A filha do meu chefe [Parte 2]



Fala, galera de
P!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
De novo por aqui, trouxe a prometida parte 2 da saga, espero que curtam tanto quanto a primeira.
Espero seus comentários!!
IMPORTANTE:
Todos os personagens são fictícios e são maiores de idade.
A filha do meu chefe [Parte 2]


Parte 1 [A filha do meu chefe]


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Saga "Comi a mãe do meu melhor amigo".


gostosa

relato


Natalia, a filha do meu chefe [Parte 2]




Como eu disse antes, ter uma mulher dessas do meu lado e com a sorte de estar tocando minha pica e apoiando toda aquela bunda em mim era algo surreal.

Depois de ouvir o que me pareceu uma confusão óbvia da parte dela, não soube o que fazer. O "demônio" dentro de mim pedia aos gritos para eu aproveitar a situação, levantar a camisola dela e meter até o fundo antes que a realidade voltasse a ser contra mim. Mas a consciência, "o anjo", dizia que não, que se desse errado eu perderia tudo e que, se jogasse bem as cartas, poderia comer ela não uma, mas muitas vezes.

Antes que eu pudesse tomar uma decisão, ela se mexeu na cama e começou a virar, mudando de posição. Ao perceber que íamos ficar cara a cara, fechei os olhos e fingi que estava dormindo, como quem diz que não percebeu nada.

Depois de sentir que ela virou completamente, senti um pequeno "sobressalto" da cabeça dela, que ainda estava apoiada no meu braço, e após alguns segundos ela se levantou da cama.

Entreabri os olhos para ver os movimentos dela. Vi que ela contornou a cama dando passos silenciosos e ficou do meu lado, no outro lado da cama. Senti a respiração dela perto de mim, então achei que ela estava verificando se eu ainda dormia. Depois disso, ouvi os passos dela se afastando junto com o som da porta do banheiro se fechando.

Parece que minha ideia não estava errada. Quem ela achava que estava tocando a pica era o namorado dela, mas, no lugar dele, para minha sorte, estava eu.

Depois de uma cena dessas que eu tinha vivido minutos antes, não tinha como eu voltar a dormir, e meu pau se recusava a sair do estado de ereção total em que estava. Poucas vezes na vida senti tanto tesão acumulado.

Não sei quanto tempo passou até ela sair do banheiro. Eu tinha mudado de posição para ter uma visão melhor na hora em que ela saísse.

Ela saiu enrolada numa toalha, acompanhada pelo vapor que vinha do banheiro. Passou na minha frente, e eu voltei à estratégia de entreabrir os olhos. Ela Ele para por um segundo e move as mãos, claramente pra ver se eu ainda tava dormindo, e como não tive resposta minha de que tava acordado, abre o guarda-roupa e pega umas roupas que não consegui distinguir.
Depois disso, e depois de dar uma olhada por cima do ombro pra onde eu tava, ela solta a toalha que tava segurando em cima dos peitos e ela cai livre no chão.
Naquele momento, vi de longe o melhor corpo feminino da minha vida. Debaixo da toalha, só tinha um sutiã e uma tanga preta cobrindo a pele dela.
A raba que ela tinha era algo majestoso, a tanga sumia 100% no meio das bandas, era uma obra de arte. A pele dela era branca, com um leve tom "bronzeado", o tom exato, dava pra ver que era um corpo trabalhado, tinha horas de academia investidas mas sem perder a elegância feminina, sem ser marcada demais, e a cintura era o que completava o combo, uma cintura fina que fazia toda a beleza dela se destacar ao máximo.
Depois de ver ela naquele estado por uns segundos, ela se abaixa pra vestir o que era uma legging esportiva cinza, me deixando ver a bunda dela por completo, mostrando não só isso, mas dava pra notar na parte da frente uma leve "montanha" formada pela pussy dela, algo majestoso.
Meu pau tava explodindo e na posição que eu tava, formava uma barraca impossível de disfarçar se ela virasse pra me ver de novo, mas considerando que por "confusão" eu já tinha tocado e sentido ela de ponta a ponta, já não me dava mais vergonha nenhuma.
A legging tinha nascido pra brilhar naquelas pernas e naquela raba, era a perfeição feita mulher, podia jurar que a terra se partia a cada segundo.
Depois, sem mudar de posição, ela vestiu uma camiseta e, depois de trocada, voltou pro meu lado.
Colocou uma mão no meu ombro e me sacudiu de leve. Continuando a simulação de que tava dormindo, abri meus olhos devagar.
— Bom dia, dorminhoco — disse ela num tom brincalhão.
— Bom dia… Que horas são? — Meu pau ainda tava duro que nem pedra.
— Tá na hora de você levantar, haja. São 9h30.
— Apaguei completamente… Não me diga que ronquei muito.
— Nada disso, pelo menos eu nem ouvi, também tava meio cansada.
— Bom, ainda bem.
— Não quero te apressar, mas se prepara rápido porque a gente vai ficar sem café da manhã.
— Ah, é verdade, beleza, vou tomar um banho rápido e aí a gente sai — depois disso levantei na hora e a barraca que tava no meio das minhas pernas nesse ponto tava mais evidente do que nunca.
— Tá, mas toma cuidado com isso, haja — depois desse comentário ela apontou pro meu pau e soltou aquele olhar safado típico dela.
— Ah… nem percebi, me desculpa, que vergonha — menti.
— Relaxa, é normal, meu namorado às vezes também acorda assim — depois disso ela virou pra um espelho que tinha do lado de uma mesa perto do guarda-roupa e eu fui tomar banho.
A verdade é que toda a situação me dominava, me sobrecarregava, e aquele último comentário me desestabilizou de novo por completo. A real é que ela me dominava, era uma mulher que nem no meu melhor sonho eu poderia ter e que minutos antes estava tocando meu pau, se apoiando em mim e esfregando a raba em mim, era demais pra processar em tão pouco tempo. Eu não conseguia acreditar de jeito nenhum.
Tive que aliviar tudo enquanto tomava banho, porque juro que ia explodir se não fizesse isso.
Quando ficamos prontos, saímos pra sala de jantar, onde íamos tomar café da manhã. Cada um dos poucos homens sortudos que estavam no lugar parava pra olhar ela passar com aquelas leggings cinzas enfiadas na bunda, junto com uma camiseta esportiva e um casaco.
Enquanto tomávamos café e conversávamos sobre coisas sem importância, ela falou de novo sobre o Matías.
– Agora sim que devo estar parecendo uma puta… Cê viu como todo mundo me olhava? – a conversa que a gente tava tendo até aquele momento não tinha nada a ver com o assunto, me desconcertou como já era de costume.
– Já te falei, você é uma mulher gostosa… me explica que ser humano não ia parar pra te olhar.
– Haha, para, não fala essas coisas – ela corou de novo.
– Não é à toa, não consigo evitar.
– E pensar que se meu namorado estivesse aqui e eu me vestisse assim, a gente com certeza terminava brigando.
– Nati, não leva a mal, mas ele tá a 400km daqui, não pode te ver nem te ouvir, para de arrumar problema e aproveita esses dias.
– Cê tem razão, não sei por que fico pensando nele, que só faz é me menosprezar.


Depois do café da manhã, ela me perguntou se eu queria acompanhá-la em alguns lugares pela cidade. Aceitei sem problemas, já que eu não conhecia Mar del Plata. Depois de passar por vários lugares e andar um pouco tanto a pé quanto de carro, chegou a hora do almoço, e aí paramos num restaurante conhecido pra almoçar.

— Vou ser sincera contigo, quando meu pai falou que eu ia viajar acompanhada, fiquei puta, mas nunca pensei que ia me divertir tanto com você.
— Não é pra tanto, é que uma mulher como você não merece menos que isso.
— Para com isso, sempre o mesmo papo, também não sou lá essas coisas.
— Também não sou lá essas coisas? Você parece que não se valoriza nem um pouco.
— Se você diz... Você tá se divertindo ou sou muito chata?
— De jeito nenhum, se eu pudesse escolher outra pessoa pra dividir essa viagem, te escolheria de novo sem pensar duas vezes — notei que ele corou de novo, pelo visto o namorado nem nos melhores dias falava algo “bonito” pra ela, e aproveitando as reações dela, eu não ia parar de fazer isso.
— Você não para um minuto, hein, hahaha.
— É, fazer o quê, é o que sai do coração, você desperta essas coisas...
O almoço seguiu normal, assim como a conversa. Ela continuava me provocando com "indiretas" sempre que podia, e eu percebia que, aos poucos, ela buscava aquilo — gostava de se sentir "mimada", ou pelo menos era o que parecia.
Já de volta ao hotel, o relógio marcava 15h45. A linda manhã ensolarada tinha se transformado numa tarde nublada e com muito vento, então demos por encerrado o "passeio" pela cidade.
Assim que chegamos, ela me perguntou sobre a mensagem que tinha me mandado antes de começarmos a viagem. Lembrei na hora da "roupa de praia" e entendi o porquê: num dos últimos andares do prédio, tinha uma piscina gigante aquecida, aberta pra quem quisesse usar.
Na minha mente, apareceu automaticamente a imagem dela de biquíni, e meu amigo ali embaixo ficou a ponto de explodir de novo.
Falei que tinha lido a mensagem sim, e que tinha o que ela pediu na mochila. Aí ela disse pra eu me trocar e ir curtir a piscina, que ela já me alcançava.
Não entendi muito bem o mistério, mas aceitei o pedido. Me troquei e fui pro lugar.
A piscina era realmente enorme. O espaço era todo fechado, com uma temperatura gostosa que fazia você esquecer que lá fora fazia 8°C. Em volta da piscina, tinha várias cadeiras, espreguiçadeiras e mesas, todas de plástico bem elegantes.
Esperei ela por uns minutos, e a espera parecia eterna. Além disso, minha imaginação tava a mil, e eu não conseguia esconder a ereção. Por sorte, como era fora de temporada e o tempo tava uma merda (fora a "exclusividade" do lugar), o hotel tinha pouca gente, e a piscina tava totalmente vazia, só pra mim.
Decidi então entrar na água pra tentar clarear a mente e fazer o tempo passar mais rápido até ela chegar. A água tava maravilhosa, numa temperatura ideal. Juro que podia ficar morando ali dentro sem problema nenhum. Comecei a "nadar" de boa, de um lado pro outro — desde pequeno eu ia pra natação, então eu sabia me virar na água e isso ainda tinha deixado meu corpo bem definido, uma característica que sempre se destacou em mim graças a essa atividade.
Não sei quantos minutos se passaram, mas numa dessas "braçadas" que eu tava dando de crawl, chegando na parte mais funda da piscina, ouço alguém batendo palmas.
— Brava, cê tá muito bem na natação! — Depois disso soltou uma risadinha.
— Haha, vou me virando.
— Como é que tá a água?
— Tá uma delícia. Desculpa não ter te esperado, mas a tentação me venceu.
— Sem problema, eu demorei um pouco demais.


Até aquele momento eu não tinha parado pra reparar nela, ela tava agachada de cócoras com um shortinho jeans bem curto e a parte de cima do biquíni branca. Do meu ângulo não dava pra ver muito, mas os peitos se destacavam de um jeito impressionante.

— Pena que aqui você não vai conseguir pegar um bronzeado, haha.
— É, verdade, mas isso não importa, já vou ter chance no verão.
— Não quero te apressar, mas a água vai esfriar de tanto esperar você — não aguentava mais de vontade de ver ela de biquíni.
— Quer saber a verdade? Me dá uma certa “vergonha” você me ver de biquíni.
— Bom, não tem motivo, não seria nada que eu já não tenha visto antes… ou talvez sim, acho que nunca vi uma mulher tão gostosa, a não ser na televisão.
— De novo? Chega! Você me faz ficar vermelha — a estratégia dos elogios continuava funcionando.
— Haha, vai lá, tô entediado aqui sozinho.
— Tá bom, mas não olha pra mim, vira de costas — ela soltou um sorrisinho.
— Seu biquíni é tão feio assim? Posso te emprestar uma coisa minha, se quiser, haha — ela tava dificultando, mas eu não podia desistir.
— Haha, não seja bobo, tá bom, vira de costas, vai.


Virei por uns 15 segundos no máximo e não resisti à tentação, virei a cabeça por cima do ombro e vi a imagem mais espetacular da minha vida. Ela estava com o short nos tornozelos, de costas pra mim, o biquíni era minúsculo e, por algum motivo, ela parecia ainda mais gostosa do que quando eu "espiei" ela se arrumando antes do café. A raba era de outro planeta, o fio branco da calcinha sumia diante da imensidão daquela bunda suculenta.Infelizmente, ou talvez nem tanto, foi tão forte o impacto de vê-la assim que me perdi completamente no tempo e no espaço, fiquei totalmente alucinado diante de uma imagem daquelas, diante de uma mulher daquelas.
Obviamente, debaixo d'água eu já estava completamente duro. O cabelo liso dela até a metade das costas, o corpo bem cuidado, aquela cintura majestosa, a bunda perfeita e a altura ideal para o meu gosto era um combo que acabava de explodir minha cabeça.
A bobeira de vê-la assim foi tanta que nem percebi que ela estava falando comigo.
— Ei! Terra chamando Damião…
— O… o quê?
— Tá bem? Parece que do nada você se perdeu.
— Tô sim, desculpa, viajei pensando em umas bobeiras sem importância — menti de novo.
— Será isso ou você se perdeu me olhando? — piscou um olho e soltou uma gargalhada.
— Um pouco dos dois, se for sincero, você é tão gostosa que me deixa doido, Nati…
— E você não para nem se eu pedir de joelhos, hein! Kkk.
— Já te falei, sai de mim, você provoca toda hora…
— Então, me arruma um espaço aí que vou… — o sorriso dela ainda mostrava que tava tudo bem.


Correu pela borda da piscina até o meio, enquanto eu a seguia nadando leve. Quando chegou na metade, pulou com aquele "bombão" clássico na água, me espirrando toda.

– Uau! Ela é muito gostosa mesmo.
– A água ou você?
– Hahaha, você é bobo, hein. A água, querido!
– Ah sim, a água também tá gostosa – Eu também pisquei o olho pra ela.

<< O cabelo loiro e liso dela, molhado, combinado com o rosto, era perfeito, sem falar do resto do corpo naquele biquíni. >>
Uma vez na água e com a piscina só pra gente, começamos a brincar feito dois adolescentes: jogar água um no outro, "competir" pra ver quem nadava mais rápido, afundar um ao outro (eu sempre aproveitando pra passar a mão um pouco mais), até que num momento, no meio daquela brincadeira quase infantil, ela para e, ficando de frente pra mim, começa a falar.– Ei, moleque, você se faz de bobo mas as mãos escapam, haha.
– Sério? Juro que nem percebi, desculpa – menti.
– Sim, mas não exagera, porque eu também tenho mãos, hein.
– Ah, é? – Depois disso, afundei ela na água de novo, aproveitando pra tocar “discretamente” num peito dela.
– Quase fez eu me afogar! Haha.
– Desculpa, não me segurei.
– Minha teta te tentou, atrevido! – soltou uma gargalhada.


Depois desse comentário, ela deu um toque bem casual na área da minha piroca e me empurrou pra dentro da água.

– Bom, vejo que não sou o único que deixa as mãos escaparem.
– Te avisei que eu também tenho mãos, gatinho! Já.
Seguimos nesse jogo que cada vez ia subindo mais de tom até que num dado momento tudo ficou em silêncio, enquanto os dois caíamos na risada, ficamos “travados” nos olhando cara a cara. Nossos olhos se perdiam um na profundidade do outro, sem dizer nada eu sentia que estávamos falando um monte de coisas.Depois disso, percebi que tinha uma conexão e me joguei de cabeça. Se desse errado, ia ficar parecendo um idiota e tinha grandes chances de perder tudo, mas como dizem, quem não arrisca não petisca. Cheguei o mais perto dela que pude, mantendo o olhar fixo, peguei o rosto dela com uma mão — ela ainda firme, me encarando —, puxei ela um pouco pra perto de mim e coloquei minha boca a meros centímetros da dela pra ver a reação. Ela fechou os olhos e completou a distância que faltava. A gente se entregou num beijo quase de "love // casal", diria que num beijo romântico bem de filme que foi se transformando aos poucos num beijo apaixonado. Nossas línguas se entrelaçavam, brigavam uma com a outra pra ver quem vencia aquela luta. Não conseguia acreditar que estava vivendo algo assim. A alma voltou pro corpo, e pela primeira vez na vida as coisas estavam dando certo pra mim.Nem devagar nem preguiçoso, desci minhas mãos até a cintura dela e depois pra aquela bunda que eu tinha tocado "sem querer" enquanto a gente brincava e me deixava louco. Do jeito que parecia, era como se sentia: firme, dura, redonda, perfeita.
Comecei com um roçar leve que acabou num aperto e numa brincadeira bem intensa, como se eu estivesse amassando uma massa, aquela raba realmente me tirava do sério. Quando ela sentiu minhas mãos tocando daquele jeito, percebi que deu um "pulinho", como se não esperasse aquela reação.
A verdade é que eu não conseguia me segurar, puxei ela pela bunda, colando a região pubiana dela no meu corpo. Minha ereção, escondida pelo meu short de banho, era enorme; encostei ela em mim pra sentir como eu tava, como ela me deixava, o que ela causava em mim. Assim que sentiu essa "jogada", ela desgrudou o rosto do meu, encerrando aquele "primeiro beijo".
– Epa… Como você acende rápido.
– Nati, você me deixa louco. Você é um inferno.
– Quer que eu seja sincera? Ainda não sei como a gente acabou assim.
– Eu também não, a única coisa que sei é que isso tá acontecendo e você me deixa louco.


<< Voltei a beijá-la com fúria, e ela respondeu do mesmo jeito. >>Devagarzinho fomos "nos movendo" até a borda da piscina, eu tinha ela apoiada nessa borda enquanto a beijava. A água batia na altura do meu umbigo (nela, por causa da pequena diferença de altura, um pouquinho mais acima). De repente, senti algo tocando minha rola.– Nene, isso vai explodir em você kkk. Fico tão gostosa assim pra você?
– Você me deixa muito mais que gostosa.
Assim começou uma brincadeira com a mão dela no meu pau por cima do tecido do meu short, me fazia lembrar do que vivi quando acordei de manhã abraçado nela.
Não podia cair na situação que estava vivendo, agora não tinha confusão no meio, ela estava tocando meu pau, brincando com ele e me provocando de propósito, sabia bem o que fazia e claramente tava adorando.
Aproveitei a situação e deslizei minha mão, que estava obviamente apoiada na bunda dela, pra baixo, devagar cheguei no limite, peguei suavemente a tela fina do biquíni dela, puxei pro lado e acariciei a buceta dela.
Ela deu outro pulinho leve, eu acariciava com toda delicadeza, tudo por fora, sem nem "penetrar" com meus dedos. Conforme os segundos passavam, percebia como a brincadeira dela no meu pau ia perdendo força e os movimentos ficavam atrapalhados.
Pequenos suspiros saíam da boca dela, mas ela não desistia e continuava brincando. Eu também saí um pouco do transe em que tava e, enquanto seguia no meu trabalho, parei pra olhar pra ela um pouco. A cara dela mostrava prazer evidente, ela adorava as carícias que a buceta dela tava recebendo, e os peitos dela estavam completamente duros, os bicos marcavam no tecido como se fossem duas pedrinhas. Claramente nós dois távamos com um tesão do caralho.
Vendo a situação, acompanhei o amasso na buceta dela com beijos que foram da boca dela pro pescoço, percorria com minha língua cada lugar que podia e, com a outra mão livre que ainda tava na bunda dela, comecei a acariciar os peitos dela.
Exatamente como pareciam, estavam duros e firmes. Com a ponta dos dedos, acariciava os bicos dela por cima do tecido, o que fazia ela se contorcer de prazer.
Parei de sentir a mão dela no meu pau, olhei pra ela de novo e ela tava de olhos fechados, boca aberta soltando gemidos baixinhos e suspiros, as costas arqueando. Definitivamente eu tava fazendo tudo certo, tava conseguindo o que queria. Esquentar ela pra valer, na minha cabeça desde o começo tava a ideia de que o namorado dela não fazia ela gozar e eu tinha que usar isso a meu favor e fazer ela explodir (além disso, era algo que eu também curtia, sempre gostei de dar prazer pras mulheres, não importa como nem quanto tempo levasse a tarefa).
<< Eu também tava a mil, isso não posso negar, queria sentir ela, que ela me sentisse, queria meter nela, agradecia ao céu mil vezes que a piscina tivesse vazia só pra nós dois. >>Tomei ela de novo pela cintura com uma mão e, com suavidade, convidei ela a girar pra ficar de costas pra mim. Ela aceitou na hora, e quando tava na posição que eu queria, desabotoei os fechos da minha bermuda e liberei meu pau. A água ajudava a deixar todos os movimentos mais fáceis.

Encostei ele no meio da bunda dela e, quando ela sentiu, arreganhou mais a raba e mexeu devagar pra sentir ele. Naquele momento, quase explodi — sentir a bunda dela, mesmo com o biquíni no meio, roçando no meu pau, e sentir ela quente e se divertindo era a melhor coisa que já me aconteceu na vida.

A tentação era grande demais e, diante daquela situação, quase joguei tudo pro alto; fiquei a ponto de puxar o pano e meter naquela hora, não ligava de não ter camisinha nem nada, mas esfriei a cabeça de novo e voltei pro meu plano original de deixar ela morrendo de tesão. Já tinha avançado bastante e não queria me contentar com talvez uma só transa; continuava convencido de que, fazendo as coisas direito, ia me cansar de comer ela quantas vezes quisesse.

A brincadeira da bunda dela com meu pau continuou por uns segundos; coloquei uma mão na frente do corpo dela, passei por baixo do biquíni e toquei pela primeira vez no peito dela, pele com pele. Quando sentiu isso, percebi como ela se arrepiou, arreganhou mais a raba junto com um gemido leve; eu beijava o pescoço dela, as costas, acariciava o peito dela, beliscava de leve o mamilo e, ao mesmo tempo, levei a outra mão direto pra buceta dela. Passei a mão por toda a região pubiana, notando só uma linha fina de pelos, o que me deixou ainda mais louco; a buceta dela, assim como eu tinha notado quando ela se trocou na minha frente de manhã, era gorda, carnuda. Voltei a brincar com meus dedos por fora, esfregava de ponta a ponta, e foi quando decidi subir de nível. Com calma e delicadeza, atravessei os lábios dela com meu dedo indicador, e ela respondeu com outro gemido, cada vez mais forte.

Eu alternava beijos e chupadas no pescoço dela, nas costas, com Palavras no ouvido, com o quanto ela era gostosa, com como me deixava com tesão, eu falava putaria sobre minha pica e ela respondia mostrando que tava cada vez mais molhada.
Aos poucos eu ia "penetrando" ela com meu dedo e não sei em que momento passou de um pra dois, o indicador e o médio estavam totalmente dentro como se fosse nada.
Ela tava toda ofegante, os gemidos dela já dava pra ouvir, acho eu, de ponta a ponta da piscina, e junto com meu tesão do caralho, decidi que era hora de macetar ela.
Tirei minha mão da buceta dela, com essa mão puxei a tirinha fina do biquíni dela pro lado e com a outra peguei minha pica pra colocar na posição. Brinquei um pouco mais com a buceta dela, mas agora com meu pau, até que ouvi o que tanto esperava.
– Me fode, Damian, por favor, me fode!Como quem diz, desejos são ordens, ela estava com as mãos apoiadas na borda da piscina, rebolando o Booty sem parar, embora não tivesse boa visão por causa da água que nos cobria. Sentir pele com pele com aquela mulher era algo fora de série. Encostei a cabeça da minha rola direto na entrada da buceta dela e devagar comecei a empurrar pra penetrar, já tinha ¼ da minha rola dentro quando de repente a porta da piscina se abre de par em par.

Ela ao ouvir isso se afastou pra frente, tirando assim meu pau completamente da buceta dela, nós dois vimos lentamente um casal de idosos entrando na piscina.

Xinguei em todos os idiomas aquele casal e a mim mesmo por ter feito tudo tão devagar, embora ainda estivesse convencido de que era o certo.

Ela se vira de novo, ficando de frente pra mim, e arruma o biquíni, a respiração dela ainda estava ofegante e as bochechas completamente vermelhas.

Percebo o olhar dela meio perdido e ela fica totalmente séria. Evidentemente, tudo que tinha avançado se cortou num segundo.

Depois de alguns minutos e com minha rola um pouco mais calma, nós dois saímos da água sem nem trocar palavras, inclusive notei que ela desviava o olhar, me evitava, realmente não entendia bem a situação.

Nos secamos um pouco e voltamos pro nosso quarto. No elevador, a situação continuava igualmente tensa, não da minha parte, mas a atitude dela tinha mudado 100%.

Já dentro do quarto, me preparei pra me trocar, mas ao notá-la tão distante e estranha, considerando que não fazia nem 20 minutos que quase estávamos fodendo, resolvi falar com ela.
— Nati… cê tá bem? O que houve? — eu não fazia ideia de como lidar com ela.
— Nada, é que…
— Que…?
— Que eu não sou assim, não sei o que deu em mim, como aconteceu com a gente, mas eu não sou assim.
— Assim como?
— Infiel, Damian, infiel. Nunca fui infiel ao meu namorado.
— Você sentiu o mesmo que eu na piscina, não vem com essa agora.
— Sim, se for pra ser sincera e na moral, tava com um tesão danado e juro que tava pronta pra tudo, queria que você me fizesse sua, mas por algum motivo fomos interrompidos, por alguma razão as coisas não rolam.
— Você vai continuar pensando naquele cara que te trata feito lixo e perder a chance de viver experiências novas só por causa disso? — eu tava completamente perdido.
— Não é por ele, é por mim, eu não sou assim, nunca fui, me entende.
A conversa seguiu sem nada de mais, depois de tomar banho, infelizmente separados, já estava chegando a hora do jantar.
Fiquei realmente sem rumo, perdi totalmente o norte, não sabia como "virar o jogo", a única coisa que me acalmava era o fato de que ainda tinha dois dias com ela e que naquela noite, igual às outras, ela teria que dormir comigo na mesma cama.


[Continua...]

garota

Bom, aqui termina a segunda parte, em breve essa história continua.
Espero que vocês gostem e, como sempre, críticas e sugestões são bem-vindas.
Até a próxima!!!


Bunda

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15 comentários - A filha do meu chefe [Parte 2]

Hijo de putaaaa! Me dejaste remil al palo! +10 y esperando la proxima con ganas!
Jajaja, me alegra que te haya gustado. Si me dan los tiempos en la semana o a más tardar el próximo lunes habrá parte 3!!. Saludos!
sarma
Yyyýy ue pasa mas manija @TaironLannaster
Es excelente!!!! a esperar la parte 3
Gracias por la onda y el comentario, parte 3 en camino!
jm666ar +1
EXCELENTE, una obra maestra
Muchísimas gracias por el comentario!
Próximamente sale la parte 3 a pista!! 😃
Putos viejos chotos! Tan bueno que se ponia la cosa. Espero con furia la parte 3. Van puntos
Muchas gracias!
Y si la verdad cagaron todo!! -.-
Dentro de poco sale la parte 3 a la luz!
Saludos!
amigo, excelente relato. me agrado mucho, espero con ansias la parte 3.
+10
saludos.
Muchas gracias por el comentario. Espero poder sacar en breve la tercer parte!.
Saludos!
Van puntos y muy bueno el relato, podrías agregar una foto de ella estaría mortal
van puntos! puteandote por esperar la 3 parte 😂 😂 😂
Jajaja, no me putees, prometo que va a valer la pena jaj. Saludos man!
Lunes? ¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡cual lunes para mañana mismo la tenes que publicar no nos mates!!!!!!!!!!!
Definitivamente una inspiracion cortada man fotitos ☺☺☺👍👍👍
Increíble relato. Excelente narración. Solo aplausos para usted y puntos.. obviamente
M e recontra enganché,y quedé al palo!!Van 10 merecidísimos y esperando la próxima entrega. Saludos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
kramalo +1
está muy bueno..!! muy bien relatado. casi sin errores. ja!
pero te dejó recaliente..ja! Sigo leyendo..