Desflore uma Virgem de 22
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá a todos, pessoal tarado, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esta, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e no fim eu consigo convencê-las a me deixar publicar, claro com nomes e lugares diferentes para proteger a identidade delas. Por isso, não digo quem é quem, qual é minha ou não, qual é real e qual não é. Acho que isso torna tudo mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo para contar. Espero que as que consigo publicar sejam do seu agrado. Sem mais delongas, aproveitem.
Essa é uma história que tem como centro uma colega de trabalho, Samanta, que não era bonita, na verdade beirava a feinha, uns 22 anos, uma mulher pouco atraente. Era magra, sem muito peito ou bunda. O que me chamava a atenção é que toda vez que nos encontrávamos, só de eu chegar perto, ela ficava nervosa, virava o rosto ou corava, o que dava a impressão de ser muito tímida. Um dia, com poucas desculpas, ela me pediu o número do celular. Sem problemas, eu dei. Ela disse:
— Se a gente pudesse se falar por chat. — Eu falei:
— Sim.
Me despedi com um beijo na bochecha, perto da boca, pra ver a reação dela. Ela mostrou aquele reflexo típico de uma tímida e insegura. Quando começamos a conversar no chat, ela me contou o que não conseguia confessar pessoalmente: que eu sou muito atraente, que gosta de mim, que me beijasse, mas que ao mesmo tempo sente uma vergonha escondida. Eu disse pra ela quebrar essa timidez total pelo chat. Se quiser, a gente conversa, ou se ela se animar, podemos fazer uma sacanagem. Imaginei que, aos 22 anos, ela já não fosse mais virgem. Pra mim, divorciado e sem muito apego a nenhuma mulher, Uma transa casual é sempre bem-vinda. Ela responde que gostaria de avançar na safadeza. Então começo a conversar de forma sexual, minha primeira pergunta é o que ela gostaria de fazer ou que experiência já teve, ela não dá muita pista do que faria se decidíssemos aprontar, aí vou fundo e começo a dizer que chuparia os peitos dela e acariciaria a virilha dela, um começo suave porque ela não falava nada sexual, se comportava tímida e me diz que gosta e se era só isso que eu faria, e eu disse:
—Não se prenda a uma figura imaginária.
Continuei no clima sexual, para dizer, depois de acariciar, seu corpo, minhas mãos com suavidade tirariam uma a uma suas roupas, acompanhando com minha boca, meus lábios, minha língua, chuparia até ficar molhada e quando estivesse bem molhada, aproximaria meu pau, passando por todos os seus lábios da buceta, para aos poucos ir enfiando, até sentir como sua buceta molhada me faria sentir o prazer que te daria. Só de te falar isso, meu pau sedento pela sua buceta bate desmedidamente, sei que nesse momento sua respiração está profunda, e acho que se você se tocar, está molhada.
—Como nunca, ai não, faz, não para.
Leva sua mão e sente, que gostoso, que delícia. Acho que você vai pra casa encharcada, mas escolhe o caminho, mesmo que não me diga, sei que está encharcada, amanhã, quando voltar a trabalhar, vem pensando em prazer, vamos continuar assim conversando. No dia seguinte, quando abro o computador, o chat já estava aberto, voltamos a conversar, abro dizendo: estava me esperando? Sim, a verdade é que sim, e você gostou do tom da minha proposta? Sim, um pouco intenso, isso não foi grave, hoje não serei tão discreto, vou despertar mais sua perversão, ela continua tímida, mas começa a se soltar, diz que quer saber o que mais eu faria, aí descarrego toda a bateria do meu repertório, faço isso, sublime, delicado, você está se tocando? Não, e se eu me tocar, nunca igual, acho que fez mais que isso, pra mim ela se masturbou, depois de uma longa Pausa, ela sai com aquela história de se eu realmente faria tudo o que digo (era uma investida pesada), e eu falo: "Me testa, não vou te decepcionar, vou te fazer gozar tanto que você vai querer repetir". Ela me diz que gostaria de experimentar. O dia termina, era fim de semana, sábado trabalhava só meio dia, não deu tempo de conversar. Então, doido que sou, vou atrás dela. Ela tava num setor de escritórios, de expedição, onde eu sabia que não tinha ninguém. Encontro ela de frente, ela com cara de espanto, surpresa, não queria me encarar, virava o rosto de vergonha. Mas como tava sozinho com ela, encosto ela na parede e dou um beijo na boca, repeti bem fundo. Aí, pra minha surpresa, é ela que começa a me chupar a boca.
— Tava muito excitada. — Ela fala. — Só nos meus sonhos um homem me beijava.
— Viu, sou de carne e osso.
Então, vamos deixar o chat de lado e aproveitar que hoje trabalhamos meio dia. Avancei nela e, depois de uma hesitada, ela me diz que sim. Na saída, olho pra ela, tava rodeada pelos amigos. Chamo ela sem me mostrar, ela atende e me diz que os amigos convidaram ela pra almoçar, que sempre faziam isso aos sábados. Não sabia o que falar pra escapar. Isso me irritou pra caralho, já tinha feito todo um filme na cabeça. Mesmo sendo meio feinha, pra mim era questão de ter ficado excitado. Falo pra ela decidir o que quer fazer: se ir com os amigos. Ela não me diz que me deseja. Falo: "Inventa uma desculpa, vou te esperar." Meu pau tava explodindo, era um vulcão. Uma hora depois esperando, vejo ela chegar nervosa, com muita vergonha.
Meu rosto já mudou, assim como meu humor. Quando ela sobe, beijo ela bem fundo. Ligo o carro e sigo reto pra um motel. Ao chegar no motel, ela começa a vacilar, fala que nunca entrou num lugar desses, e acho que começa a amarelar. Me diz pra eu entender, queria falar no celular, não sei com quem, a mão tremia, o rosto tava vermelho tomate. Falo: "Se não quer nada comigo, fala." E ela responde que quer. Meto ela pra dentro. Quarto. Quando entro e fecho a porta, tiro o celular da mão dela. Falo pra ela não pegar, senão eu fico puto. Ela, com medo e receio, me diz que o medo era de ficar sozinha com um homem num quarto pela primeira vez. Pensei que era por ser reservada e inexperiente. Começo a beijá-la, do jeito que ela gosta, e ela responde fundo. Cruzamos nossas línguas, lábios. Passo minhas mãos pela bunda e cintura dela, ela se empolga. Começamos a nos devorar de boca, brincando. Arranco a camisa dela, tiro a minha, e ela me pede pra apagar a luz. Digo:
— Quero te ver. Ela tá tão nervosa.
Atendo, apago. Tiro a regata dela devagar enquanto beijo o pescoço e os peitos dela. Pro tamanho dela, eram dois peitinhos pequenos. O corpo dela era assim: uma mulher magrinha, sem muita bunda e sem muito peso. Rosto não muito bonito, mas dava pra ver que tava afim de mim. De uma vez, puxo a calça dela pra baixo, e ela tá super nervosa. Subo pra beijá-la e relaxá-la. Deito ela na cama e começo a acariciar a perna dela, tocar o clitóris devagar, em círculos. Ela tava molhada e tava gostando.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhhhhhhhh.
A cara que ela fazia era de surpresa e prazer. Pergunto baixinho se ela é virgem, e ela diz que sim, mas tava com vergonha. Falo que não precisa, porque se ela tivesse dito antes, eu teria sido mais compreensivo e carinhoso. Começo a chupar os peitos dela, que cabem na minha boca, e ela geme de prazer. Me diz que gosta, que não sabia que era tão gostoso assim. Enquanto acaricio a perna dela, desço até a barriga e começo a beijar aquele ventre. Ela só fala que faz cócegas, mas que gosta. Aproveito, ela fica nervosa, e tiro a calcinha dela. Ela só tá de calcinha. Falo pra ela não ter vergonha e tiro devagar. Ela tá super nervosa. Digo que ela é uma mulher linda e acaricio a buceta dela com a mão, no clitóris, e começo a chupar. Ela se arrepia toda e começa a gemer baixinho, mexendo o quadril. Eu só continuo chupando devagar. Ela tá respirando. Rápido e com cara de prazer.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haa, haa é, é tasty haaaaaaa.
Com a língua começo a meter dentro da buceta dela, lamber os lábios vaginais, levo o prazer dela ao extremo pra abrir os lábios da buceta dela, fico mais excitado só de pensar em penetrar ela. Meu pau tá duro e ela me excita, é um sonho se realizando. Tiro meu pau, aproximo do rosto dela e ela fica tipo chocada. Falo pra ela pegar, ela pega, peço pra ela beijar e ela dá um beijo. Assim não, peço pra ela chupar.
—Não sei o que tô fazendo. —Falo.
—Como um picolé. —Com os olhos fechados, ela enfia meu pau na boca dela e começa a chupar. Chupava bem, um pouco rápido, e eu falei que sua boca dá prazer.
—Gosto do jeito que você faz, chupava muito melhor. —Ficava excitado porque era a primeira vez dela em tudo, empurrava ela pra se esforçar cada vez mais, gritei.
—Adoro como você mama, continua assim, é lindo.
Mamava com vontade de ter ele, claro que num momento eu tava quase gozando, mandei ela parar, porque a ideia de desflorar a buceta dela me consumia. Foi aí que deitei ela de novo, falo pra ela abrir as pernas, ela abre, mas pouco, com um medinho, falo pra ela sentir meu pau e ela diz que sim, começo a esfregar na buceta dela, ela fala.
—É gostoso, tasty, eu gosto. —Começa a ficar molhada, esfrego entrando um pouco no clitóris dela, falo.
—Love, vai doer um pouco no começo, você tem que aguentar um pouquinho, é só um pouco, depois você vai gostar. —Ela me fala.
—Faz, faz tempo que sonho com esse momento, e que era você quem ia fazer.
Já penetro ela, ela se solta, na cara dela já reflete o prazer. Sinto meu pau entrando mais confortável, como se a buceta dela tivesse se moldando ao meu pau e começando a lubrificar. Dou uma pausa, invertemos, ela fica por cima de mim, enfio de novo, peço pra ela ir devagar, ir e vir. Pego os dois peitos dela, começo a mamar, mamo como se fossem jorrar leite. Os gemidos e palavras de prazer dela eram música pros meus ouvidos.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, haha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa.
Já entregue ao prazer, ela se mexia como se quisesse sentir o máximo de prazer possível. Comecei a ver a cara de êxtase dela, sem dizer nada, sem gemer, só com a boca aberta e os olhos fixos no meu rosto de prazer. Seguimos por mais um tempo, ela se contraiu, deixei ela aproveitar o primeiro orgasmo. Ela ficou parada um pouco, mas eu ainda não tinha gozado. Falei pra ela:
— Linda, você teve seu orgasmo.
— Sim, foi muito gostoso.
— Pois é, eu ainda não consegui terminar. Preciso que isso seja um prazer pros dois, poder soltar o meu também.
— E o que eu faço se quero me satisfazer?!
Bom… quero colocar um pouquinho do meu pau no seu cuzinho. — Ela diz.
— Isso dá pra fazer. — Falo.
— Claro! Mas você é bobinha, como assim "dá pra fazer"? Claro que dá! E como tudo, no começo custa, mas depois é gostoso. Além disso, eu gosto muito e, se você for uma boa menina, quero fazer tudo em você. — Ela.
— Beleza, vamos fazer. — Falei.
— Fica de quatro, como uma cachorrinha.
Enquanto isso, corri pro banheiro, peguei o condicionador de cabelo — é um bom lubrificante. Passei bem no meu pedaço, me posicionei atrás da bundinha dela, segurei na cintura, puxei ela um pouco pra trás, até que o buraquinho minúsculo dela ficou à mercê do meu pau. Tava escorregadio. Até que encaixou. O grito que ela deu porque entrei de uma vez com a cabeça toda. Ela gritava:
— Tira, tira, tá doendo! — Eu fiz o contrário. Segurei firme na cintura dela.
— Aguenta, por favor, já vou gozar. — Enquanto deslizava tudo pro fundo da bunda dela, toda a minha espada.
— Seja boazinha, tá doendo muito. — Recuei um pouco, mas tava tão excitado que fui de novo pra frente.
Os gritos de dor dela ficavam cada vez mais altos. Já cheguei no fundo. Não sei se era o prazer de fazer tudo aquilo, mas minha mangueira jorrou tanta porra que chegou a transbordar. Fiquei um pouco, fui saindo devagar. Ela caiu de bruços, ficou esticada assim. Eu me deitei atrás dela, fiquei quieto, até começar a acariciar o rosto dela, o cabelo. Apoiei meu corpo e passei a brincar com os peitinhos dela, e falei: você é maravilhosa, me desculpa, me excedi. Da próxima vez vai ser mais de boa. Doce e você vai sentir um prazer imenso. Falo pra ela que vamos pro banheiro nos lavar, ela se levanta sem falar nada, entra no chuveiro e eu começo a brincar com meus dedos, fazer cócegas nela, ela solta um sorriso, eu continuo, ela já entra na brincadeira, eu tinha dominado ela ali. Começo a me lavar e a passar a mão nela toda, ela fala.
— Apesar de tudo, tô feliz, que não quero ir embora. — Falo pra ela.
— Se você quer ficar, eu também, mas você tá disposta a fazer tudo. — Ela diz.
— Tudo. — Ela falou com medo.
— Bom, terminar de moldar essa sua bunda pequenininha, meu pau e tomar meu leite, isso você gosta, claro, é um dos prazeres mais lindos que uma mulher pode me dar na vida.
Ela me diz que quer me satisfazer e, se eu gostar, quer chupar todo o sêmen que sair do meu pau, e eu falo que sou insaciável, com os pedidos, gosto de tudo, ela diz que sim.
— Tudo o que você quiser, desde que não pare de me dar o prazer que eu senti hoje pela primeira vez, quero que você encha minha buceta de sêmen. — Que ela quer continuar essa experiência e me sentir dentro dela, eu falei.
— Sim, te fazer minha vai ser completo e com tudo, como tem que ser, mas acho que por hoje já é demais, se quiser amanhã, domingo, vou cumprir minha promessa.
Assim, saímos no outro dia lá pra meio-dia, nos encontramos, começamos a ir pra um albergue afastado, com o dia inteiro pela frente, não paramos de nos acariciar, nos beijar, a gente devorava a boca uma da outra, ela tava tão ardente e tão excitada que quis pular o almoço, me despiu assim que entramos no quarto, já pelada, caprichei em chupar ela, com minha boca na buceta dela, chupei tanto, tanto que ela gozou na minha boca, não conseguia parar de se contrair, também alternei.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaa.
Colocando minha língua no buraquinho preto dela, que tava meio alargadinho, a gente se beijou, já abri as pernas dela, penetrei, ela gemeu um pouco de dor, ainda tava apertada, mas logo sentiu como deslizava, ia e vinha com força, ela gozou de novo, tava eufórica. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Como eu não tinha terminado, ela se virou sozinha, oferecendo a bunda linda dela. Dessa vez eu trouxe um pote de vaselina. Passei em mim, coloquei devagar com meus dedos, lá dentro. Ela ficou quietinha, deixou eu colocar até deixar tudo lubrificado. Quando entrei um pouco, na hora de ir pra frente, entrou tudo de uma vez só. Ela deu um grito.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay.
Mas aguentou. Eu meti tanto e tão rápido que, quando já tava naquele formigamento, tirei bruscamente, assim, sujo. Virei ela e falei:
—Me chupa.
Tava com cheiro, mas ela fechou os olhos, pegou, colocou na boca, chupou um pouco. Eu jorrei igual um chafariz tanta porra que ela quase engasgou, mas engoliu tudo. Esse foi o começo de uma longa putaria com aquela mulher, que era o que parecia. Mas, pra deixar ela contente e obediente:
—Você é minha mulher e minha dama dos prazeres.
—Sim, o que você disser. —Ela disse.
Fim.
—Não se prenda a uma figura imaginária.
Continuei no clima sexual, para dizer, depois de acariciar, seu corpo, minhas mãos com suavidade tirariam uma a uma suas roupas, acompanhando com minha boca, meus lábios, minha língua, chuparia até ficar molhada e quando estivesse bem molhada, aproximaria meu pau, passando por todos os seus lábios da buceta, para aos poucos ir enfiando, até sentir como sua buceta molhada me faria sentir o prazer que te daria. Só de te falar isso, meu pau sedento pela sua buceta bate desmedidamente, sei que nesse momento sua respiração está profunda, e acho que se você se tocar, está molhada.
—Como nunca, ai não, faz, não para.
Leva sua mão e sente, que gostoso, que delícia. Acho que você vai pra casa encharcada, mas escolhe o caminho, mesmo que não me diga, sei que está encharcada, amanhã, quando voltar a trabalhar, vem pensando em prazer, vamos continuar assim conversando. No dia seguinte, quando abro o computador, o chat já estava aberto, voltamos a conversar, abro dizendo: estava me esperando? Sim, a verdade é que sim, e você gostou do tom da minha proposta? Sim, um pouco intenso, isso não foi grave, hoje não serei tão discreto, vou despertar mais sua perversão, ela continua tímida, mas começa a se soltar, diz que quer saber o que mais eu faria, aí descarrego toda a bateria do meu repertório, faço isso, sublime, delicado, você está se tocando? Não, e se eu me tocar, nunca igual, acho que fez mais que isso, pra mim ela se masturbou, depois de uma longa Pausa, ela sai com aquela história de se eu realmente faria tudo o que digo (era uma investida pesada), e eu falo: "Me testa, não vou te decepcionar, vou te fazer gozar tanto que você vai querer repetir". Ela me diz que gostaria de experimentar. O dia termina, era fim de semana, sábado trabalhava só meio dia, não deu tempo de conversar. Então, doido que sou, vou atrás dela. Ela tava num setor de escritórios, de expedição, onde eu sabia que não tinha ninguém. Encontro ela de frente, ela com cara de espanto, surpresa, não queria me encarar, virava o rosto de vergonha. Mas como tava sozinho com ela, encosto ela na parede e dou um beijo na boca, repeti bem fundo. Aí, pra minha surpresa, é ela que começa a me chupar a boca.
— Tava muito excitada. — Ela fala. — Só nos meus sonhos um homem me beijava.
— Viu, sou de carne e osso.
Então, vamos deixar o chat de lado e aproveitar que hoje trabalhamos meio dia. Avancei nela e, depois de uma hesitada, ela me diz que sim. Na saída, olho pra ela, tava rodeada pelos amigos. Chamo ela sem me mostrar, ela atende e me diz que os amigos convidaram ela pra almoçar, que sempre faziam isso aos sábados. Não sabia o que falar pra escapar. Isso me irritou pra caralho, já tinha feito todo um filme na cabeça. Mesmo sendo meio feinha, pra mim era questão de ter ficado excitado. Falo pra ela decidir o que quer fazer: se ir com os amigos. Ela não me diz que me deseja. Falo: "Inventa uma desculpa, vou te esperar." Meu pau tava explodindo, era um vulcão. Uma hora depois esperando, vejo ela chegar nervosa, com muita vergonha.
Meu rosto já mudou, assim como meu humor. Quando ela sobe, beijo ela bem fundo. Ligo o carro e sigo reto pra um motel. Ao chegar no motel, ela começa a vacilar, fala que nunca entrou num lugar desses, e acho que começa a amarelar. Me diz pra eu entender, queria falar no celular, não sei com quem, a mão tremia, o rosto tava vermelho tomate. Falo: "Se não quer nada comigo, fala." E ela responde que quer. Meto ela pra dentro. Quarto. Quando entro e fecho a porta, tiro o celular da mão dela. Falo pra ela não pegar, senão eu fico puto. Ela, com medo e receio, me diz que o medo era de ficar sozinha com um homem num quarto pela primeira vez. Pensei que era por ser reservada e inexperiente. Começo a beijá-la, do jeito que ela gosta, e ela responde fundo. Cruzamos nossas línguas, lábios. Passo minhas mãos pela bunda e cintura dela, ela se empolga. Começamos a nos devorar de boca, brincando. Arranco a camisa dela, tiro a minha, e ela me pede pra apagar a luz. Digo:
— Quero te ver. Ela tá tão nervosa.
Atendo, apago. Tiro a regata dela devagar enquanto beijo o pescoço e os peitos dela. Pro tamanho dela, eram dois peitinhos pequenos. O corpo dela era assim: uma mulher magrinha, sem muita bunda e sem muito peso. Rosto não muito bonito, mas dava pra ver que tava afim de mim. De uma vez, puxo a calça dela pra baixo, e ela tá super nervosa. Subo pra beijá-la e relaxá-la. Deito ela na cama e começo a acariciar a perna dela, tocar o clitóris devagar, em círculos. Ela tava molhada e tava gostando.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhhhhhhhh.
A cara que ela fazia era de surpresa e prazer. Pergunto baixinho se ela é virgem, e ela diz que sim, mas tava com vergonha. Falo que não precisa, porque se ela tivesse dito antes, eu teria sido mais compreensivo e carinhoso. Começo a chupar os peitos dela, que cabem na minha boca, e ela geme de prazer. Me diz que gosta, que não sabia que era tão gostoso assim. Enquanto acaricio a perna dela, desço até a barriga e começo a beijar aquele ventre. Ela só fala que faz cócegas, mas que gosta. Aproveito, ela fica nervosa, e tiro a calcinha dela. Ela só tá de calcinha. Falo pra ela não ter vergonha e tiro devagar. Ela tá super nervosa. Digo que ela é uma mulher linda e acaricio a buceta dela com a mão, no clitóris, e começo a chupar. Ela se arrepia toda e começa a gemer baixinho, mexendo o quadril. Eu só continuo chupando devagar. Ela tá respirando. Rápido e com cara de prazer.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haa, haa é, é tasty haaaaaaa.
Com a língua começo a meter dentro da buceta dela, lamber os lábios vaginais, levo o prazer dela ao extremo pra abrir os lábios da buceta dela, fico mais excitado só de pensar em penetrar ela. Meu pau tá duro e ela me excita, é um sonho se realizando. Tiro meu pau, aproximo do rosto dela e ela fica tipo chocada. Falo pra ela pegar, ela pega, peço pra ela beijar e ela dá um beijo. Assim não, peço pra ela chupar.
—Não sei o que tô fazendo. —Falo.
—Como um picolé. —Com os olhos fechados, ela enfia meu pau na boca dela e começa a chupar. Chupava bem, um pouco rápido, e eu falei que sua boca dá prazer.
—Gosto do jeito que você faz, chupava muito melhor. —Ficava excitado porque era a primeira vez dela em tudo, empurrava ela pra se esforçar cada vez mais, gritei.
—Adoro como você mama, continua assim, é lindo.
Mamava com vontade de ter ele, claro que num momento eu tava quase gozando, mandei ela parar, porque a ideia de desflorar a buceta dela me consumia. Foi aí que deitei ela de novo, falo pra ela abrir as pernas, ela abre, mas pouco, com um medinho, falo pra ela sentir meu pau e ela diz que sim, começo a esfregar na buceta dela, ela fala.
—É gostoso, tasty, eu gosto. —Começa a ficar molhada, esfrego entrando um pouco no clitóris dela, falo.
—Love, vai doer um pouco no começo, você tem que aguentar um pouquinho, é só um pouco, depois você vai gostar. —Ela me fala.
—Faz, faz tempo que sonho com esse momento, e que era você quem ia fazer.
Já penetro ela, ela se solta, na cara dela já reflete o prazer. Sinto meu pau entrando mais confortável, como se a buceta dela tivesse se moldando ao meu pau e começando a lubrificar. Dou uma pausa, invertemos, ela fica por cima de mim, enfio de novo, peço pra ela ir devagar, ir e vir. Pego os dois peitos dela, começo a mamar, mamo como se fossem jorrar leite. Os gemidos e palavras de prazer dela eram música pros meus ouvidos.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, haha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa.
Já entregue ao prazer, ela se mexia como se quisesse sentir o máximo de prazer possível. Comecei a ver a cara de êxtase dela, sem dizer nada, sem gemer, só com a boca aberta e os olhos fixos no meu rosto de prazer. Seguimos por mais um tempo, ela se contraiu, deixei ela aproveitar o primeiro orgasmo. Ela ficou parada um pouco, mas eu ainda não tinha gozado. Falei pra ela:
— Linda, você teve seu orgasmo.
— Sim, foi muito gostoso.
— Pois é, eu ainda não consegui terminar. Preciso que isso seja um prazer pros dois, poder soltar o meu também.
— E o que eu faço se quero me satisfazer?!
Bom… quero colocar um pouquinho do meu pau no seu cuzinho. — Ela diz.
— Isso dá pra fazer. — Falo.
— Claro! Mas você é bobinha, como assim "dá pra fazer"? Claro que dá! E como tudo, no começo custa, mas depois é gostoso. Além disso, eu gosto muito e, se você for uma boa menina, quero fazer tudo em você. — Ela.
— Beleza, vamos fazer. — Falei.
— Fica de quatro, como uma cachorrinha.
Enquanto isso, corri pro banheiro, peguei o condicionador de cabelo — é um bom lubrificante. Passei bem no meu pedaço, me posicionei atrás da bundinha dela, segurei na cintura, puxei ela um pouco pra trás, até que o buraquinho minúsculo dela ficou à mercê do meu pau. Tava escorregadio. Até que encaixou. O grito que ela deu porque entrei de uma vez com a cabeça toda. Ela gritava:
— Tira, tira, tá doendo! — Eu fiz o contrário. Segurei firme na cintura dela.
— Aguenta, por favor, já vou gozar. — Enquanto deslizava tudo pro fundo da bunda dela, toda a minha espada.
— Seja boazinha, tá doendo muito. — Recuei um pouco, mas tava tão excitado que fui de novo pra frente.
Os gritos de dor dela ficavam cada vez mais altos. Já cheguei no fundo. Não sei se era o prazer de fazer tudo aquilo, mas minha mangueira jorrou tanta porra que chegou a transbordar. Fiquei um pouco, fui saindo devagar. Ela caiu de bruços, ficou esticada assim. Eu me deitei atrás dela, fiquei quieto, até começar a acariciar o rosto dela, o cabelo. Apoiei meu corpo e passei a brincar com os peitinhos dela, e falei: você é maravilhosa, me desculpa, me excedi. Da próxima vez vai ser mais de boa. Doce e você vai sentir um prazer imenso. Falo pra ela que vamos pro banheiro nos lavar, ela se levanta sem falar nada, entra no chuveiro e eu começo a brincar com meus dedos, fazer cócegas nela, ela solta um sorriso, eu continuo, ela já entra na brincadeira, eu tinha dominado ela ali. Começo a me lavar e a passar a mão nela toda, ela fala.
— Apesar de tudo, tô feliz, que não quero ir embora. — Falo pra ela.
— Se você quer ficar, eu também, mas você tá disposta a fazer tudo. — Ela diz.
— Tudo. — Ela falou com medo.
— Bom, terminar de moldar essa sua bunda pequenininha, meu pau e tomar meu leite, isso você gosta, claro, é um dos prazeres mais lindos que uma mulher pode me dar na vida.
Ela me diz que quer me satisfazer e, se eu gostar, quer chupar todo o sêmen que sair do meu pau, e eu falo que sou insaciável, com os pedidos, gosto de tudo, ela diz que sim.
— Tudo o que você quiser, desde que não pare de me dar o prazer que eu senti hoje pela primeira vez, quero que você encha minha buceta de sêmen. — Que ela quer continuar essa experiência e me sentir dentro dela, eu falei.
— Sim, te fazer minha vai ser completo e com tudo, como tem que ser, mas acho que por hoje já é demais, se quiser amanhã, domingo, vou cumprir minha promessa.
Assim, saímos no outro dia lá pra meio-dia, nos encontramos, começamos a ir pra um albergue afastado, com o dia inteiro pela frente, não paramos de nos acariciar, nos beijar, a gente devorava a boca uma da outra, ela tava tão ardente e tão excitada que quis pular o almoço, me despiu assim que entramos no quarto, já pelada, caprichei em chupar ela, com minha boca na buceta dela, chupei tanto, tanto que ela gozou na minha boca, não conseguia parar de se contrair, também alternei.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaa.
Colocando minha língua no buraquinho preto dela, que tava meio alargadinho, a gente se beijou, já abri as pernas dela, penetrei, ela gemeu um pouco de dor, ainda tava apertada, mas logo sentiu como deslizava, ia e vinha com força, ela gozou de novo, tava eufórica. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Como eu não tinha terminado, ela se virou sozinha, oferecendo a bunda linda dela. Dessa vez eu trouxe um pote de vaselina. Passei em mim, coloquei devagar com meus dedos, lá dentro. Ela ficou quietinha, deixou eu colocar até deixar tudo lubrificado. Quando entrei um pouco, na hora de ir pra frente, entrou tudo de uma vez só. Ela deu um grito.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay.
Mas aguentou. Eu meti tanto e tão rápido que, quando já tava naquele formigamento, tirei bruscamente, assim, sujo. Virei ela e falei:
—Me chupa.
Tava com cheiro, mas ela fechou os olhos, pegou, colocou na boca, chupou um pouco. Eu jorrei igual um chafariz tanta porra que ela quase engasgou, mas engoliu tudo. Esse foi o começo de uma longa putaria com aquela mulher, que era o que parecia. Mas, pra deixar ela contente e obediente:
—Você é minha mulher e minha dama dos prazeres.
—Sim, o que você disser. —Ela disse.
Fim.
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