instintos, mas foi inútil. Amaldiçoou mentalmente a pouca experiência que tinha com garotas, e a ereção foi crescendo rapidamente. Logo estava pressionando a barriga da Hermione, que dessa vez não tentou se afastar. Quando se separaram, a amiga ficou olhando pro volume na calça do Harry e, pra surpresa dele, riu e disse:
Talvez a gente devesse trabalhar um pouco nessa sua mania de querer me empalar toda vez que eu chego perto de você. Não sei se a Gina vai achar muita graça.
Desculpa, isso é patético – respondeu Harry tentando se esconder.
Não se preocupa, Harry – ela continuava rindo –. Você pediu sinceridade, e não tem como você mentir pra mim estando... assim. Vamos voltar antes que você estrague essa calça branca.
Safada... – riu Harry, enquanto tentava alcançar a amiga, que já tinha saído correndo em direção à Toca.
Naquela tarde, depois de se arrumar no quarto, Harry viu a Fleur e a Hermione aquecendo no jardim, com conjuntos esportivos apertados que marcavam perfeitamente a silhueta delas. Não podia acreditar na sorte que tinha quando eles saíram correndo. Via de relance como os peitos delas balançavam, mesmo estando bem presos, e quando podia, ficava um pouco para trás pra dar uma olhada naquelas bundas magníficas.
Fleur contou pra eles seus planos pro futuro. Bill tinha voltado do Egito pra ficar, e a ideia era irem morar juntos num apartamento pequeno no centro de Londres. Ela parecia bem animada, mas Harry notou algo estranho no sorriso dela. Também contou o que ia rolar em Hogwarts naquele ano, que pela primeira vez ia aceitar alunos de intercâmbio, incluindo a irmã dela. Claro, a Hermione já sabia de tudo, mas Harry achou superinteressante saber disso, e se perguntou por que não tinha acontecido antes.
Quando terminaram, Hermione pediu pra Harry ajudá-la a melhorar na vassoura. Se despediram da Fleur e foram no galpão pegar a Firebolt do Harry. Hermione montou nela, mas parecia não conseguir manter o equilíbrio. Mal levantava voo e já caía de novo.
— Talvez me ajudasse montar com um profissional — disse Hermione.
Harry topou e subiu na parte de trás da vassoura dela, tentando manter distância da amiga. Aos poucos, foi deixando que ela controlasse mais a situação, e ela conseguiu se manter estável a uns dois metros do chão.
— Agora continua subindo, Hermione. Você tá mandando muito bem!
— Se eu continuar assim, não vou ter coragem. Segura você melhor — disse a morena enquanto se jogava pra trás na vassoura.
Hermione se aproximou o máximo que pôde, até que a bunda dela ficou encaixada entre as pernas do amigo.
— Me sinto mais segura se puder sentir o cabo da vassoura o mais perto possível.
Harry não entendia qual era o jogo da amiga, mas não ia ficar pensando muito nisso. Se endireitou na vassoura e puxou Hermione mais pra perto. Encaixou o pau, já bem duro, entre os glúteos da amiga e se inclinou pra frente, apoiando-se nas costas dela.
Harry ficou... Pareceu ouvir um gemido quando acelerou com a vassoura. A amiga dela pedia mais altura e velocidade aos gritos, enquanto que, de forma mais silenciosa, a bunda dela parecia pedir uma sessão de sexo pesado. Hermione parecia disposta a conseguir seu objetivo, mexendo a bunda pra cima e pra baixo ao longo do pau ereto do Harry. Os dois sabiam o que tava rolando, mas iam negar pra qualquer um que perguntasse no futuro. O que, pros outros, seria um treino simples com a vassoura não combinava com o quanto a calcinha da Hermione tava encharcada e o quanto o pau do Harry tava duro.
Depois de alguns minutos no ar, os gemidos da Hermione já estavam bem claros. Harry tava muito tesudo. A amiga apertava cada vez mais a bunda contra ele, mexendo cada vez mais rápido e deixando os dois sexos se encostarem o máximo possível. Hermione ficou sem fôlego quando os últimos roçares deixaram ela sentir o gozo inchando o rabo do melhor amigo dela, que depois estourou contra a bunda dela. Ela ouviu o suspiro do Harry e, com um sorriso de alívio, parou de se mexer, satisfeita, embora meio arrependida pelo que tinha feito.
Ao aterrissar, fizeram como se nada tivesse acontecido. Tinha sido só um voo de dois amigos.
— Muito obrigada, Harry. Você é um ótimo professor. Espero que continue me ensinando no futuro.
— Claro! Na próxima vez, você já pode ir sozinha.
— É possível, acho que tô adquirindo muitas habilidades ultimamente.
5. Marionetes
Naquela noite, Harry ainda não conseguia pegar no sono. Pensava no Rony, que já tinha ido pra ronda noturna de sempre com a Hermione, e se a morena ia ser capaz de contar alguma coisa sobre o que tinha rolado naquele dia. Além disso, naquela noite o Rony ia dormir com ela, já que os pais dele iam sair muito cedo pra buscar a Gina, que chegava do Brasil, e não iam acordar eles nos quartos.
Depois de muitas reviradas na cama, decidiu descer pra cozinha pra preparar um infusão que ajudasse ele a dormir. Ele se surpreendeu ao ver que a luz estava acesa. Ao chegar, cumprimentou Molly.
— Boa noite, senhora Weasley.
— Oi, Harry, o que você está fazendo acordado? Hoje o Arthur está de plantão no Ministério, e ainda estou deixando tudo pronto pro grande almoço de amanhã. Finalmente vamos estar todos juntos! — disse ela, animada.
— Não consigo pegar no sono. Se possível, gostaria de ajudar. Pode ser que me faça bem cansar um pouco — disse Harry com uma careta.
— Não vou recusar um rapaz tão prestativo! — riu Molly. — Você poderia pegar umas berinjelas no galpão.
— Já volto.
— Muito obrigada, querido.
Harry saiu pela porta da frente e atravessou o jardim até o galpão. Quando voltava com as berinjelas, reparou na luz que saía do quarto do Bill. Ele pôde ver, contra a parede, umas sombras se movendo ritmadamente. Não se ouvia nada, mas Harry só conseguiu pensar que, pelo visto, Fleur compartilhava o gosto da Hermione por aulas de quatro.
Assim que voltou pra casa, Harry foi até a cozinha e parou na porta. Na frente dele, a senhora Weasley estava de joelhos limpando o chão. Da posição dele, Harry pôde ver como ela tinha levantado a saia. Na sua frente, tinha uma visão direta da bunda da mãe do melhor amigo dele, coberta só por uma calcinha fio dental preta, muito menor do que Harry jamais imaginaria. Ele ficou surpreso como uma mulher que já tinha tido 7 filhos mantinha a forma tão bem. Enquanto pensava nisso, Molly viu no reflexo do forno o jovem bruxo e se virou pra agradecer. Naquele momento, percebeu o que Harry estava olhando. Ela abaixou a saia, envergonhada, e se levantou, meio corada.
— M-muito obrigada, Harry. Você é uma grande ajuda. Pode ir dormir, eu cuido do resto.
— Gostaria de ajudar mais, senhora Weasley. Não estou com sono e é muito trabalho pra senhora sozinha.
— Tem certeza? Como quiser — respondeu Molly, meio atordoada.
Ficaram quase uma hora Preparando o banquete do dia seguinte, quase sem falar nada além de dar e receber instruções, até que Molly perguntou:
— Gostou do que estava vendo?
— As couves? Este ano parecem mais saborosas — respondeu Harry, sem entender a que ela se referia.
— Não é disso que estou falando, e sim... Daquilo que você estava olhando tão fixamente antes.
Harry ficou vermelho como um tomate, não dava pra passar tanta vergonha naquele momento.
— Ah... Eu só estava vendo como a senhora... limpava, dona Weasley — disse, hesitante.
— Sim, é verdade — disse Molly, lançando um olhar para o corpo de Harry. — Mas você parecia mais interessado em outra coisa.
— N-não sei do que a senhora está falando — respondeu Harry, apavorado.
— Sabe de que cor é minha calcinha?
Harry hesitou antes de responder. Não sabia o que aquela mulher queria.
— Preta, dona Weasley. Me desculpe muito — Harry se viu, de repente, cheio de coragem. — Achei que era a Fleur que estava no chão.
— Fleur? Por que você ia...? — começou Molly, antes de perceber o elogio.
A senhora Weasley gostou do que Harry disse. Gostou muito. Gostou demais. E o jovem bruxo percebeu na hora, quando viu como, em questão de segundos, a mãe da sua ex-namorada, a mãe do seu melhor amigo e a pessoa que melhor o tratou naquele mundo se abaixou, puxou a calça do pijama dele para baixo e enfiou metade do pau dele na boca.
Ele não percebeu o que estava rolando até alguns segundos depois.
— Dona Weasley, a gente não pode fazer isso... Uf... Se alguém nos visse...
A mãe do Ron o fez calar colocando um dedo nos lábios dele, sem parar de lamber tudo o que estava ao alcance. Harry sentiu o pau crescendo dentro da boca dela, até o ponto em que a ruiva já não conseguia mais dar conta, apesar dos esforços dela e do que parecia ser uma garganta muito bem treinada. Era justamente essa experiência que estava tornando muito difícil para Harry segurar.
Agora ele entendia de onde a Ginny tinha herdado aqueles lábios tão carnudos. Pareciam feitos especificamente para dar prazer a um Cara. O que não dá pra herdar é a técnica. Mesmo sendo inexperiente, Harry percebia perfeitamente a diferença. A Gina botava muita vontade e fez ele se divertir, mas não se sentia à vontade com o que fazia e mostrava ser uma novata. Já a senhora Weasley, porém, trabalhava com a boca como a melhor das profissionais. Isso só vinha da vontade de chupar e das milhares de boquetes que já tinha dado na vida.
Harry estava curtindo uma das melhores experiências da vida dele. Olhava pro chão e não acreditava. Via perfeitamente a luxúria nos olhos da senhora Weasley enquanto ela passava a língua no pau dele uma e outra vez, tudo bem em cima daquelas tetonas enormes. Ele achou que o tamanho era por ter tido vários filhos, mas depois pensou na Hermione e percebeu que não precisava ser mãe pra crescerem tanto.
Os lábios da senhora Weasley continuavam percorrendo o pau inteiro dele, alternando com a língua, cada vez mais rápido. Depois de desistir de enfiar a rola toda na boca, Molly segurou a base do pênis com uma mão quente e bateu uma punheta gostosa no Harry enquanto chupava sem parar tudo que os dedos não cobriam. O bruxo estava no paraíso, não ligava mais pra nada além daquilo. Agarrou a cabeça dela com uma mão, preparando ela pra receber toda a porra que merecia pelo trabalho. A ideia de gozar na boca da mãe do melhor amigo deixou ele ainda mais excitado.
Ufa! Como a senhora chupa, hein, senhora Weasley. A senhora é uma puta de verdade – Harry já não se controlava mais. – Se prepare pra sua recompensa.
Harry estava prestes a gozar quando Molly tirou o pau dele da boca e, com fios de saliva ainda ligando os dois, disse:
Ah, não, Harry. Eu tava pensando em outra coisa – falou, enquanto o obrigava a deitar no chão.
A ruiva subiu em cima dele e agarrou o pau de Harry, duro como aço. Apontou rápido pra boceta dela. Harry era virgem, mas tava tão tarado... que não importava que fosse a primeira vez dela. A Sra. Weasley afastou o tecido da calcinha fio dental pra deixar entrar o pau de Harry, que ela guiava com a outra mão. Um instante depois, Harry sentiu a cabeça do pau encostar nos lábios da buceta de Molly e abrir caminho por eles pra entrar naquela ppk quente e molhada. Apesar dos anos de experiência da mulher, a rola de Harry era tão grossa que o caminho parecia bem apertado.
A Sra. Weasley deixou Harry entrar bem devagar lá dentro, aproveitando a maior vara que já tinha provado, até sentir as nádegas dela encostarem nas pernas do melhor amigo do filho. Ela desejou com toda força que o aparelho do marido tivesse aquele tamanho.
Tavam no momento ideal, juntinhos por completo, com cada centímetro daquela pica enorme dentro dela. Antes de começar a rebolar, Molly ergueu o olhar pro teto por instinto, e quando começou a baixar viu que o relógio da cozinha mostrava que Arthur tava na Toca.
Ao ver a cara de susto de Molly, Harry virou a cabeça e entendeu tudo. Tentou se levantar, mas a Sra. Weasley segurou ele e obrigou a se arrastar um metro pra direita, ainda dentro dela. O bruxo não entendia nada.
— Rápido, preciso disso — disse Molly apressada. — A gente tem tempo.
— Mas, Sra. Weasley, seu marido...! — ele parou pra evitar um gemido. A ruiva tinha começado a foder ele sem pedir licença, com uma raiva descontrolada.
Harry tinha perdido todo o controle. A Sra. Weasley tapou a boca dele com uma mão enquanto subia e descia num ritmo alucinado, mordendo o lábio e de olhos fechados. Dava pra ver perfeitamente o quanto a mulher tava com tesão pela cara dela, mas sem dúvida era o quanto a ppk dela tava encharcada que confirmava. Ele não conseguia pensar muito além do prazer de sentir aquela pedaço de mulher passar uma e outra vez na vara dele.
Quando ela acelerou o ritmo, a única coisa que ele pensou foi se agarrar algum lugar. Por sorte, a senhora Weasley tinha uma boa solução, então não hesitou em agarrar cada uma das mãos no peito correspondente. Apesar de toda a roupa que Molly vestia, Harry conseguiu apreciar aquelas maravilhas da natureza através do avental. As mãos dele afundaram na imensidão dos peitos, bem macios e presos num sutiã enorme que os cobria quase por completo. Ele nunca tinha sentido tanto prazer na vida. A senhora Weasley fodia como uma possessa e estava levando ele ao limite, com a bunda batendo nas pernas do bruxo cada vez mais vezes por minuto. Harry estava tentando não gozar naquela hora, com a senhora Weasley quicando em cima dele e com as mãos ocupadas passando pelos mamilos dela, quando ouviu a porta da entrada se abrir.
— Oi? — perguntou o senhor Weasley.
— Oi-oi, querido — respondeu Molly, com a voz entrecortada.
Harry já tinha soltado os peitos da senhora Weasley, mas, para surpresa dele, ela não parecia ter intenção de parar o trem. Continuou fodendo Harry enquanto falava com o marido, que já estava na porta da cozinha.
— Como foi no trabalho hoje, Arthur? — perguntou a mulher enquanto quicava uma e outra vez em cima de Harry.
— Bom, hoje abriram outro processo relacionado aos produtos que te mostrei outro dia. Preciso tomar mais cuidado. O que você está fazendo, Molly? Não vai dar um beijo no seu querido marido?
Harry não entendia como o senhor Weasley não percebia nada, mesmo que só pudesse ver o rosto da mulher por cima da bancada, mas ele não ligava. Estava com as nádegas da senhora Weasley bem agarradas e agora acompanhava com as estocadas o movimento da mulher. Harry não conseguia pensar direito com toda a sacanagem que a situação estava dando, ao ver a cara de Molly tentando disfarçar.
— Tô-tô preparando umas coisas pra amanhã e o chão tá muito sujo, tenho que dar... bem... forte pra sair... Mmm — mentiu Molly. Não sei se você merece esse beijo. Talvez se você se comportar bem e for pra cama, ganhe algo mais — disse com voz sensual.
Querido, sabe que amanhã temos que acordar cedo.
Co-como quiser, talvez tenha algum homem nesta casa que queira o presente no seu lugar. Ufa!
Sei que você não seria capaz — riu Arthur. — Tá bom, aceito. Preciso aliviar esse estresse. O pessoal do escritório está cada vez mais atento.
— Certo, certo. Me espera lá em cima, meu amor. Mmm — disse Molly aumentando o ritmo dos quadris. — Vou daqui a pouco, quando acabar de tomar o gozo, que vai sair bem quentinho.
A senhora Weasley tinha razão. Assim que ela disse, o pau de Harry engrossou ainda mais e cedeu à última investida na buceta de Molly, que se despedia do marido enquanto o garoto que cuidava todo verão desde que tinha 12 anos gozava dentro dela, enchendo-a de porra, espasmo por espasmo. Ela não aguentava mais, assim que Arthur saiu, murmurou o feitiço de isolamento acústico com um fio de voz, silenciando toda a cozinha. Um segundo depois se aliviou, deixando sair através dos gritos o grande orgasmo que a situação lhe provocara. Continuou por quase um minuto até que seus gritos foram diminuindo de intensidade, e ela se deixou cair sobre Harry.
Harry a viu se levantar, tirando o pau já murcho de dentro dela. O sêmen do mago escorria pelas pernas dela quando ela se levantou e arrumou a roupa.
— Vamos falar sobre isso amanhã, Harry — Molly parecia envergonhada. — Boa noite.
— Boa noite, senhora Weasley.
Uns minutos depois, Harry saiu da cozinha, depois de tomar um chá. Ao chegar ao segundo andar, Harry ouviu barulho no quarto dos pais do Rony. Encostou o ouvido na porta no momento em que a senhora Weasley pedia ao marido, entre gemidos, que a castigasse, que ela tinha se comportado muito mal. Arthur nunca saberia o quanto.
O capítulo anterior finalmente deu início à tão esperada estadia na Toca, e continuamos por lá nestes capítulos 4 e 5. Como já falei, a história e as partes mais explícitas se misturam de forma diferente em cada um deles. De qualquer forma, se vocês quiserem ler mais de um ou outro tipo de conteúdo no futuro, não hesitem em pedir.
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADEEspero que você curta.4. Céu
Na manhã seguinte, Harry acordou tarde, cansado pelo que tinha rolado na noite anterior, e já não tinha mais ninguém na cozinha quando foi tomar o café da manhã com o que os outros tinham deixado. Enquanto comia umas salsichas frias com um pouco de suco de abóbora, ouviu uns passos vindo da escada.
— Bom dia, dorminhoco — ouviu Hermione dizer, que se aproximou pra dar um beijo na bochecha dele, encostando os peitos nas costas dele. — Dormiu mal?
— Oi-oiá, Herm. Não é isso, só tava com muita coisa na cabeça e demorei pra pegar no sono.
— Já imagino — sorriu Hermione. — Pois é, você perdeu o passeio pro rio, a família toda foi.
Harry reparou que a amiga ainda tava de camisola branca, a que ela usava pra dormir. Mesmo sendo folgada, deixava pouco pra imaginação, e o jovem bruxo teve que se distrair olhando pela janela pra não ficar de olho fixo nas pernas compridas de Hermione.
— E você, o que tá fazendo aqui? Não sou o único com problema pra dormir, pelo visto.
— Não é que eu tenha dormido muito, pra ser sincera — disse Hermione, com o olhar fixo nas nuvens que dava pra ver pela janela e um sorriso no rosto —, mas prometi pra Fleur que ia acompanhar ela pra fazer exercício esta tarde.
— Se vocês quiserem, posso ir junto, nunca é demais um pouco de esporte.
— Claro! Legal, a gente fala com ela depois. Por outro lado, já que estamos aqui, queria falar com você em particular.
— Sem problema, que tal a gente dar uma volta pelos arredores pra ninguém interromper?
Hermione saiu pela porta com Harry tentando levantar o olhar pra não ficar olhando pra bunda da companheira. Ele queria resolver as coisas, e isso só ia piorar. Não se reconhecia com aquela atitude. Depois de um tempinho andando pelo jardim, Hermione começou:
— Olha, Harry, não sei bem como te dizer isso. Acho que você deve ter me notado estranha nos últimos meses, e acho que nós dois sabemos por quê.
— Acho que sim. É uma coisa que me dói muito, não... Quero perder a amizade que a gente tem.
Exato! Eu penso a mesma coisa, e quero fazer de tudo pra que isso não aconteça. Vou ser clara — disse Hermione, séria. — Eu tenho alguma culpa de vocês, a Gina e você, terem terminado?
Harry não esperava uma pergunta tão direta e gaguejou na resposta.
O quê? Não, por que...? Por que você teria culpa de alguma coisa? É uma parada nossa, então não se preocupa.
Harry, você me conhece há muitos anos. Devia saber que não sou tão burra assim. Vocês terminaram depois daquela noite na biblioteca. Algo aconteceu, mas não consigo entender direito. Tinha um clima estranho no ar.
É verdade que a gente terminou no dia seguinte, mas não é culpa sua de jeito nenhum. A Gina ficou puta por eu ter ficado olhando pra você, não quis nem me ouvir.
Você tá dizendo que a Gina te largou porque te viu me olhando?
Digamos que ela viu... — ele não sabia como dizer. — Ela viu que eu tava de olho numa parte específica de você — respondeu Harry, envergonhado.
Hermione baixou o olhar e, depois de um segundo, ergueu de novo para os olhos de Harry.
Vocês são o pior, juro. São só dois pedaços de carne — disse Hermione, rindo. — Não acredito que ela te largou só por isso, tem algo que você não tá me contando.
Hermione, isso me dá muita vergonha — disse Harry, corando.
Acho que não é pior do que dizer pra sua melhor amiga que você não para de olhar pras tetas dela — riu Hermione.
Eu não falei... — Harry olhou pra Hermione, que ria. — Tá bom, a gente devia ser sincero, então lá vai. A Gina tava... brincando comigo debaixo da mesa, e ela viu que eu tava com o olho fixo no seu peito bem na hora que...
Hermione fez cara de surpresa e baixou os olhos um instante pra virilha de Harry.
Nossa, Harry. Não imaginava vocês fazendo essas coisas, e na minha frente! — disse Hermione com uma risada nervosa. — Então você gozou enquanto olhava pra mim, ou gozou porque viu...? Não, não! Desculpa, não responde isso, não faz sentido eu ter perguntado, foi mal — disse ela, apressada.
Ver suas tetas saindo de... Esse suéter fez com que eu não conseguisse mais me segurar. Queremos ser sinceros, né? Foi o que aconteceu. Não tem muito mais o que dizer.
Nossa, então... – Hermione não sabia o que responder pra aquilo –. Obrigada por ter me contado, agora entendo melhor. Vou falar com a Gina quando ela voltar, é o mínimo que posso fazer. Não passa de uma criancice, não é?
Pode ser, mas pra ela não pareceu. Sinto muito por tudo que aconteceu, Hermione.
Não tem problema, eu entendo. Acho que de agora em diante tudo vai voltar ao normal, pelo menos enquanto a gente continuar sendo sincero, né? – disse a garota sorrindo.
Com certeza, não tem nada que eu queira mais. Pelos velhos tempos!
Pelos velhos tempos!
Harry se adiantou pra abraçar a amiga. Os dois estavam sorrindo. O bruxo estava muito feliz por ter resolvido as coisas. O abraço durou mais de um minuto. Harry podia sentir a cabeça da amiga apoiada no peito dele e a pressão dos peitões enormes dela no torso. Tentou lutar contra os instintos, mas foi inútil. Amaldiçoou mentalmente a pouca experiência que tinha com garotas, e a ereção foi crescendo rapidamente. Logo estava pressionando a barriga da Hermione, que dessa vez não tentou se afastar. Quando se separaram, a amiga ficou olhando pro volume na calça do Harry e, pra surpresa dele, riu e disse:
Talvez a gente devesse trabalhar um pouco nessa sua mania de querer me empalar toda vez que eu chego perto de você. Não sei se a Gina vai achar muita graça.
Desculpa, isso é patético – respondeu Harry tentando se esconder.
Não se preocupa, Harry – ela continuava rindo –. Você pediu sinceridade, e não tem como você mentir pra mim estando... assim. Vamos voltar antes que você estrague essa calça branca.
Safada... – riu Harry, enquanto tentava alcançar a amiga, que já tinha saído correndo em direção à Toca.
Naquela tarde, depois de se arrumar no quarto, Harry viu a Fleur e a Hermione aquecendo no jardim, com conjuntos esportivos apertados que marcavam perfeitamente a silhueta delas. Não podia acreditar na sorte que tinha quando eles saíram correndo. Via de relance como os peitos delas balançavam, mesmo estando bem presos, e quando podia, ficava um pouco para trás pra dar uma olhada naquelas bundas magníficas.
Fleur contou pra eles seus planos pro futuro. Bill tinha voltado do Egito pra ficar, e a ideia era irem morar juntos num apartamento pequeno no centro de Londres. Ela parecia bem animada, mas Harry notou algo estranho no sorriso dela. Também contou o que ia rolar em Hogwarts naquele ano, que pela primeira vez ia aceitar alunos de intercâmbio, incluindo a irmã dela. Claro, a Hermione já sabia de tudo, mas Harry achou superinteressante saber disso, e se perguntou por que não tinha acontecido antes.
Quando terminaram, Hermione pediu pra Harry ajudá-la a melhorar na vassoura. Se despediram da Fleur e foram no galpão pegar a Firebolt do Harry. Hermione montou nela, mas parecia não conseguir manter o equilíbrio. Mal levantava voo e já caía de novo.
— Talvez me ajudasse montar com um profissional — disse Hermione.
Harry topou e subiu na parte de trás da vassoura dela, tentando manter distância da amiga. Aos poucos, foi deixando que ela controlasse mais a situação, e ela conseguiu se manter estável a uns dois metros do chão.
— Agora continua subindo, Hermione. Você tá mandando muito bem!
— Se eu continuar assim, não vou ter coragem. Segura você melhor — disse a morena enquanto se jogava pra trás na vassoura.
Hermione se aproximou o máximo que pôde, até que a bunda dela ficou encaixada entre as pernas do amigo.
— Me sinto mais segura se puder sentir o cabo da vassoura o mais perto possível.
Harry não entendia qual era o jogo da amiga, mas não ia ficar pensando muito nisso. Se endireitou na vassoura e puxou Hermione mais pra perto. Encaixou o pau, já bem duro, entre os glúteos da amiga e se inclinou pra frente, apoiando-se nas costas dela.
Harry ficou... Pareceu ouvir um gemido quando acelerou com a vassoura. A amiga dela pedia mais altura e velocidade aos gritos, enquanto que, de forma mais silenciosa, a bunda dela parecia pedir uma sessão de sexo pesado. Hermione parecia disposta a conseguir seu objetivo, mexendo a bunda pra cima e pra baixo ao longo do pau ereto do Harry. Os dois sabiam o que tava rolando, mas iam negar pra qualquer um que perguntasse no futuro. O que, pros outros, seria um treino simples com a vassoura não combinava com o quanto a calcinha da Hermione tava encharcada e o quanto o pau do Harry tava duro.
Depois de alguns minutos no ar, os gemidos da Hermione já estavam bem claros. Harry tava muito tesudo. A amiga apertava cada vez mais a bunda contra ele, mexendo cada vez mais rápido e deixando os dois sexos se encostarem o máximo possível. Hermione ficou sem fôlego quando os últimos roçares deixaram ela sentir o gozo inchando o rabo do melhor amigo dela, que depois estourou contra a bunda dela. Ela ouviu o suspiro do Harry e, com um sorriso de alívio, parou de se mexer, satisfeita, embora meio arrependida pelo que tinha feito.
Ao aterrissar, fizeram como se nada tivesse acontecido. Tinha sido só um voo de dois amigos.
— Muito obrigada, Harry. Você é um ótimo professor. Espero que continue me ensinando no futuro.
— Claro! Na próxima vez, você já pode ir sozinha.
— É possível, acho que tô adquirindo muitas habilidades ultimamente.
5. Marionetes
Naquela noite, Harry ainda não conseguia pegar no sono. Pensava no Rony, que já tinha ido pra ronda noturna de sempre com a Hermione, e se a morena ia ser capaz de contar alguma coisa sobre o que tinha rolado naquele dia. Além disso, naquela noite o Rony ia dormir com ela, já que os pais dele iam sair muito cedo pra buscar a Gina, que chegava do Brasil, e não iam acordar eles nos quartos.
Depois de muitas reviradas na cama, decidiu descer pra cozinha pra preparar um infusão que ajudasse ele a dormir. Ele se surpreendeu ao ver que a luz estava acesa. Ao chegar, cumprimentou Molly.
— Boa noite, senhora Weasley.
— Oi, Harry, o que você está fazendo acordado? Hoje o Arthur está de plantão no Ministério, e ainda estou deixando tudo pronto pro grande almoço de amanhã. Finalmente vamos estar todos juntos! — disse ela, animada.
— Não consigo pegar no sono. Se possível, gostaria de ajudar. Pode ser que me faça bem cansar um pouco — disse Harry com uma careta.
— Não vou recusar um rapaz tão prestativo! — riu Molly. — Você poderia pegar umas berinjelas no galpão.
— Já volto.
— Muito obrigada, querido.
Harry saiu pela porta da frente e atravessou o jardim até o galpão. Quando voltava com as berinjelas, reparou na luz que saía do quarto do Bill. Ele pôde ver, contra a parede, umas sombras se movendo ritmadamente. Não se ouvia nada, mas Harry só conseguiu pensar que, pelo visto, Fleur compartilhava o gosto da Hermione por aulas de quatro.
Assim que voltou pra casa, Harry foi até a cozinha e parou na porta. Na frente dele, a senhora Weasley estava de joelhos limpando o chão. Da posição dele, Harry pôde ver como ela tinha levantado a saia. Na sua frente, tinha uma visão direta da bunda da mãe do melhor amigo dele, coberta só por uma calcinha fio dental preta, muito menor do que Harry jamais imaginaria. Ele ficou surpreso como uma mulher que já tinha tido 7 filhos mantinha a forma tão bem. Enquanto pensava nisso, Molly viu no reflexo do forno o jovem bruxo e se virou pra agradecer. Naquele momento, percebeu o que Harry estava olhando. Ela abaixou a saia, envergonhada, e se levantou, meio corada.
— M-muito obrigada, Harry. Você é uma grande ajuda. Pode ir dormir, eu cuido do resto.
— Gostaria de ajudar mais, senhora Weasley. Não estou com sono e é muito trabalho pra senhora sozinha.
— Tem certeza? Como quiser — respondeu Molly, meio atordoada.
Ficaram quase uma hora Preparando o banquete do dia seguinte, quase sem falar nada além de dar e receber instruções, até que Molly perguntou:
— Gostou do que estava vendo?
— As couves? Este ano parecem mais saborosas — respondeu Harry, sem entender a que ela se referia.
— Não é disso que estou falando, e sim... Daquilo que você estava olhando tão fixamente antes.
Harry ficou vermelho como um tomate, não dava pra passar tanta vergonha naquele momento.
— Ah... Eu só estava vendo como a senhora... limpava, dona Weasley — disse, hesitante.
— Sim, é verdade — disse Molly, lançando um olhar para o corpo de Harry. — Mas você parecia mais interessado em outra coisa.
— N-não sei do que a senhora está falando — respondeu Harry, apavorado.
— Sabe de que cor é minha calcinha?
Harry hesitou antes de responder. Não sabia o que aquela mulher queria.
— Preta, dona Weasley. Me desculpe muito — Harry se viu, de repente, cheio de coragem. — Achei que era a Fleur que estava no chão.
— Fleur? Por que você ia...? — começou Molly, antes de perceber o elogio.
A senhora Weasley gostou do que Harry disse. Gostou muito. Gostou demais. E o jovem bruxo percebeu na hora, quando viu como, em questão de segundos, a mãe da sua ex-namorada, a mãe do seu melhor amigo e a pessoa que melhor o tratou naquele mundo se abaixou, puxou a calça do pijama dele para baixo e enfiou metade do pau dele na boca.
Ele não percebeu o que estava rolando até alguns segundos depois.
— Dona Weasley, a gente não pode fazer isso... Uf... Se alguém nos visse...
A mãe do Ron o fez calar colocando um dedo nos lábios dele, sem parar de lamber tudo o que estava ao alcance. Harry sentiu o pau crescendo dentro da boca dela, até o ponto em que a ruiva já não conseguia mais dar conta, apesar dos esforços dela e do que parecia ser uma garganta muito bem treinada. Era justamente essa experiência que estava tornando muito difícil para Harry segurar.
Agora ele entendia de onde a Ginny tinha herdado aqueles lábios tão carnudos. Pareciam feitos especificamente para dar prazer a um Cara. O que não dá pra herdar é a técnica. Mesmo sendo inexperiente, Harry percebia perfeitamente a diferença. A Gina botava muita vontade e fez ele se divertir, mas não se sentia à vontade com o que fazia e mostrava ser uma novata. Já a senhora Weasley, porém, trabalhava com a boca como a melhor das profissionais. Isso só vinha da vontade de chupar e das milhares de boquetes que já tinha dado na vida.
Harry estava curtindo uma das melhores experiências da vida dele. Olhava pro chão e não acreditava. Via perfeitamente a luxúria nos olhos da senhora Weasley enquanto ela passava a língua no pau dele uma e outra vez, tudo bem em cima daquelas tetonas enormes. Ele achou que o tamanho era por ter tido vários filhos, mas depois pensou na Hermione e percebeu que não precisava ser mãe pra crescerem tanto.
Os lábios da senhora Weasley continuavam percorrendo o pau inteiro dele, alternando com a língua, cada vez mais rápido. Depois de desistir de enfiar a rola toda na boca, Molly segurou a base do pênis com uma mão quente e bateu uma punheta gostosa no Harry enquanto chupava sem parar tudo que os dedos não cobriam. O bruxo estava no paraíso, não ligava mais pra nada além daquilo. Agarrou a cabeça dela com uma mão, preparando ela pra receber toda a porra que merecia pelo trabalho. A ideia de gozar na boca da mãe do melhor amigo deixou ele ainda mais excitado.
Ufa! Como a senhora chupa, hein, senhora Weasley. A senhora é uma puta de verdade – Harry já não se controlava mais. – Se prepare pra sua recompensa.
Harry estava prestes a gozar quando Molly tirou o pau dele da boca e, com fios de saliva ainda ligando os dois, disse:
Ah, não, Harry. Eu tava pensando em outra coisa – falou, enquanto o obrigava a deitar no chão.
A ruiva subiu em cima dele e agarrou o pau de Harry, duro como aço. Apontou rápido pra boceta dela. Harry era virgem, mas tava tão tarado... que não importava que fosse a primeira vez dela. A Sra. Weasley afastou o tecido da calcinha fio dental pra deixar entrar o pau de Harry, que ela guiava com a outra mão. Um instante depois, Harry sentiu a cabeça do pau encostar nos lábios da buceta de Molly e abrir caminho por eles pra entrar naquela ppk quente e molhada. Apesar dos anos de experiência da mulher, a rola de Harry era tão grossa que o caminho parecia bem apertado.
A Sra. Weasley deixou Harry entrar bem devagar lá dentro, aproveitando a maior vara que já tinha provado, até sentir as nádegas dela encostarem nas pernas do melhor amigo do filho. Ela desejou com toda força que o aparelho do marido tivesse aquele tamanho.
Tavam no momento ideal, juntinhos por completo, com cada centímetro daquela pica enorme dentro dela. Antes de começar a rebolar, Molly ergueu o olhar pro teto por instinto, e quando começou a baixar viu que o relógio da cozinha mostrava que Arthur tava na Toca.
Ao ver a cara de susto de Molly, Harry virou a cabeça e entendeu tudo. Tentou se levantar, mas a Sra. Weasley segurou ele e obrigou a se arrastar um metro pra direita, ainda dentro dela. O bruxo não entendia nada.
— Rápido, preciso disso — disse Molly apressada. — A gente tem tempo.
— Mas, Sra. Weasley, seu marido...! — ele parou pra evitar um gemido. A ruiva tinha começado a foder ele sem pedir licença, com uma raiva descontrolada.
Harry tinha perdido todo o controle. A Sra. Weasley tapou a boca dele com uma mão enquanto subia e descia num ritmo alucinado, mordendo o lábio e de olhos fechados. Dava pra ver perfeitamente o quanto a mulher tava com tesão pela cara dela, mas sem dúvida era o quanto a ppk dela tava encharcada que confirmava. Ele não conseguia pensar muito além do prazer de sentir aquela pedaço de mulher passar uma e outra vez na vara dele.
Quando ela acelerou o ritmo, a única coisa que ele pensou foi se agarrar algum lugar. Por sorte, a senhora Weasley tinha uma boa solução, então não hesitou em agarrar cada uma das mãos no peito correspondente. Apesar de toda a roupa que Molly vestia, Harry conseguiu apreciar aquelas maravilhas da natureza através do avental. As mãos dele afundaram na imensidão dos peitos, bem macios e presos num sutiã enorme que os cobria quase por completo. Ele nunca tinha sentido tanto prazer na vida. A senhora Weasley fodia como uma possessa e estava levando ele ao limite, com a bunda batendo nas pernas do bruxo cada vez mais vezes por minuto. Harry estava tentando não gozar naquela hora, com a senhora Weasley quicando em cima dele e com as mãos ocupadas passando pelos mamilos dela, quando ouviu a porta da entrada se abrir.
— Oi? — perguntou o senhor Weasley.
— Oi-oi, querido — respondeu Molly, com a voz entrecortada.
Harry já tinha soltado os peitos da senhora Weasley, mas, para surpresa dele, ela não parecia ter intenção de parar o trem. Continuou fodendo Harry enquanto falava com o marido, que já estava na porta da cozinha.
— Como foi no trabalho hoje, Arthur? — perguntou a mulher enquanto quicava uma e outra vez em cima de Harry.
— Bom, hoje abriram outro processo relacionado aos produtos que te mostrei outro dia. Preciso tomar mais cuidado. O que você está fazendo, Molly? Não vai dar um beijo no seu querido marido?
Harry não entendia como o senhor Weasley não percebia nada, mesmo que só pudesse ver o rosto da mulher por cima da bancada, mas ele não ligava. Estava com as nádegas da senhora Weasley bem agarradas e agora acompanhava com as estocadas o movimento da mulher. Harry não conseguia pensar direito com toda a sacanagem que a situação estava dando, ao ver a cara de Molly tentando disfarçar.
— Tô-tô preparando umas coisas pra amanhã e o chão tá muito sujo, tenho que dar... bem... forte pra sair... Mmm — mentiu Molly. Não sei se você merece esse beijo. Talvez se você se comportar bem e for pra cama, ganhe algo mais — disse com voz sensual.
Querido, sabe que amanhã temos que acordar cedo.
Co-como quiser, talvez tenha algum homem nesta casa que queira o presente no seu lugar. Ufa!
Sei que você não seria capaz — riu Arthur. — Tá bom, aceito. Preciso aliviar esse estresse. O pessoal do escritório está cada vez mais atento.
— Certo, certo. Me espera lá em cima, meu amor. Mmm — disse Molly aumentando o ritmo dos quadris. — Vou daqui a pouco, quando acabar de tomar o gozo, que vai sair bem quentinho.
A senhora Weasley tinha razão. Assim que ela disse, o pau de Harry engrossou ainda mais e cedeu à última investida na buceta de Molly, que se despedia do marido enquanto o garoto que cuidava todo verão desde que tinha 12 anos gozava dentro dela, enchendo-a de porra, espasmo por espasmo. Ela não aguentava mais, assim que Arthur saiu, murmurou o feitiço de isolamento acústico com um fio de voz, silenciando toda a cozinha. Um segundo depois se aliviou, deixando sair através dos gritos o grande orgasmo que a situação lhe provocara. Continuou por quase um minuto até que seus gritos foram diminuindo de intensidade, e ela se deixou cair sobre Harry.
Harry a viu se levantar, tirando o pau já murcho de dentro dela. O sêmen do mago escorria pelas pernas dela quando ela se levantou e arrumou a roupa.
— Vamos falar sobre isso amanhã, Harry — Molly parecia envergonhada. — Boa noite.
— Boa noite, senhora Weasley.
Uns minutos depois, Harry saiu da cozinha, depois de tomar um chá. Ao chegar ao segundo andar, Harry ouviu barulho no quarto dos pais do Rony. Encostou o ouvido na porta no momento em que a senhora Weasley pedia ao marido, entre gemidos, que a castigasse, que ela tinha se comportado muito mal. Arthur nunca saberia o quanto.
3 comentários - Harry Potter 3: Gostosa e Bucetuda