Com Meu Namorado em Casa
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá, galera porradeira, sou um cara que quer compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esse, como todos os meus relatos, é feito pra vocês, pro seu prazer, mas preciso esclarecer umas paradas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, sim. Umas são fantasias que tive ou que alguém próximo a mim me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e, no fim, consigo convencê-las a deixar eu publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu ou não, qual é real e qual não é. Acho que isso deixa mais interessante e faz a galera pensar. São muitas as histórias que tenho, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Isso aconteceu uns anos atrás, digamos que tudo se encaixou pra rolar. No começo, verdade seja dita, a gente estudou um tempinho, mas quando ele perguntou sobre meus pais e eu falei que eles voltavam no dia seguinte, o Lucas largou de mão os estudos e começou a focar em mim. Por um bom tempo, tentei não dar bola pras carícias dele e uns beijos roubados aqui e ali. Mas vocês sabem como é: tanto vai o pote à água até que ele quebra. Pois é, logo eu já tinha perdido a concentração nos estudos e comecei a prestar mais atenção nos afagos e beijos dele. E aí ele começou com o joguinho de me perguntar:
— E essa barriguinha, de quem é? — eu, me fazendo de difícil, respondia seca:
— Sua, mas não me enche o saco que tô estudando.
Mas ele, como se não me ouvisse, já começou a beijar e lamber meu umbigo. Depois que eu o afastei, o Lucas continuou com o joguinho de perguntas bestas:
— E esses peitinhos, de quem são? — aí eu respondi:
— Seus, meu amor. — sabendo que… na hora eu ia querer beijar meus peitos e chupar meus bicos.
Foi o que ele fez assim que eu respondi. E aí a gente continuou brincando enquanto ele ia me despindo, quando eu vi, tanto eu quanto ele já estávamos completamente pelados. Foi aí que eu resolvi entrar na brincadeira dele, e enquanto eu tava de cócoras na frente dele, me deu na telha perguntar, enquanto pegava no pau dele já duro.
— De quem é essa rola? — E o Lucas, sorrindo, respondeu:
— Toda sua, amor.
Eu não pensei duas vezes, e assim que ouvi a resposta dele, levei à boca e comecei a chupar ele. Coisa que o Lucas tinha me pedido um monte de vezes, mas nunca dava certo, sempre tinha alguma coisa, mas ali tava perfeito, e me deu vontade de fazer. Então, enquanto eu chupava, não tenho dúvida de que o Lucas tava adorando.
— Aaaah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaah, Ussssfff, ah, ah, ah, hoooom, Mmmmmnnn — Até que depois de um tempo ele perguntou:
— E de quem é essa bucetinha? — Aí eu, morrendo de vontade de sentir ele metendo, tirei o pau da boca e respondi toda sedutora:
— Toda sua, meu amor.
Então ele rapidinho me colocou no sofá, e sem cerimônia nenhuma, apontou o pau quente dele pra minha buceta depilada, e eu fui sentindo aquela coisa comprida e quente deslizando pra dentro do meu corpo. E enquanto eu mexia a cintura, meu namorado não parava de meter e tirar gostoso o pau inteiro da minha buceta.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaaah, ah, ah, aaaaaaaaah.
A gente ficou mais um tempão se curtindo, até que o Lucas teve a ideia de trocar de posição, e mesmo tendo metido de novo na minha vulva, agora por trás, ele perguntou:
— E de quem é essa bunda? — Eu, na real, continuei na brincadeira, sem imaginar que o próximo passo ia ser ele me comer pelo cu.
— Ué, sua, pai!
Numa dessas, o Lucas, que não parou de acariciar minhas nádegas o tempo todo, e até ficou um bom tempo enfiando os dedos no meu esfíncter, digamos que num descuido meu, ele tirou da minha buceta, mas quando enfiou de novo, foi no meu cu.
— Haaaaaaaaaaaaaaaai, dói pra caralho haaaaaaaaaaaaaaaaaai. — reclamei.
Eu, verdade seja dita, no começo senti uma dor da porra, mas depois de um tempinho, já tava eu mexendo minha cintura, esfregando minha bunda no corpo dele, uma e outra vez, enquanto meu namorado com uma das mãos apertava com força toda a minha buceta.
— Haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
Mais tarde, Lucas me surpreendeu, me dando uma mamada gostosa e inesquecível na buceta, e o resto da noite até ele ir embora de madrugada, a gente ficou se rolando na minha cama, até não aguentar mais. Mas uma coisa que aprendi a curtir naquela noite foi meu namorado me comer de cu.
Fim…
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá, galera porradeira, sou um cara que quer compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esse, como todos os meus relatos, é feito pra vocês, pro seu prazer, mas preciso esclarecer umas paradas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, sim. Umas são fantasias que tive ou que alguém próximo a mim me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e, no fim, consigo convencê-las a deixar eu publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu ou não, qual é real e qual não é. Acho que isso deixa mais interessante e faz a galera pensar. São muitas as histórias que tenho, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Isso aconteceu uns anos atrás, digamos que tudo se encaixou pra rolar. No começo, verdade seja dita, a gente estudou um tempinho, mas quando ele perguntou sobre meus pais e eu falei que eles voltavam no dia seguinte, o Lucas largou de mão os estudos e começou a focar em mim. Por um bom tempo, tentei não dar bola pras carícias dele e uns beijos roubados aqui e ali. Mas vocês sabem como é: tanto vai o pote à água até que ele quebra. Pois é, logo eu já tinha perdido a concentração nos estudos e comecei a prestar mais atenção nos afagos e beijos dele. E aí ele começou com o joguinho de me perguntar:
— E essa barriguinha, de quem é? — eu, me fazendo de difícil, respondia seca:
— Sua, mas não me enche o saco que tô estudando.
Mas ele, como se não me ouvisse, já começou a beijar e lamber meu umbigo. Depois que eu o afastei, o Lucas continuou com o joguinho de perguntas bestas:
— E esses peitinhos, de quem são? — aí eu respondi:
— Seus, meu amor. — sabendo que… na hora eu ia querer beijar meus peitos e chupar meus bicos.
Foi o que ele fez assim que eu respondi. E aí a gente continuou brincando enquanto ele ia me despindo, quando eu vi, tanto eu quanto ele já estávamos completamente pelados. Foi aí que eu resolvi entrar na brincadeira dele, e enquanto eu tava de cócoras na frente dele, me deu na telha perguntar, enquanto pegava no pau dele já duro.
— De quem é essa rola? — E o Lucas, sorrindo, respondeu:
— Toda sua, amor.
Eu não pensei duas vezes, e assim que ouvi a resposta dele, levei à boca e comecei a chupar ele. Coisa que o Lucas tinha me pedido um monte de vezes, mas nunca dava certo, sempre tinha alguma coisa, mas ali tava perfeito, e me deu vontade de fazer. Então, enquanto eu chupava, não tenho dúvida de que o Lucas tava adorando.
— Aaaah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaah, Ussssfff, ah, ah, ah, hoooom, Mmmmmnnn — Até que depois de um tempo ele perguntou:
— E de quem é essa bucetinha? — Aí eu, morrendo de vontade de sentir ele metendo, tirei o pau da boca e respondi toda sedutora:
— Toda sua, meu amor.
Então ele rapidinho me colocou no sofá, e sem cerimônia nenhuma, apontou o pau quente dele pra minha buceta depilada, e eu fui sentindo aquela coisa comprida e quente deslizando pra dentro do meu corpo. E enquanto eu mexia a cintura, meu namorado não parava de meter e tirar gostoso o pau inteiro da minha buceta.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaaah, ah, ah, aaaaaaaaah.
A gente ficou mais um tempão se curtindo, até que o Lucas teve a ideia de trocar de posição, e mesmo tendo metido de novo na minha vulva, agora por trás, ele perguntou:
— E de quem é essa bunda? — Eu, na real, continuei na brincadeira, sem imaginar que o próximo passo ia ser ele me comer pelo cu.
— Ué, sua, pai!
Numa dessas, o Lucas, que não parou de acariciar minhas nádegas o tempo todo, e até ficou um bom tempo enfiando os dedos no meu esfíncter, digamos que num descuido meu, ele tirou da minha buceta, mas quando enfiou de novo, foi no meu cu.
— Haaaaaaaaaaaaaaaai, dói pra caralho haaaaaaaaaaaaaaaaaai. — reclamei.
Eu, verdade seja dita, no começo senti uma dor da porra, mas depois de um tempinho, já tava eu mexendo minha cintura, esfregando minha bunda no corpo dele, uma e outra vez, enquanto meu namorado com uma das mãos apertava com força toda a minha buceta.
— Haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
Mais tarde, Lucas me surpreendeu, me dando uma mamada gostosa e inesquecível na buceta, e o resto da noite até ele ir embora de madrugada, a gente ficou se rolando na minha cama, até não aguentar mais. Mas uma coisa que aprendi a curtir naquela noite foi meu namorado me comer de cu.
Fim…
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