tudo começou quando recebi a solicitação de amizade da Pricila, a mina de um amigo da escola. no começo, tudo bem, a gente conversou um pouco e foi só isso, não dei muita importância. foi de boa e ficou por isso. no dia seguinte, eu tava muito tarado, o pau subia por qualquer coisa. decidi falar com a Pricila e pedir o número do WhatsApp dela. ela me passou. no começo, ela era tímida e difícil de puxar assunto, mas como todo bom homem, tem que saber que não pode desistir nunca. comecei a elogiar ela, falar que ela era gostosa, e ela foi se soltando mais. conversas tipo assim:
eu: você é uma delícia
Pricila: kkkk obrigada
eu: o Ale tem muita sorte na cama, ele não deve te largar, né?
Pricila: hmm, na verdade ele não me pega muito. posso te contar uma coisa?
eu: claro, linda
Pricila: eu e o Ale nem transamos mais
eu: uff, que desperdício, e você tão gostosa e delícia. se eu fosse seu namorado
Pricila: se você fosse meu namorado, o quê?
eu: bem, te daria pica todo dia (naquele momento, ela podia me mandar tomar no cu, mas eu tinha que arriscar. sabia que se ela risse ou aprovasse, tava dentro)
ela: colocou emoji de corada e "kkkkkkkkkk"
é comprovado cientificamente por um estudo de uma universidade que não lembro que mulheres que colocam "kkkkk" numa conversa de WhatsApp são putinhas e adoram chupar, e quanto mais longo o "kkkkkkkkkk", melhor no boquete elas são.
é verdade, vi na TV, mestre Salfate apoia kkkkk
voltando à história, depois desse "kkkkkk", começou tudo: fotos quentes, conversa quente, a gente começou a falar por telefone. em vez de me sentir mal por ser a mina de um amigo, me excitava saber que ia comer a mina de outro. nas ligações, a gente começou a se esquentar mais. ela dizia: "quero chupar seu pau, ter ele na minha boca". e eu dizia: "adoro que você seja tão putinha, tão vadia, tem namorado e quer comer o pau de outro". e isso deixava ela louca, eu xingar ela de puta, vadia. Vadia, vem aqui, traz leite. A Foxy e eu também tava mó tesão, então a gente decidiu se encontrar numa terça no Parque Forestal. A parada é que a gente se viu e, sem nem falar "oi", já tava se pegando de língua. Eu já sabia o que queria: queria que minha pica devorasse toda aquela buceta daquela vadia ali do lado do Forestal. No metrô Bellas Artes tem um motel. Fomos pro quarto mais caro, 26 conto por três horas. O cara fala: "entra no elevador". O recepcionista, eu fui na hora. Nunca tinha visto ela antes, mas comecei a passar a mão na bunda dela, enfiar o dedo na buceta — aff, com uma intimidade como se fosse minha mulher. Nisso, percebemos que o recepcionista tava vindo, e tirei a mão da calcinha dela. Subimos pro quarto. Não era feio, tinha hidromassagem e tudo, mas eu tava no pique. O cara foi embora, fechei a porta, olhei nos olhos dela e ela entendeu na hora. Tirei minha pica e enfiei agressivamente, com força, até o fundo, e mesmo ela começando a fazer oral em mim, eu tava fodendo a boca dela. Não tinha passado nem cinco minutos desde que conheci ela até ela estar de joelhos chupando minha pica. Eu tava a mil, ela também. Tirei da boca dela e ela falou: "Enfia a pica no meu cu, dá duro nessa vadia". E eu falei: "Não, abre as pernas, sua puta Foxy". Tirei a calcinha dela rápido e, uff, tava com o cuzinho todo molhado. No momento em que minha língua finalmente tocou a carninha da buceta molhada dela, uff, comecei a enfiar língua e dedos, masturbando ela enquanto chupava. Meu dedo esfregava muito rápido no ponto G dela. Ela gritava, pedia: "Por favor, enfia a pica, dá pica pra sua vadia". Eu não aguentei mais. Falei: "Fica de quatro, vadia", e comecei a dar tapas fortes. Nada de tapinhas suaves. Deixei a bunda dela branquinha, deixei vermelha. Da buceta dela escorria líquido, mas eu não queria a buceta dela ainda, queria o cu dela. Abri as nádegas dela — aliás, que rabo médio que a vadia tinha, porra. Cuspi e enfiei a pica toda. Ela deu um grito e, aos poucos, senti o cu dela começando a ficar molhado com minha porra, enquanto a vadia Dizia quem é sua puta, quem é sua vagabunda, e ela gritava e gemia, e ao mesmo tempo era tão excitante ver ela de quatro, puxada pelo cabelo, como uma gostosa, com as bochechas abertas pela minha pica. Fiquei uns 30 minutos metendo no cu dela, tirei e ela ficou de joelhos, e comecei a bater com a pica na cara dela, dava tapas com minha pica, xingava ela, chamava de puta, puta, e isso a excitava. "Vagabunda infiel, isso é o que seu namorado não te dá." Eu já não aguentava mais, tinha que provar a boceta dela, então levantei uma perna dela na banheira, ela abriu as pernas, e enfiei toda a pica naquela puta safada. "Come toda a pica, vagabunda", eu dizia. "Sim, sou sua puta", ela me dizia. "Sua puta, sua vagabunda", perguntei enquanto a fodia: "Você gostaria que seu namorado te visse assim, comendo pica como uma puta?" E ela me disse: "Que ele me veja chupando pica, que ele veja o quão vagabunda eu sou." E aí eu explodi, tirei minha pica da boceta suculenta dela, agarrei ela pelo rabo de cavalo, me masturbei na cara dela e enchi ela de porra, como uma puta merece. Depois disso, continuamos fodendo, mas já seria mais do mesmo, então paro meu relato por aqui. Deixo fotos dela, cortei o rosto por respeito à família e aos filhos dela.










eu: você é uma delícia
Pricila: kkkk obrigada
eu: o Ale tem muita sorte na cama, ele não deve te largar, né?
Pricila: hmm, na verdade ele não me pega muito. posso te contar uma coisa?
eu: claro, linda
Pricila: eu e o Ale nem transamos mais
eu: uff, que desperdício, e você tão gostosa e delícia. se eu fosse seu namorado
Pricila: se você fosse meu namorado, o quê?
eu: bem, te daria pica todo dia (naquele momento, ela podia me mandar tomar no cu, mas eu tinha que arriscar. sabia que se ela risse ou aprovasse, tava dentro)
ela: colocou emoji de corada e "kkkkkkkkkk"
é comprovado cientificamente por um estudo de uma universidade que não lembro que mulheres que colocam "kkkkk" numa conversa de WhatsApp são putinhas e adoram chupar, e quanto mais longo o "kkkkkkkkkk", melhor no boquete elas são.
é verdade, vi na TV, mestre Salfate apoia kkkkk
voltando à história, depois desse "kkkkkk", começou tudo: fotos quentes, conversa quente, a gente começou a falar por telefone. em vez de me sentir mal por ser a mina de um amigo, me excitava saber que ia comer a mina de outro. nas ligações, a gente começou a se esquentar mais. ela dizia: "quero chupar seu pau, ter ele na minha boca". e eu dizia: "adoro que você seja tão putinha, tão vadia, tem namorado e quer comer o pau de outro". e isso deixava ela louca, eu xingar ela de puta, vadia. Vadia, vem aqui, traz leite. A Foxy e eu também tava mó tesão, então a gente decidiu se encontrar numa terça no Parque Forestal. A parada é que a gente se viu e, sem nem falar "oi", já tava se pegando de língua. Eu já sabia o que queria: queria que minha pica devorasse toda aquela buceta daquela vadia ali do lado do Forestal. No metrô Bellas Artes tem um motel. Fomos pro quarto mais caro, 26 conto por três horas. O cara fala: "entra no elevador". O recepcionista, eu fui na hora. Nunca tinha visto ela antes, mas comecei a passar a mão na bunda dela, enfiar o dedo na buceta — aff, com uma intimidade como se fosse minha mulher. Nisso, percebemos que o recepcionista tava vindo, e tirei a mão da calcinha dela. Subimos pro quarto. Não era feio, tinha hidromassagem e tudo, mas eu tava no pique. O cara foi embora, fechei a porta, olhei nos olhos dela e ela entendeu na hora. Tirei minha pica e enfiei agressivamente, com força, até o fundo, e mesmo ela começando a fazer oral em mim, eu tava fodendo a boca dela. Não tinha passado nem cinco minutos desde que conheci ela até ela estar de joelhos chupando minha pica. Eu tava a mil, ela também. Tirei da boca dela e ela falou: "Enfia a pica no meu cu, dá duro nessa vadia". E eu falei: "Não, abre as pernas, sua puta Foxy". Tirei a calcinha dela rápido e, uff, tava com o cuzinho todo molhado. No momento em que minha língua finalmente tocou a carninha da buceta molhada dela, uff, comecei a enfiar língua e dedos, masturbando ela enquanto chupava. Meu dedo esfregava muito rápido no ponto G dela. Ela gritava, pedia: "Por favor, enfia a pica, dá pica pra sua vadia". Eu não aguentei mais. Falei: "Fica de quatro, vadia", e comecei a dar tapas fortes. Nada de tapinhas suaves. Deixei a bunda dela branquinha, deixei vermelha. Da buceta dela escorria líquido, mas eu não queria a buceta dela ainda, queria o cu dela. Abri as nádegas dela — aliás, que rabo médio que a vadia tinha, porra. Cuspi e enfiei a pica toda. Ela deu um grito e, aos poucos, senti o cu dela começando a ficar molhado com minha porra, enquanto a vadia Dizia quem é sua puta, quem é sua vagabunda, e ela gritava e gemia, e ao mesmo tempo era tão excitante ver ela de quatro, puxada pelo cabelo, como uma gostosa, com as bochechas abertas pela minha pica. Fiquei uns 30 minutos metendo no cu dela, tirei e ela ficou de joelhos, e comecei a bater com a pica na cara dela, dava tapas com minha pica, xingava ela, chamava de puta, puta, e isso a excitava. "Vagabunda infiel, isso é o que seu namorado não te dá." Eu já não aguentava mais, tinha que provar a boceta dela, então levantei uma perna dela na banheira, ela abriu as pernas, e enfiei toda a pica naquela puta safada. "Come toda a pica, vagabunda", eu dizia. "Sim, sou sua puta", ela me dizia. "Sua puta, sua vagabunda", perguntei enquanto a fodia: "Você gostaria que seu namorado te visse assim, comendo pica como uma puta?" E ela me disse: "Que ele me veja chupando pica, que ele veja o quão vagabunda eu sou." E aí eu explodi, tirei minha pica da boceta suculenta dela, agarrei ela pelo rabo de cavalo, me masturbei na cara dela e enchi ela de porra, como uma puta merece. Depois disso, continuamos fodendo, mas já seria mais do mesmo, então paro meu relato por aqui. Deixo fotos dela, cortei o rosto por respeito à família e aos filhos dela.











4 comentários - Pricila, a infiel gostosa
ademas tiene actitud y toda la pinta de putita
van puntos