Depois da prezinha

Este relato é uma espécie de continuação dehttp://www.poringa.net/posts/relatos/2962263/Previa-en-el-club.htmlVoltamos pro quincho onde os outros estavam, que não tiravam os olhos da gente. A gente não contou nada do que rolou. Ficamos mais umas horas no clube e depois fomos todos pra balada. Já lá dentro, fui no balcão e comprei duas cervejas (em lata), voltei pra pista, dei uma pro tio da minha amiga (vamos chamar ele de A) e comecei a dançar, rebolando muito a raba pra saia subir um pouco e, se tivesse sorte, provocar ele. Ele, sempre que podia, passava a mão e me apalpava toda, claro, tudo na disfarçada pros outros não verem. Continuamos assim por um bom tempo, até que chega um moleque que devia ter uns 18 anos e me tira pra dançar. Aquele tipinho gostosinho meio punheteiro do grupinho de amigos. Aceitei o convite e A fez uma cara de puta ódio, mas disfarçou. O cara me fala:

— Parece que seu amigo não gostou nada de você vir comigo.

— Ele vai ter que se acostumar — respondi — porque eu adoro dançar.

— É, dá pra ver — e começa a me apalpar, se fazendo de sonsinho. Viro e vejo que A não aguenta mais e faz um sinal tipo "se ele continuar te tocando, eu mato ele". Me fiz de desentendida e continuei dançando.

Depois de um tempo, o cara continuava na mesma, não teve coragem de ir além, me encheu o saco, então voltei pros meus amigos. A tava dançando com outra mina (loira, de pernas longas e shortinho justo), então não dei bola. Quando ele volta, me pega pela cintura e me encosta:

— Tá sentindo como eu tô?

— Parece que loira te excita, hein?

— Não, garota, isso é você que provoca rebolando essa bunda — viro pra encarar ele de frente e falo — seria um desperdício você ter que bater uma quando chegar em casa — pego na pica dele. Ele diz que não tá pra punheta, que quer foder gostoso. Falo pra gente sair da balada e ir pra um hotel, e ele diz que mora sozinho e podemos ir pro apê dele.

(Nos despedimos do resto, mas não vou encher com detalhes.)

Já na casa dele, tiro meus sapatos e ele tira a camisa. Senta no sofá, eu vou por cima dele, começo a me esfregar na pica dele meio dura e a beijar ele de boca aberta. —quero que você me coma, garota— ele desabotoa a calça sem tirar o peso de cima de mim.
Eu desço e ajoelho pra chupar ele todinho. Bem devagar, passo a língua, brinco com a cabeça da buceta e deixo ela bem molhada pra enfiar tudo até a garganta. Quando fica bem dura, paro de chupar (já falei que ele tem uma pica enorme? Me deixa louca). Levanto a saia, puxo a tanga de lado e começo a cavalgar a rola dele como uma desvairada — toda a brincadeira de ciúmes com o cara da balada me deixou muito puta.
Ele tira minha camiseta e chupa meus peitos, só parava pra falar "vai, garota, continua assim" e dar um tapa na minha bunda. Nem lembro quantas vezes gozei, mas eu continuava subindo e descendo naquela pica, pedindo pra ele me encher de leite. Nunca antes me deu tanto tesão dominar a situação, deixar ele se entregar e seguir meu ritmo. Num momento, ele me obriga a sair, me ajoelha e goza na minha cara e nos peitos. Junto o esperma com os dedos e, depois de lamber tudo, vou me limpar um pouco.
No banheiro, ele me pega por trás, beija meu pescoço e sussurra: "te espero na cama, sem saia.

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