Ardiente Mi Suegra Me Complacía Cuando Su Hija No.

Ardente Minha Sogra Me Satisfazia Quando Sua Filha Não. Com o Selo do Prazer e do Morbo… Olá a todos, galera porongueira, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim, com vocês… Este, como todos os meus relatos, é feito para vocês, para o seu prazer, mas tenho que esclarecer certas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu tive ou alguém próximo a mim me confessou, outras são reais, mas não minhas, relatos de outras pessoas que me confessam e no final eu consigo convencê-las a me deixar publicar, claro, com nomes e lugares diferentes para proteger a identidade delas. Por esse motivo, não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna tudo mais interessante e faz as pessoas pensarem. São muitas as histórias que tenho, mas pouco tempo para contar. Espero que as que posso publicar sejam do seu agrado. Sem mais delongas, aproveitem. Estou casado há alguns anos e já tenho até filhos. Trabalho em uma empresa petrolífera, com horários rotativos. Minha esposa é professora e trabalha em dois turnos. Nos horários em que não podíamos cuidar do menino, o deixávamos em uma creche — disse deixávamos, porque há pouco mais de um ano meu sogro faleceu, ainda bem jovem. Bom, mas ninguém tem nada garantido. Minha casa é ampla e temos bastante espaço. Para minha esposa, há alguns meses, ela teve a ideia, com meu consentimento, de trazer para morar conosco minha sogra Estela, uma mulher muito ativa fisicamente, faz ginástica e tem um corpo bonito, de meia-idade — digo assim porque ela não revela a idade de jeito nenhum, e minha mulher morre se contar a idade dela. — Amor, vai ser bom ter a mamãe em casa, ela vai nos ajudar a cuidar do nenê e, de quebra, vai nos ajudar com as coisas da comida e tudo mais. Naquele momento, não me pareceu uma ideia tão ruim. Mas, para continuar falando da minha sogrinha, nunca, desde que entrei no círculo dela, ou seja, na família, vi comemorarem um aniversário, algo bom… aconteceu com a gente, com a chegada dela, que a gente economiza com creche, com certeza. Quando não estamos, ela cuida da nossa menina. Pra mim, mudou alguns hábitos. No verão eu sempre andava de short, coisa que minha esposa me proibiu. Além disso, tenho um pauzão de 24 centímetros, que mesmo mole dá pra notar. Ela me pegou e disse na noite em que a Estela se instalou aqui em casa:

—Nada disso, amor, tá claro? —Ela falou bem séria.

Eu disse que sim, mas bom, nem sempre segui essa regra. Porque naquele dia eu estava como sempre, no meu short curto. Pleno verão, devia estar uns 39º de calor, e bom, o que você quer que eu faça? A partir daquele dia acabou. Agora ela em casa anda de legging quase o dia todo, como se faz ginástica. Ela precisa, segundo minha esposa, pros exercícios dela, mas não dá pra discutir. A mulher, minha querida sogra, de legging é bem atraente. Apesar da idade, resistia bem ao tempo, e a verdade é que ela se mantinha muito bem. Peitos bons, uma bunda empinada, e pernas bem delineadas. Daria pra dizer que, se não soubesse que é a mãe da minha esposa, se a encontrasse por aí solta, eu daria uns pegas e com certeza enfiaria se ela topasse.

Num determinado momento, num encontro em casa, estávamos os dois com meu filho. Eu, brincando, levantava quase jogando meu filho no ar, e ele ria às gargalhadas. Numa dessas, ela se interpôs com medo de que ele caísse e veio pra segurá-lo. Eu seguro a criança, e ela fica tipo, abraçada, entre o menino e eu.

Aconteceu uma cena estranha, porque os peitos dela encostaram no meu peito, e a minha pica enorme na pelve dela. Ela sentiu o impacto, tentou se soltar, mas era difícil. Ela girou o corpo, e meu pau ficou apoiado na bunda dela. Quanto mais ela se mexia, mais minha pica esfregava na bunda. Ela parou, até que, pior, ela se agachou. Na marca da legging, o volume estava no meio, bem aparente. Ela olhou pra mim com um ar sério, mas no instante seguinte soltou um sorriso malicioso.

E aí acabou aquilo na tarde. Aconteceu. Eu trabalho de noite, então me vesti e fui embora, mas na minha mente ficou… Cruzou, aquela coisa de se tinha sido casual, ou algo provocado, porque ali, comecei a rebobinar, e notei que ela tinha começado a me olhar meio provocativamente, e como eu não prestava atenção, tudo passava. A partir daquele momento, pensei: não pode ser, tô viajando nisso, comer a minha sogra na minha casa? Mas mesmo assim vou me concentrar nisso pra tirar a dúvida. Até coincidirmos de ficar sozinhos, devem ter passado uns 20 dias. Nesses 20 dias, ela me dava sorrisos e se encostava em mim, mas eu a tratava com tranquilidade, como se nada tivesse acontecido. Ela continuou todos esses dias, e no meio disso, de bobeira, rolou uma briga com minha esposa, que deixou a coisa bem tensa pra mim. Ela não me deixou comer ela por mais de uma semana, longa tenho que confessar, que eu estava muito sensível, ou melhor dizendo, com o pau na nuca. Por duas noites, na cama, tentei me reconciliar fazendo carinho, e ela não cedeu, então meio que mandei ela pra puta que pariu…

A primeira coisa que me veio à cabeça foi fazer tudo que a incomodava. Primeiro passo: coloquei meu short (as recomendações da minha esposa foram pro caralho, eu tava em casa). Segundo: eu tava com tesão e minha sogra me agradava fazia um tempo. Comecei a olhar pra ela descaradamente, agora era eu. Ela percebeu. Continuei com isso e comecei a provocar com minhas ações, tudo indo pra esse lado. Sentei num sofá pra ver televisão e, claro, tirei a regata e fiquei me tocando, acariciando meu pau por cima da calça. Dava pra ver como ele tava grosso. Meu plano começou a dar resultados. Primeiro ela ficou andando de um lado pro outro, e depois me diz:

— Lucas, me acompanha pra pegar algo fresco pra beber.

— Sim, Ester, a verdade é que tá bom beber alguma coisa.

— Algo que prefere?

— Uma cerveza te parece bem… ideal, doze, tava pensando nisso.

— Um pouco depois ela vem com uma cerveja de litro gelada, senta do meu lado, serve os dois copos, eu digo:

— Me cai bem pra baixar um pouco a calentura.

— E ela me diz:

— O que foi, tá com tesão?

— Isso acontece quando não me dão comida em casa, e tem que sair pra buscar fora.

— Ela se aproxima e me diz:

— Pra que vai buscar… Fora. - Eu digo ao mire.
- Estou ouvindo bem, não estou procurando fora.
- Acho que faz tempo que você está com vontade de mim, então este é o momento de descontar as vontades contidas. - Nossa, sogra, não.
Deixei bruscamente o copo que estava bebendo, e selvagemente me joguei sobre ela, ela se colocou em posição submissa, deixou que eu baixasse seu collant, e levasse à minha boca seus seios, que levantei com minhas duas mãos, comecei a roçar seus mamilos, que à medida que passava suavemente meus lábios, iam ficando duros, e ela começando a suspirar, fui chupando, e devagar, fui descendo, até chegar em sua vagina peluda, abri suas pernas, para me acomodar até dar uma chupada, que a fez soltar tantos fluidos, e corrimentos, amargos. Dei as chupadas que a excitaram muito, ela pedia aos gritos. Então levantei suas pernas, e quase como numa carrinho, entrei com todo meu pau, ela engoliu sem problemas, mas pelo tamanho, ela dizia.
- Mais, mais, mais tem mais, assim haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha… gostoso, ha, ha, ha, ha, haaa.
- Você gosta, hein, puta. - Eu dizia apertando os dentes sem parar minha metida.
- Haaaaaaaaaaaaay que lindo que é, me fascina haaaaaaaaaaa papi. - Ela se mexia como possuída, nossa, como ela precisava de uma boa foda. - Dá pra ver que estava muito contida, porque não demorou a mostrar como estava gozando. - Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. - Em um longo orgasmo, muito convulsivo, e expressivo, pelos gemidos de prazer que soltava.
Ai, eu não parei de bombear, gozei, e enchi ela toda com meu sêmen armazenado por alguns dias.
- Sempre, sempre te desejei, Lucas, falo sério. - Minha sogrinha me confessava.
Desde que eu me fixava obsessivamente, mas enfim, ela não se animava a me provocar, mas estava arrependida de não ter feito. Não tínhamos muito tempo para continuar naquele momento com nosso jogo, mas desde aquele dia continuamos. Nós dois naquela relação obscura, ela me mostrou que era uma mulher de experiência e de mil batalhas, tudo que imaginei sexualmente ela fazia, não me negou nada. nada, tudo o que ele fazia na cama estava ótimo, juro que cheguei a não me irritar quando minha mulher não me dava a buceta dela, a mãe dela supria essa função com sobras. Fim…

2 comentários - Ardiente Mi Suegra Me Complacía Cuando Su Hija No.

Akuma32 +1
El relato muy bueno. Lástima la redacción del mismo.
tx309
Lindo relato caliente.... Pasa en todas las parejas las peleas...
Pero que lindo que tu suegrate consuela de esa manera...
Posteafotos de tu suegrita xque suena super rika...