Esta vez fue melissa.

Naquele dia, acordei cedo porque tinha coisas pra fazer e, pra evitar o calor que sabia que ia fazer, decidi sair logo de casa. Chamei um táxi e, no meio da viagem, meu celular tocou. Procurei na bolsa até achar e vi que era um número não registrado, o que achei estranho, mas atendi mesmo assim. Pra minha surpresa, quem tava do outro lado era a Melissa.

Melissa – Oi, como cê tá?

Eu – Tô bem, obrigada. Como é que cê tem meu número?

Melissa – Você mesma me deu da outra vez, não lembra?

A verdade é que eu não lembrava e nem dei muita bola.

Eu – Ok, tudo bem. Me diz, em que posso te ajudar?

Melissa – Bom, em nada, só que a última vez a gente não teve tempo de se conhecer direito e eu queria que a gente fosse amiga...

Eu – É, cê tem razão, as coisas saíram um pouco do controle daquela vez.

Melissa – Espero que cê não esteja chateada com o que rolou e, pra compensar, queria te convidar pra comer algo, pra gente se conhecer melhor. O que cê acha?

Eu – Relaxa, não tô chateada. E olha, tô indo pro shopping porque vou fazer umas compras. Se quiser, a gente se vê lá daqui a algumas horas.

Melissa – Perfeito, vou me arrumar um pouco e a gente se vê lá. Te aviso quando chegar. Tchau!

Desliguei e guardei o celular com uma cara de surpresa. Enquanto falava com a Melissa, notei que o motorista do táxi ajustou o retrovisor e, sempre que podia, dava uma olhada. Eu sabia que ele tava olhando pros meus peitos, porque naquele dia decidi usar um decote bem cavado justamente pra isso: roubar olhares. E aquela atitude do taxista me excitou tanto que até me sentei mais pro meio do banco de trás, com a desculpa de que o sol tava batendo, e, como se não bastasse, fingi que tava com coceira num dos peitos pra abrir mais o decote e enfiar os dedos entre eles. A reação do motorista foi exatamente a que eu esperava, e até senti um tesão entre as pernas. E foi assim que a viagem passou. até meu destino.

Taxista – Já chegamos, senhorita.

Eu – Tá bom, aqui está, pode pegar o troco, por favor.

Taxista – Obrigado, aqui está seu troco e este é meu cartão, caso precise do serviço no futuro, seria um prazer atendê-la de novo.

Eu – Que gentil, muito obrigada, claro que vou ligar, porque uso muito esse serviço e nunca me atendem direito.

Taxista – Já sabe, senhorita, estou às suas ordens para o que precisar, bom dia.

Eu – Igualmente, muito obrigada.

Entrei no shopping e fui direto pras butiques, porque o aniversário da minha irmã tava chegando e eu queria comprar um conjunto completo dos pés à cabeça. Não sei se é porque meus gostos mudaram nessas últimas semanas ou se é por outra coisa, mas a verdade é que tudo lá estava horrível e não parecia sexy ou provocante, então dei várias voltas até entrar numa loja que eu não conhecia, e lá estava um vestido lindo, bem curto, com um decote maravilhoso.

Mas o que você tá fazendo? Pensei eu, minha irmã nunca usaria esse vestido.

Então continuei procurando, mas só pensava naquele vestido, e bem quando decidia sair da loja, olhei no fundo, num canto, a lingerie. Tudo lá me encantou e acabei comprando um conjunto de renda com meias e ligas, mas o vestido ainda me chamava, então não ia ficar com vontade e comprei tudo junto com uns saltos que combinavam com o vestido.

Saí da loja muito feliz e continuei na busca pelo presente da minha irmã.

Depois de quase duas horas, finalmente tinha o vestido e os sapatos perfeitos pra minha irmã, incluindo um perfume.

Depois de tanto andar e procurar, já tava exausta, então sentei num banco e nisso a Melissa me liga pra dizer que ela também tava comprando umas coisas e que me veria num dos restaurantes lá dentro, e eu disse que ia na frente pra tomar algo gelado, e foi o que fiz.

Senti uma mão no meu ombro e era ela, que se aproximou pra me cumprimentar com um beijo no rosto e uma sorriso, que eu respondi. A pele dela era muito macia e o cheiro dela me encantou.

Melissa — Oi, amiga, como cê tá?

Eu — Bem, mas super cansada de tanto andar.

Melissa — Por isso que eu sempre vou na mesma loja.

E era a mesma loja onde comprei a lingerie e o vestido.

Eu — É, nessa loja tem roupa muito bonita.

Melissa — Sim, eu sei, fui comprar uma blusa pra hoje à noite.

Eu — Algum evento especial?

Melissa — É, vou sair com umas amigas pra uma balada. Cê topa vir com a gente? Vai ser divertido, te garanto.

Eu — Sei não, a verdade é que gastei quase todo o dinheiro que trouxe.

Melissa — Não se preocupa com dinheiro, eu pago.

Eu — Não sei... vou pensar...

Melissa — Tá bom, mas espero que não pense muito e que tope.

Assim continuamos por mais de uma hora conversando e nos conhecendo melhor até que finalmente decidimos encerrar o encontro e ir embora. Pagamos a conta e eu disse que esperaria ali até o táxi chegar, mas ela se ofereceu pra me levar em casa.

Eu — Não, que vergonha, moro um pouco longe.

Melissa — Que importa? Pra isso que servem as amigas.

E me pegou pela mão pra me puxar até a porta, e eu tive que aceitar.

Já no carro, colocamos as sacolas no porta-malas e saímos do estacionamento rumo à minha casa.

Melissa — E aí, como tão as coisas entre você e seu namorado?

Eu — Tudo bem, ele só volta no começo do mês.

Melissa — E você não falou com os outros?

Eu — Não, desde então não vejo eles, mas é melhor assim.

Melissa — O Raul me liga ou manda mensagem de vez em quando pra sair, porque ele tem vindo muito aqui, mas nem sempre respondo. E ele sempre pergunta por você.

Eu — Sério? O que ele fala?

Melissa — Amiga, que vontade de saber o que ele diz de você, hahaha.

Eu — Nada a ver, é só curiosidade.

Melissa — Ok, ok, haha, pois é, cê sabe como são os homens.

E deixei por isso mesmo.

Continuamos nossa conversa até chegar na minha casa. Já peguei minhas bolsas e a gente se despediu, combinando que eu ligaria se quisesse ir.

Subi pro meu quarto, me joguei na cama e, sem pensar, acabei dormindo. Depois de não sei quanto tempo, meu celular me acordou porque chegaram umas mensagens. Peguei o celular e, tentando focar com um olho só, vi que era a Melissa...

Melissa - Você tem uma coisa que é minha.

Eu - Acho que não.

Melissa - Aposto que sim!

Eu - Por que você tem tanta certeza que eu tenho?

Não recebi resposta até uns minutos depois. Meu celular tocou de novo, e dessa vez era uma foto do vestido que comprei, estendido na cama dela, e logo depois outra foto, mas agora era o conjunto de calcinha fio dental de renda com as meias e as ligas.

Levantei assustada e abri a sacola daquela loja, e lá estava a blusa dela. Quis morrer, ninguém deveria ver aquilo além do meu namorado, já que comprei pra ele.

Melissa - Te espero hoje à noite com minha blusa hahaha.

Eu - Tá bom, e me desculpa, peguei por engano.

Melissa - Relaxa, amiga. Ah, e espero que você use isso hoje à noite, porque adoraria te ver assim 😉

Eu - E por quê?

Melissa - Nada, esquece. Te espero no meu apê, e não se preocupa com como voltar pra casa, porque aqui tem duas camas 😉

Não dava pra dizer não, porque por causa da minha distração, agora tinha que levar a blusa dela. Então fui tomar banho, e enquanto me lavava, fiquei pensando no taxista e em como ele olhava pros meus peitos. Comecei a me tocar devagar, e bem no meio do meu banho de prazer, ouvi alguém chegar. Era minha mãe e minha irmã, então resolvi parar e saí do banho. Não sei se era água ou meus próprios fluidos, mas dava pra sentir escorrendo entre minhas pernas.

Me enxuguei bem, cumprimentei minha família e fui pro meu quarto me arrumar.

Já pronta, pedi um táxi e falei pra minha mãe que talvez dormisse na casa da minha amiga, pra ela não me esperar.

Cheguei no apê da Melissa. Eram apartamentos muito bonitos e privados. onde a maioria eram jovens universitários ou que estão terminando seus cursos. Bati na porta e uma das amigas da Melissa abriu, enrolada numa toalha e com prendedores no cabelo. "Muito prazer, sou a Roxana", ela disse, e eu respondi: "Igualmente".

Roxana: Entra, fica à vontade.

Eu: Valeu!

Roxana: Essa é a Andrea.

Eu: Prazer!

Andrea: Fica à vontade, nossa casa é sua casa.

De um dos quartos, ouvi a Melissa me chamando, então pedi licença pra entrar. Não precisei bater na porta, porque já estava aberta, e lá estava a Melissa, só de uma calcinha fio dental vermelha, parada na frente do espelho. Ela me viu pelo reflexo, se virou e veio na minha direção, passou os braços ao redor do meu pescoço, me deu um beijo na bochecha e me puxou pra perto dela. Não deu tempo de reagir, e a única coisa que fiz foi abraçá-la pela cintura e retribuir o beijo. Ficamos assim por uns segundos, e depois que nos soltamos, me senti meio sem graça, mas ao mesmo tempo nervosa.

Melissa: O que foi? Não é como se você nunca tivesse me visto pelada, haha.

Eu: Nada a ver, só pensei que você já estivesse pronta.

Melissa: Agora são só 9 da noite, ainda dá tempo de tomar um drink antes de sair.

Eu: Beleza. E elas são suas amigas?

Melissa: Sim, são minhas colegas de apê. Moramos nós três aqui.

Eu: Ah, que legal, mas pensei que você morasse sozinha, porque disse que tinha duas camas.

Melissa: Então pensou errado. E sim, temos duas camas, mas elas dormem na delas e eu na minha, então você vai ter que dormir comigo.

Eu: Bom, já que parece grande e confortável, haha.

Melissa: Que bom 🙂 Então, se troca pra gente ir comprar umas bebidas antes de sair.

Eu: Já tô pronta.

Melissa: Qual é, veste o vestido que comprou hoje, tenho certeza que vai ficar uma gostosa.

Eu: Não, esse vestido é pra uma ocasião especial.

Ela se levantou na minha frente, me puxou pela cintura, me apertou contra ela e chegou perto do meu ouvido pra dizer que essa era uma... Ocasião especial e sem mais delongas, começou a descer o zíper da minha saia pra depois enfiar as mãos dentro dela e começar a baixar devagar. Senti as mãos suaves e quentes dela nas minhas nádegas enquanto desciam, e um arrepio percorreu meu corpo inteiro. Ela me beijou entre a orelha e o pescoço, e depois sussurrou no meu ouvido...

Melissa — Espero que não te incomode, mas adoraria te ver com esse vestido.

Eu não sabia o que dizer, fiquei ali parada, porque não esperava por isso.

Eu — Tá bom, vou vestir pra você parar de encher o saco.

Melissa — Essa é minha amiga, amo você.

Depois disso, tudo virou brincadeira e risada enquanto a gente se penteava e se maquiava. Ficamos as duas na frente do espelho, só de thong e salto, ela entrava e saía do quarto sem vergonha de ser vista pelas amigas, até que numa dessas voltou com dois copos de uísque com gelo e me deu um.

Melissa — Saúde!

Eu — Então, saúde e que a festa comece!

Tomei tudo de um gole só e ainda tomei um gole do copo da Melissa, e soltei uma gargalhada. Ela olhou pra mim e pro copo dela com uma cara de "foda-se", e tomou o que sobrou de uma vez.

Melissa — Vem, vamos pegar mais!

Eu — Sim!

Melissa — Meninas, queremos mais!!!

Roxana — Tamos no quarto!

Entramos, e igual a gente, elas estavam de thong, tinha roupa pra todo lado, e a Andrea estava deitada na cama. Diferente da Melissa e de mim, a Roxana não tinha tantos peitos, porque ela é magrinha, mas a Andrea, por outro lado, tinha uma bunda de dar inveja e uns peitos bem grandinhos.

Roxana — Não sei o que vestir e já são 10 horas.

Andrea — Eu também não!

Roxana — Eu acho melhor a gente comprar mais garrafas e ficar no apartamento (enquanto enchia nossos copos).

Melissa — Não sei vocês, o que acham?

Andrea — Acho a mesma coisa.

Eu — Eu também!

Roxana — Então vamos comprar mais e fazer uma pijamada, yeiii!

Não trocamos de roupa, eu vesti uma calça e uma blusa da Melissa, e saímos as quatro pra... loja de conveniência a duas quadras dali. Já as quatro, a gente tava bem sorridente por causa do que tinha tomado antes e, ao chegar, a gente se abasteceu de cerveja, licor, cigarro, gelo e petiscos pro resto da noite. De volta ao apartamento, a Andrea arrumou as coisas na cozinha e, entre eu, a Roxana e a Melissa, ajeitamos a sala pra fazer mais espaço. A Melissa me pegou pela mão e me levou pro quarto dela.

Melissa - Como você tá se sentindo, amiga? Tá à vontade?

Eu - Pra falar a verdade, tô me divertindo pra caramba, valeu por me convidar!

Melissa - Não, valeu você por ter vindo!

Eu - Ué, você não me deu outra opção, hahaha

Melissa - Aii, que malvada, haha

Nisso, a gente ouviu a música começar a tocar e, sem pensar, começamos a dançar. Aos poucos, fomos nos aproximando até eu ficar de costas pra ela. Com a mão, ela pegou minha cintura e depois enfiou a mão por baixo da blusa e me puxou pra perto dela enquanto as duas se mexiam e ela sussurrava a música no meu ouvido. Me virei e abracei ela pelo pescoço pra começar a andar pra trás em direção à cozinha. Já lá, abri uma garrafa e ofereci pra ela; ela abriu a boca como sinal pra eu dar, e eu inclinei até não caber mais. Ela pegou a garrafa e fez o mesmo comigo.

Assim passou a noite até só sobrar uma garrafa. Nós três távamos felizes e dançamos a noite toda até cair exaustas e suadas no sofá. A Andrea não aguentou o calor e tirou a roupa até ficar só de fio dental, aí eu levantei, pedi desculpas e fiz o mesmo. A Melissa e a Roxana caíram na gargalhada no sofá porque a gente quase caiu junto. Já de fio dental e com o álcool, a Andrea começou a dançar pra Roxana e todas nós começamos a aplaudir. Eu fui lá e abri a última garrafa, e começamos a passar ela até deixar na metade. A Andrea me pegou pela mão e começamos a dançar juntas, ela de costas pra mim, enquanto a Melissa e a Roxana acompanhavam o ritmo do sofá. Num dos movimentos da Andrea, ela se abaixou pra frente e eu, por instinto e vendo aquela rabuda, Andrea peguei com as duas mãos e dei uma palmada em cada uma dela.

Roxana — Não aperta o que não é seu hahaha Melissa, segura ela.

Eu — Hahaha desculpa, não foi minha intenção!

Roxana — Vi como você agarrou, não se faz de sonsa haha!

Melissa — Melhor vocês duas sentarem logo hahaha

Eu — Ok, deixa eu desligar a música então!

Fui lá e desliguei o aparelho enquanto Andrea foi sentar do lado da Roxana...

Eu — E agora, onde eu sento? No chão? Haha

Andrea — Vamos nos apertar.

Melissa — Vem sentar comigo!

Andrea e Roxana se encostaram mais uma na outra, e Melissa se jogou pra ponta do sofá, mas não dava espaço porque era um sofá de três lugares. Sentei entre a Melissa e a Andrea, mas ficamos muito apertadas, então a Melissa disse que eu podia sentar no colo dela, e foi o que fiz. Passamos um tempão conversando as quatro, e foi aí que percebi que tinha algo entre a Roxana e a Andrea pelo jeito que se olhavam e todas as indiretas que trocavam. Eu, por minha vez, relaxei e não tava em posição de julgar, já que tava sentada no colo da Melissa só de fio dental, com os braços em volta do pescoço dela, e ela com uma mão na minha perna e a outra na minha bunda.

Melissa — Tá confortável?

Eu — Tô, bem demais.

Melissa — Então que bom que alguém tá confortável, porque eu não tô hahaha.

Eu — Idiota, por que não falou antes? Hahaha deixa eu levantar!

Roxana — Se quiser, senta aqui, a gente já vai pro quarto.

Andrea — Eu também já quero ir pra cama com você.

Falando isso, ela se aproximou e deu um beijo na boca dela.

Melissa — Mais respeito com quem tá aqui e é solteira!

Roxana — Porque querem, né?

Eu — Aaaah, melhor eu não falar nada haha.

Melissa — Quietinha você fica mais bonita.

Eu — Só quietinha que eu fico bonita?

Melissa — Hmm, bom, você sempre fica bonita.

Roxana — Bom, então vamos deixar vocês sozinhas pra continuar a conversa.

Melissa — Ok, e deixem essa aqui dormir. noite, por favor eee kkkk Andrea- Aaaiii que exagerada você é kkk! Eu levantei, fui até a mesa, peguei a garrafa e falei pra Melissa se a gente não ficava conversando um pouco até acabar a garrafa... Melissa- Acho uma boa ideia, só deixa eu ficar confortável porque tô com calor. Ela foi pro quarto dela e no caminho apagou todas as luzes, quando saiu já vinha pelada, só de fio dental, e sentou do meu lado. Começamos a conversar e quando vimos já tínhamos terminado a última garrafa e mal tinha passado das 2 da manhã. Eu- O que a gente faz agora? Vamos dormir logo? Melissa- Sei lá, o que você sugere? Eu- Pra falar a verdade não tô com sono, mas se você quiser a gente pode deitar. Melissa- Então eu também não tô com sono, mas se quiser a gente pode levar a conversa ou algo mais pra cama. Eu- Como assim algo mais? Melissa- Nada não, kkk Eu- Fala!!! Melissa- Melhor eu te mostrar. Ela chegou perto de mim, segurou meu rosto e me deu um beijo na boca, ficamos juntinhas por uns segundos e quando se afastou, vendo que eu não falei nada, se aproximou de novo e dessa vez enfiou a língua na minha boca. Eu naquele momento me deixei levar e correspondi aquele beijo que, pra ser sincera, tava me dando tesão e eu sentia uma adrenalina correndo pelo corpo, não sei se por causa do álcool que me deixou mais aberta praquela situação ou porque eu realmente queria aquilo. Demorei quase um minuto pra reagir daquele beijo e depois me afastei rápido pedindo desculpas. Melissa- O que foi? Eu- Nada não, me desculpa. Melissa- Você não gostou? Eu- Não, quer dizer, gostei sim, mas não é isso. Melissa- Então me fala o que tá rolando. Eu- É que isso que eu tô fazendo não é certo. Ela colocou a mão no meu queixo e levantou minha cabeça. Melissa- Olha nos meus olhos. Em nenhum momento da noite te passou pela cabeça que isso podia acontecer? Eu- Bom, até passou. Melissa- E o que te impede? Eu- Sei lá... Ela levantou do sofá, ficou de pé na minha frente e subiu em cima de mim, ficando as duas de frente uma pra outra. Segurou meu rosto e sem dizer nada... Ela se aproximou e começou a me beijar, eu não consegui resistir e devolvi o beijo, mas dessa vez foi com mais paixão. Ela me puxou pelo cabelo e jogou minha cabeça para trás pra depois beijar meu pescoço e meu rosto, dessa vez eu não quis oferecer resistência e aos poucos minhas mãos começaram a subir pelas pernas dela até pegar na bunda dela e puxá-la mais pra perto de mim. Eu sentia como os mamilos dela ficavam tão duros quanto os meus enquanto esfregava os peitos dela nos meus e nossos lábios se juntavam de novo em outro beijo cheio de paixão.

Melissa - Você não sabe a vontade que eu tava de estar com você.

Eu - Me toma, já me tem aqui.

Melissa - Sabia que não ia ficar na vontade de te ter, por isso planejei tudo.

Eu - Então você sabia que a gente não ia sair hoje à noite?

Melissa - Claro, e minhas amigas me ajudaram pra que fosse assim.

Eu - Por que você fez isso?

Melissa - Já te falei. Você acha que não te vi como se comportou naquela noite? Como te fizeram de putinha deles? E o melhor de tudo é que você gostou tanto que até eu quis te ter.

Eu - Você me viu quando eu tava no quarto com eles?

Melissa - Sim, a gente viu tudo. Você gostou de ser a putinha que foi naquela noite, né?

Eu - Sim, eu gostei.

Melissa - Assim como você é a putinha deles, também vai ser a minha putinha.

Eu - Não faz isso comigo, Melissa.

Melissa - Você sabe que gosta, por que nega?

Eu - Sim, eu gosto muito.

Ela me puxou pelo cabelo e me puxou pra perto dela enquanto se levantava, eu olhei nos olhos dela e o rosto dela transbordava luxúria, algo que me excitou ainda mais. Ela puxou mais meu cabelo até me levantar, se jogou nos meus peitos pra colocá-los na boca dela, eu comecei a gemer que nem uma louca e depois de arrancar minha calcinha, ela começou a esfregar os dedos na minha buceta encharcada graças a ela. Enfiou dois dedos de uma vez só e eu soltei um grito que até abracei ela tão forte que ela não conseguia se soltar.

Melissa - Vamos pra cama, putinha minha, que eu quero ficar confortável.

Eu não disse nada porque tava sem fôlego e só segui ela. Já no quarto, ela tirou a calcinha e eu... Me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a passar a língua no meu clitóris. Nunca ninguém tinha feito daquele jeito, ela sabia exatamente onde tocar e isso me deixava louca. Falei que queria tentar também, e ela se jogou em cima de mim pra me beijar com a boca cheia dos meus sucos — nessa altura, eu já tinha gozado umas duas vezes. Ela fez um movimento e eu fiquei por cima dela, aproveitei pra descer devagar até chegar nos peitos dela. Eram lindos, e eu nunca tinha beijado os mamilos de uma mulher, muito menos feito oral, mas naquele ponto era tudo que eu mais queria.

Melissa — Vai, sua putinha, sê uma boa putinha e me dá prazer.

Eu — Como você mandar.

Cheguei lá embaixo e comecei a chupar a buceta dela de cima a baixo, enfiando língua e dedos. O sabor era o melhor, e ver ela se contorcendo e puxando os lençóis me excitava ainda mais.

Melissa — Já, putinha, agora vem.

Ela foi no armário e, de uma caixa, tirou um dildo de duas cabeças.

Melissa — Comprei isso especialmente pra você.

Ela subiu na cama e ficamos de frente uma pra outra. Ela colocou o brinquedo na minha boca e começamos a chupar ele. Depois que ficou bem lubrificado, sentamos perto uma da outra e enfiamos até nossos clitóris se encostarem.

Eu — Aaai, que gostosoo!!!

Melissa — Sim, essa reação é a que eu esperava de você.

Eu — Parece a rola do Raul.

Melissa — Mexe, sua putinha!

Eu — Nossa, que delícia, Melissa, me faz sua!

Quando eu falei isso, ela me pegou pelo mamilo e beliscou. Eu gemi mais alto e senti outro orgasmo que me derrubou na cama. Melissa subiu em cima de mim e começou a me beijar e me tocar como uma louca, e eu fiz o mesmo, mas peguei o brinquedo e enfiei de novo pra masturbar ela até ela gozar. As duas ali, eu por cima dela, as duas muito molhadas.

Melissa — Gostou?

Eu — Sim, amei!

Melissa — Acho que vamos ser muito boas amigas, afinal.

Eu — Bom, não vejo por que não.

Melissa — E de vez em quando, sua putinha.

Eu — Isso seria ainda melhor.

Descansamos um pouco e Voltamos a fazer mais algumas vezes durante a noite, mas isso e muito mais eu conto depois. Beijos!Esta vez fue melissa.

5 comentários - Esta vez fue melissa.

amigolo +1
Muy buen relato. Van puntitos.
Marlaag +1
Muchas gracias besitos!
dagyus
3er relato tuyo, 3er relato que me encanto, definitivamente +10 mar y exitos en futuros relatos!!
Woow que buen relato, ojala un dia te pueda conocer hermosa !!
ffll22
una locura tu relato nena me volvio loco te dejo diez puntos
¡Ufff! Excelente relato nena. Si puedes date una vuelta por nuestro perfil 😉
Marlaag +1
Hola muchas gracias por leer y les mando un beso 😘