**Fudendo Minha Vizinha**
**Com o Selo de Prazer e Tesão…**
Olá, pessoal porradeiro, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esse, como todos os meus relatos, é feito pra vocês, pro seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, sim. Umas são fantasias que eu ou alguém próximo teve e me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e que no fim eu convenço a deixar publicar, claro, com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso, não digo quem é quem, qual é minha ou não, qual é real ou não. Acho que isso torna tudo mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais, aproveitem.
Olá de novo, sou Fermín. Isso aconteceu um ano atrás, com a Patrícia. Ela tem 17 anos, chegou no prédio faz uns seis meses. É magrinha, o corpo dela ainda tá se desenhando, tem os peitinhos bem durinhos porque ainda é novinha, uma bundinha redonda e macia, pernas longas e lindas, olhos grandes, boca grande e cabelo preto na altura dos ombros. É muito parecida com a mãe dela, que é uma gostosa. Vou tentar comer ela. Resumindo: de vez em quando eu via ela na rua brincando com o irmãozinho ou de bicicleta. Como vocês podem imaginar, é uma garota que chama atenção. Eu olhava ela de cima a baixo toda vez que encontrava, e ela só me encarava séria, principalmente quando usava a saia do colégio, que é bem curta. Curiosamente, quando eu andava atrás dela, ela sempre se inclinava pra pegar alguma coisa ou pra olhar o sapato — menos quando tava com a mãe —, me deixando ver as coxas e a calcinha rosa ou branca. Mas não falava nada comigo, até que um dia a gente se encontrou na loja. Ela comprou um galão de água e amarrou ele num… carretilha, pra arrastar ele pra casa dela. Esperei um tempo e fiquei na dela pra ir atrás e ter o prazer de ver a calcinha dela, aquela bunda gostosa. Ela chegou no prédio e notei que ninguém ia ajudar ela a subir o botijão. Cheguei perto e falei:
— Oi, quer que eu te ajude? — Ela sorriu pra mim pela primeira vez em seis meses e disse:
— Sim, por favor.
Ela ia na frente com a saia curta e eu fiquei uns degraus atrás pra olhar, enquanto ela falou o nome dela e eu falei o meu, e que a mãe dela trabalhava à tarde. Então ela tava sozinha no fim de semana e na maior parte do tempo o irmãozinho dela ficava na casa da tia. Entramos no apartamento dela, fechei a porta, baixei o botijão, olhei pra ela e perguntei:
— Por que você gosta que eu veja suas pernas? Tipo, são lindas, mas por quê? — Ela corou, baixou o olhar e ficou envergonhada.
— Bem... — Ela não falava com facilidade.
— Pode ser sincera comigo. — Falei.
— É que... bom... eu gosto de você e vi uns vídeos na internet e imagino que me tocam.
— Entendo, isso é normal.
— Sim, mas não que me toquem qualquer pessoa.
— Ah, não, algum artista? — Ela balançou a cabeça. — Então quem? Eu conheço? — Ela assentiu. Na hora, senti que era alguém do bairro, deu uma pontada no peito. Aí ela disse:
— Você. — E baixou a cabeça de novo.
Não podia acreditar no que aquela garota tava me dizendo. Fiquei mudo por um momento, mas depois cheguei perto, abracei ela e beijei. Ela tava tremendo. Peguei na mão dela, sentei ela no sofá, me ajoelhei, abri as pernas dela, massageei de cima a baixo as coxas dela. Tava excitadíssimo, dava pra ver uma manchinha na calcinha dela.
— Tá gostando? — Perguntei, ela não respondeu na hora.
Beijei ela de novo, enfiei minha língua até a garganta dela. Tirei a camisa e a blusa dela e comecei a massagear os peitos dela e lamber. Os bicos tavam duros. Tirei a calcinha dela, já encharcada, e lambi a buceta dela, que tava lisinha como de bebê. Ela tinha depilado muito bem. Ela não parava de gemer.
— Haaaaa, Mmmmmnnn… haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaaaaaa.
Meu pau tava a mil. Tirei minha roupa. camisa e abaixei minha calça e cueca, fiz ela tocar meu pau e ela apertou bem forte, fiquei excitado, levantei as pernas dela nos meus ombros e dobrei ela, enfiei só a pontinha e ela gemeu e me deu os sucos da buceta virgem dela, se agarrando nos meus braços, empurrei mais forte até que entrou devagar, mais e mais até enfiar tudo, ela não reclamou muito, só as lágrimas escorrendo dos olhos fechados e o rangido do sofá.
— Haaaaaaaaaaaaaa. — Soltou ela, quando entrei.
O barulho do sofá marcava o ritmo, junto com nossos gemidos, até que gozei dentro dela, tirei escorrendo porra e sangue, antes coloquei meu moletom por baixo pra não sujar o sofá. Limpei ela até parar de sangrar, me vesti e fui embora. No fim de semana, vi ela e perguntei se queria de novo.
— Sim, claro, se for na minha casa. — Disse ela, toda animada.
Entramos, arranquei a calça de moletão dela, quase até os joelhos, inclinei ela na mesa, preparei meu pau no meio da bunda dela.
— Agora você é minha putinha, vou te ensinar.
— Sou o que você quiser, mas não me abandona, eu te amo haaaaaaaaaa. — Gemeu ela.
Deslizei o pau, ela apertava os dentes pra não gritar, já tava quase gozando, até que enfiei um dedo na buceta dela e masturbei ela enquanto metia naquele cuzinho gostoso e apertado. Ela gozou, tirei o pau e falei:
— Chupa ele.
Sem hesitar, ela ajoelhou e começou, os vídeos que ela viu ensinaram bem, não aguentei e explodi na boca dela, ao sentir minha porra, ela tirou meu pau da boca e espirrou tudo na cara dela.
— Come tudo. — Falei.
Bem obediente, ela fez, enfiou de novo na boca até limpar tudo, sem falar nada. Continuo comendo ela sempre que posso, fazemos todo tipo de safadeza, e acho que minha porra fez bem pra ela, ela tá cada vez mais gostosa de bunda e peito, e cada vez chupa mais gostoso.
Fim…
**Com o Selo de Prazer e Tesão…**
Olá, pessoal porradeiro, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esse, como todos os meus relatos, é feito pra vocês, pro seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, sim. Umas são fantasias que eu ou alguém próximo teve e me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e que no fim eu convenço a deixar publicar, claro, com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso, não digo quem é quem, qual é minha ou não, qual é real ou não. Acho que isso torna tudo mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais, aproveitem.
Olá de novo, sou Fermín. Isso aconteceu um ano atrás, com a Patrícia. Ela tem 17 anos, chegou no prédio faz uns seis meses. É magrinha, o corpo dela ainda tá se desenhando, tem os peitinhos bem durinhos porque ainda é novinha, uma bundinha redonda e macia, pernas longas e lindas, olhos grandes, boca grande e cabelo preto na altura dos ombros. É muito parecida com a mãe dela, que é uma gostosa. Vou tentar comer ela. Resumindo: de vez em quando eu via ela na rua brincando com o irmãozinho ou de bicicleta. Como vocês podem imaginar, é uma garota que chama atenção. Eu olhava ela de cima a baixo toda vez que encontrava, e ela só me encarava séria, principalmente quando usava a saia do colégio, que é bem curta. Curiosamente, quando eu andava atrás dela, ela sempre se inclinava pra pegar alguma coisa ou pra olhar o sapato — menos quando tava com a mãe —, me deixando ver as coxas e a calcinha rosa ou branca. Mas não falava nada comigo, até que um dia a gente se encontrou na loja. Ela comprou um galão de água e amarrou ele num… carretilha, pra arrastar ele pra casa dela. Esperei um tempo e fiquei na dela pra ir atrás e ter o prazer de ver a calcinha dela, aquela bunda gostosa. Ela chegou no prédio e notei que ninguém ia ajudar ela a subir o botijão. Cheguei perto e falei:
— Oi, quer que eu te ajude? — Ela sorriu pra mim pela primeira vez em seis meses e disse:
— Sim, por favor.
Ela ia na frente com a saia curta e eu fiquei uns degraus atrás pra olhar, enquanto ela falou o nome dela e eu falei o meu, e que a mãe dela trabalhava à tarde. Então ela tava sozinha no fim de semana e na maior parte do tempo o irmãozinho dela ficava na casa da tia. Entramos no apartamento dela, fechei a porta, baixei o botijão, olhei pra ela e perguntei:
— Por que você gosta que eu veja suas pernas? Tipo, são lindas, mas por quê? — Ela corou, baixou o olhar e ficou envergonhada.
— Bem... — Ela não falava com facilidade.
— Pode ser sincera comigo. — Falei.
— É que... bom... eu gosto de você e vi uns vídeos na internet e imagino que me tocam.
— Entendo, isso é normal.
— Sim, mas não que me toquem qualquer pessoa.
— Ah, não, algum artista? — Ela balançou a cabeça. — Então quem? Eu conheço? — Ela assentiu. Na hora, senti que era alguém do bairro, deu uma pontada no peito. Aí ela disse:
— Você. — E baixou a cabeça de novo.
Não podia acreditar no que aquela garota tava me dizendo. Fiquei mudo por um momento, mas depois cheguei perto, abracei ela e beijei. Ela tava tremendo. Peguei na mão dela, sentei ela no sofá, me ajoelhei, abri as pernas dela, massageei de cima a baixo as coxas dela. Tava excitadíssimo, dava pra ver uma manchinha na calcinha dela.
— Tá gostando? — Perguntei, ela não respondeu na hora.
Beijei ela de novo, enfiei minha língua até a garganta dela. Tirei a camisa e a blusa dela e comecei a massagear os peitos dela e lamber. Os bicos tavam duros. Tirei a calcinha dela, já encharcada, e lambi a buceta dela, que tava lisinha como de bebê. Ela tinha depilado muito bem. Ela não parava de gemer.
— Haaaaa, Mmmmmnnn… haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaaaaaa.
Meu pau tava a mil. Tirei minha roupa. camisa e abaixei minha calça e cueca, fiz ela tocar meu pau e ela apertou bem forte, fiquei excitado, levantei as pernas dela nos meus ombros e dobrei ela, enfiei só a pontinha e ela gemeu e me deu os sucos da buceta virgem dela, se agarrando nos meus braços, empurrei mais forte até que entrou devagar, mais e mais até enfiar tudo, ela não reclamou muito, só as lágrimas escorrendo dos olhos fechados e o rangido do sofá.
— Haaaaaaaaaaaaaa. — Soltou ela, quando entrei.
O barulho do sofá marcava o ritmo, junto com nossos gemidos, até que gozei dentro dela, tirei escorrendo porra e sangue, antes coloquei meu moletom por baixo pra não sujar o sofá. Limpei ela até parar de sangrar, me vesti e fui embora. No fim de semana, vi ela e perguntei se queria de novo.
— Sim, claro, se for na minha casa. — Disse ela, toda animada.
Entramos, arranquei a calça de moletão dela, quase até os joelhos, inclinei ela na mesa, preparei meu pau no meio da bunda dela.
— Agora você é minha putinha, vou te ensinar.
— Sou o que você quiser, mas não me abandona, eu te amo haaaaaaaaaa. — Gemeu ela.
Deslizei o pau, ela apertava os dentes pra não gritar, já tava quase gozando, até que enfiei um dedo na buceta dela e masturbei ela enquanto metia naquele cuzinho gostoso e apertado. Ela gozou, tirei o pau e falei:
— Chupa ele.
Sem hesitar, ela ajoelhou e começou, os vídeos que ela viu ensinaram bem, não aguentei e explodi na boca dela, ao sentir minha porra, ela tirou meu pau da boca e espirrou tudo na cara dela.
— Come tudo. — Falei.
Bem obediente, ela fez, enfiou de novo na boca até limpar tudo, sem falar nada. Continuo comendo ela sempre que posso, fazemos todo tipo de safadeza, e acho que minha porra fez bem pra ela, ela tá cada vez mais gostosa de bunda e peito, e cada vez chupa mais gostoso.
Fim…
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