Minha namorada me deixa safado.
E lá estava eu, no balcão de uma balada qualquer da fuking city. Buenos Aires, cidade amada e odiada ao mesmo tempo. Me sentindo o pior lixo do planeta, sem motivo aparente nem real, sem importância, um zero à esquerda na contabilidade cósmica. Um puro nada. Virei meu drink, nem lembro quantos tinha tomado, também não tava nem aí. Me virei pra pista, e lá vi ela. Débora, minha colega do colégio, loira, com uns peitos deliciosos, uma bunda de infarto, sempre me pareceu inalcançável, rebolando gostoso na frente de um cara que passava as mãos na barriguinha dela e acariciava, mas tinha algo estranho na cena, álcool demais, pensei. Voltei o olhar pro balcão, perdido no tempo e no espaço. De repente, do meu lado ela, pedindo um drink, me olha de lado.
— Não ia me cumprimentar...?
É óbvio que tá falando comigo, quantas punhetas te dediquei, querida Débora, quão distante você sempre pareceu.
— Ah, oi... tudo bem...?
— Melhor que você, com certeza... — disse e foi embora com o drink pra continuar dançando. Olhei pra pista e me pareceu que ela tava me olhando, fazendo carinhas sensuais. Com certeza muito álcool, depois se virou, falou algo pro boy e veio na minha direção.
— Como você tá, tanto tempo...? Ainda com a guitarra e a banda...?
Quem mandou você encher meu saco, criatura do céu.
— Não, parei de tocar...
— Ah... que pena, você era tão lindo com aquela guitarra pendurada no pescoço... tinha um ar de vencedor que me deixava louca.
Deve ser uma zoeira, alguém tá tirando onda com a minha cara.
— É, fui pra computação... sou programador...
— Ah... um perdedorzinho... bom, a gente se vê outro dia... looser... — ela se afastou, rebolando aquela bunda enorme, eu olhava pra tanguinha enfiada nela. Saí pra casa, me sentindo mais otário do que nunca, o auge da burrice. Cheguei em casa, entrei na cozinha, olhei a pilha de pratos sujos e desabei na cama, vestido, cansado, enjoado de ser eu mesmo. Levantei domingo à tarde. O que pode ser pior, sei lá. Na segunda-feira fui trabalhar e comecei a ficar com tesão na ideia de procurar a Debora.
Encontrei o Facebook dela, mandei uma solicitação de amizade que ela aceitou, escrevi dizendo que queria vê-la, talvez pudesse dar um show de violão só pra ela. Combinamos de nos encontrar, fomos pra casa depois de tomar umas cervejas, um pouco de violão e acabamos na cama. Não conseguia acreditar, olhava o corpo nu dela, a buceta dela me apertava do jeito certo, como uma luva gostosa envolvendo meu pau, ela sussurrava no meu ouvido, dizia que sempre quis ficar assim comigo. Passamos a noite inteira na cama transando uma vez atrás da outra. Depois percebemos que combinávamos, que gostávamos de ficar juntos, e em três meses ela foi morar comigo. Eu não acreditava. Uma onda de otimismo me envolveu, minha vida começava a parecer normal. Depois de um ano juntos, decidimos casar, nós dois muito jovens, só 22 anos, mas que diferença fazia? A gente se amava, transava o tempo todo e em qualquer lugar, eu tava começando a me dar bem com o violão, a vida é linda, pensei.
Casamos sem cerimônia, só eu e ela e algumas amigas dela, depois lua de mel nas praias do Brasil, sexo o tempo todo, só o cu que não curto, ela me disse, mas pouco me importava, cada dia me sentia mais feliz e completo, nossa vida seguiu normal por um tempo. Um dia voltei pra casa, tava sozinho, ela ainda não tinha voltado do trabalho, vi uma calcinha dela jogada no chão e enquanto tomava banho coloquei ela em mim, fiquei excitado pra caralho, tava duro como poucas vezes, ao mesmo tempo me sentia doente, mas muito excitado, me masturbei igual um louco. E quando ela chegou, eu ainda tava quente, agarrei ela e levei pro quarto, ela me chupou de joelhos na minha frente, me olhando com aqueles olhões gostosos,
— O senhor gosta de como eu chupo...?
— Sim, sua putinha gostosa...
— Que bom que o senhor gosta...
— E que rabo lindo você tem, puta... seu marido deve te comer muito...
— Sim, ele me come pra caralho... mas o pau dele é mais bonito, senhor...
Nunca tínhamos conversado enquanto transávamos, mas os dois estávamos a fim de brincar.
— E você comeu muitos paus... linda?
— Não contei, senhor...
Com os dedos, ele começou a brincar rodeando minha bunda e sentiu como minha excitação crescia.
— Epa, senhor... parece que o senhor gosta que eu brinque por aí...
— Não, é a situação que me excita, linda...
— Pra mim, parece que o senhor gosta que acariciem essa bundinha minúscula... — ele brincava com o dedo no meu cu e, quando me sentiu perto de gozar, enfiou só uma falange no meu cu, me fazendo gozar com um gemido forte, como raramente tinha feito. Meu pau continuava duro, ela se deitou na cama, e eu montei nela.
— Você tem a bundinha sensível... hein?
Não respondi e comecei a bombar mais forte.
— E ainda por cima você tem uma bundinha muito linda... uma das minhas calcinhas ficaria muito bem em você... — ela tinha me visto? ou só percebia? não conseguia esconder minha excitação, que, mesmo tendo gozado agora, era cada vez maior.
— Parece que estamos nos conhecendo, né?
— Não sei do que você tá falando...
ela só esboçou um sorriso. Continuamos nos pegando cada vez mais forte até gozarmos juntos de novo, ficamos nos beijando e nos acariciando na cama. Nenhum dos dois falou mais nada, depois fomos jantar e, ao voltar pra casa, transamos de novo.
Um dia, enquanto jantávamos, ela me disse:
— Lembra daquele cara com quem eu tava dançando na balada...
— Sim, e daí?
— Nada... é que ele era bissexual... gostava muito de usar roupinha de menina... roupinha íntima... — Ela se levantou da mesa, levou os pratos pra lavar, não falamos nada, eu fui pro quarto ler, mas não conseguia me concentrar.
Quando ela veio pro quarto, ficou só de calcinha e sutiã, andava pelo quarto, arrumava as coisas dela.
— Por que você me falou do seu amigo...?
— Sei lá... acho que vocês são muito parecidos...
Fez-se um silêncio que pareceu durar uma eternidade.
— O que você quer dizer? — falei, fingindo estar ofendido.
— Nada, bobinho... se você colocar uma calcinha minha, vai ter uma ereção que vai romper... quer apostar...?
– Que cê tá dizendo?
– Ficou surdo, burro ou só é um cagão mesmo...
experimenta minha calcinha fio-dental e pronto... se não te excitar, a gente descobre na hora – disse ela enquanto tirava a calcinha fio-dental e brincava com ela nos dedos. Eu já tava com a pica explodindo. Ela percebeu.
– Nem precisa experimentar nada... dá pra ver de longe que você gosta... sua pica não mente...
Depois ela se deitou do meu lado, esfregando a bunda em mim. Eu ia penetrar ela e ela me parou.
– Antes de fazer isso, quero que você experimente minha calcinha fio-dental... quero ver essa bunda linda, ver como fica em você...
Fui colocando ela aos poucos, minha pica dura igual pedra, me virei devagar mostrando pra ela, me excitava demais sentir a tira dentro do meu cu e ela me olhando.
– Quero que a gente comece a ir junto pra academia... assim você fortalece mais a raba, quer...
Me senti rendido, queria isso, que ela fosse minha guia, que me empurrasse a explorar coisas novas.
– Sim, o que você mandar...
– Você vai fazer uma rotina pra glúteo, quer... e vai com minha calcinha fio-dental vestida, hein...?
– Sim, o que você disser...
– E vai usar um shortinho que marque bem a raba, hein...?
– Mas vão pensar que sou gay...
– Só pra brincar comigo, seu bobinho... vem me foder agora... mas deixa a calcinha fio-dental vestida...
Tirei meu pau por cima da calcinha fio-dental e penetrei ela bem forte, não aguentava mais, que delícia essa buceta bem molhada, ela tava mais tarada que eu, com o dedo do meio começou a brincar no meu cu.
– Vamos ver como vão olhar pro seu rabo na academia, hein...?
– Que cê tá dizendo...?
– Acho que vão olhar mais pra você do que pra mim, hein...?
– Cê é louca... – eu dizia e parecia que minha voz saía mais fina, mais aguda, como se mostrasse uma puta excitada. Gozamos igual porcos e dormimos, por duas semanas não falamos mais do assunto.
Uma tarde ela voltou do trabalho, tirou a calcinha fio-dental e me deu, me entregou também uma espécie de legging, que marcava minha bunda, recusei um par de vezes, mas minha excitação era demais, Débora me levou ao banheiro.
—Vou te masturbar antes de ir... você tá muito excitada... — pela primeira vez, acho, ou talvez foi a primeira vez que percebi que ela tava falando comigo como se eu fosse uma garota.
No banheiro, ela me colocou de frente pro espelho, na pia. Ela pegou meu pau por trás, me olhando pelo espelho.
—Hoje vão olhar muito pra sua bundinha, sabia?... tem muito cara naquela academia que curte menininhas igual você... — jatos de porra pularam do meu pau, sujando o espelho e caindo na pia.
Depois fomos pra academia. Eu realmente percebia como me olhavam, muitos também devoravam a Débora com os olhos. Quando voltamos pra casa depois do nosso primeiro dia de academia, nós dois távamos voando de tesão, arrancamos a roupa um do outro e caímos na cama. Passamos a noite toda transando, cochilamos um pouco e depois tivemos que ir trabalhar. Trocávamos mensagens sobre o quanto nos amávamos e como tinha sido bom, além do cansaço que a gente tava. Naquela noite, dormimos cedo.
Quase um mês depois, Débora me disse que a gente tinha que brincar um pouco mais pesado. Eu não entendi.
—É fácil. Hoje depois da ginástica, quero que você entre no chuveiro, olhe qual é o pau maior, esse vai ser o primeiro que você vai chupar...
—Mas o que você tá dizendo? Você é louca? Não gosto de homens e não vou ficar olhando o pau de ninguém.
—Tá bom, então... não vem pra academia hoje... prefiro ir sozinha...
Ela saiu batendo a porta. Eu vesti a calcinha dela e entrei no banheiro, assustado, mas acima de tudo excitado. A ideia de olhar paus, escolhendo o maior pra chupar, me fez masturbar na frente do espelho. Depois fui preparar a comida, fiquei com a calcinha dela vestida e calcei um salto alto dela. Achei que ela ia adorar. Quando ela entrou e me viu cozinhando, acho que sorriu. Ela se aproximou por trás.
—Parece que você pensou no que eu falei... hein... gostou, sua putinha? — e ela acariciou minha bunda. — Não me responde... hoje, quando fui sozinha, vários galãs Me aproximaram... me ajudaram com as rotinas... me tocaram um pouquinho só pra me ajudar... tem uns caras que são muito gostosos... você não pode me deixar sozinha, hein...
- Não, meu amor...
- Também apareceram uns perguntando por você... se éramos casados... e dava pra ver que estavam interessados em te conhecer mais a fundo...
Ela abaixou a tanga e começou a chupar minha bunda, pegou um pepino que eu ia descascar e começou a brincar com ele no meu cu, só passando por fora sem meter.
- Da próxima vez você vai tomar banho... vou marcar quais são os mais interessados... escolhe o de pau maior... os três são bonitos... mas quero que na primeira vez você coma um pau bom, hein...?
Ela me bateu uma até eu gozar na bancada da cozinha.
- Que porca suja... limpa a cozinha, hein... - saiu da cozinha e foi tomar banho.
Na manhã seguinte, já mais calmos, perguntei como ela esperava que eu entrasse no banheiro da academia e me despisse só de tanga, não achava certo, aliás, era uma loucura.
- Ah... amor... é fácil... você se enrola na toalha primeiro, tira a tanga sem ninguém ver e depois entra no chuveiro. Ou tira tudo junto, legging e tanga, ou se despe no chuveiro puxando a cortina. Não me enche o saco... você já sabe o que fazer... aliás, acho que dá pra ver de cara, aposto que é o Sebastian..., ainda mais pelo que ele me disse, é o que tá mais afim de você...
- Mas como vou olhar o pau deles, amor... eu não sou gay...
- Para de frescura... depois do banho você convida o mais dotado pra jantar no sábado... em casa...
Fiquei chocado, aquilo tava fugindo do meu controle, não era uma fantasia, não me sentia preparado pra algo assim.
Ela me deu um beijo e saiu correndo pro trabalho.
Eu fui pro meu pensando até onde isso ia chegar, e que consequências teria, mas a verdade não dá pra negar. Então decidi fazer o melhor, ouvir a Débora e aproveitar juntos.
E fomos pra academia, eu sentia o coração prestes a explodir, ainda por cima ela sempre fazia uma rotina pra fortalecer os glúteos, que era o que a Debora tinha pedido pro instrutor, quando fui pro vestiário achei que o coração ia sair pela boca. Os três caras que a Debora tinha marcado vieram pro vestiário quando me viram entrar, não era normal, eu geralmente ia direto pra casa e tomava banho tranquilo com a Debora, me despi antes que eles entrassem escondendo a tanga na bolsa, entrei no chuveiro, os três logo estavam pelados. O Sebastián me perguntou por que eu tava tomando banho ali e eu falei que tinha que ir direto pra outro lugar. Me ensaboei dando uma visão da minha bunda, me senti uma puta, e ao mesmo tempo sentia minha excitação crescer, então desliguei a água quente esperando que a água fria me ajudasse um pouco, olhei disfarçado pros paus, o pau do Sebastián era realmente algo impressionante, parecia um cacete mesmo sem estar duro, e a grossura era absurda. Ficava pensando em como ia chamar ele pra jantar em casa. Quando a gente tava se secando, sem olhar pra ele, perguntei se não queria vir jantar em casa, pra gente bater um papo, que ele parecia gente boa.
-Claro... vai ser um prazer... eu levo o vinho, hein...?
Quando contei pra Debora que tinha feito isso, ela me deu um beijo na boca, e naquela noite a gente transou de novo igual uns bichos, não conseguimos acordar, demos desculpas no trabalho, tinha que esperar o sábado.
E no sábado a Debora começou cedo, primeiro depilou minha buceta e minhas pernas, eu tava realmente excitada com toda a situação, e ainda mais por estar junto com ela, de noite ela me fez tomar banho, pintou minhas unhas, meus lábios, me colocou um corset, uma tanga e meia com liga, tinha comprado uns saltos altos pra mim, até uma peruca,
-E como é que eu vou me vestir...?
-Essa é sua roupa... não queremos dúvidas nem perder tempo... tô excitadíssima... sempre sonhei em fazer algo assim...
-Mas como a gente vai seguir, amor...
-Não sei, sua puta... a gente vê... hoje espero que você aproveite bem essa rola que vai comer...
Eu tava nervoso pra caralho, quando tocaram a campainha a Debora mandou eu ir pro quarto que ela me chamava, ela abriu a porta e deixou ele entrar, eu ouvia eles conversando, aí num momento a Debora falou:
-A putinha tá se arrumando pra você... espero que você faça ela gozar...
Eu ouvi um silêncio pesado, não sabia qual era a cara dele, ouvi a Debora me chamando:
-Putinha... chegou teu machinho... trata ele bem que é a primeira vez... -ela falou pra ele.
Quando entrei achei que ia morrer, olhei pro volume na calça dele e tava de cabeça baixa, ele veio na minha direção e começou a acariciar minha bunda, levou minha mão direita pro volume dele, eu apertei com medo mas excitado ao mesmo tempo. Ele baixou a calça e a cueca dele, ficou nu da cintura pra baixo, o pau dele tava bem maior e mais grosso que na academia, achei que ia me arrebentar. Ele me pegou pelos ombros e eu fiquei de joelhos na frente dele. Primeiro chupei um pouco saboreando a cabeça, depois enfiei bem fundo, nunca tinha feito aquilo mas parecia um expert. Via pela dureza que ele tava adorando, o pau dele era curvado pra baixo, nunca tinha visto um assim, e ao mesmo tempo era imenso. Depois de um tempo chupando ele me pegou por baixo das axilas e me virou pra mesa, me fez apoiar as mãos nela, eu olhei pra Debora que deitada no sofá se masturbava devagar. Ele baixou minha calcinha deixando ela debaixo da minha bunda sem tirar e começou a passar o pau grosso dele pelo canal do meu cu.
-Então vou ter o prazer de desvirgar essa bunda gostosa...
Eu não respondi, tava morrendo de vergonha e tesão.
O pau dele percorria o canal do meu cu e às vezes forçava a entrada mas sem tentar meter, ele ficou brincando um tempão, eu chupei ele de novo de joelhos na frente dele agora olhando nos olhos dele.
-Vai pegar um lubrificante... senão não vai dar...
A Debora falou que tinha um no armário do banheiro, que tinha preparado tudo. Voltei com ele e, colocando na mão, lubrifiquei um pouco o pau dele. depois me acomodei de novo na mesa, lubrificando meu próprio cu, o que deixou a Débora ainda mais excitada enquanto se tocava. brincou de novo na entrada do meu cu, mas ainda não conseguia enfiar. passei mais lubrificante nele, me ajustei e dessa vez não teve brincadeira: ele simplesmente encaixou o pau na porta do meu cu e, com um empurrão, meteu a cabeça. senti que ia morrer de dor, queimava, mas ao mesmo tempo tava excitadíssimo. a Débora parecia estar gozando. ele esperou um pouco e depois enfiou mais um pouco. outra pausa e aí sim começou um vai e vem que me deixava louco, uma mistura de dor e prazer, eu gemia com voz fina, igual uma putinha, e isso deixava ele ainda mais doido. não sei quanto tempo durou, mas ele me segurava firme pela cintura e me comia sem parar até que senti ele me agarrar ainda mais forte, enterrou fundo, e senti ele encher minha bunda. meu pau também jorrou toda porra. quando ele tirou do meu cu, chupei ele com gosto, limpando, saboreando, me senti uma putinha grata ajoelhada na frente dele. depois nos arrumamos, ele preferiu ir embora, passou no banheiro, se limpou e disse que a gente precisava ficar a sós, que aproveitássemos e agradeceu por termos escolhido ele. fomos tomar banho juntos com a Débora, e depois na cama transamos a noite toda, em silêncio e com muita calma.
E lá estava eu, no balcão de uma balada qualquer da fuking city. Buenos Aires, cidade amada e odiada ao mesmo tempo. Me sentindo o pior lixo do planeta, sem motivo aparente nem real, sem importância, um zero à esquerda na contabilidade cósmica. Um puro nada. Virei meu drink, nem lembro quantos tinha tomado, também não tava nem aí. Me virei pra pista, e lá vi ela. Débora, minha colega do colégio, loira, com uns peitos deliciosos, uma bunda de infarto, sempre me pareceu inalcançável, rebolando gostoso na frente de um cara que passava as mãos na barriguinha dela e acariciava, mas tinha algo estranho na cena, álcool demais, pensei. Voltei o olhar pro balcão, perdido no tempo e no espaço. De repente, do meu lado ela, pedindo um drink, me olha de lado.
— Não ia me cumprimentar...?
É óbvio que tá falando comigo, quantas punhetas te dediquei, querida Débora, quão distante você sempre pareceu.
— Ah, oi... tudo bem...?
— Melhor que você, com certeza... — disse e foi embora com o drink pra continuar dançando. Olhei pra pista e me pareceu que ela tava me olhando, fazendo carinhas sensuais. Com certeza muito álcool, depois se virou, falou algo pro boy e veio na minha direção.
— Como você tá, tanto tempo...? Ainda com a guitarra e a banda...?
Quem mandou você encher meu saco, criatura do céu.
— Não, parei de tocar...
— Ah... que pena, você era tão lindo com aquela guitarra pendurada no pescoço... tinha um ar de vencedor que me deixava louca.
Deve ser uma zoeira, alguém tá tirando onda com a minha cara.
— É, fui pra computação... sou programador...
— Ah... um perdedorzinho... bom, a gente se vê outro dia... looser... — ela se afastou, rebolando aquela bunda enorme, eu olhava pra tanguinha enfiada nela. Saí pra casa, me sentindo mais otário do que nunca, o auge da burrice. Cheguei em casa, entrei na cozinha, olhei a pilha de pratos sujos e desabei na cama, vestido, cansado, enjoado de ser eu mesmo. Levantei domingo à tarde. O que pode ser pior, sei lá. Na segunda-feira fui trabalhar e comecei a ficar com tesão na ideia de procurar a Debora.
Encontrei o Facebook dela, mandei uma solicitação de amizade que ela aceitou, escrevi dizendo que queria vê-la, talvez pudesse dar um show de violão só pra ela. Combinamos de nos encontrar, fomos pra casa depois de tomar umas cervejas, um pouco de violão e acabamos na cama. Não conseguia acreditar, olhava o corpo nu dela, a buceta dela me apertava do jeito certo, como uma luva gostosa envolvendo meu pau, ela sussurrava no meu ouvido, dizia que sempre quis ficar assim comigo. Passamos a noite inteira na cama transando uma vez atrás da outra. Depois percebemos que combinávamos, que gostávamos de ficar juntos, e em três meses ela foi morar comigo. Eu não acreditava. Uma onda de otimismo me envolveu, minha vida começava a parecer normal. Depois de um ano juntos, decidimos casar, nós dois muito jovens, só 22 anos, mas que diferença fazia? A gente se amava, transava o tempo todo e em qualquer lugar, eu tava começando a me dar bem com o violão, a vida é linda, pensei.
Casamos sem cerimônia, só eu e ela e algumas amigas dela, depois lua de mel nas praias do Brasil, sexo o tempo todo, só o cu que não curto, ela me disse, mas pouco me importava, cada dia me sentia mais feliz e completo, nossa vida seguiu normal por um tempo. Um dia voltei pra casa, tava sozinho, ela ainda não tinha voltado do trabalho, vi uma calcinha dela jogada no chão e enquanto tomava banho coloquei ela em mim, fiquei excitado pra caralho, tava duro como poucas vezes, ao mesmo tempo me sentia doente, mas muito excitado, me masturbei igual um louco. E quando ela chegou, eu ainda tava quente, agarrei ela e levei pro quarto, ela me chupou de joelhos na minha frente, me olhando com aqueles olhões gostosos,
— O senhor gosta de como eu chupo...?
— Sim, sua putinha gostosa...
— Que bom que o senhor gosta...
— E que rabo lindo você tem, puta... seu marido deve te comer muito...
— Sim, ele me come pra caralho... mas o pau dele é mais bonito, senhor...
Nunca tínhamos conversado enquanto transávamos, mas os dois estávamos a fim de brincar.
— E você comeu muitos paus... linda?
— Não contei, senhor...
Com os dedos, ele começou a brincar rodeando minha bunda e sentiu como minha excitação crescia.
— Epa, senhor... parece que o senhor gosta que eu brinque por aí...
— Não, é a situação que me excita, linda...
— Pra mim, parece que o senhor gosta que acariciem essa bundinha minúscula... — ele brincava com o dedo no meu cu e, quando me sentiu perto de gozar, enfiou só uma falange no meu cu, me fazendo gozar com um gemido forte, como raramente tinha feito. Meu pau continuava duro, ela se deitou na cama, e eu montei nela.
— Você tem a bundinha sensível... hein?
Não respondi e comecei a bombar mais forte.
— E ainda por cima você tem uma bundinha muito linda... uma das minhas calcinhas ficaria muito bem em você... — ela tinha me visto? ou só percebia? não conseguia esconder minha excitação, que, mesmo tendo gozado agora, era cada vez maior.
— Parece que estamos nos conhecendo, né?
— Não sei do que você tá falando...
ela só esboçou um sorriso. Continuamos nos pegando cada vez mais forte até gozarmos juntos de novo, ficamos nos beijando e nos acariciando na cama. Nenhum dos dois falou mais nada, depois fomos jantar e, ao voltar pra casa, transamos de novo.
Um dia, enquanto jantávamos, ela me disse:
— Lembra daquele cara com quem eu tava dançando na balada...
— Sim, e daí?
— Nada... é que ele era bissexual... gostava muito de usar roupinha de menina... roupinha íntima... — Ela se levantou da mesa, levou os pratos pra lavar, não falamos nada, eu fui pro quarto ler, mas não conseguia me concentrar.
Quando ela veio pro quarto, ficou só de calcinha e sutiã, andava pelo quarto, arrumava as coisas dela.
— Por que você me falou do seu amigo...?
— Sei lá... acho que vocês são muito parecidos...
Fez-se um silêncio que pareceu durar uma eternidade.
— O que você quer dizer? — falei, fingindo estar ofendido.
— Nada, bobinho... se você colocar uma calcinha minha, vai ter uma ereção que vai romper... quer apostar...?
– Que cê tá dizendo?
– Ficou surdo, burro ou só é um cagão mesmo...
experimenta minha calcinha fio-dental e pronto... se não te excitar, a gente descobre na hora – disse ela enquanto tirava a calcinha fio-dental e brincava com ela nos dedos. Eu já tava com a pica explodindo. Ela percebeu.
– Nem precisa experimentar nada... dá pra ver de longe que você gosta... sua pica não mente...
Depois ela se deitou do meu lado, esfregando a bunda em mim. Eu ia penetrar ela e ela me parou.
– Antes de fazer isso, quero que você experimente minha calcinha fio-dental... quero ver essa bunda linda, ver como fica em você...
Fui colocando ela aos poucos, minha pica dura igual pedra, me virei devagar mostrando pra ela, me excitava demais sentir a tira dentro do meu cu e ela me olhando.
– Quero que a gente comece a ir junto pra academia... assim você fortalece mais a raba, quer...
Me senti rendido, queria isso, que ela fosse minha guia, que me empurrasse a explorar coisas novas.
– Sim, o que você mandar...
– Você vai fazer uma rotina pra glúteo, quer... e vai com minha calcinha fio-dental vestida, hein...?
– Sim, o que você disser...
– E vai usar um shortinho que marque bem a raba, hein...?
– Mas vão pensar que sou gay...
– Só pra brincar comigo, seu bobinho... vem me foder agora... mas deixa a calcinha fio-dental vestida...
Tirei meu pau por cima da calcinha fio-dental e penetrei ela bem forte, não aguentava mais, que delícia essa buceta bem molhada, ela tava mais tarada que eu, com o dedo do meio começou a brincar no meu cu.
– Vamos ver como vão olhar pro seu rabo na academia, hein...?
– Que cê tá dizendo...?
– Acho que vão olhar mais pra você do que pra mim, hein...?
– Cê é louca... – eu dizia e parecia que minha voz saía mais fina, mais aguda, como se mostrasse uma puta excitada. Gozamos igual porcos e dormimos, por duas semanas não falamos mais do assunto.
Uma tarde ela voltou do trabalho, tirou a calcinha fio-dental e me deu, me entregou também uma espécie de legging, que marcava minha bunda, recusei um par de vezes, mas minha excitação era demais, Débora me levou ao banheiro.
—Vou te masturbar antes de ir... você tá muito excitada... — pela primeira vez, acho, ou talvez foi a primeira vez que percebi que ela tava falando comigo como se eu fosse uma garota.
No banheiro, ela me colocou de frente pro espelho, na pia. Ela pegou meu pau por trás, me olhando pelo espelho.
—Hoje vão olhar muito pra sua bundinha, sabia?... tem muito cara naquela academia que curte menininhas igual você... — jatos de porra pularam do meu pau, sujando o espelho e caindo na pia.
Depois fomos pra academia. Eu realmente percebia como me olhavam, muitos também devoravam a Débora com os olhos. Quando voltamos pra casa depois do nosso primeiro dia de academia, nós dois távamos voando de tesão, arrancamos a roupa um do outro e caímos na cama. Passamos a noite toda transando, cochilamos um pouco e depois tivemos que ir trabalhar. Trocávamos mensagens sobre o quanto nos amávamos e como tinha sido bom, além do cansaço que a gente tava. Naquela noite, dormimos cedo.
Quase um mês depois, Débora me disse que a gente tinha que brincar um pouco mais pesado. Eu não entendi.
—É fácil. Hoje depois da ginástica, quero que você entre no chuveiro, olhe qual é o pau maior, esse vai ser o primeiro que você vai chupar...
—Mas o que você tá dizendo? Você é louca? Não gosto de homens e não vou ficar olhando o pau de ninguém.
—Tá bom, então... não vem pra academia hoje... prefiro ir sozinha...
Ela saiu batendo a porta. Eu vesti a calcinha dela e entrei no banheiro, assustado, mas acima de tudo excitado. A ideia de olhar paus, escolhendo o maior pra chupar, me fez masturbar na frente do espelho. Depois fui preparar a comida, fiquei com a calcinha dela vestida e calcei um salto alto dela. Achei que ela ia adorar. Quando ela entrou e me viu cozinhando, acho que sorriu. Ela se aproximou por trás.
—Parece que você pensou no que eu falei... hein... gostou, sua putinha? — e ela acariciou minha bunda. — Não me responde... hoje, quando fui sozinha, vários galãs Me aproximaram... me ajudaram com as rotinas... me tocaram um pouquinho só pra me ajudar... tem uns caras que são muito gostosos... você não pode me deixar sozinha, hein...
- Não, meu amor...
- Também apareceram uns perguntando por você... se éramos casados... e dava pra ver que estavam interessados em te conhecer mais a fundo...
Ela abaixou a tanga e começou a chupar minha bunda, pegou um pepino que eu ia descascar e começou a brincar com ele no meu cu, só passando por fora sem meter.
- Da próxima vez você vai tomar banho... vou marcar quais são os mais interessados... escolhe o de pau maior... os três são bonitos... mas quero que na primeira vez você coma um pau bom, hein...?
Ela me bateu uma até eu gozar na bancada da cozinha.
- Que porca suja... limpa a cozinha, hein... - saiu da cozinha e foi tomar banho.
Na manhã seguinte, já mais calmos, perguntei como ela esperava que eu entrasse no banheiro da academia e me despisse só de tanga, não achava certo, aliás, era uma loucura.
- Ah... amor... é fácil... você se enrola na toalha primeiro, tira a tanga sem ninguém ver e depois entra no chuveiro. Ou tira tudo junto, legging e tanga, ou se despe no chuveiro puxando a cortina. Não me enche o saco... você já sabe o que fazer... aliás, acho que dá pra ver de cara, aposto que é o Sebastian..., ainda mais pelo que ele me disse, é o que tá mais afim de você...
- Mas como vou olhar o pau deles, amor... eu não sou gay...
- Para de frescura... depois do banho você convida o mais dotado pra jantar no sábado... em casa...
Fiquei chocado, aquilo tava fugindo do meu controle, não era uma fantasia, não me sentia preparado pra algo assim.
Ela me deu um beijo e saiu correndo pro trabalho.
Eu fui pro meu pensando até onde isso ia chegar, e que consequências teria, mas a verdade não dá pra negar. Então decidi fazer o melhor, ouvir a Débora e aproveitar juntos.
E fomos pra academia, eu sentia o coração prestes a explodir, ainda por cima ela sempre fazia uma rotina pra fortalecer os glúteos, que era o que a Debora tinha pedido pro instrutor, quando fui pro vestiário achei que o coração ia sair pela boca. Os três caras que a Debora tinha marcado vieram pro vestiário quando me viram entrar, não era normal, eu geralmente ia direto pra casa e tomava banho tranquilo com a Debora, me despi antes que eles entrassem escondendo a tanga na bolsa, entrei no chuveiro, os três logo estavam pelados. O Sebastián me perguntou por que eu tava tomando banho ali e eu falei que tinha que ir direto pra outro lugar. Me ensaboei dando uma visão da minha bunda, me senti uma puta, e ao mesmo tempo sentia minha excitação crescer, então desliguei a água quente esperando que a água fria me ajudasse um pouco, olhei disfarçado pros paus, o pau do Sebastián era realmente algo impressionante, parecia um cacete mesmo sem estar duro, e a grossura era absurda. Ficava pensando em como ia chamar ele pra jantar em casa. Quando a gente tava se secando, sem olhar pra ele, perguntei se não queria vir jantar em casa, pra gente bater um papo, que ele parecia gente boa.
-Claro... vai ser um prazer... eu levo o vinho, hein...?
Quando contei pra Debora que tinha feito isso, ela me deu um beijo na boca, e naquela noite a gente transou de novo igual uns bichos, não conseguimos acordar, demos desculpas no trabalho, tinha que esperar o sábado.
E no sábado a Debora começou cedo, primeiro depilou minha buceta e minhas pernas, eu tava realmente excitada com toda a situação, e ainda mais por estar junto com ela, de noite ela me fez tomar banho, pintou minhas unhas, meus lábios, me colocou um corset, uma tanga e meia com liga, tinha comprado uns saltos altos pra mim, até uma peruca,
-E como é que eu vou me vestir...?
-Essa é sua roupa... não queremos dúvidas nem perder tempo... tô excitadíssima... sempre sonhei em fazer algo assim...
-Mas como a gente vai seguir, amor...
-Não sei, sua puta... a gente vê... hoje espero que você aproveite bem essa rola que vai comer...
Eu tava nervoso pra caralho, quando tocaram a campainha a Debora mandou eu ir pro quarto que ela me chamava, ela abriu a porta e deixou ele entrar, eu ouvia eles conversando, aí num momento a Debora falou:
-A putinha tá se arrumando pra você... espero que você faça ela gozar...
Eu ouvi um silêncio pesado, não sabia qual era a cara dele, ouvi a Debora me chamando:
-Putinha... chegou teu machinho... trata ele bem que é a primeira vez... -ela falou pra ele.
Quando entrei achei que ia morrer, olhei pro volume na calça dele e tava de cabeça baixa, ele veio na minha direção e começou a acariciar minha bunda, levou minha mão direita pro volume dele, eu apertei com medo mas excitado ao mesmo tempo. Ele baixou a calça e a cueca dele, ficou nu da cintura pra baixo, o pau dele tava bem maior e mais grosso que na academia, achei que ia me arrebentar. Ele me pegou pelos ombros e eu fiquei de joelhos na frente dele. Primeiro chupei um pouco saboreando a cabeça, depois enfiei bem fundo, nunca tinha feito aquilo mas parecia um expert. Via pela dureza que ele tava adorando, o pau dele era curvado pra baixo, nunca tinha visto um assim, e ao mesmo tempo era imenso. Depois de um tempo chupando ele me pegou por baixo das axilas e me virou pra mesa, me fez apoiar as mãos nela, eu olhei pra Debora que deitada no sofá se masturbava devagar. Ele baixou minha calcinha deixando ela debaixo da minha bunda sem tirar e começou a passar o pau grosso dele pelo canal do meu cu.
-Então vou ter o prazer de desvirgar essa bunda gostosa...
Eu não respondi, tava morrendo de vergonha e tesão.
O pau dele percorria o canal do meu cu e às vezes forçava a entrada mas sem tentar meter, ele ficou brincando um tempão, eu chupei ele de novo de joelhos na frente dele agora olhando nos olhos dele.
-Vai pegar um lubrificante... senão não vai dar...
A Debora falou que tinha um no armário do banheiro, que tinha preparado tudo. Voltei com ele e, colocando na mão, lubrifiquei um pouco o pau dele. depois me acomodei de novo na mesa, lubrificando meu próprio cu, o que deixou a Débora ainda mais excitada enquanto se tocava. brincou de novo na entrada do meu cu, mas ainda não conseguia enfiar. passei mais lubrificante nele, me ajustei e dessa vez não teve brincadeira: ele simplesmente encaixou o pau na porta do meu cu e, com um empurrão, meteu a cabeça. senti que ia morrer de dor, queimava, mas ao mesmo tempo tava excitadíssimo. a Débora parecia estar gozando. ele esperou um pouco e depois enfiou mais um pouco. outra pausa e aí sim começou um vai e vem que me deixava louco, uma mistura de dor e prazer, eu gemia com voz fina, igual uma putinha, e isso deixava ele ainda mais doido. não sei quanto tempo durou, mas ele me segurava firme pela cintura e me comia sem parar até que senti ele me agarrar ainda mais forte, enterrou fundo, e senti ele encher minha bunda. meu pau também jorrou toda porra. quando ele tirou do meu cu, chupei ele com gosto, limpando, saboreando, me senti uma putinha grata ajoelhada na frente dele. depois nos arrumamos, ele preferiu ir embora, passou no banheiro, se limpou e disse que a gente precisava ficar a sós, que aproveitássemos e agradeceu por termos escolhido ele. fomos tomar banho juntos com a Débora, e depois na cama transamos a noite toda, em silêncio e com muita calma.
0 comentários - Minha namorada me deixa safado.