Corria janeiro deste ano e Jorge, um amigo de infância, estava se casando em cerimônia religiosa, e o casamento era no country dos sogros dele, numa festa bem ostentosa, já que o sogro é gerente de uma grande multinacional e aquele casamento era o presente dele. O casamento era num domingo ao meio-dia, numa quase mansão dentro de um country na região de Pilar, e meu amigo me pediu na quarta-feira se eu podia ir ajudar a ajustar os detalhes, e eu aceitei de boa. Quinta-feira ao meio-dia, peguei o terno e uma bolsa com umas roupas, entrei no carro e fui pra zona norte, quando toca o celular. Era o Jorge, me pedindo pra passar no microcentro pra buscar uma tal de Maria Laura e levar ela comigo, porque ela era colega de trabalho da noiva dele e ia com o mesmo propósito. Ele disse que ia me passar o número dela por mensagem pra eu ligar quando chegasse na porta. Cheguei no lugar, liguei pra ela e ela desceu. Era uma loira muito gostosa, num tailleur cinza justinho que caía muito bem nela. Ela entrou no carro e me pediu se a gente podia passar na casa dela pra pegar umas roupas e o vestido que ela usaria no domingo. Perguntei o endereço e fomos pra lá. Ela mandou eu entrar com o carro na garagem do prédio, porque ela queria tomar um banho. Já no apartamento dela, ela fechou as persianas e ligou o ar condicionado, me convidou pra ficar à vontade e disse que na geladeira tinha bebidas bem geladas se eu estivesse com sede, que ela já saía do banho. Abri a geladeira, peguei um copo de água tônica e sentei pra esperar num sofá de três lugares confortável na sala. De repente, toca meu telefone, era meu amigo perguntando se a gente já estava a caminho. Contei onde a gente estava, e ele, com um sorriso safado, me perguntou se eu tava gostando da mina. Respondi que ele sabia muito bem que minha fraqueza era as morenas, mas que essa loira era bem gostosa. Aí ele me disse: "Você não percebeu?" Perguntei o quê, e ele respondeu: "Ela é uma mina especial, daquelas... que você gosta, é desses docinhos que você come de vez em quando e eu falei muito de você e dos mimos que você gosta de se dar, enquanto me contava tudo isso, Laura sai do quarto com uma camiseta branca sem sutiã, uma minissaia jeans bem curta e umas sandálias que mostravam uns pés perfeitos com unhas pintadas de vermelho e o cabelo meio molhado, entre o que ela me contou e o que eu estava vendo, fiquei de pau duro na hora e falei pro meu amigo que a gente saía pra lá daqui a pouco enquanto desligava a chamada. Laura, meio surpresa com a minha cara, me pergunta: "aconteceu alguma coisa?", respondi: "por quê?", "por causa da ligação que você recebeu, tá tudo bem?", "mais que bem", respondi, "era o Jorge querendo saber se a gente já tava indo". Ela me pergunta com um tom provocante: "ele falou mais alguma coisa?", "falei tudo", respondi. "Ok", ela disse enquanto com um sorriso se dirigia ao quarto. Eu, enquanto isso, continuei deslumbrado com tudo no sofá da sala, quando de repente ela me chama e me convida pro quarto e, como se fosse de propósito e brincando um pouco com meus gostos, ao entrar vejo sobre uma cama imensa de casal, uma bolsa aberta com umas roupas e um monte de lingerie de todo tipo espalhada na cama, ela parada entre a cama e o armário com dois vestidos na mão pendurados num cabide, me pergunta: "qual dos dois você gosta mais pra domingo?". Um era tipo de gaze branca, super decotado, com as costas totalmente de fora, e o outro parecia de lycra, colado no corpo, bem curtinho, também branco. Aí sugeri o primeiro, já que a gente tava no verão e com aquele ela ficaria mais fresca. Ela concordou com a opção e disse: "pronto, guardo tudo e a gente vai". Já no caminho pela Panamericana, meus neurônios estavam a mil e meu pau querendo entrar naquela buceta tão gostosa, mas eu queria ir levando as coisas devagar, porque assim minha excitação aumentava mais. A gente ia conversando sobre qualquer coisa e eu não conseguia parar de olhar aquelas pernas longas e bem torneadas. quando num momento ela me sugeriu que prestasse mais atenção na estrada porque senão a gente ia bater, eu respondi que já éramos adultos e que o Jorge não só tinha falado dela pra mim, como também sabia que ela contou pra ele sobre minha devoção trava. aí ela colocou a mão esquerda no meu coxa direita e disse pra pararmos de frescura, já que a gente se curtia, e que pelo menos nesse fim de semana a gente aproveitasse ao máximo, depois a gente via como ia ficar essa história, enquanto selava as palavras com um beijo de língua bem profundo. chegamos no lugar, nos anunciamos na porta e entramos. quando chegamos na casa, o Jorge e a namorada dele estavam nos esperando na porta. descemos do carro e dali até a porta tinha uns vinte metros mais ou menos, e esse trajeto a gente fez com a Laura de mãos dadas. a Mariana, namorada do Jorge, exclamou: "ah, então, vejo que vocês não perderam tempo, hein!!", e não teve jeito, soltamos uma risada safada os quatro. baixamos as coisas do carro e levamos pra um quarto de hóspedes bem confortável, e claro com uma cama de casal que a Mariana tinha preparado pra gente. comemos uns sanduíches de pão de forma com umas cervejas bem geladas e depois de um tempinho de conversa, o Jorge me disse: "Dani, eu sei que você é do tipo que tira soneca, então se quiser, fica à vontade como se tivesse na sua casa e deita um pouco, que depois a gente tem coisas pra fazer." aceitei a sugestão e fui me deitar. tirei a calça jeans, a regata e fiquei só de cueca. comecei a virar pra um lado e pro outro, pensando no que podia rolar com aquela mulher, e não conseguia pegar no sono. de repente, a porta abre e, entre as sombras de uma cortina pesada, aparece a Laura com seus passos suaves. virei a cabeça pra ela e ela perguntou se eu tinha acordado, respondi que não. aí ela perguntou se eu queria que ela me acompanhasse na soneca, coisa que obviamente topei. então ela tirou as sandálias, a minissaia, deixando à mostra uma calcinha fio dental linda, branca, e a regata sem sutiã, deixando aparecer uns peitos. Belíssimas, com uns peitões grandes e rosadinhos, mas bem durinhos porque o quarto estava com o ar ligado. Ela deitou do meu lado e começamos a nos acariciar bem devagar, trocando uns beijos bem profundos, deixando nossas línguas brincarem. Meu pau já tava explodindo e ela percebeu, tirou minha cueca devagar e começou a acariciar ele de um jeito incrível. Eu, por minha vez, acariciava as pernas dela, que eram muito macias, até chegar no pau dela, que também tava duríssimo, bem grosso e com a cabeçona, cheio de veias pulsando sangue a toda pressão. Segui pelos ovos dela, que eram grandes, e cheguei no cu, que tava um pouco apertado, mas depois de um tempo brincando com ele, começou a relaxar aos poucos. Depois de beijar e brincar com os bicos dos peitos dela, tomei a iniciativa de fazer um 69. Me virei, peguei aquele pau macio e duro e comecei a saborear bem devagar, como se estivesse curtindo cada centímetro de pele, enquanto brincava com o cu dela já relaxado. Ela, por sua vez, também curtia meu pau, que era uma bomba-relógio, porque a qualquer momento ia jorrar um rio de porra acumulada de uns dez dias sem meter em buraco nenhum. A gente se chupou, se acariciou, e ela mesma sussurrou no meu ouvido: "Quero que você me ame, Dani, entra no meu corpo e me come do jeito que só você sabe fazer." Respirei fundo, porque essas palavras quase me fizeram gozar. Laura ficou de quatro, como se estivesse me entregando o tesouro dela, passou um pouco de gel íntimo e eu entrei. A gente comeu em todas as posições que você puder imaginar, até que num momento não aguentei mais e joguei toda a porra dentro do cu dela. Não parava de gozar, e ela adorando. Pra minha surpresa, depois de alguns segundos, notei que meu pau continuava duro como no começo. Então continuei metendo sem parar. Claro que Laura tava adorando como uma putinha e me incentivava a continuar, até que depois de um tempão de mete e mete, falei que ia gozar de novo, e dessa vez ela pediu a porra na boquinha. Tirei o pau e ela se aproximou, começou a ordenhar até eu gozar. que acabasse e, claro, ela tomou tudo. Depois que meu pau ficou inútil de tanto bombear uma bunda meio apertada por pelo menos meia hora a quarenta e cinco minutos, ela se deitou de barriga pra cima com o pau duro pra cima e eu falei: "agora é sua vez de gozar". Aí ela me disse que só é passiva, que não mete, e eu respondi que não tava pedindo isso, mas que ia fazer ela gozar com um boquete bem dado. Ela relaxou e comecei a chupar bem devagar, curtindo enquanto via ela gemer de prazer, até que ela não aguentou mais e gozou. Senti todo o gozo cremoso, grosso e quentinho na minha boca, que já tava cheia do mel dela. Segurei tudo e me aproximei da boca dela, dando um beijo de língua enquanto a gente dividia a porra gostosa dela. Depois daquela trepada foda e do prazer que a gente se deu, ela me agradeceu porque era a primeira vez que tinha feito amor de verdade com alguém que conheceu há poucas horas e que tava realmente satisfeita, se sentindo respeitada e mulher. Pra finalizar, imaginem como terminou aquele fim de semana do casamento do meu amigo. Acho que, se desse, eu também casava com a Laura.
7 comentários - Meu amigo Jorge me apresenta uma travesti gostosa
van puntos
Pero eso de que solo sea pasiva, es más divertido ser versatil