Depois de gozar, fingi demência e fui me limpar, ainda tava com a pica dura. O filme tinha acabado e todo mundo ia dormir. Minha irmã no quarto dela tinha três camas, uma beliche e uma normal, já que sempre tinha visita, então minhas primas dormiam no quarto dela.
De madrugada, não conseguia dormir, ainda tava de pau duro pensando na minha prima. Não tive ideia melhor do que entrar no quarto da minha irmã — ela dormia na cama de baixo do beliche. Acordei ela e falei pra não fazer barulho.
Edhit: — O que cê tá fazendo? Tá louco? O que cê faz aqui?
Eu: — Tô, tô louco por você.
Edhit: — Vão nos descobrir.
Eu: — Tão todo mundo dormindo, não faz barulho.
Nessa hora, começamos a nos beijar, eu ajoelhado no chão. Por cima da camisola dela, comecei a apalpar os peitos dela. Ela acariciava meu rosto e falava:
Edhit: — Te amo.
Nessa altura, já tinha levantado a camisola dela e tava acariciando os peitos dela. Sentia uma auréola grande e um mamilo pequeno, mas duro. Chupei um, o outro, a boca dela de novo, os peitos dela. Minhas mãos já tinham ido por baixo da calcinha dela, e ela fazia o mesmo: segurava minha pica dura, mas não batia uma, só apertava enquanto eu chupava os peitos dela e enfiava dois dedos na pussy dela, que tava encharcada.
Quis ir mais longe e comecei a descer com a boca pela barriguinha dela, pelo umbigo, subia de novo, chupava os mamilos e descia de novo, até chegar na pussy dela. Era a primeira vez que ia chupar ela. Era um manjar, muito molhada, e aquele gosto que até hoje me lembro.
E ali, no mesmo quarto onde eu tava chupando a pussy da minha prima, estavam a irmã dela e a minha. Já não ligávamos mais pra nada. Eu chupava a pussy dela e, com as mãos esticadas pra cima, agarrava os peitos dela. Ela, com uma mão, segurava minha cabeça e enfiava mais na pussy molhada dela até me deixar sem ar. Com a outra mão, guiava a minha até a boca dela, chupava meus dedos, deixava eles cheios de saliva e passava pelos mamilos durinhos dela. De repente, sinto... Muito líquido saindo da buceta dela, o corpo dela se tensiona, morde minha mão, ela tá gozando, gozando na minha boca. Chupo e engulo todo o néctar dela. Ela me puxa pelo cabelo, me levanta enquanto continuo beijando o corpo dela, chego até o rosto dela todo vermelho. Ela me olha nos olhos e a gente se beija. Faço ela sentir o próprio néctar misturado com minha saliva.
Ela estica a mão e começa a tocar meu pau, me bate uma e passa a ponta dos dedos na cabeça do meu pau.
Nisso, ouvimos barulhos lá fora. A gente se faz de sonsos. Ela abaixa a camisola que estava no pescoço, eu subo a calça.
Entra minha mãe no quarto da minha irmã depois de ter ido ao banheiro ver como estavam as sobrinhas dela. Meu pau murchou de susto.
Mãe — O que vocês estão fazendo?
Eu — A gente tava conversando.
Mãe — Já é tarde, vai se deitar.
Eu — Sim, mãe.
Não falei nada. Quando saio do quarto, minha mãe me olha e diz:
Mãe — Olha, não faz merda que ela é sua prima e eu não quero confusão com sua tia e seu tio.
Eu — Não, mãe.
Fui me deitar e bati uma punheta cheirando meus dedos que tinham o cheiro da buceta da minha prima. Gozei e dormi.
Continua...
De madrugada, não conseguia dormir, ainda tava de pau duro pensando na minha prima. Não tive ideia melhor do que entrar no quarto da minha irmã — ela dormia na cama de baixo do beliche. Acordei ela e falei pra não fazer barulho.
Edhit: — O que cê tá fazendo? Tá louco? O que cê faz aqui?
Eu: — Tô, tô louco por você.
Edhit: — Vão nos descobrir.
Eu: — Tão todo mundo dormindo, não faz barulho.
Nessa hora, começamos a nos beijar, eu ajoelhado no chão. Por cima da camisola dela, comecei a apalpar os peitos dela. Ela acariciava meu rosto e falava:
Edhit: — Te amo.
Nessa altura, já tinha levantado a camisola dela e tava acariciando os peitos dela. Sentia uma auréola grande e um mamilo pequeno, mas duro. Chupei um, o outro, a boca dela de novo, os peitos dela. Minhas mãos já tinham ido por baixo da calcinha dela, e ela fazia o mesmo: segurava minha pica dura, mas não batia uma, só apertava enquanto eu chupava os peitos dela e enfiava dois dedos na pussy dela, que tava encharcada.
Quis ir mais longe e comecei a descer com a boca pela barriguinha dela, pelo umbigo, subia de novo, chupava os mamilos e descia de novo, até chegar na pussy dela. Era a primeira vez que ia chupar ela. Era um manjar, muito molhada, e aquele gosto que até hoje me lembro.
E ali, no mesmo quarto onde eu tava chupando a pussy da minha prima, estavam a irmã dela e a minha. Já não ligávamos mais pra nada. Eu chupava a pussy dela e, com as mãos esticadas pra cima, agarrava os peitos dela. Ela, com uma mão, segurava minha cabeça e enfiava mais na pussy molhada dela até me deixar sem ar. Com a outra mão, guiava a minha até a boca dela, chupava meus dedos, deixava eles cheios de saliva e passava pelos mamilos durinhos dela. De repente, sinto... Muito líquido saindo da buceta dela, o corpo dela se tensiona, morde minha mão, ela tá gozando, gozando na minha boca. Chupo e engulo todo o néctar dela. Ela me puxa pelo cabelo, me levanta enquanto continuo beijando o corpo dela, chego até o rosto dela todo vermelho. Ela me olha nos olhos e a gente se beija. Faço ela sentir o próprio néctar misturado com minha saliva.
Ela estica a mão e começa a tocar meu pau, me bate uma e passa a ponta dos dedos na cabeça do meu pau.
Nisso, ouvimos barulhos lá fora. A gente se faz de sonsos. Ela abaixa a camisola que estava no pescoço, eu subo a calça.
Entra minha mãe no quarto da minha irmã depois de ter ido ao banheiro ver como estavam as sobrinhas dela. Meu pau murchou de susto.
Mãe — O que vocês estão fazendo?
Eu — A gente tava conversando.
Mãe — Já é tarde, vai se deitar.
Eu — Sim, mãe.
Não falei nada. Quando saio do quarto, minha mãe me olha e diz:
Mãe — Olha, não faz merda que ela é sua prima e eu não quero confusão com sua tia e seu tio.
Eu — Não, mãe.
Fui me deitar e bati uma punheta cheirando meus dedos que tinham o cheiro da buceta da minha prima. Gozei e dormi.
Continua...
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