A prima que não é minha prima

Não lembro como tudo começou, mas lembro que minha mãe falou que a gente ia pra casa de uma tia que eu não conhecia, porque eu era muito pequeno quando se viram pela última vez.
Na verdade, não era minha tia, meus pais eram os padrinhos e por respeito era como se fossem parentes. Era o aniversário de 15 da Flor e a gente ia cumprimentar ela. Eu não a conhecia, tínhamos a mesma idade!!.
Quando vi ela e cumprimentei meus supostos tios e primos, Edith era a mais velha de 4 irmãos: Caro, Tomás, Flor.
Por causa da mesma idade, a gente se deu super bem. A grande festa ia ser no próximo fim de semana e, claro, estávamos convidados.
Na festa, eu fiquei com uma amiga dela e ela ficou brava.
Eu — O que foi?
Edith — Nada, não sei, não gosto que você fique com outra pessoa.
Eu — Sim, mas você me apresentou pra ela e me apresentou como seu primo.
Edith — Sim, eu sei, mas não gosto que você fique com outra pessoa. Desculpa, sou uma idiota, somos primos e isso é errado o que estou sentindo.
Eu — Primeiro, não somos primos. Segundo, não sei o que você tá sentindo, me fala???
Edith — Eu gosto de você!!!!!
A gente se escondeu e se beijou loucamente sem ninguém perceber.
Depois da festa, meus pais começaram a frequentar mais a casa dos meus (tios) e, quando dava, a gente se beijava como uns loucos.
Muito tempo depois, já com 18 anos, ela e a Caro, que tem a mesma idade da minha única irmã, vieram passar uma semana de férias em casa.
Ainda lembro daquela noite. Não sei que filme a gente tava vendo, estávamos cobertos com um lençol, ela com um vestidinho de verão e eu com um short de futebol. A gente se segurava pela mão como namorados debaixo do lençol. Ela era uma menina caseira, nunca tinha namorado, nunca tinha ido dançar porque os pais não deixavam.
Lembro que guiei a mão dela até meu pau duro de tesão, e ela me acariciava por cima da calça, apertava meu pau e soltava, e fazia de novo. Meus dedos puxavam a calcinha fio dental dela pra tocar os lábios da buceta molhada.
Eu enfiava os dedos e ela suspirava. Do nosso lado, minha irmã e a irmã dela. Peguei minha outra mão, segurei a dela e a Eu tô por baixo do meu short, da minha cueca. Ela agarra minha rola com força e, com dois dedos, percorre minha glande cheia de líquido pré-seminal. Meus dedos entram dentro da buceta molhada dela. Ela suspira devagar, agarra minha rola com força, me enche de líquido, meus dedos todos melados. Ela continua agarrando minha rola forte, e eu não aguento e gozo, encho de porra as mãos dela. Minha cueca continua me acariciando, espalhando minha porra por toda a minha rola dura. Olho pra ela, toda vermelha, e ela me diz:
Edhit – Te amo.
Continua...

0 comentários - A prima que não é minha prima