Como é que vocês estão, amigos?!! Aqui vai mais uma experiência com nossas amigas travas. Isso aconteceu na semana passada, já fazia uns dez dias que uma colega de trabalho, que sabe das minhas fraquezas por travestis, assim como eu sei das fraquezas lésbicas dela, me contou que uma amiga dela, claro, uma little trans, tinha comprado o primeiro apartamento dela e precisava fazer uns serviços de elétrica. Ela me pediu como um favor de amigo para fazer os serviços elétricos que ela precisava. Então, ela me passou o telefone dela e combinamos para o dia 5, às 8 da manhã. Pontualmente, estava lá tocando a campainha do 6º A, com minha caixa de ferramentas na mão. Ela demorou bastante para atender, então, depois de 20 minutos e de tocar a campainha pela quinta vez, optei por uma última tentativa: ligar do meu celular para a casa dela. Quando ela atendeu por um segundo, um arrepio percorreu minha espinha, porque pensei que estava sendo inoportuno e que ela estaria com alguém em alguma putaria, mas não. Muito educadamente, ela disse que já estava descendo. Depois de esperar uns 10 minutos, sai do elevador uma morenona divina, mais ou menos um metro e oitenta e cinco, cabelo bem cacheado e olhos azuis. Ela vestia uma camiseta cinza tipo minissaia, que acho que usava como camisola, um par de peitos lindos, uns 90, eu calculo, pernas longas e fortes, calçando umas sandálias bem sensuais. Ao abrir a porta, nos apresentamos formalmente, já que não nos conhecíamos. Carola era o nome dela. Enquanto subíamos no elevador, pelo espelho pude ver uma bunda redonda e bem definida, de academia. Ela se desculpou pela demora e por não ter ouvido o porteiro, porque tinha ido dormir muito tarde, desembalando coisas da mudança. Disse que não tinha problema. Ao entrar, ela me perguntou se eu tinha tomado café da manhã, num tom meio debochado, que desde que abriu a porta até aquele momento não tinha mudado. Falei que não. Ela ofereceu algo para beber, e eu disse que gostava de mate, que se ela tomasse, eu aceitaria, mas que primeiro queria ver tudo o que precisava ser feito. O que eu tinha que fazer, fui comprar o necessário. Depois de percorrer o apartamento de três cômodos, bagunçado por causa da mudança recente, pedi R$ 100, já que era bastante trabalho, e fui comprar o que precisava. Já na rua, a caminho da casa de materiais elétricos, xingava por ter pego esse trampo com essa gostosa de cara de buceta, já que ela me tratava tão mal. Decidi cobrar o serviço de uma vez, e se ela fosse mais educada, não cobraria, pensava comigo. Comprei tudo e voltei pra casa da histérica. Já no apartamento, fui cuidar da minha parte, enquanto ela terminava de desembalar e arrumar as últimas caixas. Eu nem ligava pra ela, já que ela não falava comigo. Passou quase uma hora e meia, e com o apartamento em condições, arrumado e limpo, ela me pergunta se eu me importava dela tomar um banho. Respondi: "Tá na sua casa, faz o que quiser". Ela com certeza percebeu que eu tava puto, então respondeu: "Ok, vou tomar um banho e a gente toma uns mates, quer?" Respondi de novo: "Como você quiser, eu termino em meia hora". Levei um susto quando terminei de responder, porque virei a cabeça pra olhar pra ela e a vi enrolada numa toalha curta, com o cabelo preso, e por baixo da borda da toalha aparecia a cabeça da piroca, enquanto ela piscava o olho pra mim antes de entrar no banho. Obviamente, meus ratos começaram a sair da toca. Depois de um tempo, eu tava sentado no chão, pronto pra trocar a última tomada, quando ela sai do banho, de novo enrolada na toalha e com o cabelo molhado, e me diz: "Vou me trocar e botar a chaleira no fogo pra fazer os mates que te prometi". Então eu falei: "Se quiser, eu boto pra você". E ela respondeu: "Claro, piranha, bota ela toda pra mim!!!" Foi nesse momento que percebi que ela pegou a frase de um jeito safado e deu um duplo sentido. "Tô falando da chaleira", falei. "Já sei, bobinho, tava te zoando", respondeu. Então, depois de botar a chaleira no fogo, eu... Voltei a sentar pra retomar o que tinha deixado, quando depois de um tempo ela se aproxima com a cuia, o mate e o açúcar e senta no chão a uns meros meio metro de mim. Ela tinha vestido uma regata branca de algodão que marcava perfeitamente os peitos e, por consequência, os bicos, umas calças tipo ciclista que, ao sentar, marcavam perfeitamente o volume, jogado pra trás. Um perfume tão sensual que parecia ter perfumado o quarteirão inteiro. Estava descalça e com as unhas dos pés pintadas combinando com as das mãos. Assim ficamos, entre um mate e outro, conversando um bom tempo sobre bobagens e coisas sem sentido. Num momento, pergunto se ela tinha mais algo pra fazer, porque eu já tinha terminado. Quando, de repente, com olhar de gata no cio e voz sensual, ela me diz: "Tem certeza que terminou tudo?" "Sim, certeza", respondi. Ainda repassei tudo que tinha arrumado, caso ela tivesse esquecido de algo. E ela disse, enquanto se jogava pra trás, apoiando as mãos atrás das costas e exibindo os peitos: "Você tem razão, tudo que é elétrica você terminou. Agora você tem que começar comigo, bebê." Foi o estopim pra minha pica acordar como uma fera. Então me aproximei dela e devorei a boca dela com um beijo profundo de língua. Ela descruzou as pernas e eu aproveitei pra chegar mais perto e começar a acariciá-las bem de leve. Ela começou a soltar gemidinhos de dengo enquanto nos beijávamos. Das pernas, passei pra boceta dela que, pela suavidade da legging de lycra, pude notar que estava sem calcinha, além de sentir a grossura dela. Tudo isso me deixou a todo vapor. Então procurei a junção das costuras, enfiei o dedo com força e rasguei a legging, deixando escapar um lindo pedaço de boceta bem carnuda. Ela estava toda depiladinha. Desci pros ovos, que eram grandes, e me dediquei a brincar com meus dedos no cu dela, que estava se dilatando a passos largos. Eu tinha ido vestido com uma calça de moletom e meu volume era mais que evidente. Continuávamos nos beijando e ela já Ela soltava gemidos de prazer. Larguei o cu e comecei a chupar a rola dela, que já tava no ponto. A rola era macia, duríssima e bem quentinha. A cabeça tava bem vermelha e inchada, e com meus lábios dava pra sentir as veias pulsando enquanto o sangue passava forte por elas. A Carola já tava explodindo de vontade de transar, aí ela interrompeu o boquete que eu tava fazendo e falou: "Vamo pro quarto, meu amor, que a caminha já tá pronta pra gente. Bora, que você me deixou doida de tesão". A gente levantou e, enquanto se beijava, foi se despindo. Ela pegou na minha pica e me levou pro quarto, que tinha a cama semiaberta e as persianas não tão baixas, deixando entrar aquele fio de luz necessário pra uma iluminação suave. Era óbvio que ela tinha tudo planejado. Nesse caminho, pude ver bem aquelas nádegas que eu tinha visto no elevador, escondidas pela blusinha. A gente deitou e começou uma longa sessão de beijos, carícias e muita pegação, até que ela tomou conta da minha pica. Como ela chupava com suavidade! Não aguentei mais e fui pra um 69. Chupei fundo o cu dela, lambi até a dilatação ficar total, chupei os ovos dela enquanto batia uma punheta na bunda e depois voltei pra rola dela, enquanto ela não largava a minha. Sinceramente, curti muito, porque até agora, de todos os travecas que eu comi, nunca tinha chupado uma rola com a pele tão macia quanto a dela. Foi tanta curtição que, num determinado momento, ouvi um grito de prazer, seguido de um tremor no corpo. A rola inchou e, dois segundos depois, um jato de porra bem quentinha e doce. Isso mesmo, amigos, ela gozou na minha boca. Que delícia que tava essa porra!!! E pra agradecer esse presente lindo, com a boca cheia, me aproximei da boca dela e dei um beijo de língua leitoso pra compartilhar o mel. Depois do beijo, ela disse que só tinha feito isso uma vez e tinha sentido nojo, mas que dessa vez gostou. Sem mais enrolação e com minha pica já pronta pra ação, virei ela de costas. Me pus de quatro e ela perguntou: "cê gosta da minha bunda pequena?" Falei que sim, ela perguntou: "e da minha buceta?" Também respondi que sim. "Então te dou de presente, me come gostoso, papai", ela disse. Eu, sem perder tempo, fui aproveitar o presente e comecei a meter devagar. Mesmo já estando dilatada, custou um pouco, como sempre quando a cabeça entra, mas depois foi tudo espetacular. Ficamos umas meia hora bombando e trocando de posição. Ela gozou três vezes: uma foi sem se tocar nem nada, as outras duas foi enquanto eu batia uma pra ela. Claro que, quando eu gozava na mão, ela pegava a porra dela. Já na última posição, minha pika explodiu de leite, enchendo bem a bunda dela. Depois dessa finalizada leitosa, deitamos e dormimos. Umas hora depois, acordei com meu pau na boca dela. Ela me chupou até eu gozar e tomou todo o leite. Perguntei: "por que não dividiu comigo?" E ela respondeu: "você já tomou bastante do meu, agora eu queria o seu na minha barriguinha." A gente trepou mais uma vez, e eu pedi pra ela fazer uma coisa que eu curto muito: sem meter, encostar a cabeça do pau no meu cu e gozar. Me excita pra caralho sentir o leite na porta do rabo. Tomamos banho, tomamos uns mates, peguei minhas ferramentas e fui embora com a promessa de vários encontros como aquele. Espero que tenham gostado e até a próxima.
5 comentários - Favor pra amiga gostosa da colega
Buen relato, van ocho puntos